Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto cultural "Delá Pracá" visa proporcionar ações formativas e de fruição cultural voltadas para jovens e adultos com deficiência intelectual, estimulando sua autonomia, saúde emocional e plena cidadania cultural. Serão realizadas oficinas de Dança contemporânea e Dança do Ventre (artes cênicas), Oficina de arte (artes visuais) e intercâmbios culturais semestrais, em que os próprios jovens selecionam e desfrutam experiências culturais diversas, como peças teatrais, cinema, exposições e outras atividades culturais.
Não se aplica.
OBJETIVO GERALPromover a fruição cultural e inclusão social de jovens e adultos com deficiência intelectual, proporcionando experiências culturais diversas que ampliem seu repertório, estimulem sua autonomia e fortaleçam sua capacidade de tomar decisões na vida adulta. O projeto busca empoderar esses jovens, respeitando suas vocações e potencialidades, rompendo com a infantilização e o isolamento social, através do acesso amplo e autêntico à cultura.OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar oficinas quinzenais de Dança Contemporânea e Dança do Ventre para 10 jovens e adultos com deficiência intelectual, durante 10 meses, quinzenalmente. A Dança visa estimular a expressão corporal, emocional e artística dos participantes, fortalecendo a autoestima, o autoconhecimento e promovendo interações sociais positivas. As oficinas funcionarão como instrumento formativo em artes cênicas, proporcionando aos jovens uma vivência artística aprofundada, com estímulo à autonomia e à capacidade criativa.Realizar oficinas quinzenais de Oficina de arte (Artes Visuais) para 10 jovens com deficiência intelectual, ao longo de 10 meses, quinzenalmente. Essas oficinas têm como finalidade desenvolver habilidades artísticas manuais, estimular a criatividade e proporcionar momentos de fruição cultural em artes visuais. Serão trabalhadas técnicas variadas, como pintura, desenho e colagem, sempre respeitando e explorando as potencialidades individuais, garantindo uma formação consistente e inclusiva.Realizar 2 edições do Intercâmbio Delá Pracá, cada uma contemplando a participação de 10 jovens e adultos com deficiência intelectual. Cada intercâmbio consiste em deslocamento a estado brasileiro e saída cultural para atrações artísticas, definidas conforme agenda cultural do estado e disponibilidade da equipe envolvida. A ação será estruturada em três etapas:Pré-Intercâmbio: Realização de oficinas quinzenais, no mês que antecede o intercâmbio, com objetivo de qualificar e empoderar os jovens para organizarem, escolherem e se prepararem para a atividade cultural. Nessas oficinas, serão abordados aspectos práticos e culturais, como definição da programação, planejamento logístico, aquisição de ingressos e preparação prévia sobre a temática cultural da atividade escolhida.Intercâmbio: Realização efetiva da saída cultural, com mediação por parte dos monitores sobre as atividades culturais escolhidas, garantindo que os jovens possam desfrutar autonomamente da programação artística ou cultural selecionada.Pós-Intercâmbio: Realização de encontros quinzenais, no mês posterior ao intercâmbio, para reflexão, discussão e aprofundamento sobre as experiências culturais vivenciadas. Esses encontros visam consolidar os aprendizados, permitindo que os jovens expressem opiniões e percepções, fortalecendo sua capacidade crítica e repertório cultural.
O projeto "Delá Pracá" busca apoio através do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) por estar diretamente alinhado às suas finalidades e objetivos. Em especial, o projeto dialoga fortemente com o inciso I do Art. 1º da referida lei: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais".Nesse sentido, o projeto atua diretamente na promoção da democratização do acesso cultural, oferecendo aos jovens e adultos com deficiência intelectual experiências que frequentemente lhes são negadas, seja pelo capacitismo, seja pela ausência de políticas inclusivas efetivas. Esses jovens, historicamente relegados ao espaço doméstico e familiar, têm seus direitos culturais muitas vezes invisibilizados, limitados por concepções que infantilizam e restringem sua autonomia e liberdade. O "Delá Pracá", ao promover ações culturais presenciais e contínuas, como oficinas de dança contemporânea e dança do ventre (artes cênicas), oficina de arte (artes visuais) e intercâmbios culturais, efetivamente amplia o acesso à cultura e promove a cidadania cultural plena.Além disso, a iniciativa converge com diversos objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, especialmente:Inciso I: Incentivo à formação artística e cultural, através da manutenção de oficinas permanentes (dança terapia e oficinas criativas), que têm o objetivo claro de capacitar, estimular a criatividade e desenvolver novas competências nos jovens participantes, contribuindo para sua formação integral.Inciso II, alínea c: Fomento à produção cultural e artística por meio da realização periódica de intercâmbios culturais, permitindo que esses jovens possam fruir e participar ativamente de eventos e atividades culturais diversas, como peças teatrais, exposições, filmes e festivais culturais.Inciso IV: Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, ao assegurar a distribuição gratuita de ingressos e acesso às atividades culturais previstas nos intercâmbios, garantindo uma fruição autônoma, digna e inclusiva.Cabe ainda destacar o impacto socioeconômico e cultural que o projeto proporciona no mundo do trabalho em cultura. Além de ampliar o público e as oportunidades para jovens com deficiência intelectual, gera oportunidades profissionais para artistas, terapeutas, pedagogos e monitores culturais, que se inserem em um campo produtivo dinâmico e interdisciplinar. O intercâmbio e as oficinas não se limitam à fruição cultural, mas se configuram também como ações formativas culturais que capacitam os jovens participantes a reconhecerem suas próprias potencialidades e ampliarem suas perspectivas de vida adulta e autonomia social.Por fim, a utilização da Lei Rouanet é fundamental para garantir a sustentabilidade financeira da iniciativa e permitir que as atividades, antes financiadas exclusivamente pelas famílias dos jovens participantes, possam ser ampliadas e oferecidas gratuitamente a mais jovens adultos com deficiência intelectual, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A Lei Rouanet, portanto, torna-se uma ferramenta indispensável para a continuidade e expansão desse projeto, cujo impacto transcende a cultura, promovendo uma profunda transformação social, inclusiva e cidadã.
Não se aplica.
NOME DO PROJETO: Delá PracáNOME DO CURSO/OFICINA: IntercâmbioEMENTA: A Vivência de Intercâmbio do Delá Pracá, favorece a troca entre jovens com DI, possibilitando a aquisição de novos conhecimentos sobre um Estado ou cidade do Brasil.As etapas do trabalho incluem entre outros itens, pesquisar, se informar e planejar: Acreditamos que para fazer sentido, a preparação de uma viagem é um processo que deve incluir todos os envolvidos.Estudar a história da região; localização: espaço geográfico e suas características; receitas da culinária local; uso do calendário anual; roteiro de viagem.OBJETIVOS:Possibilidade que os jovens obtenham uma nova bagagem cultural e possam ampliar horizontes através de encontros para trocas de experiências. Oportunidade de estabelecer novos contatos, além de conhecer novos lugares e pessoas independente da presença dos pais ou de familiares.PÚBLICO ALVO: Jovens e adultos com deficiência intelectual, independente de nível de formação, sexo e faixa de renda.Moradores da cidade de São Paulo e região metropolitana. FAIXA ETÁRIA: a partir de 15 anosPRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO:Disponibilidade de participação presencial;Preenchimento de ficha completa com dados pessoais dos participantes e responsáveis;Preenchimento de questionário sobre rotina, questões de saúde, etc;Autorização de imagem e vídeo.Nº DE TURMAS: 1Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: até 10METODOLOGIA: Partimos da afirmação que a pessoa com deficiência intelectual é capaz de ter maior autonomia quando estimulada em suas habilidades, experimentando a interação com o outro e com o meio em que vive. Nosso trabalho é baseado em teóricos como: Lev Vigotsky, Paulo Freire, Jean Piaget e Luis Miguel Melero. Nossa abordagem evidencia a importância da interação do sujeito com o meio em que vive, o indivíduo deve ser observado nos diferentes contextos em que vive: na família, escola e comunidade. É fundamental conhecer suas características, descobrir quais são seus interesses, o que consegue fazer sozinho e o que necessita de ajuda. Nossas vivências estimulam novas organizações estruturais do pensamento, estruturas estas que requerem empatia, confiança e o movimento da inclusão. O intercâmbio acontecerá em 3 etapas:1) Preparação para a viagem;2) A viagem;3) Avaliação do Intercâmbio.RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeo;Fotos;Álbum para registros das etapas vividas;Materiais diversos como papel, cola, argila entre outros.PERIODICIDADE: Encontros quinzenais com 1h30 de duração cadaCARGA HORÁRIA: 27 horas, 18 encontrosCONTEÚDO: Estudo sobre mapa mundi; localização do país em que vivemos; Estado e cidade em que moramos.Conhecimento sobre o estado e cidade que iremos realizar a viagem de intercâmbio, conhecendo a cultura em geral.Organização para a viagem: documentos e informações necessárias para poder viajar.AVALIAÇÃO: 1. Instrumento de avaliação da vivência: A avaliação é realizada no processo, o mediador registra pontos importantes sobre cada participante, para criar estratégias.Apresentação do grupo, através de vídeo durante o processo. Ao final da vivência o mediador faz um relatório geral do grupo e individual.2. Instrumento de avaliação dos participantes da vivência: Retomada do que foi vivido através de fotos e vídeos e realização de uma apresentação do grupo (filmada) com os conteúdos vividos.CERTIFICAÇÃO: Receberão certificados os jovens que tenham participado no mínimo 70%.REFERÊNCIAS: https://www.vivenciasdelapraca.com/post/o-que-as-pessoas-ganham-participando-de-uma-vivência-de-intercâmbio https://www.vivenciasdelapraca.com/post/o-processo-do-autoconhecimento https://www.vivenciasdelapraca.com/post/a-importância-da-visão-do-profissional-no-desenvolvimento-da-autonomia-de-pessoas-com-di https://www.vivenciasdelapraca.com/ https://www.youtube.com/@VivenciasDelaPraca https://br.psicologia-online.com/teoria-sociocultural-de-vygotsky-509.html#anchor_3https://institutodelongevidade.org/longevidade-e-saude/saude-mental/habilidades-sociais-deficiencia-intelectual Livro: Delá Pracá: um jeito inovador de viver com autonomiaAnalice Jardim de Andrade; Roselaine Costa FerraroNOME DO PROJETO: Delá PracáNOME DO CURSO/OFICINA: Oficina de ArtesEMENTA: A Vivência Oficina de Artes do Delá Pracá, é um espaço de diferentes idades e níveis de habilidade.O mediador guia os jovens e adultos com deficiência intelectual na exploração de diferentes técnicas e materiais, explorando sua imaginação com diferentes formas de expressão e possam criar suas obras de artes.As atividades em grupo e a troca de ideias favorecem a interação social e o desenvolvimento de habilidades.OBJETIVOS:Desenvolver habilidades artísticas manuais, estimular a criatividade e proporcionar momentos de fruição cultural em artes visuais. Trabalhar técnicas variadas, como pintura, desenho e colagem, sempre respeitando e explorando as potencialidades individuais, garantindo uma formação consistente e inclusiva.PÚBLICO ALVO: Jovens e adultos com deficiência intelectual, independente de nível de formação, sexo e faixa de renda.Moradores da cidade de São Paulo e região metropolitana. FAIXA ETÁRIA: a partir de 15 anosPRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO:Disponibilidade de participação presencial;Preenchimento de ficha completa com dados pessoais dos participantes e responsáveis;Preenchimento de questionário sobre rotina, questões de saúde, etc;Autorização de imagem e vídeo.Nº DE TURMAS: 1Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: até 10METODOLOGIA: Partimos da afirmação que a pessoa com deficiência intelectual é capaz de ter maior autonomia quando estimulada em suas habilidades, experimentando a interação com o outro e com o meio em que vive. Nosso trabalho é baseado em teóricos como: Lev Vigotsky, Paulo Freire, Jean Piaget e Luis Miguel Melero. Nossa abordagem evidencia a importância da interação do sujeito com o meio em que vive, o indivíduo deve ser observado nos diferentes contextos em que vive: na família, escola e comunidade. É fundamental conhecer suas características, descobrir quais são seus interesses, o que consegue fazer sozinho e o que necessita de ajuda. Nossas vivências estimulam novas organizações estruturais do pensamento, estruturas estas que requerem empatia, confiança e o movimento da inclusão. As Vivências de Oficina de artes, trabalhará:1 – Desenvolvimento da criatividade;2 - Aprendizado de técnicas;3 – Bem-estar e relaxamento;4 – Socialização;5 – Inclusão social;6 – Preservação cultural.RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeo;Fotos;Álbum para registros das etapas vividas;Diversos papéis, lápis, tintas, tecidos, linhas, lãs, materiais recicláveis, argila, etcPERIODICIDADE: Encontros quinzenais com 1h30 de duração cadaCARGA HORÁRIA: 27 horas, 18 encontrosCONTEÚDO: Estudo sobre artes visuais, aprendizagem de técnicas dedesenho, pintura, escultura, gravura, colagem, modelagem, ilustração, etc.AVALIAÇÃO: 1. Instrumento de avaliação da vivência: A avaliação é realizada no processo, o mediador registra pontos importantes sobre cada participante, para criar estratégias.Apresentação do grupo, através de vídeo durante o processo. Ao final da vivência o mediador faz um relatório geral do grupo e individual.2. Instrumento de avaliação dos participantes da vivência: Retomada do que foi vivido através de fotos e vídeos e realização de uma apresentação do grupo (filmada) com os conteúdos vividos.CERTIFICAÇÃO: Receberão certificados os jovens que tenham participado no mínimo 70%.REFERÊNCIAS: https://www.vivenciasdelapraca.com/post/o-que-as-pessoas-ganham-participando-de-uma-vivência-de-intercâmbio https://www.vivenciasdelapraca.com/post/o-processo-do-autoconhecimento https://www.vivenciasdelapraca.com/post/a-importância-da-visão-do-profissional-no-desenvolvimento-da-autonomia-de-pessoas-com-di https://www.vivenciasdelapraca.com/ https://www.youtube.com/@VivenciasDelaPraca https://br.psicologia-online.com/teoria-sociocultural-de-vygotsky-509.html#anchor_3https://institutodelongevidade.org/longevidade-e-saude/saude-mental/habilidades-sociais-deficiencia-intelectual Livro: Delá Pracá: um jeito inovador de viver com autonomiaAnalice Jardim de Andrade; Roselaine Costa FerraroNOME DO PROJETO: Delá PracáNOME DO CURSO/OFICINA: Dança ContemporâneaEMENTA: A Vivência Dança Contemporânea do Delá Pracá, proporcionará aos jovens e adultos com deficiência intelectual uma experiência artística aprofundada, a liberdade de movimento e a expressão individual.Apresentaremos as características desse estilo de dança: - Não possui uma técnica única: permitindo a exploração de diversas técnicas e a criação de novas formas de movimento;- Liberdade de expressão: incentivando a exploração de sentimentos, ideias e conceitos através do movimento;- Experimentação e inovação: buscando romper com padrões estabelecidos, explorando novos movimentos, espaços e formas de encenação;- Integração com outras linguagens: misturando outras formas de arte, como teatro, artes visuais, música e vídeo;- Consciência corporal: incentivando a exploração da relação entre o corpo e o espaço;- Diálogo com o contexto atual: buscando refletir sobre o mundo em que vivemos, abordando temas sociais, políticos e culturais.OBJETIVOS:Estimular a expressão corporal, emocional e artística dos participantes, fortalecendo a autoestima, o autoconhecimento e promovendo interações sociais positivas. Proporcionar aos jovens uma vivência artística aprofundada, com estímulo à autonomia e à capacidade criativa.Desenvolver habilidades técnicas para executar movimentos e explorar diferentes qualidades de movimentos.Integrar com outras artes, enriquecendo a experiência e ampliando as possibilidades de expressão.PÚBLICO ALVO: Jovens e adultos com deficiência intelectual, independente de nível de formação, sexo e faixa de renda.Moradores da cidade de São Paulo e região metropolitana. FAIXA ETÁRIA: a partir de 15 anosPRÉ–REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO:Disponibilidade de participação presencial;Preenchimento de ficha completa com dados pessoais dos participantes e responsáveis;Preenchimento de questionário sobre rotina, questões de saúde, etc;Autorização de imagem e vídeo.Nº DE TURMAS: 1Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: até 10METODOLOGIA: Partimos da afirmação que a pessoa com deficiência intelectual é capaz de ter maior autonomia quando estimulada em suas habilidades, experimentando a interação com o outro e com o meio em que vive. Nosso trabalho é baseado em teóricos como: Lev Vigotsky, Paulo Freire, Jean Piaget e Luis Miguel Melero. Nossa abordagem evidencia a importância da interação do sujeito com o meio em que vive, o indivíduo deve ser observado nos diferentes contextos em que vive: na família, escola e comunidade. É fundamental conhecer suas características, descobrir quais são seus interesses, o que consegue fazer sozinho e o que necessita de ajuda. Nossas vivências estimulam novas organizações estruturais do pensamento, estruturas estas que requerem empatia, confiança e o movimento da inclusão. A Dança acontecerá com as seguintes etapas:1) Técnicas e exercícios;2) Elementos da dança;3) Temas e conceitos;4) Metodologias.RECURSOS DIDÁTICOS: Vídeo;Fotos;Álbum para registros das etapas vividas;PERIODICIDADE: Encontros quinzenais com 1h30 de duração cadaCARGA HORÁRIA: 27 horas, 18 encontrosCONTEÚDO: Trabalhos de chão; improvisação e criação; aquecimento e fortalecimento; expressão de emoções e ideias; temas sociais e culturais; diálogo com outras artes; atividades em grupo; análise e critica e experimentação e descobertas.AVALIAÇÃO: 1. Instrumento de avaliação da vivência: A avaliação é realizada no processo, o mediador registra pontos importantes sobre cada participante, para criar estratégias.Apresentação do grupo, através de vídeo durante o processo. Ao final da vivência o mediador faz um relatório geral do grupo e individual.2. Instrumento de avaliação dos participantes da vivência: Retomada do que foi vivido através de fotos e vídeos e realização de uma apresentação do grupo (filmada) com os conteúdos vividos.CERTIFICAÇÃO: Receberão certificados os jovens que tenham participado no mínimo 70%.REFERÊNCIAS: https://www.vivenciasdelapraca.com/post/o-que-as-pessoas-ganham-participando-de-uma-vivência-de-intercâmbio https://www.vivenciasdelapraca.com/post/o-processo-do-autoconhecimento https://www.vivenciasdelapraca.com/post/a-importância-da-visão-do-profissional-no-desenvolvimento-da-autonomia-de-pessoas-com-di https://www.vivenciasdelapraca.com/ https://www.youtube.com/@VivenciasDelaPraca https://br.psicologia-online.com/teoria-sociocultural-de-vygotsky-509.html#anchor_3https://institutodelongevidade.org/longevidade-e-saude/saude-mental/habilidades-sociais-deficiencia-intelectual Livro: Delá Pracá: um jeito inovador de viver com autonomiaAnalice Jardim de Andrade; Roselaine Costa Ferraro
O projeto Delá Pracá é integralmente alinhado às diretrizes de acessibilidade previstas na Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e no Decreto nº 9.404/2018. No aspecto arquitetônico, os espaços utilizados para a realização das atividades presenciais são cuidadosamente escolhidos considerando as necessidades individuais dos jovens participantes. As atividades acontecem principalmente no térreo do espaço, que dispõe de banheiro, assim como dois banheiros acessíveis no segundo andar do prédio. Além disso, há vias acessíveis nas ruas que circundam o espaço.Em termos de acessibilidade comunicacional, o projeto adota linguagem simples em todas as suas ações e publicações. Os conteúdos produzidos para as redes sociais contam com legendagem, e, com o apoio financeiro obtido através da Lei Rouanet, pretende-se a contratação de uma consultoria especializada para ampliar o alcance das medidas comunicacionais. Entre elas, destaca-se a implementação de intérpretes de Libras nos conteúdos criados para as redes sociais e acompanhamento de oficinas e intercâmbios, quando couber, proporcionando uma comunicação mais acessível e inclusiva.No campo da acessibilidade atitudinal, destaca-se especialmente a experiência acumulada pelas idealizadoras do projeto, Analice Jardim e Rose Ferraro, que atuam com pessoas com deficiência intelectual há mais de 20 anos. A partir dessa longa trajetória, as práticas do projeto são pensadas de maneira consciente, promovendo ativamente o desenvolvimento da autonomia e liberdade dos jovens adultos, sem infantilizá-los ou confiná-los ao isolamento social. Assim, todas as ações do Delá Pracá têm como objetivo central a valorização da dignidade dos jovens, fomentando uma atitude acolhedora, inclusiva e respeitosa por parte de toda a equipe envolvida.
O projeto Delá Pracá será integralmente gratuito aos jovens participantes das oficinas culturais e intercâmbios culturais, ou seja, todos os custos envolvidos serão custeados por meio do incentivo obtido via Lei Rouanet. Essa estratégia busca ampliar significativamente o número de jovens beneficiados pelas ações, permitindo a participação de pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, historicamente excluídas do pleno exercício de seus direitos culturais devido às barreiras financeiras.Atualmente, as ações do projeto são financiadas exclusivamente pelos próprios jovens atendidos ou por suas famílias, o que gera uma limitação clara de acesso à cultura, impedindo o atendimento mais amplo e equitativo. Com o apoio do recurso incentivado, pretende-se eliminar essas barreiras econômicas, democratizando de maneira efetiva o acesso às atividades culturais propostas, ampliando o impacto social e possibilitando uma participação mais inclusiva.Entre as ações previstas estão oficinas quinzenais de Dança Contemporânea e Dança do Ventre (artes cênicas) e Oficina de Arte (artes visuais), além de intercâmbios culturais que permitirão aos jovens frequentar espetáculos, museus, exposições, cinemas e outras manifestações culturais, escolhidas pelos próprios participantes em diálogo com a equipe do projeto. Com isso, o projeto cumpre uma função crucial na ampliação do acesso à formação cultural, fruição cultural e no exercício pleno dos direitos culturais garantidos pela Constituição Federal e pela Lei nº 8.313/1991.
Segue a ficha técnica detalhada, destacando a atuação das dirigentes e equipe do projeto Delá Pracá:FICHA TÉCNICADireção Geral do ProjetoRose Ferraro e Analice Jardim serão responsáveis pela direção geral do projeto Delá Pracá, atuando diretamente na supervisão pedagógica e administrativa das ações. Ambas possuem mais de duas décadas de experiência no atendimento especializado e inclusivo a jovens adultos com deficiência intelectual, conduzindo ações formativas, intercâmbios e oficinas culturais. Serão responsáveis pela sensibilização das equipes envolvidas, capacitando-as nas questões relativas à acessibilidade atitudinal, pedagogia inclusiva, psicologia voltada ao desenvolvimento de autonomia e empoderamento dos jovens participantes. Além disso, cedem e administram o espaço físico (Delá Pracá) para a realização das atividades formativas presenciais.Currículos resumidos das dirigentes:Analice JardimProfessora de Educação Infantil, Psicóloga clínica e especializada em Psicopedagogia. Mediadora na educação inclusiva e mercado de trabalho para jovens com deficiência intelectual, durante 22 anos. Idealizadora das Vivêncais Delá Pracá com foco na inclusão e autonomia na pessoa com Deficiência Intelectual. Pós-graduada em Neurociência, Psicologia positiva e Mindfulness.Rose FerraroEducadora, Pedagoga e Pós-graduada em Análise do Comportamento Aplicado ao TEA. Atua na área de educação desde 1985. Professora de ensino infantil em escola regular e especial. Realizou o acolhimento e acompanhamento escolar de crianças e adolescentes em casa lar (abrigo), assim como realizou mediações de jovens com deficiência intelectual para sua inclusão em ambientes de trabalho. Idealizadora das Vivências Delá Pracá.Equipe Artístico-PedagógicaKatia Cristina Silva (Dança Contemporânea e Dança do Ventre)Especialista em técnicas corporais terapêuticas, atua na promoção do autoconhecimento e desenvolvimento psicomotor, trabalhando a expressão corporal, concentração e redução da ansiedade. No projeto Delá Pracá, será responsável por conduzir a oficina de Dança Terapia, contribuindo para o desenvolvimento emocional, físico e social dos jovens.Angel Lee Pereira de Lima (Dança Contemporânea)Iniciou seus estudos aos 7 anos de idade com dança flamenca,daí por diante se desenvolveu em outros ritmos,aos 12 anos iniciou sua experiência como professora de dança do ventre e jazz e instrutora nos ritmos de dança de salão, forró,ritmos latinos e tango,contabilizando inúmeros trabalhos na área dentre eles, atuação como professora de dança para crianças especiais na Associação Pestalozzi-RJ.Formada em dança pela faculdade Angel Vianna conta com especializações em danças de salão,jazz, dança do ventre,ritmos latinos,samba no pé,zumba,stiletto e sensualidade feminina.Atuou fora do Brasil como dançarina,professora e coreógrafa,na Itália,Turquia,China e Chile em temporadas que renderam algumas especializações internacionais.Membro do CID(conselho internacional de dança). Expandiu seus conhecimentos para o ensino EAD em 2017.Patrícia de Godoy (Oficina de Arte – Artes Visuais)Artista visual e educadora, possui larga experiência em artes visuais inclusivas, promovendo oficinas criativas que desenvolvem habilidades artísticas e cognitivas. Suas atividades no projeto têm como foco estimular a percepção visual, auditiva, expressão verbal, concentração e capacidade de interpretação criativa dos participantes, possibilitando a construção de novos repertórios culturais e visuais.Mediadores, Oficineiros e Monitores CulturaisAlém dos profissionais já citados, a equipe técnica será composta por mediadores, oficineiros e monitores culturais, selecionados a partir das demandas específicas de cada etapa e atividade do projeto. Estes profissionais terão formação ou experiência comprovada nas áreas de:Artes Cênicas (teatro, dança, performance);Artes Visuais (pintura, desenho, escultura, fotografia);História da Arte, História da Cultura, Mediação Cultural.Os mediadores culturais atuarão diretamente no acompanhamento pedagógico e cultural durante as etapas preparatórias, intercâmbios e pós-intercâmbios, oferecendo suporte respeitoso e qualificado, com objetivo de transformar as vivências culturais em experiências efetivamente formativas e significativas para os jovens. Esses profissionais também realizarão atividades de sensibilização e aprofundamento sobre o repertório cultural que será vivenciado durante as ações de intercâmbio, garantindo compreensão, autonomia e apropriação plena dos conteúdos culturais pelos jovens.A equipe de monitores culturais será responsável por mediar as relações dos jovens com os espaços culturais visitados durante os intercâmbios, promovendo diálogos enriquecedores e contribuindo para que essas experiências ultrapassem a mera dimensão do passeio, tornando-se verdadeiras vivências culturais formativas, enriquecedoras e emancipadoras.A escolha específica desses profissionais ocorrerá após o detalhamento da programação cultural junto aos jovens participantes, assegurando adequação pedagógica e artística às necessidades identificadas.Em síntese, a ficha técnica do projeto Delá Pracá reflete uma equipe multidisciplinar, composta por profissionais altamente qualificados e experientes em áreas pedagógicas, culturais e artísticas, sob a liderança especializada de Analice Jardim e Rose Ferraro. Tal estrutura visa garantir qualidade, profundidade e relevância nas ações formativas e culturais propostas, assegurando impacto social e cultural significativo para os jovens com deficiência intelectual atendidos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.