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A 7ª Mostra de Cinema Latino-Americano de Rio Grande (MCLARG) é um evento gratuito que acontece desde 2019 no município do Rio Grande, cidade mais antiga do Estado do Rio Grande do Sul. O projeto tem o intuito de ofertar, para a comunidade da cidade e da região, uma semana de programação voltada para as discussões do cinema produzido na América Latina e no Brasil. Assim, a programação do evento é composta por laboratórios de capacitação, mostras de curta e longa-metragens em cinema de rua, e mesas de debates com realizadores. O evento é realizado no Centro Histórico do município, trazendo a valorização do patrimônio ao acontecer nos prédios antigos da localidade.
SESSÃO PARA ESCOLAS (6 a 9 anos)A sessão para escolas é destinada para a rede municipal de ensino, anos iniciais para crianças de 6 a 9 anos. Com uma sessão de curta-metragens de animação, os pequenos espectadores irão assistir os filmes e depois participar de conversa mediada sobre as percepções de cada um, no intuito de ampliar o repertório e desenvolver o olhar crítico frente à linguagem cinematográfica.SESSÃO DE FILMES ESCOLARES (12 a 18 anos)A sessão de filmes escolares é um espaço na MCLARG destinado à crianças e adolescentes, estudantes de escolas públicas e particulares do município do Rio Grande, que produziram obras audiovisuais ao longo do ano de 2025 - seja através de oficinas propostas pelo Núcleo de Produção Audiovisual OfCine/IFRS, seja através de projetos realizados no âmbito das disciplinas escolares. MOSTRA DE CURTAS DA MCLARGA mostra de curtas é dividida em 4 blocos/sessões, um em cada dia do evento. As sessões serão programadas pela curadoria do evento, selecionando produções dentro do território brasileiro e latino-americano. Não é possível indicar a classificação indicativa, por depender da seleção final da curadoria, por isso, na entrada da sala fechada será indicada a classificação indicativa da respectiva sessão.MOSTRA DE LONGAS (livre)A mostra de longas será realizada à noite, a céu aberto em cinema de rua. A curadoria tem a missão de selecionar longas-metragens nacionais e/ou internacionais que poderão ser assistidas por todos os públicos, com classificação livre.PRÊMIO UMBU DE CINEMA (livre)O prêmio UMBU foi criado no ano de 2024 na 6ª edição da Mostra, com o intuito de homenagear realizadores audiovisuais que contribuíram no audiovisual local e latino-americano. Em sua primeira edição, a atriz Grace Gianoukas, natural de Rio Grande, recebeu a homenagem pelo seu trabalho nos teatro e principalmente por sua atuação em novelas brasileiras a nível nacional, levando o nome da cidade por onde passou. Nesta próxima 7ª edição da Mostra, iremos selecionar nova personalidade com igual relevância para a entrega da 2ª edição do Prêmio.LABORATÓRIOS (+15 anos)Os laboratórios de capacitação são atividades voltadas para profissionais já atuantes na área de cinema e audiovisual. É um espaço voltado para a troca de experiências e saberes entre realizadores, onde será convidado um profissional atuante em uma área específica, como fotografia, som, arte, direção ou roteiro. Esses profissionais irão ministrar os laboratórios onde poderão apresentar seus processos criativos para a turma e auxiliar os ouvintes em seus próprios processos.MESAS DE DEBATE (livre)Os debates são destinados a um espaço na mostra onde, após as sessões de cinema, os realizadores desses filmes poderão conversar sobre seus processos individuais e coletivos, mediados por um dos curadores, e o público presente poderá fazer perguntas e dialogar com os participantes. Cada sessão deverá ter um debate.MOSTRA DE CURTAS OFCINEA mostra de curtas OfCine é destinada para exibição de curtas que foram apoiados pelo empréstimo de equipamentos do Núcleo de Produção Audiovisual OfCine/IFRS. O NPA-OFCINE é um Núcleo de Produção Digital, política pública do MinC vinculado à Secretaria do Audiovisual. O NPA-OFCINE realiza o empréstimo de equipamentos de cinema para produtoras independentes da região, com o intuito de democratizar o acesso aos meios de produção audiovisual como também fortalecer o campo do audiovisual no extremo sul do Brasil.
OBJETIVO GERALRealização da 7ª edição da Mostra de Cinema Latino-Americano de Rio Grande (MCLARG), que irá acontecer no Centro Histórico do Município do Rio Grande/RS, entre os dias 24 e 28 de novembro de 2025, com o intuito de fomentar a fruição e difusão do cinema nacional e latino-americano no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, como também promover a formação de público para o cinema.OBJETIVOS ESPECÍFICOS-Realizar a 2º Edição do Prêmio UMBU de Cinema;-Realizar 5 laboratórios de formação;-Realizar 4 sessões de longa-metragens;-Realizar 4 debates com realizadores dos longa-metragens;-Realizar 3 sessões de curta-metragens;-Realizar 3 debates com realizadores dos curta-metragens;-Realizar 2 sessões de longa-metragem com audiodescrição;-Realizar 4 sessões de curtas-metragens de animação para escolas;-Realizar 1 sessão de curta-metragens regionais e co-produzidos pelo Núcleo de Produção Audiovisual OfCine/IFRS;
A Mostra de Cinema Latino-Americano de Rio Grande acontece no extremo Sul do Brasil, na cidade do Rio Grande, a mais antiga do Estado do Rio Grande do Sul, cercada por água, banhada pelo Atlântico, Lagoa dos Patos e Lagoa Mirim. Estes aspectos consolidam um lugar de passagem em decorrência da atividade Portuária, mas também um lugar de permanência de um povo trabalhador, operário ou pescador e, dessa forma, contribuem diretamente nas temáticas das produções criativas e culturais na cidade. Assim, o mesmo farol que ilumina a entrada dos navios à noite pelos Molhes da Barra, é também o que projeta o Rio Grande para o contexto latino-americano e para o mundo afora.Dessa forma, o conceito curatorial da MCLARG traz a proposição de produções fílmicas que fogem do meio comercial, colocando a cidade do Rio Grande em contato com toda América Latina, a partir de questões que envolvem o labor e a relação do seu povo. Somos, cada um, parte constituinte desse território de memória e desenvolvimento e, assim, fazer parte da Latinoamérica é compreender, desde cedo, a luta de um povo trabalhador. É perceber uma enorme diversidade cultural, social e religiosa, repleta de expressões, como o cinema, a dança, a culinária e as artes. São diferentes formas de viver e enxergar o mundo, várias línguas lutando pelos direitos de ser quem são. Dessa forma, unimos estes aspectos para construir nossa proposta é evidenciar um elo entre como o trabalho e o desenvolvimento econômico, que influenciam na construção de uma comunidade multicultural, que se refletem nas narrativas artísticas do cinema e audiovisual contemporâneo.A MCLARG tem enfoque no audiovisual latino-americano sob a perspectiva decolonial, retomando e reconfigurado na contemporaneidade o manifesto "Hacia un tercer cine", de 1969, dos cineastas argentinos Fernando Solanas e Octavio Getino - no qual, imbuídos das ideias de Franz Fanon, clamavam pela descolonizaça~o do olhar de produtores e espectadores cinematográficos latino-americanos, e propunham um enfrentamento estético, narrativo e educativo à linguagem hollywoodiana, partindo de perspectivas nacionais e regionais. Ao focar na América Latina, divulgamos e discutimos seu audiovisual por meio da exibição de produções e do intercâmbio com artistas, pesquisadores e realizadores da região. Para tal, visibilizamos iniciativas cinematográficas decolonizadoras de sujeitos e territórios, rastreando intersecções entre elas. A MCLARG, em sua 7ª edição, é pensada a partir de problematizações contemporâneas que apontam caminhos para a sociedade que se quer construir.Cabe destacar que, no ano de 2021, Rio Grande sancionou a lei que cria a Semana Municipal de Cinema (Lei Municipal Nº 8.724) com intuito de destinar uma semana voltada para atividades específicas, vinculadas à cultura cinematográfica, assim proporcionando para a comunidade não somente atividades de lazer, como também um espaço de capacitação, promovendo o acesso à formação audiovisual e dando visibilidade às produções desenvolvidas de forma independente no âmbito local, regional, nacional e latino-americano, permitindo, ainda, a exibição de filmes que dificilmente seriam assistidos, por não constituírem parte do mercado comercial, impulsionando uma democratização ao acesso cinematográfico.No que se refere à LEI Nº 8.313/1991, a MCLARG se enquadra nos respectivos incisos do Art.1º:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Como também em conformidade com os objetivos do Art.3º da respectiva Lei:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural e;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Sobre os itens orçamentários referentes a passagens aéreas e terrestres: estas foram planejadas para o deslocamento dos realizadores dos filmes selecionados e dos palestrantes/debatedores/ministrantes de oficinas. Posto que não foi concluída a etapa de curadoria/programação do evento, os itens inseridos na página "Local de realização > Deslocamentos" são preventivos, estimados com base na demanda das edições anteriores do evento.
Não se aplica
Na programação da 7ª MCLARG todos os filmes serão exibidos com recursos de acessibilidade. Aqueles que possuam legenda descritiva serão exibidos com elas, e para os que não tenham, será contratado serviço de produção de acessibilidade para tal. Além disso, realizaremos 02 sessões de filmes com audiodescrição, e teremos presente intérprete de Libras em todas as atividades do evento, incluindo cerimônias, apresentações e debates. No aspecto atitudinal, teremos profissional de recepção dedicado ao público com deficiência, bem como realizaremos sessão de treinamento para recepção de PcDs com todo restante de nossa equipe, com profissional habilitado para tal. A acessibilidade arquitetônica se dará através da realização do evento em espaços públicos do município do Rio Grande que já são acessíveis, possuindo banheiros adaptados, rampas e guias táteis. Nos prédios que não possuírem a devida infraestrutura, a MCLARG irá arcar com os custos para aquisição/instalação desta, cedendo o material adquirido ao final do evento para o respectivo espaço público. Além disso, em todas as sessões de curta e longa-metragens haverá reserva de lugares na primeira e segunda fileiras para Pessoas com Deficiência (PcDs), totalizando cerca de 20 lugares, com nossos profissionais de recepção agindo para garantir a identificação destes assentos.
A 7ª Mostra de Cinema Latino-Americano de Rio Grande oferta todas as suas atividades de forma gratuita, em espaços públicos do centro histórico do município do Rio Grande/RS, garantindo o acesso democrátio ao evento. Para garantir o acesso por público escolar e de baixa renda, a Mostra tem parceria com o município através da Secretaria Municipal da Educação, para a organização de caravanas de alunos da rede pública para participação no evento, inclusive com a contratação pela produção do evento de ônibus dedicado para este traslado. Em complemento à estas ações, realizaremos sessão de obras produzidas pelos alunos da Escola Estadual Silva Gama e do programa de oficinas do Núcleo de Produção Audiovisual OfCine/IFRS, que realizam durante o ano projetos de produção de filmes pelos alunos da rede pública, que poderão agora vê-los na tela grande da Mostra, todas estas ações em conjunto contribuindo para o fundamental aspecto de formação de público infanto-juvenil.
COORDENAÇÃO - RAQUEL ANDRADE FERREIRAArtista Visual e Pesquisadora. Doutora em Artes Visuais com Linha de Pesquisa em Poéticas Visuais no PPGAV/UFRGS (2015). Possui Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Pelotas (2009). Bacharelado em Pintura pela Universidade Federal de Pelotas (2000). Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Campus Rio Grande no qual ministra a disciplina de Artes Visuais. É coordenadora do Núcleo de Produção Audiovisual OfCine/IFRS, desde 2016, e da Mostra de Cinema Latino-Americano de Rio Grande. Atua no campo da arte, cinema e teatro no IFRS. Líder do Grupo de Pesquisa Audiovisual Latino- Americano no Séc. XXI- OfCine - CNPq/IFRS.PRODUÇÃO EXECUTIVA - JOÃO FERNANDO CHAGASJoão Fernando Chagas é produtor graduado em Cinema e Audiovisual pela UFPel, atuando na função desde 2016, e atual presidente da APTC-RS - Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos do Rio Grande do Sul. Produziu diversos curtas-metragens, com destaque para Madrugada (Leonardo da Rosa e Gianluca Cozza, 2022), contemplado no edital ProCultura de Rio Grande e no prêmio IECINE/Primavera Gaúcha, Ana Cecília (Julia Regis, 2024) e Cassino (Gianluca Cozza, 2024), ambos contemplados no edital SEDAC 01/2022 - FAC Filma RS, e a animação Posso Contar nos Dedos (Victoria Kaminski, 2024), contemplada no edital Procultura Pelotas 02/2022. Estes projetos tiveram exibições em festivais internacionais renomados como Visions du Réel, Dokufest, FIPADOC, Glasgow, assim como em festivais brasileiros, como o Gramado, Tiradentes, MixBrasil, Vitória, Panorama Coisa de Cinema, Cine Esquema Novo, e mais de 40 outros, além de finalista do prêmio Grande Otelo em 2025 com Posso Contar nos Dedos. Foi assistente de produção executiva nos longa-metragem Ato Noturno (Filipe Matzembacher, Márcio Reolon, 2025) e Estrutura (Emililano Cunha, 2025, em pós-produção), e assistente de produção no longa Despedida (Luciana Mazeto e Vinícius Lopes, 2022). É fundador e produtor do Levante - Festival de Curtas-Metragens de Pelotas, criado com financiamento da Lei Aldir Blanc, que tem sua segunda edição em 2024 através do edital Procultura de Pelotas, bem como terá sua 3ª edição em 2025 com financiamento do edital SEDAC/LPG 14/2023. Produziu também a oficina de fotografia analógica Visto Jamais Visto, realizada no município de Taquari em 2023 com financiamento do edital SEDAC n°13/2021 - FAC Visual.PRODUÇÃO EXECUTIVA - FLÁVIA SELIGMANJornalista, PUC RS (1986), Doutora em Artes pela USP (2000). Graduanda do Curso de Letras/ Espanhol – EAD da Universidade Federal de Pelotas (2024 - )Professora da PUC RS (1993-2001), UFRGS (1999-2003), ESPM (2010-2016), Unisinos (2003-2020) UFPEL (2021 – 2023), IFRS – Campus Alvorada (2024-). Pós Doutoranda no PPGCOM da UFRGS, bolsista integral CNPq (2023-) Dirigiu os curtas-metragens PRAZER EM CONHECÊ-LA (1987), MAZEL TOV (1990), O CASO DO LINGUICEIRO (1995) e A NOITE DO SENHOR LANARI (2003); os documentários UM DIA NO MERCADO (1998) O POVO DO LIVRO (2001), ILHAS URBANAS (2005), CERTOS OLHARES (2008), CLARITA (2016), PORTA RETRATOS (2016) e VOZES (2019); os programas de TV O ÚLTIMO CHOCOLATE (2013) e O FUSCA E A DONA HORTÊNCIA (2014), e produziu a Série LUA EM CÂNCER (SAV/MINc e TVE RS), 2017, e o longa-metragem "KUNHÃ KARAI: NARRATIVAS DA TERRA ", de Paola Mallman (2021). Parecerista Cultural credenciada pelo Ministério da Cultura (2024). Avaliadora e Parecerista de Editais federais, estaduais e municipais (2012)Produtora para o RS do filme BRIZOLA: ANOTAÇÕES PARA UMA HISTÓRIA (2024), Silvio Tendler. Produtora Executiva do Ecossistema Audiovisual Metropolitano- SEDAC RS/ LPG. (2024-).JOÃO FERNANDO CHAGAS - PRODUTOR EXECUTIVO - DIRETORA DE PRODUÇÃO - ANA LUIZA SOUZA Ana Luíza Silveira de Souza é natural de Rio Grande/RS e estudante do curso de Cinema e Audiovisual na Universidade Federal de Pelotas. Trabalhou nos curtas-metragens “Cine Dunas” (Karina Macedo e Vera Mayorca, 2023) - assist. direção, “O Homem que Foi Inédito Duas Vezes” (Jesline Castos, 2023) - núcleo de arte, “O Cinema Acabou” (Lincoln Péricles, 2024) - pesquisadora, “Cartografia na Linha de Borda” (Alessa Vaz, 2025) - assist. de set, “Rolê” (Matheus Leites, 2025) - dir. fotografia, “Chica” (Maria Rita Rolim, 2025) - dir. arte e “Minha Tia Ilda” (Ana Luíza Souza, 2025) - dir. geral. Atua no desenvolvimento de ações formativas, de difusão e de pesquisa desde 2021 no Núcleo de Produção Audiovisual OfCine/IFRS.EQUIPE DE CURADORIA E PROGRAMAÇÃO ADRYAN COPELLOGraduado em Cinema e Audiovisual na Universidade Federal de Pelotas, iniciou sua trajetória na área em 2017 junto ao Núcleo de Produção Audiovisual de Rio Grande, onde atua até hoje, auxiliando na produção de filmes e aluguel de equipamentos. Atualmente vincula-se ao projeto com a pesquisa “A Influência Dos Processos Migratórios Inter-Regionais Da Classe Trabalhadora Na Produção Cinematográfica Brasileira Do Século XX.”. Já participou de diversos filmes tais como “Repartição”(2018), “Noite de Meu Bem”(2022), “Linhas do Tempo”(2023), “Quando Foi Que Acordei?” (2023) e “Praia de Fora”(2025). Em set, possui experiências na área de captação e mixagem de áudio, montagem e roteiro. Tem como seu filme de estreia como diretor o documentário sobre a comunidade quilombola riograndina “Macanudos”(2024) e o mais recente “No Meio do Caminho”(2025), contemplado pela lei de incentivo Paulo Gustavo da cidade de Rio Grande.ANDRÉ BERZAGUIGraduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Realizou projetos cinematográficos com o coletivo Saturno Filmes, dentre eles: Um Lugar ao Sul (Gianluca Cozza, 2018) como montador; Flamingos (José Mello, 2019) como montador; Não Acredito no Inferno (André Berzagui, 2020) como diretor; Construção (Leonardo Rosa, 2020) como montador; Pot-Pourri (André Berzagui, Gianluca Cozza, Leonardo Rosa, Guilherme Tusset, 2021) como diretor e montador e Madrugada (Leonardo Rosa e Gianluca Cozza, 2022) como roteirista e montador. Fez curadoria 2o Mostra de Rio Grande de Cinema Latino Americano (2020 e 2021) e Levante – Festival de Curtas-Metragens de Pelotas (2021). Foi o montador do curta-metragem Messi (Henrique Lahude e Camila Acosta, 2023), vencendo o prêmio de melhor montagem no 51º Festival de Cinema de Gramado - Mostra Curtas-Gaúchos. Roteirizou e montou o curta-metragem Cassino (Gianluca Cozza, 2024). Montou o filme Chibo (Henrique Lahude e Gabriela Poester, 2024) vencedor da mostra gaúcha de curtas do Festival de Cinema de Gramado.GIANLUCA COZZAParticipou da realização dos curta-metragens: como diretor, roteirista e diretor de fotografia no Um Lugar ao Sul (Gianluca Cozza, 2018) selecionado no 51o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; diretor de fotografia no curta Construção (Leonardo da Rosa, 2020) premiado no 48°Festival de Cinema de Gramado e selecionado na 24o Mostra de Tiradentes; diretor de fotografia do Não Acredito no Inferno (André Berzagui, 2020) integrou a seleção do Metrô Festival Universitário; diretor de fotografia no documentário Flamingos (José Pedro Minho Melo, 2019) realizado para o Canal Futura; diretor, roteirista e diretor de fotografia no curta-metragem Pot-Pourri (Leonardo da Rosa, André Berzagui, Guilherme Tusset, Gianluca Cozza, 2021) selecionado para o 16° CineOP; diretor e roteirista no Madrugada (Gianluca Cozza e Leonardo da Rosa , 2022) selecionado na 25° Mostra de Tiradentes e no 53° Visions du Réel. Diretor e roteirista do Cassino (Gianluca Cozza, 2024) selecionado para a 27° Mostra de Tiradentes e o 52° Festival de Cinema de Gramado. ROBERTO COTTAProfessor, crítico, cineasta e curador. Docente na graduação em Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) desde 2018, onde coordena projetos como Cine UFPel e Zero4 Cineclube. Doutor em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), através da qual também cursou o mestrado. Ministra disciplinas nas áreas de direção, roteiro e cinema contemporâneo, além de orientar trabalhos teóricos e práticos. Membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (Accirs). Participou da curadoria de festivais como Gramado, FestCurtas BH e Forumdoc.bh. Atualmente, integra a equipe da Mostra de Cinema Latino-americano de Rio Grande. Entre seus filmes, destacam-se os curtas-metragens Prenome Walter (2016), A Chinesa de Riad (2018) e Coração Migrante (2020), alguns deles disponíveis na plataforma de streaming Embaúba Play.THAIS FERNANDESjornalista formada pela PUCRS e egressa do DOCNOMADS (DN11), mestrado Erasmus Mundus em direção de documentários. Atua desde 2007 como montadora, diretora e roteirista de projetos audiovisuais para cinema e televisão, com passagens pela RBSTV e Casa de Cinema de Porto Alegre. Também trabalha como dramaturga e diretora no teatro, e ministra cursos livres de introdução ao cinema e projetos de documentário. Dirigiu os curtas “Contrato de Amor” (41º Festival de Gramado), “Navegantes” (Curta Cinema 2015) e “Um Corpo Feminino” (BFI 2018). Assina a produção executiva e edição do webdocumentário interativo “A Cidade Inventada” (60º DOK Leipzig). Em 2020, lançou a série infantil “AFINAL, QUEM É DEUS?” (Prix Jeunesse 2020) e seu primeiro longa, “PORTUÑOL”, vencedor do 48º Festival de Cinema de Gramado. Em 2025, estreia seu segundo longa, “Memórias de um Esclerosado”, codirigido com Rafael Corrêa e premiado no 26º CINEPE. Foi selecionada para as residências Berlinale Talents, Talent Campus Buenos Aires e Ibermedia. É cofundadora do POADOC – 1º festival de documentários de Porto Alegre.
PROJETO ARQUIVADO.