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GIRA _ Graffiti, Intervenção, Resistência e Arte é um projeto de arte urbana que propõe transformar a cidade de Belém em um grande circuito de graffiti, conectando centro, periferia e regiões ribeirinhas por meio de intervenções visuais em muros públicos e privados. O projeto inclui uma etapa formativa com oficinas de arte urbana voltadas para jovens de comunidades periféricas e promove um festival de abertura com apresentações de artistas da cena musical urbana, como rap, trap e DJs. A proposta busca valorizar o graffiti como linguagem cultural, fomentar a produção artística local e ocupar o espaço urbano com arte e expressão popular.
Intervenções Urbanas (Graffiti): A proposta prevê a realização de uma série de intervenções artísticas com graffiti em muros públicos e privados da cidade de Belém, conectando bairros periféricos, o centro urbano e regiões ribeirinhas. As obras serão desenvolvidas por artistas visuais amazônidas, convidados ou selecionados, e terão como eixo temático o entrelaçamento entre natureza, ancestralidade e cultura urbana. Cada mural será concebido a partir de escutas comunitárias e abordará temas como pertencimento, resistência, meio ambiente, memória coletiva e valorização das identidades locais. As obras serão permanentes e formarão um circuito artístico a céu aberto.Oficinas de Graffiti e Arte Urbana: As oficinas formativas abordarão fundamentos do graffiti e da arte urbana, com aulas práticas e teóricas ministradas por artistas experientes. Os temas incluem: introdução à arte de rua, técnicas de traço, preenchimento, uso de cores, composição de murais coletivos, direitos autorais e empreendedorismo criativo. As oficinas são voltadas para jovens de territórios periféricos e têm como objetivo estimular a autonomia artística, a profissionalização e o protagonismo da juventude. A carga horária será de 40h, dividida em 10 encontros de 4h.Festival de Música Urbana: O projeto culmina na realização de um festival gratuito de música urbana com apresentações ao vivo de artistas da cena amazônida. A programação inclui shows de rap, trap, reggae, funk e DJs, além de performances e batalhas de rima. O evento celebra a inauguração do circuito de murais e será realizado em praça pública com estrutura acessível, priorizando a presença de artistas pretos, periféricos e LGBTQIAPN+. Classificação indicativa: livre.
OBJETIVOS GERAISO objetivo do projeto é realizar intervenções artísticas de graffiti em diferentes pontos da cidade de Belém, promovendo um circuito urbano de arte pública que conecte centro, periferias e áreas ribeirinhas. A proposta busca fomentar a arte urbana, valorizar o graffiti como linguagem cultural e realizar ações formativas e musicais que contribuam para a dinamização da cena artística local e a ocupação criativa do espaço público. OBJETIVOS ESPECÍFICOS1. INTERVENÇÃO URBANA (GRAFFITI): Realizar 30 murais de graffiti em muros públicos e privados localizados em diversos bairros da cidade de Belém/PA. As obras serão desenvolvidas por artistas locais, com curadoria e produção executiva do projeto.2. CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO (ARTES VISUAIS): Realizar 1 ciclo de oficinas de graffiti e arte urbana com carga horária total de 40h, divididas em 2 encontros semanais de 2h durante 5 semanas. As oficinas serão voltadas para jovens das periferias, abordando fundamentos do graffiti, técnicas de pintura e introdução à produção artística independente.3. FESTIVAL, FEIRA OU MOSTRA (MÚSICA URBANA): Realizar 1 festival de música urbana para lançamento do projeto, com 1 dia de duração e 6 apresentações musicais ao vivo, incluindo artistas de rap, trap, DJs e outras vertentes da música periférica e contemporânea da Amazônia.
A proposta do projeto GIRA _ Graffiti, Intervenção, Resistência e Arte nasce da necessidade de valorizar a arte urbana como linguagem cultural legítima, promotora de cidadania e agente de transformação simbólica dos espaços urbanos. A cidade de Belém, marcada por contrastes entre centro e periferias, carece de políticas públicas estruturantes voltadas à arte de rua, especialmente ao graffiti, que ainda enfrenta estigmas sociais e escassez de investimentos estruturados. O projeto busca suprir essa lacuna por meio de ações de intervenção urbana, formação cultural e fomento à produção artística local.O uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura se justifica pela ausência de outras fontes de financiamento público e pela necessidade de garantir condições dignas de produção para artistas urbanos, especialmente os de territórios periféricos. A captação via Lei Rouanet permitirá a execução de um circuito amplo de murais, oficinas de capacitação e um festival de música urbana, promovendo acesso gratuito à arte e ampliando o repertório estético e cultural da população.A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso I: por contribuir para o livre acesso à cultura por meio de intervenções públicas e gratuitas em espaços urbanos abertos;Inciso II: por promover a regionalização da produção artística, com ênfase em artistas amazônidas e periféricos;Inciso III: por valorizar e difundir manifestações culturais da arte urbana e seus criadores;Inciso IV: por proteger expressões culturais oriundas de grupos formadores da cultura brasileira, como juventudes periféricas e negras;Inciso V: por salvaguardar modos de criar, fazer e viver que emergem das periferias e se expressam através do graffiti;Inciso IX: por priorizar a produção cultural originária do país e conectada aos territórios locais.No que se refere ao Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto contempla os seguintes objetivos:Inciso I, alínea c: instalação e manutenção de oficinas de caráter cultural voltadas à formação artística em graffiti e arte urbana para jovens de comunidades periféricas, com conteúdo técnico, prático e teórico;Inciso II, alínea c: realização de festival de música com apresentações de artistas da cena urbana brasileira, especialmente amazônida;Inciso II, alínea e: realização de exposições visuais a céu aberto por meio de murais e intervenções em muros públicos e privados, formando um circuito artístico de grande alcance social.A execução do projeto por meio da Lei de Incentivo à Cultura garante sua viabilidade técnica, amplia o acesso democrático à produção artística e contribui para consolidar o graffiti como uma linguagem cultural reconhecida, valorizada e integrada às políticas públicas de cultura no Brasil.
O projeto prevê beneficiar diretamente cerca de 300 pessoas por meio das oficinas formativas, ações de contrapartida social e participação ativa nas intervenções artísticas. O público geral estimado a ser impactado pelas obras de graffiti e pelo festival de música urbana é superior a 10 mil pessoas, considerando circulação em espaço público e alcance pelas plataformas digitais.Os trechos de passagens previstos no orçamento serão utilizados exclusivamente para o deslocamento de artistas e técnicos residentes em municípios do interior do Pará ou em outras regiões da Amazônia Legal, que participarão das intervenções ou do festival musical. Todos os deslocamentos estão justificados no plano de ação e serão detalhados na prestação de contas.Não haverá aquisição de bens permanentes com recursos incentivados. Equipamentos como projetores, câmeras e andaimes serão alugados exclusivamente para o período de execução.A produção do projeto será realizada com o compromisso de valorização da cadeia produtiva cultural local, priorizando a contratação de fornecedores, artistas, educadores e técnicos residentes em Belém e nos territórios periféricos envolvidos nas ações.Todas as etapas do projeto serão documentadas em vídeo e foto, compondo uma memória digital pública e acessível. As peças gráficas, audiovisuais e relatórios finais do projeto também estarão disponíveis no site e nas redes sociais da produtora proponente, com recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição e linguagem simples).
1) INTERVENÇÃO URBANA (GRAFFITI)Realização de 30 murais em muros públicos e privados da cidade de Belém/PA.Os murais terão, em média, de 20m² a 50m² cada.As tintas utilizadas serão de alta durabilidade para áreas externas (tinta acrílica e spray de alta cobertura).Serão utilizados primers, vernizes e resina protetora para prolongar a vida útil das obras e garantir resistência às condições climáticas.O trabalho será realizado por artistas visuais experientes e jovens formados nas oficinas, em regime colaborativo.Cada obra contará com placa de identificação contendo título, nome dos artistas e QR Code com audiodescrição, versão em Libras e conteúdo textual acessível. 2) CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO (GRAFFITI E ARTE URBANA)Projeto Pedagógico:Objetivo Geral: Oferecer formação básica em graffiti e arte urbana para jovens de territórios periféricos, promovendo iniciação artística, autonomia criativa e valorização cultural.Objetivos Específicos: – Ensinar técnicas de traço, preenchimento, tipografia e composição de murais; – Apresentar a história do graffiti e sua relação com os movimentos sociais e culturais; – Estimular o protagonismo e o trabalho coletivo entre jovens artistas.Carga horária: 40 horasFormato: 10 encontros de 4 horas presenciais (duas vezes por semana, ao longo de 5 semanas).Público-alvo: Jovens entre 15 e 29 anos, prioritariamente negros, periféricos e/ou LGBTQIAPN+.Critério de Seleção: Inscrição por formulário público, com carta de interesse e critérios de representatividade territorial e diversidade.Metodologia: Aulas dialogadas, demonstrações práticas, visitas técnicas a murais da cidade, produção coletiva de mural final.Conteúdo Programático: – História do graffiti e da arte urbana; – Técnicas de traço, sombra, luz e preenchimento; – Uso de spray e tinta látex; – Composição visual e criação coletiva; – Introdução ao empreendedorismo e produção cultural.Material didático: Cartilhas impressas (em formato A4, 20 páginas), apostila digital acessível (PDF com leitura de tela), lápis, papel, máscaras de proteção, sprays e tintas.Profissionais envolvidos: 2 artistas formadores, 1 coordenador pedagógico, 1 monitor de acessibilidade, 1 assistente de produção. 3) FESTIVAL DE MÚSICA URBANAEvento gratuito e aberto ao público, com estrutura completa (palco, som, iluminação, acessibilidade e segurança).Duração: 1 dia, com 6 apresentações musicais.Gêneros musicais: rap, trap, reggae, funk, breakbeat e DJs – música urbana contemporânea da Amazônia, com forte influência da cultura periférica, negra e indígena.As apresentações terão duração média de 30 minutos a 1 hora.Participação de artistas da cena amazônida, com ênfase em nomes emergentes de territórios periféricos de Belém.Toda a programação será registrada em vídeo com acessibilidade (Libras, audiodescrição e legendas), e publicada gratuitamente na internet.Classificação indicativa: LivreA programação contará ainda com intervenções poéticas, batalhas de rima e grafitagem ao vivo.
ACESSIBILIDADEO projeto GIRA – Graffiti, Intervenção, Resistência e Arte prevê medidas de acessibilidade física e de conteúdo para cada um de seus produtos culturais, respeitando as diretrizes da Lei nº 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), Decreto nº 9.404/2018, Decreto nº 3.298/1999 e demais normativas vigentes. 1) PRODUTO: INTERVENÇÃO URBANA (GRAFFITI)Acessibilidade Física: – Os locais escolhidos para as intervenções priorizarão pontos de fácil acesso para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. – Haverá sinalização adequada e circulação livre ao redor das obras. – Quando possível, os entornos dos murais terão piso tátil direcional provisório e comunicação visual acessível.Acessibilidade de Conteúdo: – Placas informativas em letras ampliadas instaladas junto aos murais, com contraste visual adequado. – Inclusão de QR Codes junto às obras com links para: a) descrição em áudio (audiodescrição das obras), b) versão em Libras, c) texto em linguagem simples sobre o artista e a mensagem do mural. – Disponibilização online do circuito com mapa navegável acessível e descrição de cada obra. 2) PRODUTO: OFICINAS DE GRAFFITI E ARTE URBANAAcessibilidade Física: – Realização das oficinas em espaços com rampas de acesso, banheiros adaptados e estrutura acessível para pessoas com mobilidade reduzida. – Reserva de vagas para pessoas com deficiência, com acompanhamento individual quando necessário.Acessibilidade de Conteúdo: – Tradução em Libras por profissional capacitado durante os encontros. – Materiais didáticos em formatos acessíveis: a) arquivos digitais com leitura por voz (para cegos), b) conteúdo em linguagem simples e objetiva (acessibilidade cognitiva), c) possibilidade de envio antecipado do conteúdo para acompanhamento. – Monitoria inclusiva para apoio a pessoas autistas, com atenção à redução de estímulos sensoriais (sons e luzes). 3) PRODUTO: FESTIVAL DE MÚSICA URBANAAcessibilidade Física: – Estrutura com rampas de acesso, piso nivelado e banheiros adaptados. – Espaço reservado para pessoas com deficiência, incluindo cadeirantes, com visibilidade garantida. – Disponibilização de cadeira de rodas para circulação e equipe de apoio treinada para orientação e acolhimento.Acessibilidade de Conteúdo: – Intérprete de Libras em tempo real no palco principal durante os shows. – Telão com legendas descritivas nos intervalos e nas falas de apresentação. – Espaço sensorial controlado com baixa luminosidade e som atenuado para pessoas com TEA e neurodivergentes. – Distribuição de protetores auriculares e óculos escuros para conforto sensorial. – Divulgação do evento com materiais acessíveis: vídeos com audiodescrição, posts com textos alternativos e linguagem simples.
Todos os produtos culturais do projeto GIRA – Graffiti, Intervenção, Resistência e Arte terão acesso gratuito ao público, sem cobrança de ingressos ou taxas de participação. As intervenções de graffiti ocorrerão em espaços públicos e de livre circulação, como muros e fachadas de escolas, centros comunitários e vias urbanas. As oficinas de arte urbana serão gratuitas e ofertadas prioritariamente a jovens de territórios periféricos, com inscrições abertas por meio de chamadas públicas. O festival de música urbana terá entrada gratuita, com estrutura acessível e ampla divulgação nos bairros atendidos.Como medida obrigatória de ampliação do acesso, nos termos do art. 47 da IN 23/2025, o projeto adotará a seguinte ação:Inciso III – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais das atividades: o projeto irá produzir e publicar gratuitamente na internet os registros audiovisuais das oficinas e do festival de música, com tradução em Libras, audiodescrição e legendas descritivas, garantindo acessibilidade comunicacional. Os vídeos estarão disponíveis em plataforma aberta e de fácil acesso, como YouTube.Além disso, o projeto adotará a seguinte medida complementar:Inciso V – realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos: serão realizadas oficinas públicas de graffiti como atividades de formação, e ensaios abertos com os artistas participantes do festival, permitindo ao público conhecer os bastidores do processo artístico e ampliar o acesso à experiência cultural.Com essas ações, GIRA garante a gratuidade integral de acesso aos seus produtos e amplia significativamente o alcance das atividades, tanto em espaços físicos quanto digitais, com atenção à diversidade de públicos e necessidades.
1. Daniel Carvalho Costa – Produtor ExecutivoAtua como produtor cultural há mais de 10 anos, com experiência em elaboração de projetos, coordenação executiva e mobilização em territórios periféricos da Amazônia. É fundador da Araí Cultura, instituição responsável por captar mais de R$ 700 mil em 2024 e articular até R$ 5 milhões via incentivos fiscais. Coordena projetos com foco em juventude, cultura negra e formação em gestão cultural.2. Andrezza do Vale e Silva Aguiar – Coordenadora de ProduçãoProdutora cultural com atuação em projetos de arte e educação em comunidades amazônicas. Responsável pela coordenação direta da equipe de produção, cronogramas locais e suporte logístico aos educadores e participantes nas cidades do projeto.3. Camila Souza Ferreira – Coordenadora de AcessibilidadeEspecialista em acessibilidade cultural, atua na produção de materiais acessíveis, contratação de intérpretes de Libras, adaptação de espaços e acompanhamento de público PcD em eventos culturais. Garantirá que todas as ações do projeto estejam acessíveis física e comunicacionalmente.4. Juliana Maia Quaresma – Designer GráficaDesigner com experiência em criação de identidades visuais para projetos culturais e sociais na Amazônia. Assina a identidade visual do DESÁGUA e será responsável pela criação de todos os materiais gráficos impressos e digitais, garantindo comunicação acessível e visualmente coerente.5. Kaio Moraes de Oliveira – FotógrafoFotógrafo com atuação em documentações culturais e narrativas visuais em territórios amazônicos. Será responsável pelo registro fotográfico de todas as formações e pela edição do acervo visual do projeto.6. Ícaro Carlos Assunção dos Santos – Diretor AudiovisualProfissional com ampla experiência em direção, captação e edição de conteúdo audiovisual com foco em cultura, meio ambiente e juventude. Coordenará a equipe de vídeo e será responsável pela produção do material pedagógico digital e do vídeo institucional do projeto.7. Patrick Silva dos Santos – Produtor de LogísticaResponsável pela mobilidade da equipe, deslocamentos entre cidades, transporte de equipamentos e suporte técnico nos dias de formação. Atua há anos em produção de campo em projetos comunitários e eventos na região do Baixo Tocantins e ilhas do Marajó.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.