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?M?e Cleo? ? um document?rio h?brido de m?dia-metragem (at? 70 min), que estreita o olhar sobre M?e Cleonice, Iyalorix? de 80 anos acometida pelo Alzheimer, cujo esquecimento gradual tensiona a mem?ria viva do candombl? baiano. Por meio de entrevistas conduzidas por Pai M?rcio e da perspectiva de Vit?ria, a c?mera capta rituais nos terreiros da Casa Branca, do Ob? Ayi? e do Ejigb?, e viagens at? a Nig?ria em busca de folhas sagradas, tecidos, mi?angas e atabaques. Sequ?ncias de anima??o parcial dramatizam mitos como o do Olubaj?, fornecendo contexto te?rico e visual aos ritos. Ao costurar lembran?as de gera?es femininas negras, o filme revela como saberes orais se entrela?am em saias, palha da costa e pipoca, formando uma teia simb?lica de resist?ncia. Com dramatiza?es, registros documentais e anima?es, ?M?e Cleo? celebra o tempo c?clico do candombl?, reafirmando o legado espiritual e a luta contra o esquecimento.
1. Roteiro do Documentário A escrita do roteiro será a espinha dorsal do documentário, estruturando a narrativa, os momentos de animação e os recursos de acessibilidade que irão guiar todas as demais etapas da produção. Será um documento criativo e técnico, que já nascerá pensado para múltiplas versões inclusivas da obra. 2. Oficina de Atuação com o Terreiro Durante cinco dias, membros do terreiro participarão de uma vivência formativa que os prepara artisticamente para atuar no filme. A oficina é também um espaço de valorização da oralidade, da expressão corporal e da construção coletiva da memória de Mãe Cleo, dentro do próprio ambiente religioso. 3. Produção de Animação Serão criados até 10 minutos de animação que integrarão o documentário, com estilo e estética que dialogam com os saberes do candomblé. A animação será inclusiva desde sua origem, contando com versões acessíveis em LIBRAS, audiodescrição e legendas, enriquecendo visualmente a narrativa e ampliando seu alcance. 4. Filmagem e Edição Final do Documentário (4 versões) A etapa de filmagem e finalização resultará em quatro versões distintas do documentário, garantindo acessibilidade e circulação internacional. Serão produzidas versões com legendas em português, inglês e espanhol, além de uma versão completamente acessível com LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas. 5. Sessões Fechadas Acessíveis Serão organizadas cinco sessões presenciais de exibição, com foco na acessibilidade do ambiente e das versões do filme, permitindo que o público escolha entre as versões legendadas ou a versão com todos os recursos de inclusão. Essas exibições visam alcançar comunidades locais e públicos com deficiência. 6. Parceria com Secretarias de Educação O projeto buscará articulação institucional para integrar o documentário à rede pública de ensino. A ação visa distribuir o filme em suas versões inclusivas às escolas, como ferramenta pedagógica sobre memória, cultura afro-brasileira e inclusão. 7. Campanha Digital Nacional Será realizada uma campanha robusta de divulgação nas redes sociais, com foco na diversidade de públicos e nos recursos de acessibilidade digital. A campanha buscará alcançar todas as regiões do país, promovendo engajamento com teasers, trailers e conteúdos adaptados, e ampliando o debate sobre cultura e inclusão. 8. Material Paradidático “Mãe Cleo: tempo, memória e axé” Um gibi educativo de 4 páginas será produzido e distribuído, aproximando crianças e adolescentes da trajetória de Mãe Cleonice, da cultura do candomblé e da importância da memória ancestral. O material será uma ponte entre audiovisual e educação, com linguagem acessível e abordagem respeitosa.
Objetivo GeralDesenvolver e produzir o document?rio h?brido M?e Cleo ? m?dia-metragem de at? 70 minutos ? que, por meio de entrevistas, registros rituais e sequ?ncias de anima??o explicativa, documente, preserve e difunda os saberes, mem?rias e o patrim?nio imaterial do candombl? baiano. ?Objetivos Espec?ficos 1-Desenvolver o Roteiro do Document?rio:?Elaborar e entregar 1 roteiro de at? 70 minutos, incluindo a marca??o de blocos de anima??o e a prepara??o para a cria??o de duas vers?es do document?rio: uma vers?o com legendas e outra vers?o acess?vel completa com recursos de LIBRAS 2-?Realizar, ao longo de 5 dias, uma oficina de atua??o com 30 participantes do terreiro com 2h de dura??o, conduzida por 2 profissionais, com o objetivo de prepar?-los para atuar no filme. 3-?Produ??o de Anima??o :? Desenvolver at? 10 minutos de anima??o, que ser? inserida nas duas vers?es do document?rio. A anima??o ser? adaptada para garantir que seja acess?vel, com legendas descritivas, LIBRAS e audiodescri??o na vers?o completa, e dispon?vel tamb?m na vers?o com legendagem. 4-Filmagem e Edi??o Final do Document?rio:a) - Vers?o: Com legendagem? em portugu?s. b) - Vers?o: Com legendagem em Ingl?s c) - Vers?o:?Com legendagem em Espanhol? d) -? Vers?o acess?vel completa: com LIBRAS, audiodescri??o e legendas descritivas em portugu?s com implementa??o de Acessibilidade Completa.4-Promover 5 sess?es fechadas para exibi??o, priorizando locais acess?veis e com recursos de inclus?o, garantindo que o p?blico possa escolher entre a vers?o com legendagem ou a vers?o acess?vel completa. 5- Firmar pelo menos uma parceria com Secretarias de Educa??o para exibir o filme nas escolas p?blicas, fornecendo o filme nas duas vers?es, com a vers?o acess?vel completa dispon?vel para alunos com necessidades especiais. 6-Campanha Digital e Divulga??o com 700 mil visualiza?es nos 27 estados brasileiros: Criar uma campanha digital inclusiva nas redes sociais, promovendo tanto a vers?o com legendagem quanto a vers?o acess?vel completa do filme. A campanha incluir? trailers e teasers, pelo menso 50% do material com legendas descritivas, LIBRAS e audiodescri??o, promovendo o engajamento de diferentes p?blicos. 7- Material Paradid?tico:?Produzir e distribuir 1.000 exemplares do caderno paradid?tico ?M?e Cleo: tempo, mem?ria e ax??, no formato gibi com 4 p?ginas em quadrinhos coloridas, voltado para o ensino fundamental e m?dio, entrela?ando cultura, religiosidade e mem?ria viva do candombl? por meio da hist?ria de M?e Cleonice, iyalorix? de 80 anos em processo de esquecimento pelo Alzheimer. ? ?
O document?rio M?e Cleo justifica-se plenamente na necessidade de financiamento via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei 8.313/91 ? PRONAC), pois sua proposta de documenta??o e difus?o do patrim?nio imaterial afro-brasileiro atende diretamente ?s finalidades estabelecidas no Art. 1? da norma. Ao retratar a mem?ria de M?e Cleonice e as pr?ticas rituais do candombl? nos terreiros da Casa Branca, do Ob? Ayi? e do Ejigb?, o projeto amplia o acesso ?s fontes da cultura (inciso I), valoriza a produ??o regional em bairros perif?ricos de Salvador (inciso II) e apoia a visibilidade de lideran?as e manifesta?es culturais historicamente sub-representadas (incisos III e IV) (Lei 8.313/91, Art. 1?, I?IV).Al?m disso, M?e Cleo atua na preserva??o e resist?ncia cultural ao registrar saberes orais amea?ados pela Doen?a de Alzheimer de sua protagonista, salvaguardando modos de viver e criar do candombl? (inciso V) e preservando ritos, objetos sagrados e narrativas que comp?em o patrim?nio imaterial brasileiro (inciso VI) (Lei 8.313/91, Art. 1?, V?VI). A proje??o internacional prevista ? com exibi??o em festivais e mostras na Nig?ria e Europa ? fortalece a consci?ncia global sobre o valor das tradi?es afro-brasileiras (inciso VII), ao mesmo tempo em que coloca no mundo um produto cultural de valor universal e formador de mem?ria coletiva (inciso VIII), mantendo viva a matriz cultural origin?ria do pa?s (inciso IX) (Lei 8.313/91, Art. 1?, VII?IX).No que tange aos objetivos do Art. 3? da Lei 8.313/91, o projeto realiza produ??o de obra cinematogr?fica de m?dia-metragem e document?rio ? a??o prevista na al?nea ?a? do inciso II ? ao concentrar recursos na capta??o, dire??o e finaliza??o de um filme de at? 70 minutos que narra a trajet?ria de M?e Cleonice (Lei 8.313/91, Art. 3?, II-a). Simultaneamente, cumpre o disposto na al?nea ?d? do inciso III, ao proteger e difundir o folclore e as tradi?es populares do candombl?, assegurando registro audiovisual de pr?ticas e saberes que integram a identidade cultural nacional (Lei 8.313/91, Art. 3?, III-d).Dessa forma, a utiliza??o dos incentivos fiscais do PRONAC n?o ? apenas recomend?vel, mas essencial para viabilizar M?e Cleo como instrumento de resist?ncia ao esquecimento e promo??o dos direitos culturais. Sem o apoio financeiro previsto na Lei 8.313/91, n?o seria poss?vel garantir a profundidade das pesquisas de campo, as viagens a s?tios sagrados na Nig?ria, a produ??o das dramatiza?es e anima?es, nem a difus?o internacional que reafirma o valor do patrim?nio imaterial afro-brasileiro.
O plano de comunicação para "Mãe Cleo" será dividido em várias frentes, com o objetivo de ampliar o alcance do projeto, garantir que a cultura afro-brasileira seja respeitada e divulgada de maneira inclusiva, e promover um diálogo cultural com diferentes públicos. O foco será em estratégias digitais, parcerias com instituições educacionais e culturais, e ações de acessibilidade.1. Objetivos de ComunicaçãoAmpliar a visibilidade do Candomblé e das Mães de Santo, destacando a importância cultural, religiosa e histórica dessa prática.Promover a inclusão e acessibilidade, garantindo que o documentário esteja disponível para pessoas com diferentes necessidades.Engajar o público por meio de conteúdos relevantes, com uma abordagem educativa e sensível, utilizando múltiplos canais de comunicação.Estabelecer parcerias estratégicas com instituições educacionais, culturais e religiosas para garantir uma maior distribuição e divulgação do projeto.Gerar uma rede de apoio e discussão, envolvendo a comunidade do Candomblé e outros grupos interessados na preservação do patrimônio cultural afro-brasileiro. 2. Estratégias de Comunicaçãoa. Comunicação DigitalCriação de um Site Oficial:O site do projeto será o principal ponto de contato e disseminação de informações. Ele conterá detalhes sobre o projeto, informações sobre Mãe Cleo e o Candomblé, recursos de acessibilidade, trailers, teasers e links para as plataformas de exibição digital.Recursos de Acessibilidade no Site: O site contará com versões acessíveis, como texto para fala, navegação facilitada para deficientes visuais e tradução automática para LIBRAS.Redes Sociais (Instagram, Facebook, Twitter, YouTube):Instagram: Será a principal plataforma para engajamento visual. Todos os posts incluirão legendas descritivas, além de vídeos com LIBRAS e legendas para garantir acessibilidade. Stories e posts interativos serão usados para engajar o público com curiosidades sobre o Candomblé, mitos e rituais, e para promover debates.Facebook e Twitter: Para ampliar o alcance e estimular discussões sobre os temas do projeto, como a preservação cultural e a luta contra o esquecimento. Também serão usados para compartilhar notícias de eventos e exibições.YouTube: A plataforma será usada para divulgar trailers e teasers do documentário, além de conteúdos exclusivos, como entrevistas com Mãe Cleo, Pai Márcio e outros membros da comunidade do Candomblé, sempre com recursos de acessibilidade (legendagem, audiodescrição, LIBRAS).Campanha de Marketing Digital:Hashtags como #MãeCleo, #CandombléVivo, #PreservaçãoCultural, #ParaTodosVerem serão criadas para engajar e ampliar a discussão sobre o projeto.Teasers e vídeos promocionais: Todos os materiais audiovisuais serão produzidos com acessibilidade e adaptados para diferentes necessidades (incluindo vídeos com LIBRAS, audiodescrição e legendas). b. Parcerias EstratégicasParcerias com Instituições Educacionais:Firmar convênios com escolas públicas e universidades para exibir o documentário, com foco em áreas relacionadas à educação cultural e história afro-brasileira. Além disso, serão realizados workshops e palestras com base no conteúdo do documentário, com participação dos realizadores e líderes religiosos de terreiros.Plataforma Educacional: O filme será disponibilizado em plataformas educacionais online, com material complementar sobre os rituais de Candomblé, a história de Mãe Cleo e a preservação da memória cultural.Parcerias com Centros Culturais e Igrejas de Candomblé:Colaborar com casas de Candomblé e centros culturais afro-brasileiros para realizar exibições especiais, rodas de conversa e debates sobre o filme.Promover sessões de exibição pública gratuita, com o filme acessível em versões com legendas, audiodescrição e LIBRAS. c. Eventos Presenciais e ExibiçõesExibições em Festivais de Cinema:Participar de festivais de cinema, com foco em festivais de cinema de temática afro-brasileira e de acessibilidade. Isso permitirá que o projeto tenha visibilidade internacional, especialmente na Nigéria e na Europa, fortalecendo a comunicação intercultural.Exibições fechadas para convidados em centros culturais e terreiros de Salvador, com debates temáticos sobre o Candomblé e a importância da preservação do patrimônio cultural afro-brasileiro.Sessões e Roda de Conversa:Organizar sessões de exibição acompanhadas de rodas de conversa com os membros da produção e especialistas convidados, para discutir o impacto da Doença de Alzheimer nas Mães de Santo e a preservação do Candomblé.Sessões de formação para educadores, com foco na inclusão de práticas culturais afro-brasileiras e educação para a diversidade. d. Avaliação de ImpactoPesquisa de Satisfação e Compreensão:Durante as exibições, serão aplicados questionários de satisfação e compreensão com o público para avaliar o impacto educacional do documentário, a eficácia da acessibilidade e a percepção do conteúdo.Análise de Feedback: O feedback será usado para ajustar as estratégias de comunicação e garantir que o projeto esteja atingindo seus objetivos de inclusão e preservação cultural. 3. Público-AlvoPúblico Geral: Todos os interessados em cultura, espiritualidade e patrimônio imaterial afro-brasileiro.Estudantes e Educadores: Foco em professores e alunos de escolas públicas e universidades que possam se beneficiar do conteúdo educativo e inclusivo.Comunidade de Candomblé: Membros dos terreiros e organizações culturais que se identifiquem com a luta pela preservação das tradições afro-brasileiras.Público com Deficiência: Pessoas com deficiência auditiva e visual, garantindo acesso completo ao conteúdo por meio dos recursos de audiodescrição, LIBRAS e legendas. 4. Cronograma de ComunicaçãoMês 1 a 3: Criação do site, definição da identidade visual, início da produção de conteúdo para redes sociais.Mês 4 a 6: Lançamento das campanhas digitais, primeiro teaser nas redes sociais, parcerias com escolas e centros culturais.Mês 7 a 9: Exibição de trailers, promoções de sessões de exibição, parcerias com festivais de cinema.Mês 10 a 12: Exibição do filme em festivais, distribuição de cartilhas e materiais educativos, promoção de sessões em escolas públicas.Durante o Projeto: Avaliação constante da eficácia das campanhas digitais e ajustes necessários.
1. Roteiro do Documentário (Produto: Documento técnico com 25 a 35 páginas)Formato: Documento em PDF, padrão ABNT ou roteiro audiovisual (Final Draft / Celtx / Word);Conteúdo:Roteiro técnico completo com minutagem aproximada (até 54 min);Identificação de blocos: entrevistas, cenas documentais, animações, trilhas e recursos sonoros;Indicação de acessibilidade: marcação de momentos que exigem LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas;Versões: 1 versão principal do roteiro e 1 versão adaptada para produção acessível.Entregas:Roteiro finalizado para captaçãoApêndice com notas de direção e referências visuais das animações 2. Oficina de Atuação (Produto: Ação formativa presencial com registro técnico)Carga Horária: 5 encontros presenciais de 2h (total de 10 horas/aula)Participantes: 30 membros do terreiro (faixa etária livre)Condução: 2 profissionais das artes cênicas (diretor de atores + preparador corporal)Conteúdo programático:Jogos teatrais e práticas de expressão vocal e corporalConstrução de cenas e improvisaçãoExercícios de escuta e memória coletivaRegistro técnico:Lista de presença, ficha de avaliação e relatório descritivo finalFotos e vídeos com autorização de uso de imagem dos participantes 3. Produção de Animação (Produto: Sequência audiovisual de até 10 minutos)Formato final: Vídeo Full HD (1920x1080), 24 fps, estéreo, com e sem trilha sonoraEstilo visual: 2D digital (flat ou motion graphics), com elementos de identidade afro-brasileiraConteúdo:Representações de mitos, rituais e simbologias (como Olubajé)Integração com a narrativa documentalAcessibilidade:Versão com LIBRAS (janela), legendas descritivas e audiodescrição embutidaEntregas separadas:Animação sem recursosAnimação com acessibilidade completa (sincronizada com o filme) 4. Filmagem e Edição Final do Documentário (Produto: média-metragem de 54 min em 4 versões)Duração: Aproximadamente 54 minutosFormato final: MP4 (H.264), Full HD, áudio estéreo e 5.1Conteúdo:Entrevistas gravadas em campo (com até 4 câmeras)Rituais, cotidiano e vivências no terreiroTrechos da oficina e bastidoresAnimações integradas à narrativaTrilha sonora original e sons ambientes captados nos terreirosVersões entregues: a) Com legendagem em português (comum) b) Com legendagem em inglês c) Com legendagem em espanhol d) Com acessibilidade completa:LIBRAS em janelaAudiodescrição mixadaLegendas descritivasIndicação visual de som e ambientação 5. Sessões Fechadas de Exibição (Produto: 5 eventos com acessibilidade garantida)Formato: Sessões presenciais em espaços acessíveis (auditórios, cineclubes, centros culturais)Público-alvo: Comunidade local, integrantes do terreiro, educadores e estudantesRequisitos técnicos:Tela ou projetor Full HDSistema de som adequadoIntérprete de LIBRAS presente nas sessõesDisponibilidade de audiodescrição via fone ou sistema de somCópias do filme nas duas versões (legendada e acessível completa)Materiais impressos de apoio: mini-folheto com sinopse, ficha técnica e orientações de acessibilidadeEntregáveis:Lista de presençaRegistro fotográficoRelatório técnico pós-evento 6. Parceria com Secretarias de Educação (Produto: Termo ou carta de adesão + Kit Educativo)Produto esperado: Formalização de ao menos uma parceria via ofício ou termo de cooperaçãoEntregas:Kit digital para escolas públicas:Filme em versão legendada e acessívelGuia do educador (PDF)Sugestão de atividades e perguntas para debateExibição em escolas com opção de mediação presencial ou remotaPúblico-alvo: Alunos do ensino fundamental II e médioAcessibilidade garantida para estudantes com deficiência 7. Campanha Digital Nacional (Produto: Campanha online com meta de 700 mil visualizações)Plataformas: Instagram, YouTube, Facebook, TikTok e X (Twitter)Conteúdo a ser produzido:3 trailers (geral, acessível, internacional)6 teasers de até 30 segundos20 cards e posts educativos sobre cultura afro-brasileira, memória e acessibilidadeAo menos 50% com recursos de acessibilidade:Legendas descritivasJanela de LIBRASVersão com audiodescriçãoMeta de alcance: 700 mil visualizações (orgânicas + impulsionadas) nas 5 regiões do paísRelatório: Relatório final de desempenho com print de métricas, engajamento e alcance 8. Material Paradidático “Mãe Cleo: tempo, memória e axé” (Produto: 1.000 gibis de 4 páginas)Formato: Impressão colorida, tamanho A5, papel couché ou reciclado de alta gramaturaConteúdo:4 páginas em quadrinhos sobre a história de Mãe Cleo e os fundamentos do CandombléLinguagem adaptada ao ensino fundamental e médioElementos educativos: glossário, curiosidades, QR code para o filme e atividades sugeridasAcessibilidade:Letra ampliadaContraste adequado de corVersão digital acessível em PDF com leitura compatível com leitores de telaDistribuição:1.000 exemplares físicos em escolas e espaços culturaisLink para download da versão digital no site do projeto
;O projeto "Mãe Cleo" busca garantir acessibilidade em todas as suas etapas, proporcionando um ambiente inclusivo para todos os envolvidos. No que diz respeito à acessibilidade arquitetônica, as gravações e apresentações serão realizadas em locais cuidadosamente selecionados para atender às necessidades de pessoas com deficiência. Serão garantidos rampas de acesso, locais bem iluminados, banheiros adaptados para pessoas com deficiência (PCD) e facilidade de acesso, assegurando que todos possam participar de maneira plena e confortável.Em relação à acessibilidade comunicacional, o projeto se compromete a oferecer diferentes recursos de suporte aos participantes e ao público. Todos os conteúdos gerados, incluindo vídeos e publicações em redes sociais, contarão com opções de acessibilidade, como áudio descrição, legendas descritivas e janela de Libras (Língua Brasileira de Sinais). Além disso, todas as fotos publicadas no Instagram do projeto terão legendas descritivas, permitindo que todas as pessoas, independentemente de suas condições, possam acessar e compreender o conteúdo compartilhado.No aspecto atitudinal, o projeto reforça seu compromisso com a inclusão ao contratar pessoas com deficiência (PCD) para as diversas funções e atividades. Além disso, será promovido o movimento #ParaTodosVerem, com o objetivo de ampliar a visibilidade das questões relacionadas à acessibilidade. Para garantir uma abordagem sensível e informada sobre o tema, a equipe passará por uma formação especializada, conduzida por um profissional, para que todos os envolvidos na produção cinematográfica compreendam a importância da acessibilidade e a integrem de forma eficaz em todas as fases do projeto.
O projeto "Mãe Cleo" visa promover a democratização do acesso à cultura por meio de uma distribuição inclusiva e acessível, alinhada aos princípios da Lei Rouanet (Lei 8.313/91), especialmente com a visão de 2025. A proposta busca ampliar a visibilidade do patrimônio imaterial afro-brasileiro, garantindo que o documentário, com seu rico conteúdo cultural, chegue a públicos diversos e amplos, em especial aos grupos historicamente marginalizados.A distribuição do filme será realizada por meio de exibições públicas, incluindo sessões fechadas para até 200 pessoas em cada evento, realizadas em diferentes locais, de modo a garantir o acesso às comunidades periféricas e de difícil acesso. Além disso, será estabelecida uma parceria com Secretarias de Educação, visando exibir o filme em escolas públicas, contribuindo para a formação cultural de estudantes e ampliando o alcance da obra. A difusão digital também será uma prioridade, com a meta de alcançar 500.000 visualizações em plataformas online, o que possibilitará um acesso democrático ao conteúdo, sem limitações geográficas, e com a implementação de recursos de acessibilidade como legendas, Libras, audiodescrição e legendas descritivas.A comercialização dos produtos relacionados ao projeto, como o filme e seu conteúdo complementar (teasers, cartilhas), seguirá uma abordagem inclusiva e acessível, utilizando as plataformas digitais para garantir que todas as pessoas, independentemente de sua localização ou condição, possam ter acesso ao conteúdo. A utilização dos incentivos fiscais do PRONAC será essencial para viabilizar essa democratização, permitindo a produção e a distribuição de um produto cultural de alta qualidade e acessível para um público amplo e diverso.
.ROTEIRISTA Márcio Ferreira (Roteirista e Diretor) é Bacharel em Direto pela Faculdade Maurício de Nassau, é Pós-Graduado em Práticas Trabalhistas pela Faculdade Baiana de Direito e é Coordenador Jurídico do Coletivo de Entidades Negras, o CEN. Em sua prática como advogado, defende, no geral, pessoas negras e periférias, garantindo os direitos mínimos e lutando por direitos iguais sempre. No Candomblé, é Babalorixá no Ilê Asé Omim Oluwo Ejigbô. Márcio conta com 20 anos de iniciado na religião de matriz africana, sendo sua Yalorixá Cleonice Natividade de Jesus Dias, CLEONICE DE OBALUWAYE, DA CASA BRANCA. Nascido dentro da religião, desde muito cedo conviveu com a religião, pois sua base familiar toda pertence ao terreiro Ilê Axé Obá Aiyê, descendente do Ilê Asé Iya Nassô Oká, conhecido como terreiro da Casa Branca. Antes mesmo de se iniciar, devido à sua boa vontade, curiosidade e rapidez de aprendizado participava de pequenos rituais, compatíveis com a função de um “abian”. Em 2010 abre sua casa com seus poucos lhos. Dirige seus primeiros lmes: Cleó aos 70 (curta, em fase de nalização) e Mãe Cleo (longa, em fase de desenvolvimento). DIRETORNome/Apresentação: [Rafa Beck]Resumo do Currículo do Roteirista: Rafa Beck é mestre em Cinema e Narrativas Sociais (PPGCINE-UFS/SE) e graduado em Cinema e Audiovisual (UFRB/BA), onde desenvolveu, como Trabalho de Conclusão de Curso, o roteiro de longa-metragem de ficção Dobálè (em desenvolvimento de projeto). Desenvolve pesquisas acadêmicas sobre o uso do som no cinema, sobre cinema educação, sobre cinema infantojuvenil e sobre cinema latino americano. Participou da Sala de Roteiro da Rosza Filmes, colaborando nos roteiros da série Café com Canela. Trabalhou no setor de som dos filmes longas-metragens: Café com Canela (2017, captação de foley), Ilha (2018, diretor de som e editor de som) e Trincheira (em finalização, diretor de som e operador de áudio); e da série documental Bahia da Fé ao Profano (2021, operador de áudio). Esteve assistente de produção de arte da telenovela Velho Chico (2016, Rede Globo). Foi produtor executivo do desenvolvimento do documentário Trincheira (onde, também, realizou Produção Executiva, em finalização), da ficção Menarca (em captação) e da série Vivi Lobo e o Quarto Mágico (em produção). Realizou Produção Executiva na produção do documentário Trincheira. Colaborou como Gerente de Projetos na Olho de Vidro Produções (2018 a 2021) e Produtor Executivo e Diretor de Produção na 242 Filmes (2021 a 2023). Atualmente é Coordenador de Audiovisual no Instinto Educa+. ROTEIRRISTA Patrícia Freitas (Roteirista) é Mestra em Literatura e Cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), bacharel em Letras/Inglês pela UFBA, com Formação Pedagógica-Língua Portuguesa em curso na Estácio de Sá, também cursei Direito (UFBA) e participei de projetos de assessoria jurídica e educação popular com movimentos sociais. Tenho sido professora em instituições públicas e privadas de ensino, tais como: escolas, em aulas de Literatura, Língua Portuguesa e leitura de produções artísticas; universidades, a exemplo da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), onde ministrei as disciplinas Conhecimento, Ciência e Realidade, Universidade, Sociedade e Ambiente e Tópicos Especiais em Saúde para estudantes dos cursos de Psicologia, Medicina, Bacharelado Interdisciplinar em Saúde e Nutrição. Pesquisadora, estudo produção de discursos e imagens em articulação com questões de saúde mental e relações étnico-raciais. Também revisora nas áreas de Letras, Artes e Ciências Humanas. Desde 2013, integro o "Corpos Indóceis, Mentes Livres", oficinas de criação literária com mulheres em situação de encarceramento no Complexo Penitenciário Lemos de Brito, em Salvador, Bahia, projeto coordenado pela Professora Doutora Denise Carrascosa (Instituto de Letras/UFBA). E, ainda, atuo enquanto realizadora de audiovisual com mais de duas décadas de experiência em documentários ANIMADORA E DOREÇÃO ARTISTICA Milena Araújo (Animadora e Diretora Artística) É formada em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) e atua desde 2018 como realizadora audiovisual. Dentre os trabalhos realizados, foi diretora e roteirista dos curtas-metragens Mariana (2019) e Carta Para Dalva (2020), além de ser có-realizadora do curta documental Aqui somos todos loucos uns pelos outros (2022) e da animação Stop Motion A viagem de Bruna Bola (2020). Também integrou as equipes dos curtas-metragens Duplice (2018), Três Marias(2022), Rastro (2022) e do videoclipe Linhas Que Trago(2020) da artista sergipana Sandyalê, desempenhando funções como ass. de direção, direção de arte, figurino, maquiagem, prod. de objetos, cenografia[ e ass. de roteiro. Atualmente, atua na área de animação e ilustração, tendo como um dos trabalhos mais recentes a série Turminha do Siri (2023-atual), realizada pela Secretaria de Educação de Nossa Senhora do Socorro-SE TECNICA DE SOM Amanda Batista de Oliveira possui uma sólida trajetória profissional nas áreas de produção cultural e audiovisual, coordenando e contribuindo para diversos projetos significativos em Luís Eduardo Magalhães/BA. Desde 2023, atua como Coordenadora de Cultura no Instituto Educa+, onde desenvolve e gerencia iniciativas culturais que visam promover a arte e a educação na comunidade local. Em 2021, participou do filme documentário longa-metragem Trincheira (em finalização), como roteirista e assistente de produção. Entre 2021 e 2022, destacous como Assistente e, depois, Técnica de Operações Audiovisuais na 242 Filmes. Em 2024, Amanda assumiu a Diretoria de Produção no I Festival de Cinema Circular, onde teve um papel fundamental na organização e execução do festival, que celebra a diversidade cinematográfica. Foi Diretora de Produção em outros projetos relevantes, como Dialetos LEM e O Canto Desta Cidade, ambos contemplados pelo mesmo edital da Lei Paulo Gustavo, que impulsionam a produção audiovisual local. É diretora, produtora executiva e roteirista de seu primeiro documentário, o curta-metragem Yalodê. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Walerie Gondim (Diretora de Produção) é produtora cultural formada pela UFF (RJ), atriz e graduanda em direção teatral pela UFBA (BA). No primeiro semestre de 2024, atuou como coordenadora de produção na produtora teatral Palavra Z (RJ, 2024), sendo responsável, dentre outras atividades, pela elaboração e inscrição de projetos em editais. Alguns dos projetos acompanhados foram Leci - Na Palma da Mão, Mãe de Santo, Makeda e Mãe Baiana. Realizou a direção de produção do espetáculo ABC da Fome (SSA, 2023). Fez em Salvador a produção local de espetáculos premiados, como Vamos Comprar um Poeta (2022) e Preta de Ébano (2022). Assinou a direção de produção do documentário longa-metragem "Trincheira" (2021), da Dois4Dois Filmes; escreveu e aprovou, coordenou e atuou no espetáculo virtual "Quimera" (2021) e também o projeto “Ciclos, Redes e Nós” (2020), que contaram com apoio da FUNCEB/BA, e o projeto “Solo” (2021), com apoio da FGM. Compôs a equipe de produção do espetáculo Que Deus Sou Eu (2020) e do musical Sonho de Uma Noite de Verão na Bahia (2019), do diretor João Falcão; foi assistente de produção da 3a edição da Mostra Lugar de Mulher é no Cinema (2019), onde atuou também como jurada em 2023; foi produtora executiva do espetáculo "O Corcunda de Notre Dame" (2019); dentre outros projetos culturais. Produções. Lucas Marinho (Direção de Fotografia) é diretor de fotografia e fotógrafo nascido em Santo Estevão. Estudante de Cinema e Audiovisual na Universidade Jorge Amad Klaus Hastenreiter (Assistente de Direção) é roteirista e diretor baiano, sócio-fundador da produtora Olho de Vidro Produções. Com uma formação baseada em cursos de cinema em instituições como a New York Film Academy, a Universidade Federal da Bahia e na experiência de 7 anos como crítico de cinema, iniciou sua trajetória na cadeira da direção no curta-metragem “Olho de Vidro”, em 201
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.