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PRONAC 255348Autorizada a captação total dos recursosMecenato

TASHI DELEK

RICARDO AUGUSTO DE MIRANDA CADAVAL
Solicitado
R$ 199,3 mil
Aprovado
R$ 199,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Açoes de incentivo à leitura
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Araçoiaba da Serra
Início
2025-10-01
Término
2026-09-30
Locais de realização (1)
Sorocaba São Paulo

Resumo

Tashi Delek _ Chamado ao Despertar é um projeto editorial e cultural que une fotografia, texto e música em uma obra autoral de rara sensibilidade. Criado pelo médico e professor universitário Dr. Ricardo Cadaval, o projeto nasce a partir de uma travessia interior e geográfica por territórios remotos do mundo — como Nepal, Tibete, Irã, Peru, Índia, Mongólia e Chile — ao longo de mais de dez anos de peregrinações por montanhas sagradas e paisagens de contemplação.A obra convida o público a uma experiência estética profunda, silenciosa e sensível, que integra fotografias autorais inéditas, textos inspirados no hermetismo filosófico e uma trilha sonora original, composta especialmente por músicos brasileiros de formação erudita. Cada elemento — imagem, som e palavra — traduz simbolicamente o silêncio, o tempo dilatado e o reencontro com o essencial.Entre os produtos culturais previstos, com ampla estratégia de democratização do acesso, destacam-se:- Publicação de um livro bilíngue (português/inglês), impresso em alta qualidade e acompanhado de QR Codes para audição das faixas musicais originais (piano, violino e violoncelo);- Distribuição gratuita de 300 exemplares a instituições públicas, como bibliotecas, escolas, universidades, hospitais e centros culturais, priorizando o acesso de públicos em situação de vulnerabilidade sociocultural;- Exposições fotográficas itinerantes em Sorocaba e diversas outras cidades, com ambientação sonora e recursos de acessibilidade;- Disponibilização online de todo o conteúdo em plataforma gratuita e acessível;- Ações de mediação cultural: encontros com o autor, oficinas sobre o processo criativo e audições públicas da trilha sonora.Mais do que uma publicação, a publicação é uma travessia sensível que compartilha com o público — sobretudo aquele que jamais teria acesso a esses territórios — a possibilidade de ver o mundo por outros olhos. Uma proposta de reencontro com o silêncio, com o tempo desacelerado e com uma forma de beleza que resiste à pressa e à superficialidade do cotidiano.

Objetivos

Publicar e difundir uma obra cultural autoral que integra fotografia, texto e música instrumental, promovendo uma experiência estética e contemplativa, com foco em ampliar o acesso à cultura, valorizar a produção artística brasileira e formar público para bens simbólicos de alta qualidade, especialmente em territórios de baixa oferta cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produzir um livro bilíngue impresso (português/inglês), com fotografias autorais inéditas e textos reflexivos inspirados em viagens por regiões de forte valor simbólico, histórico e paisagístico, como Nepal, Tibete, Irã, Peru, Índia, Mongólia e Chile; - Integrar ao livro 8 faixas musicais instrumentais originais, compostas especialmente para o projeto por músicos brasileiros de formação erudita, gravadas com excelência técnica e sensibilidade artística; - Produzir uma versão digital gratuita do livro, com acesso online ao conteúdo textual, fotográfico e sonoro, por meio de QR Codes e plataforma digital acessível; - Realizar eventos de lançamento em diferentes cidades, com exposições fotográficas itinerantes, sessões de autógrafos, audições públicas da trilha sonora e ações de mediação cultural com o autor e músicos; - Distribuir gratuitamente 300 exemplares impressos da obra para escolas públicas, bibliotecas, universidades, centros culturais e hospitais, priorizando regiões com menor acesso à produção cultural de alta complexidade estética.

Justificativa

"Tashi Delek _ Chamado ao Despertar" é um projeto de publicação editorial e difusão cultural que une fotografia, texto e trilha sonora original em uma experiência estética de rara delicadeza e sofisticação. Criado pelo médico e professor universitário Dr. Ricardo Cadaval, o projeto nasce de uma travessia pessoal, espiritual e artística, realizada ao longo de mais de uma década por montanhas sagradas e regiões de contemplação como Nepal, Tibete, Butão, Irã, Peru, Índia, Mongólia e Chile, traduzida em imagens autorais, textos reflexivos e composições musicais originais.A proposta se insere na tradição das grandes obras simbólicas que buscam reconectar o ser humano à sua dimensão contemplativa, ao mesmo tempo em que valoriza culturas milenares e saberes ancestrais. Ao integrar imagem, som e palavra, o projeto atinge diferentes formas de apreensão — visual, sonora e filosófica — promovendo formação de repertório, ampliação do imaginário e estímulo à escuta do silêncio, um bem cada vez mais escasso na vida contemporânea.Mais do que um livro de viagem ou uma coleção de paisagens, "Tashi Delek _ Chamado ao Despertar" é um gesto de partilha cultural: oferece ao público — sobretudo àquele que dificilmente teria acesso a tais territórios — a possibilidade de ver e escutar o mundo com outros olhos e ouvidos. As imagens não se reduzem a registros turísticos; os textos não são descritivos, mas simbólicos; e a trilha sonora — composta especialmente para o projeto por músicos brasileiros de formação erudita — não acompanha: interpreta, traduz, amplia. Gravadas com alto padrão técnico, as composições evocam, por meio do piano, violino e violoncelo, os sons que a natureza parece sussurrar nos lugares onde o silêncio impera.O projeto nasceu também de uma inquietação: a pergunta que ecoou em um corredor universitário — "O que o senhor viveu além do trabalho e do estudo?". Esse questionamento despertou um desejo guardado desde a infância mineira: escalar montanhas, buscar o sagrado através do olhar e encontrar, no silêncio do mundo, uma paisagem interior. A obra é o testemunho poético e simbólico desse processo — e torna-se coletiva ao ser compartilhada com o público.Entre os produtos culturais previstos, com forte compromisso com a acessibilidade e a democratização do acesso, destacam-se:- A publicação do livro bilíngue impresso (português/inglês) em alta qualidade, com integração de 8 composições acessadas por QR Code;- A distribuição gratuita de 300 exemplares da obra a escolas públicas, bibliotecas, universidades, centros culturais e hospitais em diversas regiões do país;- A realização de exposições fotográficas itinerantes com ambientação sonora, sessões de autógrafos, audições públicas e encontros com o autor e músicos;- A disponibilização online e gratuita de todo o conteúdo textual, fotográfico e sonoro em plataforma digital acessível;- Ações de mediação cultural com foco em formação de público, rodas de leitura, escuta musical e valorização da arte como ponte entre mundos.O projeto se enquadra na Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), conforme os seguintes dispositivos:- Art. 1º, I _ promoção da produção e difusão de bens culturais de valor simbólico e formativo;- Art. 3º, II _ valorização de expressões artísticas e patrimônios culturais universais;- Art. 3º, III _ estímulo ao acesso à cultura e ao pensamento crítico.Está igualmente alinhado às metas do Plano Nacional de Cultura, como:- Meta 7 _ Universalização do acesso à cultura;- Meta 15 _ Estímulo à criação artística nas diversas regiões do país;- Meta 22 _ Ampliação da circulação nacional de obras culturais de valor.E contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente:- ODS 4 _ Educação de Qualidade (formação estética e repertório);- ODS 10 _ Redução das Desigualdades (distribuição gratuita em territórios de baixa oferta cultural)."Tashi Delek _ Chamado ao Despertar" reafirma o valor da cultura como direito universal. Não apenas como informação, mas como experiência transformadora. Uma obra que convida à escuta, ao olhar e ao reencontro — com o mundo, com o outro, e com o que em nós ainda pulsa, silenciosamente, esperando ser vivido.

Estratégia de execução

CONTRAPARTIDAS SOCIAISO projeto Tashi Delek – Chamado ao Despertar contempla um conjunto de contrapartidas sociais que reforçam seu compromisso com a ampliação do acesso à cultura, a formação de público e a valorização da arte como bem comum. As ações previstas visam beneficiar diretamente diferentes segmentos da sociedade, com foco especial em instituições públicas e comunidades com menor acesso aos bens culturais simbólicos.As contrapartidas incluem:- Distribuição gratuita de 300 exemplares do livro físico bilíngue (português/inglês) a escolas públicas, bibliotecas comunitárias, universidades, centros culturais e instituições sociais em todo o território nacional;- Disponibilização integral da obra em formato digital — textos, imagens e trilhas musicais — por meio de plataforma online de acesso gratuito, com navegação acessível e compatível com dispositivos móveis;- Realização de rodas de conversa e sessões de autógrafos com o autor, abertas ao público e gratuitas, nas cidades de lançamento, promovendo aproximação entre criador e público e estímulo à formação cultural;- Recitais públicos gratuitos com audição das trilhas sonoras originais, interpretadas por músicos brasileiros, em espaços acessíveis e com mediação cultural;- Oferta de oficina aberta ao público sobre arte, espiritualidade e hermetismo, propondo uma reflexão interdisciplinar a partir da obra, com enfoque na sensibilidade estética, nas linguagens simbólicas e na escuta contemplativa.As contrapartidas previstas contribuem diretamente para o cumprimento dos princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) e das diretrizes do Plano Nacional de Cultura, ao promoverem a formação cultural, a descentralização do acesso e o fortalecimento do vínculo entre arte e comunidade.AVALIAÇÃO E MONITORAMENTOO projeto contará com estratégias de avaliação e monitoramento contínuo, visando mensurar a efetividade das ações, o alcance dos objetivos e o impacto cultural junto ao público. As metodologias adotadas são simples, acessíveis e facilmente aplicáveis pela equipe técnica, respeitando os princípios da economicidade, da transparência e da melhoria contínua.Instrumentos de Verificação- Registro de distribuição: planilhas digitais para controle da entrega dos 300 exemplares físicos às instituições beneficiadas, com recibos e/ou fotos de entrega, quando possível.- Formulário de feedback online: QR Code impresso no livro e incluído na versão digital, direcionando para um formulário rápido (Google Forms) onde os leitores poderão registrar impressões, sugestões e percepções sobre a obra.- Livro de visitas nas exposições: formulário físico ou digital disponível nos eventos de lançamento para coleta de comentários espontâneos do público visitante.- Relatório de alcance digital: uso de ferramentas básicas de análise (como Google Analytics ou relatórios de hospedagem) para mensurar o número de acessos e downloads da versão digital do livro e das faixas musicais.- Registro audiovisual dos eventos: fotos e vídeos curtos dos eventos de lançamento, sessões de autógrafos, oficinas e audições públicas, que servirão como comprovação de realização e engajamento do público.- Relatório final narrativo: elaborado pela coordenação do projeto, consolidando os dados quantitativos e qualitativos obtidos ao longo da execução, com destaque para aprendizados, desafios e recomendações para futuras edições.PLANO DE COMUNICAÇÃOO plano de comunicação foi desenvolvido com foco em estratégias acessíveis, digitais e de alto potencial de engajamento, priorizando a divulgação orgânica e a construção de vínculos com públicos diversos, especialmente aqueles interessados em arte, contemplação, espiritualidade, fotografia e música instrumental.As ações previstas incluem:- Redes sociais (Instagram, Facebook e YouTube)Criação de conteúdo visual e sonoro (fotografias, trechos da trilha sonora, frases do livro, bastidores da produção) com linguagem sensível e estética, que promova identificação e engajamento com o público. Serão priorizadas postagens orgânicas e impulsionamentos pontuais de baixo custo.- Website oficial com blogO site funcionará como repositório de conteúdos: versão digital gratuita do livro, acesso às faixas musicais, blog com textos do autor sobre o processo criativo, bastidores das gravações e viagens, além de galeria de imagens e programação dos eventos.- Parcerias com influenciadores culturais e espirituaisArticulação com micro influenciadores e criadores de conteúdo cujos públicos dialoguem com os temas do projeto. Os parceiros poderão divulgar o projeto em suas redes por meio de resenhas, indicações ou entrevistas.- Participação em podcasts e programas culturaisContato com curadores de podcasts e veículos independentes para participação do autor e da equipe musical em entrevistas e conversas sobre o processo de criação, temas do livro e experiências vividas. A proposta é gerar narrativas de bastidor e aprofundamento simbólico da obra.- Assessoria de imprensa e mídia espontâneaElaboração de press release e envio para jornais, revistas, blogs e canais especializados em cultura e arte. Serão priorizados veículos com penetração regional (em cidades de lançamento) e mídias segmentadas em arte, literatura e espiritualidade.

Acessibilidade

O projeto Tashi Delek – Chamado ao Despertar adota, desde sua formulação, medidas de acessibilidade cultural, em conformidade com a Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que estabelece exigências obrigatórias de inclusão em todas as propostas submetidas via Lei de Incentivo à Cultura.Medidas previstas:- Aspecto comunicacional e de conteúdo (Art. 42, inc. II):- Legendas e descrições detalhadas de todas as imagens para acesso por pessoas com deficiência visual.- Material em braile para parte da tiragem distribuída a bibliotecas conforme previsto na IN.- Versão digital do livro compatível com leitores de tela e formatos acessíveis.- Aspecto arquitetônico e físico (Art. 42, inc. I):- Ambientes de eventos (exposições, audições, lançamentos) com infraestrutura acessível — incluindo rampas, sinalização tátil, banheiros adaptados e circulação adequada, seguindo as diretrizes da Norma Brasileira de Acessibilidade (NBR 9050).

Democratização do acesso

O projeto Tashi Delek – Chamado ao Despertar tem como princípio norteador a democratização do acesso à cultura, em consonância com o art. 23, §1º da Instrução Normativa MinC nº 6/2023, que rege os mecanismos de fomento da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A obra propõe uma vivência estética acessível, plural e sensível, que contempla diferentes públicos e territórios, com atenção especial àqueles com menor oferta cultural.Entre as principais estratégias adotadas, destacam-se:- Distribuição gratuita de 300 exemplares impressos da publicação bilíngue (português/inglês) para escolas públicas, bibliotecas, universidades, centros culturais, organizações sociais e hospitais em diversas regiões do país, priorizando instituições localizadas em territórios periféricos ou com histórico de exclusão cultural;- Disponibilização online gratuita e irrestrita de todo o conteúdo da obra — textos, imagens e trilha sonora original — por meio de plataforma digital de fácil acesso, acessível a pessoas com deficiência e disponível em dispositivos móveis;- Realização de exposições fotográficas itinerantes, com ambientação sonora e recursos de acessibilidade comunicacional, em espaços públicos, centros culturais, instituições de ensino e também hospitais públicos, hospitais universitários e instituições de cuidados paliativos, buscando oferecer experiências artísticas qualificadas mesmo em contextos de fragilidade emocional e física;- Promoção de ações gratuitas de mediação cultural, como encontros com o autor, rodas de conversa, oficinas formativas, audições públicas e sessões de autógrafos acessíveis, voltadas à formação de público e ao aprofundamento da experiência estética;- Itinerância descentralizada, com planejamento de circulação que contempla não apenas grandes centros urbanos, mas também cidades de médio porte e regiões interioranas, estimulando a circulação de bens culturais simbólicos em áreas com menor densidade de equipamentos culturais.Com essas ações integradas, o projeto assegura que a obra — concebida com delicadeza e profundidade — alcance um público diverso, promovendo acesso democrático, formação de repertório, valorização da diversidade e ampliação do imaginário coletivo. A democratização aqui é compreendida como um gesto de partilha cultural qualificada, em que arte, silêncio e contemplação são oferecidos como um bem comum.

Ficha técnica

RICARDO AUGUSTO DE MIRANDA CADAVAL - FOTÓGRAFOEm 2010, o nefrologista e professor da PUC-SP Ricardo Cadaval passou a vivenciar um hobby curioso: fotografar lugares inóspitos. Natural de Belo Horizonte (MG), o médico, cujo tempo sempre fora inteiramente voltado ao estudo e prática da medicina, viu-se mergulhado aos 50 anos de idade no fascinante universo das lentes fotográficas e dali não emergiu mais. Buscava uma atividade à qual se dedicar nas poucas horas de descanso, aprendeu com as câmeras que a vida pode ser muito mais que preencher relatórios ou cumprir tarefas rotineiras: ela pode ser verdadeiramente vivida. “O tempo é algo precioso e que não volta mais. Por isso deve ser aproveitado intensamente, da melhor maneira possível. Aprendi também que, quando olhamos para nossa vida e tudo que faz parte dela - família, amigos, trabalho -, temos de encará-la por um ângulo diferente, mais humano e sensível aos acontecimentos”.Para aprimorar a técnica fez cursos e participou de diversos treinamentos, além de ler livros e guias práticos. A sensibilidade do olhar, explica, veio com o tempo. “Aos poucos passei a enxergar elementos que antes não percebia, como, por exemplo, um esplêndido cenário natural, um entardecer que confere charme à foto ou um feixe de luz em meio à sombra”. Com a experiência, vieram também as oportunidades de levar seu hobby para além do visor da câmera: vez ou outra, o nefrologista realiza exposições em hospitais e locais cuja estrutura lhe permite exibir seus registros.A partir de 2014 começou a fazer expedições em alta montanha. Sua faceta aventureira já o levou a destinos fascinantes como Brasil, Canadá, Nova Zelândia, Austrália, Nepal, Tailândia, Mongólia, Peru, Chile, Índia, Irã, Líbano e Jordânia — experiências que ficarão guardadas para sempre na memória e nos seus registros. “São destinos inóspitos e de grande valor histórico-cultural. Por vezes, o encantamento por estes lugares mistura-se ao desconforto de estar longe de casa, da fome, da fadiga – cheguei a caminhar por sete longas horas –, do medo do desconhecido e do frio pouco acolhedor. Nunca se sabe o que haverá pela frente, por isso o receio de seguir adiante. Mas a oportunidade de estar nestes locais e de eternizar esses momentos faz valer todo o esforço. Além disso, a hospitalidade da população é incrível”, compartilha o médico.Já realizou exposições de fotografias:- Saguão principal do Hospital Dr. Miguel Soeiro (Unimed Sorocaba);- Exposição na Galeria Virtual da Associação Paulista de Medicina: https://www.apm.org.br/galeriavirtual/perfil/dr-ricardo-cadaval/- AFPESP - I Sarau Cultural Regional de Sorocaba: https://jornalrol.com.br/?tag=ricardo-cadaval&print=print-search- Jornal da PUC São Paulo: https://j.pucsp.br/noticia/do-consultorio-altas-montanhas MARÍLIA VIOLINO – PIANISTA, FLAUTISTA E COMPOSITORAPianista, flautista e compositora, Marília Violino iniciou seus estudos musicais aos cinco anos de idade. Aos doze, recebeu bolsa para estudar com a professora Leonie Tavares, da escola de Maria Cordeiro, dando início a uma trajetória marcada pela sensibilidade e rigor técnico. Aperfeiçoou-se com Lúcia Helena Bismara no Instituto Municipal de Música de Sorocaba, concluindo seus estudos no Conservatório Rogério Koury, onde também atuou como docente de piano erudito, música de câmara e percepção musical.Ao longo de sua carreira, trabalhou com diversas formações musicais em Sorocaba, acompanhou coros teatrais e atuou como correpetidora na Fundec, sob direção do maestro Wilian Dolfini. Estudou flauta transversal com Ed Fogaça e Maria Luísa Costa, e canto erudito com Tathiane Mariano. Atualmente, é pianista correpetidora do Madrigal da Uniso, regido pelo maestro Cadmo Fausto, com o qual já se apresentou em importantes palcos de Curitiba, Santos, São Paulo e diversas cidades do interior paulista.Seu trabalho como compositora inclui peças corais e instrumentais de alto valor artístico, como Missa Brevis, Pater Noster, Trilogia para violoncelo e piano, Ramalhetes para piano solo e Ao Vento — finalista do VII Concurso Internacional de Composição Franz Liszt, em Turim, Itália. Também atua como arranjadora para diversas formações e tem em seu repertório trilhas sonoras originais para curtas e longas-metragens.Entre seus trabalhos recentes, destacam-se: a execução do Requiem de Fauré com o Madrigal da Uniso e a Orquestra da Fundec; a gravação de Sonata de Beethoven para o curta A Sombra da Terra, de Marcelo Domingues; recitais com violoncelo e piano em Araçoiaba da Serra e UNESP Sorocaba; e participação em encontros de corais e concertos de câmara.Na confluência entre som e silêncio, gesto e contemplação, nasceu Na Montanha dos Adeptos — obra musical composta especialmente para o projeto Tashi Delek – Chamado ao Despertar. Inspirada pelas imagens captadas nas peregrinações do fotógrafo Ricardo Cadaval por montanhas sagradas, Marília criou oito peças inéditas para piano, violino e violoncelo que dialogam com os princípios do Nobre Caminho Óctuplo budista. Gravadas em estúdio profissional, as composições serão apresentadas em audições públicas nas cidades de lançamento do livro.Títulos das composições do projeto:- O Chamado- Onde as Montanhas Tocam o Céu- Tashi Delek- O Caminho- Um Lugar Esquecido pelo Tempo- Na Montanha dos Adeptos- Peregrinos- Om Mani Padme HumCada faixa funciona como um portal sonoro, conduzindo o público a uma experiência estética de rarefeita beleza e contemplação.CLODOALDO ROCHA – VIOLONCELISTANatural de Araçoiaba da Serra (SP), Clodoaldo Rocha é professor de violoncelo da Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo, em Taubaté, desde 1999. Formado pelo Conservatório de Tatuí, onde teve orientação de Tânia Lisboa, aprofundou seus estudos na University of West London, no Reino Unido, onde concluiu o Mestrado em Música (MMus) sob a tutela do renomado violoncelista Richard Markson.Ao longo de sua trajetória, foi agraciado com importantes reconhecimentos, como o String Prize do London College of Music e a Silver Medal da Worshipful Company of Musicians of the City of London. Atuou como integrante de diversas orquestras brasileiras, incluindo a Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro (Porto Alegre), a Orquestra Sinfônica Paulista (Conservatório de Tatuí), a Orquestra Experimental de Repertório (São Paulo) e a Orquestra Sinfônica de São José dos Campos, onde foi chefe de naipe.Sua experiência pedagógica inclui também atuação como educador no Projeto Guri e participação em importantes festivais de música, como os Festivais Internacionais de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, em Juiz de Fora (MG), e o Festival Internacional de Música de Câmara em Belém (PA). Foi membro do Quinteto da Cidade de Taubaté e, atualmente, integra o conjunto MusiVale, dedicando-se à performance e ao ensino da música de câmara com sensibilidade e excelência.VICTOR NOSEK – DESIGNER GRÁFICOCom uma trajetória profundamente conectada à cultura, à educação e às artes visuais, Victor Nosek é designer gráfico com ampla atuação em instituições culturais de referência. Iniciou sua carreira no final da década de 1960, com formação em desenho, pintura e história da arte pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), além de cursos em fotografia profissional e arquitetura na FAU-USP.De 1977 a 1987, foi designer gráfico e cenógrafo do icônico Grupo Teatro do Ornitorrinco. Atuou na Fundação Prefeito Faria Lima – CEPAM, desenvolvendo projetos gráficos para políticas públicas no governo paulista de André Franco Montoro, sob coordenação de Chopin Tavares de Lima.Entre 1982 e 1985, colaborou intensamente com o SESC Pompeia, onde criou peças gráficas para divulgação de eventos e coordenou o curso de tipografia. Foi nesse período que iniciou uma longa e significativa colaboração com Lina Bo Bardi, estendendo-se ao Instituto Lina Bo e P. M. Bardi. Criou o design da premiada coleção Arquitetos Brasileiros, dedicada a nomes como Lina Bo Bardi, Vilanova Artigas, Affonso Eduardo Reidy e João Filgueiras Lima – Lelé.Sua atuação se estende ao design gráfico para museus e exposições, incluindo passagens marcantes pelo Museu da Imagem e do Som (MIS-SP), Pinacoteca do Estado, Paço das Artes, além de colaborações com a FDE e o SEBRAE-SP. De 1995 a 2014, manteve escritório próprio, atuando como designer para artistas plásticos, instituições culturais e projetos educativos.Com um olhar apurado e sensível, Victor construiu uma trajetória marcada pela valorização da cultura gráfica brasileira, integrando arte, história e memória em projetos que atravessam gerações.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.