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PRONAC 255341Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Panela do Jazz- Arte e Cultura em Movimento Sustentável

PRO4 PRODUCAO E MARKETING CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 695,3 mil
Aprovado
R$ 671,5 mil
Captado
R$ 428,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
08768414000177ENERGETICA AGUAS DA PEDRA S./A.1900-01-01R$ 338,0 mil
04780652000147NEOENERGIA SERVICOS LTDA1900-01-01R$ 66,0 mil
04569050000145ENERBRASIL-ENERGIAS RENOVAVEIS DO BRASIL S/A1900-01-01R$ 24,0 mil

Eficiência de captação

63.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2026-03-30
Término

Resumo

O projeto consiste na realização da 7ª edição do Festival Panela do Jazz, contando com um dia de programação artística composta por shows gratuitos de música instrumental brasileira, intervenções artísticas da cultura popular, apresentações de teatro de mamulengo e palhaçaria, e uma feira de economia criativa sustentável. O projeto inclui ações paralelas voltadas à formação musical e à capacitação de mulheres empreendedoras criativas, bem como iniciativas de turismo regenerativo e turismo de base comunitária, educação ambiental e valorização da cultura alimentar.

Sinopse

As atividades previstas para a 7ª edição do Panela do Jazz sintetizam ambientes que inspiram história, cultura e meio ambiente, aliado a uma linguagem artística que exala arte, criatividade e cidadania. A proposta busca transformar sítios de relevância histórica e turística em polos temporários de puro entretenimento multicultural a céu aberto, qualificando a fruição artística, a circulação de público e a comercialização de bens e serviços criativos, além de gerar impacto positivo com fluxo turístico, atratividade cultural e retorno institucional aos patrocinadores.Como eixo de inovação para 2026, a direção do Panela do Jazz adota o lema “Arte e Cultura em Movimento Sustentável”, concebido para orientar tanto a construção das ações paralelas quanto o desenho operativo e de gestão do projeto. A partir desse direcionamento, prevemos a implementação de ações estruturadas de educação ambiental, mitigação dos impactos ambientais e de turismo regenerativo e de base comunitária, integradas transversalmente à programação cultural e à comunicação do festival.Dessa maneira, o projeto está dividido em duas etapas de realização: a primeira etapa consiste na promoção de ações formativas e ecoeducativas – previstas para acontecer entre os dias 09 e 20 de novembro; e a segunda etapa consiste na realização do Festival Panela do Jazz, propriamente dito, previsto para o dia 21 de novembro de 2026 (sábado), no bairro do Poço da Panela - sede do festival -, contemplando um palco principal, com shows gratuitos de música instrumental e jazz brasileiro, com destaques para artistas pernambucanos e talentos da nossa região com reconhecimento internacional.Dentro da programação do palco principal, o público também será convidado a vivenciar intervenções artísticas de grupos representativos das expressões tradicionais da cultura popular afro-brasileira, em celebração ao Dia da Consciência Negra. Entre as intervenções previstas estão o Mestre Galo Preto - Patrimônio Vivo de Pernambuco -, o Afoxé Oyá Alaxé, o Balé Afro Majê Molê (de Olinda) e o Maracatu Estrela Brilhante do Recife. Essas ações integram a linha curatorial do Panela do Jazz 2026 com o objetivo de valorizar, salvaguardar e difundir expressões culturais historicamente marginalizadas e reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.Além do palco principal, o festival contará com ações paralelas voltadas ao público infantojuvenil e ao fortalecimento do empreendedorismo criativo, ampliando a experiência artística e o alcance sociocultural do Panela. Assim, concomitantemente às apresentações musicais do palco principal, será promovido um espaço alternativo dedicado a crianças, adolescentes e suas famílias, com espetáculos de teatro de mamulengos e de circo que trazem brincadeiras improvisadas e lúdicas, proporcionando momentos de convivência, inclusão e diversão.Paralelamente ao polo infantojuvenil e ao palco Panela do Jazz, será instalada a Feira Olegarinha de Artes da Mulher, espaço destinado à exposição e comercialização de produtos artesanais e autorais com atributos ecofriendly – como peças de moda, objetos de decoração, artesanato e gastronomia local –, contribuindo para dinamizar a economia criativa e ampliar oportunidades de geração de renda para empreendedoras criativas locais.Como parte das ações paralelas que antecedem a realização do festival, como já dito anteriormente, entre os dias 09 e 20 de novembro de 2026, o Panela do Jazz promoverá uma série de ações formativas com o foco na formação musical e no empreendedorismo criativo, além de atividades de fomento ao turismo regenerativo e cultural. Serão ofertadas duas masterclasses em parceria com o Conservatório Pernambucano de Música (com temas a serem definidos); além de mais uma oficina sobre o instrumento percussivo “Ilu” (tambor ancestral), ministrada pelo mestre luthier e arte-educador Iran Silva; e uma oficina de capacitação para mulheres empreendedoras criativas com foco em Gestão, Inovação e Consumo, ministrada pela pesquisadora e mestra Fabíola Maria Silva. Essas ações formativas serão direcionadas a moradoras e moradores da comunidade do Poço da Panela, estudantes da rede pública de ensino, jovens talentos da região, profissionais da indústria criativa, produtoras e produtores culturais e demais interessados – com foco especial para pessoas pertencentes a grupos historicamente minorizados, como mulheres, pessoas negras, LGBTQIAP+, integrantes de comunidades tradicionais ou originárias da periferia. O objetivo é ampliar o acesso ao conhecimento técnico e artístico com inclusão, promover qualificação profissional orientada por princípios de sustentabilidade e inovação, e estimular o protagonismo dos participantes na construção de uma economia criativa mais sustentável.No eixo das ações de turismo regenerativo e de base comunitária, serão promovidas duas vivências que intitulamos como “ecoturísticas e culturais” - com teor de educação ambiental -, desenhadas exclusivamente para estimular sensibilização ecológica, vivências gastronômicas, experiências turísticas e engajamento de comunidades locais.A primeira ação consiste em um passeio de barco socioeducativo de catamarã pelo Rio Capibaribe, no Recife, previsto para o dia 14 de novembro de 2026 (turno da manhã ou tarde - a depender da tábua de maré), com trajeto entre a Orla da Rua da Aurora e o Parque das Graças, ou visse e versa (a definir). Essa experiência será enriquecida por performances jazzísticas e intervenções circenses em pontos estratégicos do trajeto (a definir), integrando arte, educação e sensibilidade ambiental.A segunda ação está prevista para o dia 20 de novembro de 2026, na Ilha de Itamaracá, dentro da programação oficial do Panela do Jazz, e consiste em uma vivência de ecoturismo, afroturismo e turismo de base comunitária, desenvolvida em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico da Ilha de Itamaracá e a Casa Uaná. Nessa ação, a proposta é promover um roteiro em que as(os) participantes conheçam os principais patrimônios históricos e trilhas ecológicas da Ilha, finalizando com um banquete coletivo preparado pelas mestras cozinheiras de Vila Velha, em celebração à cultura alimentar de comunidades tradicionais ribeirinhas locais.Durante as duas vivências ecoturísticas e culturais, tanto em Recife quanto na Ilha de Itamaracá, os(as) participantes serão acompanhados(as) por educadores ambientais qualificados e guias turísticos, responsáveis por orientar a observação da biodiversidade e a leitura crítica dos territórios visitados. Serão abordados aspectos da fauna e flora nativas, impactos da ação humana e a relevância da preservação dos manguezais e das áreas de preservação de mata atlântica, para a subsistência de comunidades ribeirinhas locais. Além de favorecer a compreensão sobre desafios ambientais como a preservação do Rio Capibaribe, descarte inadequado de resíduos sólidos, perda de biodiversidade, expansão urbana desordenada e efeitos das mudanças climáticas.No mesmo dia 20 de novembro - Dia da Consciência Negra -, no turno da noite, será promovida uma mesa-redonda como cerimônia de abertura oficial do Panela do Jazz, no formato de roda de diálogo e escuta compartilhada, reunindo mestras e mestres da cultura popular afropernambucana, pesquisadores, jornalistas, músicos e representantes de instituições parceiras e patrocinadores, diretamente conectados à proposta curatorial e aos valores do projeto. O objetivo dessa atividade é promover troca de saberes, experiências e reflexões sobre o Dia da Consciência Negra, o desenvolvimento do afroturismo em Pernambuco e a importância de Moacir Santos na construção da identidade do afrojazz brasileiro.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:A proposta tem como objetivo geral ampliar e fortalecer as ações socioculturais, ambientais e de intercâmbio cultural do Festival Panela do Jazz em Pernambuco, intensificando a valorização, difusão e apreciação da música instrumental brasileira no estado. Busca-se, ainda, promover iniciativas de desenvolvimento sustentável em territórios reconhecidos como patrimônios histórico-culturais, assegurando maior abrangência territorial e ampliando a visibilidade midiática do festival em níveis regional e nacional.Todas as ações previstas no projeto "Panela do Jazz: Arte e Cultura em Movimento Sustentável" foram cuidadosamente concebidas com o propósito de certificar o festival como um evento cultural de selo verde, inteiramente comprometido com os princípios da sustentabilidade e de biointeração socioeconômica e cultural. A proposta assume o compromisso de disseminar práticas voltadas à preservação do meio ambiente, ao fortalecimento de comunidades locais e à promoção de uma economia criativa ambientalmente responsável, inclusiva e socialmente transformadora, utilizando a arte e a cultura como instrumentos de mobilização, sensibilização e impacto positivo na sociedade.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:• Realizar a 7ª edição do Festival Panela do Jazz no dia 21 de novembro de 2026, no bairro sede Poço da Panela - Recife/PE, com ações paralelas de ativação turística e formativa, fortalecendo a descentralização do acesso à cultura, a valorização da música instrumental brasileira e o estímulo ao turismo criativo de base comunitária no litoral norte pernambucano;• Realizar cinco (05) shows gratuitos de música instrumental brasileira no palco principal do Festival Panela do Jazz, com destaque para artistas pernambucanos em conexão com a ancestralidade afro-diaspórica e a contemporaneidade da música afrojazzística desenvolvida por Moacir Antos;• Oferecer ao público presente vivências culturais durante os intervalos dos shows no palco principal do Festival Panela do Jazz, por meio da promoção de cinco (05) apresentações de grupos tradicionais da cultura popular afropernambucana, como maracatus nação, afoxés, roda de capoeira, coco de embolada e dança afro;• Desenvolver programação paralela infantojuvenil, promovendo formação de público e acesso à arte lúdica da cultura popular para crianças e adolescentes, por meio da contratação de três (03) espetáculos de teatro de mamulengo e/ou de circo, acrescidas de uma (01) oficina de Dedoche (teatro de bonecos de dedo) como ação formativa extra e realizada durante a abertura do festival;• Implantar a Feira Olegarinha de Artes da Mulher no polo do Festival Panela do Jazz, contando com até quarenta e cinco (45) estandes para exposição e comercialização de produtos artesanais e autorais com abordagem ecofriendly (moda, objetos de decoração, artesanato e gastronomia), priorizando mulheres afroempreendedoras da economia criativa local, especialmente originárias de territórios periféricos e de comunidades tradicionais quilombolas;• Promover duas (02) ações integradas de Artes Visuais e Plásticas dentro da programação oficial do Festival Panela do Jazz, sendo: uma denominada "A Estética do Jazz nas Artes Plásticas Periféricas" (intervenção de pintura de quadro em tela durante o festival - muralismo) e outra sendo uma "Exposição de Artes Visuais", ampliando a transversalidade entre a linguagem improvisativa práticas e as artes expositivas, qualificando a experiência do público e agregando valor ao dinamismo cultural por meio da fruição estética e da ocupação criativa no festival;• Promover uma (01) cerimônia especial de abertura do Panela do Jazz 2026, contando com mesa-redonda em formato de roda de diálogo e escuta compartilhada, reunindo mestres e mestras da cultura popular afropernambucana, pesquisadores, artistas, músicos e representantes de instituições parceiras, patrocinadores e demais stakeholders do projeto;• Promover ações formativas por meio da oferta de duas (02) masterclasses em parceria com o Conservatório Pernambucano de Música e duas (02) oficinas de capacitação, direcionadas a estudantes da rede pública, jovens talentos, profissionais da indústria criativa, produtores culturais e demais interessados, com foco especial em grupos historicamente minorizados (mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+, integrantes de comunidades tradicionais, periféricas ou descendentes de povos originários);• Realizar duas (02) vivências ecoturísticas e culturais concebidas para estimular a sensibilização ecológica e fomentar o turismo regenerativo e o turismo de base comunitária, por meio de ação de educação ambiental, passeios ecoeducativos, vivências em afroturismo, experiências gastronômicas e intervenções artísticas integradas em momentos estratégicos do percurso;• Promover três (03) intervenções artísticas ao longo das vivências ecoturísticas e culturais, sendo duas (02) performances musicais jazzísticas e uma (01) intervenção circense ou de cultura popular, em pontos estratégicos dos roteiros, reforçando a conexão entre arte, território e sustentabilidade;• Implantar uma (01) Estação de Coleta Seletiva nos polos de atividades do festival, assegurando gestão eficiente, ética e ambientalmente responsável dos resíduos sólidos gerados, em alinhamento com princípios de economia circular, gestão sustentável de resíduos e promoção de territórios mais resilientes;• Implementar iniciativas de compensação ambiental e neutralização de pegada de carbono, visando mitigar impactos ecológicos e fortalecer a biodiversidade nos territórios de atuação do projeto, por meio de:- Doação e/ou plantio de até trinta (30) mudas nativas em áreas degradadas, ou eventual investimento em programas certificados de sequestro de carbono;- Instalação de sistema de iluminação e alimentação energética baseado em fontes renováveis e sustentáveis nos polos do festival, viabilizada por parceria técnica com a Neoenergia (patrocinadora oficial do Panela do Jazz 2026), assegurando operação com energia limpa e de baixo impacto ambiental;- Produção de todo o material de comunicação com uso exclusivo de materiais sustentáveis ou reutilizáveis (papel reciclado, papel certificado e/ou papel semente), reforçando o compromisso com práticas ecologicamente responsáveis;- Doação do material gráfico em lona utilizado na comunicação visual do festival à organização parceira para reaproveitamento criativo na confecção de produtos utilitários e de design (bolsas, pochetes e estojos), contribuindo para redução do descarte, fortalecimento da economia circular e valorização de práticas de design de moda sustentável.

Justificativa

A paisagem cultural brasileira é plural, dinâmica e sensível às intempéries da vida socioeconômica do país. Iniciativas valorosas brotam a todo instante, fervilham conteúdo artístico, mas nem sempre reúnem condições para se consolidar além do momento - seja porque desprezam planejamento sustentável, seja porque sucumbem aos entraves inerentes à seara da cultura, área polvilhada por incertezas e escassez de investimentos. As nuances do cenário forjam um filtro rigoroso por onde passam apenas projetos bem estruturados, economicamente viáveis, socialmente impactantes e culturalmente significativos, com poder de satisfazer as expectativas de quem realiza, apoia, participa, patrocina ou consome. O Panela do Jazz é um festival de música instrumental que carrega a cultura nordestina em sua essência, atende a todos os requisitos de um empreendimento cultural bem-sucedido e que contribui diretamente para o fomento da cultura brasileira.Nas edições anteriores, o festival congregou diversidade artística, interesse público, desenvolvimento econômico, consciência social e transformação comunitária, com shows de música instrumental, performances de artes cênicas, manifestações de cultura tradicional, ações educativas e uma feira de economia criativa local. Todas as atividades são de acesso gratuito para o público, com espaços reservados para portadores de necessidades especiais, e disponibilizados gratuitamente nas plataformas streamings. Deste modo, "garantimos o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" em conformidade com o Art. 1º, Inciso I, da Lei 8.313/91. Assim como, também atende ao Art. 3º, Inciso IV, da mesma Lei, que prevê a "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos".A curadoria do festival é orientada por uma metodologia temática, que homenageia personalidades da música instrumental e/ou adota eixos temáticos específicos para anortear a linha curatorial a cada edição. Para 2026, o tema será "Quilombo Sonoro: Liberdade e Ancestralidade: As Mil Faces das 'Coisas' de Moacir Santos" em homenagem ao centenário de Moacir Santos e propõe uma imersão na obra de um dos maiores nomes da música instrumental afro-brasileira, promovendo uma temática que explora os cruzamentos entre jazz contemporâneo e sonoridades afro-diaspóricas. Tal abordagem coaduna-se com o Art. 1º, Inciso VIII, da Lei Rouanet, que prevê o "estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória".O festival tem origem no bairro do Poço da Panela (Recife), reconhecido como Zona Especial de Preservação do Patrimônio Histórico-Cultural da cidade do Recife. A ocupação qualificada desse território, com ações de valorização da arte, da história e do patrimônio material e imaterial, demonstra um forte compromisso com a função social da cultura. O projeto também se estende à cidade de Triunfo - no Sertão do Pajeú -, município com forte vocação cultural e expressivos ativos históricos, como o Teatro Cinema Guarany e os Caretas, patrimônio imaterial da cidade. Nesse sentido, o projeto está em consonância com os Art. 1º, Incisos III, IV, VI e IX da Lei n? 8.313/91, que tratam de:1. "Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores";2. "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira";3. "Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro";4. "Priorizar o produto cultural originário do país".O festival também desenvolve ações de formação musical e capacitação profissional em economia criativa como atividade paralela à programação, por meio de parcerias com instituições de ensino e/ou centros culturais, com foco em jovens, estudantes da rede pública, artistas emergentes e grupos minorizados. Tais ações estão em total acordo com o Art. 3º, Inciso I, Alínea "d", que prevê o apoio a "ações destinadas à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos".O modelo do Panela do Jazz se equipara, no plano regional, a festivais de porte internacional, com visibilidade para a cadeia produtiva local, garantindo a descentralização e democratização no acesso gratuito da população à fruição e à produção dos bens culturais e o fomento à produção cultural e artística, em geral, ampliando o público para a música instrumental brasileira e a relevância artística nordestina em âmbito nacional. Em acordo ao Art. 3º, Inciso II, Alínea "c", que prevê o "fomento à produção cultural e artística", mediante a "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore". Assim como, também atende ao Art. 3º, Inciso III, Alínea "d", que prevê a "preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico", mediante a "proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais".Observa-se ainda que a gestão do projeto por conta da proponente PRO4 / Panela Hub, que dispõe de uma equipe de profissionais da região, zelando pela valorização da produção local, e considerando os ganhos em produtividade devido à familiaridade com os aspectos culturais e com a realidade do segmento da produção cultural local - em consonância com o Art. 1º, Inciso II, da Lei 8.313/91, que sugere: "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais". Bem como, busca fomentar o potencial da mulher na música instrumental e em suas especialidades profissionais na cadeia produtiva da cultura, compondo a grade artística e a equipe de produção do festival com mulheres e pessoas do segmento LGBTQIAP+, como forma de fomento à equidade de gêneros, protagonismo e ao empoderamento e autonomia dessas profissionais da arte - em consonância com o Decreto nº 11.453, Art. 50, Inciso III, da Lei 8.313?que prevê, dentre outras, "a participação e o protagonismo de agentes culturais e equipes compostas de forma representativa por mulheres e pessoas do segmento LGBTQIAP+".Toda a atmosfera histórica, artística e cultural como essência e sinergia do festival, proporcionam um ambiente ideal para a difusão da música instrumental, da cultura popular e da preservação do meio ambiente, concretizando o Panela do Jazz como principal vitrine para o fomento de novos talentos e intercâmbio cultural entre artistas e grupos regionais e nacionais, buscando sempre valorizar as diversas linguagens das artes oriundas de nossas manifestações culturais brasileiras. Desta maneira, solicitamos a aprovação desta proposta no PRONAC com seu enquadramento no Art. 18 da Lei 8.313/91. Ressalta-se que a cena regional tem destaque, considerando que oito (08) dos dez (10) shows previstos para a programação musical serão de artistas nordestinos que valorizam em seus repertórios os elementos musicais da nossa cultura regional, buscando incentivar a inovação, a pesquisa e a experimentação nos diversos campos da música instrumental brasileira.

Estratégia de execução

(*)METODOLOGIA SOCIOPEDAGÓGICA:Como o Panela do Jazz é um projeto cultural de educação não formal, a implementação de suas ações sociopedagógicas exige uma leitura qualificada do público beneficiário e dos territórios de atuação. Assim, é fundamental considerar perfil, necessidades e realidade social dos participantes, bem como as expectativas mobilizadas pelo projeto e os diferentes contextos e perspectivas presentes na conjuntura socioeconômica e cultural de Recife e Triunfo. Esse cuidado metodológico não é apenas uma escolha pedagógica: trata-se de um requisito de efetividade e de impacto, pois assegura que a formação oferecida seja pertinente, acessível e conectada às condições reais de participação, permanência e aplicação prática dos conteúdos do festival.Para garantir esse alinhamento, adota-se linguagem clara, simples e objetiva como mediadora do processo de aprendizagem e comunicação, promovendo acessibilidade pedagógica, participação qualificada e resultados formativos consistentes e ampliação do campo de propagação da nossa mensagem. Nessa lógica, o projeto opera com uma metodologia de facilitação orientada ao aprimoramento pessoal e profissional em dimensões artísticas, culturais e socioeconômicas, fortalecendo capacidades individuais e coletivas. Ao criar ambientes de troca, reconhecimento e prática, o Panela do Jazz amplia oportunidades de ressignificação, fortalecimento de identidades, pertencimento e profissionalização, com atenção estratégica a públicos prioritários – especialmente jovens músicos e artistas, mulheres empreendedoras da economia criativa e agentes culturais.Tendo isto como fundamento, para a implementação das ações sociopedagógicas do Panela do Jazz 2026, será realizado um percurso integrado de formação cultural, inclusão produtiva e educação ambiental aplicada, com implementação territorial em Recife e Triunfo, foco em equidade e governança orientada por meio de passos metodológicos estruturados que assegurem planejamento, execução qualificada, monitoramento e registro dos resultados, por meio dos seguintes passos metodológicos:Passo 1 – Mobilização e Diagnóstico:– Realização de reuniões técnicas com representantes do Conservatório Pernambucano de Música e demais parceiros estratégicos (ex.: Paço do Frevo, equipe de formação e de sustentabilidade), para pactuar objetivos pedagógicos, definir temas das masterclasses/oficinas e alinhar as vivências ecoeducativas, considerando necessidades do público-alvo e diretrizes do projeto;– Identificar e selecionar outros facilitadores/professores especializados e mestres de saberes tradicionais para cada masterclass, assegurando qualidade, pertinência territorial e consistência didática;– Estabelecer datas, horários, espaços e recursos necessários para a realização das masterclasses e oficinas (Recife) e para a operacionalização das ações ecoeturísticas e culturais (Recife e Ilha de Itamaracá), integrando o planejamento à programação do festival;– Definir o desenho de acompanhamento e registro (listas, instrumentos de feedback, evidências fotográficas e relatórios), garantindo rastreabilidade e conformidade com princípios de governança.Passo 2 – Divulgação e Seleção (Equidade de Acesso):– Elaborar materiais de divulgação das masterclasses, oficinas e vivências ecoeducativas, com descrição objetiva dos temas, perfis recomendados, facilitadores, metodologia e orientações de inscrição;– Disponibilizar formulário de inscrição online e, quando aplicável, ponto de apoio presencial no Conservatório Pernambucano de Música, ampliando capilaridade e reduzindo barreiras de acesso;– Realizar processo seletivo quando a demanda superar as vagas, priorizando estudantes da rede pública e pessoas pertencentes a grupos historicamente minorizados (mulheres, pessoas negras, LGBTQIAP+ e integrantes de comunidades tradicionais, periféricas ou descendentes de povos originários), assegurando equidade e coerência com os compromissos sociais do projeto;– Confirmar inscrições, organizar listas de presença e orientar participantes sobre horários, locais, materiais e condutas, promovendo previsibilidade e organização.Passo 3 – Realização das Masterclasses e/ou Oficinas (Formação Cultural e Inclusão Produtiva), conforme disponível na Descrição da Atividade do Produto":– Coordenar e conduzir as atividades formativas com metodologia participativa e aplicada, combinando exposição dialogada, demonstrações técnicas e exercícios orientados, assegurando qualidade pedagógica e aderência aos objetivos propostos;– Monitorar presença, participação e engajamento do público durante as aulas, promovendo ambiente interativo, acessível e enriquecedor;– Integrar, quando pertinente, conteúdos de sustentabilidade de carreira e inclusão produtiva (ex.: empreendedorismo e educação financeira) como dimensão estratégica da formação cultural;– Coletar feedback estruturado ao final de cada masterclass/oficina, avaliando conteúdo, metodologia, aplicabilidade e satisfação geral;– Fornecer certificados de participação ao término das atividades, reconhecendo empenho e aprendizagem, e consolidar registros e evidências para relatórios.Passo 4 – Vivências Ecoeducativas (Educação Ambiental Aplicada e Turismo Regenerativo), conforme disponível na Descrição da Atividade do Produto":– Executar as vivências ecoeducativas previstas, com acompanhamento de educadores ambientais e guias locais, promovendo leitura crítica do território, sensibilização ecológica e práticas de turismo regenerativo;– Realizar, em Recife, a vivência no Rio Capibaribe (trajeto socioeducativo com culminância em ação gastronômica sustentável) e, em Itamaracá, a vivência de base comunitária no Sítio Histórico de Vila Velha, com paradas em pontos históricos e culturais durante o percurso, assegurando mediação pedagógica e organização logística de ida e volta;– Enriquecer o percurso com ativações artísticas pontuais (jazz e/ou intervenções circenses/cultura popular), quando aplicável, ampliando engajamento e dimensão lúdica;– Distribuir material educativo de apoio (ex.: folder informativo em papel semente, quando previsto) e registrar evidências de participação e execução.Passo 5 – Monitoramento, Avaliação e Governança por Evidências:– Consolidar listas de presença, registros fotográficos, relatórios de atividade e instrumentos de avaliação, garantindo documentação comprobatória e rastreabilidade;– Sistematizar resultados e aprendizados (indicadores de público, perfil de participantes, satisfação, evidências e recomendações), integrando-os ao relatório executivo pós-evento;– Utilizar os dados coletados para aprimorar o desenho metodológico, qualificar a prestação de contas e fortalecer transparência, compliance e credibilidade institucional do projeto.

Especificação técnica

1. Realização do Festival Panela do Jazz em cada etapa:a) Quantidade de atividades: 05 (cinco) shows de música instrumental;b) Tempo de duração de cada apresentação: até 1h30 (uma hora e trinta minutos), com intervalo de 30 minutos para troca de palco entre os grupos.2. Intervenções Artístico-Culturais - em memória ao Dia da Consciência Negra:a) Quantidade total: 05 (cinco) intervenções/apresentações;b) Tempo de duração: até 1 hora para cada apresentação que tenha como formato cortejo+palco (maracatu e afoxé), incluindo a roda de capoeira, e 30 minutos para intervenções de música ou dança (coco de embolada e o balé afro).3. Polo Infantojuvenil (Teatro de Bonecos e/ou Palhaçaria):a) Quantidade: 03 (três) apresentações realizadas por artistas circenses e mestres, mestras ou grupos de teatro de mamulengo;b) Tempo de duração: até 1h por apresentação cada;4. Feira de Economia Criativa:a) Quantidade de barracas: até 45 (quarenta e cinco);b) Produtos e serviços: itens de decoração, moda, artesanato e gastronomia local, produzidos por mulheres ou grupos de mulheres afroempreendedoras;c) Duração da feira: durante todo o período do evento principal.5. Masterclasses:a) Quantidade: 2 (duas) masterclasses, para até 30 participantes cada;b) Temáticas abordadas:- Masterclass 1: Técnicas de improvisação no jazz, com foco na criatividade e expressão musical individual;- Masterclass 2: O legado de Moacir Santos no jazz brasileiro contemporâneo;c) Tempo de duração: até 3h cada6. Oficinas de Capacitação Profissional:a) Quantidade: 2 (duas) oficinas, para até 30 participantes cada;b) Temáticas abordadas:- Oficina 1: "Gestão, Inovação e Consumo" – voltada para mulheres empreendedoras participantes da Feira Olegarinha e comerciantes cadastrados para a venda no polo do festival;- Oficina 2: "Ilú: Vozes dos Saberes Ancestrais" – voltada para formação em percussão, com o foco no instrumento Ilú, para jovens da rede pública de ensino e aberto ao público interessado;c) Tempo de duração: até 6h cada, com possibilidade de customização. Observação: A metodologia formativa integrará conteúdos técnicos e práticos, com linguagem simples e valorizando a identidade cultural dos participantes, além de incentiva práticas sustentáveis e inclusivas.7. Mesa-Redonda com Roda de Diálogo e Jam Session:a) Quantidade de atividades: 1 (uma) mesa-redonda;b) Objetivo: potencializar a divulgação do projeto e estimular reflexões sobre a história e influências da música regional nordestina no jazz brasileiro, promovendo a troca de experiências entre especialistas, artistas, público e patrocinadores;c) Quantidade de convidados: até 4 (quatro) pessoas para a mesa redonda;d) Tempo de duração: até 3h.8. Experiências Ecoeducativas de Turismo Regenerativo e Cultural:a) Quantidade: 2 (duas) atividades, sendo uma na cidade-sede (Recife) e outra na Ilha de Itamaracá/PE;b) Objetivo: sensibilizar os participantes quanto à importância da preservação do Rio Capibaribe e dos nossos patrimônios históricos e culturais, por meio de vivências ecoturísticas e de turismo de base comunitária, contando com intervenções jazzísticas e de cultura popular;c) Descrição (roteiro sujeito a mudanças):- Ilha de Itamaracá: Passeio até o Forte da Ilha de Itamaracá, com paradas estratégicas e visitação a pontos afroturísticos e ecoturísticos, contando com uma experiência gastronômica preparada pelas mestras cozinheiras da comunidade tradicional ribeirinha de Vila Velha;- Recife: Passeio de barco pelo Rio Capibaribe, ou saindo da Orla da Rua da Aurora, ou do Parque das Graças, com ações de educação ambiental em prol a preservação do Rio;- Ativações artísticas: uma (01) intervenção jazzística e uma (01) circense e/ou de cultura popular em Recife e uma (01) intervenção jazzística em Triunfo (início, meio ou fim);d) Metodologia Ecoeducativa:Durante os percursos das ações, os participantes serão acompanhados por Arte educadores ambientais qualificados e guias turísticos locais, que oferecerão orientações sobre a biodiversidade dos territórios visitados. Serão abordados aspectos da fauna e da flora nativas, os impactos provocados pela ação humana e a importância da preservação dos corpos hídricos urbanos, dos biomas da caatinga, dos manguezais e das áreas de preservação permanente. As atividades proporcionarão um contato direto com os ecossistemas locais, permitindo que os participantes desenvolvam uma compreensão crítica sobre os principais desafios ambientais enfrentados nessas regiões, como o assoreamento do Rio Capibaribe, o descarte inadequado de resíduos sólidos, a perda de biodiversidade, o avanço urbano desordenado e os efeitos das mudanças climáticas.Para além da identificação desses problemas, os educadores apresentarão soluções sustentáveis e práticas regenerativas aplicáveis à realidade local, incentivando atitudes mais conscientes e proativas em relação à preservação ambiental. E, para tornar a experiência ainda mais entretida, a programação será enriquecida com performances musicais jazzísticas e/ou intervenções circenses em pontos estratégicos do trajeto, agregando uma dimensão sensível, estética e lúdica à vivência ecopedagógica, estimulando o interesse e o engajamento dos participantes – especialmente adolescentes, jovens e suas famílias – com as temáticas ambientais.Como material de apoio, será distribuída uma cartilha educativa impressa em papel semente, reforçando o simbolismo sobre a importância da regeneração ambiental em nossos ecossistemas locais e o uso de materiais ecologicamente responsáveis (regenerativos). O conteúdo da cartilha também tem o foco de abordar conteúdos de salvaguarda de patrimônios culturais e ambientais brasileiros, a programação completa do projeto e mensagens sobre recuperação de ecossistemas degradados e de como podemos adotar uma cultura eticamente responsável.e) Tempo de duração: até 8h cada vivência.

Acessibilidade

O Panela do Jazz propõe e implementa um conjunto de medidas concretas para assegurar a plena participação de pessoas com deficiência (PCDs) em todas as suas atividades. Entre as ações previstas, estão a estruturação física dos espaços com áreas adaptadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, disponibilização de banheiros adaptados, a presença de intérpretes de Libras durante as apresentações musicais e rodas de diálogo, e a legendagem de todo o material audiovisual produzido, garantindo a acessibilidade comunicacional. Além disso, serão produzidos materiais informativos em formatos acessíveis, como impressos em letras ampliadas e conteúdos digitais compatíveis com leitores de tela. Como ação complementar, o projeto propõe a realização de uma Vivência Sensorial para cegos, promovendo uma sessão de reconhecimento de instrumentos no palco durante as passagens de som, através de uma visita guiada.

Democratização do acesso

O projeto desenvolve algumas medidas complementares de ampliação e democratização do acesso às atividades do projeto, promovendo a inclusão de públicos diversos e a ocupação consciente dos espaços. Todas as atividades do festival, como os shows, intervenções artísticas, feira de economia criativa e ações educativas, são gratuitas e realizadas em áreas abertas e territórios reconhecidos como patrimônios históricos, como o próprio sítio histórico do Poço da Panela (Recife/PE) e de Vila Velha (Ilha de Itamaracá/PE).Além disso, durante a semana que antecede o festival, serão oferecidas masterclass e oficinas gratuitas em parceria com instituições de ensino ou centros culturais sobre temas variados, como técnicas de improvisação e harmonia funcional, empreendedorismo criativo e confecção de instrumentos musicais por meio de materiais reciclados. Essas ações serão conduzidas por profissionais renomados e abertas a todas as pessoas, com uma atenção especial para garantir a participação de jovens estudantes da rede pública de ensino, mulheres, pessoas negras, quilombolas, indígenas, e LGBTQIAP+.O projeto também contempla a disponibilização de uma (01) van e um (01) ônibus para o transporte gratuito de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, em cumprimento da medida de ampliação do acesso, Inciso II, do art. 28, IN nº 01/2023, que visa “oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos”. Esta ação não está garantida, mas iremos buscar parcerias para a concretização dessa ação, visando tornar o evento mais acessível, inclusivo e acolhedor para todos. Adicionalmente, será implementado um sistema de agendamento online para otimizar a utilização do transporte, assegurando a acessibilidade e facilitando o acesso para todas as pessoas

Ficha técnica

GESTÃO DO PROJETO – PRO4 (Proponente)A PRO4/Panela Hub é uma agência criativa pernambucana especializada em produção e marketing cultural. Há mais de 12 anos atuando em produção e projetos culturais na elaboração, captação de recursos, gestão de projetos, realização de eventos, festivais, shows, seminários e exposições; e estratégia de marketing em Trade, Incentivos, Brand Experience, Marketing de responsabilidade.Atividades: Realizar a gestão administrativa e financeira do projeto no que concerne ao planejamento, ordenação e controle das despesas, articulação com fornecedores e contratação dos serviços, supervisão e monitoramento das atividades, promoção do festival e elaboração dos relatórios físicos e financeiros.DIRETOR E CURADOR – ANTONIO PINHÊIRO DE CARVALHO NETOAntonio Pinhêiro é produtor cultural com 16 anos de experiência em produção executiva, curadoria e gestão de projetos. É CEO da agência PRO4 e atua como Diretor de Marketing e Gestão de Projetos. Especialista em planejamento, elaboração e consultoria de ações culturais, assina a direção e curadoria de iniciativas como o Panela do Jazz e o Festival Natora.COORDENADOR GERAL E PRODUTOR EXECUTIVO – MARCÍLIO FARIAS DE MOURAMarcílio Moura é gestor de eventos com quase três décadas de atuação na produção e coordenação de grandes iniciativas culturais. Formado em Tecnologia em Eventos pelo SENAC-PE, tem uma vasta experiência técnica e operacional em festivais e espetáculos de porte. Além de atuar na linha de frente de produções, ministra cursos sobre logística, infraestrutura e produção técnica, contribuindo para a formação de novos profissionais na área. Atualmente, é Diretor Técnico do Coquetel Molotov e Coordenador Geral do Panela do Jazz. Além de ser sócio da proponente PRO4.ASSISTENTE DE PRODUÇÃO EXECUTIVA – BRUNA CRISTINA PESSOA NORONHAProdutora cultural com 10 anos de experiência atuando em diversas áreas de eventos. Atuou como produtora executiva da Associação Cultural e Musical "A Cocada" – responsável pela produção do grupo "A Cocada" no 32º Festival Del Caribe em Santiago, Cuba, e no 2º Afro Festival Internacional do Panamá, em 2012 e 2013, respectivamente; como também foi responsável pela produção geral do Festival de Cultura Popular Abril Pro Coco. Atualmente trabalha como produtora executiva da empresa PRO4.COORDENADORA DE COMUNICAÇÃO – DAYANE SILVA DE ARAÚJOProfissional multifacetada com 27 anos, atuando em diferentes áreas com dedicação e resultados. Tem 9 anos de experiência como Produtora de Eventos, com formação na área, e há 6 anos é empreendedora no segmento de Moda. Além disso, possui uma pós-graduação em Marketing Digital, Branding e Digital Commerce, que possibilitou ingressar no mercado digital, onde atua ativamente há 2 anos, desenvolvendo estratégias criativas e inovadoras para redes sociais.ROTEIRISTA E DIRETOR AUDIOVISUAL – TIAGO MARTINS REGOTiago Martins Rêgo é jornalista com especialização em Estudos Cinematográficos e atuação consolidada como roteirista, diretor e produtor no audiovisual. Com mais de 15 anos de experiência, tem uma trajetória marcada pela criação de documentários, curtas-metragens, videoclipes e projetos culturais com foco na cultura pernambucana.TÉCNICO DO PALCO E SOM (Encontro de Palhaçaria) – LUAN JOSÉ CÉSAR DE ALBUQUERQUELuan Albuquerque é técnico de som e produtor fonográfico com atuação desde 2018 em gravação, mixagem, masterização e sonorização ao vivo. Formado em Produção Fonográfica pela UNIAESO e com especializações em áudio, acústica e técnicas de palco, tem se destacado na cena cultural nordestina por seu trabalho em festivais como Coquetel Molotov, FIG, Fenearte e próprio Panela do Jazz desde 2019.

Providência

Redução aprovada e publicada no Diário Oficial da União.

2026-12-30
Locais de realização (1)
Recife Pernambuco