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Capuera Angola na Comunidade nasce da necessidade de transformar a vida de crianças em situações de vulnerabilidade social dos bairros Floresta e Morro da Formiga em Braço do Norte/SC através das vivências de capoeira angola. Frente aos desafios enfrentados pela comunidade, a Assossiação junto aos educadores Igor, Bruna e Guilherme desenvolveram essa iniciativa que transcende a prática corporal e proporciona um ambiente de desenvolvimento emocional, social e cultural gerando o pertencimento e inclusão à cultura negra. A capoeira angola é utilizada como ferramenta de transformação social, despertando uma comunidade que é deixada de lado pela sociedade e pela prefeitura municipal, trazendo as crianças para vivênciarem suas infâncias de maneira plena tornando-os modificadores de suas próprias realidades. ]As vivências trazidas estão ligadas ao Ensino Griô, que valoriza a tradição oral e a vivência afetiva gerando vínculo entre as diferentes idades, gêneros e educações.
O projeto Capuera Angola na Comunidade é desenvolvido pela Assossiação de Moradores do Bairro Floresta junto ao coletivo Cultura Viva no Vale composto pelos seguintes profissionais; Bruna Quio (Coordenadora de Comunicação), Igor Cruz (Educador Social Cultural) e Guilherme Bressan (Diretor Geral). Esse projeto busca promover a transformação na vida das crianças e jovens moradoras dos bairros periféricos conhecidos como Floresta e Morro da Formiga em Braço do Norte (SC) através das vivências semanais de capoeira angola.
Com o projeto "Capuera Angola na Comunidade" queremos promover uma transformação significativa no dia a dia e nas ações de cada criança através da cultura negra, oferecendo valores essenciais para o desenvolvimento pessoal e social. Por meio das vivências semanais de capoeira angola, as crianças e jovens terão a oportunidade de desenvolver habilidades importantes, como socialização, concentração, atenção, confiança e coletividade. Acreditamos que o contato com essa riqueza cultural que é a capoeira angola permite que os participantes se conectem com suas raízes e valorizem a diversidade, a igualdade e o respeito, em um processo que envolve não apenas as crianças, mas também suas famílias e a toda a comunidade. Esse projeto foi idealizado para unir crianças e jovens que estão em vulnerabilidade social nos bairros da Floresta e Morro da Formiga, uma grande periferia da cidade. Nossa intenção é que cada integrante absorva e eternize os valores trazidos, construindo uma nova perspectiva de vida, onde a violência, o crime e os conflitos dão lugar a atitudes de cooperação e respeito mútuo. A capoeira angola como expressão de resistência, identidade da cultura negra e uma rica ferramenta de transformação, oferece uma visão alternativa para lidar com os desafios do cotidiano de forma construtiva e transformadora. - Proporcionar a Inclusão e o Resgate da Cultura Negra na cidade: Despertar nas crianças a valorização da cultura negra e da arte, através da capoeira angola, resgatando o patrimônio cultural e aproximando-as da rica herança da Capoeira Angola, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. - Desenvolver Habilidades Físicas e Emocionais: Estimular a coordenação motora, equilíbrio, flexibilidade, e controle emocional, promovendo o autoconhecimento e a expressão corporal. A capoeira angola contribuirá para a autoestima, autoconfiança, criatividade e curiosidade, além de melhorar a psicomotricidade e o raciocínio. - Consolidar Valores de Cidadania e Solidariedade: Incentivar valores como solidariedade, respeito e colaboração entre as crianças, fortalecendo o vínculo com a comunidade e promovendo a inclusão social, de forma a aproximar a sociedade das crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. - Inspirar e Transformar Perspectivas de Vida: Oferecer uma experiência transformadora e inspiradora, proporcionando uma nova perspectiva de vida para as crianças da periferia, ampliando seus horizontes e fortalecendo a capoeira angola como uma prática de vida e de expressão cultural. Buscamos ainda que as crianças e adolescentes participantes tornem-se promotores da paz e pertencentes da cultura negra, acreditando na transformação social que a capoeira angola e todas as raízes da cultura negra são capazes de fazer. OBJETIVO ESPECIFICO:1-Desenvolver uma vivência por semana de capoeira angola com duração de 90 minutos.2-Proporcionar 30 vagas gratuitas para crianças e jovens entre 7 a 14 anos moradoras dos bairros Floresta e Morro da Formiga que estão em situações de vulnerabilidade social.3-Contratar profissional de fotografia para acompanhar as vivências e fazer registros que servirá como lembrança para as crianças, portfólio dos profissionais, valorização da cultura negra e divulgação dos incentivadores (empresa e lei).4-Realizar aquisição de instrumentos adaptados para as vivências.6-Realizar aquisição de 180 camisetas (As crianças e o coletivo terão 2 camisetas para manter o uso durante as vivências, o restante será distribuido em rodas de capoeira angola como ferramenta de divulgação do projeto)7-Realizar aquisição de 100 calças (As crianças e o coletivo terão 2 camisetas para manter o uso durante as vivências, o restante será distribuido em rodas de capoeira angola como ferramenta de divulgação do projeto)8- Proporcionar café coletivo para as crianças após as vivências durante os 9 meses de execução do projeto.9- Contratar aluguel de transporte 2 vezes por mês para facilitar a participação das crianças nas vivências 10-Como contrapartida, realizar (1) uma roda de capoeira angola por mês em frente ao Centro Comunitário do Bairro Floresta, como ferramenta de divulgação do projeto e da cultura negra.
O projeto Capuera Angola na Comunidade foi desenvolvido pela Assossiação junto à equipe do projeto a partir da necessidade de proporcionar oportunidades e transformar a vida de crianças e jovens que moram nos bairros periféricos da cidade de Braço do Norte, Santa Catarina e que estão em situações de vulnerabilidade social no dia a dia. A capoeira angola está além do corpo, além da roda, além da música... Através do jogo transmitimos a paz, a confiança, o respeito e a humildade, manter as tradições e o costumes da capoeira angola faz com que sua história seja preservada, é preservar a vida desta cultura negra. A capoeira é ferramenta de libertação e o grande objetivo desse projeto é libertar de várias formas, tanto no corpo, no sentimental, no emocional, na expressão, quanto na vida social, quanto na alma, é libertar cada integrante para ser quem se é. O projeto Capuera Angola na Comunidade vai para além do físico, o mais importante é as crianças conhecerem os fundamentos, as raízes e a ancestralidade da capoeira angola de forma que isso transforme suas vidas. Queremos levar a cultura negra para as crianças e jovens das periferias que é justamente onde estão as pessoas dessa descêndencia, dessa raiz negra, e fazer eles acreditarem que podem sim transformarem suas vidades a partir dessa riqueza cultural, e não apenas do olhar colonizador do mercado. O incentivo financeiro deste projeto é fundamental para assegurar o desenvolvimento regular das vivências de acordo com as metas e objetivos propostos. Nos projetos aprovados, estão previstos a contratação de profissionais, aquisição de roupas, materiais para atividades, desenvolvimento de identidade visual e divulgação, tudo isso, valoriza e visibiliza a cultura negra, promovendo a diversidade cultural e estimulando novos agentes culturais. Esse projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8113/91 e Art. 3º da Lei 8113/91: Art. 1º da Lei 8113/91I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º da Lei 8113/91: II- Fomento à produção cultural e artística, mediantec) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III- Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV- Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V- Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Além de ser benéfico para as empresas e pessoas físicas que podem aplicar uma parte do imposto de renda, a Lei da oportunidade para democratização do acesso à cultura a partir da aprovação de projetos como pessoa física. Manter o compromisso com as crianças, jovens e a valorização de suas comunidades, requer profissionais qualificados para cada função prevista, mantendo a comunicação entre a equipe, os familiares, a instituição onde será desenvolvido e a identidade do projeto, garantindo que seja executado de acordo com o resultado que essa iniciativa busca alcançar, para que isso ocorra de maneira saudável e harmônica, torna-se fundamental o mecanismo de incentivo financeiro.
O projeto desenvolverá a cultura da capoeira angola levando em consideração a idade e o desenvolvimento pessoal de cada integrante através dos seguintes aspectos: - História: Como surgiu a capoeira angola, a ginga, os movimentos; - Cultura: Preservação dos costumes e tradições da capoeira angola; - Musicalidade e ritmos: A importância dos cantos, cantigas, os ritmos, harmonia sonora; - Instrumentos Musicais: Conhecendo cada instrumento, os toques, como é o processo de confecção dos instrumentos, conexão das cantigas com os instrumentos tocados; - Jogo da Capoeira: Após entender o ritmo, a história, as tradições, passamos a entender o jogo da capoeira dentro da roda de capoeira angola;
O projeto prevê aquisição de instrumentos musicais adaptados como berimbaus, pandeiros, reco-recos, agogôs e atabaques adaptados para pessoas pcd's, estes, são menores e mais leves facilitando a participação de todos. A musicalidade garante a inclusão, ela é usada como comunicação, integração, identificação e ampliação dos limites físicos e mentais. Seja tocando, ouvindo, sentindo ou assistindo os instrumentos musicais, é possível desenvolver a linguagem, a memória e seu lado afetivo. Além disso, o projeto irá trazer as medidas de legenda descritiva/integrativa e audiodescrição nas publicações do instagram facilitando a compreensão e integrando pessoas com deficiências auditivas e visuais.
O projeto busca garantir que todos tenham acesso à capoeira angola, abrangendo os seguintes inciso(s)/medida(s) do art. 47 da IN nº 23/2025 MinC: IV- Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V- Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI- Realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores X- Outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.(O projeto será realizado no Centro Comunitário do Bairro Floresta que atende crianças e jovens das periferias conhecidas como Floresta e Morro da Formiga. Ao criar espaços de apoio a comunidade em locais acessíveis geramos conexão entre a periferia e a sociedade reduzindo barreiras sociais e a desigualdade social.) Além disso, o projeto abrange as seguintes medidas do art 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;(O coletivo desenvolverá a tradicional roda de capoeira angola em frente ao centro comunitário uma vez por mês durante a execução do projeto, aberto à todos que queiram conhecer a cultura negra e o projeto desenvolvido.) VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Coordenadora de Comunicação - Bruna QuioBrasileira, praticante de capoeira angola desde 2009, estudante e pesquisadora da cultura negra, formada professora de capoeira em 2018 na cidade de Tubarão(SC), formada técnica em administração no ano 2019, formada em coordenação de comunicação em 2022.Fundadora da Ori Cultural em 2021, atualmente segue com objetivo mostrar a cultura negra viva no estado catarinense através de fotografias, filmagens, documentários e projetos sociais. Diretor Geral - Guilherme Nunes BressanTubaronense, praticante de capoeira, estudante e pesquisador da cultura negra, pós graduado em gestão ambiental pela ufla (mg-2008), graduado em agronomia pela ufsc (sc-2001), coordenador/diretor de projetos sociais e ambientais desde 2003, educador/consultor/palestrante agronômico e ambiental desde 2001, membro do comitê da bacia hidrográfica do rio tubarão, presidente do Comdema Grão Pará(SC) em 2016. Educador Social Cultural - Igor Gabriel CruzBraçonortense, praticante de capoeira angola há 20 anos, estudante e pesquisador da cultura negra e dos ritmos afro brasilerios, formado professor de capoeira em 2018 na cidade de Tubarão (SC), fundador do coletivo Cultura Viva no Vale em 2017. Educador Social Cultural desde 2017, desenvolvendo projetos sociais com crianças e jovens entre 6 a 14 anos moradoras das comunidades periféricas de Braço do Norte, Tubarão, Orleans e São Ludgero.
SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.