Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto propõe a criação de um futuro mais inclusivo, justo e diverso para as danças de salão, especialmente o forró e o samba, como patrimônios culturais imateriais brasileiros. O FESTIVAL envolve oficinas gratuitas para a população, cursos de aprofundamento para profissionais e a realização de um baile de dança de salão com uma proposta e estética futuristas. O objetivo é promover a igualdade de gênero, incentivar a inovação, promover o consumo e criar espaços de celebração e aprendizado.
Não se aplica
O FESTIVAL COISA NOSSA 3ª EDIÇÃO: GAFIEIRA FUTURISTA realizará uma série de ações formativas, fruitivas, especulativas e de FESTIVALIDADE a respeito das DANÇAS DE SALÃO, a partir de uma ótica progressista sobre seus fundamentos e práticas, considerando o eixo temático Gafieira Futurista, e acontecerá integralmente na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Por pautar seu escopo de atividades em ações diversas, como a projeção da didática desenvolvida pelo projeto, pela proposição de um espaço fruitivo com interface direta com o ecossistema da música, imersões especulativas, com ações específicas e conceituais de cenografia e iluminação, e com a presença de performances em Danças de Salão, foi enquadrado na categoria 2: mostras, feiras, festejos populares e FESTIVAIS.Por centralizar o debate sobre a Gafieira e mais especificamente sobre a prática e a didática do SAMBA e do FORRÓ, atuaremos no território das culturas populares urbanas, uma vez que ambas expressões são registradas oficialmente como PATRIMÔNIOS CULTURAIS IMATERIAIS brasileiros e representam uma forma de lazer corriqueira para uma expressiva parcela da população de Belo Horizonte, dada a efervescência e a quantidade de ações ligadas a essas expressões que compõem o ecossistema da cultura e do entretenimento na cidade.Sendo este, então, um espaço de difusão de saberes e debates técnicos e socioculturais sobre a DANÇA DE SALÃO, desfruição e de visibilidade e as suas possibilidades para o futuro enquanto expressão cultural, patrimônio imaterial e mecanismo de sociabilização e lazer.O projeto possui, num primeiro momento, dois grandes núcleos de realização, pensados e diferenciados a partir da escolha do conteúdo e do público-alvo para o qual se destinam e se tornam relevantes para a realização e para as premissas do projeto, uma vez que pautam a formação de público e a capacitação de agentes, contribuindo para a relevância do FESTIVAL e também como garantia à continuidade da evolução dos processos artísticos e culturais relacionados às danças de salão.As atividades que compõem o primeiro núcleo são oficinas direcionadas para o público em geral, em módulos introdutórios, e que possuem ações planejadas em 04 centros culturais ligados à Fundação Municipal de Cultura em diferentes regiões da cidade. Em cada um desses centros culturais está prevista a realização da OFICINA INTRODUTÓRIA FUTURISTA, que acontecerá em 04 encontros, de 03 horas de duração, totalizando uma carga horária formativa total de 12 horas, esperando atender, capacitar e certificar até 160 pessoas ao final do ciclo de oficinas e que será facilitada pela equipe docente do projeto.O segundo núcleo é composto por um curso, com abordagem e conteúdos mais densos, direcionados para pessoas já iniciadas na linguagem das danças de salão e agentes pertencentes ao ecossistema, e que contará inclusive com a presença de profissionais convidados que possuem trabalhos e trajetórias artísticas e culturais reconhecidamente relevantes em cenário nacional e que terão sua vinda a Belo Horizonte facilitadas pelo presente projeto. O CURSO GAFIEIRA FUTURISTA possui ações planejadas para a A Poema Associação Cultural, espaço onde o projeto já realiza atividades formativas ao longo do ano. O curso possui uma carga horária total de 24 horas que serão integralizadas ao longo de 6 datas, e planejando atender até 40 agentes e formadores de opinião da dança de salão belo-horizontina.Simultaneamente aos processos formativos planejados e em diálogo com os conceitos trazidos pelo FUTURISMO, especialmente aqueles que tratam da velocidade, do uso da tecnologia e da máquina e da busca pela modernidade, o projeto ainda desenvolverá ações de diálogo e de formação a partir dos meios de comunicação contemporâneos, no intuito de importar para as telas o método de aprendizagem desenvolvido para o plano presencial, buscando novos acessos, rejuvenescer e aumentar a demanda pelo consumo dessa expressão artística e um maior ganho de escala sobre o conteúdo apresentado. Desse modo, tanto a OFICINA INTRODUTÓRIA FUTURISTA quanto o curso GAFIEIRA FUTURISTA terão seus conceitos e conteúdos ofertados em material digital, em vídeo, em formato otimizado para rápido consumo e compreensão.O projeto termina, então, suas ações em um grande momento de festivalidade, o FESTIVAL GAFIEIRA FUTURISTA, com ações planejadas de performances musicais (grupos musicais belo-horizontinos especializados em música para gafieiras), performances artísticas em danças de salão (10 apresentações artísticas dos atores culturais locais), imersões especulativas com referências nacionais da dança de salão e investimento em instalações cenográficas e de iluminação que transportarão o público presente para um outro espaço temporal.O projeto tem planejamento para início de pré-produção em janeiro de 2024, com entregas ao público até outubro de 2024, totalizando um período de realização em até 12 meses para prestação de contas e entrega de contrapartidas.Objetivo GeralO presente projeto tem por objetivo GARANTIR A EVOLUÇÃO e a RELEVÂNCIA das danças de salão, e da Gafieira, como patrimônios culturais imateriais brasileiros, garantindo uma prática inclusiva, diversa e vibrante e que promova a equidade dentro desse campo artístico. A especulação de um formato mais inclusivo, justo e diverso sobre a prática, didática e conteúdo da dança de salão é fundamental para sua evolução e relevância contínuas.Objetivos EspecíficosAmpliar os horizontes da gafieira, trazendo novos significados e representações para essa forma de dança tradicionalmente brasileira, conectando-se com a contemporaneidade e com narrativas afrodescendentes;Romper com as convenções tradicionais da gafieira e explorar novas possibilidades estéticas, movimentos e expressões;Desafiar e desconstruir estereótipos de gênero, raça e identidade que possam estar presentes na prática das danças de salão, promovendo a igualdade de oportunidades e valorizando a diversidade de corpos, estilos de dança e identidades, atuando na desconstrução de estereótipos e padrões limitantes;Tornar a prática, a didática e o conteúdo da dança de salão mais inclusivos, garantindo que todas as pessoas, independentemente de sua origem ou condição social, possam participar e desfrutar dessas danças;Fomentar o surgimento e renovação do público consumidor de produtos culturais relacionados à gafieira, bailes e aulas;Contribuir para a valorização de manifestações culturais brasileiras, como o forró e o samba, considerados patrimônios culturais imateriais;Integração de tecnologia e recursos visuais na prática das danças de salão, envolvendo o uso de projeções de luz, efeitos especiais, figurinos futuristas e outros elementos visuais para criar uma experiência imersiva e inovadora, ampliando as possibilidades estéticas das danças de salão;Contribuir para a proliferação e manutenção da cultura da dança e da esquematização metodológica que cabe a cada um dos seus tipos.Resultados MensuráveisOferecer acesso gratuito: Disponibilizar uma oficina introdutória de gafieira futurista para 160 participantes, sem custo, garantindo a democratização do acesso à atividade.Gerenciar vagas de forma estratégica: Preencher 40 vagas no curso, destinando 38 vagas para venda no valor de R$ 40 e 2 vagas para a Secretaria Municipal de Cultura, promovendo inclusão e sustentabilidade do projeto.Promover evento cultural acessível: Realizar um festival de gafieira futurista com ingressos a preços populares, com lotação máxima de 200 pessoas, fomentando a cultura e a dança na comunidade.Diversificar a distribuição de ingressos: Distribuir os 200 ingressos de forma estratégica, sendo 100 ingressos vendidos a R$ 20, 40 ingressos gratuitos para participantes das Oficinas Introdutórias, 10 ingressos para a Secretaria Municipal de Cultura e 50 ingressos para a equipe do projeto e convidados especiais.
Edições anteriores do projeto direcionaram suas ações sobre a Gafieira e sobre o território belo-horizontino em espaços temporais distintos; a primeira edição do Festival Coisa Nossa, fomentada pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, se propôs a descrever e entender o atual cenário da Gafieira e das danças de salão em Belo Horizonte, seu ecossistema, suas interseccionalidades e suas particularidades. Já sua segunda edição, fomentada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, se pautou em salvaguardar, reconhecer e valorizar o passado da Gafieira Mineira, sua história, seus agentes, contextos e particularidades. De modo que, o presente projeto se propõe, a partir de uma abordagem imaginativa e criativa da dança de salão brasileira, a projetar o futuro.A Gafieira Futurista, portanto, busca uma interpretação inovadora da dança de salão, incorporando elementos do futurismo e do afrofuturismo. Explorando temas relacionados à identidade, história afro-brasileira e futuros alternativos, ao mesmo tempo em que se propõe a oferecer uma perspectiva única e empoderadora sobre a dança de salão, rompendo com tradições e práticas "ultrapassadas" e imaginando um futuro dinâmico e progressista.Assim, entendendo a dança de salão como uma expressão cultural em constante evolução, ao incorporar premissas contemporâneas, como a igualdade de gênero, ela se torna um reflexo das mudanças sociais e culturais da nossa época, permitindo que a dança de salão continue relevante, atraente e significativa para as gerações futuras.O projeto é de propositura da turismóloga, produtora, coreógrafa, pesquisadora e professora de Danças de Salão Priscilla Rangel, que atua há mais de 18 anos no mercado da Dança de Salão em Belo Horizonte, tendo realizado, nos últimos anos, dezenas de eventos em dança de salão, entre bailes, espetáculos e percursos formativos, inclusive uma edição semanal do Projeto Coisa Nossa (atualmente catalogadas 83 EDIÇÕES), com o envolvimento de dezenas de professores e profissionais da dança e público somado na casa das milhares de pessoas. É também de propositura da mesma os projetos FESTIVAL COISA NOSSA 1ª EDIÇÃO, realizado de maneira completamente remota em 2021 e com recursos obtidos pela Lei Aldir Blanc, bem como o FESTIVAL COISA NOSSA 2ª EDIÇÃO, atualmente em fase de execução e com captação de recursos realizada junto à Lei Municipal de Incentivo à Cultura. O clipping do projeto pode ser acessado detalhadamente na relação de anexos enviados.A equipe do projeto é formada por um corpo técnico/docente altamente qualificado, contando ainda com a presença de uma coordenação pedagógica, que garantirá a transmissão dos conceitos pretendidos pelo projeto. Possui ainda equipe de produção experiente e previsão de custos que garantirão o correto cumprimento aos objetos do edital e de sua execução; como assessoria contábil e administrativa.Para o desenvolvimento do projeto, foram escolhidos 4 equipamentos culturais públicos, em diferentes regionais da cidade, a fim de: aumentar o alcance do projeto em número de participantes; levar as premissas do projeto para outros territórios geográficos da cidade; acessar um diferente perfil de público; e contribuir para a democratização do acesso às suas ações.Além desses, compõe também a logística do projeto ações desenvolvidas na Apoema Associação Cultural, associação remanescente da atividade relacionada ao antigo Odara Café e Ofícios, com relevante histórico de produção em eventos diversos e já reconhecido enquanto espaço da dança de salão em Belo Horizonte, sendo esse também um facilitador para o desenvolvimento do mesmo, uma vez que já dispõe da infraestrutura mínima necessária para o completo desenvolvimento das atividades e possui ainda toda sua espacialidade conhecida, por ser o local de residência do projeto ao longo do ano.Ainda sobre o território de desenvolvimento do projeto, esse se dará também de maneira virtual, com extenso planejamento de ações de contato com o público a partir de material audiovisual, gerado a partir do conteúdo e conceitos trazidos para a oficina e para o curso. E, utilizando-se de uma estética e ferramentas centradas em noções futuristas, a fim de aumentar a demanda por consumo por essas expressões artísticas por um público de faixa etária mais jovem, garantindo a preservação, a continuidade e evolução das mesmas.Justificativa de acordo com a Lei 8.313:Art. 1º:IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Art. 3º:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Não se aplica
- Uso do recurso da "descrição de imagem" ou "texto alternativo" (alt text, eminglês) para a veiculação dos conteúdos digitais do projeto. Esses recursos são usados para descrever imagens de forma textual, permitindo que pessoas com deficiência visual entendam o conteúdo visual por meio de leitores de tela ou outros dispositivos assistivos. - Estruturação correta do texto para facilitar a leitura por meio de leitores de tela e o uso de legendas em vídeos para fornecer informações auditivas. Disponibilização de conteúdos em vídeo com recursos de audiodescrição. - Uso de fontes legíveis e cores de contraste adequado para garantir que o texto seja facilmente legível para pessoas combaixa visão. - Tradutores de libras para acompanhar as oficinas e apresentações necessárias - Estruturação do conteúdo de forma clara, usando títulos, subtítulos e listas para facilitar a leitura e acompreensão por parte de todos os públicos. - O espaço para realização presencial das atividades possuem medidas arquitetônicas, conforme (NBR 90502015);- Abafadores de som para pessoas com transtorno do espectro autista e outros que tenha, sensibilidade ao barulho, além da disponibilização de óculos escuros para quem tem fotosensibilidade
_ Desenvolvimento de atividades em locais remotos ou em áreas habitadas por populações urbanasperiféricas:locaisescolhidos para a realização das oficinas de capacitação para o público em geral._Facilitação do acesso pela população aos bens e serviços gerados pelo projeto promovendo gratuidade em toda programação: as oficinas oferecidas pelo projeto nos centros culturais serão oferecidas de maneira integralmente gratuita à população._Disponibilização de registros audiovisuais das atividades na internet: o projeto Coisa Nossa já possui seus canais de comunicação nas principiais redes sociais da atualidade, Instagram e Youtube, onde já estão informações relativas às outras edições do festival, como entrevistas e video aulas e das atividades perenes do projeto (bailes e cursos livres).Essas páginas serão também alimentadas pelo material gerado na execução do presente projeto. Esse material será muito completo, e é parte fundamental nas premissas de criação de demanda por conteúdo em danças de salão dentro de uma perspectiva futurista. O formato dos vídeos será diverso com abordagens mais formais sobre aspectos técnicos e também no formato vlog com linguagem acessível e foco na parte prática. Os vídeos também serão divulgados nas redes sociais do proponente que tem um público especializado já formado. Art. 3° LEI Nº 8.313a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Priscilla Meirelles Rangel - Coordenação geral Responsável pela coordenação do projeto, sendo responsável pela contratação da equipe, aprovação da identidade visual, montagem do cronograma de aulas, entre outros.FORMAÇÃO PROFISSIONALGraduação Turismo UFMG - 2015Formação Dança de salão Pé de Valsa - 2011Formação Professora Forró Oficina do Forró - 2008Curso TAO Movimento Juliana Macedo - 2019Laboratório Criativo e oficina Corpo Onda Priscilla Patta - 2020Produção e Gestão Cultural - Faculdade Fasul Educacional - 2023EXPERIÊNCIA CULTURAL RESUMIDA2021 CURSO DE FÉRIAS CNV, Dança e Empatia em parceria com escola da empatia e Laboratóriode Movimento eEmpatia.2021 Criação e produção COISA NOSSA I festival on line2022 Janeiro Aula festival ai que saudade docê em ITAÚNAS Espírito Santo no Buraco do Tatu2022 Julho Aula coordenação pedagógica no Festival Matrizes emITAÚNAS Espírito Santo no Buraco do Tatu2022 Novembro Coordenação do Festival Primaveras Coisa Nossa2022 Novembro Mestre de Cerimônias do Torneio de forró dança no Festival Rootstoque 20 anos2022 Dezembro Coordenação pedagógica Festival Paraíso Alucinado emITAÚNAS EspíritoSanto no Buraco do Tatu2023 Recebeu o Registro como Diretora de Produção Cultural pelo Ministério da Economia.2023 Cursou Produção e Gestão Cultural na Faculdade Fasul Educacional.Daniel de Alpoim e Araújo - Coordenador de Produção Responsável pela organização da equipe contratada pelo projeto.FORMAÇÃO PROFISSIONAL“Oficina Cine Vida” - Estalo Criativo (2023)“1o Seminário de Produção Cultural Preta de Minas Gerais” - Instituto Aya (2023)Curso Livre “Percurso em produção cultural – políticas culturais no Brasil” - Itaú Cultural (2023)Curso Livre “Percurso em produção cultural – políticas culturais na América Latina” - ItaúCultural (2023)Curso “Produção de Festivais: Projeto e Planejamento - IATEC (2022)Curso “Técnicas de Live Streaming” - IATEC (2022)Curso “Logística e Produção de Shows e Eventos Artísticos” - IATEC (2022)“Núcleo de Pesquisa em Iluminação” por Rodrigo Marçal- Galpão Cine Horto (2022)Pré Conferência de Formação e Educação Cultural - PBH (2021)EXPERIÊNCIA PROFISSIONALFESTIVAL COISA NOSSA 2a EDIÇÃO - MAIO, 2023 COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃOLei Municipal de Incentivo à Cultura - PBHFESTIVAL A RODA É VIVA 2a EDIÇÃO - NOVEMBRO, 2022 TÉCNICO DE VÍDEOE TRANSMISSÃO PRODUÇÃOEXECUTIVANEPPACC’s - Nucleo de Estudos, Pesquisa e Prática em Capoeira e CulturasFESTIVAL A RODA É VIVA - AGOSTO, 2022 TÉCNICO DE VÍDEO E TRANSMISSÃO PRODUÇÃOEXECUTIVANEPPACC’s - Nucleo de Estudos, Pesquisa e Prática em Capoeira e CulturasESPETÁCULO RESSACA – JUNHO,2021 COORDENAÇÃO TÉCNICA. CAPTAÇÃODE VÍDEO, EDIÇÃOE MONTAGEM FINALLei Estadual de Incentivo à Cultura - SECULT MGFESTIVAL COISA NOSSA 1A EDIÇÃO - MAIO DE 2021 COORDENAÇÃO TÉCNICALei Municipal de Incentivo à Cultura - PBHPROJETO NOITE LATINA - 2018/2023COORDENAÇÃO GERAL E CURADORIACamila Totino Paulucci Porto - OficineiroResponsável por realizar as oficinas FORMAÇÃO ACADÊMICA:Graduada em Dança pela Universidade Federal de Minas Gerais – LicenciaturaFormação Complementar-Forró com Jaime Aroxa - Festival Forró in Rio-Oficina Corpo em Diáspora com Luciene Ramos-Gafieira LX – Oficinas de Samba de Gafieira com profissionais renomados do Rio de Janeiro-Oficinas do Método Corpo Onda com Priscilla PattaEXPERIÊNCIA PROFISSIONALComo Professora - (Em escolas formais, livres e festivais) • Catedral Centro Cultural e Escola de Dança - Belo Horizonte 2015 - 2020• Festival de Arte e Cultura – Cefet Minas Gerais 2016• Forró in Rio - Rio de Janeiro (RJ) 2016 e 2017• BH Tango – Escola de Dança Acácio de Souza Belo Horizonte (MG) 2016Roberta Bastos dos Santos - oficineiro Responsável por realizar as oficinas FORMAÇÃO ACADÊMICA Roberta Bastos é professora de dança, dançarina e coreógrafa de danças de salão registrada no Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de Minas Gerais. Ingressou na 7&8 escola de Dança em 2006 como bolsista, a convite da professora FátimaRamos, formando um anodepois. Desde então, busca sua profissionalização com grandes mestres da dança da salãoem Belo Horizonte, Juiz defora, Rio de Janeiro, Petrópolis, São Paulo e Buenos Aires.EXPERIÊNCIA PROFISSIONALRobertinha ministrou workshops no Festival do réveillon em 2021, no Buraco do Tatu, tradicional Casa de forró em Itaúnas. Esse trabalho rendeu frutos e, atualmente, a professora e dançarina é curadora do festival dedançaqueocorrerá lá em Julho de 2022. Integrante da produção Gafieira Brasil, o maior espetáculo de gafieira do mundo, há 4 anos ajuda a levarconteúdosrelacionados ao Samba aos apaixonados por gafieira. Participou, como coreógrafa e dançarina, das mostras anuais da 7&8 escola de Dança em 9ediçõesanuais. Coreografou acomissão de frente de escolas de samba em BH, como: Mocidade Independente Bem-te-vi. Tem em seu portifólio, deversas coreografias personalizadas para eventos comemorativos, como casamentos e festas dedebutantes. Robertinha trabalha em suas aulas não somente as técnicas da dança de salão como toda ainteraçãoenvolvida nessaarte: sociabilidade, cultura, expressão corporal e conforto. Sempre com muita descontraçãoe respeitando aindividualidade do aluno.Produtora e dançarina de intervenções culturais em espaços públicos, na savassi, levando a dança para todos.Débora Luana da Costa - OficineiroResponsável por realizar as oficinasFORMAÇÃOUNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS -Licenciatura em Educação Musical Escolar, 2017Bolsista do PIBID (Projeto Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência)Musicalização, Percussão e Bateria, 2009/2012 - SERGIO PERERÊCanto e Percussão, 2015 - ALEXANDRINO DO CARMOTeatro, 2015 - LENYNHA OLIVEIRAPercussão Baiana, 2019 - RATINHA PERCUSSIONISTA E LENYNHA OLIVEIRAMúsica Baiana, 2020 - ACADEMIA DOS BEATS E UNIVERSIDADE DO ÁUDIOEXPERIÊNCIA PROFISSIONALEspetáculo Sarau Atemporal ou A mulher e as águas do tempo Espetáculo Dandara para todas as mulheres Espetáculo RevoadaCD Ipal lSete Singles do Coletivo ImuneTrês Singles da Cantora Maíra BaldaiaBanda Pele PretaGrupo percussivo feminino Xicas da SilvaEP Remix-se de Maíra BaldaiaSthephanie Joyce Correa Cunha - Produção executiva Responsável pela completa realização e condução das oficinasFORMAÇÃO PROFISSIONALMestranda em Dança pelo Programa de Pós-graduação em Dança da Universidade Federal da Bahia (Escola deDança-UFBA).Bacharela e licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Minas Gerais (Escola de Belas Artes - UFMG).EXPERIÊNCIA PROFISSIONALStephanie Cunha é produtora cultural, pesquisadora e artista, atuando principalmente comdançae teatro, em festivaisde Belo Horizonte e internacionais por ações do Corredor Latinoamericano de Teatro (CLT) em Minas Gerais.Foi coordenadora geral do Festival de danças curtas Curta Dança e produtora e curadora do Festival de Teatro em Casa.Produtora Executiva do Circuito de Festivais 2021, que reuniu Curta Dança e mais dois festivais de Belo Horizonte, dofestival A-Mostra.LAB (Laboratório de Cenas Curtas, de 2017 e 2018) e coordenadora do Festival CurtaDança2018,2019.Integra o Grupo de pesquisa GIRA (Grupo de pesquisa em Culturas indígenas, Repertórios afro-brasileiros e populares) daEscola de Dança da UFBA.Atua e se interessa por pesquisas em arte-educação; dança e suas diversas representações; dançasdesalão; gêneroeinterseccionalidade; gestão e produção cultural; processos de mediação, recepção e curadoria; relações étnico-raciaiseseu diálogo com as Artes e o ensino de artes visuais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.