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O projeto Conexões Líbano-Brasileiras irá realizar atividades literárias, educativas e artístico-culturais focadas na reflexão sobre a contribuição de imigrantes libaneses para a formação do Brasil que conhecemos hoje, organizadas em formato de mesas de debates e apresentações musicais, de obra literária histórica-biográfica, de portal na Internet, de videodocumentários e de exposição fotográfica.
Em linguagem jornalística, direta e de fácil leitura, o livro histórico, intitulado provisoriamente “Conexões Líbano-Brasileiras”, reportará a trajetória de homens e mulheres de origem libanesa que contribuíram para a formação cultural, social, econômica e política da sociedade brasileira e mineira desde a segunda metade do Século XIX, trazendo ainda artigos e análises sobre a imigração e a diáspora libanesa, fruto das guerras e dos conflitos religiosos.O ponto de partida é a visita do imperador Dom Pedro II ao Líbano em 1876. Como grande admirador da cultura árabe, Dom Pedro II manifestaria durante a viagem, grande interesse tanto pelas artes e ciência libanesas, paisagens naturais e monumentos históricos, quanto pela receptividade do povo. Agradecido, o imperador retribuiria a hospitalidade com um convite inusitado ao povo libanês: “Gostaria de ver o maior número de vocês no Brasil. Prometo recebê-los de braços abertos e tenham a certeza de que retornarão prósperos.” A partir daí, a narrativa entrelaçará as causas da imigração libanesa ao contexto brasileiro do final do século XIX, às vésperas da abolição da escravidão e em meio à expansão da economia cafeeira, que resultaram na queda do Império e na proclamação da República. Tudo isso temperado pelas profundas transformações econômicas, tecnológicas, científicas, culturais e políticas que o mundo experimentava na virada daquele século, até o advento da I Guerra Mundial.O fim do Império Otomano, a fundação do Estado do Líbano em 1943, o período entre guerras mundiais, a criação da ONU e as novas ondas migratórias libanesas para o Brasil, entre outros temas, marcarão os compassos da narrativa, sem perder de vista histórias e memórias de imigrantes libaneses, seus descendentes e respectivas contribuições na construção do Brasil, como os pioneiros das famílias Amim, Bahmed, Chaloub, Cury, Fares, Habib, Haddad, Houaiss, Issa, Jabour, Jatene, Maakaron, Made, Maluf, Mattar, Murad, Nader, Kalil, Sarkis, Seleme e Temer, entre outras.
OBJETIVO GERAL: Conexões Líbano-Brasileiras tem como objetivo geral pesquisar e difundir histórias e memórias de imigrantes libaneses que contribuíram para a construção do Brasil em diversas áreas, da economia e da política à cultura, constituindo-se, desta forma, em um projeto de democratização de conhecimentos históricos e culturais e de formação de públicos leitores. Com este recorte, ele tem os seguintes objetivos específicos:OBJETIVOS ESPECÍFICOSPRODUTO: LIVRO1) Realizar pesquisa e produzir um livro, em formato impresso e e-book, com artigos e análises sobre a imigração libanesa para o Brasil, perfis biográficos e contribuições de pioneiros e seus descendentes, entre outros temas.2) Realizar mesa de debates nos lançamentos do livro em Belo Horizonte, São Paulo e Brasília.3) Produzir portal na Internet, estruturado sob a forma de memorial virtual, com documentos, mapas, vídeos, fotografias e ilustrações recolhidas durante a execução do projeto.PRODUTO:Websérie - AUDIOVISUAL4) Produzir série de videodocumentários, intitulada Tenda de Memórias, com depoimentos e contações de histórias de familiares sobre seus ancestrais libaneses.PRODUTO: Exposição Cultural / de Artes5) Criar exposição de fotografias históricas sobre a imigração libanesa para o Brasil e para Minas, em particular.PRODUTO: Apresentação Musical6) Realizar 2 apresentações musicais em cada uma das três cidades.
Resgatar e difundir a trajetória da imigração libanesa no Brasil, bem como histórias e memórias e a enorme contribuição dos pioneiros e de seus descendentes para a construção do País que conhecemos hoje, é o que propõe o projeto Conexões Líbano-Brasileiras. Em um momento grave como o atual, em que o Oriente Médio e o Líbano, em particular, enfrentam as turbulências de uma guerra insensata e insana, refletir sobre a imigração libanesa e a sua forte presença no gênesis do Brasil e de Minas reveste-se de fundamental importância, tanto para estreitar e celebrar os laços de amizade e de solidariedade entre povos e países irmãos, quanto para promover a cultura da paz e da tolerância, da qual o mundo é tão carente na atualidade. Assim, tendo como ponto de partida a histórica viagem de Dom Pedro II ao Líbano em 1876, que foi, sem dúvida, um dos principais fatores que impulsionou a vinda de milhares de libaneses para o Brasil, o projeto pretende propiciar uma verdadeira jornada de conhecimentos sobre as relações entre povos irmãos, desde a chegada do primeiro navio com imigrantes em 1880. Enfim, uma jornada de reflexões sobre o legado de 145 anos de imigrações, convergências e sinergias, que marcaram profundamente a economia e o comércio, a política, a educação e os esportes, a cultura e a culinária brasileiras, como atestam sobrenomes tão presentes na cena mineira e nacional, como Amim, Bahmed, Chaloub, Cury, Fares, Habib, Haddad, Houaiss, Jatene, Maakaron, Made, Maluf, Mattar, Murad, Nader, Kalil, Sarkis, Seleme e Temer. Seja devido a conflitos religiosos, seja em busca de melhores condições de vida e trabalho, estima-se que cerca de 330 mil árabes, de maioria cristã, tenham deixado a "Grande Síria" (territórios que hoje abrangem a Síria, o Líbano, os territórios palestinos e Israel, e pertenciam ao Império Otomano) em direção às Américas, entre 1870 e 1930. Os Estados Unidos teriam sido o destino de 120 mil destes migrantes, com os outros 210 mil se dividindo entre a Argentina e o Brasil, mas como os documentos da época não distinguiam a origem exata dos imigrantes, torna-se praticamente impossível quantificar o tamanho da diáspora libanesa. De todo modo, mais duas ondas migratórias ocorreriam entre 1921/1940 e 1941/1970, sendo São Paulo o destino principal dos imigrantes, seguido por Minas Gerais e pelo Rio de Janeiro. Hoje, a comunidade libanesa no Brasil é considerada uma das maiores do mundo, com cerca de sete milhões de pessoas. Em Belo Horizonte e cidades do interior mineiro vivem cerca de dois milhões de descendentes de libaneses, segundo estimativas da Fundação Libanesa de Minas Gerais (Fuliban).Com estas características singulares, o projeto Conexões Líbano-Brasileiras se enquadra objetivamente nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais; VII _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Além disso, compreendemos que o projeto atende ao Art. 3° da Lei 8.313/1991, sobretudo o inciso II alínea C., enquadrando-se no Art. 18 § 3° da referida lei, consonante à: b) livros de valor artístico, literário ou humanístico.
Dados técnicos do Livro:- Formato = Capa 23x16cm, 4x0 cores, papel supremo 350 g/m², com orelhas 8cm; - Miolo = 1x1 cor, papel offset 75 g/m² (número aproximado de páginas (394), com Provas; - Tiragem = 2.000.Toda tiragem será gratuita, com as seguintes estratégias/quantidades de distribuição: - Ministério da Cultura e Ministério de Turismo: 100 exemplares cada. - Patrocinadores: 100 exemplares cada.- Apoiadores: 20 exemplares cada. - Eventos de lançamento do livro: 300 exemplares em cada lançamento. - Sistema de Bibliotecas Públicas: 500 exemplares. *Observação: o livro será disponibilizado gratuitamente em formato e-book (PDF e E-pub) no portal do projeto Conexões Líbano-Brasileiras na internet.
O projero Conexões Líbabo-Brasileiras, em suas ações, está em consonância com o disposto pelo Art. 42 da IN 23/2025, cumprindo as exigências de acessibilidade em seus produtos, sendo:Acessibilidade Arquitetônica:Todos os espaços físicos onde ocorrerão as atividades do projeto — como os auditórios das mesas de debate, os espaços expositivos e os locais de apresentações musicais — serão escolhidos com base em sua acessibilidade física já comprovada, com rampas de acesso, banheiros adaptados, piso tátil e sinalização adequada, conforme as normas da ABNT (especialmente a NBR 9050).O acesso de pessoas com mobilidade reduzida será garantido tanto nos espaços culturais públicos quanto privados utilizados nas cidades de Belo Horizonte, Brasília e São Paulo.Acessibilidade Comunicacional:As mesas de debate e lançamentos do livro contarão com intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir o acompanhamento por pessoas surdas.Os videodocumentários da Tenda de Memórias terão legendagem descritiva e audiodescrição, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual.O portal do projeto será estruturado com recursos de acessibilidade digital, como leitor de texto, alto contraste, aumento de fonte e navegação por teclado, conforme as diretrizes do WCAG 2.1.O livro será disponibilizado gratuitamente também em formato e-book (PDF e ePUB), com estrutura acessível, permitindo o uso de leitores de tela para pessoas com deficiência visual.
Cumprindo o disposto pelo Art. 46 da IN 23/2025, Toda a programação do projeto será gratuita, aberta ao público, sem cobrança de ingresso para as mesas de debate, exibições audiovisuais, apresentações musicais e exposições fotográficas. A tiragem impressa do livro (2.000 exemplares) será integralmente distribuída gratuitamente, contemplando:Bibliotecas públicas e escolares (500 exemplares);Participantes dos eventos de lançamento (900 exemplares);Ministérios, patrocinadores e apoiadores (600 exemplares).O formato digital do livro será amplamente difundido por meio do portal do projeto, assegurando livre acesso, inclusive em áreas geográficas não contempladas com eventos presenciais. As ações buscam atingir diferentes perfis de público, incluindo estudantes, pesquisadores, imigrantes e descendentes de libaneses, agentes culturais e o público em geral, ampliando o acesso à informação e à valorização da memória cultural. Para a ampliação de acesso (Art. 47 da IN 23/2025), serão realizadas ações de comunicação digital e tradicional, com conteúdos informativos sobre a programação e objetivos do projeto em linguagem acessível, incluindo:Redes sociais com recursos de acessibilidade (uso de texto alternativo, descrição de imagens e vídeos com legendas);Cartazes e convites digitais com linguagem clara e objetiva, priorizando o alcance de públicos diversos;Parcerias com bibliotecas, centros culturais e universidades para expandir o alcance da obra e das atividades formativas.O projeto também prevê o registro e disponibilização online das mesas e apresentações, favorecendo o acesso posterior a quem não pôde comparecer presencialmente, com recursos de acessibilidade comunicacional integrados.
Américo César Antunes | Stratégia (Coordenação Geral e Gestão físico-financeira) Jornalista Profissional formado pela PUC-MG, Belo Horizonte, 1975/1979. Coordenador geral da Expedição Halfeld, promovida pelo jornal Hoje em Dia, 2011; Coordenador geral do fHist Festival de História desde sua criação em 2011; Consultor da Conferência Estadual de Comunicação de Minas Gerais, 2009; Coordenador geral do II Prêmio Comunicador do Futuro, 2009; Concepção e coordenação geral do I Prêmio Comunicador do Futuro, 2008; Concepção, coordenação e elaboração da Lista Indicativa dos caminhos do ouro e dos diamantes da Estrada Real para o seu reconhecimento como itinerário cultural, realizado para o Instituto Estrada Real e SEBRAE-MG, 2007/2008; Coordenação do Seminário Rotas Culturais e Caminhos Históricos, promovido pelo IPHAN, Diamantina, 2007; Concepção e coordenação geral da expedição de pesquisa histórica, cultural e natural Caminhos Antigos das Minas à Bahia, realizada pelo Instituto Terrazul com patrocínio do Programa Monumenta, 2006; Concepção e coordenação geral da Expedição Jequitinhonha, de pesquisas históricas, culturais e naturais no Vale do Jequitinhonha, 2003; Coordenação do Fórum Nacional das Águas, Poços de Caldas, 2003; Coordenação do Simpósio Nacional de Jornalismo Ambiental - Imprensa Verde II, Belo Horizonte, 2002; Integrante do Grupo de Trabalho Caminhos do Sertão, instituído pelos Ministérios da Cultura e do Meio Ambiente, 2002; Concepção e coordenação geral da Expedição Engenheiro Halfeld, 2001/2002, de pesquisas históricas, culturais e naturais no Vale do São Francisco; Coordenação geral da Campanha Diamantina Patrimônio Cultural da Humanidade, Diamantina, 1997/1999; Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ, Brasília, 1992/1995, 1995/1998; Coordenador do Congresso Internacional de Jornalistas, Recife, 1998; Coordenador do Encontro Internacional de Imprensa, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - Green Press, Belo Horizonte, 1992; Presidente do Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1990/1992; Diretor da Stratégia Jornalismo, 2011; Coordenador-geral de Difusão e Projetos do IPHAN, 2010/2011; Diretor da Stratégia Jornalismo, 2007/2010; Diretor da ASA Comunicação, 2003; Colunista do Caderno Brasília, do jornal Hoje em Dia, coluna Século JK, 2001/2002; Diretor executivo da Rede Marketing e Comunicação, 1999/2003; Repórter de O Globo, 1986/1988, 1989/1998; Editor do Diário de Minas, 1988; Repórter e editor do Diário do Comércio, 1983/1986; Repórter do Jornal de Casa, 1982. Outras atividades: Concepção, coordenação e edição do livro “Histórias para não esquecer – 200 vidas mineiras”, comemorativo dos 200 anos da Independência do Brasil, 2022; "Os Governadores - História de Minas", veiculado em 17 fascículos quinzenais no jornal Hoje em Dia, 2008/2009; Autor do livro "Do Diamante ao Aço, a trajetória do Intendente Câmara", 1999, Editora UNA; Autor do trabalho "Um Olhar sobre o Jequitinhonha", 1998, edição independente; Autor do trabalho "Liberdade de Imprensa, Meios de Comunicação e Jornalistas nas Américas", 1997, Edição FENAJ.Bertha Maakaroun (Curadoria)Jornalista formada pela PUC-MG, com mestrado e doutorado em Ciência Política, possui vasta experiência profissional, tendo ingressado no jornal Estado de Minas em 1989, com atuação especializada nas áreas de política nacional, política mineira, Judiciário e órgãos de controle (Ministério Público Federal, Ministério Público de Minas Gerais, Tribunal de Contas da União e Tribunal de Contas do Estado), jornalismo de dados e coberturas internacionais no âmbito da geopolítica internacional, especialmente afeta ao Oriente Médio e à China. É também colunista/análise de conjuntura política da coluna “Nos bastidores da política mineira” do Estado de Minas e entre as suas reportagens internacionais, destacam-se: Irã (2017) Série “Por dentro do Irã: mais uma potência emerge na geopolítica do Oriente”, Rússia (2017) Centenário da Revolução de 1917, Líbano (1995) Série - A reconstrução do Líbano 15 anos depois de guerra civil, E.U.A. (1994) Boston, clandestinidade, suor e lágrimas: reduto dos imigrantes brasileiros, Moçambique (1994) Duas décadas depois da guerra civil, Moçambique elege o seu presidente, e França (1989) Cobertura do Bicentenário da Revolução Francesa. Analista e comentarista sobre temáticas afetas à política mineira e nacional na Rádio CBN, à qual está vinculada desde 2017, com colunas às terças e quintas-feiras, é ainda PhD em Ciência Política, pesquisadora; analista e cientista de dados, e diretora da Pólis Pesquisa.Maira Luiza da Fonseca e Corrêa (Produção Executiva) Publicitária graduada pela Unibh. Pós graduação CBA Marketing do IBMEC. Sócia da Pólobh desde 2003 possui vasta experiência na área cultural e produção executiva, na direção e coordenação de projetos como: Em 2004: "Exposição Umberto Nigi" (Palácio das Artes - PA) | "Série de Concertos TIM 2004" (PA) | " Mummenschanz" (PA) | "Fair Play" grupo Kataklo (PA e Teatro Municipal RJ) | "Orquestra Giovanille Italiana" (PA) | "Balé Folclórico de Sichuan e Cia de Dança Moderna de Pequim" (PA) | "Enzo Favata e Quinteto Atlântico" (PA). Em 2005: "Fulvio Albano Quartet" (PA) | "Momix" (PA) | "Elisa Monte" (PA) | "Concertos de Natal" (Pátio Savassi). Em 2006: Exposição "Arte Italiana do Masp" (Casa FIAT de Cultura) | "Mummenschanz" (PA) | "David Parsons Dance Company" (PA). Em 2007: "Ballet de Zurich" (PA) | "Momix" (PA) |Complexions" (PA). Em 2008: "Russian State Ballet" (PA) | "Circo Nacional da China" (Chevrolet Hall) | "Moscow City Ballet e Orquestra Sinfônica de MG" (PA). Em 2009: "Skank Lançamento CD Estandarte" (Chevrolet Hall). Em 2010: Kataklô (PA) | Eva Yerbabuena (PA) | Orquestra de Câmara de Budapeste (PA) | New Orleans Jazz Orchestra (PA) | Companhia Brasileira de Ballet (PA) | Ballet Nacional da China (PA). Em 2011: Kataklô (PA) | Pilobolus (PA) | Ballet Kirov e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (PA) | Parsons Dance e Evoc (PA) | Companhia Antônio Gades (SESC Palladium) | fHist 1º Festival de História (Diamantina, MG). Em 2012: Festival de Cinema Imagem dos Povos (Cine Humberto Mauro, Palácio das Artes e Conservatório de Música da UFMG). Em 2013: fHist 2º Festival de História (Diamantina, MG).Em 2015: fHist 3º Festival de História (Diamantina, MG, e Braga, Portugal). Em 2017: fHist 4º Festival de História (Diamantina, MG). Em 2019: fHist 5º Festival de História (Diamantina, MG). Em 2021: fHist 6º Festival de História (Diamantina, MG). Em 2023: fHist Festival de História Edição Especial do Bicentenário do Brasil (BH, Ouro Preto e Mariana, MG). Em 2024 – fHist Festival de História Edição Especial dos 150 anos da imigração italiana no Brasil (BH, MG).Wilton de Paula Amaral do Vale (diretor de audiovisual) Bacharel em Ciências Econômicas pela PUC-MG (1990), é diretor da M3 Vídeo Produções / Estação 3 Imagens e Mídias desde 1991 até a presente data. Entre os seus trabalhos, destacam-se: 2024 Produtor executivo do doc média metragem "Carta de Linhares: a tortura revelada", Vídeo selecionado na programação do mês de celebração dos 60 anos da resistência democrática ao golpe militar de 1964, promovido pela Prefeitura Municipal de Juiz de Fora. 2º lugar no 41º Prêmio Nacional Direitos Humanos de jornalismo, categoria documentário. 2012 Produtor executivo do mini doc "Os heróis do Navio Baleia", selecionado e exibido pelo Canal Futura, em concurso nacional. 2010 a 2011 - Fundo Estadual de Cultura - Produtor executivo do documentário "Banda Santa Cecília: tradição musical de Barão de Cocais”. 2007 TEIA 2007 Diretor de Produção da TV TEIA, responsável pela cobertura do evento promovido pelo Minc, em BH. 2004 Produtor executivo do vídeo institucional "O outro lado do vale" sobre a exepedição Jequitinhonha do Instituto Terrazul. 2003 Produtor executivo de apresentação dos Projetos "Humberto Mauro, Cultura e Cidadania" e “Fábrica do Futuro" para a cidade de Cataguases. 2002 Produtor executivo do vídeo documentário "Diamantina Musical" para a divulgação da expressividade musical de Diamantina. 1999 - Produtor executivo do vídeo institucional "Diamantina - Patrimônio da Humanidade", anexado ao dossiê de apresentação da cidade ao título de Patrimônio Cultural da Humanidade.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.