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Montagem e temporada do espet?culo teatral "Segunda Chance", um projeto in?dito, linguagem de Teatro Adulto, escrita e dirigida por Eve Cosendey e Tiago Santiago, com itiner?ncia por cidades brasileiras.
A peça conta a história de Manuela, mulher de 50 anos, lésbica, casada, mãe de uma adolescente, resolve publicar seu primeiro livro e envia cópias para editoras. O que ela não imaginava é que a editora mais renomada do país se interessasse pelo livro. Logo no primeiro encontro com a editora-chefe Marina, também 50 anos, Manuela se apaixona à primeira vista. O problema é que ambas são casadas há muito tempo, e apesar da aparente estabilidade, carregam conflitos em seus respectivos casamentos. A dramaturgia trabalha protagonismo feminino sob o ponto de vista de mulheres na faixa dos 50 anos. Os dilemas do etarismo, mais especificamente contra mulheres, podem ser ainda mais complexos quando se trata de pessoas LGBTQIAPN+. A encenação trabalha ritmos de cena que acompanham os sentimentos (ressaltados pela iluminação), conflitos e nuances das personagens.
Objetivo GeralProduzir e itinerar com a pe?a teatral "Segunda Chance" pelas regi?es Sudeste, Centro-Oeste, Sul e Nordeste nas cidades de S?o Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia, Goi?nia, Porto Alegre, Salvador.Produzir uma dramaturgia original e intergeracional, com Eve Cosendey a Tiago Santiago, acompanhada de uma equipe t?cnica premiada e reconhecida, com nomes como Claudio Tovar e Aur?lio De Simoni e debater cenicamente a constru??o dos afetos de mulheres LGBTQIAPN+, por meio de uma encena??o que tamb?m trata de quest?es pertinentes ao etarismoObjetivo Espec?fico- Produzir e itinerar pelas cidades de S?o Paulo, Rio de Janeiro, Bras?lia, Goi?nia, Porto Alegre, Salvador - Realizar 12 apresenta?es em cada cidade S?o Paulo, Rio de Janeiro, Bras?lia, Goi?nia, Porto Alegre, Salvador, totalizando 72 apresenta?es em teatro com 300 lugares, atingindo um p?blico estimado de 21.600 pessoas, na faixa et?ria de 18 a 60+ - Realizar 01 Palestra sobre o "Processo de Cria??o do Espet?culo e Diversidade" com os diretores nas cidades da itiner?ncia - Realizar 5 sess?es de libras nas cidades de S?o Paulo, Rio de Janeiro, Bras?lia, Goi?nia, Porto Alegre, Salvador - Realizar 5 visitas aos bastidores para pessoas com defici?ncia visual nas cidades de S?o Paulo, Rio de Janeiro, Bras?lia, Goi?nia, Porto Alegre, Salvador - Frase de conscientiza??o educativa nos materiais digitais ou gr?ficos - Promover a?es ambientais e a mobilidade sustent?vel atrav?s de conte?dos educativos em redes sociais, incentivando o uso de transportes alternativos. Utilizar materiais certificados e doar res?duos para cooperativas de reciclagem. Al?m disso, priorizar a divulga??o digital e a gest?o consciente de res?duos para minimizar o impacto ambiental
A Lei Federal de Incentivo ? Cultura (Lei Rouanet) ? fundamental para a viabiliza??o da pe?a teatral "Segunda Chance" por diversos motivos que se alinham diretamente com os objetivos da legisla??o. Primeiramente, a pe?a aborda tem?ticas relevantes e atuais que contribuem para a diversidade e inclus?o cultural no Brasil. Ao apresentar a hist?ria de Manuela, uma mulher l?sbica de 50 anos que se apaixona, o espet?culo oferece protagonismo feminino e discute abertamente os dilemas do etarismo e os desafios espec?ficos enfrentados por mulheres LGBTQIAPN+. Esse tipo de narrativa ? essencial para ampliar a representatividade e promover o debate social, enriquecendo o cen?rio cultural com perspectivas frequentemente marginalizadas. Al?m disso, o fomento via Lei Rouanet permite que projetos como "Segunda Chance" alcancem um p?blico mais amplo e diverso, garantindo que a cultura seja acess?vel a todos. O incentivo fiscal assegura a qualidade da produ??o desde a dramaturgia e encena??o at? a ilumina??o que "ressalta os sentimentos", e a sustentabilidade do projeto, possibilitando a contrata??o de profissionais qualificados e a utiliza??o de recursos t?cnicos adequados. A Lei de Incentivo ? Cultura ? crucial para "Segunda Chance" porque viabiliza a produ??o de uma obra que n?o s? possui m?rito art?stico, mas tamb?m cumpre um papel social important?ssimo, ao dar voz a experi?ncias e discutir quest?es relevantes sobre diversidade, etarismo e relacionamentos na maturidade, especialmente no contexto LGBTQIAPN+.O projeto se enquadra no Art 1o. de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso ?s fontes da cultura e o pleno exerc?cio dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifesta?es culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as express?es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e respons?veis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobreviv?ncia e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produ??o e difus?o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e mem?ria; IX - priorizar o produto cultural origin?rio do Pa?s. O projeto se enquadra no Art 3o. de 1991: I - incentivo ? forma??o art?stica e cultural, mediante: II - fomento e produ??o cultural e art?stica, mediante: c) realiza??o de exposi?es, festivais de arte, espet?culos de artes c?nicas, de m?sica e de folclore;
Não se aplica
Não se aplica
Cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia, Goiânia, Porto Alegre, Salvador.Acessibilidade física: salas de apresentação que sejam acessíveis, com rampas e poltronas especiais. Acessibilidade de Conteúdo:Acessibilidade para deficientes auditivos: 05 sessões com intérprete de libras nas cidades São Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia, Goiânia, Porto Alegre, Salvador.Acessibilidade para deficientes visuais: 05 visitas sensoriais - Direcionar deficientes visuais para conhecer o cenário nas cidades São Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia, Goiânia, Porto Alegre, Salvador.Disponibilização do registro audiovisual (Teaser nas redes sociais do projeto) para divulgação da peça nas redes socias do projeto
Para Democratização de Acesso será disponibilizado para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia, Goiânia, Porto Alegre, Salvador. - Distribuição de ingressos gratuitos conforme Plano de Distribuição- Disponibilização de registros audiovisuais (Teasers) nas redes sociais do projeto gratuitamente- Disponibilização nas redes sociais do projeto a Palestra (Teasers) gratuitamente- 1 Palestra sobre "Processo de Criação do Espetáculo e Diversidade" de 30 minutos após o espetáculo com os diretores em todas as cidades Art. 28. Em complemento, adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
A Proponente exercerá as funões de Coordenadora do Projeto, Diretora de Produção e AtrizCHRISTIANA GUINLE - Diretora de Produção e AtrizEVE COSENDEY - autora e DiretoraTIAGO SANTIAGO - autor e DiretorTUCA ANDRADA - AtorLUCIANA VENDRAMINI - AtrizGISELLE TIGRE - AtrizYASMIN LIFER - AtrizAURELIO DE SIMONI - IluminaçãoCLÁUDIO TOVAR - Cenários e FigurinosCHRISTIANA GUINLE (Proponente/Diretora de Produção e Atriz)Possui sua formação inicial como atriz em O Tablado. Fez sua estreia profissional na peça O ateneu, de Aluísio Azevedo, com direção de Carlos Wilson. Trabalhou com o mesmo diretor nas peças "Os três mosqueteiros", baseada na obra de Alexandre Dumas, e "Odisseia", baseada na obra de Homero, com a qual ganhou Prêmio Mambembe de Melhor Atriz. Em 1989 esteve em cartaz com duas peças concomitantemente: "Os cegos", com direção de Moaçyr Góes, e "Lulu", de Frank Wedekind, com direção de Naum Alves de Souza. Dois anos depois foi dirigida por Ulysses Cruz na peça "La ronde", de Arthur Schinitzler. Com o mesmo diretor trabalhou em 1994 na peça "Anjo Negro" de Nelson Rodrigues, trabalho que lhe rendeu o Prêmio APCA de Melhor Atriz, e em 1996 à frente da produção de "A dama do mar", peça de Henrik Ibsen estreada no Píer Mauá, projeto inovador que impulsionou a revitalização do Cais da Gamboa, por esse trabalho foi Indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz. Em 1993 atuou na peça "O inferno são os outros", com direção de Antônio Abujamra, e foi Indica ao Prêmio Molière de Melhor Atriz. Em 2012 retornou ao teatro com a peça "Criados em Cativeiro", de Nicky Silver, com direção de Jefferson Miranda. EVE COSENDEY (autora e Diretora): Nascida e criada em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Eve graduou-se em Artes Cênicas pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras / 2018), especializada em interpretação para audiovisual e formada em direção de Cinema, Evellyn Cosendey Rosa, artisticamente Eve Cosendey, tem 27 anos e já rodou o mundo através de 80 países com mais de 23 milhões de cliques no Youtube e na Vimeo On Demand com a série "PATRÍCIA" (3 temporadas) onde foi roteirista, produtora e diretora. Indicada em categorias como Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Trilha Sonora e Melhor Obra Audiovisual a prêmios internacionais como RioWebFest e Cidadania em Respeito à Diversidade em 2021, Eve continua a produzir sua carreira no audiovisual dirigindo videoclipes, atuando como atriz e criando projetos que auxiliem à diminuição do preconceito social em relação às minorias. TIAGO SANTIAGO (autor e Diretor)Estreou no Teatro como ator em 1977, ao lado de Dina Sfat, com direção de Paulo José. Foi ator na Globo, em quadros do Fantástico (1982), direção de Domingos Oliveira, Quarta Nobre (1983) e na novela “Livre para Voar” (1984), direção de Wolf Maya. Ainda no Teatro, como ator, fez peças com Carlos Wilson (1981) , Maria Clara Machado (1982) Marilia Pera (1983) e Rosamaria Murtinho (1984). Estreou como dramaturgo em 1985, com “A Fonte da Eterna Juventude”, direção de Domingos Oliveira. Foi analista de textos da Casa de Criação, trabalhando com Dias Gomes e Ferreira Gullar, em 1986. Indicado ao Mambembe de Melhor Autor 1986 por “O Rei Mago”. Para o Teatro, escreveu ainda “Francisco”, encenação de Marcio Aurelio no CCBB Rio de Janeiro, com Du Moscovis e Bianca Byington, e “Amor de Poeta”, sobre Castro Alves. Bacharel em Ciências Sociais e Mestre em Sociologia pela UFRJ. Graduado na UCLA em Screenwriting. Como roteirista na Globo, escreveu para o Teletema (1990), Vamp (1991), Olho No Olho (1993), Você Decide (1994- 1998), Linha Direta (1999), Uga Uga (2000), Malhação (2001), O Quinto dos Infernos (2002) e Kubanacan (2003). Na Record, escreveu as novelas A Escrava Isaura (2004), Prova de Amor (2005), Bicho do Mato (2006), Caminhos do Coração (2007), Mutantes (2008) e Promessas de Amor (2009). Para o SBT, escreveu o remake da novela Uma Rosa Com Amor (2010) e Amor e Revolução (2011). Escreveu um filme piloto e uma série para a Fox, Na Mira do Crime (2014-2015). Escreveu, dirigiu e produziu o filme Possessões (2018), premiado como melhor filme estrangeiro no Los Angeles Independent Film Festival, no Spotlight Gold Award, e no Rio Fantastik. O filme estreou no Brasil em 2024. Ganhou o Premio APCA pelas novelas “A Escrava Isaura” e “Prova de Amor” em 2005 TUCA ANDRADA (Ator)Ator de teledramaturgia, cinema e teatro, Tuca Andrada é conhecido por sua trajetória em novelas históricas, como "Que Rei Sou Eu?", "Rainha da Sucata", "O Dono do Mundo", "Fera Ferida", "Porto dos Milagres", entre outras, todos na TV Globo; em cinema, atuou em filmes brasileiros marcantes, como "Super Xuxa Contra Baixo Astral", "Quem Matou Pixote?", "Guerra de Canudos", entre outros. Em teatro fez parte do elenco de "Elis, o Musical", "Nordestinos", "Crioula - A Dama do Suíngue", "Vestido de Noiva", entre outra. Recebeu diversos prêmios por seu trabalho, como o Prêmio Mambembe por "Pequenino Grão de Areia" (no começo da carreira), "Prêmio Arte Qualidade Brasil" (pela novela "Caminhos do Coração), e de melhor ator coadjuvante pelo filme "Quem Matou Pixote?", pelo Festival de Cartagena (Colômbia). LUCIANA VENDRAMINI (Atriz)Iniciou a carreira como modelo, mas quase imediatamente começou a sua carreira como atriz. Sua primeira novela foi "Vamp", em 1991. Depois, seguiu em outros produtos, como "O Rei do Gado", "Da Cor do Pecado", "Uma Rosa com Amor" e "Amor e Revolução". No cinema, atuou em "Trancado por Dentro", "O Casamento dos Trapalhões", "Intimidade" e "Andaluz". GISELLE TIGRE (Atriz)Modelo na década de 90, estampou capas de revistas e editoriais de moda. Estreou em rede nacional, em 2000, como a professora Linda da novela "Malhação" por três temporadas na TV Globo; Na novela "Amor & Revolução" do SBT, protagonizou em 2011 o primeiro beijo entre duas mulheres de uma novela brasileira. Na Rede Record participou das produções "Jesus", "Genesis" e série "Reis". No teatro, atuou nos musicais "Além do Ar", "Enlace, A loja do Ourives"; escreveu e produziu o musical infantil "Agora é Tempo", que venceu três editais de cultura e circulou por 25 cidades do Brasil. No áudio visual foi protagonista do Curta "Estrela" do cineasta paraibano Ismael Moura. YASMIN LIFER (Atriz)Bacharel em Artes Cênicas pela faculdade CAL Instituto de Arte e Cultura. No teatro musical, atuou profissionalmente nas peças “Meninas Malvadas” dirigido por Mariano Detry, “Grease - O Musical” produzido pela 4Act Entretenimento, “Se Meu Apartamento Falasse” dirigido por Charles Möeller, entre outras. No audiovisual, fez uma participação na novela "Terra e Paixão" da Rede Globo, e integrou o elenco da websérie “Patrícia”, indicada ao prêmio de melhor roteiro, melhor direção e melhor trilha sonora no Rio Webfest 2021. Sua formação artística também consiste em aulas de atuação com nomes como Ana Carter, Nadia Bambirra, Cesar Augusto, entre outros. AURELIO DE SIMONI (Iluminação)Iluminador com 46 anos de trajetória. Trabalhos executados com os principais diretores do país, como Celso Nunes, Amir Haddad, Aderbal Freire-Filho, Domingos de Oliveira, Antonio Abujamra, Moacir Chaves, Isaac Bernart, entre outros. Vencedor do Prêmio Mambembe em 1982, 1989 e 1998; Prêmio Coca-Cola em 1991, 1992, 1998 e 1999; Prêmio SATED em 1991 e 1994; Prêmio Shell em 1992, 1995, 1996 e 1997 e 2003; Prêmio Zilka Salaberry em 2006 e 2015; Prêmio Botequim Cultural, em 2015; Prêmio Cesgranrio de Teatro em 2015. CLÁUDIO TOVAR (Cenários e Figurinos)Iniciou sua trajetória artística em teatro em 1972, como integrante do grupo Dzi Croquetes, liderado por Lennie Dale, com o qual se apresentou no Brasil e na Europa. Como artista solo, começou sua carreira em 1982, atuando, ao lado de Lucinha Lins, no musical “Sempre, Sempre Mais”, apontado pela crítica especializada como um dos melhores espetáculos daquele ano no Rio de Janeiro. Como produtor, autor e diretor, realizou várias peças teatrais, muitas dirigidas ao público infantil, como, entre outras, “Sapatinho de Cristal”, “Simbad de Bagdad” e “Caixa de Brinquedos”. Como ator, participou das seguintes montagens: “Candid”; “Teatro Musical Brasileiro II”; “O Fantópera da Asma”, de sua autoria; “Ricardo III”; “Lima Barreto ao 3º Dia”; “A Caravana da Ilusão”; “Francisco de Assis”; “Cabaret Youkali”, pelo qual recebeu indicação ao Prêmio Shell de 1998, na categoria Melhor Ator; e “Aldir Blanc, Um Cara Bacana”, também de sua autoria. Como cenógrafo e figurinista, foi contemplado com os seguintes prêmios: Prêmio Mambembe de Melhor Cenário por “As Mil Encarnações de Pompeu Loureiro”; Prêmio Apetesp de Melhor Figurino por "Elas por Ela"; Prêmio Apetesp Melhor Figurino por “O Fantópera da Asma”; prêmio Shell de Melhor Figurino por "Somos Irmãs"; Prêmio Shell de Melhor Figurino e Prêmio Governo do Estado por "South American Way"; e Prêmio Shell de Melhor Cenário por "Veneza".
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.