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O projeto visa realizar a 16a edic?a?o do Janela Internacional de Cinema do Recife. Seguindo o conceito de janela, o festival pretende apresentar uma imagem fiel dos caminhos tomados pelo cinema, estimulando a expressa?o arti?stica e as obras de tom pessoal, e trazendo para o pu?blico um cinema que quebre expectativas. a programação inclui mostras competitivas de curtas, mostra de longas internacionais e nacionais, clássicos do cinema e programas especiais.
A 16ª edição do Janela Internacional de Cinema do Recife propõe um conjunto integrado de ações culturais que têm como eixo principal a exibição de obras cinematográficas em salas públicas da cidade do Recife, articuladas com programas de formação, ações de acessibilidade, iniciativas de democratização do acesso e estratégias de difusão crítica do pensamento audiovisual.O evento consiste na realização de um festival internacional de cinema, com duração de aproximadamente 10 dias, dedicado à exibição de cerca de 60 obras brasileiras e estrangeiras, entre curtas, médias e longas-metragens, organizadas em mostras competitivas, programas especiais, retrospectivas, sessões temáticas e exibições de clássicos restaurados em cópias digitais e analógicas. A curadoria, elemento central da proposta, trabalha com critérios de excelência artística e diversidade estética, buscando contemplar um panorama amplo da produção audiovisual contemporânea e histórica.Além da programação de filmes, a obra inclui o desenvolvimento de três eixos complementares:1. Janela Crítica – Programa formativo voltado à formação de novos críticos e pensadores do cinema. Nove jovens participantes selecionados por chamada pública têm acesso gratuito às sessões do festival, participam de encontros com profissionais e publicam diariamente textos no site oficial do evento. O grupo também compõe um júri paralelo que premia filmes nas categorias de curta e longa-metragem. A atividade é supervisionada por coordenadores com experiência em crítica e curadoria.2. Aulas do Janela – Série de encontros abertos em que realizadores, artistas, curadores e técnicos compartilham suas práticas e experiências com o público. As aulas ocorrem presencialmente e também são transmitidas online, possibilitando ampla participação. Essa ação fomenta o intercâmbio de saberes entre profissionais e espectadores, aproximando o público dos bastidores da criação cinematográfica.3. Seminários, debates e lançamentos – Painéis e conversas abertas com diretores, produtores, pesquisadores e críticos convidados, com o objetivo de aprofundar temas ligados à linguagem audiovisual, políticas públicas, estética, memória, tecnologia e circulação de obras. Também fazem parte dessa frente lançamentos de publicações voltadas à reflexão sobre cinema e cultura.A obra contempla ainda a exibição de filmes clássicos e de repertório, restaurados ou exibidos em 35mm, fortalecendo o compromisso do festival com a memória do cinema. Títulos raros da cinematografia brasileira e mundial são inseridos em sessões comentadas, acompanhadas de material crítico e ações de mediação cultural.As sessões são distribuídas em um circuito que compreende salas públicas e independentes do Recife, como o Cinema da Fundação Joaquim Nabuco (Derby, Museu e Porto), o Cinema São Luiz, o Cineteatro do Parque e o Cinema da UFPE. Todas as atividades serão acessíveis ao público mediante a venda de ingressos a preços populares, com distribuição gratuita em ações específicas voltadas a públicos prioritários.Com uma abordagem transversal entre exibição, formação e reflexão crítica, o projeto propõe um evento plural, acessível e comprometido com a valorização da produção audiovisual como forma de pensamento e experiência coletiva. O Janela é um espaço de encontro, celebração e provocação, voltado para o cinema contemporâneo e sua história.Classificação indicativa: variável conforme cada sessão (livre, 12 anos, 16 anos ou 18 anos), informada ao público com antecedência por meio do site oficial, redes sociais e materiais de programação.
Objetivo geral: Realizar um Festival internacional de cinema composto por cerca de 60 filmes brasileiros e estrangeiros divididos entre mostras competitivas de curtas e longas, mostras especiais e clássicos.Objetivos específicos:? Qualidade Técnica de ExibiçãoGarantir excelência técnica nas exibições, respeitando as especificidades de cada obra em termos de imagem e som, de modo a fazer jus aos diferentes formatos e processos de realização dos filmes.? Fomento à Discussão CinematográficaIntegrar a exibição fílmica com espaços de reflexão sobre o cinema, promovendo o diálogo entre realizadores, público, crítica e demais agentes do audiovisual, por meio de ações como:1. Sessões seguidas de debates abertos com a plateia;2. Organização do Janela Crítica (ver anexo): iniciativa formativa voltada para jovens interessados em cultura fílmica. Nela, nove participantes selecionados têm acesso livre às sessões do festival e participam de encontros com profissionais da crítica de cinema. Os textos produzidos durante o festival são publicados diariamente no site www.janeladecinema.com.br. Os participantes também compõem o júri paralelo ?Janela Crítica?, responsável por atribuir prêmios nas categorias de curta e longa-metragem. Desde 2017, o formulário de inscrição inclui um campo de autodeclaração racial, contribuindo para a formação de júris mais diversos e equilibrados em termos de raça e gênero.3. Realização de seminários temáticos, lançamentos de livros, debates e encontros abertos com realizadores, como parte da missão do festival de formar e ampliar plateias críticas.? Formação de PlateiaEngajar o público já interessado em cinema e cultura fílmica, ao mesmo tempo em que se busca alcançar novas audiências por meio de programações qualificadas e ações direcionadas, como:1. Sessões voltadas ao público infantil;2. Novas edições da iniciativa Aulas do Janela, em que realizadores e profissionais compartilham seus processos criativos em encontros abertos com o público. Esses momentos promovem um fluxo direto de troca entre palestrantes e plateia, criando espaços potentes de formação e aproximação com o fazer cinematográfico.? Intercâmbio com Instituições e FestivaisEstabelecer parcerias com festivais, cineclubes, universidades e instituições culturais no Brasil e no exterior, ampliando as conexões do festival com outras iniciativas e circuitos.
Reconhecendo a importância da cidade do Recife ter o seu próprio festival, aberto para o mundo e com um olhar singular, apresentando ao público local uma seleção abrangente do cinema nacional e internacional contemporâneo, criamos o Janela Internacional de Cinema do Recife em 2008.O Janela Internacional de Cinema do Recife preencheu, em 2008, um vazio significativo na cidade e no estado, estabelecendo a tela do cinema como uma janela aberta para outros lugares do Brasil e do exterior. O festival surge do desejo de estabelecer um fórum de trocas entre a produção audiovisual de Pernambuco e imagens realizadas em outros contextos. Trata-se, portanto, de um trabalho pautado na seleção criteriosa de curtas e longas, baseado na qualidade dos filmes feitos no Recife, desdobrando-se numa curadoria que estabelece diálogos francos com obras do Brasil e do mundo, nos mais distintos formatos.Desde a nossa estreia em 2008 até hoje, contabilizamos mais de 130 mil espectadores, utilizando em média duas salas de cinema por edição. Nesses 15 anos, exibimos aproximadamente 1500 filmes entre curtas, médias e longas-metragens. Apresentamos desde raros filmes centenários até estreias mundiais. O festival cresceu de forma notável, tendo adquirido uma reputação e repercussão considerável na mídia.Hoje, o Janela é considerado uma das mais importantes mostras de cinema do país, composto de mostras competitivas de longas-metragens e curtas-metragens, programas especiais, clássicos apresentados tanto em cópias digitalmente restauradas quanto no seu suporte analógico original, além da bem-sucedida oficina ?Janela Crítica?, iniciativa que busca incentivar a formação de pensamento crítico de jovens de Pernambuco e de outros estados.Durante os dias do festival, de 100 a 150 filmes são exibidos nas telas do Cinema São Luiz, o Cinema do Parque, localizados no centro da cidade, e do Cinema da Fundação (Derby e Museu). Desde que o São Luiz foi reequipado em 2016, todas as salas do festival contam com projeção e som de alto padrão para exibir os filmes selecionados..Em sua edição seguinte, diante da impossibilidade de realizar um festival presencial, preparamos uma edição especial em formato adaptado ao contexto da pandemia global de Covid-19, realizada em março de 2021 com o apoio da Lei Aldir Blanc e da Prefeitura do Recife. Nesta edição, o Janela teve como tema central a frase ?Eu me lembro?, explorando a importância das memórias individuais e coletivas, dos arquivos e da preservação das histórias filmadas. O festival também incluiu uma intervenção urbana com projeções ao ar livre no centro da cidade, além de atividades remotas e gratuitas, como as Aulas do Janela e programas especiais de filmes.Em 2022, retomamos o formato presencial, ocupando as salas do Cinema da Fundação (Derby) e do recém-restaurado Cineteatro do Parque. O festival aconteceu no mês de julho e teve como destaque uma programação que reuniu cinematografias negras na mostra especial intitulada ?Ladrões de Cinema?, além da estreia de diversos títulos brasileiros inéditos, a exibição histórica da restauração digital do clássico ?A Rainha Diaba?, promovida por meio de parceria do Janela com o Laboratório Linkdigital e a iniciativa de preservação CineLimite; e uma retrospectiva do trabalho da cineasta americana Kelly Reichardt, apresentada pela primeira vez de forma integral no Brasil. Neste contexto de retomada, também ocorreram novas entradas na série ?Aulas do Janela?, além de conversas abertas entre realizadores e profissionais do cinema e o público.A edição de 2023 contou com um circuito expandido que compreendeu o Cinema da Fundação (Derby e Porto), o Cineteatro do Parque e o Cinema da Universidade Federal do Pernambuco, exibindo cerca de 60 títulos entre curtas, médias e longas-metragens. Destacaram-se nesta edição algumas ações transdisciplinares, como as apresentações musicais com divas do lipsync de Recife nas aberturas de alguns filmes de longa-metragem da programação. Foram exibidos filmes inéditos e clássicos de diversos países, com atenção especial para o cinema de Pernambuco e do Brasil, em sessões distribuídas em blocos que ocuparam todas as salas que compuseram o circuito do Janela. Destacaram-se a seleção de clássicos brasileiros raros como ?Homens Trabalhando? e ?Chico da Silva?, além de ?Corisco e Dádá?, numa parceria inédita com o laboratório de restauração do MIS-CE, além de blocos especiais dedicados aos curtas do coletivo mexicano Los Ingrávidos, do cineasta brasileiro Odilon Lopes e do realizador japonês Toshio Matsumoto. Preservamos a iniciativa ?Aulas do Janela?, com duas ações especiais online no canal do Janela no YouTube, além dos debates com os realizadores brasileiros presentes nas sessões. Nessa última edição, o festival contou exclusivamente com o patrocínio do SIC e do FUNCULTURA.Para a edição de 2025, planejamos retomar o festival em seu formato maior, com projeções no Cinema da Fundaj (Derby, Museu e Porto), Cinema São Luiz, Cine Teatro do Parque e Cinema da UFPE, criando um circuito abrangente de programação nas salas independentes da região. Neste ano, nossa programação será ainda mais diversificada, com mostras competitivas, bem como o Janela Crítica, as Aulas do Janela. Além disso, manteremos nossas famosas sessões de clássicos, que já foram tão bem recebidas pelo público a ponto de lotar o Cinema São Luiz com 1 mil espectadores por sessão.O Janela Internacional de Cinema do Recife é reconhecido hoje como um dos festivais de cinema independente mais relevantes e consolidados no âmbito cinematográfico nacional. Sua trajetória rica é fruto de um trabalho dedicado e atento à difusão da produção cinematográfica alternativa e autoral, contribuindo de forma significativa para o enriquecimento do panorama cultural e artístico no Recife e no Brasil.O aporte financeiro possibilitado pela Lei Rouanet desempenha um papel fundamental na viabilização e execução do Festival. Esses recursos são essenciais para cobrir despesas relacionadas à infraestrutura, logística, produção e divulgação do evento, assegurando sua qualidade técnica e alcance junto ao público e aos profissionais do cinema. O Janela está alinhado com os objetivos dos programas de incentivo à cultura, que visam fomentar e fortalecer a produção cultural local, incentivando a realização de eventos que promovam a diversidade cultural e artística, estimulando a formação de plateias e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da região.
1. Exibição de FilmesRealização de cerca de 55 sessões presenciais ao longo de 8 dias de festival, com exibição de aproximadamente 100 filmes nacionais e internacionais. As sessões incluem mostras competitivas, especiais e retrospectivas. Expectativa de público total: 20.000 pessoas.2. Materiais Gráficos e AudiovisuaisProdução de catálogo impresso e digital (80 a 100 páginas), programação impressa (folder), vinhetas e teasers promocionais, peças para redes sociais e sinalização visual dos espaços (banners, camisetas, crachás, etc.).3. Ações Formativas e EducativasInclui o Janela Crítica (formação de jovens críticos com bolsas e produção de conteúdo), as Aulas do Janela (encontros com profissionais, presenciais e online, com acessibilidade), e o Janela de Criação (oficinas práticas voltadas a públicos específicos). Também prevê sessões gratuitas para estudantes da rede pública e ações com acessibilidade física e comunicacional.4. Equipe TécnicaEnvolvimento de cerca de 50 profissionais diretos nas áreas de curadoria, produção, técnica, comunicação, acessibilidade e atendimento ao público, além de prestadores de serviços contratados localmente.
O Janela Internacional de Cinema do Recife adota uma política ativa e contínua de acessibilidade, que se manifesta tanto na escolha dos espaços físicos quanto nas estratégias de inclusão de públicos com deficiência na fruição e participação plena das atividades propostas.No que diz respeito à acessibilidade física, o festival é realizado em salas de cinema que contam com infraestrutura adequada: acesso por rampas, assentos reservados, banheiros adaptados e sinalização tátil ou contrastada para pessoas com deficiência visual. O festival atua em parceria com instituições como a Fundação Joaquim Nabuco, a UFPE e o Governo do Estado, que mantêm equipamentos culturais com infraestrutura compatível com as normas de acessibilidade.Além disso, são tomadas providências adicionais em cada edição para garantir conforto e mobilidade de todos os públicos, inclusive com sinalização reforçada em dias de maior fluxo, distribuição de ingressos com identificação de lugares preferenciais, além de articulação com escolas públicas e organizações da sociedade civil para transporte de grupos específicos.Na dimensão da acessibilidade de conteúdo, o Janela vem desenvolvendo ações para tornar as experiências audiovisuais acessíveis também em suas camadas sensoriais, cognitivas e comunicacionais. A proposta contempla a inserção de sessões com recursos de acessibilidade comunicacional, tais como:Audiodescrição para pessoas com deficiência visual;Legendas descritivas (LSE) para pessoas surdas ou com deficiência auditiva;Interpretação em Libras, especialmente nas sessões com debates e atividades formativas, como as “Aulas do Janela” e os seminários temáticos.A curadoria também leva em conta a acessibilidade simbólica e a diversidade de repertórios, contemplando obras que expandem o campo das representações e subjetividades, reforçando a ideia de acessibilidade como experiência cultural integral.As redes sociais e o site do festival serão atualizados com conteúdo acessível, incluindo textos em linguagem simples, descrição de imagens e vídeos com legendas automáticas revisadas. Os materiais de divulgação digital e impresso também seguirão diretrizes de contraste e legibilidade.O festival entende a acessibilidade não como um protocolo a ser cumprido, mas como um compromisso permanente de transformar a experiência estética e coletiva do cinema em uma prática mais inclusiva, diversa e sensível às diferenças.
A democratização do acesso está no cerne da concepção e implementação do Janela Internacional de Cinema do Recife. Desde sua criação, o festival foi pensado como uma plataforma de exibição, formação e encontro capaz de romper barreiras sociais, econômicas e simbólicas de acesso ao cinema contemporâneo e ao pensamento crítico sobre a imagem.A proposta do projeto garante venda de ingressos a preço popular, além de acesso gratuito a diversas atividades da programação. As sessões de filmes — curtas, médias e longas — são abertas ao público, com distribuição de ingressos presencial nas bilheterias das salas participantes e, quando possível, por meio de plataformas digitais de reserva.Parte dos ingressos será destinada a ações de mobilização com escolas públicas, coletivos culturais, universidades e grupos de jovens de periferias urbanas, com o intuito de estimular a participação de novos públicos e promover experiências de fruição cinematográfica em contextos marcados pela desigualdade de acesso à cultura.Além da programação de filmes, o festival oferece uma ampla gama de atividades paralelas gratuitas, como:• Oficinas, encontros formativos e debates com realizadores;• Lançamentos de livros e rodas de conversa;Essas ações, voltadas tanto a públicos especializados quanto a iniciantes, têm como objetivo estimular a formação de repertório, o desenvolvimento de senso crítico e a criação de vínculos entre artistas e espectadores.O festival também investe na ampliação do acesso remoto: parte das atividades formativas é transmitida ao vivo ou gravada e disponibilizada no canal do YouTube do Janela. Os textos produzidos pelo programa Janela Crítica, iniciativa formativa para jovens escritores, são publicados diariamente durante o festival no site oficial, funcionando como ferramenta permanente de reflexão e acesso gratuito ao pensamento crítico contemporâneo.Durante os dias de realização, são mantidos pontos de informação presenciais nos espaços do circuito, bem como suporte digital para o público, garantindo clareza no acesso às atividades. O catálogo do festival, assim como os materiais de divulgação (físicos e digitais), é distribuído gratuitamente, e segue princípios de linguagem clara, acessível e responsiva.A curadoria também atua com responsabilidade editorial e crítica na inclusão de filmes realizados por mulheres, pessoas negras, indígenas e LGBTQIAPN+, contribuindo para a multiplicidade de vozes e a descentralização dos discursos hegemônicos no campo audiovisual.Essas estratégias, integradas à política de preço acessível, entrada gratuita e à ocupação de equipamentos públicos, asseguram que o Janela siga sendo um festival de portas abertas no acesso físico e na escuta e reconhecimento das diferenças.
Direção Artística - Kleber Mendonça FilhoDiretor artístico do Janela Internacional de Cinema do Recife, que teve sua 15a edição em novembro de 2024, e coordenador de cinema e curador do Instituto Moreira Salles. Como realizador, migrou do vídeo nos anos 90, quando experimentou com ficção, documentário e videoclipes para o digital e o 35mm na década de 2000, realizando A Menina do Algodão (co-dirigido por Daniel Bandeira, 2003), Vinil Verde (2004), Eletrodoméstica (2005), Noite de Sexta Manhã de Sábado (2006), Crítico (2008) e Recife Frio (2009). Seus filmes receberam mais de 120 prêmios no Brasil e no exterior, com seleções em festivais como Brasília, Tiradentes, Festival do Rio, Gramado, Karlovy-Vary, Clermont-Ferrand, Hamburgo, BAFICI, Indie Lisboa e Cannes (Quinzena dos Realizadores). Os festivais de Santa Maria da Feira, Toulouse e Roterdã já apresentaram retrospectivas dos seus filmes. Sua primeira experiência no longa-metragem foi o documentário Crítico, realizado ao longo de oito anos. O Som ao Redor é o seu primeiro longa-metragem de ficção. Estreou no Festival de Rotterdam em fevereiro de 2012, foi selecionado em mais de 100 festivais e ganhou 32 prêmios. Foi escolhido pelo New York Times como um dos 10 melhores filmes de 2012. Foi também o representante do Brasil no Oscar 2014, na categoria de melhor filme estrangeiro. O seu segundo longa de ficção, Aquarius, estrelado por Sonia Braga, estreou na competição principal do Festival de Cannes em maio de 2016. Foi distribuído em mais de 100 países e já ganhou 34 prêmios em festivais. Em 2018, realizou o longa Bacurau, co-dirigido por Juliano Dornelles, que estreou na competição do Festival de Cannes em maio de 2019 e ganhou o Prêmio do Júri. Em 2023, ele lançou Retratos Fantasmas, um filme ensaio que estreou fora de competição no Festival de Cannes e foi o representante do Brasil para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Em 2025, estreou O Agente Secreto também no Festival de Cannes e saiu com Prêmio de Melhor Direção e Melhor Ator. Direção Artística - Emilie LesclauxDesde 2005 é sócia da produtora pernambucana CinemaScópio, onde assume responsabilidades de produção de filmes. Desde 2008 é produtora e co-diretora do festival Janela Internacional de Cinema do Recife. Em 2008, produziu o curta-metragem Recife Frio, de Kleber Mendonça Filho, selecionado em 40 festivais e vencedor de 32 prêmios. Em 2010, produziu seu primeiro longa de ficção, O Som Ao Redor (Neighboring Sounds), dirigido por Kleber Mendonça Filho, selecionado em mais de 100 festivais de cinema, e vencedor de 32 prêmios. O filme foi escolhido um dos 10 melhores filmes do ano pelo New York Times e representou o Brasil no Oscar, na categoria de melhor filme estrangeiro. Em 2013, Emilie produziu uma instalação, a Feira, para o Museu Cais do Sertão, dirigida por Kleber Mendonça Filho. Em 2014, ela produziu Sem Coração (Heartless), um curta-metragem de Tião e Nara Normande, selecionado em mais de 50 festivais (entre os quais a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes e o Festival de Clermont Ferrand) e vencedor de 28 prêmios. Entre 2012 e 2015, Emilie produziu três longas de Recife: Permanência, de Leonardo Lacca (lançado em 2015 nos cinemas), O Ateliê da Rua do Brum, de Juliano Dornelles (em finalização), e Aquarius, o segundo longa metragem de Kleber Mendonça Filho, estrelado por Sonia Braga. Aquarius estreou na competição principal do Festival de Cannes em maio de 2016. Foi distribuído em mais de 150 paises e ganhou 34 prêmios em festivais. Em 2018, produziu o longa Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, que estreou na competição do Festival de Cannes em maio de 2019 e ganhou o Prêmio do Júri. Em 2023, ela lançou Retratos Fantasmas, um filme ensaio de Kleber Mendonça Filho que estreou fora de competição no Festival de Cannes e foi o representante do Brasil para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Em 2025, estreou O Agente Secreto também no Festival de Cannes e saiu com Prêmio de Melhor Direção e Melhor Ator. Diretor de programação e curadoria - Pedro AzevedoMinibio: Pesquisador e programador em cinema e artes visuais. Doutorando em artes pela UFC e mestre em estudos de arte pela Universidade do Porto, tem atuação voltada para curadoria, museologia e crítica. Foi curador do Cinema do Dragão (2013–2022) e gerente de Acervo e Pesquisa no Museu da Imagem e do Som do Ceará (2022–2023). Atua também como professor, tendo ministrado cursos e oficinas em instituições públicas e privadas. É diretor artístico da plataforma colo.zone, espaço de trânsito entre pensamento crítico e curatorial, com apresentações de artistas brasileiros e estrangeiros, além de artigos, entrevistas e cursos. Desde 2024, é diretor de programação do Janela Internacional de Cinema do Recife. Atualmente, colabora com o Pivô Arte e Pesquisa na área de curadoria em audiovisual e videoarte, e com o caderno de cultura do jornal O Povo, onde escreve sobre festivais nacionais e internacionais. Trabalhou na curadoria de exposições como À Nordeste – Cinema de Reinvenção (Sesc 24 de Maio, São Paulo) e Passeio Noturno (MIS, Fortaleza), além de ter integrado a curadoria do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.