Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 255315Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

50º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira

FUNDACAO CULTURAL DE ILHA SOLTEIRA
Solicitado
R$ 400,3 mil
Aprovado
R$ 400,3 mil
Captado
R$ 200,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

50.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Ilha Solteira
Início
2026-04-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Ilha Solteira São Paulo

Resumo

Este projeto visa à realização da 50ª edição do Festival Nacional de Música Popular Brasileira de Ilha Solteira, em 2026. O evento é dedicado à valorização da música autoral brasileira e à promoção do intercâmbio entre ritmos, composições e sonoridades que expressam a pluralidade do país.Com forte ligação às raízes culturais das diferentes localidades, o Festival propicia um espaço para que artistas apresentem obras que dialogam com suas trajetórias, territórios e referências culturais. Ao reunir essa diversidade de produções musicais em um único evento, constrói-se um panorama representativo da atual cena musical brasileira, fomentando sua difusão e profissionalização.

Sinopse

A motivação O Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira é um evento de celebração da música, cuja motivação é a importância da exposição e promoção do intercâmbio entre a diversidade de ritmos, composições e timbres da música brasileira. O resultado imediato é o tecimento de um panorama da atual produção da Música Popular Brasileira e o incentivo à profissionalização da música popular brasileira, propiciada pela vitrine que o Festival proporciona. O público O público alvo do Festival Nacional de MPB é formado por compositores, intérpretes e instrumentistas de todo o país, que têm a possibilidade de compartilhar e divulgar seu trabalho, assim como interagir com diferentes experiências musicais; além da população como um todo, que costuma girar em aproximadamente 3.000 pessoas por noite, chegando a aproximadamente 9.000 na Final, que prestigiam e se enriquecem culturalmente durante o período do festival e posteriormente, com os produtos resultantes do mesmo. No total dos 50 festivais realizados, estima-se que mais de 410 mil pessoas, entre compositores, intérpretes, músicos e afins, além da população em geral, oriunda das mais diversas localidades participaram do evento. Em média, a cada ano a cidade, de pouco mais de 25 mil habitantes, o Festival recebe uma circulação de mais de 10 mil pessoas durante a realização do evento. Os participantes Para os compositores, músicos, intérpretes e instrumentistas, o Festival Nacional de MPB se coloca como um instrumento de reconhecimento e projeção de seu trabalho artístico. Além disso, o Festival funciona para o participante como um laboratório, no qual pode experimentar a concretização ou o processo do trabalho artístico por meio da sua materialização musical no palco e a interação e diálogo com o público. Para o público que frui das músicas participantes, além do lazer e entretenimento, o evento lhe permite apurar a vivência artística e crítica da produção musical brasileira. Exemplo disso, é que o público que acompanha o evento ao longo de suas 46 edições, hoje já se posiciona criticamente em relação às execuções e ao julgamento da Comissão Julgadora. Com o objetivo de permitir a participação de músicos de todas as partes do país e ampliar a abrangência do Festival, é fornecida uma ajuda de custo para os classificados cujo principal critério é a distância da cidade do concorrente à Ilha Solteira. A previsão é um total de aproximadamente 20 mil reais para ajudar nos custos de transporte, refeição e hospedagem dos participantes. Da premiação A premiação do Festival de Ilha Solteira tem como premissa o reconhecimento qualitativo dos participantes e estímulo à profissionalização dos compositores, instrumentista e intérpretes da MPB. Atualmente o Festival de Ilha Solteira é um dos festivais que tem maior e mais abrangente premiação, considerando o montante e distribuição dos prêmios que chegam a mais de 35 mil reais contemplando prêmios nacionais e locais. 46 anos de festival Quantas histórias no mundo têm o privilégio de ter a sua própria trilha sonora? A história do Festival MPB de Ilha Solteira é uma das raras que podem ser contadas única e exclusivamente através da música. Cada uma das notas, melodias e interpretações executadas ao longo dos últimos 43 anos são responsáveis pela ressonância que o Festival tem hoje em todo o território nacional. São pelo menos 17.500 ângulos diferentes para se cantar uma mesma história, como se cada uma das mais de 17.500 canções inscritas até hoje fossem o testemunho da evolução e da maturidade deste evento. “Da Cor da Bahia” a “Leoa”, ambas as canções premiadas no Festival, a um tempo de 43 anos, entre rimas, versos, aspirações, lutas e paixões. Mas é para isso que são feitos os espaços. Para serem preenchidos, de preferência com música de primeiríssima qualidade. Afinado com os grandes festivais de música popular brasileira como os promovidos pela TV Excelsior e Record, o Festival de Ilha Solteira teve seu primeiro eco em 1971 com a construção da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira. A cidade recebia migrantes vindos de todas as partes do país em busca de melhores condições de vida e de trabalho, e a política local era a de avalizar este sonho dourado, criando oportunidades de desenvolvimento para todos na área da educação e cultura. Na década de 1970, com a construção da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, o processo de ocupação da região, hoje município de Ilha Solteira, foi administrado pela CESP - Companhia Energética do Estado de São Paulo. E, como responsável por um contingente de aproximadamente 40.000 pessoas, migrantes de várias regiões do país, setores com infraestrutura, saúde, educação, esporte e, inclusive, cultura eram geridos pela empresa. Foi neste contexto, que em 1970, a CESP realizou o Festival de Música Popular de Ilha Solteira, cujo êxito incentivou a realização de um festival nacional. A partir de 1971, o Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira passou a ser realizado anualmente e, em 1974, devido ao sucesso obtido, o evento foi incorporado oficialmente ao calendário de eventos do município. Ao longo das 46 edições, o palco do Festival já passou pelas Praias Marina e Catarina, por palcos improvisados pelos comerciantes locais, pela Casa da Cultura Casa da Cultura “Rachel Dossi”, e desde 2009, vem sendo realizado no Palco da Praça da Integração. No ano de 2003, o Festival participou do Circuito Paulista de Festival, evento realizado no Memorial da América Latina e transmitido pela TV Cultura paulista, um encontro com os vencedores dos três festivais mais importantes do país. Desde 2008, faz parte dos programas da Secretaria de Estado da Cultura. Até hoje passaram pelos palcos do festival shows de diversos artistas, como Kiko Zambianchi, Almir Sater, Toquinho, Zeca Baleiro, Guilherme Arantes, Chico César, Renato Teixeira, Boca Livre, MPB 4, Jorge Vercillo, Oswaldo Montenegro, Geraldo Azevedo, Luiza Possi, Elba Ramalho, Ana Carolina, A Banda Mais Bonita da Cidade, Alceu Valença e Maria Gadu. Por esses palcos também passaram muitos intérpretes, que obtiveram o êxito necessário e o respaldo do público para gravarem seus discos e serem reconhecidos pela mídia, como Renato Motha, Paulo Padilha, Rafael Altério, Paulo César Pinheiro, André Tiso, Zé Geraldo, Tavinho Lima, Nilson Chaves, Milton Edilberto, Celso Viáfora, Jota Maranhão, Dimi Zunquê, Eduardo Santhana, Grupo Voz, integrantes do 5 a Seco, Paulo Monarco e Dandara, entre outros.

Objetivos

Objetivos Gerais O Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira tem como objetivo mapear, revelar e incentivar novos talentos da música popular brasileira, promovendo a integração de músicos, intérpretes e compositores de diversas regiões do país, contribuindo para a valorização e disseminação da diversidade cultural brasileira.Objetivos Específicos- Realizar quatro dias de evento, com a apresentação de 10 participantes locais (Noite Ilhense) e 20 participantes de outras regiões do país (Fase Nacional), priorizando a produção cultural originária do Brasil, conforme o Art. 1º, inciso IX, da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991;- Contribuir para o mapeamento da produção musical brasileira, por meio do recebimento, sistematização e divulgação das inscrições, atendendo ao disposto no Art. 2º, inciso III, da Lei nº 8.313/1991, que visa viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do país e sua difusão em escala nacional;- Premiar os melhores classificados, selecionados por uma comissão julgadora, em conformidade com o Art. 1º, inciso III, da Lei nº 8.313/1991, que estabelece como diretriz o apoio, valorização e difusão das manifestações culturais e de seus criadores;- Promover ampla divulgação do Festival, estimulando a produção e fruição musical no município de Ilha Solteira e na região do extremo noroeste do Estado de São Paulo, contribuindo para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, conforme o Art. 1º, da Lei nº 8.313/1991;- Realizar atividades de contrapartida social, como bate-papos musicados entre participantes do Festival e alunos da rede municipal de ensino de Ilha Solteira, beneficiando aproximadamente 900 estudantes.

Justificativa

A música popular brasileira constitui um dos principais vetores de expressão da diversidade cultural do país. Suas múltiplas vertentes e formas de criação estão enraizadas nas tradições, modos de vida e identidades de diferentes comunidades, resultando em manifestações musicais que refletem, reinterpretam e valorizam os elementos culturais locais e regionais.É nesse contexto que se insere o Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira, cuja 50ª edição será celebrada em 2026. O evento contribui de maneira significativa para a promoção de manifestações musicais que dialogam com as tradições culturais brasileiras, respeitando os territórios simbólicos, as práticas sonoras e os contextos sociais que as originam ou que por elas foram apropriados e ressignificados.O Festival acolhe composições autorais que expressam diferentes realidades do Brasil, promovendo a escuta de obras que emergem dos diversos contextos culturais do país — de comunidades urbanas e rurais, interioranas e litorâneas, do Norte ao Sul — caracterizando-se como espaço privilegiado de valorização da música enquanto produto cultural vinculado a modos de ser, viver e criar. Nesse sentido, a proposta se enquadra no conceito de música regional estabelecido pelo § 3º, alínea "c", do Art. 18 da Lei nº 8.313/1991, especialmente em relação ao inciso II, ao promover manifestações musicais produzidas que reflitam tradições e características de determinadas regiões, e, em alguns casos, também ao inciso I, quando envolve gêneros associados a bens culturais de natureza imaterial reconhecidos institucionalmente.Além disso, o projeto atende às diretrizes estabelecidas no Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, pois:Inciso I _ estimula a produção e difusão de bens culturais formadores de conhecimento, memória e identidade;Inciso II _ protege expressões culturais representativas dos grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso III _ apoia e valoriza manifestações culturais e seus criadores, ampliando suas possibilidades de circulação e reconhecimento;Inciso IV _ contribui para a preservação e atualização das tradições musicais como parte do patrimônio cultural imaterial;Inciso VIII _ estimula o acesso à fruição musical e ao convívio com expressões artísticas diversas;Inciso IX _ prioriza a produção cultural originária do país, incentivando sua continuidade e renovação.Com ampla adesão do público e histórico comprovado de revelação de novos talentos, o Festival de MPB de Ilha Solteira se consolida como iniciativa essencial ao fortalecimento da identidade musical brasileira, funcionando como plataforma de circulação de obras autorais que expressam o enraizamento e a diversidade de práticas culturais no território nacional.Sua realização por meio dos instrumentos da Lei nº 8.313/1991 é fundamental para garantir a continuidade e o fortalecimento dessa política de valorização da música brasileira, compreendida como prática viva e plural, profundamente conectada às realidades culturais das regiões que a produzem.

Estratégia de execução

Do julgamento dos selecionados: Para o julgamento das músicas premiadas, é formada uma comissão de 05 profissionais com reconhecido e notório conhecimento na áreal músical e artística, que a partir dos critérios: arranjo, composição (letra e melodia) e intérprete, irão atribuir as seguintes premiações: 1º Lugar, 2º Lugar, 3º Lugar, 4º Lugar, 5º Lugar, Melhor Intérprete Nacional, Melhor Letra Nacional, Aclamação Popular, Melhor Intérprete de Ilha Solteira e Melhor Música de Ilha Solteira.

Especificação técnica

Programação: 1ª Noite - Fase municipal 21:00 - Recepção ao público e distribuição da Programação 21:10 - Solenidade de Abertura do 48º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira 21:20 - Apresentação Musical 22:00 - Início da Noite Ilhense 2ª Noite - Fase Nacional 09:00 - Atividade de Formação de Plateia 21:00 - Recepção ao público e distribuição da Programação 21:10 - Apresentação Musical 22:40 - Início das apresentações 3ª Noite - Fase Nacional 09:00 - Atividade de Formação de Plateia 21:00 - Recepção ao público e distribuição da Programação 21:10 - Início das apresentações 21:10 - Apresentação Musical 23:00 - Divulgação das classificadas para a Fase Final 4ª Noite - Fase Final 21:00 - Recepção ao público e distribuição da Programação 21:10 - Início das apresentações 22:30 - Apresentação Musical – Show de Encerramento 23:30 - Divulgação da classificação e premiação

Acessibilidade

As ações de acessibilidade do 50º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira são: A - Contrapartida Social / Formação de Plateia - Para medidas de acessibilidade ao conteúdo para deficientes auditivos, as rodas de bate papo musicado contará com serviços de intérprete de libras, e para deficientes visuais, serviços de narração descritiva. Os custos dessa ação consta no produto Formação de Plateia. - Para medidas de acessibilidade física, será verificada junto as escolas que receberão as atividades do projeto, se estão adequadas a legistação referente à acessibilidade física e serão reservadas poltronas ou assentos destinados aos portadores alunos, funcionários e equipe pedagógica portadores de deficiência física. - Para medidas de acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdo, pela linguagem artística da proposta apresentada, não há restrição para a fruição por esse público. Para os alunos com TEA, será disponibilizado fones de ouvido para redução de ruído nas apresentações musicais. - No que se refere ao acesso a produto, o projeto 50º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira, não resultará em produtos culturais tangíveis. B - Festival/Mostra / Apresentação Musical: - No espaço onde será realizado o 50º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira haverá a reserva e indicação por meio de comunicação visual de poltronas e espaços destinados e reservados para idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais; - O espaço que receberá o evento (Palco da Praça da Integração) está de acordo com a atual legislação referente às leis de acessibilidade em vigência (Leis 10.098, de 19 de dezembro de 2000). Também serão buscadas outras formas para a ampliação da Lei; - A imagem visual do material de divulgação do evento será feita considerando um amplo leque de recursos visuais e impressos, com vistas a atender e contemplar um maior público possível. Serão utilizados como recursos de divulgação plataformas impressas como faixas e banners, além de recursos digitais e virtuais; - Para medidas de acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdo, pela linguagem artística da proposta apresentada, não há restrição para a fruição por esse público. Para os alunos com TEA, será disponibilizado fones de ouvido para redução de ruído nas apresentações musicais. - Na Praça da Integração há banheiros com sanitários especiais; - O espaço é localizado a 50 metros da Avenida Brasil Centro, onde há pontos de ônibus e estacionamentos reservados; - O piso da Praça dos Paiaguás e da Praça da Integração é revestido de tijolo, instalado de forma linear, sem buracos ou desníveis que comprometa o acesso de pessoas com mobilidade reduzida; - Serão reservadas poltronas ou assentos para portadores de deficiência física e idosos; - Para medidas de acessibilidade ao conteúdo para deficientes auditivos, o Festival contará com serviços de intérprete de libras, e para deficientes visuais, serviços de narrativa descritiva durante as 04 noites do evento. Os custos dessa ação consta no produto Festival/Mostra; - No que se refere ao acesso a produto, o projeto 50º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira, não resultará em produtos culturais tangíveis.

Democratização do acesso

Ações de Democratização de Acesso do 50º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira A – Contrapartida Social / Formação de PlateiaAs ações de formação de plateia do 50º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira atenderão ao disposto nos artigos 35, 36 e 47 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, com foco na ampliação do acesso à cultura por meio de atividades destinadas a públicos prioritários.As ações formativas serão voltadas a alunos do Ensino Fundamental – Ciclo I – da Rede Municipal de Ensino, promovendo o acesso orientado e mediado ao espetáculo musical. Serão ofertadas atividades pedagógicas voltadas à sensibilização estética, escuta ativa e valorização da música popular brasileira, contribuindo para a formação de novos públicos.Em atendimento ao § 1º do art. 36, será disponibilizado, de forma gratuita e acessível, o registro audiovisual da ação de formação de plateia nos canais oficiais de comunicação do Festival, com tradução em Libras e audiodescrição, assegurando a participação plena de pessoas com deficiência.A ação também cumpre o disposto no § 2º do mesmo artigo, ao contemplar escolas públicas e priorizar crianças em fase de alfabetização, promovendo o acesso à cultura desde os primeiros anos de formação escolar.Em complemento às medidas de democratização, nos termos do art. 47, inciso VI, o festival realizará ações culturais voltadas a crianças, adolescentes e seus educadores, com atividades práticas e reflexivas ligadas à música brasileira, ampliando o impacto formativo e cultural do projeto. B – Festival/Mostra / Apresentação MusicalToda a programação do 50º Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira será gratuita, tanto para os artistas participantes quanto para o público geral, em conformidade com o art. 34 da IN nº 23/2025, que trata da gratuidade de acesso como princípio da democratização.Participantes: não será cobrada taxa de inscrição para a etapa de triagem que selecionará os 30 artistas concorrentes, assegurando a ampliação da participação de artistas de diferentes regiões e perfis sociais.Público: o evento será realizado em praça pública, com livre acesso e sem necessidade de retirada de ingressos, garantindo ampla participação popular e acesso universal, conforme o art. 34, inciso I.As ações do festival também atenderão aos dispositivos do art. 46 da IN nº 23/2025, que estabelece as seguintes diretrizes para a democratização da distribuição de produtos culturais:Não haverá comercialização de ingressos, e a totalidade do acesso ao evento será gratuita.A distribuição gratuita com caráter social e educativo será priorizada, especialmente junto a comunidades em situação de vulnerabilidade social, estudantes e professores da rede pública.Como medida complementar (art. 47, inc. III), os registros audiovisuais dos espetáculos serão disponibilizados na internet com recursos de acessibilidade (Libras e audiodescrição), assegurando a inclusão digital e cultural.Todas as etapas do Festival — desde o lançamento do edital até as apresentações — serão amplamente divulgadas por meios físicos e digitais, com atenção especial à linguagem inclusiva, aos territórios de menor acesso cultural e aos públicos prioritários definidos no art. 48 da IN nº 23/2025, como pessoas negras, indígenas, pessoas com deficiência, LGBTQIAPN+, idosos, beneficiários do CadÚnico, entre outros.

Ficha técnica

Coordenação Administrativa e Financeira: Fundação Cultural de Ilha Solteira (contrapartida) Coordenador de Programação (Coordenação de Programação e Triagem, e de Infraestrutura): Fabiana Alves dos Santos (rúbrica 05 do orçamento) Diretor de Palco (Direção de Palco da mostra competitiva e da mostra artística): Paulo H. Jordão (rúbrica 03 do orçamento) Produção (atendimento logístico aos músicos selecionados participantes do festival; interlocução com a Banda de Apoio do Festival): Tavinho Limma (rúbrica 04 do orçamento) Currículos: Fundação Cultural de Ilha Solteira Entidade de direito privado, sem fins lucrativos, a Fundação Cultural foi instituída pelo Sr. Felício Yunes Júnior, então Administrador do Núcleo Urbano de Ilha Solteira, em 28 de setembro de 1988, antes ainda da emancipação política da cidade, com autodeterminação de autonomia administrativa e financeira, em condição de entidade privada, sem fins lucrativos de acordo com a jurisdição da localidade de sua instituição. Ao longo dos mais de 29 anos de história, a Fundação Cultural tem uma significativa atuação no município de Ilha Solteira e região na área democratização de acesso, produção e difusão da cultura. As ações da instituição são financiadas por meio do estabelecimento de parcerias com o poder púbico e privado. Mas é sobretudo pela manutenção do Cine Paiaguás, que oferece a população de Ilha Solteira e região acesso ao cinema de forma acessível, além de inúmeros projetos de formação de público para o audiovisual, que a Fundação Cultural de Ilha Solteira tem se mantido. Dentre as ações da Fundação Cultural de Ilha Solteira nos últimos 05 anos elencamos: - Gestora do anfiteatro e hall de exposições do espaço Museu e Sala de Convenções Nara Lúcia Nonato; - É Ponto de Cultura do Estado de São Paulo, com o projeto Melodias Afluentes, de atendimento à Orquestra Popular Caipira Urubupungá; - Executora do projeto 'Cultura e Arte como extensão para a Comunidade”, nos anos de 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017; - Parceira de projetos como Festival SESC Melhores Filmes (desde 2011) e Ponto MIS (desde 2013); - Ações de formação de público para o cinema, com o atendimento de projeções de cinema para escolas e instituições educacionais e culturais gratuitamente; - Curadora das exposições de Artes Visuais do Hall do Museu e Sala de Convenções Nara Lúcia Nonato; - Oficinas e workshops gratuitos de dança, teatro, audiovisuais e artes em geral; - Proponente e executora da Mostra de Teatro de Ilha Solteira, nos anos de 2012, 2013, 2014 e 2015; Fabiana Alves dos Santos, produtora cultural Cursando Letras pela UNIVESP, é Pós-Graduada em Políticas Culturais de Base Comunitária - Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales - Sede Argentina – 2018; Comunicóloga (graduada em Comunicação Social – Rádio e TV pela UNESP), Pedagoga (UFSCAR), e Especialista em Gestão Cultural (UnB – Universidade de Brasília). Atua na elaboração e gestão de projetos na região noroeste do Estado de São Paulo desde 2003. Dentre as ações, citam-se: Produtora desde 2013 das Orquestra Popular Caipira de Pereira Barreto e Facmol Orquestra de Sopros e Percussão; coordenadora Técnica do Ponto de Cultura Melodias Afluentes no período de 2009 a 2013; curadora da Mostra de Teatro de Ilha Solteira nos anos de 2010, 2011, 2013 e 2014; coordenadora dos projetos UNIARTE e Orquestra Jovem de Ilha Solteira, executados pela Lei Rouanet; coordenadora do Projeto Território das Artes – Sopros, Catira e Viola, Edital Proac 38/2015 e 38/2016, executado nos anos de 2016 e 2017; proponente e executora do projeto “O Som dos Festivais – São Paulo Canta o Brasil” – realizado pelo ProAC ICMS em 2014; coordenadora do Projeto Orquestra de Sopros e Percussão FACMOL, executado entre 2018 e 2019; proponente e coordenadora do projeto Orquestra de Sopros e Percussão Facmol – Atravessando Gerações – executado pelo Edital Proac Artes Integradas no ano de 2015; coordenadora dos projetos Manhã Literária e Sarau dos Amigos, pelos Proac Edital 36/2015 e 27/2015; produtora executiva do 8º Festival Nacional de Teatro de Jales, realizado em maio de 2016 e elaboradora do projeto Mostra Cênica 2017, 2018 e 2020 - Reexistência. Paulo H. Jordão Paulo Henrique Jordão é formado em Artes Cênicas pelo Conservatório de Tatuí, em Rádio e TV pela Universidade Bandeirantes de São Paulo e atualmente cursa Licenciatura em Pedagogia pela UNIP de São Paulo. Em teatro atuou nos espetáculos “Equus”, dir. de Alexandre Reinecke, “Bixiga, o musical”, com a Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, “O Soldado e o Sacristão”, dir. de Jairo Mattos, “Nunca Se Sábado” de Isser Korik e outros. Em TV integrou o elenco do programa “Escola 2.0” TV CULTURA entre 2008 e 2011. Foi diretor de cena contratado pela Conteúdo Teatral, onde realizou, junto com Isser Korik, “O Mala” de Larry Shue “A Pequena Sereia” de Fabio Torres”, “Grandes Pequeninos” musical de Jair Oliveira e a trilogia “Enquanto Isso...” de Alan Ayckbourn, e outros espetáculos do Teatro Folha - SP Foi assistente de direção de Roberto Lage nos espetáculos “E o Vento não Levou” (2011), “Francesca” (2012) “Tic Tic Tati”, show musical da cantora Fortuna (2012), “Coração Bandoleiro” (2013), “Toda Donzela tem um Pai que é uma Fera” (2014). Produziu vários espetáculos, dentre eles: “Viagem ao Céu, de Monteiro Lobato”, ”Adeus Fadas e Bruxas” de Ronaldo Ciambroni, “Um elefante incomoda muita gente” , “Dom Chicote Mula manca” de Oscar Von Pfuhl e outros. Criou a empresa “Brigueiro Participações e Serviços Teatrais Ltda.” e presta serviços para diversas produções de São Paulo e interior. Fundou a Cia Dramática Raízes em 1997 e a Confraria do Beco em 2005. Foi contemplado em 2007 com o ProAC, onde produziu o Soldado e o Sacristão, dirigido por Jairo Mattos. Produziu a áudio-ficção “O Infiltrado” em 2004 e foi contemplado com o Prêmio RUMOS Itaú Cultural, onde integrou a coleção de CDs produzidos pela gravadora MCD. Integrou a equipe técnico/artística das 4 primeiras edições do Festival de MPB de Tatuí, sob direção do Maestro Neves entre 1992 e 1995. Fez parte da equipe organizadora das Mostras e Festivais de Teatro Estudantil da cidade de Tatuí, entre 1992 e 1997. Atualmente integra a equipe organizadora das edições da Virada Cultural Paulista no pólo de Ilha Solteira. Foi contemplado pelo Edital Proac 2016 com o projeto “Manhã Literária”, onde é curador e diretor artístico do Projeto. Tavinho Limma Natural de Recife, cantor/compositor e produtor, radicado em Ilha Solteira, desde 2002. Foi integrante da Banda de Pau e Corda. Tem parcerias Musicais com Jane Duboc, Tetê Espíndola, Lucina, Oswaldinho do Acordeon, Elton Ribeiro, entre outros. Como intérprete e compositor tem mais de 250 premiações em festivais de MPB. É autor do Hino Oficial do Festival Nacional de MPB do Festival de Ilha Solteira. Teve a canção "Malfeito", parceria com Rita Altério, inserida na trilha sonerada novela "Carrossel" - SBT. Projetos Realizados: Cantor, Compositor e Produtor. Tem parcerias com Jane Duboc, Tetê Espíndola, Oswaldinho do Acordeon, Elton Ribeiro, Martha Medeiros, Lucina, Lula Barbosa. Tavinho Limma é um dos responsáveis pela comissão organizadora do Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira/SP. Produziu shows de Tetê Espíndola, Dani Black, Grupo Voz, Zé Alexandre, Bilora e Zebeto Correa.

Providência

DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.