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O projeto contempla uma coletânea sonora da música instrumental do RS integrando diferentes gerações. Composto por 12 faixas inéditas, o Instrumental Sul Sessions será uma vitrine para 12 diferentes trabalhos de artistas, bandas e grupos de cidades atingidas pelas enchentes no estado, como Porto Alegre, Santa Maria e Rio Grande. Além das 12 faixas que serão lançadas semanalmente, em um período de 4 semanas, o projeto contará com conteúdos extra, compostos de 12 entrevistas curtas em formato áudio e vídeos de registro das gravações. A coletânea contará com diferentes nomes da música instrumental gaúcha, entre os gênero rock, jazz, nativista e outras vertentes. O conteúdo é destinado a todos os públicos e terá acesso gratuito através das plataformas digitais. Diversos profissionais estarão atuando nas áreas de gravação, técnica, som, luz e produção, contemplando a geração de trabalho e renda para o maior número possível de pessoas dentro do projeto.
O Instrumental Sul Sessions é uma coletânea sonora que celebra a riqueza da música instrumental do Rio Grande do Sul, reunindo talentos de diferentes gerações e estilos, como rock, jazz e nativista. Composta por 12 faixas inéditas, a coletânea destaca a resiliência de artistas de cidades afetadas pelas enchentes, como Porto Alegre, Santa Maria e Rio Grande, além de pessoas de várias partes do estado que atualmente vivem na capital gaúcha. Lançadas semanalmente ao longo de quatro semanas, as faixas serão acompanhadas por conteúdos extras, incluindo 12 entrevistas curtas em áudio e vídeos que documentam o processo de gravação. O projeto visa proporcionar acesso gratuito a todos, promovendo a diversidade cultural e fomentando a geração de trabalho e renda nas áreas de gravação, técnica e produção. Instrumental Sul Sessions se apresenta não apenas como uma vitrine musical, mas como um verdadeiro movimento de colaboração e superação. A coletânea terá acesso gratuito em todas as plataformas digitais.
OBJETIVO GERAL Promover a produção e difusão da música instrumental do Rio Grande do Sul, servindo como uma plataforma de apoio cultural e econômico para artistas e comunidades afetadas pelas enchentes de maio de 2024. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produção, gravação e finalização e lançamento de coletânea musical contendo 12 músicas inéditas (fonogramas) de diversos artistas gaúchos nas plataformas digitais; Lançamento de coletânea musical com planejamento de mídia; Registros em áudio e vídeo de gravações musicais, com entrevistas e imagens de bastidores; Gravação, finalização e lançamento nas plataformas digitais de 12 faixas de áudio inéditas produzidas exclusivamente pelo projeto; Disponibilização gratuita de conteúdos em plataformas digitais, com classificação livre.
O projeto Instrumental Sul Sessions surge como uma resposta cultural e social às devastadoras enchentes que atingiram diversas cidades do RS em 2024. Ao promover uma coletânea sonora e visual da música instrumental gaúcha, buscamos não apenas valorizar a produção musical local, mas também oferecer uma plataforma de resiliência e apoio à comunidade artística afetada. A ideia nasce com a missão de oferecer suporte financeiro, visibilidade e oportunidades de trabalho para músicos e profissionais da área cultural que foram duramente afetados no período de calamidade em que o estado se encontrou. A música instrumental, em sua diversidade de gêneros — que neste projeto abrange rock, jazz, nativismo e outras vertentes — desempenha um papel fundamental na cultura do Rio Grande do Sul. Ao dar voz a 12 bandas e grupos musicais de cidades como Porto Alegre, Santa Maria e Rio Grande, o projeto não só enriquece o panorama cultural regional, mas também contribui para a recuperação emocional e identitária das comunidades impactadas. Este projeto em especial contempla a valorização dos artistas locais, pois consolida uma vitrine para artistas e bandas que, muitas vezes, enfrentam dificuldades para se destacar em um mercado competitivo e até mesmo no mercado regional. A visibilidade proporcionada pelos episódios e faixas online ajudará a fomentar o reconhecimento e a valorização da cena musical local. A produção de vídeos e fonogramas é essencial para a promoção da música instrumental, pois oferece acessibilidade cultural. Ao disponibilizar estes conteúdos gratuitamente em plataformas digitais como YouTube e Spotify, garantimos que a música instrumental chegue a um público amplo e diversificado, permitindo que todos tenham acesso à cultura, independentemente de sua situação socioeconômica. Um dos destaques deste projeto é a integração entre gerações de músicos e produtores elencados para participar das sessions. A seleção, bem como a ficha técnica, inclui grandes nomes já estabelecidos na cena local e nacional, com reconhecimento e experiência, e nomes de jovens artistas e criadores. A partir desta junção, pretende-se fomentar a troca de conhecimento, promover o intercâmbio de experiências, integrar audiências distintas e incentivar a ascensão de novas criações. Outro destaque importante é a geração de emprego e renda, pois cada episódio contará com uma equipe variada de profissionais, incluindo roadies, técnicos de som e luz, produtoras e produtores, além dos artistas que certamente serão remunerados. Isso não apenas amplia a rede de colaboradores no setor cultural, mas também promove a geração de renda em um momento em que muitas famílias foram impactadas pelo desastre. Em uma espécie de rodízio, diferentes profissionais serão contratados para uma mesma função, variando nas diárias de prestação de serviço, ampliando e dividindo as oportunidades de trabalho. A música tem o poder de unir as pessoas e fortalecer os laços comunitários. Ao documentar e celebrar a produção musical criada nas cidades afetadas, o projeto contribuirá para a coesão social e a reconstrução da identidade local, fortalecendo a comunidade artística. O Instrumental Sul Sessions é uma iniciativa que visa a recuperação e a resiliência de uma parte da comunidade artística atingida pelas enchentes. Com o apoio da Lei Rouanet, podemos transformar a dor em arte, a tragédia em expressão, e proporcionar a todos uma oportunidade de reencontrar a esperança por meio da música. Acreditamos que este projeto terá um impacto significativo, tanto na promoção da música instrumental gaúcha quanto na revitalização da cena cultural local que segue muito abalada. Este projeto está alinhado com Art. 1º Incisos I, II e III que discorrem sobre: " - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;" e também vai ao encontro do inciso Art. 3o. Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos (...) bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; e inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Estimativa de pessoas impactadas com o projeto:Músicos contratados: 54 pessoasProfissionais contratados: 30 pessoasAudiência estimada: 10 mil pessoas
Coletânea lançada nas plataformas digitais de música: - 12 faixas musicais inéditas de diversos artistas e bandas do RS; - 12 faixas (em áudio) com entrevistas. - 4 vídeos de bastidores Das 11 faixas e vídeos: 11 músicas são instrumentais e 01 música é cantada (coral indígena). As apresentações totalizam 12 performances no total. As faixas musicais inéditas terão duração de aproximadamente 5 minutos. Os vídeos contendo os registros de bastidores e entrevistas terão uma duração de aproximadamente 10 minutos cada, a definir. Os cachês para todas as bandas terá um valor único de R$ 5 mil, independentemente do número de integrantes.
A acessibilidade física não está contemplada no projeto por não ter acesso presencial do público. Quanto à acessibilidade de conteúdo: - Todos os vídeos de registros contarão com opção de legendas descritivas, audiodescrição e libras nas plataformas que trazem essa possibilidade, como Youtube Music. - Toda comunicação, redes sociais e mídias do projeto terão acessibilidade digital (audiodescrição, descrição #pratodosverem, legendagem)
Disponibilização online e gratuita dos seguintes conteúdos: - 12 músicas inéditas produzidas para a coletânea; - registros sonoros e audiovisuais das gravações em estúdio com edição profissional e entrevistas; - distribuição em diversas plataformas como Spotify, Apple, Deezer, YouTube, Pandora, Tidal, Napster, Amazon, TikTok, VK Music, iTunes, Rdio, Google Music, eMusic.
Produção Executiva: Liliane Pereira (PROPONENTE) Produtora cultural desde 2002, já realizou projetos nas áreas de música, teatro, cinema e diversas campanhas em publicidade e marketing em cidades como Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Zurich, na Suíça. Coordenadora de produção em projetos como Morrostock (2007 - 2011), 1a Feira da Música do Sul (2009), Festival de Verão do RS de Cinema (2005-2006), Virada Cultural Paulista (2011), Oi FM Hostel Sessions (2014) e diretora de produção de curtas-metragens e videoclipes. Foi produtora e agente artística de nomes como Os Replicantes, Tenente Cascavel, Filipe Catto, Mallu Magalhães, Marcelo Camelo, dentre outros. Na Suíça, dirigiu e produziu projetos de teatro e de áudio na Zurich University of the Arts, onde fez parte de sua formação em Direção Teatral. Trabalhou com marcas como Oi e Oi FM, Som Livre, Inbraza, TNT Energy Drink, Unisinos, Beats, Noronha Weekend e muitas outras, gerenciando campanhas e inúmeras ações de lançamento entre 2014-2024. Cursou Letras na UFRGS e é formada em Direção Teatral pela SP Escola de Teatro. Proprietária da Folk Produtora, já realizou inúmeros projetos na área cultural. Neste projeto fará toda coordenação administrativa. Mais informações no portfolio anexado. Direção Artística: Lucas Hanke Músico, compositor, produtor cultural e musical, iniciou como profissional da música com a banda Identidade, na cidade de Lagoa Vermelha RS. Nos anos 2000, foi produtor e baixista de Júpiter Maçã e desde então fez participações em diversos projetos, como produtor e músico, com ícones do rock gaúcho como Julio Reny, Sombrero Luminoso, Os Replicantes, Tenente Cascavel, Acústicos & Valvulados, Tequila Baby, Garotos da Rua, Cachorro Grande, dentre outros. Fundou em 2007 a Marquise 51, um dos nomes mais atuantes na cultura do RS, trabalhando como produtora, selo e estúdio. Com a Marquise, recebeu prêmios como produtor, lançou artistas independentes, criou inúmeros projetos e viajou para festivais e feiras de música do Brasil e América Latina. Em 2019 lançou seus primeiros trabalhos solo, circulando por diversas partes do Brasil e América Latina. Atualmente, é diretor artístico e produtor musical do Estúdio Marquise, produtor artístico e curador do festival Morrostock e é responsável pela sonorização de eventos em espaços como as feiras Me Gusta, Bella Ciao, Mosaico, Ceva Total e Rolê de Rua. Em 2024, assina a masterização de LPs em vinil de bandas como Velhas Virgens, Made In Brazil e Júpiter Maçã pela Monstros Discos e E Discos Net. Produção Musical: Marcelo Fruet Renomado produtor musical da cena pop alternativa do sul do Brasil, conhecido por sua contribuição a artistas como Dingo Bells e Chimarruts. Com prêmios de Produtor Musical do Ano em 2018 e 2019, ele também é membro da AES International e da The Latin Recording Academy. Formado em Publicidade e Áudio, estudou música em instituições renomadas como L.A.M.A. e UCLA. Além de sua carreira em música, Fruet se destaca como mentor e palestrante em festivais e universidades internacionais. No cinema, produziu trilhas sonoras para projetos premiados, enquanto na televisão, criou músicas originais para mais de 40 programas. Como artista, lançou dois discos e realizou turnês nos EUA e Japão, participando de festivais importantes. Sua trajetória é marcada por diversas premiações, incluindo reconhecimentos em festivais de cinema e música. Produção Musical: Mariana Tabajara “Beili” Produtora musical, cantora, compositora, multi instrumentista, professora de produção musical e técnica de som formada em Produção Fonográfica pela Unisinos Porto Alegre. Começou sua carreira na produção em 2020 quando iniciou a produção de suas próprias músicas, assim começou a ser chamada por outros artistas para produzir suas músicas. Já produziu músicas dos artistas de Porto Alegre: philippo e Beti, co-produziu o single “Ferve” de Jalile e o EP “Fantasias de Poder” de Heloísa Marshall. Co-produziu com NiC o EP “como respirar embaixo d’água” do seu projeto solo, lançado em março de 2024. Fez parte do duo de R&B sulvrfruit como produtora, compositora e vocalista e foi membro da banda A Virgo como cantora, tecladista, guitarrista e baixista. Atualmente está produzindo o primeiro álbum do cantor alegretense Naggô. Dá aulas de produção musical para pessoas de diversos países e participa como professora voluntária do projeto We Make Noize. Seu estilo mescla R&B, pop e MPB principalmente, busca referências em estilos diversos, procurando desfazer as fronteiras entre gêneros musicais. Mixagem: Nychollas Cardozo Nychollas Cardozo é músico multi instrumentista, produtor musical, mixador e masterizador com alguns trabalhos lançados para artistas da cena musical de Porto Alegre. Co-produziu e mixou o EP “como respirar embaixo d’água” em parceria com a artista Beili; produziu, mixou e masterizou o EP “Sou” do projeto de R&B Rosa Sou Groove, além de ter trabalhado com a artista Jalile em seu último single “Seu jogo”. Nychollas também é professor de música e psicólogo formado pela UFRGS. Técnica de Gravação: Sofia Vidor Sofia é realizadora audiovisual, técnica de áudio, musicista e artista visual, formada pela Unisinos e pelo curso profissionalizante de Fundamentos do Áudio e Acústica, do IAV - Instituto de Áudio e Vídeo, SP. Especializou-se na área de Direção de Som, tendo realizado trabalhos como compositora de trilha musical em curtas como "Ser Vento", roteirizado e dirigido por ela; e "Dimas", do diretor João Boeira, onde também foi diretora de som. Atualmente, trabalha no estúdio Transcendental Áudio, do sound designer e engenheiro de som Leonardo Bracht, atuando como assistente de estúdio, engenheira de som e editora de som. Entrevistas: Bruna Paulin Atriz, apresentadora, jornalista e Mestre em Comunicação formada pela PUCRS. Pesquisadora musical há 22 anos, criou em 2020 A História do Disco, um dos podcasts de música mais ouvidos no Spotify Brasil, já em sua 5a temporada. Além do programa, já produziu conteúdo para a editora Belas Letras (Som na Caixa e Planner Um ano Rock’n’Roll), Fábrica do Futuro (entrevista com Pete Best) e Cubo Play (Festival 100 Grandes Álbuns), integrou o júri da eleição dos 10 melhores álbuns brasileiros pelo jornal O Globo em 2022. É criadora e curadora do Samba do Quintana e assinou a curadoria e produção executiva da reedição em vinil de Pra Viajar no Cosmos, de Nei Lisboa. Entrevistas: Julia Barth Julia Barth é produtora, musicista, atriz, cineasta, DJ e apresentadora. Formada em Produção Audiovisual pela PUCRS, dirigiu os curta-metragens Roda Gigante e Roupa Suja, apresentou os programas Garagem e Mistura Fina (ULBRA TV) e é responsável por projetos como os festivais S.O.S. Ocidente, Vênus em Fúria e a festa Blow Up. É musicista nas bandas Alcalóides, 3D e Cine Baltimore e vocalista d'Os Replicantes desde 2006. Captação em vídeo e edições: TMOF A produtora TMOF foi concebida em 2021 por cinco artistas de Porto Alegre, que criaram um coletivo de produção audiovisual. Buscando tornar espaços urbanos num circuito musical democrático, a TMOF atua em vários fronts, como a realização de eventos culturais, conteúdos multimídia, gravações de live sessions, podcasts e afins. Além disso, busca inserir outros tipo de arte tendo como foco norteador a música nas produções presenciais e também remotas. Algumas coberturas realizadas: Templo de Sophia - Progresso & Alegria (Music Box Brazil), Rolê do Bem (Bar Opinião), Socorro Ocidente Show - Trabalhadores da Cultura (Bar Ocidente), 52º Festival de Gramado (Vitrine Filmes), Ceva no Total (Shopping Total), Patissier Roma na África Dr. Francisco Marshall (Patissier), L7 (Bar Opinião), Planet Hemp (Auditório Araújo Viana), Marky Ramone (Bar Opinião) e The Toy Dolls (Bar Opinião). A equipe da produtora é constituída por Dionata Silveira na Direção de Fotografia, Felipe Liscano na Direção de Áudio, Gabriel Kudla na Direção de Edição e Heloísa Marshall na Direção de Arte.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.