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Realização da 17ª edição do Festival Internacional de Cinema da Fronteira, com exibições competitivas de curtas e longas-metragens, mostras informativas, sessões inclusivas com acessibilidade. Temos também o importante Encontros de Negocios Audiovisual Sur Frontera, Laboratório, debates que auxiliam com consultorias especializadas aos projetos em Desenvolvimento e em finalização, oficinas educativas e palestras, com ações previstas nos municípios de Bagé e Santana do Livramento
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OBJETIVO GERAL:Realização da 17ª edição do Festival Internacional de Cinema da Fronteira, com exibições competitivas de curtas e longas-metragens, mostras informativas, sessões inclusivas com acessibilidade, Encontros de Negocios Audiovisual Sur Frontera, Laboratório, debates, oficinas educativas epalestras, com ações previstas nos municípios de Bagé e Santana do LivramentoOBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Café com a imprensa (abertura do festival) - (Bagé)- mostra internacional competitiva de longas metragens (Bagé)- mostra internacional competitiva de curtas metragens (Bagé e Livramento)- sessão com acessibilidade (Livramento)- 3 oficinas de audiovisual (Bagé)- Realização do Encontro de Negocios Audiovisual Sur Frontera (Bagé)O Encontro Audiovisual Mercado Sur Frontera, é um espaço de qualificação profissional voltado a realizadores brasileiros e latinos. Neste ambiente osprojetos selecionados recebem tutoriais de grandes nomes do audiovisual, laboratório de desenvolvimento de longas e séries. Oportunidade de obras em fase de Work in Progress receberem devolutivas de montagem, produção e direção. Momento em que os projetos se qualificam e encontram oportunidades de comercialização. Oficinas, palestras, workshops e seminários compõe a programação educativa e diversificada do evento.- solenidade de premiação (Bagé)- 22 troféus de premiação (Bagé)- 01 Show de encerramento
Para o FESTIVAL DA FRONTEIRA, o Incentivo Fiscal, baseado no Art 1º, inciso III da Lei 8313/01 no qual se enquadra o proposta apresentada; "apoiar,valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", tem suma importancia para a execução deste e suasfinalidades no Art. 3º, inciso II-e e IV-a.O Festival Internacional de Cinema da Fronteira acontece anualmente na cidade de Bagé´ , na fronteira Brasil _ Uruguai, de maneira ininterrupta desde 2009, e se estabelece como um evento ja´ consagrado de convivência multicultural e cinematográfica, onde se visualiza a identidade fronteiriça,consubstanciada na mistura de idiomas, na música, na gastronomia, artes, ritos, mitos, festas populares, convergindo em cinema. Espaço deconvivência entre dois idiomas, o Festival da Fronteira celebra a Lusofonia e a latinidade, contemplando produções nos idiomas português eespanhol.A cidade de Bage´ e´ o epicentro do festival, mantendo a parceria com o município de Santana do Livramento, cidades que ja´ recebeu ações do festival em edições anteriores.O Festival Internacional de Cinema da Fronteira surgiu como uma mostra de filmes brasileiros organizada pelos voluntários do Centro Histo´rico Vila deSanta Thereza, com o objetivo de fomentar a produção audiovisual na regia~o e resgatar a relação do cinema com a cidade. Nos anos que seguiram, o Festival foi assumindo dimensões maiores ate´ se tornar Internacional em 2012, consolidando-se como um Festival de Cinema referencial no sul doBrasil, e único na região da fronteira Brasil/Uruguai. Diversas alianças e parcerias se estabeleceram nestes anos, caracterizando propostas inovadorasde diversas ações de formação e difusa~o do audiovisual nas cidades contempladas, como Mostras, aço~es cineclubistas, oficinas, fo´runs e semina´rios. A produça~o sera´ realizada pela Maristela Ribeiro Produções e Associaça~o Pro´ -Santa Thereza,correalizadoras do evento, da Prefeitura Municipal de Cultura de Bage´ e o apoio cultural da UniPampa, Urcamp, SESC, IECINE e UFPEL.Para esta ediça~o o Festival Internacional de Cinema da Fronteira pretende aplicar os me´ todos ja´ desenvolvidos nas ediço~es anteriores, apostando em garantir a equipe que ja´ se envolve de maneira volunta´ria e com profissionais contratados. Nas X e XI edições, onde tivemos o aporte do FSA e FAC RS sucessivamente e a XV com patroconio da Petrobras pela Lei Rouanet (SALICWEB), podemos comprovar a profissionalização da equipe, bem como aqualificação dos serviços oferecidos, ampliação das ações e espaços parceiros resultando em maior público, maior oferta de filmes e qualificação geraldo evento como um todo. Já a XVI edição foi através da LIC/RSTendo em vista que o Festival já assume grandes proporções, é o momento de dar continuidade ao modelo de realização adotado na XVI edição,repetindo o mecanismo de fomento da Lei de Incentivo da XV edição. Oportunidade do empresariado local encontrar uma janela de patrocinio através da isenção fiscal e movimentando a economia da região da campanha.Atrave´s das atividades educativas o festival planta a semente da produça~o audiovisual e assim garante sua continuidade. Estes realizadores oriundos das oficinas se tornam os futuros postulantes das pro´ximas ediço~es, desta maneira os recursos sa~o duplamente aplicados, garantindo incentivo para aproduça~o independente futura na medida em que garante a especializaça~o dos realizadores locais.O evento busca fomentar a realizaça~o audiovisual local, definindo uma cadeia de produça~o, estabelecida a partir da formaça~o do espectador, assimilaça~o de reperto´rio por parte do realizador, sua profissionalizaça~o, produça~o, janela de exibiçao e mercado. A regia~o da fronteira, ta~o carente de entretenimento de qualidade que, buscando caminhos para sua economia, encontra no audiovisual um modelo possi´vel de desenvolvimento e inclusa~o. Se os viajantes encontram refu´gios nas horizontalidades do pampa e na beleza antiga dos casarios meridionais, estar na fronteira e´ ter a estranha sensaça~o de compreender claramente que todas as manifestaço~es culturais sa~o expresso~es de um patrimônio imaterial que acionam imagina´rios adormecidos. O espaço-tempo da fronteira pode ser fértil aos negócios. Pensando nisso, as diversas manifestaço~es culturais precisam ser levadas em conta quando se projetam formas alternativas de desenvolvimento.Na XVI edição houve uma mobilização de publico oferecendo a oprtunidade de irem a sala de cinema, gratuitamente, aos alunos e professores de escolas municipais e estaduais no munici´pio de Bage´ , ale´m de asilos e centros comunita´rios. O Festival Internacional de Cinema da Fronteira e´ o ponto de conjunça~o dos trabalhos realizados nas oficinas de formaça~o cinematogra´fica e dos projetos pedago´gicos das instituiço~es de ensino envolvidas. E´ o momento em que os realizadores profissionais, amadores ou universita´rios, cri´ticos e opu´blico têm a oportunidade de compartilhar experiências com cineastas de outras regio~es do pai´s e estrangeiros, ale´m de entrarem em contato com aproduça~o latino-americana e luso´fona, ampliando assim o horizonte da linguagem audiovisual. Seu cara´ter democra´tico e inclusivo, de intercâmbio cultural de fronteira, com sesso~es descentralizadas e oficinas de formaça~o, realizado de forma ininterrupta desde sua criaça~o, fazem do evento ummarco histo´rico no desenvolvimento do audiovisual no extremo sul do Brasil.
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Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL - OFICINAS - Projeto PedagogicoOFICINA DE ATUAÇÃO PARA CINEMA1. Tema – Introdução a atuação cinematográfica para jovens2. Justificativa – Proporcionar a jovens interessados no ofício do ator o contato com uma das atrizes mais experientes e qualificadas do audiovisuallocal. A ministrante compartilhará seu conhecimento e experiência com os jovens, oferecendo um curso gratuito de qualidade de iniciação a carreira.3. Objetivos (necessidades a alcançar) – Desmistificação da profissão de ator como algo como algo inalcançável; mostrar caminhos e possibilidadespara a construção de uma carreira no ramo; indicação de formação em universidades e cursos preparatórios; demonstração e exercício de técnicas deatuação para o audiovisual.4. Carga horária - 4 horas aula.5. Atividades – Em quatro horas de atividade, será exposta a carreira da ministrante como atriz, discutido o entendimento dos alunos sobre o que éo ofício de ator e proposta uma atividade prática de atuação. Como interpretar um texto e como desenvolver o personagem proposto de forma técnicae natural.6. Estratégias – Inicialmente a aula será expositiva e abordará as experiências da ministrante e aspectos técnicos da atuação para cinema: dicas dememorização de texto, conhecimento do personagem e colaboração entre atores e diretores. Após será feito um exercício prático, onde se cria umcenário de atuação onde os alunos poderão improvisar e experimentar os conceitos que aprenderam.7. Uso de materiais – Para essa atividade serão necessários um quadro branco, roteiros impressos e um mini-palco para o exercício prático.OFICINA DE ROTEIRO E LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA1. Tema – Introdução ao roteiro cinematográfico para jovens.2. Justificativa – Através do contato e ensinamentos de um profissional da área, os alunos terão um panorama introdutório e completo do processode confecção de um roteiro e da importância deste para um produto audiovisual. O curso será ministrado por um dos principais roteiristas da novageração de realizadores gaúchos. Uma formação gratuita de qualidade.3. Objetivos – Dar um panorama introdutório aos alunos sobre as etapas de criação de um roteiro; fornecer as ferramentas necessárias para odesenvolvimento de um roteiro cinematográfico, como bibliografias essenciais, softwares de redação e modelos de organização de escrita.4. Carga horária: 4 horas aula5. Atividades – Em quatro horas de atividade, será abordada a estrutura de um roteiro cinematográfico, com slides teóricos e vídeos sobre arelação das pessoas com narrativas. Serão exibidos exemplos diversos de filmes e séries televisivas e seus respectivos roteiros, apresentando umacomparação entre a cena escrita e a filmada.6. Estratégias – Inicialmente a aula será expositiva e, com auxílio de slides e vídeos, mostrará aos alunos os conceitos teóricos de roteiro enarrativa. O ministrante também utilizará exemplos em vídeo para ajudar na compreensão dos alunos sobre a função do roteiro. Ao final, os alunosdeverão escrever uma cena em formato de roteiro e serão respondidas as dúvidas.7. Uso de materiais – Para a atividade, o ministrante utilizará um quadro-negro, um notebook ligado às telas da sala, papeis e canetas.OFICINA DE DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA1. Tema - Introdução a Fotografia Cinematográfica.2. Justificativa - Profissional experiente e premiado, Bruno Polidoro poderá fornecer aos alunos as ferramentas necessárias para compreenderem otrabalho de um diretor de fotografia/cinegrafista. Oferecimento aos interessados de um curso gratuito com um dos melhores profissionais defotografia do Rio Grande do Sul.3. Objetivos - Conhecimento básico da fotografia no cinema; compreensão de enquadramentos e do papel da luz em um filme; equipe básica dosetor de fotografia; como se relacionar com o diretor e imprimir na tela descrições e sentimentos expressados no roteiro.4. Carga horária – 4 horas aula.5. Atividades - De teor teórico, o curso apresentará as principais escolas cinematográficas, as teorias de enquadramentos e iluminação, utilizarátrechos de filmes e séries televisivas para exemplificar o conteúdo. Ao final os alunos farão enquadramentos com os próprios celulares e o ministrantemostrará como melhorar e torná-los mais cinematográficos.6. Estratégias - Através de slides, serão mostradas as principais teorias sobre o tema e a nomenclatura específica: o que é plano, tipos de plano,posição da câmera e etc. Trechos de filmes e séries servirão para ilustrar o que foi aprendido. Ao final da aula, o professor pedirá para os alunosmontarem planos e captarem com seus próprios celulares. O enquadramento e iluminação escolhidos serão objeto de análise.7. Uso de Materiais - A atividade demandará um notebook e telas de alta definição para a projeção dos slides, fotos e vídeos.
FESTIVALAcessibilidade FisicaO evento conta com estrutura com acessibilidade no Centro Histórico de Santa Thereza, com rampas, banheiros adaptados, dentre outros. Além disso,o fator humano sempre está disponível para colaboração, assim como o CINE 7 que dispõe inclusive de elevador. Assegurando o acesso das pessoasportadoras de necessidades especiais e aos idosos.Comunidade regional, moradores das cidades de Bagé, Aceguá e Pelotas que costumam lotar as sessões do evento em anos anteriores, além de públicoem situação de vulnerabilidade social que também são buscados em ações direcionadas de mobilização. Diversidade, Acessibilidade e inclusão tambémsão temas presentes na mobilização social que constitui o público alvo do evento.Colocamos a disposição do público uma VAN que sai do centro da cidade até o Centro Histórico de Santa Thereza.Acessibilidade de ConteudoContamos com filme convidados (Audiodescrição e Legendagem descritiva) onde pelo menos uma sessão dispõe de um tradutor em Libras. Essassessões são divulgadas nas Escolas Especiais e ao publico geral portadores de necessidades especiais, com material de divulgação salientando asmedidas de Acessibilidade. Assim como na Edição de 2022 quando fizemos sessões inclusivas com muito exito.ITENS ORÇAMENTÁRIOS:No aspecto arquitetônico, o Centro Histórico Vila de Santa Thereza, local que concentra as ações do Festival, possui recursos de acessibilidade àspessoas com mobilidade reduzida ou idosas. Banheiro para pessoas cadeirantes e rampas de acesso para cadeira de rodas.No aspecto comunicacional, o material de divulgaç ã o do Festival terá informaç õ es sobre a acessibilidade do evento.ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊ NCIA FÍSICA: O evento ocorrerá em espaç os sem restriç ã o de acesso fí sico.ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊ NCIA AUDITIVA: O evento contará com interpretação em LIBRAS em 100% dos debates e apresentações de palco. Oevento contará com serviço de audiodescriç ã o e legendagem em UMA sessão com mobilização de público com deficiência auditiva.ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊ NCIA VISUAL: O evento contará com serviço de audiodescriç ã o e legendagem em UMA sessão com mobilização depúblico com deficiência visual.ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: será contratada uma assistente de produção com especialização em Assistência Social queestará disponível para mediar, receber o publico no evento.“Medidas Alternativas ”O Festival Internacional de Cinema da Fronteira é pautado pela defesa dos direitos humanos, pela diversidade e pelo pensamento anti capacitista.Nosso modelo de inscrição de Curtas e Longas abre a possibilidade de qualquer país participar, tornando mais difícil que as obras tenham cópias comacessibilidade em idioma portugues. Neste sentido a curadoria do evento ficará responsável de convidar DOIS filmes brasileiros para que sejamexibidos em programação com público direcionado.O Festival tem cultivado a formação de público de pessoas com deficiência através de parcerias com instituições e seus assistidos, alcançando públicoautista, com síndrome de Down, com deficiência visual, deficiência auditiva, entre outros.Serão realizadas DUAS SESSÕES dentro da grade do evento, uma dedicada às pessoas com deficiências intelectual, e outra dedicada à pessoas comdeficiência auditiva e visual dando acesso ao conteúdo dos produtos culturais do Festival.CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - OFICINASAcessibilidade FisicaO evento conta com estrutura com acessibilidade no Centro Histórico de Santa Thereza, com rampas, banheiros adaptados, dentre outros. Além disso,o fator humano sempre está disponível para colaboração.As oficinas serão amplamente divulgadas para alunos e professores da rede publicaColocaremos transporte especifico para levar os alunos das oficinasAcessibilidade de Conteudo -Teremos um interprete de libras e um Diretor de Acessibilidades para atendimento aos frequentadores portadores de necessidades especiais
_ Todo as atividades do projeto são Gratuitas_ A gratuidade do evento e das oficinas cumprem todos os incisos do ART 46 da IN MINC nº 23/2025. _ A gratuidade do evento cumpre o inciso I do ART 47 da IN MINC nº 23/2025. _ O item orçamentario - ALUGUEL DE ONIBUS - Atende ao inciso II do ART 47 da IN MINC nº 23/2025. _ As oficinas atendem aos Incisos III e IV do ART 47 da IN MINC nº 23/2025. O caráter popular do Festival atrai democraticamente as classes A,B,C,D e E. A possibilidade de confluência social se dá plenamente pois o evento une sofisticação acadêmica ao sentido inclusivo das sessões coletivas com apreciação de júri oficial e júri popular, debates e apresentações artísticas.Um Festival para os estudantes, jovens, adultos e idosos em processo formação do olhar. O Festival Internacional de Cinema da Fronteira destaca-sepelo forte caráter de formação da expressão audiovisual. Projeções e ações seguidas de reflexão sobre o audiovisual serão promovidas durante operíodo de execução. Estudantes de cinema das universidades da região sul têm participado assiduamente do evento. Parcerias com os cursos decinema da Unisinos, PUCRS e Ufpel têm garantido a presença de professores e alunos nas mostras e principalmente nas atividades educativas deformação propostas pelo Festival. Já ministraram oficinas nomes como: Jean Claude Bernardet (Bélgica), Zezita Matos (Paraíba), Paula Markovitch(Argentina), Giba Assis Brasil (Porto Alegre), Lucrécia Martel (Argentina), Flavio Bauraqui (Santa Maria) e Bárbara Paz (Campo Bom).Realizadores locais, estudantes de comunicação e psicologia da Universidade da Região da Campanha, bem como estudantes de diferentes cursos daUniversidade Federal do Pampa têm participado da organização voluntária e do júri popular, garantindo público local, em aprendizagem, ao evento.Além da participação de alunos e professores da UDELAR (Universidade da República do Uruguai).
Maristela Ribeiro - Produtora - RUBRICAS 8 e 24Formada em Administração sob o CRARS 17949, começou a trabalhar com projetos audiovisuais no ano de 2001, participou de todos os seminários de prestações de contas. Amplo conhecimento das Instruções Normativas da ANCINE, da SAV e SEFIC pelo SalicWeb e das Leis de Incentivo à Cultura Estaduais FAC RS e LIC RSComo Controller já realizou o acompanhamento orçamentário e prestação de contas de vários longas-metragens, Mostra de Cinema, Festivais de Cinema e Séries em produtoras do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Brasília.Também já foi Produtora Executiva a partir da terceira edição do Festival de Cinema da Fronteira e da Serie ROD LIVRE – exibida no canal BOX TV e Proponente de um Curta Metragem contemplado na LPG municipal e duas edições do Festival Internacional de Cinema da Fronteira pela LIC RS.Frederico Ruas – Coordenação Geral - RUBRICAS 4 e 14Bacharel em Artes Visuais pela UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Grado en Humanidades na Universidad Carlos III de Madrid (2017) - Bolsa de Intercâmbio Santander Universidades.Curso "Dirección de Actores para la Cámara", com José Gasset e Paloma Zavala, na Univ. Carlos III (Madrid, Espanha, 2017).Bacharelado em Realização Audiovisual pela Unisinos-RS: Especializações: Direção, Roteiro e Montagem.Workshop de Sala de Roteiro com David França Mendes (2022)Curso "Roteiro: do começo ao fim, passando pelo meio", por Jorge Furtado (Centro Cultural b_arco).Curso "Roteiro Cinematográfico" com Anna Muylaert (Plataforma Navega).Curso "Pitching Audiovisual: Como vender seu projeto", com Krishna Mahon (Plataforma Navega).Oficina de Montagem com Ricardo Miranda, montador de filmes de Paulo César Sarraceni, Luiz Rosemberg Filho e Glauber Rocha (2007).Foi curador e um dos coordenadores do Festival Internacional de Cinema da Fronteira, sediado em Bagé e região de fronteira Brasil-Uruguai. Integroua curadoria do Concurso de Roteiros do FRAPA, o maior festival de roteiro da América Latina, em 2015, 2016 e de 2020 a 2022.Em 2015 ministrou a oficina "Cinema da Era Digital", realizada com financiamento do Fumproarte - Prefeitura de Porto Alegre, estimulou a produçãode curtas-metragens por jovens de periferia, através de parcerias com associações comunitárias das zonas leste, sul norte e central.Em 2014 foi contratado pela produtora de roteiros Coelho Voador para ministrar oficinas de escrita de séries em diversos municípios do Rio Grande doSul. Em 2011 ministrou uma oficina de filmes de um minuto em Bagé, contratado pela prefeitura da cidade.Em 2008, foi contratado como montador da série televisiva vidAnormal, exibida na TVCOM. Fundou a produtora cultural Maria Cultura, mantendo-seem sociedade de 2007 a 2008. Em 2005, foi membro do Cineclub 8, fazendo parte da equipe de organização do Festival do Livre Olhar (Flõ), em PortoAlegre. Estágio na Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre (2005).Patricia Barbieri - PRODUTORA EXECUTIVA - RUBRICAS 9 e 25O primeiro longa-metragem de Patricia Barbieri como Produtora Executiva e Criativa, “A Nuvem Rosa”, roteiro e direção de Iuli Gerbase, estreou mundialmente no Sundance Film Festival em 2021. O filme recebeu diversos prêmios em festivais internacionais, como Melhor Filme no 25º Sofia Film Fest, Menção Honrosa no 38º Filmfest München, Blood Window no 54º SITGES, Melhor Filme no 3º Female Filmmakers Festival Berlin, e estreou nos cinemas e streaming na Rússia, Suíça, Brasil, França, Coréia do Sul e Taiwan, sendo adquirido pela distribuidora americana Blue Fox para o território EUA e Canadá.No formato curta-metragem, Patricia é Produtora Executiva e Criativa de três curtas-metragens. Um dos destaques é “A Pedra”, que estreou no Festival de Cinema de Havana e recebeu menção honrosa no Festival de Jaipur, na Índia. Também foi selecionado para o FESTin em Portugal e Oaxaca no México. No Brasil, “A Pedra” foi exibido no canal de televisão Canal Brasil e recebeu prêmios no 23° Cine PE, no 47º Festival de Cinema de Gramado e no 9º RIMA Awards.Além de se dedicar a novos projetos, está em pós-produção do longa “A História Mais Triste do Mundo”, de Hique Montanari, e trabalhando na finalização do longa “Jepotá”, uma coprodução internacional entre Brasil e França, com direção de Carlos Papá Guarani e Augusto Canani e elenco majoritariamente indígena.Em julho de 2024 estreou a série “Centro Liberdade” dos diretores Bruno Carvalho, Cleverton Borges e Livia Ruas.Patricia foi produtora executiva das exposições Moacyr Scliar, o Centauro no Jardim (2012), Sioma Breitman (2019), Lupi, pode entrar que a casa é tua (2023).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.