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PRONAC 255288Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

QTV - Álbuns Mbé e Índio da Cuíca

MIRA DESIGN CONSULTORIA LTDA
Solicitado
R$ 186,2 mil
Aprovado
R$ 186,2 mil
Captado
R$ 80,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

43.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-09-01
Término
2026-09-01
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto QTV - Álbuns Mbé e Índio da Cuíca, é um projeto multiplataforma do selo musical independente do Rio de Janeiro que contará com gravação e lançamento de dois álbuns: o segundo disco autoral do lendário cuiqueiro carioca, Índio da Cuíca; o novo disco do jovem artista contemporâneo Mbé. Além dos álbuns serão realizados 01 vídeo de divulgação para cada artista e a atualização do site do QTV Selo.

Sinopse

Álbuns musicais Temos como produto principal a gravação de dois álbuns de músicos do catálogo do selo QTV: serão as discos de Índio da Cuíca — ainda com título a definir, e Mbé — Lugar Algum. * Índio da Cuíca nasceu no morro do Borel, Zona Norte do Rio de Janeiro, no dia 05 demaio de 1951. Teve suas primeiras experiências musicais por influência do pai, Sr. Manoel, fundador da Escola de Samba Unidos daTijuca. Ainda criança, começou a tocar instrumentos de percussão e logo se apaixonou pela cuíca, que o levou a viver como músico profissional a partir dos 14 anos. Integrou o conjunto “Corda K Samba” e a banda “Brasil Ritmo”, com a qual gravou o LP “Balança Povo”, em 1972, e atuou em diversos shows e gravações com artistas como: Alcione, Dicró, Ivon Curi, Jair Rodrigues, Maria Creuza e Roberto Carlos. Dos anos 1970 aos 1990, viajou com companhias artísticas lideradas por Joãozinho Trinta e Haroldo Costa em turnês por diversos locais do Brasil e do exterior (Europa, EUA, Peru, Austrália, Panamá, Indonésia, Marrocos, Zimbábue, Síria), tocando em espaços como Canecão e Olympia de Paris. Participou de programas de TV como Globo de Ouro, Brasil Pandeiro, Fantástico e Jô Soares. Ainda nos anos de 1970, se especializou em uma técnica que poucos cuiqueiros ousam praticar: a execução de melodias baseadas no sistema tonal. Tal habilidade lhe credenciou integrar a Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro, no início dos anos 2000. Ao completar 70 anos de idade, e 2021, durante a pandemia covid-19, Índio da Cuíca realizou um antigo sonho: lançou seu primeiro disco solo, o elogiado “Malandro 5 Estrelas:, registro de suas primeiras composições, de sua voz expressiva, e também sua incrível habilidadede dar à cuíca o protagonismo de um instrumento solista. Em julho de 2022 realizou o primeiro show delançamento do disco, na Sala Baden Powell e em 2023 realizou quatro shows em diferentes unidades do SESC RJ. Índio, se apresenta ao mundo como o artista completo que é: instrumentista, cantor, compositor edançarino, um autêntico showman. Para este projeto, pretendemos criar, gravar e lançar o segundo disco do artista apresentando a expressividade de sua performance, a originalidade de sua música e o carisma da personalidade de um verdadeiro exemplo da tradicional sambista. O disco contará com 10 faixas inéditas compostas por Índio e parceiros para o disco. * Mbé - Palmares - Persona do artista, pesquisador, produtor cultural e musical e engenheiro de som Luan Correia, Mbé transformou suas experimentações sonoras e estudos acerca de sua ancestralidade em “ROCINHA”, seu primeiro álbum lançado em 2021. Para este novo projeto, Mbé, propõe um caminho que parte da perspectiva da chegada à República Palmarina, através de um meio de transporte sonoro cheio de paisagens e ambiências. Luan criará as bases a partir de suas pesquisas que combinam gravações de campo, samplers e colagens sonoras, mas também contará com músicos que farão gravações específicas para algumas faixas. Além da criação de um album inovador que será disponibilizado nas principais plataformas de streaming e também para download gratuito, serão realizados ainda: um material audiovisual artístico para ser disponibizado no Youtube. O disco será gravado no Rio de Janeiro e será realizado em locais diversos da cidade, visto que o artista explorará gravações de campo em sua pesquisa. Será composto de 10 faixas inéditas compostas pelo artista especificamente para este novo trabalho. O primeiro disco de Mbé obteve uma grande repercussão na crítica especializada, com o projeto pretendemos ampliar o público do artista, além de levar a importante discussão. Para Mbé os ruídos tomam um papel fundamental para transplantar as informações. Em inúmeras gravações de campo que registram as práticas de povos distantes dos centros urbanos, com os ruídos, é possível ouvir mais do que os músicos e seus instrumentos. O que poderia soar como “sujeira” na gravação, vira ferramenta de transporte para mostrar aldeias e vilarejos, as crianças e animais que passam, o som do rio ou da mata. A pesquisa é feita a partir do manuseio de materiais de arquivos musicais, entrevistas, filmes, livros, pinturas, esculturas, que a partir de um processo de recorte e a colagem (sampleamento), mostra não só a malandragem e o drible, mas a própria inteligência a escavar por entre os muros altos da desigualdade social, formas de sobreviver e de, até mesmo, criar uma vida nova. A importância do Quilombo ou da ideia de aquilombamento se dá pelo fato deste acontecimento histórico ser parte de um universo simbólico, em que seu caráter de liberdade é considerado um impulsionador ideológico, na tentativa de afirmação racial e cultural do grupo. Aquilombar-se hoje, ao olhar de um cidadão metropolitano negro favelado, é a conseguir se organizar para construir espaços de sentido coletivo de afeto, acolhimento, escuta, sociabilidade, fortalecimento de laços, memórias e constituição de identidade. Ou seja, organizar espaços que possamos refletir e agir sobre a nossa realidade, questionando o que nos foi imposto e que nos oprime, para construir demandas e ações concretas.

Objetivos

Após a realização de dois discos com o projeto de 10 anos do selo musical QTV, este novo projeto pretende dar continuidade a programação de discos e experiências artísticas do selo que se tornou uma referência da música independente brasileira.O selo QTV tem a música como elemento central para promover articulações com diferentes áreas de experimentação artística, em especial o design, o audiovisual e a performance. A sua proposta é reunir e amplificar as vozes de uma nova geração de artistas interessados em inventar procedimentos renovadores do campo da arte, conectando-os através de uma dinâmica colaborativa. O QTV Selo se tornou uma das principais referências nacionais e internacionais em termos de inventividade e criação na música contemporânea.Álbuns musicaisOs produtos principais são a gravação e distribuição de dois álbuns contemporâneos de diferentes músicos do catálogo do selo QTV:- Índio da Cuíca, cuiqueiro, cantor e compositor, teve ser primeiro disco solo lançando em 2021 pelo selo aos 70 anos e se prepara para aos 74 anos lançar novo disco de inéditas.- Mbé, jovem expoente da música contemporânea mundial, nascido e criado na favela da Rocinha, lançou o disco homônimo ao nome da favela em que nasceu em 2021.Vídeos- Realização de 01 vídeo de divulgação para cada disco. Os vídeos serão importantes ferramentas de divulgação e ampliação do projeto.SiteCom o incentivo da Lei Rouanet no ano de 2024 o selo conseguiu desenvolver um sírio próprio com informações gerais sobre o selo, dos trabalhos dos artistas e das produções do selo. Um local para reunir portfólio, catálogo dos discos, vídeos e eventos, além de ser disponibilizado os dois álbuns produzidos neste projeto para baixar em MP3.Objetivos específicos:- Gravação de 02 álbuns: um do cantor, compositor Índio da Cuíca e outro do músico e experimentador Mbé para disponibilização gratuita no site do selo e em plataformas digitais;- Gravação de 01 vídeo por projeto para ampliar a divulgação dos discos;- Manutenção e atualização do site do selo QTV.

Justificativa

As últimas décadas viram surgir uma série de novos procedimentos e condições de produção, alimentadas pelo vertiginoso progresso dos programas de gravação e edição digital. O surgimento dos estúdios caseiros permitiu a uma infinidade de artistas gravar o seu trabalho sem ter que necessariamente assinar contrato com uma gravadora. Pouco depois, veio a internet fechar o ciclo virtuoso: além de produzir o seu trabalho com razoável qualidade e liberdade de criação, o artista ainda pode se utilizar da internet como forma de divulgá-la, negociando seu trabalho diretamente com o público.Esta estrutura independente, aparentemente "ideal", se generalizou e pode ser verificada não somente no grande número de selos independentes e artistas que administram o próprio trabalho, mas também no leque musical que se abriu nos últimos dez anos. Caracterizada pelo hibridismo e pela mistura de gêneros e fontes sonoras, a música brasileira é fragmentária. Surgiram gêneros populares como o tecnobrega, o melody e o funk "tamborzão". Manifestações antes circunscritas a seu local de origem passaram a trocar referências com a cultura musical do sudeste, representados por gêneros como a guitarrada paraense, o coco pernambucano e o jongo carioca. Manifestações que vigoravam à margem da indústria, hoje são reabilitadas, seja em estado bruto, seja reinterpretado pelas novas gerações.O QTV é um selo que surge neste âmbito da democratização do acesso aos equipamentos de gravação e distribuição. O selo tem a música como elemento central para promover articulações com diferentes áreas de experimentação artística, em especial o design, o audiovisual e a performance. A sua proposta é reunir e amplificar as vozes de uma nova geração de artistas interessados em inventar procedimentos renovadores do campo da arte, conectando-os através de uma dinâmica colaborativa. Criado em 2014 no Rio de Janeiro, já lançou mais de 70 álbuns de artistas brasileiros e internacionais e produziu shows e festivais no Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Nova Iorque. Em 2019, também passou a realizar filmes.Durante a pandemia convid-19, o selo precisou reinventar alguns dos processos de criação e gravação, buscando maior apoio institucional em editais e leis de incentivo. Em 2021, lançou três discos indicados ao prêmio da APCA: ?Rocinha? de Mbé, "Malandro 5 Estrelas? de Índio da Cuíca e ?Delta Estácio Blues? da cantora Juçara Marçal, que foi o ganhador da APCA, e recebeu ainda os prêmios Multishow de Melhor Álbum, Melhor Canção, foi indicado ao Grammy Latino e patrocinado pela Natura Musical. Em 2022 e 2023 lançou mais 8 discos, realizou shows e projetos incentivados. No ano de 2024, com o incentivo da Lei Rouanet o selo realizou o projeto QTV 10 anos com o lançamento de dois discos: Caxtrinho ? Queda Livre e Negro Leo ? Rela. Além dos discos o selo editou um livro contando parte da trajetória artística que o tornou um dos mais relevantes selos da música contemporânea no Brasil e no mundo, e pode criar um sítio para divulgação de todos os discos realizados nos 10 anos de trajetória.Para este novo projeto o coletivo pretende realizar o lançamento de dois discos:* O segundo disco de Índio da Cuíca, cantor e compositor que nasceu no morro do Borel no dia 05 de maio de 1951. Teve suas primeiras experiências musicais por influência do pai, Sr. Manoel, fundador da escola de samba Unidos da Tijuca. Ainda criança começou a tocar instrumentos de percussão e logo se apaixonou pela cuíca, que o levou a viver profissionalmente de música desde cedo. No entanto apenas em 2021, aos 70 anos ? e em meio à pandemia Covid-19 ?, Índio lançou seu primeiro disco solo, o elogiado "Malandro 5 Estrelas", registro de suas primeiras composições, de sua voz expressiva ? trabalhada com grande sensibilidade rítmica, na melhor tradição do samba sincopado ?, e também sua incrível habilidade de dar à cuíca o protagonismo de um instrumento solista. Índio pode ser comparado a artistas revelados ou redescobertos tardiamente, como Clementina de Jesus, Lia de Itamaracá, Bule Bule, Dona Edith do Prato, Dona Onete, Batatinha, Cartola, entre outros, que passaram a ser reconhecidos já com idade avançada. A expressividade de sua música e de sua personalidade têm a capacidade de alcançar públicos de diferentes gerações e regiões do mundo. A cuíca, instrumento tão simbólico quanto negligenciado na história da música brasileira, desperta muita curiosidade e tem enorme apelo internacional. Este projeto tem, portanto, o potencial de impactar todo um patrimônio cultural em torno da cuíca, dando um novo sopro de luz à vida de um dos seus maiores representantes. Além de seu repertório autoral composto de suas canções que que passam por diversas tradições populares do Rio de Janeiro, Índio vai contar com parcerias de compositores contemporâneos como: Romulo Fróes, Manu da Cuíca, Juçara Marçal, entre outros. * O segundo disco de Mbé ?, palavra que vem do yorubá e significa "ser e existir", é a persona do artista, pesquisador, produtor e musical e engenheiro de som carioca, Luan Correia. Seu projeto parte de uma pesquisa e da síntese criativa entre fósseis tecnológicos, utilizados como ferramentas de comunicação com passado e o futuro. Em "ROCINHA" (2021), seu primeiro álbum, Mbé constrói paisagens cinematográficas com os fragmentos sonoros da diáspora e do continente africanos, e conta com as participações de Juçara Marçal, Luizinho do Jêje, Orlando Costa, Lucas Pires e José Mekler. Mbé vem fazendo shows em festivais nacionais como: Mulambo Jazzágrario, Novas Frequências, Música Estranha e na Bienal de São Paulo, e internacionais como: Holland Festival (Holanda), Noites de Verão (Portugal) e Atlantique Jazz (França). Para este novo projeto entitulado "Lugar Algum", Mbé criará bases a partir de suas pesquisas que combinam gravações de campo, samplers e colagens sonoras, e também contará músicos como Luizinho do Jêje, a banda Test, entre outros. A pesquisa é feita a partir do manuseio de materiais de arquivos musicais, entrevistas, filmes, livros, pinturas, esculturas, que a partir de um processo de recorte e a colagem (sampleamento), mostra não só a malandragem e o drible, mas a própria inteligência a escavar por entre os muros altos da desigualdade social, formas de sobreviver e de, até mesmo, criar uma vida nova.Além da criação de dois álbuns inovadores que serão disponibilizado nas principais plataformas de streaming e também para download gratuito, serão realizados ainda: um material audiovisual artístico sobre cada disco. O projeto busca valorizar o trabalho dois artistas negros periféricos que, apesar de serem de gerações diferentes, se conectam na inovação e contemporaneidade. O projeto contribui para o alcance dos objetivos descritos no artigo 1º da Lei 8.313/91, principalmente no que diz respeito aos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões rmadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; eIX - priorizar o produto cultural originário do País.Os objetivos do projeto, que serão alcançados estão em conformidade com o Artigo 3º da Lei8.313/1991, no que diz respeito ao respectivo Inciso e Alínea:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmesdocumentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reproduçãovideofonográfica de caráter cultural.

Especificação técnica

Os dois álbuns serão disponibilizados nas plataformas de streaming, como Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon Music e outras, além de serem disponibilizados para dowload gratuito através do site do selo Além dos álbuns realizaremos 01 vídeo de divulgação de cada projeto.

Acessibilidade

Álbuns musicais Os álbuns terão as letras das canções disponibilizadas. Vídeos Serão lançados junto dos discos e disponibilizados de forma gratuita no Youtube do selo.Os vídeos serão legendados. Site Audiodescrição para deficiente visuais poderem navegar no site.

Democratização do acesso

Álbuns musicais Os dois álbuns musicais serão disponibilizados gratuitamente em plataformas de streaming, como Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon Music e outras. Não serão comercializados pelo projeto. Vídeos Serão lançados junto dos discos e disponibilizados de forma gratuita no Youtube do selo. Site O acesso ao site será totalmente gratuito e contará com uma versão digital de cada disco para ser baixado gratuitamente. Em atendimento ao Artigo 47 da Instrução Normativa nº23/2025: III - Serão disponibilizados na internet, registros audiovisuais dos bastidores das gravações dos álbuns, além de outras filmagens relativas ao projeto. IV - Garantiremos a captação e veiculação de imagens das atividades do projeto por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuita;

Ficha técnica

Mariana Mansur - Coordenação Geral e coordenação de produção Formada em Desenho Industrial pela ESDI/UERJ, coleciona trabalhos como designer, artista plástica, ilustradora e produtora. De 2012 a 2019 foi Coordenadora da Área de Visual Merchandising das marcas de moda Cantão, Redley e Bisi. Na moda também atuou como designer de estampas e como consultora de Visual Merchandising. Como designer criou capas de CDs, livros, folders, catálogos, exposições, cenários, participando sempre de todas as etapas do processo: criação, execução, finalização, até a contratação de serviços e entrega dos produtos finais. Como produtora trabalhou na parte de concepção, pré-produção e produção executiva de projetos culturais, shows e eventos, colocando projetos em leis de incentivo, buscando captação de patrocínios e apoios, contratação de serviços, organização e gestão de orçamentos, cronogramas, pagamentos e prestação de contas e relacionamento com artistas. Faz parte do coletivo QTV Selo, produtora cultural do Rio de Janeiro. Bernardo Oliveira - Curadoria e Direção Artística Bernardo Oliveira é professor de Filosofia na UFRJ, pesquisador, crítico de música e cinema e produtor cultural. Como crítico de música e ensaísta, colaborou com diversos jornais, blogs, revistas e festivais no Brasil e no exterior (Folha de São Paulo, Revista Multifoco, Suplemento Pernambuco entre outras). Participou de festivais e eventos de música e cinema como curador, produtor, jurado e colaborador convidado (Bienal de Arte Digital, Shape Platform, Multiplicidade, Mostra de Cinema de Tiradentes, Mostra de Cinema Negro de Pelotas, Festivais: Novas Frequências, Kinobeat, Visões Periféricas, Antimateria, entre outros). Foi produtor e curador do evento de música experimental Quintavant e faz parte do coletivo cultural QTV Selo. Publicou em dezembro de 2014 o livro "Tom Zé — Estudando o Samba" (Editora Cobogó), em 2021 lançou "Deixa queimar” sobre a música, a trajetória e o pensamento do cantor e compositor Negro Leo (Editora Numa). Faz parte do projeto artístico Ciranda do Gatilho (2020, SESC-SP). Produziu os filmes "Noite" (2015) e "Sutis Interferências" (2016), da diretora Paula Maria Gáitan; a vídeo performance “UN” (2020) da artista bella, com direção de Sérgio Mekler; e o álbum- filme Kiko Dinucci - VHS (2021), dirigido por Gabriel Barrella. Dirigiu para o SESC Santo Amaro (SP) a webserie “Aulas e Palestras — Histórias da Arte de Compor Samba”, sobre o processo artístico dos compositores Zé Luiz do Império, Marquinho PQD, Marina Íris e Manu da Cuíca. Co-produziu o filme “SOLMATALUA” de Rodrigo Ribeiro-Andrade. Co-dirigiu com Saskia o média-metragem "Caixa Preta", que estreou no Festival Ecrã em julho de 2022. Lucas Pires - Direção Criativa Lucas Pires é programador visual e artista sonoro fluminense. Seu trabalho investiga as possibilidades sonoras de fitas cassete a partir de colagens, loops e ruídos. Além de discos solo assinados como Lucas, Mortuário e aka Mortuário, ele é membro do grupo de arte multimídia DEDO, com quem lançou quatro álbuns e ocupou salas de cinema, casas de shows, galerias, museus e desfiles. Pires também produziu filmes, discos, trilhas e performances e desenvolveu o design de capas, cartazes e ações de comunicação junto a artistas como Ava Rocha, Tantão e os Fita, Negro Leo e Marcela Lucatelli, além de artes para o selo carioca QTV, do qual faz parte. Renato Godoy - Produção Musical Seguiu o caminho da velha escola começando como assistente de estúdio no antigo Discover Studio localizado no Jardim Botânico /Rio de Janeiro (conhecido como o 1o estúdio comercial totalmente digital do Brasil). O Discover Studio era capitaneado por Guilherme Reis e gravava em sua maioria projetos de samba do selo Carioca Discos dos produtores Guilherme Reis, Paulo Albuquerque e Claudio Jorge. Os artistas lançados eram expoentes nacionais como: Dona Ivone Lara, Nei Lopes, Trio Calafrio, Arlindo Cruz e Sombrinha, Guinga, entre outros. Depois de 10 anos de experiência, começou a assinar discos como engenheiro de gravação e mixagem ao lado do produtor Alexandre Kassin, período de muito aprendizado onde pode conviver e trabalhar com grandes mestres como Lincoln Olivetti, Wilson das Neves, Marcos Valle, Erasmo Carlos etc. Paralelamente desenvolveu diversos projetos no campo da música inventiva e de vanguarda do Brasil e do mundo. Membro fundador do coletivo Quintavant, que se desdobrou em 2014 no selo QTV, atua como produtor, músico e engenheiro de áudio, trabalhando com Chinese Cookie Poets, Negro Leo, DEDO™, Ava Rocha, Saskia, Paal Nilssen-Love, Otomo Yoshihide, Peter Brötzmann, Zbigniew Karkowski, Juçara Marçal, e muitos outros. Eduardo Manso - Produção Musical Eduardo Manso é um produtor e músico nascido no Rio de Janeiro. Participou dos grupos Rabotnik, Binário, Bemônio e Meia Banda. É um dos fundadores do QTV Selo. Já produziu discos de artistas como Ava Rocha, Negro Leo, Bruno Schiavo, Tono, entre outros. Luan Correia (Mbé) - Produção Musical Produtor cultural / musical, pesquisador, músico e técnico de som. Possui formação na Escola de Cinema 5 visões. Atua na área da música desde os 17 anos. Co-produziu diversos shows no estúdio de música Audio Rebel, como: Paal Nilssen-love, Negro Leo, Siba, Metá Metá, Jorge Mautner, Cidadão Instigado. No coletivo / selo QTV atua na área de produção de discos e eventos, participando dos seguintes discos: Negro Leo - Action Lekking, Chelpa Ferro e Duplexx - Chelplexx, Marcos Scarassatti - Hackearragacocho, Lucindo - Contra a Parede, Bernardo Girauta e Gabriela Nobre - Fantasma e Índio da Cuíca — Malandro 5 Estrelas. Como músico faz parte do coletivo de rap carioca Justa Causa, formado na baixada fluminense, atuando como beatmaker; faz parte do duo de free noise Ó Só, tocando bateria e samples; tem e realiza seu projeto solo Mbé, como qual lançou o elogiado disco ROCINHA (2021) e, MIMOSA (2023) com os parceiros Luiz Felipe Lucas e Leyblack.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.