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Temporada do espetaculo Meus Cabelos Baoba nas cidades de Sao Paulo, Belo Horizonte e Brasilia. A encenação, assinada por Fred Soar teve sua estreia em Julho de 2025 no Teatro Sesc Casa do Comercio, em Salvador. A obra inspirada no carater ciclico das mitologias africanas e costurado por textos da poeta Conceição Evaristo.
Inspirado nas estéticas e no caráter cíclico das mitologias africanas, a obra teatral se desenvolve em torno da Rainha Dandaluanda. Ao se deparar com episódios nefrálgicos na infância, fantasia um diálogo com o Baobá e é correspondida. A magia que emana da árvore de origem africana, invade a cena e faz com que a mulher Dandaluanda, também alimentada pela sua ancestralidade, valorize sua identidade negra e se torna rainha. A árvore milenar de galhos compridos e raízes fortes é a referência de suas ancestrais femininas, ensinou-lhes valores africanos que serviram como antídotos que a faz e despertar para uma nova vida. Primeiro, como menina; em seguida como mulher e finalmente como rainha.
Temporada do espet?culo Meus Cabelos Baob? nas cidades de S?o Paulo, Belo Horizonte e Bras?lia.?O espet?culo que originalmente estreou em 2019 no Rio de Janeiro, tendo sua autora, Fernanda Dias em cena sob a dire??o da atriz Vilma Melo. Agora, em Salvador, ganhou nova encena??o, assinada por Fred Soares, e teve sua estreia em Julho de 2025 no Teatro Sesc Casa do Com?rcio. A obra inspirada no car?ter c?clico das mitologias africanas e costurado por textos da poeta Concei??o Evaristo prop?e atrav?s do olhar da ancestralidade o racismo estrutural da sociedade brasileira e tamb?m, como as mulheres negras, mesmo diante de situa?es de amedrontamento, tiram das v?sceras do feminino a capacidade de reinventar-se atrav?s dos tempos.?Objetivos espec?ficos:a. realiza??o de 08 sess?es na cidade de S?o Paulo em teatro com capacidade para at? 200 espectadores;b.?realiza??o de 04 sess?es na cidade de Bras?lia em teatro com capacidade para at? 200 espectadores;c.?realiza??o de 04 sess?es na cidade de Belo Horizonte em teatro com capacidade para at? 200 espectadores;d.?Realizar a circula??o nacional do espet?culo teatral ?Meus Cabelos Baob?? nas cidades de S?o Paulo, Belo Horizonte e Bras?lia, promovendo o acesso gratuito e descentralizado ? produ??o art?stica contempor?nea de matriz afro-brasileira;e.?Valorizar e difundir narrativas negras e femininas no campo das artes c?nicas, a partir de uma dramaturgia constru?da com base em experi?ncias da ancestralidade e dos textos da escritora Concei??o Evaristo;f.?Contribuir para o enfrentamento ao racismo estrutural, por meio da sensibiliza??o do p?blico atrav?s da linguagem art?stica e de a?es de forma??o que incentivem o pensamento cr?tico e a inclus?o;g.?Fortalecer a cadeia produtiva das artes c?nicas com protagonismo negro, fomentando o trabalho de artistas, t?cnicos e produtores nas diferentes regi?es do pa?s.
O espet?culo Meus Cabelos Baob? prop?e uma reflex?o po?tica, simb?lica e pol?tica sobre o racismo estrutural no Brasil, a partir da viv?ncia das mulheres negras. A montagem parte de mitologias africanas e de textos da poeta Concei??o Evaristo para construir, por meio do corpo, da palavra e da ancestralidade, uma narrativa c?nica potente sobre resist?ncia, identidade e reinven??o.A proposta de circula??o do espet?culo pelas cidades de S?o Paulo, Belo Horizonte e Bras?lia visa ampliar o acesso ? produ??o teatral negra contempor?nea, democratizando o consumo cultural e valorizando a diversidade de vozes na cena art?stica nacional. Trata-se de um projeto com forte relev?ncia social, educativa e simb?lica, pois reafirma a import?ncia da arte como instrumento de transforma??o, representatividade e forma??o de pensamento cr?tico.Desde sua estreia em 2019, a obra vem despertando interesse do p?blico e da cr?tica, n?o apenas por sua qualidade est?tica, mas tamb?m por sua abordagem urgente e sens?vel das quest?es raciais e de g?nero. Em 2025, a nova montagem dirigida por Fred Soares, estreada em Salvador (BA), reafirma o compromisso do projeto com a continuidade, renova??o e circula??o de narrativas negras no teatro brasileiro.O projeto se justifica, ainda, por contribuir diretamente para os objetivos da Lei Federal de Incentivo ? Cultura, ao promover:a forma??o de p?blico, com apresenta?es gratuitas e acess?veis;a valoriza??o da cultura afro-brasileira;o fomento ? cadeia produtiva das artes c?nicas com protagonismo negro;e o est?mulo ? equidade racial e de g?nero por meio da arte.Al?m das apresenta?es, ser?o realizadas a?es formativas, como rodas de conversa com o p?blico, promovendo o di?logo entre arte, educa??o e direitos humanos.Assim, a circula??o de Meus Cabelos Baob? representa n?o apenas a difus?o de uma obra teatral, mas a promo??o de um projeto cultural com pot?ncia est?tica, impacto social e valor simb?lico para o cen?rio das artes e da cultura brasileira contempor?nea.
Sentindo necessidade de presenciar na cena teatral carioca, obras artísticas, que abordassem de forma poética e estética o universo feminino, principalmente em direção as mulheres negras, Fernanda Dias atriz e autora do texto, em 2016 deu início a criação do espetáculo Meus Cabelos e Baobá. Sem centralizar a atenção a esteriótipos já tão explorados, o foco era dar luz a temas que atravessam de forma cortante as mulheres, em especial as que carregam durante toda vida o negrume no seu corpo e na sua história.Após viajem a África em 2015 esse desejo foi acentuado. Inspirada no argumento da Pesquisadora, Professora e Mestre em Relações Étnico Raciais Simone Ricco, a atriz carioca, escreveu o texto e elaborou a cena Meus Cabelos de Baobá em 2016. Na época a obra tinha 15 minutos de duração. Em 2016 e 2017, ainda no formato de performance, a obra apresentou-se em algumas escolas e eventos indicados pelo Sesc RJ. Em setembro de 2018, na condição de Mestranda em Artes Cênicas pela UNIRIO, a encenação desponta para a participação no FESTU e entre mais de quinze concorrentes, a cena foi contemplada com os prêmios de Melhor Texto, Melhor Atriz e Melhor Cena, o que lhe ofertou o patrocínio para a montagem do espetáculo.
não se aplica
O projeto prevê medidas concretas para garantir acessibilidade plena, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, tanto no acesso aos espaços físicos quanto na fruição do conteúdo artístico.Acessibilidade FísicaAs apresentações serão realizadas em espaços culturais com infraestrutura acessível, previamente verificados quanto à:Presença de rampas de acesso, corrimãos e elevadores (quando necessário);Banheiros adaptados para pessoas com deficiência;Assentos reservados para pessoas com mobilidade reduzida e acompanhantes;Pisos táteis ou sinalização adequada para orientação.A seleção dos teatros será feita com base em sua conformidade com as normas de acessibilidade da ABNT (NBR 9050).Acessibilidade de ConteúdoPara garantir a compreensão do conteúdo artístico por públicos diversos, o projeto prevê as seguintes ações:Apresentações com intérprete de Libras, em datas previamente divulgadas;Audiodescrição para pessoas com deficiência visual, em pelo menos uma sessão por cidade;Legenda descritiva (closed caption) para vídeos de divulgação online;Elaboração de materiais de apoio (folders ou programa do espetáculo) em versão digital acessível;A proposta entende que a acessibilidade não deve ser um complemento, mas parte estruturante do projeto artístico, contribuindo para a inclusão real e equitativa de todos os públicos.
O projeto prevê ações concretas voltadas à ampliação do acesso da população à produção cultural, com especial atenção aos públicos historicamente afastados dos bens e serviços culturais, como pessoas negras, periféricas, com deficiência e em situação de vulnerabilidade.As apresentações do espetáculo “Meus Cabelos Baobá” nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília terão ingressos com valor popular de R$80,00 (inteira), além de uma parcela de sessões gratuitas e abertas ao público, com distribuição de ingressos preferencialmente voltada a:Estudantes da rede pública;Mulheres negras e coletivos antirracistas;Movimentos sociais e culturais;Organizações da sociedade civil;Comunidades periféricas e quilombolas, quando houver.A estratégia de divulgação contempla o uso de meios digitais acessíveis (redes sociais, WhatsApp, e-mail marketing, podcasts e vídeo com Libras), bem como parcerias com escolas, ONGs e equipamentos públicos (bibliotecas, CRAS, centros culturais) para alcançar públicos diversos e não habituais do teatro.Além disso, o projeto contará com ações formativas gratuitas, como rodas de conversa e mediações culturais, com foco em questões raciais, memória, ancestralidade e protagonismo negro nas artes. Esses encontros servirão como espaços de troca e aprofundamento entre artistas e comunidades locais.Todas as ações serão planejadas de modo a respeitar os princípios da acessibilidade, descentralização, equidade de gênero e diversidade étnico-racial, reforçando o papel da cultura como instrumento de cidadania e transformação social.
Texto FERNANDA DIASEncenação FRED SOARESDireção de FRED SOARES E LUIZ ANTONIO SENA JRCom LUANA XAVIER, MARCIA LIMMA E MENIKY MARLAE as musicistas CARLA FABIANNY E IVONE JESUSDireção de Movimento DUDÉ CONCEIÇÃODireção musical DIEGO NERIFigurinos GUILHERME HUNDERCenografia PEDRO CALDASLUANA XAVIERCarioca, nascida na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A atriz é envolvida na arte desde sempre, é neta dos atores Chica Xavier e Clementino Kelé. Reúne no currículo inúmeras experiências no teatro, TV, cinema e na publicidade. No Teatro fez parte do grande sucesso “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, dirigido por Pedro Vasconcelos, com turnê por todo o Brasil , onde atuou por 4 anos. Luana é multifacetada, englobando também as funções de assistente social eapresentadora. Em janeiro de 2020, estreou na programação do canal GNT com o programa “Viagem a qualquer custo”. Em 2021 integrou o elenco da 5a temporada da Série Sessão de Terapia no Globoplay onde interpreta a paciente Giovana, com direção de Selton Mello.Entre 2021 e 2022 esteve em diversas produções do streaming. Protagonizou um episódio da Série “Não Foi Minha Culpa” da Star + , com direção de Susanna Lira (2022). Tem papel importante no filme “Barba, Cabelo e Bigode” da Netflix , com direção de Rodrigo França (2022). Integrou o elenco de apresentadoras do “Saia Justa” do GNT, o mais longevo programa da TV fechada no Brasil. (2022) Esteve no elenco da peça “Mãe Baiana” junto com a atriz Léa Garcia sob a direção de Luiz Antônio Pilar (2023). Deu vida a personagem Martha da Série “Novela” da Amazon, de João Falcão (2023). Em 2024 ela estreou seu primeiro monólogo: “Pequeno Manual Antirracista “, escrito e dirigido por Aldri Anunciação e livremente inspirado no livro homônimo de Djamila Ribeiro. Atualmente ela está no ar com a Serie Mutirão Saúde do canal Futura em que ocupa a função de apresentadora. É também uma das debatedoras fixas do Programa Sem Censura da TV Brasil, apresentado por Cissa Guimarães.MENIKY MARLAAtriz, produtora e diretora teatral. Formada pela Universidade Livre de Teatro do Teatro Vila Velha, em Salvador, atuou em mais de 14 espetáculos teatrais dos mais variados gêneros, entre eles, o premiado “por que Hécuba?” (2018 e 2019), direção de Márcio Meirelles, “Hamlet e Ofélia” (2019), direção de Celso Jr e o infanto-juvenil “Flor de Julho” (2023), direção de Guilherme Hunder. Integrou o elenco da peça teatral “Ó Paí, ó” (2019) do Bando de Teatro Olodum. No audiovisual, atuou em três curtas metragens sendo o mais recente dele o premiado “Caluim” (2024), direção de Marcos Alexandre. Além de “Quanto mais?”(2020), direção de Spike Lu e “56 dias” (2025), direção de Lara Carvalho. Integra como atriz, roteirista e produtora a Ouriçado Produções; e locutora e preparadora vocal a Cinema Negro Sonoro. Atualmente é a gerente operacional do Teatro Vila Velha no qual gerencia a realização de mostras, oficinas, festivais e a realização de espetáculos.MARCIA LIMMAIniciou a formação em teatro nos anos 90. É atriz, cantora,diretora, performer e produtora cultural. Mestra em Artes Cênica- PPGAC- UFBA com a pesquisa intitulada: “ Medeia Negra: O enegrecimento de uma personagem clássica a partir da vivência com mulheres em situação de encarceramento na criação de um solo de teatro”. É membro fundador do Grupo Vilavox (BA) criado há 20 anos a partir de oficinas do Teatro Vila Velha. No grupo, participou dos espetáculos: “Medeia Negra” (2018), indicado ao Prêmio Braskem de Teatro na categoria de melhor atriz, indicado ao Prêmio Cenym Nacional de Teatro (2019) nas categorias: Melhor atriz, melhor monólogo, melhor grupo de teatro Vilavox; Passaredo Passarinholas (2016),(indicado ao Prêmio Braskem de teatro comomelhor espetáculo Infanto Juvenil) O Castelo da Torre(2015), ( Vencedor do prêmio Braskem de Teatro como melhor direção) O segredo da Arca de Trancoso (2012), (vencedor do prêmio Braskem de teatro como melhor espetáculo infanto juvenil) Labirintos (2009), Canteiros de Rosa (2006), Primeiro de Abril (2005), Almanaque da Lua (2003), Trilhas do Vila (2002), Auto-Retrato aos 40 (2005), ao longo da carreira também participou de intervençõesurbanas, como Orixás Center em Cena, Performace urbana “Medeia Negra in progress”, dos espetáculos: Meu nome é Mentira (2011), Material Fatzer (2001), Gôndola das Amantes (1996) e Guernica (2000).Atualmente é membra da ATEB/ Academia de Artes do Teatro do Brasil- Anual Prêmio Cenym Nacional. Em 2023 ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival Internacional de cinema Golden Wheat Awards na Turquia, por "Via Láctea". Dirigiu em 2022 os espetáculos de comemoração aos 60 anos da Psicologia no Brasil-DF/ conselho Federal de Psicologia, e o Akonis da Península, espetáculo de rua em Salvador financiado pelo Governo do Estado da Bahia/ Secretaria de Cultura - Projeto escuna Criativa.AISHA ARAUJOAisha Araújo cantora e arte educadora nascida em 1986 na cidade de Salvador Bahia desde a infância tem ligação forte com a arte seu contato com a música afro brasileira foi muito intenso e natural sua carreira iniciou no Coral Vozes Reveladas do Maestro Sérgio Souto (Em Memória) e atrelada a este projeto, seguiu como cantora do Bloco Ilê Aiyê por 11 anos atualmente Aisha busca evocar a sua ancestralidade e resistência com sua musicalidade, apresentando seu trabalho com o projeto "Samba pra Rua", que vem ganhando espaço na nossa cidade.MEG AZEVEDOIniciou seus estudos ao violão de seis cordas aos onze anos de idade por cifras, com o Professor Josemar numa Igreja do Bairro e após sete meses de aulas seguiu autodidata até os vinte e dois anos quando ingressa no Curso Técnico em Instrumento Musical (violão), no Colégio Estadual Deputado Manoel Novaes, sob orientação do Professor Carlito Chenaud, na primeira turma em 1993, implantada via Governo do Estado por Lídia Hortélio.Neste período estudou flauta transversal com Luiz Codes, piano comMaria das Graças Ferreira, Harmonia com Aderbal Duarte, composição com Hélio Bacelar e improvisação com Sergio Souto e Canto Coral e Preparação Vocal com Moacir Costa Filho iniciando como integrante do Côro de Câmara da Bahia.Em 2006 gradua-se Bacharela em Instrumento (violão) sob orientação deLeonardo Vicenzo Boccia, época em que participa também dos Semináios Internacionais de Música no Wokshop Técnica de slide guitarra com Álvaro Assmar e de Master Class com Henrique Pinto, Eduardo Meirinhos, Eduardo Isaac (Uruguai), e Kevin Gallenger (EUA). Desde então atua também como arranjadora e instrumentista em peças teatrais a exemplo de Potato Pum(Aninha Franco), Uma por outra, histórias de Arthur Azevedo, Imagina só... Aventura do fazer (infanto-juvenil) Cia.Novos-Novos, OMambembe (Arthur Azevedo) como Módulo V da Escola de TeatrodaUFBA, A ávore dos Mamulengos Cia. Rapsódia, da Orquestra Afro-Bahiana do Pelourinho- Emília Biancardi e Carlos Moraes, da Cia. Roots of Brazil (EUA), além da co-fundação do grupo Sangradouro (vocal-instrumental), dos projetos Cantando Veloso com Sandra Simões e Tonih Vinih e As rosas não falam-100 anos de Cartola com Pedro Morais desde 2008. Com Sandra Simôes grava alguns dos arranjos para o seu primeiro CD Sou Bamba e Rock'N'Roll em 2011, como prêmio do concurso Conexão Vivo.IVONE JESUSTrabalhou com Jussara Silveira, Carlinhos Brown, Elba Ramalho, Daúde, Tim Maia, Luiz Caldas, Marisa Monte (em seu álbum Barulhinho Bom), Kid Abelha,Adriana Calcanhotto, Titãs, Armandinho, Nelson Gonçalves, Ângela Maria, Cauby Peixoto, Marlene Borba e Emilinha Borba, David Byrne, Cyndi Lauper,Geraldo Azevedo, Nando Reis, Cássia Eller, Ana Carolina e atualmente presta um auxílio luxuoso, em palavras da própria, a cantora Maria Bethânia. É regente do Grupo Didá - Banda Feminina, fundada por Neguinho do Samba e também Educadora do Projeto Sódomo da Associação Educativa e Cultural Didá, na área de percussão . Foi regente do Musical Brasil 500 anos - Forte São Marcelo em Salvador/BA é representa o Brasil no Festival Vivência em El Salvador na cidade das Mulheres, no Edinburgh Festival Carnival. Já tocou em diversos espetáculos, como Cia de Dança Liliana Vieira (2022/2023) e Cia de dança Liliana Vieira - Joinville- Santa Catarina(2024), além do Festival Percussivo Internacional -Percumón - Sagunto - Espanha (2024) e do Projeto Trocos que Ecoan: Vivência Percussiva com o Grupo Batuquerê - São Paulo (2024).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.