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O Projeto de Plano Anual oferece oficinas presenciais de música, dança, audiovisual, artesanato, arte circense e teatro, voltadas para crianças, adolescentes, jovens e adultos. As atividades são realizadas tanto em escolas e espaços urbanos, quanto nas instalações do Instituto Tom Maior, que conta com estrutura adequada para o desenvolvimento das ações formativas. Com base na diversidade de linguagens, o projeto mantém ações socioculturais ativas ao longo do ano, utilizando a arte como um pilar para a transformação social.
O Plano Anual da Escola das Artes Tom Maior – Ano 2 tem como objetivo manter, ao longo de 12 meses, as atividades culturais e formativas voltadas a crianças, adolescentes, jovens e adultos, a partir dos 3 anos de idade. O projeto garante a continuidade das oficinas e ações artísticas desenvolvidas pela instituição.
Objetivo Geral:Realizar atividades culturais continuadas na região do Médio Vale do Itajaí, com foco especial nas áreas de música instrumental, circo, dança, teatro, artesanato e audiovisual, irradiando-se a partir da cidade de Indaial/SC. O projeto visa fomentar a formação artística por meio da oferta de oficinas, apresentações e exposições realizadas pelos alunos, com o apoio dos professores, fortalecendo a identidade cultural local e promovendo o desenvolvimento social por meio da arte.Objetivos Específicos:1. Realização de Oficinas CulturaisOfertar aproximadamente 15 oficinas culturais, voltadas ao público infantojuvenil e adulto, em formatos individuais ou em grupo, abrangendo:*Música instrumental: teclado/piano, guitarra, contrabaixo, violão, ukulele, trombone, bateria/percussão, violino e canto;*Dança: Ballet baby class;*Circo;*Teatro;*Audiovisual;*Audio;*Artesanato.2. Implementação de Contrapartida Social (Bolsas de Estudo)Em consonância com os Artigos 47, 48 e 49 da Instrução Normativa MINC nº 23/2025, a proposta contempla a implementação de ações formativas culturais obrigatórias como contrapartida social, por meio da oferta de no mínimo 10% das vagas na forma de bolsas integrais.As bolsas serão destinadas prioritariamente a estudantes e professores da rede pública de ensino, bem como a pessoas em situação de vulnerabilidade social, tais como aquelas pertencentes a grupos minorizados, inscritas no CadÚnico ou beneficiárias de programas sociais, conforme definido no Art. 48.A seleção será realizada por meio de entrevistas e análise de cadastro socioeconômico, conduzidas por profissional da Assistência Social, garantindo critérios transparentes, equitativos e alinhados aos objetivos de democratização do acesso à cultura.3. Fortalecimento da Rede de Acesso e Impacto*Manter a articulação com escolas públicas da região, onde a Tom Maior já tem reconhecimento e portas abertas;*Alcançar aproximadamente 145 alunos diretos.4. Sustentabilidade, Flexibilidade e Continuidade*Garantir a continuidade das atividades iniciadas em 2013, respeitando a capacidade de captação de recursos conforme previsto pela Instrução Normativa vigente;*Priorizar ações presenciais, com possibilidade de atividades online quando necessário;*Permitir que alunos participem de mais de uma oficina complementar, ampliando sua formação artística.5. Compromisso com a Permanência e Qualidade*Estabelecer critérios claros para manutenção das bolsas, com perda da vaga em caso de faltas não justificadas;*Declarar todas as oficinas efetivamente realizadas na prestação de contas, prezando pela transparência.
Localizado em Indaial, município do Vale Europeu Catarinense, o Instituto Tom Maior atua desde 2013 como um importante polo de desenvolvimento artístico, social e cultural. Com cerca de 74 mil habitantes, Indaial integra uma região com forte presença das indústrias têxtil, metalúrgica e moveleira, além da agricultura familiar. Embora apresente indicadores positivos de infraestrutura e desenvolvimento, a cidade e seus arredores ainda enfrentam desafios no que diz respeito ao acesso democrático à cultura.Desde sua fundação, o Instituto Tom Maior promove ações culturais continuadas, oferecendo à comunidade oportunidades de formação, expressão artística e convivência. São realizadas oficinas e apresentações nas áreas de música, dança, teatro, circo, artesanato e audiovisual, com participação de artistas locais e regionais. Ao longo desses 11 anos de atuação, o Instituto se consolidou como referência regional na formação de novos talentos e na promoção do acesso à arte para diversos públicos.Em 2025, o Instituto Tom Maior passou a contar com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991), o que tem sido fundamental para ampliar o alcance e a qualidade das ações oferecidas, democratizando ainda mais o acesso às atividades e viabilizando a continuidade do trabalho desenvolvido ao longo da última década. Com esse apoio, foi possível fortalecer a estrutura institucional, diversificar as oficinas oferecidas e alcançar um público ainda mais abrangente, especialmente em comunidades com menor acesso à cultura.O trabalho do Instituto vem sendo historicamente mantido com recursos próprios, patrocínios diretos e mensalidades acessíveis para parte dos alunos. Ainda assim, é crescente a demanda por atividades gratuitas ou com valores subsidiados, especialmente por parte de famílias em situação de vulnerabilidade social. A continuidade e ampliação desse projeto cultural é, portanto, essencial para garantir que a arte e a cultura continuem sendo instrumentos de transformação social na região.A proposta encontra respaldo nos objetivos da Lei nº 8.313/1991, enquadrando-se nos seguintes incisos do Art. 1º:I _ Facilitar o acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais;II _ Promover a regionalização da produção cultural e valorizar recursos humanos e conteúdos locais;III _ Apoiar e difundir as manifestações culturais e seus criadores;IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;IX _ Priorizar o produto cultural originário do país.Além disso, contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º da mesma lei, como:Preservação e promoção da diversidade cultural;Formação de novos talentos e plateias;Democratização do acesso à cultura;Estímulo à produção cultural regional;Geração de emprego e renda no setor cultural.Dessa forma, a continuidade das ações do Instituto Tom Maior, por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, é fundamental para consolidar os resultados alcançados até aqui e ampliar seu impacto. Trata-se de um projeto que se perpetua desde 2013 e que, com o apoio do Ministério da Cultura, pode seguir promovendo o desenvolvimento cultural, social e humano da população do Vale Europeu.
Informamos que os projetos pedagógicos, planos de aula e currículos estão anexados junto aos documentos obrigatórios, conforme exigido pela Instrução Normativa MINC nº 9, de 21 de maio de 2025. Esses planos foram elaborados e fornecidos pelos profissionais com os quais temos interesse em firmar contrato para a execução deste projeto. Ressaltamos, no entanto, que tais documentos poderão ser atualizados ou ajustados conforme a contratação definitiva dos profissionais responsáveis por cada oficina.
Em conformidade com os Artigos 42 a 45 da Instrução Normativa MINC nº 23/2025, este projeto prevê um conjunto de medidas de acessibilidade, com o compromisso de garantir não apenas o acesso das pessoas com deficiência (PCD) às atividades, mas também sua participação ativa e protagonismo nas oficinas culturais, e não apenas como espectadoras.1. PRODUTO: PLANO ANUAL + OFICINASAcessibilidade Física (aspecto arquitetônico – Art. 42, I e Art. 44, I da IN 23/2025): As oficinas serão realizadas, prioritariamente, nas dependências do Instituto Tom Maior, espaço que atende aos requisitos básicos de acessibilidade, como rampas, sanitários acessíveis e áreas de circulação adaptadas, proporcionando segurança e autonomia a pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida, idosos e pessoas obesas. Em casos de oficinas em escolas e outros espaços urbanos, será priorizada a utilização de locais com infraestrutura acessível, conforme previsto no cronograma de adequações do Art. 44.Acessibilidade de Conteúdo – Comunicacional (Art. 42, II e Art. 44, II da IN 23/2025): O projeto adotará abordagens práticas e individualizadas conforme o tipo de deficiência, observando a viabilidade técnica e os recursos disponíveis, nos seguintes termos:Para pessoas com deficiência visual: Cada oficina buscará promover a plena participação, por meio de orientações individuais e adaptação das atividades. Por exemplo, uma pessoa com deficiência visual poderá aprender a tocar um instrumento com apoio direto do professor, garantindo sua inclusão efetiva no processo formativo.Para pessoas com deficiência auditiva: Oficinas de dança, circo e teatro são inclusivas para pessoas com deficiência auditiva, uma vez que permitem a participação por meio da observação dos movimentos e repetição prática dos gestos do professor. Quando tecnicamente viável, serão utilizados recursos de Libras e materiais visuais complementares. As oficinas de música ainda não possuem estrutura completa para inclusão de pessoas com deficiência auditiva, mas buscar-se-á ampliar essa acessibilidade progressivamente.Para pessoas com deficiência intelectual e Transtorno do Espectro Autista (TEA): Oficinas como as de circo e teatro são altamente indicadas por especialistas da área por promoverem desenvolvimento da comunicação, da expressão corporal e da socialização. Serão realizados atendimentos adaptados conforme as necessidades de cada participante, assegurando ambientes acolhedores e metodologias inclusivas.Acessibilidade de Comunicação e Divulgação Acessíveis (Art. 42, III e Art. 44, III da IN 23/2025): As ações de divulgação do projeto considerarão formatos acessíveis, como materiais em linguagem simples, audiodescrição, legendas e Libras, sempre que tecnicamente possível e proporcional à realidade do projeto. Serão priorizadas estratégias de inclusão que possibilitem a participação da comunidade PCD desde a divulgação até a conclusão das ações culturais.Adicionalmente, o projeto segue as orientações do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, conforme determina o Art. 45 da IN 23/2025, e poderá contar com consultoria especializada para aprimoramento contínuo das ações de inclusão.2. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS – BOLSAS DE ESTUDOAcessibilidade Física (Art. 42, I e Art. 44, I): As entrevistas presenciais ocorrerão em espaço acessível (Instituto Tom Maior), que conta com rampas, sanitários adaptados e áreas de circulação seguras. Em casos em que o candidato não puder comparecer, poderá ser oferecida a opção de entrevista remota (videoconferência), garantindo participação sem barreiras físicas.Acessibilidade Comunicacional (Art. 42, II e Art. 44, II):Para pessoas com deficiência visual: os formulários e cadastros socioeconômicos poderão ser lidos em voz alta pelo Assistente Social.Para pessoas com deficiência auditiva: sempre que necessário, terá uso de materiais escritos/visuais que facilitem a comunicação.Para pessoas com deficiência intelectual ou TEA: as perguntas da entrevista serão apresentadas em linguagem simples e adaptada, com tempo adicional e ambiente acolhedor para melhor compreensão.Acessibilidade de Comunicação e Divulgação (Art. 42, III e Art. 44, III): Os materiais de divulgação sobre as bolsas (cartazes, posts digitais, informativos) utilizarão linguagem simples, imagens ilustrativas e recursos de acessibilidade, quando viável. Dessa forma, todas as pessoas interessadas poderão compreender e participar do processo seletivo.Compromisso Adicional (Art. 45): O Instituto Tom Maior seguirá as orientações do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, garantindo que o processo de inscrição e entrevista seja inclusivo, transparente e respeitoso, assegurando protagonismo às pessoas com deficiência.
Em conformidade com o Art. 46 da Instrução Normativa MINC nº 23/2025, o Instituto Tom Maior assegura que este projeto cultural contemplará medidas efetivas de democratização do acesso, garantindo a participação ampla e equitativa da comunidade.Distribuição gratuita: Mais de 10% das oficinas e apresentações serão ofertadas de forma totalmente gratuita à comunidade, assegurando o acesso de diferentes públicos, sem qualquer restrição de idade, gênero, classe social ou outros aspectos.Comercialização popular: As oficinas serão oferecidas a preços simbólicos e acessíveis. Caso o participante não tenha condições financeiras de arcar com o custo, será garantida a isenção integral, assegurando a inclusão e a equidade no acesso.Medida de Ampliação do Acesso (Art. 47, inciso I, da IN nº 23/2025):Além do previsto no Art. 46, inciso III, o projeto adotará a medida de doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, totalizando 20% (vinte por cento) de gratuidade destinada à comunidade. Essa doação priorizará estudantes e professores da rede pública de ensino, bem como pessoas em situação de vulnerabilidade social, fortalecendo o compromisso com a democratização da cultura.
André Moreira: Graduado em Teologia, ele atuou como músico trombonista na Banda Louvores Celestes, na Banda Municipal de Blumenau, na Orquestra e Jazz Band da FURB e na Orquestra e Grupo de Metais do Teatro Carlos Gomes. Foi fundador e idealizador do projeto social CEMUK (Centro Musical Koinonia), localizado no Alto Vale do Itajaí, em Ituporanga. Há 22 anos, ele se dedica à comunidade, atendendo famílias, dependentes de substâncias psicoativas e pessoas em situação de rua e vulnerabilidade familiar. Profissionalmente, é marceneiro. Neste projeto, ele será o Diretor Geral.Jessica Maiara Kienen de Souza: Graduada em Ciências Contábeis pela UNIASSELVI e possui diversas especializações concluídas nas áreas social e cultural, incluindo Gestão de Projetos e Programas Sociais, Gestão de Projetos Sociais do Terceiro Setor e Gestão em Elaboração de Projetos Sociais (todas pela FACUMINAS), além de Produção, Arte e Entretenimento pela UNYLEYA. Também concluiu um MBA em Gestão de Pessoas e Marketing e uma especialização em Educação Empreendedora e Empreendedorismo Social, ambos pelo Instituto LÍBANO. Atualmente, é mestranda em Gestão de Projetos Culturais pela UNEATLANTICO. Com oito anos de experiência no setor cultural, atua com destaque na produção teatral e musical, coordenação de recitais de artes, eventos e projetos socioculturais. Na Instituição Sem Fins Lucrativos Tom Maior, desempenha a função de coordenadora financeira, colaborando ativamente na gestão de recursos e execução de projetos. É associada à ABCR (Associação Brasileira de Captadores de Recursos) e já contribuiu diretamente para a aprovação de cerca de 20 projetos culturais por meio de editais públicos e leis de incentivo, evidenciando sua sólida atuação na área da cultura e captação de recursos. Neste Projeto atuará como Coordenadora de Projeto. Jaqueline Daiane dos Passos Moreira: Graduada em Serviço Social pela Unicesumar, com especialização em Música e Artes pela Facuminas, ela possui uma trajetória de 22 anos na área da cultura. Durante esse período, adquiriu experiência em diversas áreas, incluindo atuação como musicista, instrutora de artesanato, produção musical e de recitais. Participou da Orquestra da FURB de 1999 a 2001, assim como da Orquestra Koinonia. Atualmente, atua como professora de instrumentos de corda, lecionando violão e violino, além de ministrar aulas de musicalização infantil, artes manuais e artesanato. Neste Projeto atuará como Coordenadora Geral e Professora de Violino e artesanato. Melquisael de Quadros Batista: É oriundo de uma família de músicos e iniciou seus estudos em bateria aos 11 anos de idade. Aos 15, já atuava profissionalmente ao lado de artistas da região. Com 17 anos, deu início à sua trajetória como professor, aprofundando seus conhecimentos e práticas na área do ensino musical. Atuou como professor durante três anos no Instituto Tom Maior e por dois anos no Projeto Sensibilizante, promovido pela Fundação Indaialense de Cultura (FIC). Ao longo de sua carreira, teve a oportunidade de abrir shows de diversos artistas de renome nacional, como Dazaranha, Maskavo, Thalles Roberto, Gabriela Rocha, Fernandinho, Rodolfo Abrantes, entre outros. Atualmente, exerce as funções de Diretor Musical e Coordenador no Instituto Tom Maior. Neste projeto atuará como Coordenador de Oficinas. Marineiva Muller Ramos Wagner: Desde a infância, está envolvida com música, começando sua jornada como cantora na igreja. Ao longo dos anos, sua voz a levou a várias oportunidades, incluindo apresentações em casamentos, festivais regionais e espetáculos artísticos. Além de sua carreira solo, ela gravou um CD com sua irmã em 2005, demonstrando sua versatilidade e talento. Também tem experiência como backing vocal em gravações de outros artistas e atualmente compartilha seu conhecimento como professora de técnica vocal. Com uma ampla gama de habilidades e experiências, ela continua a crescer como artista e educadora, buscando novas maneiras de compartilhar sua paixão pela música e inspirar outros através de suas performances e ensinamentos. Além disso, também atuou em teatro, adicionando outra dimensão à sua expressão artística. Neste projeto atuará como Coordenador de Oficinas. Amanda Torquato Batista: Desde a adolescência atua ativamente no meio artístico, participando de projetos sociais e apresentações teatrais, sempre com foco no trabalho com crianças e adolescentes. Essa vivência proporcionou o desenvolvimento de habilidades interpessoais, comunicação empática e sensibilidade social. Possui experiência consolidada como vendedora, função que exerceu por 3 anos, desenvolvendo competências em atendimento ao cliente, negociação e vendas. Durante esse período, também atuou na área de SAC, lidando diretamente com a resolução de demandas de clientes, atendimento pós-venda e suporte em processos de troca e devolução. Detém conhecimento em emissão de notas fiscais de devolução e notas de crédito, garantindo a regularização de processos comerciais e a satisfação do cliente. Também atuou como recepcionista, função na qual aprimorou sua organização, proatividade e habilidade no relacionamento com o público. Atualmente, integra a equipe de Comunicação e Marketing do Instituto Tom Maior, onde contribui com a produção de conteúdo, gestão de redes sociais, apoio em campanhas institucionais e ações de divulgação, reforçando seu perfil criativo e estratégico. Neste projeto atuará como Assistente Geral. Renan Geovaldri de Freitas Azevedo: Graduado em Serviço Social e com licenciatura em Pedagogia – Formação Pedagógica, ambos pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI, atua com forte envolvimento em ações sociais e comunitárias, com ênfase em projetos voltados ao bem-estar coletivo e ao desenvolvimento humano. Possui vasta experiência em trabalhos voluntários e sociais, com destaque para sua atuação junto a comunidades carentes em Santa Maria/RS, e também em comunidades terapêuticas nas cidades de Santa Maria/RS, Rodeio/SC e Indaial/SC. Prestou serviços voluntários durante cinco anos no Hospital Beatriz Ramos, em Indaial, e atualmente contribui como Assistente Social em uma ONG local, fortalecendo o atendimento social à população em situação de vulnerabilidade. Participou de diversos cursos de formação e aperfeiçoamento, com ênfase em áreas sociais, educacionais e culturais, incluindo: Formação de Mestres Familiares (apoio e acompanhamento a famílias carentes e órfãos), Serviço Social, Direitos Humanos, Base Nacional Comum Curricular (BNCC), Práticas Inclusivas para Formação de Professores, Autismo e Tecnologia: Desafios e Possibilidades de Aprendizagem e Inclusão, Capelania Hospitalar, além de temas como Metodologia da Pesquisa, Primeiros Socorros nas Escolas, e Educação a Distância. Com trajetória profissional diversificada, atuou em empresas e instituições como Expresso Medianeira, Nacional Supermercado, Livraria Betânia e COOPER – Cooperativa de Abastecimento do Vale do Itajaí. Mais recentemente, trabalhou na HAVAN S/A e no IBGE, no Censo Demográfico de 2022, além de exercer, desde 2023, a função de Assistente Social em instituições como a Comunidade Terapêutica Beth Hayôtser e, atualmente, na Instituição Sem Fins Lucrativos Tom Maior, onde colabora ativamente com projetos de impacto social e comunitário. Com forte vocação para a atuação em ambientes sociais, culturais e educativos, Renan integra sua formação acadêmica com uma prática profissional voltada à promoção da dignidade humana, da inclusão e do desenvolvimento social. Neste Projeto atuará como Assistente Social.Robson Maicon de Souza: é graduado em Processos Gerenciais pela Uniasselvi, está cursando Licenciatura em Música também pela Uniasselvi e está se especializando em Música com Ênfase em Educação Musical pela Facuminas. Com 16 anos de experiência na área cultural, ele desenvolveu habilidades em diversas áreas, incluindo atuação como músico, operador técnico de áudio e luz, produção musical e de recitais. Participou do Festival Minha Banda é um Sucesso na cidade de Timbó, atuando como músico. Robson é cadastrado na Ancine com o número de registro 54221. Atualmente, ele exerce a função de professor de instrumentos de cordas, ensinando violão, guitarra, contrabaixo e ukulele. Neste projeto será responsável por toda a parte técnica e de sonorização, além de conduzir as oficinas de violão, guitarra, contrabaixo e ukulele.Mara Cristina Pereira Azevedo: Graduada em Administração com habilitação em Marketing e em Pedagogia, além de possuir especialização em Educação à Distância: Gestão e Tutoria. Atualmente, está no 5º semestre do curso de graduação em Dança e possui formação em Dança Contemporânea, além de estar em curso de Ballet. Ela atua como professora de dança na Instituição Tom Maior e como Supervisora de Ensino na Instituição de Ensino UNIASSELVI. Neste projeto atuará como responsáveis pelas oficinas de Dança.
Projeto paralisado porque o proponente está INADIMPLENTE junto ao Ministério da Cultura.