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O BUSECO é um projeto de artes visuais cultural e ambiental itinerante e realizado em municípios do interior de Minas Gerais, por meio da circulação de EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS em um ônibus 100% sustentável, movido a energia solar. Como ATIVIDADES EDUCATIVAS complementares de mediação, com conteúdos relacionados à exposição, serão realizadas atividades lúdicas, educativas e artísticas, em parques e praças. Serão oferecidas cerca de 20 atividades distintas, incluindo oficinas artísticas e ambientais, jogos educativos em realidade virtual, exposições imersivas, contação de historias, projeções de artes digitais e palcos culturais. O projeto irá democratizar o acesso à cultura, conscientizar sobre sustentabilidade e valorizar o patrimônio material e imaterial do interior de Minas Gerais.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS A Exposição de Artes Visuais do BusEco integra tecnologia, sustentabilidade e cultura em uma experiência imersiva dentro do ônibus 100% sustentável. Com paredes de LED que simulam um túnel de entrada para ecossistemas da Zona da Mata Mineira, a exposição utiliza óculos de realidade virtual para viagens 3D pela Mata Atlântica, jogos digitais interativos (Que Bicho É Esse?, Jogo dos 7 Erros) e projeções artísticas que mesclam dados ambientais (como a perda de 45.486 hectares de floresta em MG) com elementos estéticos. A cenografia, feita com 80% de materiais reciclados, inclui um teto verde irrigado por água da chuva e estruturas modulares que destacam a fauna e flora locais. A mostra também exibe curtas da Mostra de Cinema Indígena, conectando arte digital a narrativas ancestrais. A exposição ocorre nos três eventos do BusEco (Juiz de Fora, Ubá e Conselheiro Lafaiete), democratizando o acesso à arte tecnológica em praças públicas históricas. PPRODUTOS: ATIVIDADES EDUCATIVAS E CULTURAIS + CONTRAPARTIDA SOCIAL As Atividades Educativas e Culturais do BusEco integram sustentabilidade, tradição e inovação em uma programação diversificada para todas as idades, promovendo educação ambiental e valorização cultural. Entre as ações, destacam-se oficinas de confecção de bonecos com uso de materiais reciclados e as mostras de cinema temáticas, que complementam a exposição. A contação de lendas indígenas, conduzida por representantes de povos originários, resgata narrativas ancestrais vinculadas à natureza, complementadas pela exibição de filmes da Mostra de Cinema Indígena. Jogos educativos em realidade virtual, como Que Bicho É Esse? e Combate a Queimadas, transformam dados ambientais em experiências lúdicas, enquanto trilhas ecológicas guiadas por biólogos exploram a fauna local em parques históricos. No palco móvel EcoSom, apresentações teatrais imersivas abordam temas como preservação da Mata Atlântica, aliando arte e conscientização. As sessões de cinema ao ar livre incluem o Cineclubinho duBem, com filmes infantis sobre fauna e flora, e a Mostra 7 e Meio, voltada para adultos, exibindo produções temáticas. Realizadas em parceria com escolas públicas, ONGs e comunidades tradicionais, as atividades priorizam acessibilidade, com intérpretes de Libras, rampas de acesso e materiais em fonte ampliada, garantindo inclusão plena. Ao transformar praças e parques tombados em salas de aula ao ar livre, o projeto democratiza o acesso à cultura, fortalece identidades locais e inspira práticas sustentáveis, conectando tecnologia, tradição e engajamento comunitário. Programação Cultural Detalhada 09 de Agosto – Dia Internacional dos Povos Indígenas – Parque Halfeld (Juiz de Fora/MG) 9h: Abertura com visitação ao BusEco, exibição de vídeos e interação com o tema por meio de games e atividades lúdicas14h: Contação de lendas indígenas - Pessoas (60 participantes) - CONTRAPARTIDA15h: Oficina de Confecção de Bonecos com materiais recicláveis, com Grupo Giramundo17h: Teatro imersivo sobre Povos Indígenas.20h30: Encerramento com projeção de luzes no parque. 21 de Setembro – Dia da Árvore – Praça Guido Marlière (Ubá/MG) 9h: Abertura com visitação ao BusEco, exibição de vídeos e interação com o tema por meio de games e atividades lúdicas14h: Contação de lendas indígenas - Flora (60 participantes) - CONTRAPARTIDA15h: Oficina de Confecção de Bonecos com materiais recicláveis, com Grupo Giramundo17h: Performance teatral imersiva com a temática que aborde o Dia da Árvore20h30: Encerramento com show de luzes na estação tombada. 04 de Outubro – Dia Nacional dos Animais – Parque Eurico Figueiredo (Conselheiro Lafaiete/MG) 9h: Abertura com visitação ao BusEco, exibição de vídeos e interação com o tema por meio de games e atividades lúdicas9h às 19h: Feira de adoção, Vacinação gratuita, Dicas de adestramento (Parcerias com Clínica Veterinária Local e Prefeitura Municipal)11h: Trilha Ecológica guiada por biólogos com foco na apresentação da fauna local (50 participantes).14h: Contação de lendas indígenas - Fauna (60 participantes) - CONTRAPARTIDA15h: Oficina de Confecção de Bonecos com materiais recicláveis, com Grupo Giramundo17h: Performance teatral imersiva com a temática que aborde a temática do Dia dos Animais - Atividade Educativa20h30: Encerramento com projeção de documentários sobre animais no telão. Destaques Especiais Acessibilidade: Intérpretes de Libras em todas as apresentações teatrais, pisos táteis no ônibus.
O BusEco integra cultura e meio ambiente ao transformar patrimônios históricos ? os Parque Halfeld, Eurico Figueiredo e a Praça Guido Marlière ? em EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS tecnológicas e interativas, games, apresentações musicais locais, teatro imersivo e contação de historias e lendas mineiras, associando práticas sustentáveis e ATIVIDADES EDUCATIVAS à identidade cultural, reforçando que a preservação ambiental é um valor coletivo enraizado na tradição e revitalizando espaços públicos como polos de convivência e educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 3 EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS itinerantes, expostas em um ônibus sustentável que é, ele próprio, uma das obras da exposição; - Realizar a curadoria da exposição na pré-produção do projeto, por meio da contratação da curadora Luiza Felipe Campos, artista plástica e curadora especializada em artes e meio ambiente; - Realizar ATIVIDADES EDUCATIVAS complementares como forma de mediação ao conteúdo da exposição, a fim de ampliar as possibilidades sensíveis das expeiências dos visitantes; - Transformar a percepção cultural sobre o meio ambiente por meio de um EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS com expressões artísticas complementares (teatro, contação de histórias), integrando práticas sustentáveis ao cotidiano das comunidades, como oficinas de confecção de bonecos com materiais recicláveis e jogos interativos com realidade virtual, que convertem dados sobre mudanças climáticas (ex.: perda de 45.486 ha de Mata Atlântica em MG) em experiências lúdicas e culturalmente relevantes. - Valorizar o patrimônio material e imaterial ao realizar EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS e ATIVIDADES EDUCATICAS em locais tombados, como o Parque Halfeld (Juiz de Fora), primeiro logradouro público da cidade, a Praça Guido Marlière (Ubá), palco da inauguração da ferrovia por Dom Pedro II em 1881, e o Parque Eurico Figueiredo (Conselheiro Lafaiete), patrimônio paisagístico desde 1986, revitalizando-os como espaços de memória viva e identidade coletiva. - Fortalecer a economia local gerando 120 empregos temporários para ARTISTAS VISUAIS e de outras linguagens, artesãos e profissionais regionais, além de movimentar R$ 300 mil no comércio, nos serviços e na cena artística local. - Promover a interiorização do acesso à cultura ao levar EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS itinerante e palcos móveis para apresentações culturais a cidades do interior, com atividades acessíveis (rampas, Libras, textos ampliados). - Inovar na abordagem ambiental usando, na EXPOSIÇÃO, tecnologias como realidade virtual (óculos 3D para explorar ecossistemas) e jogos digitais, aliando tradição (lendas de povos originários, fauna e flora regional) à modernidade para mostrar que a sustentabilidade é parte da cultura, não uma pauta isolada. - Reforçar a mineiridade e o orgulho territorial na Zona da Mata Mineira, região afetada pelo êxodo rural, através de ATIVIDADES EDUCATIVAS e culturais, como performances teatrais e contação de histórias que destacam a biodiversidade local, conectando passado e presente. - Estimular a educação extra-formal por meio de ATIVIDADES DE VISITAÇÃO À EXPOIÇÃO INTERATIVA do BusEco e outras como oficinas de confecção de bonecos com materiais reciclados, transformando praças públicas em salas de aula ao ar livre. - Posicionar o meio ambiente como tema cultural ao vincular a preservação à EXPOSIÇÕES DE ARTES VISUAIS, provando que a cultura é ferramenta para engajamento ambiental. - Revitalizar o uso de espaços públicos históricos como polos de convivência, combinando atividades tradicionais de ARTES VISUAIS com inovações, reforçando seu papel social e turístico para a região. - Criar legado de pertencimento ao incentivar crianças a replicarem os temas da EXPOSIÇÃO em oficinas de reciclagem em casa, idosos a compartilharem memórias sobre os locais tombados e jovens a usarem tecnologia para valorizar sua cultura, transformando espectadores em agentes de mudança cultural e ambiental. Comprovações: Fotografias, vídeos, links dos produtos disponibilizados na internet, relatórios de comunicação, fotos da execução.
A EXPOIÇÃO DE ARTES VISUAIS BusEco surge como uma iniciativa cultural estratégica para a Zona da Mata Mineira, região marcada por riquezas históricas e desafios socioambientais, ao integrar práticas artísticas, memória local e reflexão sobre a relação humana com o meio ambiente. A curadoria será realizada pela curadora e artista plástica Luiza Felipe Campos, coautora do livro A Menina Ema (2024), financiado pelo GEF - Global Environment por meio do Projeto Pró Espécies: Todos Contra a Extinção (coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e FUNBIO Brasil), e do livro Aves da Serra do Cipó (2022). Ao realizar três exposições gratuitas em parques e praças tombados de Juiz de Fora, Ubá e Conselheiro Lafaiete ? locais que carregam séculos de história ?, a proposta transcende a mera oferta de entretenimento. O Parque Halfeld, primeiro logradouro público de Juiz de Fora, a Praça Guido Marlière, em Ubá, testemunha da passagem de Dom Pedro II e palco de eventos cívicos desde o século XIX, e o Parque Florestal Eurico Figueiredo, em Conselheiro Lafaiete, criado em 1986 como patrimônio paisagístico, não são meros cenários: são protagonistas de uma narrativa que entrelaça cultura, identidade e sustentabilidade. A escolha desses espaços, protegidos por tombamento municipal, reforça valores trabalhados na temática da exposição, como o compromisso com a preservação ambiental e da memória coletiva, ao mesmo tempo que os reativa como polos de convivência e aprendizado. As datas dos eventos ? 09/08, 21/09 e 04/10 de 2025 ? coincidem com os marcos simbólicos do Dia dos Povos Indígenas, o Dia da Árvore e o Dia dos Animais, respectivamente, datas que remetem às pessoas, à flora e a fauna que compõe o meio ambiente e, embora ambientais, são ressignificadas pelo projeto como oportunidades culturais. Oficinas de confecção de bonecos com garrafas pet não buscam apenas informar, mas criar rituais comunitários em torno da natureza e do tema da exposição. As contações de lendas indígenas incorporam narrativas de povos originários, e as apresentações de grupos culturais cênicos locais no palco móvel ?EcoSom? transformam saberes ambientais em expressões artísticas, aproximando gerações. Essas atividades, distribuídas em cerca de 7 ações por evento, demonstram que a cultura é vetor para repensar hábitos: ao aprender a confeccionar vasos autorregáveis ou participar de uma Trilha Ecológica, o público internaliza práticas sustentáveis como parte de sua identidade cultural. A inovação tecnológica trabalhada na exposição é peça-chave nessa transformação. O ônibus do BusEco, movido a energia solar e equipado com realidade virtual, jogos educativos em tablets e um ?cérebro? tecnológico que simula ecossistemas, desafia a ideia de que a preservação ambiental é um tema estático. Ao permitir que crianças explorem a flora da Zona da Mata Mineira por meio de óculos 3D ou participem do jogo ?Que Bicho É Esse??, o projeto traduz dados alarmantes ? como o fato de Minas Gerais ter perdido 45.486 hectares de Mata Atlântica entre 2021 e 2022, segundo a SOS Mata Atlântica ? em experiências lúdicas. A ?Imersão IA?, com um mascote virtual que interage com o público, e as Mostras de Artes Digitais mostram que a tecnologia não é antagonista da natureza, mas ferramenta para ressignificá-la no imaginário coletivo. A interiorização do acesso à cultura, historicamente concentrada em capitais, ganha relevância em um estado onde 73% dos municípios não possuem salas de cinema, segundo o IBGE. A gratuidade, somada a parcerias com escolas para divulgação das atividades aos alunos, assegura que moradores de bairros afastados, muitas vezes excluídos de políticas culturais, possam usufruir de exposições tecnológicas. Essa democratização não se limita ao entretenimento: ao incluir monitores treinados em Libras, rampas de acesso e textos em fonte ampliada, o projeto garante que pessoas com deficiências físicas e intelectuais participem ativamente, reforçando o papel da cultura como direito universal. Economicamente, o projeto injeta vida em economias locais muitas vezes estagnadas. A contratação de 120 profissionais gera renda direta, enquanto parcerias com pipoqueiros, food trucks, uma clínica veterinária, bandas e grupos de teatro locais e povos originários movimentam o comercio, os serviços e a cena artística local. Estima-se que cada evento circule R$ 100 mil nas cidades via hospedagem, alimentação e serviços, totalizando R$ 300 mil em impactos indiretos. Em Conselheiro Lafaiete, por exemplo, a feira de adoção de animais no Dia dos Animais (04/10) não só promove posse responsável, mas movimenta veterinários e lojas de produtos pet, ilustrando como a cultura pode fomentar cadeias produtivas. Para a Zona da Mata Mineira, região que enfrenta êxodo rural e perda de identidade cultural, o BusEco resgata elementos da mineiridade nas obras expostas. Performances teatrais que recriam episódios históricos relacionados à temática das obras expostas, e a exibição de filmes que celebram a fauna, a flora e a história dos povos originários também reforçam os conceitos das obras. Ao mesmo tempo, o projeto atualiza essas tradições: exposições tecnológicas interativas, conteúdos criados com IA e games conectan, por meio de productos culturais, o saber popular local e as práticas tecnológicas globais às demandas contemporâneas por sustentabilidade. Essa dualidade ? preservar e inovar ? é essencial em um contexto onde 62% dos jovens mineiros consideram deixar seus municípios por falta de oportunidades, segundo a Fundação João Pinheiro. A urgência climática, por sua vez, é tratada sem alarmismos, mas como pano de fundo cultural. Ao vincular essas questões a expressões artísticas na temática da exposição, o BusEco mostra que a sustentabilidade não é uma pauta isolada, mas parte intrínseca da cultura mineira ? uma herança a ser preservada tanto quanto os casarões históricos de Juiz de Fora ou as trilhas do Parque Eurico Figueiredo. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto irá alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/9:
Plano de Deslocamentos: BH > Juiz de Fora/ Ubá/ Conselheiro Lafaiete > BH - Transporte Terrestre 07/08 - BH > Juiz de Fora: 3 pessoas (1 produtor do projeto 1 produtor do Cineclube 1 produtor da Mostra de Cinema) 09/08 - BH > Juiz de Fora 1 pessoa (1 VJ de videomapping) 10/08 – Juiz de Fora > BH 4 pessoas (1 produtor do projeto 1 produtor do Cineclube 1 produtor da Mostra de Cinema 1 VJ de videomapping) 19/09 - BH > Ubá 3 pessoas (1 produtor do projeto 1 produtor do Cineclube 1 produtor da Mostra de Cinema) 21/09 - BH > Ubá 1 pessoa (1 VJ de videomapping) 22/09 – Ubá > BH 4 pessoas (1 produtor do projeto 1 produtor do Cineclube 1 produtor da Mostra de Cinema 1 VJ de videomapping) 02/10 - BH > Conselheiro Lafaiete 3 pessoas (1 produtor do projeto 1 produtor do Cineclube 1 produtor da Mostra de Cinema) 04/10 - BH > Conselheiro Lafaiete 1 pessoa (1 VJ de videomapping) 05/10 – Conselheiro Lafaiete > BH 4 pessoas (1 produtor do projeto 1 produtor do Cineclube 1 produtor da Mostra de Cinema 1 VJ de videomapping)Plano de divulgaçãoO BusEco, evento cultural itinerante que integra arte, tecnologia e sustentabilidade, terá uma campanha de divulgação multicanal e inclusiva, garantindo engajamento local e regional. A estratégia visa alcançar moradores, turistas e grupos específicos, reforçando a conexão entre cultura mineira e preservação ambiental. Estratégia DigitalRedes sociais:3 Posts semanais: Destaques da programação, como oficinas de reciclagem, sessões de cinema itinerante e apresentações musicais e teatrais.Reels e vídeos curtos: Bastidores da montagem do ônibus sustentável, depoimentos de artistas locais e demonstrações de jogos educativos com realidade virtual.Campanhas segmentadas: Anúncios pagos geodirigidos (raio de 150 km) para atrair turistas de cidades próximas.Hashtags exclusivas: #BusEcoCultural, #CulturaSustentável e #PatrimônioVivo para ampliar o alcance orgânico.Newsletter: Posts com cronograma detalhado, links para inscrições em oficinas e curiosidades sobre os temas e locais tombados Materiais GráficosDesign temático: Cores terrosas e elementos visuais que misturem tecnologia (ícones de realidade virtual) e natureza (silhuetas de árvores e animais da Mata Atlântica).Distribuição impressa:3.000 folhetos (A5): Distribuição em escolas públicas, bibliotecas, feiras livres e centros comunitários de Juiz de Fora, Ubá e Conselheiro Lafaiete.300 cartazes (A2): Afixados em pontos estratégicos como rodoviárias, mercados municipais e entradas de parques históricos.3 Banners interativos (2x3m): Instalados em praças centrais, com QR codes que direcionam para a programação completa. Mídia TradicionalRádio:450 inserções de 45 segundos em emissoras locais (ex.: Rádio Cultura de Juiz de Fora), com jingles temáticos e entrevistas com organizadores.TV e jornais (Por meio da Assessoria de Imprensa:Reportagens em programas de TV regional destacando a inovação do ônibus movido a energia solar.Parceria com jornais locais para publicar suplementos especiais sobre a importância cultural dos locais tombados.Ações TerritoriaisAlianças comunitárias:Parceria com líderes de associações, professores e agentes de saúde para divulgar o evento via panfletos, grupos de WhatsApp e Telegram. Estrutura de Comunicação no EventoSinalização:Totens nos parques com mapas interativos e horários das atividades.Experiências compartilháveis:Pontos de foto: Estruturas temáticas de Backdrop (ex.: painel com fundo de floresta digital) para incentivar postagens com as hashtags do evento.Equipe de engajamento: Monitores treinados para auxiliar visitantes e distribuir cartilhas educativas. Monitoramento e ImpactoMétricas digitais: Acompanhamento de alcance, taxa de cliques em anúncios e engajamento em stories.Avaliação presencial:Contagem de público por atividadeRelatório final: Compilação de dados e análise de retorno midiático.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS A curadoria será realizada pela curadora e artista plástica Luiza Felipe Campos, coautora do livro A Menina Ema (2024), financiado pelo GEF - Global Environment por meio do Projeto Pró Espécies: Todos Contra a Extinção (coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e FUNBIO Brasil), e do livro Aves da Serra do Cipó (2022). Visitação ao BusEco: Nossa viagem sempre começa falando sobre o meio ambiente e e nada melhor que contar isso de forma lúdica dentro do BusEco onde ele mesmo se apresentará aos convidados. Ao entrarem no ônibus, todos serão surpreendidos, uma vez que não teremos cadeiras dentro do mesmo. Paredes feitas de led simulando um túnel na entrada iniciarão a viagem ao ecosistema, no vídeo muitas luzes, imagens da natureza com muito efeito de luz e som, iniciarão a viagem ao mundo do BusEco. Após passar o túnel, chegaremos na sala onde primeiro será exibido um vídeo explicativo sobre quem é o BusEco, do que ele é feito e para quem foi feito. Após assistirem o vídeo a viagem começará com muita diversão e tecnologia. Sala Cérebro – Espaço Interno: Artes Visuais Digitais O espaço interno do BusEco será chamado de ”cérebro”, ali começaremos a viagem ao meio ambiente usando muita tecnologia. De um lado do cérebro, os convidados irão fazer uma viagem através da tecnologia 3D, óculos de realidade virtual e fones de ouvido levarão os convidados em uma viagem ao planeta Terra, onde apresentaremos a mãe natureza e o porquê devemos preservá-la. Todos os vídeos terão um visual adaptado para todas as idades e para que todos além de viajar, despertem em si a consciência sobre a preservação do meio ambiente. Do outro lado do cérebro teremos a parte dos games com jogos em tablets. Visual moderno e asséptico. Games educativos sempre com a natureza e o meio ambiente como foco principal para o ensinamento. Sabemos que nossas crianças hoje são muito ligadas a essas tecnologias e nada melhor que usá las para fixar o tema e propagar a informação em casa com nossos familiares. - Jogo da memória Flora e Fauna - Jogo de adivinha (contra o relógio): Que bicho é esse? - Imagem e conteúdo científico sobre a fauna da região. - Jogo dos 7 erros sobre o uso consciente da água - Jogo dos 7 erros sobre cuidados com o fogo. - Parceria com corpo de bombeiros. - Jogo de perguntas e respostas sobre o corpo humano: curiosidades e higiene pessoal PPRODUTOS: ATIVIDADES EDUCATIVAS E CULTURAIS Após aprenderem de forma lúdica e tecnológica sobre o tema, todos partirão para a prática e claro que o BusEco está preparado para ensinar todos os passageiros dessa incrível viagem. Do lado de fora em suas diversas formas, o BusEco irá sempre levar conhecendo através da prática, completando assim a viagem e interação com o meio ambiente, que é todo o meio ao entorno dos participantes. Por isso o nome do espaço externo ao ônibus será chamado de “Sala Meio Ambiente”.Plano pedagógico da Oficina:Oficina de Confecção de Bonecos com Materiais Recicláveis, com Grupo Giramundoa)Beneficiários totais: 20 Estudantes e professores de escolas públicas selecionados segundo critérios de descentralização e democratização do acesso. Será selecionado pelo menos 1 aluno de cada regional representada entre os inscritos, com equidade entre gêneros, raças.b) O grupo e a educadora exploram temas capazes de dialogar com as artes de forma integrada com as ferramentas de diálogo e mobilização. O uso de tecnologias inovadoras, metodologias colaborativas e de grande potencial expansivo também são critérios que direcionam nossa seleção. c) Reaproveitar e estimular a participação da população local na preservação dos recursos naturais e na busca de soluções, transformando o material reciclável caseiro, auxiliando na mudança de consciência e na nova perspectiva sobre o lixo, que deixa de ser algo sem valor na comunidade, e se tornamatéria-prima de novos produtos, que poderão ser utilizados..d) Nesta Oficina os alunos aprenderão a transformar os materiais em bonecos de técnicas diversas, aguçando a criatividade e um olhar mais artístico em relação aos materiais.e) Beatriz Veloso Apocalypse (Belo Horizonte, Minas Gerais, 1969). Designer de bonecos, artista bonequeira, atriz manipuladora de bonecos, diretora de teatro. Filha de ÁlvarovApocalypse (1937-2003) e Terezinha Veloso (1936-2003), é uma das atuais diretoras do Giramundo, grupo de teatro de bonecos fundado em 1970 por seus pais e por Maria do Carmo Vivacqua Martins (1945)f)A realização de oficinas de reciclagem e reutilização do lixo é uma prática que permitea participação dos alunos em todo o processo de aproveitamento do lixo. Além disso utilizarão Tecidos, bonecos, papel, tesoura, cola quente, cola madeira, cola branca, e outros insumos.Carga horária: 02 horas Local: Parque Halfeld (Juiz de Fora)Praça Guido Marlière (Ubá)Parque Florestal Eurico Figueiredo (Conselheiro Lafaiete)
1. ACESSIBILIDADE RELACIONADA À EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS DO BUSECO Acessibilidade física: Medidas: Instalação de rampas, pisos táteis, corrimãos e espaços adequados para circulação de cadeirantes.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Acessibilidade para deficientes visuais: Medidas: Audioguias descritivos, obras táteis e iluminação adequada para baixa visão.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Acessibilidade para deficientes auditivos: Medidas: Vídeos com legendas em português, intérpretes de Libras em tours virtuais e sinalização visual clara.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: 2. ACESSIBILIDADE RELACIONADA ÀS ATIVIDADES COMPLEMENTARES (Atividades Educativas e Contrapartida Social) Acessibilidade física: Medidas: Espaços adaptados para oficinas e palestras (cadeiras móveis, mesas reguláveis e acesso a banheiros adaptados).Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Acessibilidade para deficientes visuais:Medidas: Audiodescrição das atrações no palcoItem da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Acessibilidade para deficientes auditivos:Medidas: Intérpretes de Libras durante atividades;Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:
III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Ana Kelly SoaresGestão Administrativa e Financeira Atua como radialista e produtora cultural desde 1991. Em 2023, é proponente do Projeto 2018.136.0477 (LEIC/MG) e responsável financeiro na Nossa Senhora das Produções em projetos como Virada da Liberdade e Festival de Buteco. Em 2021, propôs o Projeto BH Plural em parceria com a Favo Cultural. Entre 2018 e atualmente, trabalha como redatora para o site Zankyou.com. Gerenciou projetos como BH EM CENA (2016) e produziu peças teatrais como "Pra Rir de Quatro" (2015). Atuou na Laranjeira Produções (2006-2013) em projetos como "Caravana Arrumação" e Julifest. Elke Ferreira de Rezende Caçador Coordenação de Comunicação Graduada em Relações Públicas e pós-graduada em Organização de Eventos (Universidad de Barcelona). Proprietária da Nossa Senhora das Produções, coordenou o 9º ao 15º Festival Comida de Boteco de Extrema (2018-2023) e o Cultura no Parque de Pará de Minas (2019-2023). Em 2022, produziu o Virada da Liberdade (Réveillon de BH), o Arte e Cultura de Lavras e eventos natalinos em diversas cidades. Em 2023, coordenou o Atrium da Liberdade (Carnaval de BH) e o Arraiá da Liberdade. Marcelo Augusto de Araújo Santos (7 1/2 Filmes) Coordenação de produção audiovisual e artes visuais Formado em Comunicação Social (PUC Minas) e pós-graduado em Cinema (IEC/PUC Minas). Produziu videoclipes para Roger Deff (2019-2020) e documentários como "O mineiro e o queijo" (2012) e "Noivas do Cordeiro" (2007). Realizou coberturas audiovisuais para o Cultura no Parque (2019) e o 9º Festival de Comida de Boteco de Extrema (2019). Dirigiu curtas-metragens como "O sofá" (2014) e "O Ronco da barriga" (2006). Carlos Mackson Gonçalves de JesusProdutor Graduado em Publicidade e Propaganda (UNA). Atua como produtor na Nossa Senhora das Produções desde 2022, trabalhando em eventos como Virada da Liberdade (2022-2023), Festival Caipira de Betim (2022), Cultura no Parque Morada Nova (2022-2023) e festivais natalinos em Divinópolis, Paracatu e Extrema (2022). Em 2023, produziu o Atrium da Liberdade, o Arraiá da Liberdade (BH) e eventos em Atibaia (SP) e Três Marias (2024). Joubert Garcia CupertinoDesigner Graduado em Publicidade e Propaganda e pós-graduado em Direção Criativa em Moda. Desde 2018, atua como designer gráfico na Nossa Senhora das Produções, desenvolvendo identidades visuais para projetos como Virada da Liberdade, Atrium da Liberdade e festivais regionais. Anteriormente, foi analista de mídias sociais na Melt Comunicação (2015-2017) e na agência No Clima (2017), responsável por estratégias digitais e produção de conteúdo para redes sociais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.