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Me Cante Uma História _ Origens é um espetáculo cênico-musical inédito que representará as trajetórias de compositoras brasileiras, transformando suas histórias em dramaturgia viva, sensível e musical. A proposta parte de uma pesquisa autoral sobre a memória das mulheres na música brasileira e se materializa em cena por meio de performances poéticas, canções executadas ao vivo e uma estética intimista. Com enfase no protagonismo feminino e na representatividade cultural, o espetáculo une teatro, literatura e música, propondo um mergulho na construção histórica e simbólica da presença das mulheres na criação musical.
A. Espetáculo Cênico-Musical – “Me Cante Uma História – Origens” Obra original com dramaturgia e direção inéditas, composta por cenas dramatizadas, canções ao vivo e performances poéticas. Interpreta, em forma artística, as histórias de compositoras brasileiras, com foco na memória, resistência e criatividade feminina. Classificação indicativa: LivreB. Ensaio Aberto com Mediação Educativa Atividade formativa realizada em escola pública, com mediação da equipe artística e pedagógica. Inclui visita sensorial ao espaço cênico e debate com os estudantes sobre as histórias das compositoras homenageadas. Público-alvo: estudantes da rede pública, com acessibilidade e recursos inclusivos.C. Material Educativo Digital e Impresso (em PDF, HTML e Braille) Conteúdo complementar acessível com sinopse do espetáculo, biografias das compositoras, imagens e propostas pedagógicas para uso em sala de aula ou em contextos formativos. Finalidade: estimular o pensamento crítico, a valorização da memória cultural e o protagonismo feminino na música.D. Registro Audiovisual Institucional Vídeo com trechos do espetáculo, entrevistas com equipe e bastidores do processo criativo. Disponibilizado em plataformas digitais com legendas, audiodescrição e LIBRAS. Objetivo: ampliar o alcance do projeto e documentar sua memória para fins culturais e educacionais.
Objetivo Geral Valorizar e visibilizar a contribuição histórica de compositoras brasileiras por meio da criação, montagem e realização de um espetáculo cênico-musical inédito, promovendo o protagonismo feminino na música e contribuindo para a preservação da memória cultural, a equidade de gênero e o acesso democrático à cultura.Para reconhecer, homenagear e divulgar o papel das mulheres na história da música brasileira, fortalecendo a representatividade cultural e garantindo o acesso gratuito, inclusivo e educativo ao espetáculo. Objetivos Específicos 1) Criar e montar 1 espetáculo inédito com dramaturgia original baseada em histórias de compositoras brasileiras.2) Realizar 6 apresentações gratuitas e acessíveis cidade de salvador/BA, em espaço com infraestrutura adequada.3) Produzir 1 material educativo digital, contendo sinopse, biografias das compositoras homenageadas e propostas pedagógicas.4) Oferecer 1 ensaio aberto com mediação em escola pública da rede municipal, como ação formativa.5) Realizar 1 registro audiovisual institucional com trechos do espetáculo, entrevistas e cenas dos bastidores.6) Alcançar, ao final do projeto, um público total estimado de 30.000 pessoas, sendo /12.000 presenciais e 18.000 via meios digitais e institucionais.
A encenação se desenvolve em uma linguagem híbrida que articula depoimentos dramatizados, cenas ficcionais e performances musicais ao vivo, explorando uma narrativa fragmentada e emocional. A cenografia será minimalista, evocando o universo íntimo e simbólico da criação musical feminina. A trilha sonora é composta por músicas autorais e repertório já consagrado de compositoras brasileiras, executadas ao vivo por atrizes-músicas. O espetáculo é dirigido por Henrique Alqualo, com dramaturgia e direção artística de Natália Boere.A utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura, previsto na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), é fundamental para a viabilização do projeto Me Cante Uma História _ Origens, cuja concepção propõe uma experiência cênico-musical inédita, voltada à valorização da memória cultural brasileira a partir do protagonismo feminino na música. Ao transformar histórias de compositoras em dramaturgia poética e acessível, o projeto não apenas promove fruição artística, mas também contribui para a formação cidadã e o fortalecimento de uma cultura democrática, inclusiva e plural.Em um país marcado por assimetrias históricas de gênero e baixa representatividade das mulheres na cena musical, especialmente no que diz respeito ao reconhecimento autoral, faz-se urgente investir em iniciativas que visibilizem essas trajetórias. A Lei de Incentivo à Cultura possibilita, por meio da renúncia fiscal, que empresas e cidadãos se tornem agentes da transformação cultural, investindo em projetos que atendem aos interesses da sociedade. Neste sentido, a proposta se enquadra nos incisos I, III, IV e VII do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao fomentar a cultura em suas múltiplas formas de manifestação, proteger expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira, preservar a memória artística e apoiar a produção e difusão de bens culturais.Além disso, o projeto contribui diretamente para o cumprimento dos objetivos expressos no Art. 3º da referida lei, notadamente ao estimular a criação e difusão de bens culturais formadores de conhecimento (inciso I), salvaguardar a identidade e memória cultural das mulheres na música (inciso II), promover a universalização do acesso à cultura (inciso III), fomentar processos de formação artística (inciso IV) e ampliar o acesso cultural como meio de inclusão social (inciso VIII).O uso do mecanismo, portanto, não é apenas uma alternativa de financiamento, mas uma estratégia que alinha sustentabilidade econômica com responsabilidade cultural e social. A partir desse instrumento, será possível garantir a gratuidade das apresentações, a produção de materiais educativos, a acessibilidade plena do público, e a disseminação dos conteúdos em meios digitais, atingindo cerca de 30 mil pessoas. Ao assegurar que a arte seja acessível e transformadora, a Lei de Incentivo reafirma seu papel como política pública eficaz para o fortalecimento da cultura brasileira e para a construção de um país mais justo, representativo e sensível às múltiplas vozes que compõem sua identidade.
Me Cante Uma História – Origens apresenta um conjunto de inovações e compromissos que o qualificam como uma proposta cultural de alto impacto artístico, social e formativo. Além das ações já descritas, destacam-se os seguintes aspectos complementares relevantes para sua avaliação:Inovação na Linguagem Cênico-Musical O espetáculo propõe uma linguagem híbrida e sensível, que combina dramaturgia contemporânea, música ao vivo e performance poética, estabelecendo um formato autoral que se distancia das convenções tradicionais e aposta na experimentação estética como instrumento de sensibilização e memória.Valorização da Autoria Feminina O projeto parte de uma pesquisa inédita sobre compositoras brasileiras, com foco em trajetórias invisibilizadas pela historiografia dominante. O processo de criação adota uma perspectiva feminista interseccional, considerando raça, classe e território na escolha das homenageadas.Processo de Criação Coletivo e Horizontal A metodologia adotada prioriza a cocriação entre artistas e pesquisadoras envolvidas, com oficinas internas e ensaios colaborativos que integram dramaturgia, composição musical, escuta ativa e experimentações corporais. Essa abordagem fortalece a identidade do projeto como expressão coletiva e inclusiva.Ações de Acessibilidade como Elemento Estrutural, e não Adicional A acessibilidade não é tratada como uma etapa final ou um "recurso adicional", mas como eixo transversal presente desde a concepção até a distribuição do conteúdo. Intérpretes de LIBRAS, audiodescritoras e consultoras de acessibilidade participam diretamente da fase de criação, assegurando uma linguagem inclusiva desde a origem.Integração com a Rede Pública de Ensino O projeto estabelece parcerias estratégicas com escolas públicas e instituições de educação inclusiva, não apenas como público, mas como espaços de mediação crítica e validação pedagógica das ações formativas e materiais educativos.Alinhamento com Agendas Públicas e Culturais Estratégicas A proposta dialoga diretamente com marcos legais e diretrizes como:Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015)Política Nacional de Cultura VivaObjetivos de Desenvolvimento Sustentável (ONU)Diretrizes da Lei Aldir Blanc de fomento descentralizado à cultura Capilaridade e Difusão Digital Com previsão de impacto digital estimado em 18 mil pessoas, o projeto aposta na multiplicação de seu conteúdo por meio de redes sociais, canais de vídeo acessíveis e articulação com plataformas culturais públicas, ampliando seu alcance para além das apresentações presenciais.Potencial de Desdobramento e Continuidade O projeto foi concebido com possibilidade de expansão para futuras edições, oficinas temáticas e circulação interestadual, o que permite pensar em sua sustentabilidade e longevidade no campo cultural. A base de pesquisa pode dar origem a novos espetáculos, publicações e ações educativas.Bibliografias consultadasALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Rio de Janeiro: Instituto Cultural Cravo Albin, 2006.CUNHA, Fabiana Cozza da. As Damas do Samba: Trajetórias e representações femininas na música popular. São Paulo: UNESP, 2020.FERNANDES, Fabíola. Mulheres na música popular brasileira: histórias e resistências. São Paulo: Alameda Editorial, 2014.TINHORÃO, José Ramos. Pequena História da Música Popular: da modinha à canção de protesto. São Paulo: Art Editora, 1986.VIANNA, Hermano. O Mistério do Samba. Rio de Janeiro: Zahar, 1995.RIBEIRO, Djamila. Quem tem medo do feminismo negro?. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade, 1995.SEGATO, Rita Laura. La guerra contra las mujeres. Madrid: Traficantes de Sueños, 2016.HOOKS, bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. São Paulo: Rosa dos Tempos, 2018.HALBWACHS, Maurice. A Memória Coletiva. São Paulo: Centauro, 2006.BOSI, Ecléa. Memória e Sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 2008.SODRÉ, Muniz. Reinventando a Cultura: a comunicação e seus produtos. Petrópolis: Vozes, 2002.COSTA, Tuca Munhoz. Cultura e Acessibilidade: experiências e reflexões. São Paulo: SESC-SP, 2010.BRASIL. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). Brasília: Presidência da República.BENJAMIN, Walter. O Narrador. In: Magia e Técnica, Arte e Política. São Paulo: Brasiliense, 1994. (para basear o valor da oralidade e da narrativa na acessibilidade sensível).
1. ESPETÁCULO CÊNICO-MUSICALTítulo: Me Cante Uma História – OrigensFormato: Espetáculo presencialDuração: 60 minutos (aproximadamente)Classificação: LivreQuantidade de sessões: 6 apresentações gratuitas e acessíveisLocal de realização: Salvador/BAEquipe envolvida: 1 diretor geral, 1 dramaturga, 1 diretora musical, 2 atrizes-musicistas, 1 preparador vocal, equipe técnica (luz, som), produtores e acessibilidade (intérprete LIBRAS, audiodescrição)Recursos cênicos:· Cenografia minimalista e modular (móveis e objetos de cena transportáveis)· Figurino autoral em tecido de algodão, tricoline e malha fluida· Iluminação cênica com dimmers, refletores LED e recortes· Microfones headset e instrumentação acústica (violão, percussão leve)Acessibilidade:· Intérprete de LIBRAS (em no mínimo 3 sessões)· Audiodescrição ao vivo em cenas selecionadas· Guias e sinalização acessível nos espaços1. ENSAIO ABERTO COM MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA· Formato: Ensaio com mediação artística e pedagógica · Duração: 90 minutos (60 min de espetáculo + 30 min de roda de conversa e visita sensorial) · Público-alvo: Estudantes da rede pública municipal e professores(as) · Local: Escola pública parceira ou teatro com acesso escolarObjetivos:· Estimular debate sobre o protagonismo feminino na música· Proporcionar vivência artística e educativa· Acessibilidade plena (LIBRAS, audiodescrição, visita sensorial)Atividades Inclusas:· Ensaio performático parcial do espetáculo· Mediação educativa com equipe artística· Apresentação das compositoras homenageadas· Visita sensorial ao espaço cênico1. MATERIAL EDUCATIVO DIGITAL E IMPRESSOFormato: Arquivo digital acessível + versão em Braille Paginação estimada:· PDF e HTML: 20 páginas· Versão impressa em Braille: 12 páginas (transcrição de conteúdo textual essencial) Tiragem:· Digital: disponibilização ilimitada em plataformas públicas· Impresso (Braille): 100 exemplares distribuídos em bibliotecas e instituições inclusivasConteúdo:· Sinopse do espetáculo· Biografias das compositoras homenageadas· Fotografias de cena (com descrição acessível)· Propostas pedagógicas por faixa etária (ensino fundamental e médio)· Sugestões de atividades interdisciplinares (música, história, artes e literatura)Projeto Pedagógico Integrado: · Desenvolvido com base na BNCC (Base Nacional Comum Curricular)· Ênfase na valorização da memória cultural e da autoria feminina· Metodologia ativa: escuta crítica, escrita criativa, expressão artística· Acessível para leitores de tela (HTML e PDF estruturado)· Linguagem inclusiva, com glossário de termos culturais2. REGISTRO AUDIOVISUAL INSTITUCIONALFormato: Vídeo-documentário institucionalDuração final: 10 minutos (aproximadamente)Conteúdo:· Trechos do espetáculo ao vivo· Depoimentos de atrizes, direção, equipe técnica e plateia· Bastidores da criação artística e das ações formativasPúblico-alvo: Público geral, educadores, patrocinadores e instituições culturais Exibição:· Hospedagem em plataformas digitais gratuitas (YouTube, Vimeo, site do projeto)· Disponibilização para redes públicas de educação e cultura· Acessibilidade:· Legendas descritivas· Tradução em LIBRAS· Audiodescrição de imagens e cenas-chave· Equipamentos utilizados:· Câmeras DSLR e mirrorless· Microfones externos (shotgun e lapela)· Iluminação auxiliar portátil· Software de edição com renderização em Full HD
O projeto Me Cante Uma História – Origens assegura a plena acessibilidade ao público, contemplando tanto a acessibilidade física quanto a acessibilidade de conteúdo, de forma a garantir a participação inclusiva e igualitária de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nas atividades propostas.1. Acessibilidade Física As apresentações serão realizadas em teatros públicos e centros culturais com infraestrutura adequada, priorizando locais que possuam:· Rampa de acesso e/ou plataformas elevatórias para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;· Banheiros adaptados com barras de apoio e sinalização tátil;· Guias táteis e piso podotátil para orientação de pessoas com deficiência visual;· Assentos reservados para pessoas com deficiência e seus acompanhantes, conforme previsto em legislação;· Sinalização visual clara com pictogramas de fácil compreensão.A seleção dos espaços será condicionada ao cumprimento desses requisitos e formalizada por meio de declarações de acessibilidade dos equipamentos culturais. 2. Acessibilidade de ConteúdoA proposta prevê a adoção de recursos de acessibilidade comunicacional durante o espetáculo e nos materiais educativos e institucionais, incluindo:· Intérprete de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) durante ao menos 50% das apresentações e no ensaio aberto;· Audiodescrição para cenas selecionadas e partes do registro audiovisual, visando atender o público com deficiência visual;· Legendas descritivas nos conteúdos em vídeo, com identificação de falas, ruídos e trilhas sonoras;· Material educativo digital com versão acessível em PDF e HTML, com possibilidade de leitura por leitores de tela;· Versão do material em Braille, impressa e distribuída em espaços parceiros de educação inclusiva e bibliotecas públicas;· Visita sensorial para grupos escolares inclusivos durante o ensaio aberto mediado, possibilitando interação com objetos de cena e ambientação do espaço.Essas ações serão desenvolvidas com o apoio de profissionais especializados em acessibilidade cultural, assegurando que o projeto se mantenha inclusivo, participativo e democrático, em consonância com os princípios da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e os objetivos da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91).
O projeto Me Cante Uma História – Origens foi concebido com o compromisso de ampliar o acesso gratuito e inclusivo à cultura, assegurando que diferentes públicos – especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social ou com menor acesso a bens culturais – possam usufruir da experiência artística proposta. 1. Distribuição Gratuita das Atividades Presenciais Todas as 6 apresentações cênico-musicais previstas serão gratuitas e abertas ao público, com ingressos distribuídos por meio de:· Parcerias com escolas públicas, centros culturais, organizações sociais e coletivos comunitários, garantindo a presença de públicos diversos;· Reserva antecipada online e presencial, com cotas destinadas a pessoas com deficiência, estudantes da rede pública, mulheres, pessoas idosas e integrantes da comunidade LGBTQIAPN+;· Campanhas de mobilização em territórios periféricos e comunidades locais, com apoio de lideranças comunitárias e equipamentos culturais parceiros.2. Ações Formativas e Interativas Com o intuito de ampliar o impacto educativo e cultural do projeto, serão realizadas as seguintes ações complementares:· Ensaio aberto com mediação educativa, realizado em escola pública da rede municipal, com participação ativa de estudantes e professores, e espaço para debate sobre memória e protagonismo feminino na música;· Material educativo digital gratuito, com conteúdo acessível, contendo sinopse do espetáculo, biografias das compositoras homenageadas e propostas pedagógicas, amplamente divulgado em redes sociais e plataformas de educação pública;· Registro audiovisual institucional, com trechos do espetáculo, bastidores e entrevistas, disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais, ampliando o alcance para além do território físico de realização.3. Acesso Digital e Disseminação Online Para garantir a democratização do acesso em ambiente digital, o projeto prevê: · Divulgação e disponibilização dos conteúdos em canais de vídeo, redes sociais e plataformas institucionais gratuitas;· Versão do material educativo adaptado para leitura em dispositivos móveis;· Inserção do espetáculo em plataformas de cultura e educação, em parceria com instituições públicas e culturais.Essas medidas permitem alcançar um público total estimado de 30.000 pessoas, sendo 12.000 em atividades presenciais e 18.000 por meio de ações digitais e educativas, fortalecendo a difusão territorial e simbólica do projeto e assegurando o cumprimento das diretrizes de acessibilidade, gratuidade, inclusão e formação de público.
Natália Boere – Apresentação, Direção Artística e Roteiro dos Shows Atriz, cantora, compositora e roteirista. Atua há mais de 10 anos com projetos artísticos multilinguagens. Criadora de espetáculos e performances que integram música e dramaturgia. É reconhecida por sua sensibilidade na direção artística e construção narrativa em shows e projetos audiovisuais.Henrique Alqualo – Direção de Cena dos Shows, Direção do Videocast e Edição Diretor de cena e editor audiovisual, com atuação em projetos culturais e televisivos. Fundador da produtora MOA Filmes, trabalha com criação de conteúdos autorais, videoclipes e obras documentais. Especialista em linguagem audiovisual, tem forte atuação na construção estética de projetos cênico-musicais.Neco FX – Produção Executiva Produtor cultural e gestor de projetos com experiência em grandes eventos artísticos. Atua em planejamento, captação, produção e execução de espetáculos e festivais. É conhecido por sua habilidade em gestão orçamentária e articulação com fornecedores e instituições públicas e privadas.Priscila Prado – Produção Produtora com experiência em produção técnica e artística de espetáculos e projetos culturais. Atua com foco em logística, acompanhamento de cronograma e suporte à equipe durante todas as fases do projeto.Matheus Prevot – Diretor Musical Compositor, arranjador e músico, atua na direção musical de espetáculos e shows. Com formação em música popular e erudita, é reconhecido por seu trabalho com trilhas sonoras e produções musicais autorais.Daniel Mã – Músico Cantor, compositor e instrumentista. Com repertório autoral e parcerias com artistas independentes, já lançou álbuns e participou de festivais e projetos de circulação musical. Atua com foco em música brasileira contemporânea.Aline Fonseca e Gabriele Dracxler – Operadoras de Câmera Profissionais do audiovisual com atuação em captação de vídeo para cinema, shows, documentários e projetos culturais. Trabalham com equipamentos de alta performance e têm experiência em direção de fotografia e operação de câmera em eventos ao vivo.Luciola Villela – Fotógrafa Fotógrafa especializada em retratos, espetáculos e fotografia de cena. Atua com registros de projetos culturais, materiais de divulgação e ensaios autorais.Mila Vitorino – Maquiagem e Cabelo Maquiadora e hairstylist com atuação em cinema, teatro e publicidade. Trabalha com visagismo, maquiagem artística e caracterização cênica.Fernando Viana – Figurino Artista visual e figurinista. Desenvolve figurinos autorais para espetáculos, ensaios fotográficos e videoclipes, com forte diálogo entre moda, performance e artes visuais.Leo Shogum – Técnico de Som Técnico especializado em sonorização de espetáculos ao vivo, gravações em estúdio e eventos audiovisuais. Atua na mixagem, operação de PA e monitoramento técnico.Ricardo Vianna – Técnico de Luz Técnico de iluminação com experiência em teatro, shows e exposições. Trabalha com montagem, operação e criação de desenhos de luz adaptados a diferentes formatos cênicos.Marina Mattoso – Redes Sociais Social media e comunicadora cultural. Atua com planejamento de conteúdo, engajamento de público e fortalecimento de imagem de projetos artísticos nas redes sociais.Andreia Mendonça – Assessoria de Imprensa Jornalista com atuação em comunicação cultural, cobertura de eventos e assessoria para artistas e projetos culturais. Especializada em estratégias de divulgação, clipping e relacionamento com a imprensa. Ficha TécnicaApresentação, Direção Artística e Roteiro dos Shows: Natália BoereDireção de Cena dos Shows, Direção do Videocast e Edição: Henrique AlqualoProdução Executiva: Neco FXProdução: Priscila PradoDireção Musical: Matheus PrevotMúsico Convidado: Daniel MãOperação de Câmera: Aline Fonseca, Gabriele DracxlerFotografia: Luciola VillelaMaquiagem e Cabelo: Mila VitorinoFigurino: Fernando VianaTécnico de Som: Leo ShogumTécnico de Luz: Ricardo ViannaRedes Sociais: Marina MattosoAssessoria de Imprensa: Andreia Mendonça
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.