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PRONAC 255097Autorizada a captação total dos recursosMecenato

VIDA ÚTIL

48.985.377 ANTONIO LUCIANO PONTES DOS SANTOS JUNIOR
Solicitado
R$ 747,5 mil
Aprovado
R$ 747,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-07-01
Término
2027-02-28
Locais de realização (5)
Fortaleza CearáBrasília Distrito FederalBelém ParáRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Realizar uma nova montagem do espetáculo teatral Vida Útil e sua circulação por 5 cidades brasileiras.

Sinopse

Meia hora antes do final do expediente de uma sexta à noite, num escritório qualquer, os funcionários anseiam pelo término da jornada semanal, quando surge uma tarefa esquecida que os obriga a ficar além do horário. Isso acentua as tensões, levando-os a refletir sobre as relações no trabalho e os sonhos adiados de felicidade até que se descobrem trancados e esquecidos no edifício. E aí se dão conta de que tudo pode acontecer… Vida Útil busca trazer a identificação imediata do público por meio da comédia, já que a maioria de nós conhecemos, ou até já vivenciamos, as diversas relações que surgem entre colegas de trabalho ao longo dos anos. Na peça, a partir das diferentes personalidades e posições de cada um nesse jogo, o desgaste e os anseios subjetivos desencadeiam um embate tragicômico que trará nitidamente uma visão da “prisão” em que todos vivem. A partir do jogo cênico entre esses marcantes personagens, busca-se incitar a plateia a refletir criticamente sobre sua própria condição dentro dessas relações profissionais, abordando temas como abuso de poder, autoestima e valorização do outro.

Objetivos

OBJETIVOS GERAISProjeto baseado no texto do dramaturgo nordestino Rafael Martins, cujo tema é pouco explorado no campo das artes cênicas e que visa gerar inúmeras discussões e reflexões acerca dos reais motivos pelos quais profissionais, mesmo insatisfeitos, permanecem em ambientes de trabalho que comprometem sua saúde mental.Vida Útil é uma peça teatral que busca tocar um público de adultos ativos no mercado de trabalho (homens e mulheres sem distinção de raça, com idade média entre 25 e 55 anos), através da linguagem do humor, fornecendo as ferramentas pra que ele alcance uma nova posição dentro de suas escolhas profissionais, que poderão resultar em uma melhor rotina de trabalho e qualidade de vida.Na peça, a partir das diferentes personalidades e posições de cada um nesse jogo, o desgaste e os anseios subjetivos desencadeiam um embate tragicômico que trará nitidamente uma visão da ?prisão? em que todos vivem. A partir do jogo cênico entre esses marcantes personagens, busca-se incitar a plateia a refletir criticamente sobre sua própria condição dentro dessas relações profissionais, abordando temas como abuso de poder, autoestima e valorização do outro. Muitas vezes, a lógica capitalista de máximo lucro, se colocada em prática 100% no dia a dia, transforma homens em máquinas e coloca em xeque nossa própria condição humana de sonhar e viver, para além de apenas produzir.A montagem busca desenvolver reflexões acerca da valorização da potência do profissional, não só em relação à sua qualificação técnica, mas também pela forma como o mesmo conduz os seus relacionamentos interpessoais na empresa.Busca-se tocar o público através da linguagem do humor, para que ele alcance catarticamente uma nova posição dentro de suas escolhas profissionais, que reflitam em sua rotina e qualidade de vida.Além disso, a montagem objetiva:-Promover uma reflexão acerca dos reais motivos que levam as pessoas a se manterem em ambientes de trabalho que afetam a sua saúde mental.-Sensibilizar o espectador, através de uma rotina corporativa tragicômica exposta no palco, a se defrontar com difíceis questões decorrentes das relações interpessoais no ambiente empresarial;-Esclarecer como a romantização do trabalho exacerbado, imposto como caminho para se chegar ao sucesso, pode levar o indivíduo ao desequilíbrio emocional.-Estimular a busca por um meio profissional saudável e por uma carreira que não esteja pautada somente no que pode proporcionar a obtenção de bens materiais.-Incentivar a valorização da potência do profissional, devido ao seu comportamento na rotina de trabalho, gerando um meio que não é baseado na competitividade, mas na qualidade das relações humanas.-Contribuir para uma maior conscientização das chefias, no intuito de que reflitam sobre até que ponto a competitividade fomentada pelo meio empresarial torna o ambiente de trabalho mais saudável.- Levantar a discussão acerca de que forma as missões, valores e a visão de uma empresa fazem com que os profissionais esqueçam a missão, os valores e a visão de suas próprias vidas, estimulando o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.- Provocar o espectador acerca da necessidade de submissão a uma realidade institucional que não é a idealizada, mas possibilita o seu sustento.O espetáculo Vida Útil foi montado no Rio de Janeiro, atraindo interesse do público e provando a relevância do trabalho. Com esta proposta, pretendemos realizar uma nova montagem e circulação por cidades brasileiras. OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar uma nova montagem do espetáculo Vida Útil e apresentações conforme abaixo:Rio de Janeiro, RJ - temporada de 1 mês com 12 apresentações;São Paulo, SP - temporada de 1 mês com 12 apresentações;Fortaleza, CE (cidade do autor do espetáculo) - 3 apresentações;Belém, PA - 3 apresentações;Brasília, DF - 3 apresentações.A programação de apresentações contará com sessões inclusivas, com intérprete de Libras, e também transporte para um grupo de pessoas em situação de vulnerabilidade. Em cada cidade será oferecida 1 van para grupo a ser selecionado, entre instituições locais de reconhecido trabalho social. Nesta oportunidade o grupo receberá convites e transporte gratuitos.

Justificativa

O espetáculo traz à tona uma reflexão muito importante nos dias atuais: a saúde mental no ambiente de trabalho.Na atual conjuntura, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) tentam urgentemente desenvolver uma ação concreta para lidar com questões de saúde mental na população ativa. Estima-se que 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente devido à depressão e à ansiedade, que custam à economia global quase um trilhão de dólares.As diretrizes globais da OMS sobre saúde mental no trabalho recomendam ações para enfrentar os riscos para a saúde mental, como cargas de trabalho pesadas, comportamentos negativos e outros fatores que criam angústia no trabalho. Pela primeira vez, recomenda o treinamento de gerente, para construir sua capacidade de evitar ambientes de trabalho estressantes e responder aos trabalhadores e às trabalhadoras em perigo.O Relatório Mundial de Saúde Mental da OMS, publicado em junho de 2022, mostrou que de um bilhão de pessoas que viviam com algum transtorno mental em 2019, 15% são adultos em idade ativa e sofreram algum transtorno. O trabalho amplifica questões sociais mais amplas que afetam negativamente a saúde mental, incluindo discriminação e desigualdade. O bullying e a violência psicológica (também conhecidos como "mobbing") são as principais queixas de assédio no local de trabalho, trazendo um impacto negativo na saúde mental. No entanto, discutir ou divulgar a saúde mental continua sendo um tabu nos meios de trabalho em todo o mundo. (Fonte: https://www.ilo.org/brasilia/noticias/WCMS_857127/lang--pt/index.htm)O projeto VIDA ÚTIL pretende ser um meio de romper essas barreiras e trazer à tona a autorreflexão do espectador, permitindo-o revisar suas escolhas através da arte, para que assim obtenha maior equilíbrio psicológico.O projeto Vida Útil está em consonância com os objetivos e finalidades da Lei Rouanet, conforme os artigos 1º e 3º da Lei nº 8.313/91, atendendo aos seguintes incisos:Art. 1º:Inciso I - Estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, ao tratar, por meio do teatro, de temas contemporâneos e relevantes como saúde mental, relações de trabalho, dignidade e equilíbrio emocional.Inciso III - Valoriza a regionalização da produção artística, ao trabalhar com texto de dramaturgo nordestino e prever circulação por diversas cidades brasileiras, inclusive Fortaleza, cidade de origem do autor.Inciso VI - Promove o respeito e a difusão de valores culturais e éticos da pessoa, ao provocar reflexões sobre a valorização do ser humano no ambiente profissional e social.Art. 3º:Inciso I - Enquadra-se na área de teatro.Inciso X - Possui caráter formativo ao estimular a autorreflexão do público sobre temas relevantes, ainda que de forma não formal.Inciso XII - Proporciona o conhecimento de valores culturais contemporâneos, abordando questões como saúde mental, ética nas relações humanas e criticidade social por meio da linguagem cênica.

Especificação técnica

Espetáculo teatral com 1h e 10min

Acessibilidade

Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O projeto será realizado em teatros que tenham medidas de acesso a portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços selecionados serão aqueles que dispuserem de ferramentas como rampa e/ou elevador, banheiros adaptados, sinalização adequada, lugar reservado na plateia para cadeirantes, obesos, estacionamento com vagas reservadas, entre outros. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Teremos intérprete de LIBRAS em uma apresentação por semana. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Haverá programa em braile com conteúdo do projeto disponível para consulta em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá equipe treinada para interagir de forma inclusiva e acolhedora, recebendo todos os públicos. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade Física: Os bate-papos e ensaios abertos serão realizadas em espaços plenamente adaptados para portadores de deficiência motora, cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os espaços selecionados serão aqueles que dispuserem de ferramentas como: rampa, elevador, banheiros adaptados, entre outras. Acessibilidade de para PcD visuais: Por se tratar de conteúdo de explanação oral, o conteúdo é automaticamente acessível para cegos e pessoas com baixa visão. Acessibilidade para PcD auditivos: Teremos intérprete de LIBRAS presente nos bate-papos. Será oferecido intérprete de Libras também para os ensaios abertos. Como o convite às escolas públicas é feito de forma antecipada, caso as escolas tenham alunos com deficiências auditivas, o recurso será disponibilizado nas sessões de ensaio aberto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Haverá equipe treinada para interagir de forma inclusiva e acolhedora, recebendo todos os públicos.

Democratização do acesso

Conforme instrução normativa vigente, haverá distribuição gratuita de 10% do total de ingressos com caráter social, educativo ou de formação artística, atendendo especialmente a ONGs, escolas públicas e demais instituições de reconhecido trabalho social. Haverá ainda mínimo de 20% de ingressos comercializados ao preço máximo de R$ 50. Em atenção ao artigo 47 da IN 11/2024, atenderemos aos incisos abaixo: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;Ofereceremos transporte para cerca de 15 pessoas em cada cidade (1 van), destinada a instituições de reconhecido trabalho social, que atendam a pessoas com deficiências.V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; Realizaremos como ação extra: Um bate papo após o espetáculo, discutindo o tema central do espetáculo teatral. O tema do debate será "O teatro como forma de discutir a saúde mental nas relações humanas". Em atenção ao artigo 49 da referida Normativa, atenderemos ao inciso:II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; Realizaremos um ensaio aberto no Rio de Janeiro e um em São Paulo, com 250 pessoas cada.

Ficha técnica

Texto: Rafael Martins Dramaturgo, roteirista, ator e pesquisador. Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Bacharel em Comunicação Social pela Universidade de Fortaleza. Membro fundador do Grupo Bagaceira de Teatro. Ator formado pelo Colégio de Direção Teatral do Instituto Dragão do Mar. Autor dos livros: “Lesados e outras peças” e “Oito peças curtas”. Com 31 anos de carreira, ingressou no teatro como ator e, em 2000, estreou como dramaturgo. A partir daí, já escreveu dezenas de peças, montadas por diversos grupos e artistas brasileiros. Muitos de seus textos foram escritos em processo colaborativo, com o autor presente em sala de ensaio, interagindo com elenco e direção. Além de peças teatrais, sua trajetória como dramaturgo inclui formatos como cinema, radionovela, televisão e mídias digitais. Ministra oficinas, escreve artigos e participa de eventos relacionados à dramaturgia e criação colaborativa. Foi criador, curador e mediador do “Projeto Pausa Dramática”, que durou 3 anos em Fortaleza, com leituras dramáticas seguidas de conversas com intelectuais e artistas de diversas áreas. Autor de espetáculos como: Interior, A Mão na Face, Lesados, Fishman, O Realejo, Uma de Duas, Por que a gente não é assim?, FOI - uma peça aos pedaços, Caio e Léo, InCerto, En Passant, O Livro, Auto da Cobra, O Presente de Cecília. Seus espetáculos já participaram de programações teatrais como Itaú Cultural, Palco Giratório, CCBB, Caixa Cultural, FITCRUZ [Bolívia], Festival de Curitiba, FIT [São José do Rio Preto], FILO [Londrina], FIT BH, FILTE Bahia, Festival Recife do Teatro Nacional e Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo [SP]. Direção e Cenografia: Marcelo Morato Formado pela Escola de Teatro Martins Pena (1990), é atualmente estudante do Mestrado em Artes Cênicas (Unirio). Tem experiência como ator, diretor, dramaturgo e professor de teatro (CAL e PUC, entre outras instituições). Dirigiu Contos e Cantigas Populares (1998-2014), Elogio da Loucura (2003), Meninos do Mangue (2005), O Pequenino Grão de Areia (2006), Entropia (2008) e Arigó (2019- 2023); atuou em Um Estranho no Ninho (2015), As três irmãs (2013-2015) e Timon de Atenas (2014); escreveu Uma Peça como eu Gosto e Uma Loira na Lua. Indicado aos prêmios Mambembe e Zilka Salaberry Elenco: Jade Freneszi Atriz com formação pela CAL - Casa das Artes de Laranjeiras, de agosto de 2019 à outubro de 2022. Prática de atuação para o audiovisual no Estúdio Estrela Strauss, em 2020 e 2021 e atualmente no Estúdio Roumer Canhães desde outubro de 2022. Atuou nas oficinas de criação coletiva do núcleo do Pequeno Ato, comandado por Pedro Granato, e na Oficina Poética do ator, com Celso Frateschi Atuou em diversos espectáculos teatrais e produções audiovisuais. Seus mais recentes trabalhos foram o espetáculo teatral “Distopia Brasil”, em 2021, com direção de Pedro Granato, pelo PROAC SP e o curta-metragem “Diário Proibido”, com direção de Menelick de Carvalho, ainda sem data de estreia. Julia Couto Formada como atriz pela CAL em 2022. No Audiovisual, esteve em preparação no Estúdio RC com o preparador de elenco Roumer Canhães e em oficinas com Ana Kfouri. Possui formação cômica pela Oficina do Riso (CAL) e atualmente está em desenvolvimento no universo da Palhaçaria (Aristoclowntas). Participou do curta independente “Diário Proibido” dirigido por Menelick de Carvalho, projeto que também foi apresentado no Teatro Prudential em 2021. Além disso, esteve como elenco de apoio na série da Disney+ “Tudo Igual, Só que Não”. Em 2023, foi selecionada para participar da Oficina Intensiva de Teatro Musical do espetáculo "Marrom, O Musical. Lucas Garbois Ator com formação pela CAL e com trabalho de pesquisa cênica há 2 anos com Helena Varvaki. Seus últimos trabalhos incluem "Um Tartufo" e "Uma Revolução dos Bichos", com direção de Bruce Gomlevsky, "Sedes", escrita pelo autor de "Incêndios", Wajdi Mouwawad, e dirigida por Thiago Bomilcar, e "Histórias Paralelas", com direção de Miwa Yanagizawa. Participou de oficinas com Rodrigo Portella, Cie Dos à Deux, Celina Sodré e Amir Haddad. Luciano Pontes (proponente) Ator formado pela CAL – Casa das Artes de Laranjeiras/RJ (2022). Improvisação no Tablado/RJ (2019), além de prática de atuação para audiovisual no estúdio Artfiore no RJ (2021). Atuou em diversas práticas de montagens teatrais promovidas pela CAL entre 2019 E 2022, além de assistente de direção de Ary Coslov nas peças O Homem do Planeta Auschwitz em 2022 e Matar ou Morrer em 2023. Produtor local da peça A Aforista da CIA Teatral Stavis Damaceno de Curitiba-PR, no CCBB RJ, como também, nas ações de plateias hospitalares e cortejos junto aos Doutores da Alegria/RJ levando teatro aos hospitais municipais, estaduais e federais, tudo no ano de 2023. Ator na peça Serragem e Sonhos em 2024, direção Marcelo Morato. Produziu 2 temporadas de Vida Útil em abril e maio de 2024 no RJ e produtor executivo da pré-produção da peça Um jardim para Tchekhov com Maria Padilha e Erom Cordeiro em julho 2024, CCBB/RJ. Figurino: Wanderley Gomes PRÊMIOS 2024 indicado ao prêmio Shell de Figurino por O admirável sertão de Zé Ramalho. 2023 vencedor dos Prêmios Shell, APTR e Ubuntu Vozes Negras. A Força do Canto Feminino Direção Gustavo Gasparani 2020 Vencedor do PRÊMIO SHELL 2020 Indicado ao Prêmio APTR. Oboró Masculinidades Negras 2020 vencedor do PRÊMIO UBUTUN OBORÓ MASCULINIDADES NEGRAS INDICADO A PRÊMIO 2006 Indicado ao Prêmio Shell de Figurino - Else, de Arthur Schnizler Direção José Luiz Jr, Teatro Sergio Porto Oboró, Masculinidades Negras - Texto Aldalberto Nunes, Direção Rodrigo França - Teatro Sesi Firjan, Teatro João Caetano RJ 2020 Video Projota, Música Ombrim, Direção Lázaro Ramos, Figurino Wanderley Gomes 2019 Quando As Maquinas Param, Texto Plinio Marcos, Direção Fernando Philbert, Teatro Sergio Porto Iluminação: Bruno Aragão e Bruno Henrique Caverninha Bruno Aragão Graduado pela Unirio em 1999, foi técnico de iluminação no espetáculo Kronos da Cia. De Circo Intrépida Trupe, depois junto com colegas de Faculdade desenvolveu seus próprios projetos de Iluminação em montagens da faculdade. O Monólogo da Puta no Manicômio, Ralé, O beijo no asfalto, Eu sei que vou te Amar foram alguns dos espetáculos que trabalhou como Iluminador. Em 2003, passou a trabalhar no Centro Cultural Light, escrevendo e iluminando projetos voltados para o teatro Infanto-Juvenil, A Roda do Tempo e A Incrível história do Pirata e o dono Do Fim do mundo foram dois dos vários espetáculos! Depois trabalhou com o Diretor da Companhia teatral Alfândega 88 Moacir Chaves como técnico de luz e operador de luz até 2015 ingressou também no teatro poeirinha onde está até hoje como Técnico em Iluminação e teve a oportunidade de ser o Design de Iluminação de Matheus Nachtergaele no Espetáculo “Processo do Concerto do Desejo”. Bruno Henrique Caverninha Iluminador residente no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto de 2010 a 2013 e do Teatro Prudental 2019/20. Iluminou as peças: Eu Negra; Em Qual Mentira Posso Acreditar?; Panóptico; A Voz Surda; Borra; O Brincado Romance de Flora e Valentin; Romeu e Julieta Cordel de Ariano Suassuna; Quando as Máquinas Param; Lisbela e o Prisioneiro; Torturas de Um Coração; Precisamos Falar de Amor Sem Dizer Eu Te Amo; O Velho da Horta; Piaf e Brecht A Vida Em Vermelho; Saia Rodada de Histórias; O Mistério da Rua de Cima; Depois do Amor; Fala Crioulo; Anti Nelson Rodrigues; Ricardo III; Júlia; Disney Killer; Zero.5; A Rua Que Cortava; Espetáculo Paixão de Cristo. Premiações: Eu Negra – 44º Festival Estadual da FETAERJ – RJ 2022; O Patinho Feio – Festival Nacional de Guaçuí – ES 2022; Borra – Festival Carpe Dien – SP 2017; Ser Ou Não Sei – Festival Nacional de Duque de Caxias – RJ 2015; A Sua Imagem e Semelhança – 33º Festival Estadual da FETAERJ – RJ 2012. Trilha Sonora: Diogo Perdigão Formação: Bacharelado em oboé pela UFRJ tendo concluído e revalidado o bacharelado na Escola de Música Conservatório Nacional em Nossa Sra. Do Cabo em Portugal. Curso de Produção de áudio e acústica na Escola de Música Conservatório Nacional em Nossa Sra. Do Cabo em Portugal. Operador e design de som, Engenheiro de som e acústica , Estagio de arquivista, editor de partituras e captador de áudio. Estágio como Técnico de Som junto a Filarmônica de Berlim por 03 meses. Equipe técnica da Gravação do DVD: Tributo a Alceo Bocchino realizado pela Orquestra Sinfônica do Paraná. Engenheiro e técnico de som, técnico audiovisual, editor e arquivista da Escola de Música Villa Lobos, captação de áudio e visual para orquestras, teatros, filmes e documentários. Compositor de trilhas sonoras e peças musicais. Operador de som e design de mais de 100 peças teatrais e musicais, captação direta de áudio de mais de 10 filmes. Técnico e coordenador de toda técnica de áudio e visual da Intrépida Trupe, CIA dos Atores e Estúdio DP Sound. Fotografia e Filmagem: André Garzuze Atua no ramo de vídeo produção desde 1990, como cinegrafista, fotógrafo, editor de imagens e diretor de fotografia. Em 2001 se tornou cinegrafista particular da apresentadora Xuxa Meneguel e do humorista Renato Aragão. Na televisão desde 2011, como Editor de Imagens em diversas emissoras: Record (2011/16) ; SBT (2017) ; Globo (2020) ; TV Brasil 2013/atual. Na Cultura, atuou fortemente nos últimos 3 anos, compondo a equipe de filmagens do Teatro Claro Rio,em lives, shows, musicais e peças. Proponente/direção de Produção: Terceiro Sinal Produções Microempresa criada com a finalidade de desenvolver produção teatral, tendo atuação tanto em organização de feiras, congressos, exposições e festas, quanto atividades de sonorização, palestras, elaboração de figurino, maquiagem e cenário e apoio administrativo para a pré-produção, produção e pós-produção de peças teatrais, inclusive com a devida prestação de contas. Tendo atuado no Rio de Janeiro na produção local do espetáculo A Aforista (Companhia Stavis Damaceno de Curitiba-PR) em cartaz no CCBB RJ em fevereiro e março de 2023. O representante legal da produtora, Luciano Pontes, já atuou em produções teatrais como O homem do planeta Auschwitz e Matar ou Morrer, dirigidos por Ary Coslov, Cerca Viva dirigida por César Augusto e A Aforista, dirigida por Marcos Damaceno, nos anos de 2022 e 2023. A empresa também produziu o projeto Plateias Hospitalares dos Doutores da Alegria, levando contação de histórias, cortejo musical e palhaçaria para hospitais municipais e estaduais do Rio de Janeiro, através dos grupos Bagunço, Conexão do Bem, Pela Ponta do Nariz e Cia DoispraLá, Doispraca, em maio de 2023 e produziu a peça Gaivotas, dirigida por Fernando Philbert, em dezembro/2023 e Serragem e Sonhos em março de 2024, dirigida por Marcelo Morato. Produziu 2 temporadas de Vida Útil em abril e maio de 2024 no RJ e produtor executivo da pré-produção da peça Um jardim para Tchekhov com Maria Padilha e Erom Cordeiro em julho 2024, CCBB/RJ

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.