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PRONAC 255280ArquivadoMecenato

Janelas da Ficção - Fragmentos de mundos (im)possíveis

FABIANA FERREIRA
Solicitado
R$ 439,5 mil
Aprovado
R$ 439,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-04-06
Término
2026-10-06
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Exposição multimídia gratuita no Centro Cultural Tendal da Lapa, em São Paulo, com 12 instalações sobre o tema da violência de gênero, cada uma composta por uma fotografia em grande formato de uma janela, elementos cenográficos que recriam um ambiente doméstico e uma narração em áudio ficcional baseada em relatos reais, inspirada nos arquétipos femininos de Jung. O público percorre um circuito sequencial programado, no qual cada instalação é ativada automaticamente por um sistema de luz e som que revela a narrativa correspondente. Embora ancoradas na dor de histórias reais, as narrativas assumem contornos ficcionais que permitem imaginar saídas possíveis. Os desfechos, ainda que simbólicos, oferecem à vítima a chance de escapar, reagir ou se recosntruir. A exposição inclui recursos de acessibilidade, 01 oficina de fotografia, 01 encontro online com ativistas/especialistas e projeções urbanas em fachadas de grande circulação.

Sinopse

“Janelas da Ficção - Fragmentos de mundos (im)possíveis” é uma exposição multimídia idealizada pela artista visual e fotógrafa Bia Ferrer, que propõe a criação de 12 instalações sobre o tema da violência de gênero. Cada instalação é composta por uma fotografia em grande formato de uma janela, elementos cenográficos que recriam um ambiente doméstico e uma narração em áudio ficcional baseada em relatos reais, inspirada nos arquétipos femininos de Jung. O público percorre um circuito sequencial programado, no qual cada instalação é ativada automaticamente por um sistema de luz e som que revela a narrativa correspondente. Embora ancoradas na dor de histórias reais, as narrativas assumem contornos ficcionais que permitem imaginar saídas possíveis. Os desfechos, ainda que simbólicos, oferecem à vítima a chance de escapar, reagir ou se reconstruir. A exposição inclui recursos de acessibilidade (QR Codes com audiodescrição, Libras e LSE), ações formativas gratuitas (uma oficina de fotografia presencial e um encontro online com 2 pessoas do gênero feminino especialistas no tema) e intervenções urbanas com projeções de trechos visuais e narrativos em fachadas de grande circulação. A entrada é gratuita, a classificação é 16 anos e o projeto será realizado inteiramente no Centro Cultural Tendal da Lapa, em São Paulo.

Objetivos

São objetivos gerais do projeto:- Promover uma ação cultural que contribua para a conscientização e o enfrentamento das desigualdades de gênero por meio da arte, ampliando o debate público sobre a violência contra pessoas do gênero feminino.- Utilizar as artes visuais como ferramenta de escuta, acolhimento e reflexão crítica, incentivando o surgimento de novas narrativas simbólicas que fortaleçam a dignidade, a autonomia e o protagonismo das pessoas do gênero feminino.- Lançar luz sobre formas invisibilizadas de violência de gênero, por meio de experiências artísticas, propondo a ruptura com estereótipos e a construção de futuros possíveis baseados na equidade, no afeto e na justiça.- Valorizar o protagonismo de pessoas do gênero feminino em todas as etapas do processo artístico, da idealização à criação, da produção à execução, reconhecendo e fortalecendo suas vozes, saberes e experiências como agentes transformadoras na arte e na sociedade. São objetivos específicos do projeto:- Realizar a montagem de uma exposição multimídia tendo como tema a violência de gênero.- Fotografar 12 janelas e ampliar as fotografias em grande formato (1,50m x 1,50m).- Criar 12 contos de ficção com personagens do gênero feminino inspiradas em relatos reais e representadas pelos arquétipos descritos por Carl Jung.- Produzir cenografia para ambientar cada janela, com objetos pessoais, móveis, vestimentas e cheiros, compondo o universo íntimo de cada personagem.- Roteirizar os contos com duração aproximada de 3 minutos cada e gravar a narração interpretada com sonoplastia e ambientação.- Produzir a expografia da exposição envolvendo recursos de tecnologia e cenotécnica como: estruturas, iluminação, transmissores de áudio e recursos de acessibilidade (via QR codes para acesso a audiodescrição, legendagem para surdos e ensurdecidos (LSE) e tradução simultânea de Libras).- Realizar projeções urbanas com exibição de trechos das obras em local de grande visibilidade durante dois finais de semana (4 dias).- Incentivar a troca de saberes sobre as diferentes formas de abuso - psicológico, moral, sexual e patrimonial.- Promover 01 Encontro online gratuito intitulado "A arte para além da denúncia" com a artista idealizadora do projeto e 2 convidadas (artistas e/ou especialistas no tema (a definir).- Oferecer 01 Oficina presencial gratuita intitulada "Fotografia Urbana - Um Olhar Feminino sobre a Cidade" ministrada pela artista idealizadora do projeto com duração de 9 horas (3 encontros de 3 horas) com 30 vagas.- Garantir a acessibilidade comunicacional e física nas atividades formativas do projeto, oferecendo recursos como tradução em Libras, legendagem e materiais adaptados no Encontro online e na Oficina presencial.

Justificativa

O projeto "Janelas da Ficção - Fragmentos de mundos (im)possíveis" propõe uma abordagem inovadora e sensível sobre a violência de gênero, problema estrutural que afeta milhões de mulheres no Brasil. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP, 2024), uma pessoa do gênero feminino é assassinada a cada 17 horas no país, sendo a maioria desses crimes cometidos dentro do ambiente doméstico e por pessoas do convívio da vítima. Além das consequências humanas e sociais, estima-se um impacto econômico anual de R$165 bilhões ao Estado e R$4,6 bilhões ao setor produtivo (IPEA).Frente a esse cenário alarmante, o projeto justifica-se por sua capacidade de elaborar simbolicamente traumas sociais e provocar reflexão a partir de uma linguagem artística sensível. A proposta parte de relatos reais de violência para criar narrativas ficcionais com desfechos simbólicos e reparadores, inspiradas nos arquétipos femininos descritos por Carl Jung. A ideia central é oferecer à vítima, ainda que simbolicamente, um fim possível que rompa com a lógica da revitimização e aponte para alternativas de reconstrução e escuta.O impacto da arte como mobilizadora social tem se mostrado concreto. Em 2025, a exibição de um episódio do remake da novela Vale Tudo, em que uma personagem denunciava a ausência de pensão alimentícia, resultou em mais de 270 mil acessos ao aplicativo da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro em apenas uma hora. O caso demonstra como a ficção pode gerar efeitos objetivos, ampliar o acesso a direitos e encorajar denúncias, reforçando a potência da narrativa como ferramenta de transformação social.A relevância da proposta também se evidencia por seu compromisso com a equidade de gênero no campo da cultura. O projeto valoriza a criação feminina em todas as etapas, da concepção à produção, e promove espaços de escuta, formação e visibilidade para artistas e especialistas do gênero feminino.O impacto social é ampliado por meio de ações formativas (oficina presencial e encontro online com 2 artistas/especialistas convidadas), projeções urbanas em espaços públicos de grande circulação e recursos de acessibilidade comunicacional (QR Codes com audiodescrição, Libras e legendas para surdos e ensurdecidos - LSE). Essas estratégias garantem amplo alcance, inclusão e devolutiva social, contribuindo para o fortalecimento de uma cultura de paz, empatia e respeito.A realização no Centro Cultural Tendal da Lapa, equipamento público com estrutura adequada para exposições de grande porte e ações educativas, reforça a viabilidade técnica do projeto, assim como seu alinhamento com políticas públicas voltadas à promoção de direitos humanos, cultura e inclusão. Diante disso, "Janelas da Ficção" se apresenta como uma proposta culturalmente relevante, socialmente urgente e artisticamente consistente, que articula poética, denúncia e reparação simbólica com responsabilidade e potência transformadora.

Estratégia de execução

O plano de comunicação do projeto "Janelas da Ficção – Fragmentos de mundos (im)possíveis" foi elaborado com o objetivo de garantir ampla visibilidade às ações propostas, sensibilizar diferentes públicos sobre a temática abordada e fortalecer o engajamento tanto presencial quanto digital. Para isso, será contratada uma equipe especializada nas áreas de comunicação, design gráfico, marketing digital e produção de conteúdo audiovisual, assegurando uma estratégia coerente com a identidade do projeto e acessível a diversos perfis de público.A divulgação será estruturada em três frentes principais:1. Assessoria de Imprensa e Mídias TradicionaisSerá contratada uma assessoria de imprensa responsável pela elaboração e disparo de releases e pautas para veículos de comunicação especializados em arte, cultura e direitos humanos, bem como para mídias de alcance geral (jornais, revistas, rádio e televisão). O objetivo é ampliar a visibilidade institucional do projeto, promover entrevistas e inserções em agendas culturais e noticiosas, além de legitimar a proposta junto ao circuito cultural.2. Estratégias Digitais e Redes SociaisO projeto contará com presença ativa nas plataformas Instagram, Facebook, TikTok e YouTube, com produção de conteúdo audiovisual, textos curtos, vídeos dos bastidores e trechos das obras. As publicações serão segmentadas por interesses e localizações, priorizando profissionais e estudantes das áreas de artes visuais, curadoria, educação, psicologia e ativismo de gênero. Serão realizados impulsionamentos com foco em regiões próximas ao local da exposição, fortalecendo a dimensão territorial da ação cultural.3. Mobilização de Redes e InfluenciadoresSerão ativadas redes de contato com influenciadores digitais, artistas, ativistas e coletivos que atuam com direitos humanos e igualdade de gênero. Essas parcerias serão fundamentais para estimular visitas à exposição e gerar conteúdo espontâneo nas redes, ampliando o alcance orgânico do projeto e estimulando o engajamento crítico do público com a proposta curatorial.Materiais de Divulgação Previstos- Releases e pautas para imprensa cultural e geral;- E-flyers e convites eletrônicos para mailing segmentado;- Posts patrocinados em redes sociais (Instagram, Facebook e YouTube);- 80 cartazes lambe-lambe (papel outdoor 90g, 42x59,4 cm, 4x4 cores), distribuídos em pontos de grande circulação;- 01 banner de identificação do projeto na entrada do espaço expositivo (lona 2x2m, 380g fosca, 4x4 cores);- 1000 catálogos impressos, distribuídos gratuitamente aos visitantes (livreto 16 páginas, 100x140 mm, papel couchê brilho 115g, 4x4 cores);- Criação e divulgação da hashtag oficial do projeto, incentivando o público a compartilhar conteúdos nas redes sociais e interagir com as obras.Todos os materiais físicos e digitais de divulgação conterão as logomarcas dos apoiadores, patrocinadores e instituições envolvidas, evidenciando o apoio institucional e o compromisso do projeto com a promoção da cultura, da equidade e da responsabilidade social.Como parte fundamental da estratégia de comunicação e mobilização do público, o projeto contará com perfis oficiais nas principais redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok e Youtube). Esses canais funcionarão como vitrines interativas da exposição, aproximando o público dos temas e das obras por meio de uma linguagem acessível e alinhada ao conteúdo artístico e social do projeto.O conteúdo publicado será variado, incluindo: bastidores da montagem, detalhes das instalações, trechos das obras, depoimentos de artistas e especialistas, vídeos curtos com reflexões e curiosidades sobre os temas abordados, além de informações atualizadas sobre a programação. A proposta é criar uma presença digital que dialogue com diferentes públicos e amplifique o impacto da exposição dentro e fora do espaço físico.Para potencializar o engajamento e a diversidade de acesso, estão previstas ações de impulsionamento de postagens nos perfis oficiais do projeto, bem como no perfil da artista idealizadora. A segmentação será feita por localização e interesses, com foco em alcançar também o público residente em regiões periféricas e com menor acesso a equipamentos culturais.Mídias sociais artista proponente Bia Ferrer:Instagram: @biaferrerartesTikTok: @biaferrerartesYoutube: @biaferrervisualcontent3183Facebook: https://web.facebook.com/biaferrerMídia Sociais projeto "Janelas da Ficção"Instagram: www.instagram.com/janelasdaficcao/

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Comprometido com os princípios da inclusão e da equidade, o projeto "Janelas da Ficção – Fragmentos de mundos (im)possíveis" foi concebido desde a sua origem com o objetivo de garantir o acesso pleno, autônomo e confortável às pessoas com deficiência, em conformidade com os arts. 42 a 44 da Lei nº 13.146/2015 e demais normativas relacionadas.O local de realização da exposição será o Centro Cultural Tendal da Lapa, equipamento público com infraestrutura acessível, incluindo rampas, banheiros adaptados e circulação adequada para pessoas com mobilidade reduzida, idosos e gestantes. Caso qualquer adaptação adicional seja necessária, o projeto prevê os ajustes técnicos e estruturais compatíveis com as demandas do público.Durante o período expositivo, o projeto contará com monitoria treinada para acolher e orientar visitantes com deficiência visual, auditiva ou motora, promovendo uma experiência segura e autônoma. Todas as 12 instalações contarão com QR Codes que direcionam para uma plataforma digital acessível, contendo:- Audiodescrição: narração em áudio com descrição detalhada das cenas e elementos visuais da instalação, voltada para pessoas com deficiência visual;- Tradução em Libras: vídeo com interpretação em Língua Brasileira de Sinais dos contos narrados;- Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE): legenda expandida, com identificação de falantes, efeitos sonoros, trilhas e sons ambientes.O texto curatorial da exposição também será acessado por QR Code com os três recursos citados acima.Além da exposição, as ações formativas do projeto também contemplarão medidas de acessibilidade. O Encontro online A arte para além da denúncia contará com tradução simultânea em Libras, com enquadramento adequado ao vídeo. A oficina Fotografia Urbana – Um Olhar Feminino sobre a Cidade oferecerá materiais adaptados conforme as necessidades específicas das participantes, a serem identificadas no processo de inscrição.As medidas de acessibilidade comunicacional e arquitetônica estão previstas no orçamento do projeto e serão devidamente informadas nos materiais de divulgação, conforme exigido pelo edital. Dessa forma, o projeto assegura a participação efetiva de pessoas com deficiência, garantindo seu direito à fruição cultural de forma plena e digna.

Democratização do acesso

Com o objetivo de garantir o acesso amplo, inclusivo e descentralizado à cultura, "Janelas da Ficção - Fragmentos de mundos (im)possíveis" foi planejado com ações estruturadas que promovem a democratização cultural em múltiplas dimensões: territorial, econômica, comunicacional e simbólica.A exposição será inteiramente gratuita e realizada no Centro Cultural Tendal da Lapa, equipamento público com tradição em acolher projetos de relevância social e artística. Sua localização estratégica, próxima a um terminal de ônibus e à estação de trem da CPTM, facilita o acesso de moradores de diferentes regiões da cidade, inclusive de áreas periféricas. O espaço também conta com infraestrutura acessível, como rampas e banheiros adaptados, garantindo o acolhimento de pessoas com mobilidade reduzida.As 12 instalações da exposição contarão com QR Codes que direcionam o público a uma plataforma digital com recursos de acessibilidade, como audiodescrição, tradução em Libras e legendagem para surdos e ensurdecidos, além de conteúdos complementares sobre os temas abordados. Os áudios das narrativas, registros da exposição e outros materiais também serão disponibilizados online, assegurando que pessoas que não possam visitar o espaço físico tenham acesso remoto à experiência artística.Além da exposição, o projeto contempla atividades de caráter formativo e social, como a oficina “Fotografia Urbana – Um Olhar Feminino sobre a Cidade”, voltada prioritariamente a pessoas do gênero feminino atendidas pela rede pública de ensino ou vinculadas a instituições de acolhimento e saúde pública. Também será promovido o encontro online "A arte para além da denúncia", com participação livre, transmissão ao vivo e tradução simultânea em Libras.Com essas ações, o projeto reafirma a arte como direito e compromisso público, promovendo o acesso cultural de maneira socialmente responsável.

Ficha técnica

Bia Ferrer – Diretora Artística e FotógrafaArtista visual e fotógrafa com trajetória iniciada em 2002, Bia Ferrer atua na criação de intervenções urbanas, exposições e projetos que unem arte, tecnologia e crítica social. Com trabalhos apresentados no Brasil, Europa e América Latina, participou de mostras como SP Urban Digital Festival, Festival de Fotografia de Tiradentes e Design Week SP. Foi contemplada por editais como o de Exposição Fotográfica da Secretaria de Cultura de SP e teve obras expostas na Galeria Digital da FIESP e no MIS-SP. É idealizadora de projetos autorais como “A Cara dos Lugares” e “Insustentáveis”, além de atuar em curadoria, formação e produção de conteúdo artístico.Carolina Dias – Produtora Executiva e RoteiristaProdutora executiva, roteirista e jornalista com sólida experiência na criação, desenvolvimento e realização de projetos culturais nas áreas de audiovisual, artes visuais, dança, circo e formação. Atua desde a elaboração e inscrição de projetos em editais públicos até a produção, execução e prestação de contas, aliando competência técnica, sensibilidade artística e gestão eficiente. Foi responsável pela produção executiva dos premiados curtas O Plantador de Quiabos (Canal Brasil e FAM – Florianópolis Audiovisual Mercosul) e Toda Forma se Transforma (MinC – Curta Animação). Na área de artes visuais, produziu o projeto Insustentáveis, de Bia Ferrer, contemplado pelo Edital de Exposição Fotográfica da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, com intervenções urbanas de grande escala em fachadas e espaços públicos do centro de São Paulo. Atuou ainda como assessora de imprensa da 29ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo e como produtora executiva do espetáculo Pipando... Onde Dormem os Pássaros (Fomento à Dança – SMC-SP). Carolina possui ampla rede de contatos com profissionais e fornecedores da área cultural, o que fortalece sua atuação em produção executiva e viabilização de projetos em diferentes linguagens.Thais Pires – Produtora CenotécnicaCenógrafa e diretora de arte com mais de 20 anos de experiência, Thaís Pires é cofundadora da plataforma Ahcervo Produzindo Ideias. Atua na criação de ambientações sensoriais e poéticas com foco em reaproveitamento de materiais e experiências imersivas. Desenvolveu cenários para shows de Liniker, salas do Escape 60 e festas do coletivo Pilantragi, além de instalações para Voodoohop e projetos publicitários e culturais. Sua prática combina design, escuta e narrativa visual com atenção ao público e ao espaço urbano.Keiko Trida – Especialista em AcessibilidadeEspecialista em acessibilidade com atuação em audiodescrição, Libras e legendagem. É bacharel e licenciada em Letras pela USP e integra desde 2020 a equipe da Fundação Padre Anchieta – TV Cultura. Coordenou equipes em projetos da UNIVESP TV, PNLD e Instituto Ayrton Senna. Em 2025, atuou na produção acessível de conteúdos para o Museu SPTrans e o Programa Vivo de Oportunidades. Com experiência técnica e narrativa, Keiko desenvolve soluções inclusivas para o audiovisual, a educação e a cultura.Daniela Margutti – Diretora de Transmissão ao VivoCinegrafista, editora de vídeo e diretora de transmissão com carreira no audiovisual desde 1997. Premiada por sua atuação em documentários e transmissões ao vivo, é fundadora da ACINEGRAFISTA, empresa com portfólio em eventos híbridos e presenciais de grande porte. Atuou com Globo, TV Cultura, Canal Brasil, Oracle, Museu Afro e Tomorrowland, entre outros. Especialista em operação de Vmix e direção de corte, lidera equipes técnicas em projetos no Brasil e no exterior, unindo excelência técnica e sensibilidade estética.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência:Perfil agência incompatível com tipo pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. *Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.*