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Este projeto tem como objetivo geral e principal comemorar o centenário de Eladio Pérez-González, personalidade fundamental da música brasileira e da trajetória da Fundação de Educação Artística, recuperando sua biografia e seu legado para Minas Gerais e para o país.
1 - Livro: Centenário de Eladio Pérez-González – Biografia; Catálogo de obras dedicadas ao Eladio e obras encomendadas por ele; Repertório de autoria de compositores brasileiros dedicados ao Eladio; Linha do tempo;Distribuição gratuita 2 - Exposição: Centenário de Eladio Pérez-González- Exposição de fotos, partituras, documentos, entrevistas e gravações referentes à atuação de Eladio e aos quatro Encontros Latino-americanos de Compositores e Intérpretes.A proposta desta mostra é criar uma experiência imersiva, onde as fotografias, cartazes, filmes e a plotagem do espaço se entrelaçam para revelar diferentes facetas do artista: seu talento vocal, sua paixão pela música, seu papel como professor e mentor, além de momentos íntimos e públicos de sua trajetória. Esta exposição não é apenas uma retrospectiva, mas uma celebração viva de um artista que dedicou sua vida à arte e à educação, inspirando e transformando vidas através da música. Um convite aos visitantes a explorar, refletir e se emocionar com essa homenagem que une passado, presente e futuro em uma única narrativa.Entrada livre3 - Concerto comemorativo com participação de artistas e ex-alunos de Eladio Pérez-González
OBJETIVO GERAL Comemoração do centenário de Eladio Pérez-González, notável barítono, professor de técnica vocal e interpretação. Um paraguaio que se dedicou à música brasileira. Personalidade fundamental na trajetória da Fundação de Educação Artística. ESPECÍFICOS 1) CONCERTOConcerto comemorativo com participação de artistas e ex-alunos de Eladio Pérez-González2) ACERVO 2.1 - Catalogação e digitalização do acervo para disponibilização no site da FEA; Organização de índices de obras de compositores brasileiros encomendadas, estreadas e difundidas por Eladio, ou a ele dedicadas.2.2 - Publicação de Livro sobre a história de Eladio Pérez-González3) EXPOSIÇÃOExposição de fotos, partituras, documentos, entrevistas e gravações referentes à atuação de Eladio Pérez-González
Tributo a um paladino da música brasileira: Eladio Pérez-González Nascimento 18 de fevereiro 1926 - Falecimento 13 de agosto de 2020Centenário de Eladio Pérez-González (1926-2026)A Fundação de Educação Artística ? inaugurada em Belo Horizonte em 1963 ? criara, em 1967, os Festivais de Inverno, em Ouro Preto, que se tornaram, anualmente, num dos acontecimentos culturais mais importantes do país para a atualização da formação artística. Embora adotado pela Universidade Federal de Minas Gerais para sua configuração geral, no campo da Música do Festival de Inverno criou-se e se manteve sob orientação artística da Fundação de Educação Artística, conservando sua autonomia até 1986.Em 1970, a F.E.A. convidou o renomado artista e professor Eladio Pérez- González, então residente em São Paulo, para integrar o corpo docente do IV° Festival de Inverno ? sua presença e atuação foram decisivos para a definição dos rumos assumidos pelos festivais seguintes, que passaram a definir-se como campo privilegiado da composição musical contemporânea.Convidado a integrar o corpo docente da F.E.A., Eladio Pérez-Gonzalez passou a ter uma atividade intensa junto a essa instituição, contribuindo, entre outras iniciativas culturais, para a criação de um intenso intercâmbio latino-americano e para a difusão dos compositores brasileiros.Sua presença e dedicação foram fundamentais durante cinquenta anos junto à Fundação de Educação Artística e exigem que, no ano de seu centenário, a instituição divulgue e celebre a sua vida de extraordinário humanista e artista.Berenice MenegaleIdentificação do homenageadoEladio Pérez-González nasceu em 1926, em Assunção, Paraguai, e morreu em 2020, no Rio de Janeiro. Seus estudos de música foram realizados na América e na Europa, onde obteve importantes prêmios como intérprete. Cantor, músico de exceção, professor, sua vida foi integralmente dedicada ao estímulo e à difusão da música brasileira e latino-americana. Durante cinquenta anos (de 1970 a 2020) esteve vinculado à Fundação de Educação Artística (BH), contribuindo fortemente para a construção ali de uma mentalidade renovadora que se sedimentou e tornou-se referência no Brasil e na América Latina. A partir da Fundação orientou os principais grupos corais de Minas Gerais. Além da formação de cantores, Eladio preparou inúmeros atores, entre os quais figuram alguns dos maiores artistas brasileiros. Pelas características de sua personalidade e de sua formação, por sua generosidade, dedicação e personalidade ? Eladio Pérez-González conquistou a admiração e a amizade de seus alunos e companheiros de trabalho. A proposta se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Conforme o artigo Art. 3° da Lei 8313/91 referente aos objetivos que serão alcançados com a proposta. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos;
Eladio Pérez-González - Nascido em 18 de fevereiro de 2026 em Assunção, Paraguai, Eladio Pérez-González iniciou nessa cidade os estudos musicais. Mudou-se para o Brasil em 1947, tendo estudado em São Paulo, cidade em que desenvolveu grande parte de sua vida profissional como músico e professor. Sua formação musical, vocal e teatral foi aprimorada nos EUA, Alemanha e França, países em que atuou como solista em recitais e concertos com orquestra. Gravou para a BBC de Londres e em Paris com a pianista Fany Solter. Recebeu na França os prêmios ORTF (1962) e Arts et Lettres-Excellence (1965) do Concours International d”Interprétation de la Mélodie Française. Participa de eventos que divulgam a música de nosso tempo, tanto no Brasil quanto no exterior. Foi protagonista de óperas de Jorge Antunes, Ernst Mahle, Rufo Herrera e Tim Rescala. É autor do livro “Iniciação à Técnica Vocal”, em que expõe sua experiência como professor em cursos de canto e de técnica vocal para regentes de coro, atores e outros profissionais da voz. Residiu no Rio de Janeiro. Em Belo Horizonte, ministrou cursos na Fundação de Educação Artística. Desde os Festivais de Inverno das décadas de 1970 e 1980, e dos Encontros de Compositores e Intérpretes Latino-americanos, foi responsável por ações de difusão da música brasileira e latinoamericana e de incentivo aos jovens compositores, mantendo também atividade intensa de duo com a pianista Berenice Menegale. Interpretou o Lanto em Paris, sob a regência de Daniel Chabrun, em São Paulo, e no Rio de Janeiro com Henrique Morelenbaum.Expertise para o projeto A Fundação de Educação Artística (FEA) tem 60 anos de experiência como entidade educadora, difusora e incentivadora da criação musical no Brasil. Sua atuação como polo irradiador de cultura não se limita à área musical, por sua proposição de acesso à cultura no sentido mais amplo, aliando outras áreas na formação do indivíduo. Desde sua criação, foi concebida como uma escola livre em com isso, desenvolveu diversas metodologias próprias de ensino. É uma proposta educacional em constante renovação, com professores altamente capacitados. Merece a menção que dezenas de professores de universidades brasileiras foram alunos e tiveram sua trajetória marcada pela passagem pela FEA. Vale destacar ainda que a FEA sempre abrigou alunos impossibilitados de arcar com os custos dos cursos e oficinas. Manteve, ao longo dos anos, programas de bolsas de estudos para estudantes economicamente desfavorecidos, o que é mantido desde 1963. Sua contribuição como difusora e promotora cultural por meio da música tem conquistas decisivas para a formação artística no país. Sua atuação inovadora remonta à década de 1960, quando cofundou o Festival de Inverno de Ouro Preto, coordenando a área de música de 1967 a 1986, na figura de sua fundadora, Berenice Menegale. Na década de 1980, a música de vanguarda teve novo impulso com a realização de quatro Ciclos de Música Contemporânea, eventos que marcaram e formaram muitos músicos, artistas e futuros professores. Merece ainda a 2 menção a realização de quatro Encontros de Compositores Latino-Americanos, que estabeleceram articulação além das fronteiras nacionais e executaram dezenas de obras inéditas, a partir do qual se constituiu um acervo único de partituras de música contemporânea de autores da América Latina, hoje disponível na biblioteca da FEA. A FEA sempre foi marcada pela constante renovação metodológica e pela troca de experiências, que germinaram em vários grupos musicais (Grume, Uakti, Grupo Oficcina Multimédia, entre outros).
1.000 Livreto Fresado - Livro Centenário de Eladio Pérez-GonzálezCapa c/ Orelhas: 712x260mm, 4x4 cores, Tinta Escala em Cartão Duo Design LD 350g. Prova de Cor Epson. Miolo: 160 pgs, 200x260mm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco LD 150g. Prova Xerox.Pré Impressão, Laminado Fosco, Número de lados 1(Capa c/ Orelhas), Dobrado(Miolo), Alceado(Miolo), Colagem PUR(Miolo), Dobra(Capa c/ Orelhas)
ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:A sede da Fundação de Educação Artística conta com acesso para pessoa com mobilidade reduzida desde o acesso da rua por meio de rampa, corrimões e banheiro adaptado. Na Sala Sérgio Magnani (espaço das apresentações) há lugar reservado para até 3 (três) cadeirantes.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. Música instrumental de concerto.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: A Fundação de Educação Artística dispõe de equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário, dentro de suas instalações, com determinação para atender deficientes intelectuais, incluindo acesso às poltronas do teatro, acesso aos banheiros masculinos e femininos, bebedouros e locomoção interna, entre outros, nas mais variadas necessidades.DEFICIENTES EM GERAL - as ações e projetos que acontecem de forma presencial serão ministradas em espaços que atendam a legislação vigente para acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida ou outros tipos de deficiência, à época de sua execução. A equipe da Fundação será treinada para lidar com diferentes demandas de pessoas com deficiência, criando todas as condições necessárias para acolher tal público, conforme orientação da Consultoria Técnica.Conforme item 28 / Acervo - previsão de contratação de Consultoria técnica para assessoria e implementação de ações de acessibilidade para o projeto.
Com base no Artigo 30º da Instrução Normativa nº 11/2024 do Ministério da Cultura será adotada as seguintes medidas de democratização de acesso: IV - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Todas as atividades tem entrada gratuita;Distribuição do Livro para bibliotecas, escolas de música e Universidades;
Coordenação Geral: Professora Berenice Menegale - Formada pelo Conservatoire National de Paris (França), com estudos no Brasil e na Suíça. Diplomada pela Akademie für Musik de Viena, Áustria, realizou inúmeros concertos e gravações de música brasileira no Brasil, Suíça, Itália, Espanha e Áustria. Criou em Belo Horizonte, com um grupo de colegas músicos, a Fundação de Educação Artística, em 1963, entidade que dirige e por meio da qual tem realizado incomparável trabalho de difusão da música brasileira e da música contemporânea, além de promover e estimular a criação musical e a atualização do ensino. Coordenou quatro encontros de compositores e intérpretes Latino-americanos na FEA e foi uma das criadoras dos Festivais de Inverno, cujo setor musical coordenou até 1986. Representante da Comunidade no Conselho Universitário. Professora da Escola de Música da UFMG (aposentada em 1999). Foi Secretária Municipal de Cultura de Belo Horizonte, de 1989 a 1992, Secretária de Estado da Cultura, de 1994 a 1997, e Diretora Artística do Instituto Cultural Filarmônica, de 2007 a 2009. Berenice Menegale prossegue em seu trabalho formativo na Fundação de Educação Artística e em suas atividades como pianista. Produtor executivo: Guilardo Veloso de Andrade Filho - Historiador, fotógrafo, produtor cultural e gestor cultural. Tem mais de 37 anos de atuação na área cultural. O gosto pelas manifestações populares vem da infância, convivendo com folias de reis na cidade onde nasceu, em Pedra Azul, Vale do Jequitinhonha. O trabalho na Secretaria Municipal de Cultura de BH, nas gestões Berenice Menegale e Antonieta Cunha, ensinou a importância das políticas públicas de cultura e seu impacto sobre a vida da cidade. Foi integrante da comissão que criou a Secretaria de Cultura de Belo Horizonte, onde ficou por 09 anos e foi responsável pela criação do projeto de centros culturais, além de idealizar e coordenar uma série de eventos da instituição. Guilardo Veloso foi do popular ao pop. Abriu em 1997, no Bairro Funcionários, a casa noturna Lapa Multshow, que funcionou até 2011. Realizou diversos eventos e shows com diversidade estética do metal, popular, samba e pop. Passaram pelo local Cordel do Fogo Encantado, Nação Zumbi, Mestre Ambrósio, Lenine e Siba. “Como todos bebiam na fonte da cultura popular, havia afinidade com o que eu fazia”, explica. Seu Jorge, Bezerra da Silva e João Nogueira também marcaram presença no espaço, além de uma infinidade de grupos e artistas de BH. Em sua trajetória sempre priorizou o trabalho coletivo, dando visibilidade e espaço para todas as manifestações culturais desde o rock ao congado, promovendo a integração e divulgação da cultura belorizontina. - Produtor Fonográfico / Selo Lapa Discos – criado em 1995 cuja estreia foi com congados da cidade de Oliveira, em álbum ainda em vinil, produzido pela cantora Titane – que também registraria obras pelo selo. O selo lançou trabalhos antológicos de Zé Coco do Riachão, Pereira da Viola, Renato Andrade, Rufo Herrera e Coral Trovadores do Vale, Tavinho Moura, além de coletânea de etnomusicologia. Coordenação técnica / Arquivo: Pedro Brito Soares - Graduado em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e especialista em Conservação de Fotografias e Organização de Arquivos pela ECA/IEB-US). Foi diretor de Conservação de Documentos do Arquivo Público Mineiro e ministra cursos de conservação preventiva em várias instituições. Desenvolveu vários projetos como consultor de conservação, restauração e reformatação (microfilmagem e digitalização) de preservação; Assessor e coordenador do Projeto “Serviço de Preservação e Conservação da documentação escrita do Arquivo Geral da Nação”. Universidade Nacional de San Martín. Buenos Aires, Argentina. Julho 2018 - março 2019. Assistente de Produção: Rozana Soares - Produtora cultural com experiência na organização e promoção de projetos culturais. Atua com planejamento, coordenação e execução de eventos culturais, oficinas e exposições. Assistente de Produção em projetos da Fundação de Educação Artística de Belo Horizonte.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.