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PRONAC 255368Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Filme O CICLO DE TUDO

RICO FILMES LTDA
Solicitado
R$ 829,2 mil
Aprovado
R$ 826,6 mil
Captado
R$ 400,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
95886735000170RECICLE CATARINENSE DE RESIDUOS LTDA1900-01-01R$ 268,9 mil
04434120000158CDR PEDREIRA - CENTRO DE DISPOSICAO DE RESIDUOS S.A.1900-01-01R$ 131,1 mil
13384727000161NETRIN CONSULTORIA E SERVICOS EM TECNOLOGIA DA INFORMACAO LTDA.1900-01-01R$ 0,01

Eficiência de captação

48.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-12-31
Término

Resumo

O Ciclo de Tudo prevê a realização de um documentário de média-metragem (70 minutos), articulado a ações de difusão e formação cultural. A obra audiovisual aborda, de forma crítica e reflexiva, os desafios relacionados à gestão de resíduos sólidos no Brasil, contextualizando suas dimensões sociais, ambientais, econômicas e culturais.Além da realização do filme, o projeto contempla a promoção de exibições públicas seguidas de debates e a realização de uma oficina cultural voltada a educadores.

Sinopse

Produto:Média-MetragemVivemos em um mundo onde a produção de resíduos ultrapassa, dia após dia, a capacidade do planeta de absorver e regenerar. Em meio à crise ambiental global, o Brasil enfrenta um de seus maiores dilemas: o destino do lixo. Com uma população de mais de 200 milhões de habitantes e níveis de consumo crescentes, o país produz, todos os dias, milhares de toneladas de resíduos sólidos, sendo que grande parte ainda tem como destino os lixões a céu aberto — ilegais, insalubres e ambientalmente desastrosos."O Ciclo de Tudo" é um documentário média-metragem que mergulha no complexo sistema de produção, descarte e (não) reaproveitamento do lixo no Brasil. A partir de uma perspectiva crítica, sensível e investigativa, o filme propõe uma viagem pelo ciclo daquilo que é descartado, revelando suas contradições, impactos e potenciais transformadores.A narrativa se inicia com uma contextualização do problema em escala global. O lixo não é apenas uma questão de estética urbana ou de saúde pública: ele se inscreve diretamente nas engrenagens do hiperconsumo contemporâneo, na obsolescência programada e na lógica de um sistema econômico linear que insiste em extrair, produzir, consumir e descartar sem considerar os limites ecológicos do planeta. Imagens de aterros gigantescos, ilhas de plástico nos oceanos, montanhas de lixo eletrônico e gases poluentes emitem um alerta: estamos soterrando nosso futuro.Do panorama global, a câmera se volta para o Brasil. O país aprovou em 2010 a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), um marco legislativo que previa, entre outras metas, o fim dos lixões até 2014. Mais de uma década depois, o prazo foi estendido repetidas vezes e a realidade permanece: cerca de 40% dos resíduos ainda têm destinação irregular. Lixões seguem em operação, contaminando o solo, os lençóis freáticos, o ar, e comprometendo a saúde das comunidades vizinhas.A partir de entrevistas com parlamentares, promotores, especialistas em meio ambiente e urbanismo, o documentário traça um panorama crítico sobre os entraves da implementação da PNRS. Entre as perguntas que orientam a investigação: Por que os dispositivos da lei não foram cumpridos? O que impede a transição para modelos sustentáveis? Onde estão as falhas — no financiamento, na vontade política, nos interesses econômicos?Ao explorar os bastidores da gestão de resíduos, o filme apresenta a estrutura dos aterros sanitários, suas limitações e os desafios da reciclagem. Visitamos cooperativas de catadores, entendemos a lógica da cadeia de valor dos materiais recicláveis e descobrimos que a maioria dos itens descartados como recicláveis não o são na prática. Plásticos de baixo valor, resíduos compostos e logística deficiente inviabilizam a reciclagem de grande parte dos materiais.Nesse universo, os catadores emergem como personagens centrais. São eles que sustentam, com seu trabalho precário e invisível, a espinha dorsal da reciclagem no Brasil. O documentário revela as histórias de vida desses trabalhadores, suas estratégias de sobrevivência e sua luta por dignidade. São heróis ambientais não reconhecidos, muitas vezes em situação de rua ou marginalidade, mas responsáveis pela liderança brasileira na reciclagem de alumínio, por exemplo.A questão da reciclagem também conduz à discussão da economia circular, apontada por especialistas como uma das principais saídas para o impasse atual. O modelo linear — extrair, produzir, descartar — já se mostra insustentável. Em contraste, a economia circular propõe um redesenho completo do sistema produtivo, no qual tudo que é produzido deve ter seu reuso, reaproveitamento ou reintegração previstos desde a concepção. Mas como implementar esse modelo em um país de dimensões continentais e profundas desigualdades?O filme então passa a mapear boas práticas, soluções concretas e experiências inspiradoras. Em São Paulo, conhecemos o projeto Composta São Paulo, que promove a compostagem doméstica e comunitária, além das cooperativas que integram redes de reciclagem urbana. Em Florianópolis, o projeto Revolução dos Baldinhos envolve toda uma comunidade na coleta seletiva e reaproveitamento de resíduos orgânicos, promovendo saúde pública e fortalecimento comunitário. Em Carauari (AM), a economia circular se expressa nas práticas tradicionais de manejo florestal, pesca e produção sustentável, mostrando que a solução pode vir das margens.O documentário também se abre para o mundo, explorando exemplos internacionais de cidades que têm implementado com sucesso políticas de lixo zero, como Treviso (Itália), Oslo (Noruega) e San Francisco (EUA). Nessas cidades, políticas públicas eficientes, educação ambiental e responsabilidade corporativa caminham juntas para enfrentar o problema com seriedade.Um capítulo especial é dedicado à relação das comunidades indígenas com o lixo. Tradicionalmente geradoras de zero resíduo, essas comunidades agora enfrentam, em razão da invasão de hábitos de consumo urbano, o desafio de administrar resíduos que antes não existiam. A luta dessas populações pelo equilíbrio ambiental revela uma sabedoria ancestral que pode (e deve) inspirar o Ocidente industrializado.Ao final, o filme retorna às grandes perguntas estruturantes. Por que a maior parte da responsabilidade pelo lixo recai sobre os indivíduos, enquanto grandes empresas seguem produzindo embalagens descartáveis e produtos não recicláveis? Qual o papel das corporações nesse ciclo? A responsabilidade deveria ser compartilhada ou estendida, como propõem ambientalistas que defendem a responsabilização plena de quem lucra com a produção dos resíduos?"O Ciclo de Tudo" não oferece respostas fáceis. Ao contrário, propõe um mergulho profundo nas camadas visíveis e invisíveis do problema, revelando que o lixo não é um fim, mas o espelho de um sistema em crise. Com uma linguagem sensível, provocadora e politicamente engajada, o documentário propõe um chamado urgente: repensar nossos hábitos, nossas políticas e nossas relações com o planeta. Porque o lixo que produzimos hoje é, em grande medida, o futuro que estamos decidindo viver — ou não.Produto: Oficina / Workshop / Seminário AudiovisualA ação formativa vinculada ao projeto consiste na realização de uma oficina conduzida por Mariana Rico, diretora do média-metragem e profissional reconhecida por sua trajetória na área de sustentabilidade e gestão de resíduos. A atividade é voltada a professores do ensino médio e propõe um diálogo entre cultura, audiovisual e meio ambiente, utilizando o cinema documental como ferramenta de reflexão crítica, sensibilização e produção de conhecimento.A partir do processo criativo e da linguagem do filme, a oficina abordará o audiovisual como manifestação cultural capaz de traduzir questões socioambientais contemporâneas em narrativas acessíveis, poéticas e politicamente engajadas. Serão discutidos temas como o papel da cultura na formação da consciência ambiental, o uso do cinema como instrumento pedagógico e a construção de narrativas que articulam território, memória, práticas sustentáveis e cidadania.O objetivo é aprofundar o repertório cultural e crítico dos educadores, oferecendo subsídios para que possam multiplicar, em seus contextos escolares, práticas pedagógicas que integrem audiovisual, cultura e educação ambiental, estimulando o protagonismo juvenil e a formação de jovens cidadãos conscientes em São Paulo e em outras regiões do país.

Objetivos

Objetivo Geral do projeto Produzir o documentário média-metragem (70 min.) O CICLO DE TUDO, tornando-o um produto audiovisual bem realizado, instigante, informativo e envolvente, de modo a trazer o tema do lixo para o debate público e contribuir para a busca de soluções para o problema do lixo no Brasil e no Mundo.Dentro do Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinadosàsseguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Objetivos específicos - Produzir e finalizar o documentário média-metragem (70 min.) O CICLO DE TUDO. - Realizar 1 mini curso formativo online para professores do ensino fundamental e médio da cidade e do estado de São Paulo , com o objetivo de formar multiplicadores que estejam capacitados com conhecimentos básicos sobre a temática do resíduo, e munidos de opções de atividades pedagógicas para utilizarem em sala-de-aula e espaços educadores. - Realizar 5 exibições seguidas de debates, sendo 1 online e 4 presenciais, com o objetivo de impactar e formar professores, jovens e formadores de opinião sobre o desafio do lixo.

Justificativa

Justificativa:O documentário média-metragem O Ciclo de Tudo aborda um dos temas mais urgentes da atualidade: a gestão de resíduos e os desafios da economia circular no Brasil. A crise do lixo impacta diretamente o meio ambiente, a saúde pública e a economia, sendo um problema de relevância nacional e internacional. O Brasil, como signatário de diversos acordos ambientais globais _ incluindo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e compromissos assumidos no Acordo de Paris _, tem a responsabilidade de buscar soluções sustentáveis para a destinação adequada dos resíduos sólidos. Este documentário contribui diretamente para esse debate, ampliando a conscientização e incentivando ações concretas que podem fortalecer as políticas públicas e as práticas empresariais sustentáveis no país. Do ponto de vista técnico, o uso do mecanismo da Lei Rouanet se apresenta como a alternativa mais adequada para a viabilização do projeto. O incentivo fiscal previsto na lei é amplamente utilizado por empresas patrocinadoras, tornando-se um meio eficiente para atrair investimentos e garantir a execução do documentário. Além disso, a Lei Rouanet oferece um processo de captação menos burocrático em comparação com outros mecanismos de fomento, permitindo maior agilidade e viabilidade financeira para a realização do filme. A produção de O Ciclo de Tudo se alinha à missão da Lei Rouanet de fomentar projetos culturais de interesse público e relevância social. Ao trazer um olhar crítico e propositivo sobre a gestão de resíduos no Brasil, o documentário não apenas promove o debate sobre sustentabilidade, mas também cumpre um papel essencial na formação de consciência ambiental e no estímulo a práticas que podem transformar o futuro do país. Assim, a utilização deste mecanismo é fundamental para garantir que o projeto alcance seu potencial máximo e gere um impacto positivo tanto no público quanto no cenário político e empresarial brasileiro.Justificativa detalhada de por quê este tema: A crescente geração de resíduos sólidos no mundo é um dos maiores desafios socioambientais da atualidade. Com o crescimento populacional e a intensificação do consumo, a quantidade de lixo gerada tem aumentado de forma alarmante. Estima-se que, globalmente, mais de 2 bilhões de toneladas de resíduos sólidos sejam produzidas anualmente ("What a Waste", Banco Mundial, 2020). Esse número tende a aumentar para 3,4 bilhões de toneladas até 2050 se não forem tomadas medidas significativas para controlar essa produção. No Brasil, a situação não é diferente. Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), o país gera em torno de 80 milhões de toneladas de resíduos sólidos, número que vem aumentando, ano após ano, e coloca o Brasil como um dos maiores produtores de lixo do mundo, com mais de 1.500 lixões em operação no país. Para além do problema da geração de resíduos, um dos principais problemas é a falta de infraestrutura adequada para a coleta e destinação final do lixo. Muitos municípios ainda dependem de lixões a céu aberto, onde os resíduos são simplesmente descartados sem qualquer tratamento, causando sérios impactos ambientais e à saúde pública. Outro desafio é a baixa taxa de reciclagem. Apesar de o Brasil ser um dos maiores recicladores de latas de alumínio do mundo, a reciclagem de outros materiais, como plásticos e papel, ainda é muito baixa. Menos de 4% dos resíduos sólidos urbanos são reciclados no país, o que indica uma grande oportunidade para melhorias nesse setor (Cempre, 2021). A gestão de resíduos no Brasil fica sob responsabilidade da gestão municipal, que muitas vezes não tem estrutura e expertise necessários para a busca de soluções mais sustentáveis. Um exemplo é a cidade de São Paulo, que apesar de pioneira em programas de compostagem, como o Composta SP e a criação dos pátios de compostagem para resíduos de feiras e podas, enfrenta imensos desafios como o alto custo para a gestão de resíduos municipal, baixas taxas de reciclagem e baixo engajamento da população e do setor produtivo na busca de soluções efetivas. As cooperativas de reciclagem e os catadores desempenham um papel fundamental na gestão de resíduos no Brasil, já que são responsáveis por uma parcela significativa da triagem de materiais recicláveis, contribuindo para a redução do volume de lixo enviado aos lixões, aterros sanitários e promovendo a economia circular. No entanto, apesar de sua importância, esses trabalhadores muitas vezes enfrentam condições de trabalho precárias e baixa remuneração. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), cerca de 800 mil catadores atuam no Brasil, mas muitos recebem menos de um salário mínimo por mês e não têm acesso a benefícios sociais básicos. Esta disparidade evidencia a necessidade urgente de políticas públicas que valorizem e dignifiquem o trabalho dos catadores, proporcionando melhores condições de trabalho e remuneração justa pelo serviço ambiental feito à sociedade. Além disso, é importante destacar como o impacto do lixo varia de forma desigual no mundo. Enquanto países mais ricos produzem a maior parte do lixo, muitas vezes são os mais pobres que lidam com o descarte e que sofrem com a poluição causada pelo lixo. A sociedade moderna pautada na lógica do consumo desenfreado gera produtos e bens de consumo cada vez mais acessíveis, mas com ciclo de vida curto e baixa durabilidade, ocasionando o que é conhecido como "obsolescência programada". Esse assunto foi abordado, inclusive, no filme A Conspiração da Lâmpada, onde uma empresa de lâmpadas desenvolveu a prática da obsolescência programada, produzindo mercadorias que durassem menos, para que tivessem que ser constantemente repostas, garantindo as vendas da empresa. Uma das consequências diretas desta prática é a maior produção de lixo. Podemos dizer que vivemos na sociedade do consumo, e, portanto, na sociedade do descarte. E as soluções? Como a maior parte dos problemas socioambientais complexos, não há uma única solução. O desafio do lixo é uma questão complexa que requer a colaboração de diversos setores da sociedade. Para além de soluções inovadoras, precisamos do engajamento e compromisso contínuo com a sustentabilidade da nossa saúde planetária, que envolve o meio ambiente e as pessoas. A indústria no Brasil precisa cumprir com a hierarquia da gestão de resíduos que a PNRS - Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305 - 2010) exige ao produzir qualquer bem de consumo, seguindo a lógica de: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final adequada dos resíduos. Isso inclui, por exemplo, repensar o design dos produtos com o objetivo de serem mais ecológicos e reduzir drasticamente as embalagens. Nós, como cidadãos, precisamos repensar e sermos críticos em relação àquilo que consumimos. É necessário não só escolher melhor o consumo, mas também garantir ciclos de vida maiores para os produtos que já existem, incluindo o compartilhamento do uso das coisas, a reparação, o reúso e, por fim, a segregação dos materiais que têm condição de reciclagem. O poder público, em todas as suas esferas, deve ter um compromisso e ações efetivas de fiscalização da indústria, aplicando no setor de resíduos os princípios já presentes na Política Nacional de Meio Ambiente (Lei Federal nº 6.938/81) do poluidor-pagador e do protetor-recebedor. Há mecanismos, mas é necessário ação e comprometimento da gestão pública. Por sua vez, as prefeituras precisam oferecer a estrutura necessária para que os munícipes possam se engajar na separação e coleta seletiva. Campanhas educativas de conscientização em escolas e espaços públicos, assim como ações coletivas como mutirões de limpeza também devem ser explorados, mostrando que o lixo é um assunto de toda a sociedade. Não há uma única solução, mas precisamos da colaboração de todos os setores para que o lixo deixe de ser um problema sério em nossa sociedade.

Estratégia de execução

ARGUMENTO DO PROJETO“O Ciclo de Tudo” é um documentário de média-metragem que investiga o sistema deprodução, consumo e descarte de resíduos sólidos no Brasil, articulando uma análise críticadas políticas públicas, das dinâmicas econômicas globais e das práticas cotidianas de manejodo lixo, com especial atenção às experiências comunitárias, aos saberes tradicionais e àsalternativas concretas baseadas na economia circular.O filme parte da constatação de que o lixo não é apenas um problema ambiental ou sanitário,mas um sintoma estrutural de um modelo econômico baseado no hiperconsumo, naobsolescência programada e na exploração intensiva dos recursos naturais. A narrativa propõeacompanhar o “ciclo” dos resíduos — da extração ao descarte, do abandono à reinvenção —revelando tanto suas consequências destrutivas quanto seus potenciais transformadores.As gravações estão previstas para ocorrer ao longo de **6 a 8 semanas**, organizadas emblocos territoriais, partindo da base da produtora em São Paulo (SP) e avançando para outrasregiões do país, de modo a construir um panorama diverso e representativo da realidadebrasileira. As viagens previstas no orçamento viabilizam essa abordagem descentralizada,fundamental para a coerência conceitual do projeto.### São Paulo e Região Metropolitana (SP)O eixo inicial das gravações se concentra em São Paulo, onde serão registradas ascontradições e complexidades do sistema urbano de resíduos em larga escala. Serão filmadasa **Central Mecanizada de Triagem da Loga (Ponte Pequena)** e iniciativas privadas de**logística reversa**, como a **Green Mining**, evidenciando os limites técnicos e econômicosda reciclagem industrial.O filme acompanha também o cotidiano de **cooperativas de catadores**, revelando o papelcentral desses trabalhadores na cadeia da reciclagem, por meio de observação direta edepoimentos. Personagens como um catador em atividade e o fundador da cooperativaYougreen permitem ancorar a narrativa em experiências concretas de trabalho, renda edignidade.Ainda na capital, serão registradas experiências de **compostagem urbana**, nos pátiosmunicipais da Lapa, e o projeto **Pimp My Carroça**, com o artivista Thiago Mundano,conectando arte, ativismo e justiça social. A presença da **Aldeia Indígena Guarani TekoaYporã**, em contexto urbano, amplia o debate ao abordar os impactos do consumo e do lixosobre povos tradicionalmente não geradores de resíduos.### Paulínia (SP) e Santos (SP)Em **Paulínia**, o documentário registra o **Ecoparque da Orizon**, acompanhando osprocessos de tratamento e valorização de resíduos, bem como ações de educação ambientalconduzidas pelo Instituto Orizon Social. O objetivo é compreender a lógica dos grandesempreendimentos privados de gestão de resíduos e seus discursos de sustentabilidade.Em **Santos**, a câmera se volta para o **Porto de Santos**, símbolo do fluxo global demercadorias e do modelo econômico que sustenta o aumento exponencial da produção deresíduos. Serão gravadas imagens da logística portuária, da gestão de resíduos no porto e deações de coleta de lixo nas praias, relacionando consumo global, oceanos e poluição marinha.Entrevistas com especialistas em economia circular e meio ambiente, como Gabriela Otero,conectam o território local a debates internacionais.### Santa Catarina – Florianópolis (SC)Em Florianópolis, as gravações se concentram no **Projeto Revolução dos Baldinhos**, nobairro Monte Cristo, exemplo consolidado de gestão comunitária de resíduos orgânicos.Acompanhando o trabalho da liderança comunitária Cintia Cruz, o filme registra acompostagem doméstica, comunitária e escolar, bem como os impactos diretos dessas práticasna saúde pública e na organização social do território.Serão filmados também os **Centros de Valorização de Resíduos (CVRs)** e ações doprograma **Florianópolis Capital Lixo Zero**, articulando políticas públicas, educação ambientale participação cidadã.### Pará – Belém e Ilha de Cotijuba (PA)No Pará, o documentário se desloca para **Belém** e para a **Ilha de Cotijuba**, onde arelação entre resíduos, rios e floresta amazônica ganha centralidade. Em Belém, serãoregistradas áreas de intensa geração de lixo, como o **Mercado Ver-o-Peso**, estações dereciclagem e a poluição de rios e igarapés, evidenciando as desigualdades socioambientaisnas grandes cidades amazônicas.Na Ilha de Cotijuba, o foco se volta para **iniciativas comunitárias de economia circular**,manejo local de resíduos e soluções de baixo custo baseadas em saberes coletivos. Apresença de lideranças comunitárias locais ancora a narrativa em práticas territoriais quedialogam com sustentabilidade, autonomia e preservação ambiental.### Pernambuco – Recife e Jaboatão dos Guararapes (PE)Em Pernambuco, as gravações acontecem no **Ecoparque de Jaboatão dos Guararapes**,onde serão documentadas tecnologias de triagem mecanizada e destinação ambientalmenteadequada dos resíduos sólidos. O contraste entre o discurso tecnológico e a realidade socialdos trabalhadores do lixo é explorado por meio de entrevistas e observação direta.No **Recife**, o filme acompanha **ecoestações urbanas**, mutirões de limpeza de praias e ocotidiano de garis e catadores, como Eduardo (“Recifran”), trazendo à tona o trabalho invisívelque sustenta a limpeza das cidades e a proteção dos ecossistemas costeiros.### Entrevistas e articulação conceitualAo longo das gravações, o documentário incorpora entrevistas com pensadores,ambientalistas, comunicadores e lideranças indígenas, como Ailton Krenak, Bayo Akomolafe,Patrícia Iglesias, Flávio Ribeiro, Vanda Witoto, entre outros, que contribuem para ampliar odebate e conectar as experiências locais a reflexões filosóficas, científicas e políticas.Essas entrevistas não funcionam como explicações didáticas isoladas, mas como camadas depensamento que dialogam com as imagens e situações observadas, reforçando a ideia de queo lixo é um espelho de nossas escolhas civilizatórias.### Conclusão narrativa“O Ciclo de Tudo” se constrói como uma viagem sensível e investigativa pelo que descartamos— material e simbolicamente. Ao revelar as falhas do sistema atual e, ao mesmo tempo,mapear soluções possíveis, o filme propõe uma reflexão crítica sobre responsabilidadeindividual, responsabilidade corporativa e políticas públicas.Mais do que apontar culpados, o documentário convida o espectador a repensar hábitos,modelos de desenvolvimento e relações com o planeta, afirmando que o lixo não representaum fim, mas um ponto de partida para imaginar outros futuros possíveis.

Especificação técnica

Produto:Média-Metragem - Filme média-metragem de até 70 minutos- Entrega Final: filme masterizado nos formatos PRORES 422, MXF (Televisão) e H264 (internet). - Filme final com com finalização de cor e som, e KIT acessibilidade Exibições Seguidas de DebatesEntre os locais possíveis para as exibições, sugerimos os seguintes, com os quais temos relacionamento pregresso:- COMUSAN: Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de São Paulo.- Conselho Municipal de Meio Ambiente de São Paulo.- Casa de Cultura MBoi Mirim: localizado no endereço Av. Inácio Dias da Silva, s/nº - Piraporinha, São Paulo - SP, 04913-180.- Ocupação 9 de Julho: localizada no endereço R. Álvaro de Carvalho, 427 - República, São Paulo - SP, 01050-070 Produto: Oficina / Workshop / Seminário Audiovisual IntroduçãoOFICINA:EDUCAÇÃO AMBIENTAL E AUDIOVISUAL: narrativas culturais sobre resíduos e sustentabilidadeA formação propõe um panorama sobre os desafios contemporâneos relacionados à geração e à gestão de resíduos, articulando dados, contexto do setor e reflexões críticas a partir do cinema documental e de outras linguagens culturais. O curso apresenta formas de abordar essas questões em espaços formativos, utilizando o audiovisual como ferramenta pedagógica, cultural e de sensibilização social.A partir do filme dirigido por Mariana Rico, a formação discute como narrativas culturais podem contribuir para a construção da consciência ambiental, oferecendo sugestões de atividades educativas que poderão ser aplicadas por professores em sala de aula ou em outros contextos formativos.O público-alvo são professores e professoras do ensino fundamental e do ensino médio, bem como educadores em geral. A prioridade de inscrição será destinada a professores da cidade de São Paulo, sendo que vagas remanescentes poderão ser ofertadas a educadores de outras cidades. Objetivos EspecíficosA formação será composta por 4 encontros online, síncronos, com duração de 1h30 cada, realizados ao longo de 1 mês. Ao final do curso, espera-se que os participantes tenham adquirido um repertório básico sobre os desafios dos resíduos na sociedade contemporânea, compreendendo o papel da cultura e do audiovisual na abordagem dessas temáticas.Além disso, os professores participantes terão acesso a um conjunto de propostas de atividades educativas que integrem educação ambiental, audiovisual e práticas culturais, passíveis de aplicação em sala de aula e em outros espaços formativos com crianças e jovens.O filme será utilizado como material de apoio central da formação, sendo complementado por outros materiais educativos e culturais já disponíveis gratuitamente por instituições parceiras e referências da área (ver anexos).EmentaA formação contará com 4 encontros online de 1h30, organizados a partir das seguintes temáticas:Encontro 1: Consumo, cultura e geração de resíduos Encontro 2: Para onde vai o resíduo? Território, cadeia produtiva e impactos socioambientais Encontro 3: Consumo consciente, práticas sustentáveis e narrativas culturais Encontro 4: Propostas de atividades pedagógicas e uso do audiovisual em espaços educativos MetodologiaOs encontros serão realizados em formato online e síncrono. Na primeira metade de cada encontro, será realizada uma aula expositiva, com utilização de slides, trechos do filme e outros materiais audiovisuais de apoio, contextualizando os temas abordados.Na segunda metade dos encontros, será destinado espaço para perguntas, trocas de experiências, reflexões coletivas e partilhas entre os participantes, estimulando a construção colaborativa do conhecimento e a articulação entre teoria, prática pedagógica e cultura.Ao final da formação, será disponibilizado um formulário online para avaliação do conteúdo e da metodologia do curso, contribuindo para o aprimoramento das ações formativas do projeto.Recursos Necessários: Será necessário que cada participante tenha acesso a computador com internet e uso de câmera. Do lado da Rico Filmes, a diretora e professora Mariana Rico irá ministrar a formação a partir de computador próprio. Haverá tradução simultânea em libras, caso necessário. Forma de inscrição e seleção As inscrições serão feitas através de formulário online. Serão aceitas as 40 primeiras inscrições que cumprirem com os requisitos abaixo: Educadores e professores de escolas da cidade de São Paulo (escolas municipais, estaduais ou particulares) ou educadores da rede SESC da cidade de São Paulo;Após 2 semanas das inscrições abertas e havendo vagas remanescentes, serão aceitas inscrições de: Educadores e professores de escolas (escolas municipais, estaduais ou particulares) ou rede SESC de qualquer cidade do Brasil; educadores ambientais que atuem em organizações da sociedade civil de qualquer cidade do Brasil; cidadãos envolvidos com a gestão pública, o desenvolvimento e fiscalização de políticas públicas ligadas ao assunto; cidadãos envolvidos e interessados com o tema da sustentabilidade. Divulgação: A divulgação será feita com flyers e vídeos de forma intensa através das redes sociais. Inicialmente utilizaremos as redes sociais da Rico Filmes, Mariana e Bruno Rico e buscaremos parcerias para divulgação de forma ativa e intensa através das redes sociais de instituições e pessoas que tenham conexão com o tema da educação ambiental, sustentabilidade e resíduos. Buscaremos parcerias para divulgação com as pessoas e organizações que participarem de alguma forma da gravação do filmes.

Acessibilidade

Produto: Média-MetragemAcessibilidade física: Os espaços onde ocorrerão os debates presenciais serão totalmente acessíveis, contando com rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação adequadas, de modo a garantir amplo acesso a gestantes, idosos, pessoas cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção, bem como a seus respectivos acompanhantes. Todos os locais contarão ainda com banheiros adaptados e atendimento especializado.Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Será disponibilizada versão da obra com audiodescrição, garantindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso à narrativa, às ações e aos principais elementos visuais do filme.Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: O filme contará com intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) e legenda descritiva (LSE), assegurando o acesso integral ao conteúdo sonoro e narrativo da obra por pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: Caso o documentário seja disponibilizado em plataformas de streaming ou portais digitais, será garantida a conformidade com as diretrizes de acessibilidade da web, incluindo compatibilidade com leitores de tela, navegação simplificada e organização clara das informações, favorecendo a compreensão dos conteúdos. Produto: Oficina / Workshop / Seminário AudiovisualAcessibilidade física: Por se tratar de atividade realizada integralmente em formato online, não se aplica o cumprimento de ações de acessibilidade física presencial.Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: A oficina contará com tradução simultânea em Libras, garantindo o acesso de pessoas surdas aos conteúdos apresentados.Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: As atividades online utilizarão plataformas compatíveis com leitores de tela. Os conteúdos apresentados (slides, vídeos e materiais de apoio) serão organizados de forma acessível, com descrição verbal dos elementos visuais relevantes durante os encontros.Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: Caso algum participante solicite apoio em razão de transtornos, espectros ou condições que impliquem limitações na apreensão dos conteúdos, o projeto disponibilizará 01 profissional devidamente capacitado para acompanhamento individualizado, assegurando que esses participantes possam acompanhar integralmente as atividades previstas.GARANTIMOS O ATENDIMENTO À PNE EM 100% DAS ATIVIDADES PLANEJADAS PARA O PROJETO

Democratização do acesso

O projeto O CICLO DE TUDO inclui algumas ações visando a democratização do acesso: - O filme será gratuito para fins pedagógicos e acadêmicos: assim que estiver pronto, o produto ficará disponível para fins educacionais em um link de VIMEO da produtora RICO FILMES, com acesso gratuito mediante senha.Essas informações estarão disponíveis online, em página oficial do projeto, serão divulgadas nas redes sociais, e serão promovidas por meio de assessoria. - Realização de 5 sessões seguidas de debate, sendo quatro presenciais e uma online. As exibições ocorrerão em espaços de referência para as populações periféricas da cidade de São Paulo, e/ou de participação social na gestão pública. Das Medidas de Ampliação de AcessoArt. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;

Ficha técnica

Ficha TécnicaDireção Geral e Produção Executiva: Bruno RicoDireção: Mariana RicoPesquisa: Mariana RicoRoteiro: Caio FerrazMontagem: Bruna CallegariAssistência de Direção: Rica SaitoDireção de Fotografia: Cauê AngeliIlustração: Francisco FrançaAnimação de Imagem: Rafael ManciniOficineira / Ação Formativa: Mariana RicoController / Coordenação Administrativo-Financeira: Gustavo SannaBruno Rico é diretor e produtor audiovisual, fundador da RICO FILMES. Tem 41 anos, é graduado em Jornalismo (PUC-SP) e em Ciências Sociais (USP), tem Mestrado em Ciências Políticas (PUC-SP) e curso técnico em direção cinematográfica (NYFA-EUA).Bruno Rico - Produtor Executivo, DiretorNo cinema, é diretor e produtor executivo do longa-metragem FLUXOS (2022), sobre os contextos de situação de rua de São Paulo, vencedor do 15o Festival Cine del Mar (URU / 2022) e do 12o Festival Internacional de Cinema de Balneário Camboriú (2022). Também dirigiu e produziu a minissérie 100 Anos de Lutas: Previdência Social, licenciada para o SESCTV, os curtas Jazsmetak (2020), seleção 13o Festival In-Edit, Piece of a Quiet Dream (2015), melhor curta experimental do 6o Los Angeles Film And Script Festival, e O Sequestro da Cultura Brasileira (2006), seleção Mostra Cine na Laje 2012 e Cine da Quebrada 2014. Também participou de diversas outras produções como diretor de fotografia ou montador, como o documentário Negro em Mim (2018 / Dir. Fotografia), seleção 46o Festival Guarnicê, o curta Incomuns (2018 / Montador), e longa Flops: agentes Nada Secretos (2020 / Montador), disponível na Netflix.Na área comercial, dirige e roteiriza, tendo dirigido campanhas e peças para diferentes empresas e marcas, como Loft, Scania, Brahma, Queensberry, Petz, Gerando Falcões, Vyttra, CNN, ESPN, entre outras.Fora dos sets, é atualmente professor de Direção de Fotografia no curso de Documentários da Academia Internacional de Cinema, lecionou Dir. de Fotografia no curso de Multimeios da PUC-SP, foi arte-educador em oficinas no SESC, e redutor de danos, jornalista e oficineiro na ONG Centro É de Lei, que trabalha com populações vulneráveis do centro de São Paulo. Antes de ingressar na carreira do audiovisual, foi jornalista por 5 anos, tendo atuado como repórter para veículos como Folha de S. Paulo, revista Carta Capital, UOL, iG, entre outros.Bruno é também conselheiro no Conselho Municipal Participativo da Prefeitura de São Paulo (distrito Lapa) e membro do Conselho Administrativo do Centro É de Lei.Mariana Rico - Diretora, Pesquisadora, oficineira Comunicadora social (ESPM-SP), mestra em sustentabilidade/ESG (FGV-SP), Mariana Rico é atualmente consultora senior em sustentabilidade/ESG, professora no NEATS - Núcleo de Estudos Avançados do Terceiro Setor da PUC (SP) e coordenadora do MBA em Gestão ESG e Sustentabilidade da Faculdade Exame. Nos últimos 8 anos, foi head de sustentabilidade & ESG de duas grandes empresas de resíduos do Brasil: Orizon Valorização de Resíduos e Estre Ambiental, onde também foi Diretora-executiva do Instituto Orizon Social e do Instituto Estre de Educação Ambiental, braço de investimento social privado das respectivas empresas.Em 2019 concluiu sua tese de mestrado na FGV-SP sobre "Incorporação de princípios e diretrizes de 'resíduo zero' em políticas públicas municipais: o caso do plano de gestão integrada de resíduos sólidos urbanos da cidade de São Paulo", disponível na Biblioteca da FGV: https://hdl.handle.net/10438/28411Possui mais de 15 anos de atuação nos temas de sustentabilidade/ESG, investimento social privado, inovação social, biodiversidade, educação ambiental, consumo consciente e resíduos, com passagens pelo GIFE, Instituto ATÁ e Novos Urbanos. Morou em Auroville (Índia), considerada a maior ecovila do mundo, atuando com projetos de empoderamento feminino e comunicação não-violenta. Em 2015, foi uma das brasileiras participantes do MIT Bootcamp, maratona de inovação social do Presencing Institute (Massachusetts Institute of Technology - EUA). Foi membro do Comitê Consultivo do Mestrado Profissional em Sustentabilidade da FGV (SP) e atualmente é Conselheira do FUNBEA (Fundo Brasileiro de Educação Ambiental).Caio Ferraz - RoteiristaCaio Ferraz é diretor, produtor, roteirista, pesquisador e editor. Formado em Comunicação Audiovisual pela Universidade SENAC em 2009, sua produção tem como principal objeto a relação do homem com a natureza. Foi diretor e roteirista do documentário média-metragem “Entre Rios”, referência no debate da história dos rios na cidade de São Paulo, com mais de 3 milhões de visualizações online.Bruna Callegari - MontadoraMestre pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo FAU-USP, historiadora formada pela USP e jornalista pela PUC-SP, trabalha com cinema e vídeo desde 2005, atuando como pesquisadora, produtora, roteirista e montadora de documentários. Montou e coordenou a finalização do longa-metragem “Mamonas pra Sempre”, de Cláudio Kahns, com o qual concorreu ao prêmio de Melhor Montagem no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2012. Em 2021, recebeu o prêmio de Melhor Montagem no 44º Festival Guarnicê de Cinema com o filme “Utopia, Distopia”, dirigido por Jorge Bodanzky. Ao lado do mesmo diretor, realizou mais de seis curtas, três longas e, o seu último trabalho, a série documental “Transamazônica: uma estrada para o passado”, para canal HBO (6×60’, 2021), vencedora do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2022. À frente de sua produtora Espaço Líquido, dedica-se também à direção, tendo realizado os curtas “Barbosa” (2008), “Visionica” (2013), “Retrato de Dora” (2015), “Deusa” (2016) e “Farol Invisível” (2017), com exibições em importantes festivais como Gramado, Tiradentes, Cinélatino de Toulouse e Clermont-Ferrand. Seu primeiro longa documental “Artéria: poesia em revista” está em fase de pós-produção, em parceria com o Canal Curta.Assistente de Direção - Rica SaitoRica Saito é um diretor, produtor, cinegrafista e editor brasileiro formado, fundador da produtora Temporal Filmes. Em 2019, seu curta-metragem "Battle" estreou no IDFA. No mesmo ano, editou e finalizou a segunda temporada de "The History Show", vencedor do prêmio TAL de melhor programa de TV latino-americano produzido por um estúdio. Fotografou e editou séries documentais como "Brazilian Roots Instruments" e "Through the River". Em 2008, seu filme "Seeking" estreou na 13ª edição do It's All True (São Paulo) e foi exibido na França, Equador e Israel. O filme foi premiado como melhor documentário de média-metragem pelo júri e pelo público no festival I Cine MuBE Vitrine Independente. Atualmente, Rica está desenvolvendo o documentário "Letters to the Sea of Time", um ensaio documental sobre paternidade e herança; e "Bye Bye Babylon", uma série de TV sobre pessoas da cidade grande que decidem viver no campo. e produzindo “Verdes e Amarelos”, um mergulho profundo na crise política do Brasil.Direção de Fotografia - Cauê AngeliCaue Angeli, paulistano, 40 anos, jornalista de formação, aprendeu principalmente na prática a lida com a câmera. Estudou na Escola Internacional de Cinema e Televisão (EICTV) em Cuba 2006 e 2012, Central Film School em Londres em 2012, fez diversos cursos de fotografia e montagem com alguns grandes nomes do cinema. Esteve durante 10 anos na TV Globo como diretor de fotografia. Profissão Repórter, Jornal Nacional, Globo Repórter e foi correspondente por dois anos no escritório da Globo em Londres. A partir de 2013 com sua própria produtora 11:Onze Filmes, se dedica a diversos formatos, de comercial a narrativas e, também desenvolve seus projetos autorais. Especializado em cinema direto, transita entre a ficção e o documental e estabelece parcerias, dentre elas, ligadas ao teatro paulistano. É fotógrafo de algumas séries e documentários da Globoplay. Dirigiu novos longas documentais, Paulo e Eliana - 13 anos na vida de dois moradores do Hospital das Clínicas vítimas da poliomielite e, Germano Mathias - o catedrático do samba.Ilustração - Francisco FrançaChico França é ilustrador, cartunista e designer. Nascido em São Paulo, formou-se em Ciências Sociais. É autor e desenhista da graphic novel O Filme Perdido, publicada em 2023 pela Companhia das Letras. Antes disso, por oito anos, produziu cartuns semanais para o blog da editora Companhia das Letras, material que resultou na obra Livro, isto, publicada pela Editora Terceiro Nome. Também ilustrou para Ubu, Cosac Naify, Leya, Moderna e colaborou em publicações do Centro de Trabalho Indigenista. Em 2008, expôs a história em quadrinhos “Asasas”, na Casa das Rosas, em São Paulo. Em 2011 e 2012, criou e dirigiu, em parceria com Gregorio Gananian, o espetáculo multimídia “Sinfonia de Jards”, apresentado no Teatro Oficina e no Sesc Santo Amaro, com o cantor e compositor Jards Macalé. Também produz arte gráfica para cinema, discos e cartazes de música. Paralelamente, vem experimentando em pintura, colagem e carvão. Também atua em projetos de agroecologia e música.Animador de Imagem - Rafael ManciniCom uma sólida experiência em publicidade e anos de conhecimento do setor, é atualmente Diretor de Criação da Alpha Geeks Inc. - um estúdio de pós-produção focado em transformar conceitos ousados em realidade pronta para o mercado.Ao longo dos anos, liderou projetos de alto nível para Netflix, Disney, Warner, Samsung, Cinemark e Cirque du Soleil. O domínio do Adobe Premiere Pro, do After Effects, do Photoshop e do Autodesk Maya permite fornecer resultados premium, sempre no prazo. Controller/Coordenador Adm Financeiro - Gustavo SannaGraduado em comunicação social no Centro Universitário Belas Artes, e pós graduado em Gestão Cultural pelo Senac, Gustavo Sanna possui em seu currículo a realização de mais de 70 obras nos últimos 16 anos, em diversas mídias e formatos, com enfoque principal em teatro, dança e eventos culturais.É especializado em gestão de projetos culturais nas mais variadas Leis de incentivo à Cultura e emendas parlamentares, nas esferas municipal, estadual e federal.Administra e produz projetos de espaços, coletivos e companhias teatrais, entre eles: Cia Mungunzá de Teatro e Teatro de Contêiner Mungunzá, Galpão do Folias, Cooperativa Paulista de Teatro, Instituto Cultural Capobianco, Coletivo Ópera Urbe e Cia Empório de Teatro Sortido, entre outras. FUNÇÃO PROPONENTE NO PROJETO:A produtora audiovisual Rico FIlmes será a responsável pela adminstração e gestão do projeto,acompanhando todas as etapas referentes ao projeto.Será responsável pela contratação da equipe envolvida para criação dos espetáculos e devidas prestações de serviço. A produtora tambémfará a produção do projeto, e receberá recursos das rubricas de produção e administração.

Providência

Redução aprovada e publicada no Diário Oficial da União.

2028-07-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo