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O projeto propõe a criação de um trio elétrico concebido como escultura sonora em movimento, que integra som, água, luz, consciência ambiental e arquitetura em uma experiência sensorial urbana. Inspirado nos fluxos invisíveis que sustentam a cidade e a vida, mistura arte, tecnologia e ancestralidade. Mais que um veículo, é uma instalação viva em deslocamento. O público é convidado a ver, ouvir e sentir a cidade de outro modo a partir de uma apresentação cênica sobre a plataforma andante e também nas ruas por onde o espetáculo passar.
O projeto apresenta um espetáculo inédito: uma escultura cênica sonora em movimento que transforma a cidade em palco sensorial. Entre vapores, ritmos e feixes de luz, Salvador é redesenhada como território de poesia viva, onde som e água se entrelaçam em uma linguagem que desperta sentidos e provoca consciência ambiental. A proposta convida o público a vivenciar um novo carnaval, onde ancestralidade e inovação caminham lado a lado. Tradição, tecnologia e afeto vibram em sintonia sobre o trio elétrico e nas ruas, criando uma encenação pulsante que celebra o invisível, o coletivo e o sagrado da festa popular brasileira.
Objetivo Geral: Promover uma experiência artística urbana imersiva e multidisciplinar por meio da criação de um trio elétrico concebido como escultura sonora em movimento, integrando música, arquitetura, água e tecnologia em um percurso performativo que ressignifica os fluxos invisíveis da cidade e propõe uma nova relação entre arte e espaço público, a partir da utilização da linguagem teatral. Específicos: 1. Criar um trio elétrico com estrutura cenográfica inovadora, inspirada em fluxos urbanos de som e água, utilizando recursos de engenharia, design arquitetônico e arte visual, desenvolvendo um sistema sensorial de resposta sonora e hidráulica, com elementos como fontes d’água, névoas, superfícies vibratórias e luzes cinéticas sincronizadas à uma apresentação cênica teatral com espectativa de público mínimo de 24.000 pessoas, estimulando a percepção crítica e poética do espaço urbano por meio que transforma a cidade em obra e o público em participante ativo.2. Ampliar os repertórios estéticos do carnaval e da arte pública, incorporando linguagens contemporâneas.3. Valorizar saberes artísticos e tecnológicos afro-brasileiros presentes nas matrizes rítmicas e simbólicas do projeto, especialmente os ligados à oralidade, ao candomblé e à ancestralidade da água.4. Democratizar o acesso à arte por meio de apresentações teatrais em espaço aberto, gratuitas e acessíveis a diferentes públicos.5. Produzir registros audiovisuais e reflexivos (vídeos, fotos, textos críticos) sobre o processo de criação e circulação da escultura sonora, contribuindo para a difusão e memória da proposta.
O projeto "É pela água que a canção escorre. Omi ni Orin nṣàn." nasce da urgência de repensar os modos de ocupação e vivência das cidades por meio da arte. Em um cenário urbano cada vez mais fragmentado, marcado por fluxos acelerados, exclusões territoriais e homogeneização cultural, torna-se necessário propor experiências que reencantem o espaço público e restituam à arte seu poder de conexão sensível, simbólica e social. O projeto é aqui ressignificado como escultura sonora em movimento — um artefato poético-tecnológico que transforma a cidade em espaço de fluxo, presença e escuta, interpretando o conceito a partir de apresentações cênicas teatrais que se repetem ao longo do percurso de apresentação.O projeto propõe, portanto, a fusão entre a arte do teatro musical e engenharia, som e água, tradição e inovação. Utilizando recursos contemporâneos de cenografia, tecnologia sensível, hidráulica e iluminação reativa, a escultura sonora traduz o invisível da cidade — seus encanamentos, seus ritmos, suas vozes — em espetáculo de rua. A escolha pela água como elemento poético central é também simbólica: a água é matriz de vida, deuteragonista das mitologias africanas, arquétipo de memória e transformação. Assim como o som, ela escorre, reverbera, molda territórios e conecta corpos.A proposta visa ampliar os sentidos da arte pública, oferecendo uma experiência estética acessível, democrática, multissensorial e comprometida com a sustentabilidade ambiental, promovendo a conscientização ecológica por meio da integração entre arte, natureza e tecnologia. Em um país onde o acesso à arte ainda é profundamente desigual, a presença de uma obra que circula pelas ruas, que canta, brilha e respinga sobre o público, constitui um gesto de radical inclusão. Mais que um espetáculo, trata-se de um acontecimento urbano.Do ponto de vista simbólico, o projeto dialoga com conceitos como o"entrelugar" de Homi Bhabha, a performance como rito de regeneração urbana (Victor Turner) e a arte como inscrição do sensível no espaço coletivo (Jacques Rancière). Ele propõe não apenas ver ou ouvir, mas sentir a cidade por dentro — seus fluxos, seus afetos, suas ancestralidades.Dessa forma, o projeto justifica-se pela sua originalidade estética, relevância simbólica, potencial de impacto social e diálogo com as tradições afrobrasileiras. Ele amplia os repertórios do carnaval e da arte pública, ao mesmo tempo em que honra sua história e aponta caminhos futuros. Sendo assim, o projeto se enquadra nos termos do Art. 1o da Lei nº 8.313/91, abrangendo os seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Quanto ao artigo 3o da mesma lei, o projeto se enquadra nos seguintes incisos:II - fomento à produção cultural e artística mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de arte cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
O projeto “É pela água que a canção escorre. Omi ni Orin nṣàn.” prevê o estabelecimento de parcerias estratégicas com instituições culturais, universidades públicas e privadas, centros de pesquisa e tecnologia, coletivos artísticos e espaços de formação não formal. Essas parcerias serão fundamentais não apenas para o aprimoramento técnico e conceitual da escultura sonora em movimento, mas também para a ampliação do alcance social, educativo e cultural da proposta.As colaborações visam a criação de uma rede transversal e interinstitucional que permita o intercâmbio de saberes entre artistas, engenheiros, estudantes, pesquisadores e comunidades. Nesse sentido, o projeto se propõe como catalisador de um processo coletivo de aprendizado e inovação, em que diferentes áreas do conhecimento — como engenharia acústica, arquitetura efêmera, artes visuais, cultura digital, design sensorial e saberes ancestrais afro-brasileiros — dialogam e se entrelaçam.Por fim, essas ações complementares reforçam o compromisso do projeto com a formação de público, a valorização da memória cultural e a construção de um legado que vá além do espetáculo — afirmando o trio não apenas como performance de rua, mas como campo expandido de pesquisa, encontro e transformação.Roteiro Teatral Integrado à Escultura Sonora: Título cênico: O Canto das Águas Invisíveis.Gênero: Cortejo-poema em movimento, inspirado na tradição oral afrobrasileira e na narrativa alegórica dos desfiles de escola de samba. Duração total: Aproximadamente 40 minutos, divididos em Prólogo e quatro quadros narrativos.Elementos cênicos centrais: Griot-Narrador, Tambor Ancestral, Encantada das Águas, Espírito do Som e Coro Popular. O trio elétrico funciona como palco-nave, contendo dispositivos de luz, água e som que respondem às ações dramáticas. PRÓLOGO – A Voz que Desperta: As luzes âmbar se acendem suavemente. Um Griot-Narrador surge na proa do trio, portando um pequeno atabaque. Ele entoa um canto iorubá abafado pelas caixas omnidirecionais, instaurando o ambiente sagrado da escuta. GRIOT: “Omi ni Orin nṣàn… É pela água que a canção escorre! Quem ouve a nascente, entende o caminho. Quem escuta o tambor, sente o coração da cidade.” Ao final do verso, o Griot golpeia o tambor. Cada batida dispara ondas de luz azul sobre as laterais translúcidas do caminhão, revelando padrões sonoros de cymatics que dançam em sincronia com a vibração do som. QUADRO I – O Chamado do Tambor: O som grave dos surdos ressoa. Dos alto-falantes vazam fragmentos de cantigas de trabalho e ijexá. O Espírito do Som, performer em figurino espelhado, emerge de trás do Griot brandindo um bastão de LED. Cada toque do bastão ativa faixas de luz vertical na fachada do trio, como pulsações vitais.Espírito do Som: “Sou eco antigo, sopro metálico, voz sem nome.” Griot: “Então vibra! Desperta a cidade-corpo para ouvir-te.” Percussionistas convidados formam um semicírculo no asfalto, criando um diálogo rítmico entre o trio e a rua. O público é estimulado a responder com palmas, iniciando a primeira conexão simbólica de canais entre os corpos presentes. QUADRO II – Os Veios da Cidade: Névoas brancas irrompem das laterais inferiores do trio, como se canos subterrâneos tivessem sido abertos. Surge então a Encantada das Águas, envolta em véus translúcidos e tons de azul. Ela dança com movimentos ondulatórios que acionam sensores de proximidade, enquanto jatos finos de água se acendem em tons de laranja e verde, desenhando arcos sobre o público.No telão de LED, animações de mapas fluviais antigos de Salvador se fundem a esquemas de tubulações urbanas, revelando a anatomia líquida da cidade. Encantada:“Carrego histórias de nascentes esquecidas.Sequer me vês, mas bebes de mim.” A música mistura cantigas de pescador com beats eletrônicos, criando o entrelugar poético entre tradição e modernidade. QUADRO III – O Encontro dos Fluxos: O ritmo acelera. As luzes cinéticas se sincronizam com a pulsação da música. Entra em cena o Coro Popular, formado por atores-dançarinos com figurinos que evocam conchas, encanamentos e elementos da natureza corrompida pela urbanização. Cada performer carrega pequenos timbais com lanternas acopladas. Ao serem percutidos, disparam flashes estroboscópicos, como se gotas iluminadas saltassem pelo ar. O Griot ensina ao público um refrão simples: “Ô-mi ê, Orin ê!”, que é entoado em forma de chamada e resposta. A água vaporizada com aromas naturais é lançada sobre o público, criando um microclima sensorial e fortalecendo o elo entre escuta, corpo e ambiente. QUADRO IV – A Revolta do Silêncio e a Reconciliação: Subitamente, o som cessa. Um blackout breve se instala. Apenas o som do gotejo é ouvido. Na escuridão, a Encantada ergue um jarro iluminado, de onde emerge um fino fio d’água. O Espírito do Som tenta emitir sua voz, mas não consegue. Gesticula em desespero, simbolizando o rompimento entre som e fonte. GRIOT: “Quando calamos a fonte, quebramos também o canto.Que a água volte a cantar, que o som volte a correr!” Um crescendo percussivo toma conta do ambiente. As luzes retornam em azul e dourado, e uma cascata digital desce da traseira do trio — formada por projeção e véu aquoso. O cortejo atravessa a cortina translúcida, enquanto a música ressurge com uma fusão entre maracatu e sintetizadores, sinalizando o renascimento do equilíbrio. EPÍLOGO – Travessia Rumo ao Amanhã: A sonoridade desacelera para um ijexá suave. O Griot volta a se dirigir ao público em tom de despedida: GRIOT:“A canção escorre, segue adiante, encontra novos leitos.Guardem este eco dentro de vocês:que cada passo seja tambor, que cada gesto seja rio, e que a cidade nunca deixe de ouvir-se.” Ao final, um jato de água forma um leque sobre o público. Uma luz branca se abre, evocando a claridade do amanhecer. O trio prossegue lentamente pelas ruas, convidando quem quiser a acompanhá-lo no trajeto, agora não mais como espectador, mas como parte da escultura viva que pulsa, vibra e transforma. 5. Observações Cênicas e Técnicas: 1. Todos os efeitos de luz, som e água podem ser programados via sistema DMX/OSC, com automação precisa e segurança. 2. O público é inserido na dramaturgia por meio de recursos participativos, como refrões cantados, dispositivos de luz interativos e experiências táteis. 3. O Griot funciona como narrador e condutor do rito, inspirado na figura do alagbê da tradição yorubana, podendo incluir trechos de orikis e provérbios africanos. 4. O sistema hidráulico operará em ciclo fechado com filtragem, assegurando sustentabilidade e reutilização durante toda a performance. Este roteiro teatral integra-se organicamente à proposta do projeto, convertendo o trio elétrico em um corpo narrativo em movimento. A história não é apenas contada: ela é sentida, respirada e atravessada. Com base na tradição oral afro-brasileira, na estética do carnaval de rua e na arte pública contemporânea, a performance estabelece vínculos entre o passado ancestral e as paisagens sonoras e líquidas do presente.
1. Estrutura do Trio Elétrico:Caminhão adaptado com reforço estrutural;Isolamento acústico;Suporte para tecnologia hidráulica e de iluminação;Estrutura cenográfica translúcida, sensível ao som e luz.2. Sistema Sonoro:Caixas de som omnidirecionais;Microfones de captação ambiente e de performance;Mesas digitais com integração MIDI/OSC;Sensores sonoros acoplados a elementos visuais e de luz.3. Sistema Hidráulico:Bombas de pressão e válvulas automatizadas;Fontes de jatos d’água coreografados;Vaporizadores e dispositivos de névoa;Sistema de reúso em ciclo fechado com filtragem sustentável.4. Sistema de Iluminação:Refletores cinéticos;LEDs endereçáveis reativos ao som;Mapping visual sobre superfícies móveis;Controladoras DMX e efeitos de luz programáveis.5. Equipe Técnica e Artística:Direção Geral: Carlinhos Brown;Músicos, técnicos de som e luz, cenógrafos, engenheiros (hidráulico, de som e iluminação), artistas visuais, arquitetos;Equipe de registro audiovisual (fotos e vídeos);Arte-educadores e coordenador pedagógico.6. Registro e Documentação:Filmagens profissionais em 4K;Fotografias de processo e apresentações;Depoimentos e entrevistas com participantes.
O projeto assegura acessibilidade física, sensorial e comunicacional em todas as suas etapas. O percurso da escultura sonora será planejado para permitir o acesso de pessoas com deficiência motora e mobilidade reduzida, separando áreas específicas para este público(acessibilidade física). Serão disponibilizados intérpretes de Libras nas apresentações, audiodescrição a partir de "QR" codes, com acesso livre a partir de "smart phones". Todo o conteúdo de divulgação incluirá versões acessíveis para pessoas com deficiência visual e auditiva. Além disso, a proposta estética considera a multissensorialidade como princípio, fazendo com que som, luz e vibração criem um ambiente acessível também aos corpos não normativos.Disponibilização de equipe de monitores para atendimento a pessoas com dificuldade de compreensão de conteúdo (definiciências intelectuais), encaminhando esse público para áreas específicas no percurso das apresentações.
As apresentações do projeto ocorrerão em vias públicas, com entrada totalmente gratuita. O caráter itinerante da escultura sonora permitirá sua circulação por diferentes bairros, ampliando o alcance e promovendo o contato direto entre arte e comunidade. Haverá ações de mediação com escolas públicas e coletivos culturais locais, convidando os moradores a interagirem com a obra. Toda a documentação audiovisual será disponibilizada online de forma gratuita. A democratização de acesso é um princípio central do projeto, alinhado à missão de tornar a arte um direito e não um privilégio.Em atendimento ao artigo 47, da Instrução Normativa n.23/2025, o proponente se compromete a atender o inciso III do citado artigo:"disponibilizar, na internet, registros audiovisuais do espetáculo, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição."
1. ADAILTON SILVA COELHO (ROADIE):CPF: 365.408.465-68.Técnico com ampla experiência em montagem e desmontagem de palcos e equipamentos de som. Atua há mais de 10 anos no suporte logístico de shows e turnês. Responsável pela organização de instrumentos e apoio técnico direto aos músicos. Preza pela agilidade e segurança no trabalho.2. AMANDA THEREZA PINTO AGUIAR (PRODUÇÃO BANDA):CPF: 908.211.655-34.Produtora especializada em gerenciamento de agendas, ensaios e necessidades técnicas da banda. Coordena logística, comunicação e cronograma das apresentações. Com experiência em eventos de médio e grande porte, atua com eficiência e pró-atividade.3. ANDERSON TELES RIBEIRO (BARBEIRO):CPF: 031.745.095-64.Barbeiro e visagista com atuação no setor artístico e de entretenimento. Especialista em cortes estilizados, barba e cuidados masculinos para palco e TV. Atende artistas e músicos com pontualidade e profissionalismo.4. CARLOS EDUARDO BORGES OLIVEIRA (TÉC MONITOR):CPF: 785.358.675-20.Técnico de monitor com experiência em mixagem de palco. Atua diretamente com músicos para garantir retorno de som personalizado. Domínio em equipamentos digitais e analógicos.5. DIEGO NASCIMENTO SILVA FILGUEIRAS (VJ):CPF: 057.793.785-50.Artista visual e VJ com atuação em shows, festivais e espetáculos multimídia. Responsável pela projeção de conteúdos visuais ao vivo, integrando imagem e som. Utiliza softwares de ponta e tem domínio em estética visual para palco.6. ELISANGELA CARVALHO (MAKE):CPF: 033.737.155-55.Maquiadora profissional com experiência em shows, ensaios fotográficos e televisão. Especialista em maquiagem artística, cênica e de longa duração. Atende artistas com sensibilidade estética e técnica apurada.7. ERICA LANE DA SILVA MEDRADO (PRODUTORA PESSOAL):CPF: 789.955.665-15.Produtora pessoal com experiência no acompanhamento de artistas em turnês. Atua na organização de demandas individuais, figurinos, agenda e suporte diário. Preza pelo cuidado, discrição e organização.8. FÁBIO LUIS DOS SANTOS LOPES (TÉC PA):CPF: 834.460.285-87.Técnico de PA com sólida atuação em sonorização de grandes eventos. Responsável pela mixagem de som para o público, garantindo alta qualidade e fidelidade sonora. Especialista em sistemas de áudio e operação ao vivo.9. FLAVIO VIEIRA DULTRA (COORD. PRODUÇÃO):CPF: 925.553.145-04.Coordenador de produção com ampla trajetória em eventos culturais e musicais. Gerencia equipe técnica e logística de montagem, transporte e cronograma. Atua com precisão e visão estratégica.10. JAMILE ALVES DOS SANTOS (HAIR STYLIST):CPF: 033.313.165-71.Hair stylist com especialização em penteados cênicos, editoriais e de palco. Atua na preparação visual de artistas, respeitando estilo e identidade. Dinâmica, criativa e atualizada nas tendências.11. KELLY CRISTINA GRESIK FERREIRA (TÉC TELEPROMPTER):CPF: 160.601.257-60.Técnica em teleprompter com experiência em shows e apresentações ao vivo. Atua com precisão no controle de roteiro para artistas. Pontual, discreta e com leitura fluente de palco.12. LUCAS PIAUILINO ALVES DOS SANTOS (TÉC LUZ):CPF: 019.264.195-61.Técnico de luz com domínio em iluminação cênica e de shows. Atua na programação e operação de equipamentos de iluminação. Experiente em criar atmosferas visuais que dialogam com a música.13. MOISES MOURA BARBOSA SANTOS (SEGURANÇA):CPF: 021.030.665-37.Agente de segurança com perfil discreto e altamente observador. Experiência com público, bastidores e escolta de artistas. Treinado em controle de acesso e prevenção de incidentes.14. RIVANILDO JESUS DE ALMEIDA (ROADIE):CPF: 802.098.745-20.Roadie com experiência na montagem e desmontagem de equipamentos de palco. Atua com agilidade e cuidado técnico. Acostumado a trabalhar sob pressão em turnês e festivais.15. UELINTON CERQUEIRA SANTOS (ROADIE):CPF: 512.340.845-20.Profissional de suporte técnico especializado em montagem de instrumentos e cabos de palco. Atende demandas da equipe técnica com responsabilidade e organização.16. HARDMAN & ROQUE (ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO):CNPJ: 20.252.606/0001-21.Resumo do Serviço:Empresa responsável pela administração geral do projeto, incluindo gestão orçamentária, prestação de contas, contratação de profissionais e controle financeiro. Atua com transparência e rigor técnico, garantindo a conformidade com as exigências legais e de órgãos de fomento. 17. ANDRÉ SAMPAIO E CASA DE CULTURA ANDRÉ SAMPAIO (COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E CONCEPÇÃO DO ROTEIRO):CNPJ: 34.469.476/0001-98.CPF: 071.407.497-79.Resumo do Serviço:Responsáveis pela elaboração conceitual e dramatúrgica do roteiro artístico e pela coordenação pedagógica do roteiro, já que o projeto tem um caráter também educativo em relação a consciência ambiental. A Casa de Cultura André Sampaio atua com foco na formação artística inclusiva, diversidade e inovação nos processos criativos. 18. PILAR DAS PRODUÇÕES E EVENTOS LTDA (PROPONENTE E COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO):CNPJ: 17.092.056/0001-16.Resumo do Serviço:Empresa proponente responsável por toda a coordenação executiva do projeto. Gerencia contratos, articulação institucional, logística de produção, execução dos produtos culturais e relacionamento com patrocinadores e órgãos públicos. Atua como elo central entre equipe técnica, artística e administrativa.19. ANTONIO CARLOS SANTOS DE FREITAS (CARLINHOS BROWN) – DIRETOR ARTÍSTICO:CPF: 372.095.315-72.Resumo do Serviço:Artista, compositor, produtor e multi-instrumentista reconhecido internacionalmente, Carlinhos Brown atua como Diretor Artístico do projeto, sendo responsável pela curadoria estética, musical e simbólica da proposta. Coordena o conceito criativo, as escolhas de repertório e a orientação cênica do espetáculo, garantindo excelência e identidade cultural afro-brasileira. 20. GILSON SANTOS DE FREITAS – PRODUTOR EXECUTIVO:CPF: 332.094.215-87.Resumo do Serviço:Produtor experiente com mais de 20 anos de atuação no setor cultural. Responsável pela produção executiva de alto nível, planejamento estratégico, controle de cronograma e coordenação das equipes de produção. Atua na interface entre as áreas artística, técnica e administrativa, assegurando a fluidez e a qualidade da execução do projeto. 21. CHETTO E CHETTO ADVOGADOS ASSOCIADOS (ASSESSORIA JURÍDICA):CNPJ: 07.766.857/0001-66.Resumo do Serviço:Escritório Boutique de Advocacia de Negócios, organização especializada na prestação de serviços jurídicos voltados especialmente para a atividade empresarial, famílias empresárias e empreendedores em geral. Constitui-se numa sociedade de cultura artesanal, em que os trabalhos são executados sob medida e supervisionados diretamente por seus sócios, sem, jamais, abdicar de uma gestão altamente profissional, com governança e tecnologia. Com relevante atuação no segmento cultural, artístico e musical, é a sociedade de advogados responsável pela assessoria jurídica do empreendimento ora apresentado, durante todas as etapas de execução do projeto, atuando especialmente na elaboração e análise de contratos, relação com patrocinadores e investidores e consultoria para adequação à lei de incentivo juntamente com a empresa contratada para administrar o projeto.22. Juan Graciano Sala Franco (Arquiteto):CPF: 065.591.175-88Juan Graciano é sócio da empresa Megapro Eventos Ltda é uma empresa especializada na criação, produção e gestão de eventos culturais, corporativos e institucionais. Sediada em Salvador, Bahia, e registrada sob o CNPJ 21.869.846/0001-32, a Megapro atua com excelência no mercado, oferecendo soluções completas e personalizadas para cada projeto. Com uma equipe experiente e comprometida, a empresa se destaca pela capacidade de transformar ideias em experiências memoráveis, prezando sempre pela qualidade, inovação e responsabilidade técnica em todas as etapas da produção.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.