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O projeto ``Lab Tech Afro-indi´gena - Educaça~o e Profisso~es do Audiovisual`` e´ uma proposta educativa em audiovisual, que orienta trabalhos tecnolo´gicos de produça~o e capacitaça~o audiovisual com pu´blico escolar juvenil. O projeto promove letramento audiovisual e reflexa~o em torno de produtos cinematogra´ficos protagonizados por estudantes de ensino médio em três ciclos: nos territórios indígenas remanescentes da cidade de Tutóia (MA), nos territórios quilombolas remanescentes de Cururupu (MA) e na região periférica de Sa~o Lui´s (MA). A realização de quatro oficinas em temas de linguagem audiovisual são o centro do projeto, desdobrando três produtos audiovisuais educativos criados em cada território.
Sinopse geral O projeto ``Lab Tech Afro-indígena - Educação e Profissões do Audiovisual`` é uma proposta pioneira de extensão educativa em audiovisual, que orienta trabalhos tecnológicos de produção e capacitação audiovisual com público escolar juvenil de territórios indígenas, quilombolas e periféricos. O projeto pretende promover letramento audiovisual e reflexão em torno de produtos cinematográficos protagonizados por estudantes em três ciclos: nas cidades de Cururupu (MA), Tutóia (MA) e São Luís (MA) . A relação entre cinema e educação guia esta iniciativa para comunidades afrodescendentes e indígenas inseridas em territórios tradicionais maranhenses. Sinopse da oficina 1 - Documentário Audiovisual A proposta é uma ação que visa capacitar, de forma inicial, estudantes de comunidades culturais, estudantes artistas, estudantes produtores(as) culturais e estudantes agentes de cultura pertencentes ao circuito de comunidades do território. A criação de produtos audiovisuais é o principal condutor de ações da proposta pedagógica, visando aliar a produção cultural que existe no circuito de comunidades ao formato de linguagem documental. Sinopse da oficina 2 - Fotografia para Audiovisual A proposta é uma ação que visa capacitar, de forma inicial, estudantes de comunidades culturais, facilitando a absorção de conhecimento técnico e criativo em fotografia, proporcionando um aprendizado mais construtivo para a turma participante. A oficina pretende aproximar agentes que preservam saberes associados às manifestações culturais tradicionais do território, por meio de uma exposição coletiva de projetos, em formato de laboratório. Sinopse da oficina 3 - Roteiro para Audiovisual A proposta é uma ação que visa capacitar, de forma inicial, estudantes de comunidades culturais que tenham intresse em aprender sobre Roteirização. Partindo da Poética de Aristóteles, a história da cultura ocidental foi marcada pelo desenvolvimento dominante de um pensamento sobre a dramaturgia. Em busca de desconstruir estruturas cristalizadas sobre roteiro faremos um breve passeio pelas histórias afrobrasileiras e indígenas sobre narrativas tradicionais. Sinopse da oficina 4 Direção Cinematográfica é um elo de comunicação entre todos os aprendizados de Cinema e Linguagem Audiovisual. As habilidades de direção desenvolvem o poder de uma liderança de equipe, por exemplo: tomar decisões artísticas e encontrar possibilidades criativas. A proposta é uma ação que visa capacitar, de forma inicial, estudantes de comunidades culturais que tenham intresse em dirigir filmes. Sinopse da Feira de Culminância O momento de culminância do projeto, que é a exposição coletiva dos trabalhos realizados nas oficinas, acontecerá na Feira Cultural e Étnico-Racial Maranhense (FECULEMA). A Feira Cultural e Étnico-Racial Maranhense (FECULEMA), é parceira das ações de territorialização deste projeto, tendo como tema: “Difusão Científica para as Relações Étnico- Raciais: Desafios para uma Escola Antirracista”. A Feira é organizada em formato de Congresso e tem o intuito de estimular a troca de projetos técnicos, científicos e culturais entre as instituições públicas do estado, com enfoque especial nas diversas narrativas culturais locais, especialmente nas tradições das culturas afro-brasileira, africana e indígena. Classificação etária das oficinas: livre para todas as idades.
Objetivo Geral: capacitar, usando a linguagem audiovisual como ferramenta, um grupo de 90 adolescentes e jovens indígenas, afrodescendentes e de territórios periféricos do Maranhão, ampliando suas viso~es de mundo e facilitando assim uma compreensa~o individual e coletiva da realidade que esta~o inseridos(as). Objetivos Especi´ficos: Facilitar quatro (4) oficinas em Direção Audiovisual, Roteiro Audiovisual, Fotografia para Audiovisual e Documentário, em três (3) territórios maranhenses de população indígena, afrodescendente e periférica. Certificar noventa (90) estudantes oriundos de escola pública e localizados em territórios tradicionais e periféricos maranhenses, em temas de linguagem audiovisual. Produzir e finalizar três produtos (3) audiovisuais educativos dirigidos pelas turmas dos três (3) territórios englobados pelo projeto. Realizar um (1) espaço aberto de feira tecnolo´gica para os estudante em conjunto, por meio atividades de exibição do material final de conclusão de oficina.
A Lei nº 11.645, de 10 março de 2008 torna obrigatório o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas. Aliando esse marco ao Cinema-Educação, observa-se que a sétima arte é uma poderosa ferramenta educacional que combina entretenimento e aprendizado de forma única. Através dele podemos explorar uma infinidade de temas como: estímulo do pensamento crítico na defesa dos povos indígenas e afrodescendentes, empatia, ampliação dos repertórios culturais, desenvolvimentos de habilidades na comunicação, interdisciplinaridade com outras disciplinas ou senso de comunidade que em suma utilizar o cinema como ferramenta metodológica e educacional será investir na formação de indivíduos preparados para enfrentar desafios do mundo contemporâneo de maneira combativa e reflexiva. Neste sentido, a necessidade do uso do mecanismo se apoia nos pontos do Art. 1º da Lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto está, essencialmente, vinculado aos estudos que se dedicam ao estudo do Cinema e a promoção cultural de territórios tradicionais maranhenses em diferentes aspectos, incluindo sua história, cultura, comportamento, linguagem e sociedade. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o presente projeto atende aos objetivos de acordo com o Art. 3º da referida norma: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023) II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Projeto Pedagógico APRESENTAÇÃO A relação entre cinema e educação guia esta iniciativa para comunidades afrodescendentes, periféricas e indígenas inseridas em territórios tradicionais maranhenses. O projeto nasce de um desejo de aproximar laços entre linguagem audiovisual e as escolas das regiões periféricas do Maranhão, expandindo possibilidades de diálogo sobre o papel do audiovisual na formação de adolescentes que em breve ingressarão no mercado de trabalho. A iniciativa conta com o apoio da Coordenação de Diversidade e Relações Étnico-Raciais do Instituto de Educação, Ciências e Tecnologias do Maranhão (IEMA), para formação de público e territorialização das ações. JUSTIFICATIVA O cinema negro e indígena tem desempenhado um papel fundamental na História do Brasil, tanto em frente quanto atrás das câmeras.A presença de povos originários nesse campo tem reescrito narrativas. Com filmes que apresentam a história, cultura e as lutas da população brasileira. O cinema não é apenas uma forma de entretenimento, mas também uma poderosa ferramenta de educação e extensão escolar para comunidades maranhenses. Identificação 1. Área de Conhecimento: Ciências Humanas, Ciências Sociais, Lingüística, Letras e Artes.2. Duração prevista: 8 horas de certificação por oficina cumprida.3. Horário de funcionamento: integral 4. Turnos de atendimento: matutino e vespertino5. Turmas/ Série (público alvo): 1o, 2o e 3o ano do ensino médio.6. Número de turmas atendidas: 3 turmas, cada polo com 30 estudantes. 7. Professores (as) responsáveis e colaboradores (as): oficineiros(as). OBJETIVOS Objetivo Geral: estimular, usando a linguagem audiovisual como ferramenta, um olhar ativo e a construção de um grupo discente mais crítico e reflexivo, ampliando suas visões de mundo e facilitando assim uma compreensão individual e coletiva da realidade que estão inseridos Objetivos Específicos: Proporcionar um espaço aberto de feira tecnológica para os discentes em conjunto, por meio atividades diferenciadas e motivadoras se apropriem do espaço de aprendizagem ; Propiciar por meios de ficções e documentários o debate, a reflexão, discussão para assim instigar o senso crítico e a reflexão interna e externa; Incentivar a autonomia dos discentes no processo de procura dos filmes e documentários que serão abordados; Estimular o exercício da produção da linguagem audiovisual na comunidade escolar; ELEMENTOS CURRICULARES A SEREM TRABALHADOSO projeto está, essencialmente, vinculado aos estudos que se dedicam ao estudo do ser humano em diferentes aspectos, incluindo sua história, cultura, comportamento, linguagem e sociedade. O plano também se orienta pela inclusão de um currículo afro referenciado e de literaturas indígenas, como política curricular. No que tange às competências gerais da BNCC, o projeto buscará contribuir para o desenvolvimento de: Competência 1 - Analisar processos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais nos âmbitos local, regional, nacional e mundial em diferentes tempos, a partir de procedimentos epistemológicos e científicos, de modo a compreender e posicionar-se criticamente com relação a esses processos e às possíveis relações entre eles. Competência 2 - Analisar a formação de territórios e fronteiras em diferentes tempos e espaços, mediante a compreensão dos processos sociais, políticos, econômicos e culturais geradores de conflito e negociação, desigualdade e igualdade, exclusão e inclusão e de situações que envolvam o exercício arbitrário do poder. Competência 3 - Contextualizar, analisar e avaliar criticamente as relações das sociedades com a natureza e seus impactos econômicos e socioambientais, com vistas à proposição de soluções que respeitem e promovam a consciência e a ética socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional, nacional e global. Competência 4 - Analisar as relações de produção, capital e trabalho em diferentes territórios, contextos e culturas, discutindo o papel dessas relações na construção, consolidação e transformação das sociedades. Competência 5 - Reconhecer e combater as diversas formas de desigualdade e violência, adotando princípios éticos, democráticos, inclusivos e solidários, e respeitando os Direitos Humanos. Competência 6 - Participar, pessoal e coletivamente, do debate público de forma consciente e qualificada, respeitando diferentes posições, com vistas a possibilitar escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
Plano de Acessibilidade O objetivo deste campo é orientar a ação da iniciativa, de forma a efetivar a acessibilidade em diferentes dimensões inerentes aos territórios diversos abraçados pela proposta. A acessibilidade não é apenas uma obrigação legal, mas um desafio para atividades públicas e de produção cultural, sendo uma oportunidade para que a proposta educativa se aprimore como uma intervenção de democratização da cultura em matéria de inclusão. Objetivo Para garantir que todas as pessoas possam usufruir das formações, cada território contará com recursos de acessibilidade, com legendas traduzidas para português, tradução simultânea em Libras e audiodescrição, promovendo um ambiente inclusivo. Será desenvolvido um plano de comunicação acessível, incluindo a criação de uma plataforma online e perfis em redes sociais para divulgar o projeto e ampliar seu alcance. Ações de Acessibilidade Arquitetônica: Rampas de Acesso e Sinalização: será feita pesquisa ativa e visita técnica para encontrar o espaço mais adequado em cada território. O objetivo é garantir que os locais escolhidos possuam estrutura com rampas de acesso e sejam adequados à locomoção de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. Além disso, sinalizações táteis serão instaladas para indicar claramente as áreas de acesso e as rotas mais adequadas, promovendo autonomia aos participantes.Ações de Acessibilidade Comunicacional Obras Audiovisuais com legendas: todas as obras produzidas serão legendadas em português e libras. Intérprete de Libras: As aulas e atividades de exibição do material produzido nas oficinas contarão com a presença de um intérprete de Libras, possibilitando que a comunidade surda participe de forma plena e direta das discussões e aprendizados oferecidos. Audiodescrição: o material exibido em sala de aula, assim como o material produzido, contará com audiodescrição. Vídeos em Libras e com Legendas: Todo o material de divulgação, incluindo vídeos, será produzido com tradução em Libras e legendas em português. Essa medida amplia o alcance da comunicação, permitindo que pessoas surdas tenham acesso antecipado às informações sobre o evento e sua programação. Linguagem Simples e Acessível A comunicação durante as oficinas será ajustada para uma linguagem clara, direta e acessível ao perfil do público do projeto. Esse cuidado promove o entendimento de todas as informações, facilitando o engajamento do público e assegurando que as orientações e descrições estejam acessíveis para pessoas com diferentes níveis de letramento. Ações de Acessibilidade AtitudinalFormação da Equipe: Todos os membros da equipe, incluindo voluntários e equipe técnica, receberão capacitação em acessibilidade com uma profissional especializada. Esse treinamento visa preparar a equipe para lidar com pessoas diversas, de forma respeitosa e acolhedora, promovendo uma experiência inclusiva e assegurando que todos os participantes se sintam bem-vindos e apoiados durante o projeto.
O projeto possui o desejo de aproximar laços entre linguagem audiovisual e as comunidades das regiões periféricas e tradicionais do Maranhão. Expandindo possibilidades de diálogo sobre o papel do audiovisual na formação de adolescentes, adotou-se medidas de ampliação de acesso a seguir listadas: Doação dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III da instrução normativa, totalizando a doação dos filmes produzidos nas oficinas para videotecas públicas educativas virtuais e presenciais; Disponibilização, na internet aberta, dos filmes produzidos durante as oficinas, acompanhado com libras e audiodescrição; Formação técnica e cultural voltada para adolescentes e jovens oriundos de escolas públicas maranhenses. Estabelecimento de parceria com os Núcleos de Diversidade e Relações Étnico-Raciais, dos Institutos Estaduais do Maranhão, para a territorialização do projeto (carta de colaboração em anexo).
Carolina Maria Bruzaca Pinto - Direção Geral Carolina Maria é responsável pela concepção do streaming FOZ – Circulação Audiovisual Pan-Amazônica, atuando como curadora e coordenadora geral do projeto. Possui formação profissional em Roteiro pelo Centro Afrocarioca de Cinema (RJ) e é curadora da Mostra CineAfromar (MA), a primeira mostra de Cinema Negro do Maranhão. Finalista e premiada pelo Lab Nicho 54 (2021), Películas Negras Lab (2021) e Festival Cabiria de Cinema (2021) nas categorias de roteiro infanto-juvenil e documentário. Atualmente, cursa Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo Baiano e é brincante da cultura popular maranhense, como Tapuia do Bumba-Meu-Boi de Leonardo. I) Carmen Kemoly - Oficineira de Documentário Audiovisual Carmen Kemoly é uma cineasta quilombola do território tradicional Monteiro (Timon - Maranhão). Mestranda em Comunicação e Cultura na ECO (UFRJ). Realizou o ``Projeto Mulheres nos Terreiros da Esperança``, um projeto de Comunicação Popular, e o projeto ``SOS Corpo - Instituto Feminista para Democracia``, por meio do edital ``Mulheres Negras e Populares: Traçando caminhos, construindo direitos``, que levantou discussões e ações no que se refere aos direitos das mulheres, no campo dos direitos humanos, memória, patrimônio e ancestralidade, em território impactado por obras desenvolvimentistas no Piauí. II) Rudá Jenipapo - Oficineiro de Fotografia Audiovisual Rudá Jenipapo é um cineasta indígena do povo Jenipapo-Kanindé (Ceará). Como integrante da comunidade LGBTQIA+ participa de movimentos indígenas de defesa de direitos humanos. Estudou Cinema e Audiovisual pela UFRB (2018). Atua como arte-educador, produtor cultural, mediador cultural, facilitador em oficinas e cursos de cinema e artes visuais, além de desenvolver trabalhos na área de pesquisa antropológica. III)Flavio Gusmão - Oficineiro de Roteiro Audiovisual Flavio Gusmão é um cineasta negro e membro da APAN (Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro). Foi finalista das rodadas de negócios do MercaMIMB 2024 (em parceria com os Estúdios Globo), SérieLab 2023, FRAPA 2021-2023 e Lab Nicho 54 2021. É co-criador da série em pré-produção “Intransitivos”, a primeira série de humor a ser gravada no Recôncavo da Bahia. Também está envolvido nos projetos “Zona do Imaginário – Mostra de Cinema Fantástico”, “Sala Baiana de Criação” e “Workshop Descentralização, Diversidade e Processos Criativos do Audiovisual”. IV) Keyci Martins - Oficineira de Direção Audiovisual para Ficção Keyci Martins é diretora de cinema maranhense, com carreira de mais de uma década de premiações. Fez direção, roteiro e produção executiva do Curta Terra 333, premiado com melhor direção arte e melhor montagem no 45º Festival Guarnicê de Cinema, selecionado no VI Internacional Planeta Doc, Seleção oficial Lift Off- Global Network. Coleciona seleções competitivas pelas mostras Cine Plural, Maranhão na Tela, Mostra AfroAmazonas, e no Festival Novo Cinema maranhense. V) Maitê Silva Sousa - Mentora do Projeto e Palestrante (voluntária) Mulher trans maranhense, premiada pelo prêmio Gaivota de Direitos Humanos. Produtora Audiovisual. Coordenadora Geral de Diversidade e Relações Étnico-Raciais dos Núcleos de Diversidade dos Institutos Estaduais do Maranhão.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.