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"Tudo o que não dizemos" é um espetáculo teatral que aborda, com sensibilidade, os silêncios e conflitos emocionais no seio de uma família em crise. A peça trata de temas como saúde mental, luto e dificuldade de comunicação afetiva. Em 2026, realizará 76 apresentações nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Salvador. O projeto ainda pretende oferecer debates/aulas gratuitos em todas as cidades, a título de contrapartida social.
Após a morte trágica do filho mais velho, uma família de classe média tenta reconstruir sua rotina, mas é atravessada por silêncios, cobranças e mágoas não ditas. O filho sobrevivente, mergulhado em culpa e isolamento, busca apoio em sessões de terapia, enquanto a mãe reprime suas emoções em nome da aparência e do controle. O pai, dividido entre os dois, tenta manter a harmonia, mas se vê impotente diante da fragmentação emocional do núcleo familiar. Ambientada em um cenário simbólico e essencialista, a peça mergulha nas tensões internas de uma casa que se tornou território de ausências. Uma obra sobre escuta, fragilidade e a urgência do afeto.
OBJETIVOS GERAIS- Produzir uma peça de teatro de impacto social relevante que dialogue com temas universais da obra literária;- Promover o diálogo, a reflexão e a sensibilização do público sobre saúde mental, relações familiares, luto e resiliência, contribuindo para a valorização da cultura teatral como ferramenta de inclusão e transformação social;- Incentivar a reflexão sobre o cotidiano e as emoções humanas;- Estimular o diálogo intergeracional e as ações educativas que promovam a inclusão social;- Valorizar o teatro como ferramenta de transformação social e de promoção de direitos humanos;- Alcançar diferentes públicos, com sessões acessíveis e ações de formação de plateia, especialmente voltadas a jovens, professores, profissionais da saúde e estudantes de artes.- Desenvolver ações de formação de plateia com oficinas acessíveis, voltadas a jovens, professores, cuidadores e profissionais da saúde;- Estabelecer parcerias com escolas públicas, organizações sociais e centros culturais, promovendo sessões gratuitas ou com preço acessível para comunidades de baixa renda.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Produzir e apresentar uma peça teatral de impacto social, com circulação em quatro cidades brasileiras (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Salvador), totalizando 76 sessões;- Realizar 6 debates públicos em cada cidade (24 ao todo) abordando temas relacionados à saúde mental, expectativas sociais, juventude e questões de diversidade;- Organizar 1 aula/encontro por cidade com a equipe artística para reflexão sobre "Trauma e Afeto nas Relações Familiares", envolvendo a comunidade acadêmica e profissionais da área de saúde e educação;
"Tudo o que não dissemos" é uma obra cênica que propõe investigar os silêncios cotidianos que estruturam nossas relações afetivas, familiares e sociais. A peça parte de uma abordagem contemporânea para explorar as experiências de pertencimento, exclusão, luto e reconhecimento, focando nas dinâmicas que atravessam a construção da identidade e da subjetividade em um mundo marcado por normas e expectativas muitas vezes invisíveis, mas profundamente atuantes.Por meio de uma dramaturgia sensível e fragmentada, o espetáculo se desenvolve como um mosaico de narrativas íntimas, propondo ao público uma escuta ativa e empática sobre temas como vulnerabilidade, memória, linguagem e a complexidade das conexões humanas. A proposta cênica busca tensionar o que pode ou não ser dito, compreendido ou validado nos espaços que habitamos — sejam eles públicos ou privados.A montagem se compromete com uma linguagem estética que conjuga minimalismo e densidade emocional, criando atmosferas que ampliam a potência do não dito, do gesto interrompido, do afeto contido. É uma peça que convida à reflexão crítica, sem abandonar o aspecto poético e sensível do teatro como espaço de encontro e transformação.A dramaturgia buscará representar as emoções complexas dos personagens e promover reflexão sobre o impacto de eventos traumáticos na vida das pessoas comuns, promovendo diálogo e sensibilização. Ambientada em um cenário simbólico e essencialista, a peça mergulha nas tensões internas de uma casa que se tornou território de ausências. Com isso, "Tudo o que não dissemos" se propõe não apenas como uma experiência artística, mas como uma provocação ética e política sobre as formas como habitamos o mundo — e sobre tudo aquilo que, por vezes, deixamos de dizer.O projeto se enquadra na Lei nº 8.313/1991, Art. 1º, inciso II, que contempla ações de incentivos fiscais para projetos culturais que promovam debates sociais e inclusão, além de cumprir os objetivos do Art. 3º, que visam à democratização do acesso à cultura e à promoção da cidadania. A necessidade de uso do mecanismo de incentivo decorre da relevância social do tema — saúde mental, relações familiares e questões de diversidade —, além da importância de ampliar o acesso às ações culturais de impacto social, que muitas vezes encontram barreiras econômicas para sua realização e fruição. O apoio por meio da Lei permitirá a execução de ações de grande abrangência, acessíveis a públicos diversos, inclusive grupos marginalizados, e contribuirá para o enfrentamento do estigma social relacionado à saúde mental.
Informamos que a presente proposta foi inscrita no Edital de Patrocínios do Centro Cultural Banco do Brasil 2026-2027 e está sendo inscrita no presente mecanismo conforme oriuentações daquele edital. Por essa razão, informamos que, por ora, não apresentamos carta de anuência do espaço de realização, visto que o resultado do edital não foi anunciado. Comprometemo-nos, caso haja possibilidade do projeto adquirir financiamentos por outras instituições, a apresentar a carta de anuência pertinente com a devida antecedência.
Aula/Encontro: O projeto irá realizar uma Aula/Encontro em cada cidade com a equipe artística da peça sobre: “Trauma e Afeto nas Relações Familiares” com o objetivo de proporcionar um espaço de escuta, reflexão e diálogo sobre como o teatro pode ser uma ferramenta de sensibilização e compreensão sobre temas como saúde mental, luto, comunicação familiar e os efeitos do trauma na vida cotidiana. Será um encontro gratuito e aberto ao público (preferencialmente estudantes, professores, psicólogos, artistas, cuidadores, etc.), com convidados especializados no assunto. Debates: “Saúde Mental e Expectativas na Sociedade Contemporânea”: Este debate propõe uma reflexão sobre as pressões sociais, culturais e individuais que moldam a forma como lidamos com o sofrimento psíquico. Em um mundo que valoriza a produtividade, a performance emocional e o controle das aparências, como criar espaços de escuta e acolhimento reais? Até que ponto a negação da dor se tornou um mecanismo coletivo? E qual o papel da arte, da linguagem e da escuta nesse processo? Por que ainda é tão difícil falar sobre saúde mental em espaços públicos? Como o ideal de "funcionamento normal" exclui ou silencia experiências legítimas de sofrimento? O que significa “ser forte” na nossa sociedade? De que forma o teatro e outras expressões artísticas podem tensionar e transformar essas normas? Pretendemos promover um debate aberto e inclusivo sobre a experiência humana da fragilidade, os estigmas que cercam a saúde mental e a urgência de criar narrativas mais honestas e acolhedoras sobre o viver.“Juventude, Pressões e Possibilidades”: Este debate propõe uma conversa franca sobre o que significa ser jovem hoje. Em meio a tantas expectativas — da família, da escola, da sociedade — como encontrar espaço para escolhas próprias, erros, dúvidas e caminhos fora do padrão? A juventude é muitas vezes tratada como “preparação para o futuro”, mas e o agora? Quais são as potências e os desafios reais de quem está tentando se entender em um mundo cheio de regras, comparações e incertezas? Pretendemos criar um espaço de escuta e troca entre jovens e adultos sobre as tensões entre liberdade e expectativa, pressa e descoberta, sonho e realidade. Um convite para validar os processos de crescimento como únicos, legítimos e plurais.
Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade para pessoas com deficiência motora:- Acessos exclusivos às pessoas com deficiência física através de rampas ou elevadores;- O espaço onde o espetáculo será apresentado contará com espaços reservados na platéia para cadeirantes; Acessibilidade para pessoas com deficiência visual:- Propomos como medida a Audiodescrição simultânea por meio de fones de ouvido, durante todas as sessões ou em sessões específicas anunciadas com antecedência.Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva:- Propomos como medida uma disposição especial para a presença física de intérprete de Libras em tempo real durante todas as sessões ou em sessões específicas anunciadas com antecedência.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos:- Pessoas com TEA podem apresentar reações diversas aos estímulos dos ambientes, assim como uma sobrecarga sensorial. Portanto, propomos realizar o espetáculo em ambientes organizados, bem iluminados e sem excesso de informações, contribuindo assim com a assimilação do conhecimento da pessoa com TEA;Produto: CONTRAPARTIDAS SOCIAISAcessibilidade para pessoas com deficiência motora:- Acessos exclusivos à pessoas com deficiência física através de rampas ou elevadores; Acessibilidade para pessoas com deficiência visual:- Os debates e a a aula/encontro contarão com recursos de som em alto falantes enquanto são executadas, o que permitirá que pessoas com deficiência visual possam absorver o conteúdo;Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva:- Os debates e a a aula/encontro contarão com intérprete de libras, o que permitirá que pessoas com deficiência auditiva possam absorver o conteúdo; Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos:- Pessoas com TEA podem apresentar reações diversas aos estímulos dos ambientes, assim como uma sobrecarga sensorial. Portanto, propomos realizar os debates e a aula/encontro em ambiente organizado, bem iluminado e sem excesso de informações, contribuindo assim com a assimilação do conhecimento da pessoa com TEA;
Distribuição de ingressos - Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:Rio de Janeiro (estimativa de 3000 pessoas)300 (10%) ingressos para distribuição gratuita promocional por patrocinadores;300 (10%) ingressos para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituições públicas de ensino;300 (10%) ingressos para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;1500 (50%) ingressos a R$ 30,00 (inteira), para o público em geral; 600 (20%) ingressos a R$ 15,00 (meia), para o público em geral; São Paulo (estimativa de 2400 pessoas)240 (10%) ingressos para distribuição gratuita promocional por patrocinadores;240 (10%) ingressos para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituições públicas de ensino;240 (10%) ingressos para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;1200 (50%) ingressos a R$ 30,00 (inteira), para o público em geral; 480 (20%) ingressos a R$ 15,00 (meia), para o público em geral; Belo Horizonte (estimativa de 1000 pessoas)100 (10%) ingressos para distribuição gratuita promocional por patrocinadores;100 (10%) ingressos para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituições públicas de ensino;100 (10%) ingressos para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;500 (50%) ingressos a R$ 30,00 (inteira), para o público em geral; 200 (20%) ingressos a R$ 15,00 (meia), para o público em geral; Brasília (estimativa de 1000 pessoas)100 (10%) ingressos para distribuição gratuita promocional por patrocinadores;100 (10%) ingressos para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituições públicas de ensino;100 (10%) ingressos para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;500 (50%) ingressos a R$ 30,00 (inteira), para o público em geral; 200 (20%) ingressos a R$ 15,00 (meia), para o público em geral;Total de ingressos previstos para o produto: 7400Além disso, para o produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS, conforme plano de distribuição, prevemos a adoção da seguinte medida de ampliação do acesso seguindo o exposto no Art. 47. da INSTRUÇÃO NORMATIVA MinC nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, a saber:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Distribuição de ingressos - Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS:Para distribuição gratuita com caráter social: 200 / 100%;Além disso, para o produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS, conforme plano de distribuição, prevemos a adoção da seguinte medida de ampliação do acesso seguindo o exposto no Art. 47. da INSTRUÇÃO NORMATIVA MinC nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, a saber:VII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação ou instituições de longa permanência para idosos, para pessoas em residências terapêuticas e para Unidades de Acolhimento da Rede de Atenção Psicossocial;
Newton Moreno - DramaturgiaDramaturgo formado em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e mestre e doutor em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo (USP). É autor dos textos teatrais Agreste (2004), montado pela Cia. Razões In-versas; As centenárias (2007), estrelado nos palcos por Marieta Severo e Andréa Beltrão; Maria do Caritó (2012), interpretado por Lilia Cabral; e O livro, interpretado por Du Moscovis (2010). Recentemente, escreveu o musical As cangaceiras, guerreiras do sertão (2019). Recebeu diversos prêmios de teatro, como o APCA, o Shell, o Bibi Ferreira, o Questão de Crítica e o Aplauso Brasil. Em 2003, recebeu a Bolsa Vitae de Artes para realizar uma livre adaptação teatral de Assombrações do Recife Velho, de Gilberto Freyre. Moreno é roteirista dos filmes Maria do Caritó (2019) e Agreste e desenvolveu diversos trabalhos para a TV, como a série da Rede Globo Amorteamo (2015).Sérgio Módena - DireçãoBacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos como diretor são: "A Falecida", de Nelson Rodrigues, "Longa Jornada Noite Adentro", de Eugene O'Neill, direção em parceria com Gustavo Wabner, "As Cangaceiras Guerreiras do Sertão", de Newton Moreno, "Copacabana Palace- O Musical", de Ana Velloso e Vera Novelo,"Os Grandes Encontros da MPB"', de Pedro Brício, "Diários do Abismo", baseado na obra de Maura Lopes Cançado, “Ricardo III” de William Shakespeare, “A Arte da Comédia”, de Eduardo De Filippo, “Janis”, de Diogo Liberano, "Os Vilões de Shakespeare", de Steven Berkoff, “Esse Vazio”, de Juan Pablo Gomez, “Como Me Tornei Estúpido”, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, "Kid Morengueira- Olha o Breque", de Ana Velloso, "O Musical da Bossa Nova", roteiro de Rodrigo Faour e Sergio Módena, "Estes Fantasmas!", de Eduardo De Filippo, "O Último Lutador, de Marcos Nauer e Tereza Frota, “Politicamente Incorretos”, “Forró Miudinho” “Bossa Novinha- A Festa do Pijama”, “Sambinha” e "O Choro de Pixinguinha", musicais de Ana Velloso, “As Mimosas da Praça Tiradentes”, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche. Escreveu "O Soldadinho e a Bailarina" (adaptação do conto de H. C. Andersen) em parceria com Gustavo Wabner e dirigido por Gabriel Villela. Seus espetáculos receberam inúmeras indicações e prêmios nas mais importantes premiações teatrais do eixo Rio- São Paulo.Stella Maria Rodrigues - Atriz Atriz, cantora, produtora e autora. Em 2025, celebra 40 anos de carreira. Formada pelo Centro de Artes Calouste Gulbenkian, participou de diversos espetáculos de destaque, como O Abre Alas – 150 anos de Chiquinha Gonzaga, Cole Porter – Ele Nunca Disse Que Me Amava, Suburbano Coração, Cristal Bacharat e A Ópera do Malandro — todos dirigidos por Charles Möeller e Claudio Botelho. Esteve também em A Presença de Guedes (dir. Irene Ravache), Band-Age (dir. Cininha de Paula), Toilete (de Walcyr Carrasco), O Tempo e os Conways (dir. Vera Fajardo), As Noviças Rebeldes (dir. Wolf Maya) e Vicente Celestino – A Voz Alma do Brasil (dir. Jacqueline Laurence), entre muitos outros. Recebeu prêmios e indicações importantes, como o FITA de Melhor Atriz de Musical por Emilinha e o APTR de Melhor Atriz Coadjuvante por Romeu e Julieta, o Musical.Gabriel Bulcão - AtorAtor, diretor e produtor formado pela Faculdade CAL de Artes Cênicas; Como ator participou do espetáculo "Então..." de Michel Robim, com direção de Isaac Bernat (2016); "Colisão" de Renata Mizrahi, com direção de Alexandre Contini (2018); da trilogia "Família Craft", com direção de Henrique Freitas (Disney Plus); "Enaldinho em uma noite infinita" com direção de Élder Miranda Jr. (Cinema); participou de "Desapega!" com direção de Hsu Chien (2022) e de "Apaixonada" com direção de Nath Warth (2023). Como diretor realizou o espetáculo "Maravilhoso Escândalo", com as atrizes Dayanna Maia e Giovanna De Toni, peça contemplada pela Lei Aldir Blanc; seu último trabalho como diretor foi "24 horas na vida de uma mulher" de Stefan Zweig, um espetáculo de dança-teatro que além de dirigir também é ator e produtor, ao lado da dançarina Luciana Bicalho, realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Fez assistência de direção de Marcelo Marques na ópera: “A Voz Humana” de Jean Cocteau (com Eliane Coelho). Seu último trabalho foi a Direção de Movimento do espetáculo "Aquilo que me faz seguir: novas formas de existir", criação da Cia Aplauso que pertence à ONG Galpão Aplauso.Thelmo Fernandes - Ator Ator brasileiro com 32 anos de carreira. Thelmo acumula, entre Indicações e Prêmios, 30 menções. Seus últimos trabalhos de destaque foram as séries "Fim" do Globoplay como "Álvaro", "Todo dia a mesma Noite" da Netflix como 'Pedro Leal' e "Arcanjo Renegado" como "Bispo Cristovão"Wilson Rabelo - AtorSeus últimos trabalhos foram a novela Mania de Você, o longa Bandida a N1, o filme Meu Amigo Pinguim, a série DOM (Prime Video), O Jogo que Mudou a História (Globoplay). Sua formação teatral foi construída em cursos de teatro, o que o permitiu transitar pelas mais significativas correntes de teatro e diretores das décadas de 1980 a atualidade. Desde então atua em teatro, TV e Cinema. Na televisão o ator fez as novelas: Os Imigrantes (1981); Eu Prometo (1993); América (2005); Páginas da Vida (2006); Sinhá Moça (2006); Sete Pecados (2007); Em Família (2014); Sol Nascente (2016); Pega Pega (2017); Malhação (2017); Deus salve o Rei (2018) e Amor de Mãe (2020). MINISSÉRIES: Arcanjo Renegado (2022); Anjo Loiro com Sangue no Cabelo (2021); Dom (2021); Por toda a minha vida (2011); A Cura (2010) No cinema esteve nos projetos: Doramundo, dir. João B. de Andrade; O Romance da Empregada, dir. Bruno Barreto • Anjos do Sol. Melhor ator pelo festival de gramado pelo curta ''Ponto e Vírgula''.Luísa Vianna - AtrizLuísa Vianna é atriz, cantora e produtora. Seus trabalhos mais recentes são o musical Nossa História com Chico Buarque, com direção de Rafael Gomes, texto de Rafael e Vinicius Calderoni. E também a peça Moria, de Moacyr Góes. Em 2022, fez o papel de Bibi Ferreira alternante em Bibi - uma vida em musical. Esteve em musicais premiados como: A Noviça Rebelde, Bob Esponja - O musical e Barnum - o Rei do Show. Produziu e protagonizou a websérie Rádio Acordar o Tempo pelo SESC RIO. Foi indicada ao prêmio CBTIJ por O Pescador e a Estrela (2023) e Suelen Nara Ian (2019), peça de Luísa Arraes com direção de Débora Lamm. Seus trabalhos anteriores foram “Não Vamos Pagar!” e “As Conchambranças de Quaderna”, ambas com direção de Inez Viana. Em 2016 estreou profissionalmente em Gabriela - Um musical de João Falcão. Também com João, participou da série "Teatro no Ato" do canal Arte1, protagonizando o episódio “A Dona da História”. Na televisão, fez participações nas novelas Volta por Cima e Eta, mundo bãoLuciana Bicalho - Direção de MovimentoEspecialista no Sistema Laban de análise do movimento, formada pelo Método Ivaldo Bertazzo. Graduada em dança contemporânea pela Faculdade Angel Vianna e pós-graduada em “Terapia através do movimento: corpo e subjetivação”. Integra também o corpo docente das pós-graduações lato sensu de “Preparador corporal nas artes cênicas”, onde desenvolveu disciplinas como “Estéticas do movimento: estudos em dança, videodança e multimídia”. Ministrou um curso na pós-graduação “Arte da Performance”, em BH.Paula de Oliveira - Gerenciamento de ProjetoBacharel em Produção e Política Cultural pela Universidade Cândido Mendes e Pós‐graduada em Gestão do Entretenimento pela ESPM, atua profissionalmente há mais de 15 anos na produção executiva e fomento de projetos culturais. Esteve à frente de projetos como o Festival Varilux de Cinema Francês, Festival Ópera na Tela, o espetáculo musical espanhol The Opera Locos, exposições diversas como Raymond Depardon – Un moment si doux, Simplesmente Doisneau, A Terra Vista do Céu, de Yann Arthus-Bertrand, Hacktudo - Festival de Cultura Digital, Presença Festival, FESTU, entre vários outros.Realização: BULC Produções - Gabriel Bulcão
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.