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O Ateliê Titetê, com 20 anos de atuação, dedica-se à palhaçaria, teatro de rua e formação artística, promovendo oficinas e espetáculos que valorizam o erro e o riso como formas de conexão humana. O espetáculo "1, 2, 3… Tente Outra Vez!" traz os palhaços Titetê, Mequetrefe e Magnética em cenas interativas que rompem barreiras entre palco e plateia. Adaptável a espaços alternativos, a peça circula por 4 cidades brasileiras, com 32 apresentações e público estimado de 10 mil pessoas. A proposta reforça o riso como resistência e promove inclusão através de ações com escolas públicas. Com leveza e crítica social, o espetáculo transforma o palco em espaço de encontro e empatia.
Sobre o espetáculo : Dois palhaços nada inseguros do que estão fazendo se aproximam de um picadeiro montado para alguma apresentação. O público espera pelo início, eles aproveitam público e picadeiro decidindo se apresentar para a plateia que parece aceitá-los sem objeção. Na arena, instrumentos musicais dentre outros objetos parecem esperar por eles. Prontamente invadem a cena, pegam instrumentos musicais e começam a tocar até que entra um terceiro palhaço espantado com a suposta invasão e os interrompe, pedindo que se retirem. Se invadir um picadeiro de todos os sonhos é fácil, sair de uma arena de mil encantos torna-se algo improvável.Uma reviravolta surpreendente cria cumplicidade entre eles e a apresentação segue envolvendo o público cada vez mais rompendo os limites entre a plateia e o picadeiro. No roteiro, cenas de repertório dos artistas ganham um colorido especial com a participação do público. "Aqui Não Pode Tocar", "Bailando no Ar", "Sempre Quis Ser Cantora", "Faxina Geral", "Kátia Flávia", "Segura a Pelota" e "Então Gira" despertam o sorriso e a alegria atravessados pela graça da palhaça Magnética e dos palhaços Mequetrefe e Titetê.A obra artística que tem uma logística de viagem simplificada, é também de fácil montagem, adaptável a espaços alternativos. A ideia é ocupar espaços no CCBB, que valorizem uma maior proximidade com o público, dando aos artistas o tempo da risada, da brincadeira, humanizando o contato, a interação e potencializando a conexão.
Objetivo geral:Circular com a produção do espetáculo "1,2,3… Tente Outra Vez!", começando por Belo Horizonte, seguindo para Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Objetivos específicos:1) Produzir uma temporada com 8 apresentações em cada cidade, perfazendo um total de 32 apresentações. 2) Gerar trabalho e renda para 3 artistas do circo, 1 produtor e 1 técnico. Serão cerca de 20 postos diretos de trabalho e mais de 35 postos indiretos ( calculado somando equipe, terceirizados e free lancers) 3) Dar visibilidade ao artista do circo, criando oportunidades para mostrar que é possível estar com temporadas mais longas em cena. 4) Criar espaços de produção da arte mais democráticos, convidando alunos e alunas da rede pública de ensino. 5) Provocar o riso, a leveza, gerando um ambiente socialmente saudável para a convivência coletiva. Apresentação do projeto: "Enquanto o filósofo se ocupa com as grandes questões da humanidade, o palhaço cuida das coisas mais insignificantes." NietzscheO ATELIÊ TITETÊ se dedica à Palhaçaria, à Comédia, ao Teatro de Rua e em espaços alternativos. Oferece oficinas que vão desde os primeiros passos na Menor Máscara até montagens de números, pequenas cenas, apresentação e montagem de espetáculos. Desde 2005 desenvolve projetos voltados à Formação Artística, Criação e Pesquisa em Artes Cênicas. É cada vez maior o interesse de profissionais liberais, professores, artistas de diversas áreas pela linguagem do palhaço que, com sua empatia e liberdade, alcança um público maior, através de sua expressividade. As pesquisas visam buscar outras formas de se divertir, de ver o mundo com outros olhos, se permitindo errar, fracassar, aceitando o rídiculo pessoal como condição fundante, como princípio para estabelecer novas possibilidades de encontros prazerosos e felizes com os outros.E já se vão 20 anos e a frase "tente outra vez" não poderia ser mais adequada, passamos por uma pandemia, esbarramos em falta de recurso, em políticas culturais que não abraçam a cadeia produtiva na sua integralidade, tentando uma, mais uma vez, outra vez, porque é inerente à arte, resistir, por fim, rir é antes de tudo um ato político e coletivo. E para comemorar 20 anos, o Ateliê Titetê escolheu circular com seu novo espetáculo "1, 2, 3… Tente Outra Vez!", que tem em cena a palhaça Magnética, os palhaços Mequetrefe e Titetê . Sobre o espetáculo : Dois palhaços nada inseguros do que estão fazendo se aproximam de um picadeiro montado para alguma apresentação. O público espera pelo início, eles aproveitam público e picadeiro decidindo se apresentar para a plateia que parece aceitá-los sem objeção. Na arena, instrumentos musicais dentre outros objetos parecem esperar por eles. Prontamente invadem a cena, pegam instrumentos musicais e começam a tocar até que entra um terceiro palhaço espantado com a suposta invasão e os interrompe, pedindo que se retirem. Se invadir um picadeiro de todos os sonhos é fácil, sair de uma arena de mil encantos torna-se algo improvável.Uma reviravolta surpreendente cria cumplicidade entre eles e a apresentação segue envolvendo o público cada vez mais rompendo os limites entre a plateia e o picadeiro. No roteiro, cenas de repertório dos artistas ganham um colorido especial com a participação do público. "Aqui Não Pode Tocar", "Bailando no Ar", "Sempre Quis Ser Cantora", "Faxina Geral", "Kátia Flávia", "Segura a Pelota" e "Então Gira" despertam o sorriso e a alegria atravessados pela graça da palhaça Magnética e dos palhaços Mequetrefe e Titetê.A obra artística que tem uma logística de viagem simplificada, é também de fácil montagem, adaptável a espaços alternativos. A ideia é ocupar espaços no CCBB, que valorizem uma maior proximidade com o público, dando aos artistas o tempo da risada, da brincadeira, humanizando o contato, a interação e potencializando a conexão.A proposta tem como objeto central a produção do espetáculo em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, temporada de sexta a segunda-feira, por duas semanas em cada cidade, totalizando 32 apresentações, estimando alcançar quase dez mil pessoas. Por utilizar-se da alegria, do riso, da ludicidade dos palhaços para envolver plateias, leva esta reflexão da importância da resiliência, da coragem de colocar os pés na estrada, de que a vida se encontra na travessia. Um trabalho que tem sido bem recebido em escolas, então, dentro da programação, uma das metas é dar acesso não apenas aos alunos e alunas da rede pública de ensino, em cada cidade, mas a toda a comunidade escolar e frequentadores dessas unidades. Sobre Titetê - O palhaço escovado"Filósofo de formação, artista de profissão e palhaço por vocação." Seu primeiro palhaço precisou ser escovado. Palha de aço, brincou com a palavra, ou seja, o metal grosseiro, que remete a sua juventude na cidade da metalurgia, teve de ser limpo, reluzido, polido. Baba, como batizou seu bufão inicial, palavra Iorubá, que significa pai, era o tipo que tirava onda e debochava com a cara do público.Com o seu amadurecimento profissional, Cícero Silva percebeu que ele próprio tinha de ser ridículo. Aquele que ri de si mesmo, que exagera e expõe suas feridas para mostrar as feridas do outro. Ele precisava ser o seu próprio deboche, assim, seria o espelho do mundo. Sua redenção. O filósofo palhaço elucubra: "O riso é uma poética, estabelece sentidos e sentido só se estabelece se existe identidade. Rindo de mim mesmo, na singularidade, alcanço o coletivo, religando o uno primordial, criando vínculos e cumplicidade - um mundo às avessas do individualismo contemporâneo. O grande barato do palhaço é ser amado. Ele ama tanto que transborda". Assim nasce Titetê, apelido carinhoso pelo qual os sobrinhos o chamavam.Nascido na pequena cidade do interior de Minas Gerais, Nova Era - nome sugestivo para a cidade natal de um palhaço. Porém, criado no Vale do Aço, Coronel Fabriciano-MG, no período da ditadura militar (1963-1984). Definiu o tempo/espaço de seu desenvolvimento como repressor, e ao mesmo tempo, libertário, uma vez que o recalcado quer se manifestar. O ambiente da siderurgia, ao mesmo tempo opressor, estimula a criatividade, haja visto a profusão de artistas advindos desse período de Ipatinga e Região.Rompendo com o provável destino que o esperava se continuasse por ali, no começo dos anos oitenta, muda-se para Belo Horizonte, com o intuito de estudar Artes Cênicas, mas começa a estudar pedagogia na UFMG, se transferindo rapidamente para o curso de filosofia na então "arejada" Faculdade de Filosofia e Ciência Humanas (FAFICH). Nos anos 90, encontra-se com o Teatro de Rua. Até então, atuava, principalmente, como diretor e dramaturgo. Foram anos de intensas viagens por festivais com seu grupo Gente do Céu. Porém, em 1996, ao assistir um espetáculo de um palhaço que o inspirou, "Dog, o palhaço tá solto", com o internacional Viralata do Brasil (Rodrigo Robleño), começa a se dedicar às artes circenses, mergulhando ao estudo dos clowns, através da palhaçaria. Passou por grandes mestres, entre eles, a canadense Sue Morrison, com a qual teve a oportunidade de conhecer a tradição dos índios norte-americanos e seus palhaços primitivos, Lume Teatro, Ângela de Castro, Teófanes Biribinha, Ana Luisa Cardoso, Márcio Libar, Le Rire Médecin, dentre outros.Continuou suas pesquisas sobre as artes do palhaço e, em 2007, teve a oportunidade de integrar o conceituado grupo paulista dos Doutores da Alegria, que visitam hospitais e apresentam números lúdicos para os doentes, garantindo o direito à fruição a crianças, seus acompanhantes e profissionais da saúde. Nos "Doutores da Alegria" ficou por cinco anos, atuando em hospitais públicos e, também, como formador de novos integrantes e ministrando palestras sobre como se tornou doutor em Besteirologia.E agora à frente do Ateliê Titetê segue criando, pesquisando, e fazendo novas palhaçarias. E lá se vai uma vida de entrega e dedicação às artes.
A presente proposta de ocupação do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) com o espetáculo "1,2,3… Tente Outra Vez!" do Ateliê Titetê alinha-se intrinsecamente com a missão cultural da instituição, promovendo o acesso a manifestações artísticas plurais e fomentando a reflexão sobre a condição humana através de uma linguagem universal e profundamente significativa: a palhaçaria.Conforme evocado pela epígrafe de Friedrich Nietzsche, enquanto a filosofia se debruça sobre as grandes questões, o palhaço, com sua atenção ao aparentemente insignificante, revela profundas verdades sobre nossa existência. O Ateliê Titetê, com sua trajetória de quase duas décadas dedicada à pesquisa e à prática da palhaçaria, da comédia e do teatro de rua, demonstra um compromisso consistente em explorar essa linguagem cênica em sua potência máxima. A crescente busca pela expressividade do palhaço por profissionais de diversas áreas atesta a relevância contemporânea dessa arte, capaz de estabelecer uma conexão empática e libertadora com o público.O projeto "1,2,3… Tente Outra Vez!" celebra os 20 anos de resistência e reinvenção do Ateliê Titetê, marcados pela superação de desafios e pela crença inabalável no poder transformador do riso. Em um contexto social por vezes marcado pela polarização e pela dificuldade, a proposta do espetáculo de "buscar outras formas de se divertir, de ver o mundo com outros olhos, se permitindo errar, fracassar, aceitando o ridículo pessoal como condição fundante" ressoa como um convite à humanização das relações e à celebração da alegria como um ato político e coletivo.A narrativa do espetáculo, a capacidade de surpreender o público e a cumplicidade com ele, demonstra a habilidade do Ateliê Titetê em criar experiências artísticas imersivas e acessíveis. A inclusão de cenas de repertório dos artistas, enriquecidas pela participação da plateia, sublinha o caráter democrático e interativo da proposta, rompendo as barreiras tradicionais entre palco e plateia. A adaptabilidade da montagem aos espaços do CCBB, com foco na proximidade com o público, reforça o desejo de humanizar o contato e a interação, valores essenciais para a construção de um ambiente cultural vivo e engajador. Ademais, a iniciativa de promover o acesso de alunos da rede pública de ensino às apresentações demonstra um profundo senso de responsabilidade social e um compromisso com a formação de novas plateias, democratizando o acesso à cultura e à arte circense.A figura de Titetê, o palhaço que "precisou ser escovado", cuja trajetória pessoal se confunde com a própria história do Ateliê, personifica a resiliência e a capacidade de transformar a experiência individual em arte coletiva. Sua busca por um "riso que é uma poética" e que "estabelece sentidos" ecoa a própria missão do CCBB de promover a cultura como um espaço de reflexão e de encontro.Em suma, a proposta de ocupação com o espetáculo "1,2,3… Tente Outra Vez!" do Ateliê Titetê apresenta uma forte justificativa cultural, alinhada com os valores de acessibilidade, diversidade e relevância da programação do CCBB. Ao celebrar a palhaçaria como uma linguagem artística potente e transformadora, ao promover a interação com o público e ao democratizar o acesso à cultura, o projeto contribui significativamente para o enriquecimento do cenário cultural brasileiro e para a promoção de um ambiente social mais leve, crítico e coletivamente engajado. A aprovação deste edital representa, portanto, um investimento na alegria como ferramenta de resistência e de construção de novos encontros. O projeto se enquadra nos seguintes incisos da Lei 8313/91: Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
não se aplica
não se aplica
Acessibilidade arquitetônica: Locais com adaptação para PCDs, rampas de acesso, estacionamento com vagas reservadas, banheiros adaptados, local reservado para cadeirantes, pessoas com obesidade mórbida. Acessibilidade visual: Placas indicativas, sinalização no piso, audiodescrição, seja as apresentações ou no material enviado para as redes sociais. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras em todas as ações e material em vídeo enviado para as redes sociais, legenda descritiva. Acessibilidade intelectual e atitudinal: Profissionais preparados para atender PCD e treinar a equipe de produção, protetores auriculares para pessoas que tenham transtornos que exacerbam a sensibilidade auditiva, óculos escuros descartáveis para sensibilidade visual.
O projeto prevê cobrança de ingressos em preços populares, mas também haverá cotas de gratuitdade. Será realizado um plano de divulgação na internet para maior alcance e ampliação ao acesso.Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Contrapartida Social: Será realizada uma apresentação do espetáculo "1,2,3.... Tente outra vez" em três escolas públicas em três regionais diferentes de Belo Horizonte.
Cícero Silva: (Palhaço Titetê, Dramaturgia e Roteiro, Produção Executiva e Direção Geral);Fred Selva: (Direção Musical, Trilha Sonora e Música Original);Rodrigo Lapa Dani: (Palhaço Mequetrefe, Assistente de Produção);Valéria Araújo: (Palhaça Magnética); MINIBIO:CÍCERO SILVANascido em 1963, atua nas Artes desde 1978. Me considero multiartista. Palhaço, ator, diretor artístico, produtor cultural, editor de vídeo, roteirista, Sou bacharel e licenciado em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Filósofo de formação, artista de profissão e palhaço por vocação. Produz espetáculos, oficinas e workshops, elaboração e gestão de projetos culturais. Trabalho no setor Circo sem Lona. Na rua, na praça, nos parques, hospitais, portas de loja, açougues e favelas, becos, vielas, pontes e pinguelas, vocês vão ouvir falar de mim. Com um pé no passado e outro futuro, transponho o legado de mestres e mestras da palhaçaria para uma linguagem particular. Há muito compreendi que Arte é meu ofício, desviando-me da lógica do sucesso para me tornar um artista popular.FRED SELVA - DIRETOR MUSICAL - TRILHA SONORA ORIGINALFred Selva é compositor, produtor musical, vibrafonista, percussionista, artista eletrônico, vocalista, colecionador de ruídos. Começou sua carreira artística como palhaço ao lado de seu pai. Aos 8 anos passou a estudar percussão e piano. Durante a adolescência participou de diversas bandas e acompanhou vários artistas na capital mineira. Seu primeiro disco “A Estranheza e o Poliglota” conquistou o Prêmio Marco Antônio Araújo de melhor álbum instrumental em 2016, em 2015 conquistou o Prêmio BDMG Instrumental. Recentemente vem trabalhando com artistas e grupos renomados do Brasil e do mundo. Cirque du Soleil, O Teatro Mágico, Siba Veloso, dentre outros. Confira em: fredselva.com VALÉRIA ARAÚJOCom mais de 30 anos de experiência como consultora de seguros e benefícios, Valéria Araújo criou a Magnética durante o trabalho remoto na pandemia de 2019. Ela concilia as duas atividades com entusiasmo, vendo-as como complementares. Sua vivência no Teatro Universitário como artista, produtora cultural e fotógrafa conferiu à Magnética uma identidade "dramático-comediante", marcada por figurino gótico e exagerado, que leva diversão e irreverência às suas apresentações. A Magnética conquistou espaço no projeto Garagens Periféricas e no espetáculo "1, 2, 3... Tente Outra Vez!", que já circulou por diversas cidades de Minas Gerais.RODRIGO LAPATransita na palhaçaria desde 2008, é cinegrafista, produtor cultural, técnico em iluminação, sonoplastia e cenotécnico. Inventor e criador de máquinas, aderecista e cenógrafo. Faz assistência de produção e atuação como palhaço no Ateliê Titetê, desde 2010, participando dos projetos Garagens Periféricas, Circulação 10 Anos do Ateliê Titetê (2015), atuando em vários espetáculos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.