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PRONAC 255142Autorizada a captação total dos recursosMecenato

INFÂNCIA ROUBADA

MECENATO MODERNO PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 4,13 mi
Aprovado
R$ 4,13 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-07-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (13)
Salvador BahiaFortaleza CearáBrasília Distrito FederalCampo Grande Mato Grosso do SulBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáBelém ParáRecife PernambucoNatal Rio Grande do Norte

Resumo

INFÂNCIA ROUBADA apresenta relatos de filhos de vítimas da ditadura brasileira à Comissão da Verdade do Estado de São Paulo Rubens Paiva. . Serão 65 apresentações, em 13 cidades, de 13 diferentes estados, abrangendo as cinco regiões do país.

Sinopse

Duração: 120 minutos Indicação: maiores de 12 anos SINOPSE Reunindo depoimentos à Comissão da Verdade do Estado de São Paulo Rubens Paiva por parte de filhos de perseguidos políticos à época da ditadura brasileira, a peça mostra como crianças ou adolescentes foram afetadas pelo desaparecimento dos familiares. A ausência paterna e materna, a presença do medo e a inexistência de esclarecimentos oficiais sobre o paradeiro dos familiares revelam, além da impossibilidade do convívio com os entes queridos, como é conviver com a dúvida e a impossibilidade do luto, processo fundamental para lidar com o rompimento do vínculo afetivo, superar o sentimento de perda e solidificar a cura emocional. =============================================================================

Objetivos

OBJETIVOS Em atendimento a Decreto 11.453 de 23.03.2023, o presente projeto se enquadra Artigo 2º: Inciso I: do Programa Nacional de Apoio à cultura _ Pronac, de que trata a Lei 8313, de 1991: Artigo 3º: Inciso II: estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Inciso V: incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Inciso VI: fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e diversidade cultural; Inciso VII: desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; Inciso XII: impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; Inciso IX: apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; ========================================================================== OBJETIVO GERAL APRESENTAÇÕES TEATRAIS A montagem traz o olhar de pessoas que eram crianças ou adolescentes no período e como suas vidas foram afetadas pelo desaparecimento dos familiares. A ausência paterna e materna, a presença do medo e a inexistência de esclarecimentos oficiais sobre o paradeiro dos familiares revelam, além da impossibilidade do convívio com os entes queridos, como é conviver com a dúvida e a impossibilidade do luto, processo fundamental para lidar com o rompimento do vínculo afetivo, superar o sentimento de perda e solidificar a cura emocional. Entre os relatos está o de Maria Eliana Facciolla Paiva, filha de Rubens Paiva, político cassado e desaparecido desde 1971 e cuja morte só foi confirmada 40 anos depois, tendo sido torturado e morto nas dependências de um quartel militar. Também se recorrerá ao projeto Brasil: Nunca Mais, desenvolvido pelo Conselho Mundial de Igrejas e pela Arquidiocese de São Paulo nos anos 1980, sob a coordenação do reverendo Jaime Wright e de Dom Paulo Evaristo Arns. No volume 1 do Tomo 5, intitulado A Tortura, há o relato do estudante de medicina Adail Ivan de Lemos: "Os terminais elétricos foram conectados aos meus anulares e as perguntas começaram a se suceder. A certa altura do interrogatório minha resistência física começou a fraquejar. Procurei me dominar e não gritar a cada descarga elétrica. Consegui ficar calado ainda uma hora, possivelmente. A partir daí a situação ficaria bastante crítica e eu começava a exteriorizar esse desequilíbrio gritando. Com o passar do tempo fui ficando completamente fora de mim. Meus gritos se transformaram em urros e ecoavam forte por todo o pelotão. Isso irritou profundamente o Timóteo [Luís Timóteo, agente da Polícia Federal]. Ordenou então que o Elias [soldado Elias dos Santos, o ‘Baiano’] fosse buscar a ‘maricota’ [um tubo de borracha de cerca de um metro de comprimento, que provocava edemas e ulcerações]. A cada grito correspondia um golpe de ‘maricota’ sobre a cabeça. Não sei se essa atitude foi tomada devido ao descontentamento com as minhas respostas ou se foi para satisfazer ao sadismo dos meus torturadores. De qualquer modo, a partir daí, a situação tornou-se desesperadora em face do círculo vicioso: descarga elétrica-dor-grito-maricota... e assim por diante. Felizmente isso durou apenas mais uma hora". A textos como esses serão acrescentados excertos de obras de intelectuais brasileiros e de teóricos da decolonialidade, como Aníbal Quijano, Zulma Palermo e Edgardo Lander. A peça visa a refletir sobre a trajetória do Brasil e seus marcos fundantes, centrando na colonização exploratória, no genocídio indígena, no racismo e, especialmente, no autoritarismo da ditadura de 1964 e recente, em busca do direito à memória e à verdade. ============================================================================= OBJETIVO ESPECÍFICO APRESENTAÇÕES TEATRAIS Serão 65 apresentações, em 13 cidades do país, de 13 diferentes estados, das cinco regiões. · 20 em São Paulo (SP) · 12 no Rio de Janeiro (RJ) · 03 em Belo Horizonte (MG) · 03 em Fortaleza (CE)) · 03 em Natal (RN) · 03 em Recife (PE) · 03 em Salvador (BA) · 03 em Brasília (DF)) · 03 em Campo Grande (MS) · 03 em Palmas (TO) · 03 em Belém (PA) · 03 em Curitiba (PR) · 03 em Porto Alegre (RS) CONTRAPARTIDA Realizar Curso de Formação para estudantes de escolas públicas para 500 participantes entre alunos e professores. =============================================================================

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91: II Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas; IV) Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A possibilidade de captação de recursos pela Lei Federal para a realização de apresentações gratuitas ou ingressos a preços populares é a grande fonte de inclusão de pessoas para a formação de plateia em artes e cultura. Elencamos abaixo alguns dos benefícios que a Lei possibilita: · Ampliar o acesso da população brasileira aos espetáculos de teatro; · Realizar espetáculos com acessibilidade comunicacional (libras, legendagem e audiodescrição); · Oferecer ingressos com preços populares para ampliar o acesso à população; =============================================================================

Estratégia de execução

Inseridos em documentos do projeto: - RELAÇÃO DE ATORES, DIRETORES E TÉCNICOS QUE VIAJAM; - RELAÇÃO CONTENDO VALORES PROSPECTADOS DE TRANSPORTE DE MATERIAL; - RELAÇÃO DOS TEATROS PROSPECTAVOS E RESPCTIVAS LOTAÇÕES.

Especificação técnica

NÃO SE APLICA

Acessibilidade

APRESENTAÇÕES TEATRAIS I - ASPECTO ARQUITETÔNICO - A produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados, cadeiras de rodas, no intuito de permitir o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". II - ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO · Acessibilidade para deficientes visuais e cognitivos: o Audiodescrição; o monitor especializado no atendimento de acessibilidade inclusiva; o Disponibilização de lugares na primeira fila para pessoas com TEA e seu acompanhante; · Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete em libras; III - ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS Folder com informações sobre as medidas de acessibilidade; =========================================================================== CONTRAPARTIDA SOCIAL I - ASPECTO ARQUITETÔNICO - A produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados, cadeiras de rodas, no intuito de permitir o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". II - ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO · Acessibilidade para deficientes visuais e cognitivos: o Audiodescrição; o monitor especializado no atendimento de acessibilidade inclusiva; o Disponibilização de lugares na primeira fila para pessoas com TEA e seu acompanhante; · Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete em libras; III - ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS Folder com informações sobre as medidas de acessibilidade;· Todos os materiais terão sinalização para Libras, uso da #ParaTodosVerem, linguagem inclusiva e legenda alternativa. Em todos os materiais de divulgação/comunicação serão aplicados os símbolos de acessibilidades. =============================================================================

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO APRESENTAÇÕES MUSICAIS 1. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 23 de 05 de fevereiro de 2025, sessão II, artigo 46, incisos: I – 10% distribuição gratuita para patrocinador; II – 10% distribuição gratuita para ações de divulgação; III – 10% distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituições públicas de ensino; IV – 20% para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 o valor do ingresso proposto no projeto é de R$120,00 e respectiva meia entrada 2. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 23 de 05 de fevereiro de 2025, sessão II, artigo 47: a. Inciso V – realizar 1 ensaio aberto - GRATUITO - com divulgação nas mídias sociais para a retirada dos ingressos. b. Inciso V - realizar, gratuitamente ao final de 1 (uma) apresentação, debate com os atores ============================================================================= CONTRAPARTIDA SOCIAL – FORMAÇÃO DE PLATEIA 1. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 23 de 05 de fevereiro de 2025, sessão IV, artigo 49: parágrafo 1º: Ação formativa correspondente a 500 (quinhentos) beneficiários. parágrafo 2º, inciso II - Ação formativa destinada aos estudantes e professores de instituição pública de ensino oferecendo oficinas e/ou workshop com o tema: PROCESSOS DO PERÍODO DITADORIAL NO BRASIL I- Realizar quatro encontros, com cerca de 60 minutos de duração cada, atendendo alunos, professores da rede pública de ensino, para discussão sobre os processos e o que traz de reflexão o período ditatorial no Brasil. Cada encontro será composto por um convidado, sendo ao total 4 convidados e 1 mediador. A comprovação da realização desses encontros se dará através de lista de presença de participação, registros fotográficos e videográficos e nas cartas convites enviados às instituições beneficiárias do projeto. =============================================================================

Ficha técnica

O proponente emitirá notas Elenco, Coordenação de Projeto ============================================================================= Direção artística, sonoplastia e adaptação | Cesar Ribeiro Coordenação de Projeto | Mecenato Modermo Direção de Produção | Edinho Rodrigues Cenografia | J. C. Serroni Figurinos |Telumi Hellen Visagismo | Louise Helene Preparação de atores | Inês Aranha Elenco | · Helio Cicero · Magali Biff · Marat Descartes · Clara Carvalho · Rodrigo Bolzan · Mariana Muniz · Pedro Conrado · + 1 atriz a prospectar =========================================================================== CURRÍCULOS Direção artística, sonoplastia e adaptação | Cesar Ribeiro Ator formado pelo Indac. Foi artista orientador na SP Escola de Teatro. Foi professor de Montagem e Interpretação no Indac. Dirigiu “O arquiteto e o imperador da Assíria”, de Fernando Arrabal, contemplado no Prêmio Zé Renato de 2019 e estreado em setembro de 2021, e “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, contemplado no ProAC de Circulação de 2017. Foi selecionado no edital do Centro Cultural Banco do Brasil com “Dias felizes”, de Samuel Beckett, em projeto no aguardo de contratação por conta da interrupção das atividades do instituto decorrente da pandemia de covid-19. Dirigiu ainda “Fim de partida”, de Beckett, e “Diário de um louco”, de Nikolai Gogol. Dirigiu e escreveu “Sessenta minutos para o fim”, “Serenata para a lua velha”, “Cigarro frio em noites mornas”, “Fodorovska”, “Somente os uísques são felizes”, “Desconstrução”, “Sinfonia patética”, “Diálogo inútil do Abismo com a Queda”, “Intermezzo”, “Queen”, “Millenium”, “Desimagem” e “Subterrâneo”. Foi assistente de direção de Marco Antônio Braz em “O anti-Shakespeare” e “A cruzada das crianças”, e assistentes de direção de Silnei Siqueira, em “As sabichonas”, da obra de Molière, e “Achados de Assis”, da obra de Machado de Assis. Recebeu o Prêmio de Melhor Direção no Festival de Teatro da Unicentro (PR) e de Melhor Trilha Sonora no Festival Nacional de Comédia (ES). Atuou, entre outras, em “Laranja mecânica”, direção de Olair Coan, “O anti-Shakespeare”, direção de Marco Antônio Braz, e “Seis graus de separação”, direção de Jorge Takla. Dirige Atua em “Dias e noites de amor e de guerra”, que estreia em 16 de março de 2024. ============================================================================= Coordenação de Projeto | Mecenato Modermo A Mecenato Moderno foi fundada em 1997. Produziu, com a Cia. Livre, a ocupação do Teatro de Arena Eugênio Kusnet, além do espetáculo “Arena conta Danton”, uma releitura do texto de Georg Büchner “A morte de Danton, sob direção de Cibele Forjaz”. Em 2005, inaugurou a primeira peça itinerante do projeto Teatro nas Universidades, com o espetáculo “Liberdade, liberdade”, de Millôr Fernandes, também direção de Cibele Forjaz. Em 2012, trabalhou na produção do espetáculo “Rainha [(S)]”, com Isabel Teixeira e Georgette Fadel, sob direção de Cibele Forjaz. Em parceria com a Cia. Ludens, de Domingos Nunez, produziu e administrou a primeira temporada da peça-documentário musicada “As duas mortes de Roger Casement”, culminando com apresentações na Irlanda. Com trajetória intimamente ligada à Companhia Teatral Arnesto nos Convidou, de Silvia Marcondes, Samir Yazbek e Helio Cicero, realizou espetáculos como “O invisível”, “A noite do barqueiro”, “O fingidor” – vencedor do Prêmio Shell de Melhor Autor de 1999, com Samir Yazbek – e “As folhas do cedro”. Com este último espetáculo, participou do Festival Escénica e do Festival Internacional de Teatro de Santa Cruz de la Sierra, ambos na Bolívia. Realizou ainda a peça de Samir Yazbek, coautoria de Helio Cicero e direção de Antônio Januzelli, intitulada “Fogo-fátuo”, inspirada no mito de Fausto, com Cicero e Yazbek no elenco. Em 2013, realizou o projeto Imersão Samir Yazbek, no Sesc Santana, com a estreia do espetáculo “Frank-1”, inspirado no mito de Frankenstein à luz da engenharia genética. Ainda com o grupo, produziu a estreia do espetáculo “Post scriptum”, na Mostra Oficial do Festival de Teatro de Curitiba. Reestreou “O fingidor”, em temporada comemorativa de 15 anos, marcando os 80 anos de morte de Fernando Pessoa, durante as atividades festivas dos 50 anos do Teatro Tuca. Com a paralisação das atividades da Arnesto nos Convidou, começou a atuar como Cia. Mecenato Moderno, realizando a temporada de “Jornada de um imbecil até o entendimento”, em homenagem a Plínio Marcos e com direção e atuação de Helio Cicero. Foi selecionada no edital ProAC de Circulação com “As folhas do cedro”, em 2011, no Prêmio Zé Renato com “Jornada de um imbecil até o entendimento”, em 2018, e no ProAC de Produção de 2022, com “Dias e noites de amor e de guerra” – peça com estreia em 16 de março de 2024, no Sesc 24 de Maio. ============================================================================= Direção de Produção | Edinho Rodrigues Realizou, produziu e administrou diversos espetáculos teatrais, dentre eles destacam-se: · “Samwaad- Rua do Encontro” - direção Ivaldo Bertazzo (2004); · “A Noite Antes da Floresta” (2006) - 2 Indicações ao Prêmio Shell 2006; · “Assim Com Rose” (2006) com direção de Jairo Mattos; · “O Avarento” (2006) - com Paulo Autran; · “Mãos ao Alto, São Paulo!” (2007) - com Rosi Campos, Regiane Alves, Marcos Mion, Ary França; · “O Bem Amado” (2008) - com Marco Nanini (produção SP); “ · Doce Deleite” (2008) - com direção de Marília Pêra (produção SP); · “A Garota Número Um” (2009) com Monique Alfradique; · “A Loba de Ray-Ban” com Christiane Torloni (2010); · “Hell” (2010) - com Bárbara Paz e direção de Hector Babenco; · “Um Porto Para Elizabeth Bishop” (2011) - com Regina Braga e direção de José Possi Neto; · “The Pillwoman” (2012) com direção de Bruno Guida e Dagoberto Feliz; · “O Expresso do Pôr do Sol” (2012), com direção de Fábio Assunção; · “Toro Negro” (2013), espetáculo flamenco com direção de Debora Dubois, “Da Vinci, Maquiavel e Eu” (2013), monólogo com Tadeu Di Pietro e direção de Elias Andreato, “Lampião e Lancelote” (2013) -musical ganhador de 11 prêmios, com direção de Debora Dubois e direção musical de Zeca Baleiro; · “A Árvore Berenice” (2013) musical infantil; · musical “Rita Lee Mora ao Lado” (2014) com Mel Lisboa; · “Jantar” (2014) com direção de Mauro Baptista Vedia; · “Bem Vindo Estranho” (2015) com Regina Duarte; “Dias de Vinho e Rosas” (2015) com direção de Fabio Assunção; · “A Paixão Segundo Nelson” (2016) – musical com Helena Ranaldi, Vanessa Gerbelli, Jarbas Homem de Mello e com textos, músicas e direção musical de Zeca Baleiro; musical · “Roque Santeiro” (2017) que permaneceu em cartaz por 7 meses, no Teatro FAAP (SP); comédia musical; · “A Vida em Vermelho” (2018) com Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto; comédia · “O Martelo” (2019) com Edwin Luisi, Anderson Muller e Natallia Rodrigues, direção Alexandre Reincke; · “Visceral” (2019), texto de Nanna de castro e direção de Dan Rossetto; “Fim de Partida” (2019) com direção de Yoshi Oida e Matteo Bonfitto; · “O Beijo no Asfalto” (2019/2020), direção de Bruno Perillo; · A Valsa de Lili (2019/20/21), texto de Aimar Labaki e direção de Débora Dubois; · “Tectônicas” texto de Samir Yazbek e direção de Marcelo Lazzaratto no Teatro do SESI (2021). · Atualmente produz musical infantil “Sonho de Herói” em cartaz no teatro Viradalata (2022). · Sidney Magal Muito Mais Que Um Amante Latino”, musical com direção de Debora Dubois - 2022; · “Rita Lee Uma Autobiografia Musical”, musical com direção de Debora Dubois e Márcio Macena – 2024/2025; ============================================================================= Cenografia | J. C. Serroni Cenógrafo, figurinista e arquiteto especializado em espaços teatrais. Um dos mais respeitados e premiados profissionais do setor, recebeu prêmios como Shell, APCA, Mambembe, Apetesp, Molière e o Grande Prêmio da Quadrienal de Praga. Foi um dos coordenadores do Departamento de Cenografia da Rádio e TV Cultura e por mais de uma década coordenou o Núcleo de Cenografia do CPT – Centro de Pesquisas Teatrais do Sesc-SP. É coordenador de Cenografia e Figurinos da SP Escola de Teatro. Publicou o livro “Teatros do Brasil” e está trabalhando no próximo livro, intitulado “História da Cenografia Brasileira”. Atualmente, é o coordenador geral do Espaço Cenográfico de São Paulo, um laboratório permanente de reflexão e pesquisa cenográfica, que mantém um curso de cenografia. Em 11 anos de existência, formou cerca de 200 novos profissionais na área. Como cenógrafo, realizou peças como “O arquiteto e o imperador da Assíria”, direção de Cesar Ribeiro; “Nelson 2 Rodrigues”, “Paraíso, zona norte”, “Nova velha história”, “Vereda da salvação”, “Gilgamesh” e “Trono de sangue”, direção de Antunes Filho; “Vestido de noiva”, direção de Gabriel Villela; e “A última gravação de Krapp”, direção de Francisco Medeiros. É o cenógrafo de “Dias e noites de amor e de guerra”. ============================================================================= Figurinos |Telumi Hellen Formada em Artes Plásticas e pós-graduada em Processo de Criação Artística pela UMC. Participou do Núcleo de Cenografia do Centro de Pesquisa Teatral (CPT), com direção de Antunes Filho. Foi coordenadora do Espaço Cenográfico, de J. C. Serroni. É formadora da área de Cenografia e Figurinos na SP Escola de Teatro. Recebeu o Prêmio Apetesp por “Honorato” e o Prêmio Femsa por “Andorinha Sinhá e o gato malhado”. Foi indicada ao Prêmio Shell de Figurinos por “Esperando Godot” e “Dezuó”. Entre outras, fez a cenografia e os figurinos de “Esperando Godot”, direção de Cesar Ribeiro; “O beijo no asfalto”, direção de Marco Antônio Braz; e “As folhas dos cedro”, direção de Samir Yazbek, e os figurinos de “O arquiteto e o imperador da Assíria”, direção de Cesar Ribeiro; “Blanche”, direção de Antunes Filho, “Why the horse”, direção de Maria Alice Vergueiro, “E se fez a humanidade ciborgue”, direção de Rodolfo García Vásquez, e “A falecida” e “Boca de ouro”, direção de Marco Antônio Braz. É a figurinista de “Dias e noites de amor e de guerra”. ============================================================================= Visagismo | Louise Helene Realizou o visagismo de “Dias felizes” e “O arquiteto e o imperador da Assíria”, dirigidas por Cesar Ribeiro. Atriz, visagista e dubladora, é bacharel em Artes Cênicas pela Escola de Teatro Célia Helena - SP. Atuou nos espetáculos “Godspell – o musical” (dir. Kleber Di Lazzare), “Cabaré K” (dir. Fernando Nitsch) e “A pequena sereia – um conto infanto-juvenil musicado” (dir. Kleber Di Lazzare). Assinou o visagismo das peças “Godspell – o musical”, “A cabala do dinheiro”, “O fabuloso mundo das descobertas”, “A pequena sereia”, “Vou daqui, vou pra lá”, “A felicidade segundo os felizes”, “Nem Romeu nem Julieta”, “Vocês que me habitam” e “A mini-costureira” (direção de Cynthia e Debora Falabella). É a visagista de “Dias e noites de amor e de guerra”. ============================================================================= Preparação de atores | Inês Aranha Atriz formada pela Civica Scuola D’Arte Drammatica Paolo Grassi, em Milão, estagiou em montagens dirigidas por Tadeusz Kantor, Giorgio Strehler, Heiner Muller e Peter Brook. Após dez anos de estudos e trabalhos na Itália, voltou ao Brasil. Trabalhou no Grupo Tapa e no CPT. A partir de 1997, começou a lecionar no Indac, onde sua metodologia de técnicas de interpretação se consolida. Alguns de seus trabalhos como atriz são: “Nova velha história” e “Nas trilhas da Transilvânia” (direção de Antunes Filho), “Salomé”, “Ivanov”, “Moço em estado de sítio”, “Orgia”, “Troianas – vozes da guerra”, “A noite em que Blanche Dubois chorou sobre minha pobre alma” e “Josefina canta”. Dirigiu as peças “Oceano mar”, “Sete contra Tebas”, “Desatino” e “Anjo de pedra”, entre outras. É preparadora de atores de todos os espetáculos do Núcleo Experimental desde a sua fundação e ministra oficinas no núcleo. Em 2015, atuou como preparadora de atores e coreógrafa em “Urinal – o musical”. ============================================================================= Clara Carvalho - Atriz Recebeu os prêmios Shell de Melhor Atriz por “Órfãos de Jânio”, APCA de Melhor Atriz por “Frankensteins”, Aplauso Brasil de Melhor Atriz por “A profissão da senhora Warren”, Mambembe de Melhor Atriz por “Ivanov” e Qualidade Brasil de Melhor Atriz por “Major Bárbara”. Foi indicada aos prêmios APCA de Melhor Direção por “Condomínio Visniec”, APCA de Melhor Atriz por “A profissão da senhora Warren”, APCA de Melhor Direção por “A máquina Tchekov”, Shell de Melhor Atriz por “Ou você poderia me beijar”, Shell de Melhor Atriz por “Frankensteins”, Mambembe de Melhor Atriz Coadjuvante por “Do fundo do lago escuro”. Atuou, entre outros, em “O jardim das cerejeiras”, “O anti-Nelson Rodrigues”, “Retratos falantes”, “O ensaio”, “Órfãos de Jânio”, “Major Bárbara”, “Vestido de noiva”, “Ivanov” e “Melanie Klein”, sob direção de Eduardo Tolentino; “A profissão da senhora Warren”, direção de Marco Antônio Pâmio; “Preto no branco” e “Ou você poderia me beijar”, direção de Zé Henrique de Paula; “Dançando em Lúnassa”, direção de Domingos Nunes; “A noite do aquário”, direção de Sergio Ferrara; “A graça da vida”, direção de Aimar Labaki; e “Frankensteins”, direção de Jô Soares. Em cinema, atuou em “A visita” (Thais Fujinaga), “1x1” (Alexandre Ingrevallo), “O maior amor do mundo (Cacá Diegues) e “Quanto vale ou é por quilo” (Sérgio Bianchi). Atuou também na novela “As aventuras de Poliana” e nas séries “Psi”, “O Negócio”, “Fanáticas”, “Rotas do ódio”, “O adversário”, “9mm” – São Paulo” e “O homem da sua vida”. ============================================================================= Helio Cicero – Ator Recebeu os prêmios Mambembe de Melhor Ator por “Paraíso zona norte”, dir. de Antunes Filho, e Apetesp de Melhor Ator por “Velhos marinheiros”, dir. de Ulysses Cruz. Foi indicado ao Shell de Direção por “A escolha do jogador” e ao Shell de Melhor Ator por “A tempestade”, dir. de Gabriel Villela. No CPT do Sesc, dirigido por Antunes Filho, atuou em “A hora e a vez de Augusto Matraga”, “Nova velha história”, “Trono de sangue” e “Vereda da salvação”. Foi dirigido por Bob Wilson em “A dama do mar”. Foi dirigido por Ulysses Cruz em “Corpo de baile”, “Péricles”, “Hamlet, “Macbeth” e “A dama do mar”. Com Gabriel Villela, atuou em “Macbeth”. Foi dirigido por Cibele Forjaz em “Toda nudez será castigada”, por Cacá Rosset em “Terror e miséria do Terceiro Reich”, por Eduardo Tolentino em “Executivos”, por Ricardo Karman em “Kronoscópios”, por Lavínia Pannunzio em “Unfaithful” e por Ivan Andrade em “O mal entendido. Com a companhia Arnesto nos Convidou, ao lado de Samir Yazbek e Silvia Marcondes, atuou em espetáculos como “O fingidor”, “As folhas do cedro”, “A noite do barqueiro”, “Fogo-fátuo” e “Frank-1”. Com a Mecenato Moderno, dirigiu e atuou em “Jornada de um imbecil até o entendimento”, a partir de texto de Plínio Marcos. Atuou em filmes como “Boleiros 2”, de Ugo Giorgetti. Atuou em novelas como “Rei do gado”, “Começar de novo”, “Imigrantes” e “Serras azuis”. Atua em “Dias e noites de amor e de guerra”. ============================================================================= Magali Biff – Atriz Recebeu o Prêmio APCA de Melhor Atriz de 2002, por “O retrato de Janete”, direção de Dedé Pacheco; e o Prêmio Shell de Melhor Atriz de 1994, por “K”, direção de Rubens Rusche. Foi indicada ao Prêmio Femsa de Teatro Infantil de 2011, por “Píramo e Tisbe”, direção de Vladimir Capela; ao Prêmio Shell de Melhor Atriz de 2007, por “Educação sentimental do vampiro”, direção de Felipe Hirsch; e ao Prêmio Shell de Melhor Atriz de 1999, por “A boneca do barco”, direção de Délia Maunas. Entre outras, atuou em “Selvageria”, “A tragédia latino-americana”, “A comédia latino-americana” e na série de peças “Puzzle”, direção de Felipe Hirsch; “Esperando Godot”, direção de Gabriel Villela; “O império das meias verdades”, “Fim de jogo” e “Um processo”, direção de Gerald Thomas; “O belo indiferente”, direção de Cacá Rosset e Maria Alice Vergueiro; “Baal”, direção de Marcio Aurelio; e “As criadas”, direção de Radoslaw Rychcik. No cinema, atuou em “Pela janela”, de Caroline Leone; e “Deserto”, de Guilherme Weber. Na televisão, entre outras, atuou nas novelas “Rebelde”, da TV Record; “A favorita”, “Sete pecados”, “Pé na jaca” e “Páginas da vida”, da Rede Globo; “Água na boca”, da Rede Bandeirantes; e “Os ricos também choram”, do SBT. ============================================================================= Marat Descartes – Ator Ator formado em 1998 pela Escola de Arte Dramática da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (EAD/ECA/USP); em 2009 torna-se Bacharel em Letras pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP). Ao longo de quase trinta anos de carreira, atuou em mais de 40 espetáculos de TEATRO; em CINEMA, atuou em mais de 20 filmes, entre curtas e longa-metragens; além de uma dezena de séries, telefilmes e novelas, nas mais diversas emissoras de TV. Também escreveu e dirigiu algumas peças teatrais e um curta-metragem. Por suas atuações em teatro e cinema, recebeu 13 prêmios. Em teatro, o Prêmio Nascente da Editora Abril de 1997 em Teatro na categoria Interpretação Individual (“Café com Torradas”) , o Prêmio Shell 2006 de Melhor Ator (“Primeiro Amor”) e o Prêmio APCA 2020 de Teatro de Melhor Espetáculo Digital (“PEÇA”). E em cinema, recebeu em 2014 o Troféu Barroco na 17a Mostra de Cinema de Tiradentes como ator homenageado pelo conjunto de sua obra, além dos prêmios: FESTin Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa de Melhor Ator (2018 - “Mulher do Pai”), Prêmio Carlão do Cinema Brasileiro de Melhor Ator (2015 - “Quando Eu Era Vivo”); Prêmio Melhor Ator Coadjuvante no XI Prêmio FIESP/SESI SP do Cinema Paulista (2015 - “ Uma Dose Violenta de Qualquer Coisa”); Prêmio Kikito de Melhor Ator no 40º Festival de Cinema de Gramado (2012 - “Super Nada”), Prêmio de Melhor Ator no 15o Festival de Cinema Luso Brasileiro de Santa Maria da Feira/Portugal (2011 - “Trabalhar Cansa”), Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante (2011 - “Trabalhar Cansa”), Prêmio Melhor Ator no VII Prêmio FIESP/SESI SP do Cinema Paulista (2011- “Trabalhar Cansa”), Prêmio Melhor Ator no 14o Festival do Cinema Luso Brasileiro de Santa Maria da Feira/Portugal (2010 - “Os Inquilinos”), Prêmio Melhor Ator no Festival do Cinema Brasileiro em Israel (2010 - “Os Inquilinos”). ============================================================================= Mariana Muniz – Atriz Atriz, bailarina e coreógrafa. Nasceu em Pernambuco, onde começou seus estudos de dança, e formouse no Rio de Janeiro pela Escola do Teatro Municipal. Em 1974 encontrou-se com Klauss e Angel Vianna e, desde então, dedica-se ao trabalho com teatro e dança contemporânea. Trabalhou com Klauss e, em 1983, mudou-se para São Paulo. Participou de muitas produções importantes em teatro; e na dança ela cria solos, frutos de suas investigações no campo das relações entre a palavra e o movimento, e das percepções que se tem do corpo em movimento, tanto no Ocidente como no Oriente. Atualmente, Mariana Muniz dá continuidade ao seu fazer artístico participando como diretora e intérprete de espetáculos teatrais e criando os seus próprios espetáculos junto com a sua companhia – Cia. Mariana Muniz de Teatro e Dança –, onde mistura, de maneira muito própria, o teatro com a dança, em parceria com o arquiteto Cláudio Gimenez. Além de atriz e bailarina, é eutonista, formada em 2008 pelo IV Curso de Formação em Eutonia, e ex-docente da Faculdade de Dança da Universidade Anhembi-Morumbi. Atua em “Dias e noites de amor e de guerra”. ============================================================================= Pedro Conrado – Ator Ator formado pelo Indac. Atuou no exercício cênico “Serenata para a lua velha” e está no laboratório de estudo e montagem de “Rodriguianas 1”, composta de “Os Sete Gatinhos” e “Toda nudez será castigada”, de Nelson Rodrigues, sob direção de Cesar Ribeiro. Atua na nova temporada de “O arquiteto e o imperador da Assíria”, ao lado de Helio Cicero e com direção de Cesar Ribeiro. Entre outros, atuou ainda em “paf,”, texto da Cia do Tempo, sob direção de Dimitri Luppi Slavov; “Agamêmnon”, de Ésquilo, sob direção de Marcos Suchara; “Os Veranistas”, de Máximo Gorki, e “Vestígios – A História da Vila Itororó” – ambas sob a direção de Renato Andrade; “A Festa de Sant’Ana”, pelo Grupo Trapo, monólogo sob direção de Muriel Vitória. Atuou na adaptação fílmica de “História de Amor (últimos capítulos)”, de Jean-Luc Lagarce, sob direção de Tiago Luz. Atua em “Dias e noites de amor e de guerra”. ============================================================================= Rodrigo Bolzan – Ator Ator formado pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP), trabalha há 25 anos em teatro, cinema e televisão. No teatro, fez os trabalhos mais importantes dirigido por Marcio Abreu, Felipe Hirsch, Carolina Mendonça e Sérgio de Carvalho. Recentemente, participou das performances criadas por Nuno Ramos na série “Debate – aos vivos”. Com a Companhia Brasileira de Teatro (direção de Marcio Abreu), atuou em diversas criações, como “Preto”, “Projeto Brasil” (prêmio Gralha Azul de Melhor Ator/2016) e “Oxigênio” (prêmios Questão de Crítica e Shell de Melhor Ator em 2011), entre outros. Com os Ultralíricos (direção de Felipe Hirsch), colaborou na série “Puzzle”, em “A comédia latino-americana” e na mais recente, “Fim”. Algumas dessas criações circularam por muitas cidades brasileiras e algumas da Europa. No cinema, atuou em filmes de Julia Murat, Daniela Thomas, Walter Salles e Alexandre Stockler. Em 2002, ganhou o prêmio de Ator Coadjuvante por “Cama de gato”, no Festival do Cinema Brasileiro de Brasília. Atua em “Dias e noites de amor e de guerra”. =============================================================================

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

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Rio de Janeiro Rio de Janeiro
São Paulo São Paulo
Palmas Tocantins