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PRONAC 255235Autorizada a captação total dos recursosMecenato

The Pillowman - O Homem Travesseiro

D. G. INFANTINI PRODUCOES TEATRAIS E ARTISTICAS
Solicitado
R$ 778,4 mil
Aprovado
R$ 778,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-04-01
Término
2026-09-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Montagem teatral brasileira The Pillowman ? O Homem Travesseiro, dirigida por Bruno Guida e Dagoberto Feliz, que estreou em 2012 e trouxe ao palco a provocante obra do dramaturgo irland?s Martin McDonagh.?A encena??o foi marcada por uma est?tica grotesca, inspirada na linguagem do buf?o, que mistura humor ?cido, viol?ncia e elementos de f?bula. Esse estilo permitiu ? montagem transitar entre momentos de com?dia e drama, criando uma atmosfera ?nica que cativou tanto o p?blico tradicional quanto os mais jovens. A?retomada desta obra simboliza a valoriza??o de produ?es que desafiam o p?blico intelectual e emocionalmente, reafirmando o teatro como espa?o de resist?ncia, provoca??o e empatia.Ser?o 24 apresenta?es na cidade de S?o Paulo, 3 debates ap?s espet?culo e 2 palestras e 1 oficina como contrapartida social.

Sinopse

Espetáculo teatral: The Pillowman - O Homem TravesseiroNum regime totalitário não especificado, um escritor é interrogado sobre várias de suas mórbidas histórias escritas nos moldes das fábulas dos irmãos Grimm. Primeiro, acreditando ser alvo de perseguição política por ter escrito algo subversivo, ele descobre que vários assassinatos foram cometidos tendo como base, aparentemente, os seus escritos. Para piorar, se não provar a sua inocência, ele será executado até o final do dia.Oficinas:Como parte das atividades de mediação cultural ligadas à remontagem do espetáculo The Pillowman – O Homem Travesseiro, será oferecida uma oficina prática intitulada “Bufonaria e o Grotesco Cênico”, voltada para estudantes de teatro, artistas iniciantes e interessados em linguagem cênica contemporânea.A proposta é explorar os fundamentos da bufonaria, linguagem teatral que inspirou a encenação do espetáculo, marcada pelo exagero corporal, humor ácido e pela deformação crítica da realidade. O trabalho com o bufão — figura marginal, provocadora e essencialmente política — permite uma investigação cênica do absurdo e da transgressão, dialogando diretamente com os temas da peça: censura, violência institucional, narrativa como forma de resistência e o riso como ferramenta de enfrentamento.

Objetivos

Objetivo geralRemontar e circular a pe?a ?The Pillowman ? O Homem Travesseiro?, do dramaturgo Martin McDonagh, com uma ficha t?cnica relevante e importante no cen?rio art?stico brasileiro, com 24 apresenta?es na cidade de S?o Paulo. Ap?s ter passado em v?rios palcos brasileiros e ter sido aprovada pela cr?tica e pelo p?blico. A pe?a explora temas complexos, em uma linguagem rica e po?tica. Que atrav?s da hist?ria trar? uma cr?tica social e pol?tica, onde o espectador poder? refletir sobre rela?es e sobre a responsabilidade do artista e os limites entre fic??o e realidade.Oficina - ?Bufonaria e o Grotesco C?nico?, voltada para estudantes de teatro, artistas iniciantes e interessados em linguagem c?nica contempor?nea.Palestras - ser?o 2 - com temas relevantes utilizados na pe?a, como a est?tica utilizada em cena, os conflitos criados, reflex?es e situa?es pertinentes ao universo de humor/trag?dia da pe?a e vida real.Na oficina, a proposta ? explorar os fundamentos da bufonaria, linguagem teatral que inspirou a encena??o do espet?culo, marcada pelo exagero corporal, humor ?cido e pela deforma??o cr?tica da realidade.?Objetivos espec?ficos:- Remontar uma obra aclamada de um dos dramaturgos mais importantes da atualidade e que tem sido produzida em todo o mundo.- Cativar o p?blico com uma encena??o que foi marcada por uma est?tica grotesca, inspirada na linguagem do buf?o, que mistura humor ?cido, viol?ncia e elementos de f?bula. Estilo que permitiu ? montagem transitar entre momentos de com?dia e drama.- Instigar reflex?es profundas sobre liberdade de express?o, censura, abuso de poder e o papel da arte na sociedade ? quest?es que permanecem urgentes em nosso tempo.- Convite ao p?blico para pensar sobre os perigos da repress?o estatal, o impacto da viol?ncia na forma??o do indiv?duo e a responsabilidade do artista diante da realidade.- Valorizar as produ?es que desafiam o p?blico intelectual e emocionalmente, reafirmando o teatro como espa?o de resist?ncia, provoca??o e empatia. Esta remontagem representa, portanto, um ato art?stico e pol?tico de vital import?ncia no panorama cultural atual.- Introduzir a linguagem da bufonaria e sua aplica??o em cena, nas ofcinas; refletir sobre o uso do grotesco como linguagem cr?tica e criar pequenas cenas ou exerc?cios que dialoguem com trechos de The Pillowman.

Justificativa

I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso ?s fontes da cultura e o pleno exerc?cio dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionaliza??o da produ??o cultural e art?stica brasileira, com valoriza??o de recursos humanos e conte?dos locais;VII - desenvolver a consci?ncia internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou na?es.A remontagem da pe?a "The Pillowman ? O Homem Travesseiro", dirigida por Bruno Guida e por Dagoberto Feliz, se justifica pela atualidade e relev?ncia de seus temas frente ao cen?rio contempor?neo, especialmente no Brasil. A obra do dramaturgo Martin McDonagh, que combina elementos de humor ?cido, cr?tica social e linguagem po?tica, provoca reflex?es profundas sobre liberdade de express?o, censura, abuso de poder e o papel da arte na sociedade ? quest?es que permanecem urgentes em nosso tempo. Vivemos um momento de crescente polariza??o pol?tica, fragilidade institucional e questionamentos sobre os limites ?ticos da cria??o art?stica. Nesse contexto, revisitar The Pillowman ? n?o apenas pertinente, mas necess?rio. A pe?a convida o p?blico a pensar sobre os perigos da repress?o estatal, o impacto da viol?ncia na forma??o do indiv?duo e a responsabilidade do artista diante da realidade. Al?m disso, a linguagem c?nica adotada na montagem ? inspirada no buf?o, no grotesco e no hibridismo entre drama e f?bula ? dialoga diretamente com as novas gera?es, acostumadas a uma est?tica fragmentada, r?pida e visualmente marcante. A montagem j? demonstrou sua capacidade de atrair p?blicos diversos, promovendo o encontro entre o teatro contempor?neo e as urg?ncias sociais. Por fim, a retomada desta obra simboliza a valoriza??o de produ?es que desafiam o p?blico intelectual e emocionalmente, reafirmando o teatro como espa?o de resist?ncia, provoca??o e empatia. Esta remontagem representa, portanto, um ato art?stico e pol?tico de vital import?ncia no panorama cultural atual.

Estratégia de execução

Visagismo e figurinosComo forma de reforçar as deformidades de caráter , pensamentos e atitudes, os corpos dos atores sofrem alterções em suas formas como grandes corcundas, barrigas, peitorais e articulações ,deixando desproporcionais suas cabeças, braços, pernas , pés e à partir desses corpos disformes que o figurinos e maquiagens foram pensadosA maquiagem acentua peles sem viço, olheiras profundas, dentes apodrecidos, cabelos ensebados e unhas emboloradas. Esses aspectos que causam asco são conquistados através de um minusioso trabalho feito com próteses (nariz, cabelo,unhas e dentes) conduzindo essas figuras para uma atmosfera não realistaOs figurinos foram confeccionados com tecidos pesados, com cores escuras, sobreposições, trazendo contrapontos entre peças mais largas e outras mais justas para salientar as desproporções corporais e dar um caráter sombrio mas encantador, onde cada personagem traz em sua endumentária elementos e informações sobre sua posição social, sua profissão e personalidade.

Especificação técnica

Peça teatral: 140 minutos - serão 24 apresentaçõesObjetivos da Oficina: Introduzir a linguagem da bufonaria e sua aplicação em cena. Refletir sobre o uso do grotesco como linguagem crítica. Criar pequenas cenas ou exercícios que dialoguem com trechos de The Pillowman. Estimular uma leitura política e estética do corpo em cena. Público-alvo: Estudantes de teatro, performers, educadores, artistas visuais e pessoas interessadas em linguagem teatral crítica (a partir de 16 anos). Carga horária sugerida: 4 horas.Metodologia: A oficina será conduzida de forma vivencial e dialógica, com aquecimentos físicos, jogos, improvisações e análise de cenas. Também incluirá trechos do processo criativo da montagem original, possibilitando uma ponte concreta entre a teoria e a prática. Facilitador(es): Integrantes da equipe artística do espetáculo — podendo incluir o diretor, atores ou preparadores corporais envolvidos na construção da estética do bufão na montagem original.Palestra - Linguagem de cena e a vida Real - O conceito da Bufonaria e sua importância na arte e na literatura - importante ferramenta na criação de uma peça teatralDentre os objetivos, um deles seria como introduzir e representar a ironia e o humor negro em uma peça teatral.

Acessibilidade

No aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios tais como sanitários acessíveis e circulação.A produção deste espetáculo tem a preocupação de verificar espaços nos teatros que possuem acesso às PcD, na plateia e nos banheiros, assim como lanchonetes que componham o lugar.Acessibilidade com deficiência auditiva: teremos três apresentações com intérprete em libras, para que o conteúdo seja compreendido pelas pessoas com essa acessibilidade.Essa produção tem a preocupação e está atenta à inclusão e acessibilidade.

Democratização do acesso

Democratização de acessoDe acordo com o Art. 46, o plano de distribuição da proposta de nosso projeto, prevê:I - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; IV - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 80,00 (oitenta reais);V- meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o art. 1º, § 10 da Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013; VI - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; VII - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015;Os demais ingressos serão comercializados por valor popular ou de acordo com o Vale Cultura.Das Medidas de Ampliação de AcessoArt. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.Sessão exclusiva para o patrocinador, se for do interesse da empresa, beneficiando as partes envolvidas.Disponibilizar, na internet e redes sociais, registros de trechos do espetáculo, debates e das oficinas, como contrapartida social;Realizar 3 debates após apresentação;Realizar, gratuitamente, 1 oficina, como contrapartida social.

Ficha técnica

TEXTO: MARTIN MCDONAGHDIREÇÃO: BRUNO GUIDA E DAGOBERTO FELIZELENCO: BRUNO GUIDA, DAGOBERTO FELIZ, DANIEL INFANTINI, FLAVIO TOLEZANI E WANDRÉ GOUVEIACENARIO: ULISEES COHNFIGURINO E VISAGISMO: DANIEL INFANTINIILUMINAÇÃO: ALINE SANTINIPRODUÇÃO: CELIA TERPINSOs demais cargos e funções serão contratados durante a pré produção.BRUNO GUIDA - DIRETOR / ATORBruno é diretor, ator, tradutor, membro do Lincoln Center Director's Lab. Entre suas direções se destacam: “The Pillowman - O Homem- Travesseiro, “Bárbara” com dramaturgia de Michelle Ferreira, “A Ultima Entrevista de Marilia Gabriela” também de Michelle Ferreira, “Como é Que eu Vim Parar Aqui?”, “In Extremis” de Neil Bartlett, “Blackbox" do coletivo P.L.U.T.O., “Avental todo Sujo de Ovo” de Marcos Barbosa. Como ator participou de mais de 20 montagens teatrais. Como tradutor verteu obras do inglês, francês e espanhol. Estou no Teatro Escola Célia Helena em São Paulo, na Universidade Russa de Artes Teatrais (GITIS) em Moscow, na École Philippe Gaulier em Paris, e na Central Saint Martin, em Londres.DAGOBERTO FELIZ - DIRETOR / ATORFundador do Grupo Teatral FOLIAS. Graduado em Direito pela UNISANTOS. Possui cursos de Pós-graduação junto a ECA-USP na área teatral e Curso de Aperfeiçoamento para Professores - Lato Sensu - SP. Também músico de formação através de curso técnico de piano QP-4. Atuou como regente e coralista de vários núcleos corais da cidade de Santos e de São Paulo.Junto ao Folias participou como diretor, ator ou diretor musical de vários espetáculos: Chiquita Bacana no Reino das Bananas, Folias d’Arc, Folias Galileu, A Saga Musical de Cecília Santa, A Dócil, Medéia, a Mulher-Fera, Cabaré da Santa, Orestéia, El Día Que me Quieras, Otelo, Babilônia e Happy End. Com outros núcleos teatrais: A Triste História de Cândida Erêndira e sua Avó Desalmada, Amar, Verbo Intransitivo, Terrenal, Jornada de Um Imbecil Até O Entendimento, MPB-Musical Popular Brasileiro, Cantando na Chuva,Roque Santeiro, Rainhas do Orinoco, Peer Gynt, Godspell, A Tempestade, Cabaré Falocrático, Hamlet ao Molho Picante, Single Singers Bar, Le Devin Du Village, The Pillowman, Processo de Giordano Bruno, Logun-Edé, Noite na Taverna, Casting, Cabaré das Utopias entre muitos outros.DANIEL INFANTINI - ATOR / FIGURINISTA / VISAGISTA Formado em 2000 pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo- EAD / ECA / USP. Membro do Teatro da Gioconda 2001-2011, coordenador e produtor do Ponto de Cultura Casa da Gioconda 2008-2011. Em 25 anos de carreira, soma mais de 30 espetáculos teatrais, 20 filmes, 16 séries e diversos prêmios:Bibi Ferreira, Coca-Cola FEMSA, Arte Qualidade Brasil, APCA, FESTIM de Cinema de Portugal entre outros , além de indicações.No teatro, trabalhou com diretores renomados : Bob Wilson, Monique Gardenberg, Mika Lins, , Débora Dubois, Zé Henrique de Paula, Caco Ciocler, Marco Antonio Rorigues, Zeca Baleiro, Dagoberto Feliz, Bruno Guida entre outros.No cinema foi dirigido por Bruno Barreto, Rodrigo Meirelles, José Eduardo Belmonte, Monique Gardenerg, Laís Bodansky, Gustavo Bonafé, Julia Jordão, Rodrigo Zamforlin , Roberto Dávila, Leandro HBL, Mariana Yussef, Kauê Teloli entre outros.Como figurinista e visagista soma mais de 100 produções com renomados diretores : Kiko Maques, Zé Henrique de Paula, Caco Ciocler, Bruno Guida, Dagoberto Feliz, Fernando Nitsch, Fernando Scrich, Rafael Gomes, Grace Passô, Carla Candioto, Mika Lins, Rui Ricardo Dias, Lavínia Panunzio, Debora Dubois, Marco Antonio Rodrigues, Rhena de Faria, Erica Montanheiro, entre outros. Possui 6 importantes prêmios além de indicações.ALINE SANTINI - ILUMINADORA— Foi iluminadora da “Terça-Insana”, direção de Grace Gianoukas, por cinco anos. Foi iluminadora de Gerald Thomas (“Um Circo de Rins e Fígados”, com Marco Nanini) e do projeto de quatro espetáculos “Asfaltaram a Terra”, dirigidos por Gerald Thomas que estreou em abril 2006 no Sesc Vila Mariana. Em 2005, ilumina o espetáculo “Do que Orlando me Disse”, com Paula Picarelli, direção Georgette Fadel. Em maio de 2007, cria a luz do espetáculo de dança-teatro "Gira", direção de Estelamare dos Santos para o festival de dança do CCSP. Ilumina o espetáculo "Como me Tornei Estúpido", com a Cia. Estúpida, direção de Beth Lopes. Em janeiro de 2008, ilumina o espetáculo de dança "Cinco Peles do Samba - Sala de Estar", com a Cia. Arquitetura do Movimento, direção de Andrea Jabour. Em março ilumina o concerto encenado "Sheherazade", com a Cia. Imago, direção cênica de Fernando Anhê, regência Jamil Maluf, no Teatro Municipal de São Paulo. Em agosto, ilumina o espetáculo de dança-teatro "Love and Blembers", direção de Georgette Fadel, que esteve em cartaz no Sesc Paulista. Em janeiro de 2009, ilumina a peça "A Noite do Barqueiro", comemorativo de 30 anos de carreira do ator Helio Cicero, direção e dramaturgia Samir Yazbek. Em junho iluminou "Orinoco", com direção de Dagoberto Feliz. Também assina a luz dos espetáculos: ""Teatro para Pássaros", direção de Roberto Lage, com aCia. Bravos Atores; "Bem-Vindo, Estranho", direção de Murilo Pasta; "The Pillowman – O Homem Travesseiro", direção de Bruno Guida e Dagoberto Feliz; e "Ludwig e Suas Irmãs", direção de Eric Lenate.Celia Terpins - produção e assessora de projeto - Produtora Cultural desde 2003, educadora e coordenadora de 1977 a 2016; sócia-fundadora da ABM - Academia Brasileira de Musicais, associação de natureza cultural; conselheira (suplente) da CAAPC-Comissão de Averiguação e Avaliação de Projetos Culturais (área: Artes Cênicas) da Prefeitura da Cidade de São Paulo (Decreto n.º 45.595 de 2005, gestão do Secretário Municipal de Cultura, Sr. Carlos Augusto Machado Calil), de fevereiro a dezembro de 2012. Alguns Projetos: Será um Grito Musical, Teatro de Ideias – Teatro B32 fev-março 2024; Um Dia de Circo – 2023; Sonho de uma noite Sem Palavras – Pronac; Cinco Poemas para a Senhora R – 2023; Projeto executado Proac 37/2021 Rita Braun Vive – 2023; Teatro de Ideias – com Daniel Warren – 2020 – Teatro Alfa; Oficinas Online com Daniel Warren para escolas e empresas em 2020 e 2021; Projeto Crianceiras com Márcio de Camillo – 2021; Oficinas Online para escolas e empresas com Daniel Warren com parceria com a Maurício de Sousa Produções – 2020 e 2021; Dia Branco – A Viagem de Rosa dos Ventos - Lei Rouanet nº Pronac: 161286 como proponente, ano 2018; Rita Braun – Lei Rouanet nº Pronac: 161127 como proponente, ano 2018; Rita Braun Vive – ProAC código 28554, ano 2019 projeto aprovado; William Marks Canta Elvis nº Pronac: 181980 como direção de produção; Sesc Pompéia – 2019; A Comédia dos Erros, produção de junho e julho de 2019 – Teatro Alfredo Mesquita; O Mistério no Expresso do Oriente, temporada no Sesc Consolação em março e abril de 2017, como produtora; 2018 Sesc São José, Registro e Piracicaba; Fábricas de Cultura agosto e setembro 2018; Teatro Viradalata em fevereiro de 2019; Festival de Arte & Talentos, Teatro Municipal – SP - ProAC ICMS como produtora, ano 2017; Estação do Adeus, direção de Olívia Teixeira em 2016; produtora do Grupo Chorus Brasil; Grupo Mil Coisas, de Yara Tappis, durante a Virada Cultural em São Paulo em 2015.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.