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PRONAC 255489Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cine Rosa Choque

MARA E LARA GUIMARAES COMUNICACAO E EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 370,8 mil
Aprovado
R$ 370,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-05-01
Término
2027-01-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O Cine Rosa Choque é um cine debate itinerante que realiza exibições gratuitas de produções audiovisuais nacionais em comunidades periféricas, quilombolas, aldeias indígenas e zonas urbanas vulneráveis do Rio de Janeiro. Tendo como protagonista o Fusquitcha, um poderoso fusca cor de rosa adaptado para projetar filmes em uma tela montada sobre seu próprio teto, o projeto visa promover, de maneira lúdica, equidade de gênero, cultura de paz e consciência ambiental por meio do diálogo e do cinema.

Sinopse

Turnê de 09 cine debates com exibição de documentário de impacto seguida de debate com duração de aproximadamente 1h30, com curadoria composta por produções brasileiras que abordam temas relacionados à equidade de gênero, diversidade, justiça climática e direitos humanos, com base na escuta das demandas de cada território.Os beneficiários do projeto são prioritariamente moradores de comunidades periféricas, favelas, quilombos urbanos, aldeias indígenas e demais territórios socialmente vulnerabilizados da cidade do Rio de Janeiro, abrangendo públicos diversos, principalmente adolescentes, adultos e idosos.A forma de seleção será realizada por meio da articulação direta com instituições locais, como associações de moradores, lideranças territoriais, coletivos culturais, escolas públicas e equipamentos socioculturais comunitários, que contribuirão com a mobilização do público e com a indicação de participantes. Para a ação voltada a crianças, adolescentes e jovens, haverá parceria com escolas públicas das regiões atendidas, respeitando o interesse e a disponibilidade das instituições.Todos os eventos serão gratuitos, abertos ao público, com comunicação acessível e estratégias de mobilização comunitária, sem exigência de inscrição prévia. Nos casos em que houver limitação de espaço físico, a lotação seguirá a ordem de chegada, respeitando as normas de segurança.

Objetivos

O Cine Rosa Choque tem como objetivo geral promover o acesso democrático à cultura e estimular o pensamento e diálogo crítico por meio de exibições itinerantes de filmes e documentários nacionais e rodas de debate, abordando temas como equidade de gênero, cultura de paz e consciência socioambiental em comunidades periféricas, quilombolas, aldeias indígenas e territórios vulneráveis.Objetivos específicos: - Realizar 09 sessões gratuitas de cine debate em territórios socialmente vulnerabilizados do Rio de Janeiro, promovendo o acesso gratuito ao cinema nacional e ao diálogo crítico com participação ativa das comunidades locais;- Utilizar o diálogo como base metodológica, mediando debates com apoio de filmes e documentários, utilizando a metodologia inspirada na pedagogia freiriana do trinômio "sensibilizar, educar e transformar";- Promover a equidade de gênero (ODS 5), a redução das desigualdades (ODS 10) e a ação contra a mudança global do clima (ODS 13) por meio da exibição de obras audiovisuais nacionais de impacto social, a partir dos temas abordados nos filmes e debates;- Realizar uma curadoria orientada por temas prioritários de cada território de realização;- Estabelecer parceria com as iniciativas, ações, instituições, organizações e profissionais locais;- Convidar personalidades que tenham afinidade com os temas abordados para participar das sessões e proporcionar insights valiosos;- Garantir acessibilidade nas sessões, com a presença de intérprete de Libras, legendagem de todas as obras exibidas e seleção de espaços com estrutura física acessível a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida;- Produzir e disponibilizar nas redes sociais conteúdos derivados das ações (fotos, vídeos, depoimentos e trechos dos debates), ampliando o impacto da iniciativa para além do público presencial;- Implementar práticas sustentáveis e ESG, incluindo compensação de carbono gerado pelo projeto por meio da compra de créditos de carbono de projetos ambientais certificados pela ONU;- Gerar relatórios de impacto, incluindo valoração de mídia, clipping, análise de alcance e engajamento, relatório de sustentabilidade e avaliação de resultados a partir de indicadores mensuráveis (número de participantes, alcance online, participação de PCDs, etc).

Justificativa

A crise climática, a desigualdade social e a luta por equidade de gênero são desafios estruturais e interdependentes que impactam profundamente o mundo contemporâneo. No contexto do Rio de Janeiro, essas questões se materializam de forma ainda mais aguda, evidenciadas pelo racismo ambiental, pela violência de gênero e pelas múltiplas formas de exclusão que afetam os territórios periféricos. Diante desse cenário, torna-se urgente promover ações culturais que articulem reflexão crítica, acesso à informação e mobilização comunitária. Ao utilizar o cinema e o diálogo como ferramentas pedagógicas e de transformação social, o Cine Rosa Choque contribui para formar uma comunidade mais consciente, engajada e preparada para construir um futuro mais justo, inclusivo e sustentável para as próximas gerações.O Cine Rosa Choque propõe a realização de um cine debate itinerante que atua diretamente na promoção da democratização do acesso à cultura e à produção audiovisual nacional, ao debate e diálogo crítico e à valorização da diversidade em territórios historicamente marginalizados como favelas, quilombos, aldeias indígenas e territórios periféricos urbanos. Ao articular cinema, educação, inclusão e sustentabilidade, o projeto se destaca como uma proposta inovadora de mediação cultural com forte potencial de transformação social, especialmente por sua capacidade de atingir públicos que tradicionalmente encontram barreiras no acesso à cultura.O projeto está alicerçado em três pilares fundamentais: equidade de gênero, transição planetária e cultura de paz, compreendendo que essas dimensões estão interligadas e são essenciais para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável. Por meio da exibição de obras audiovisuais nacionais de impacto e da realização de rodas de diálogo mediadas e oficinas temáticas, o projeto propõe um espaço de escuta, troca de saberes e fortalecimento de redes locais. Acreditando no poder transformador da cultura, especialmente do audiovisual como ferramenta de sensibilização, o Cine Rosa Choque promove a reflexão crítica, a valorização da diversidade e o engajamento comunitário, contribuindo ativamente para a formação cidadã e a transformação social dos territórios por onde passa.O uso da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para a viabilização financeira e plena execução da proposta. Trata-se de um projeto com forte impacto social e cultural, mas que depende de investimento em logística, acessibilidade, infraestrutura técnica, curadoria qualificada, comunicação especializada e custos que não podem ser absorvidos por bilheteria, arrecadação direta ou outras fontes convencionais, já que se trata de uma ação totalmente gratuita. O Cine Rosa Choque é uma proposta absolutamente alinhada à finalidade do mecanismo, por atender diretamente à formação de plateia, ao fortalecimento da cidadania cultural e à valorização da produção artística nacional.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; pois o acesso gratuito e itinerante do projeto, além de suas medidas de acessibilidade, garante que públicos historicamente excluídos do circuito cultural tradicional possam vivenciar experiências culturais, educativas e sociais em sua própria comunidade de forma gratuita.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e IX - priorizar o produto cultural originário do País, ao ter uma curadoria composta por documentários e filmes de impacto social produzidos por realizadores brasileiros, fortalecendo a difusão da produção cultural nacional, valorizando a diversidade regional e ampliando a circulação dessas obras em territórios brasileiros., ao valorizar e priorizar a contratação de profissionais locais, fomentar redes comunitárias e propor a escuta ativa das demandas de cada território para a construção da programação.Já em relação ao Art. 3º, o projeto se enquadra no inciso II - fomento à produção cultural e artística, ao estimular à produção cultural e artística através da realização de um projeto cultural itinerante, com exibições gratuitas de filmes, e no IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, por ter todas as suas ações realizadas de forma gratuita e aberta ao público.

Especificação técnica

Público-alvo: Adolescentes, adultos e idosos, respeitando-se os recortes étnico-raciais, de orientação sexual e identidades de gênero. Lideranças locais efetivas ou potenciais com poder de multiplicação.Público estimado: 20 a 50 pessoas por sessão.Classificação indicativa: Livre.Exibições realizadas sobre uma tela instalada no teto de um fusca rosa adaptado, o Fusquitcha, protagonista do projeto, equipado com sistema de som, projetor de alta luminosidade e estrutura autônoma de exibição.Duração: 90 minutosLocais de realização previstos:Quilombo da Gamboa - GamboaPraça Edmundo Rego, no GrajaúAssociação de Moradores – RocinhaVila Olímpica Clara Nunes – Coelho NetoPraça Marechal Maurício Cardoso – OlariaGalpão do Engenhão – Engenho de DentroParque Madureira - Madureira

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOO projeto contempla ações de acessibilidade com o objetivo de garantir a participação plena e equitativa de pessoas com deficiência. Todos os documentários exibidos contarão com legendas descritivas em português, e os debates terão tradução simultânea em LIBRAS por intérpretes capacitados. Além disso, o projeto terá um plano de comunicação multicanal, com linguagem simples e acessível, e os conteúdos de divulgação nas redes sociais incluirão recursos de audiodescrição e descrição de imagens. Haverá também atendimento especializado nos eventos para apoiar o público com deficiência visual, auditiva, física e intelectual, promovendo um ambiente acolhedor, inclusivo e acessível a todas as pessoas.ACESSIBILIDADE FÍSICAA escolha dos locais para as exibições levará em consideração a acessibilidade arquitetônica e física dos locais e o seu fácil acesso à comunidade local, com a priorização de espaços com rampas de acesso ou a possibilidade de adaptação conforme a necessidade, para permitir o livre acesso de pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas.

Democratização do acesso

O projeto tem distribuição gratuita para toda a população e, por isso, não contará com a comercialização ou distribuição de ingressos ou produtos.Com uma ampla divulgação crossmedia, o projeto poderá alcançar, ao total, 500 pessoas de forma presencial, e 2000 de forma virtual.Em complemento às medidas de democratização de acesso e em consonância com o Art. 47, o projeto também realizará uma ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores, a partir de parcerias com instituições públicas de ensino. A ação incluirá a realização de uma sessão de cinema e debate exclusiva para alunos de instituições públicas de ensino, conforme a disponibilidade e o interesse das escolas envolvidas.

Ficha técnica

Renata Lara (Prem Karima) - Idealizadora, Curadora, Diretora Geral, Facilitadora dos debatesMotorista do Fusquitcha, facilitadora das rodas, produtora geral e idealizadora do projeto. Mãe, Designer em Sustentabilidade e Pedagoga Social. Há 30 anos à frente da empresa Mara & Lara Guimarães Comunicação e Eventos produziu centenas de eventos sociais e culturais, sendo a produção da Exposição Favelagrafia no MAM, o de maior reconhecimento, tendo ganho o Leão de Bronze em Cannes em 2017. Cofundou a Casa Anitcha, uma das primeiras comunidades urbanas intencionais do país, e o Festival de Sustentabilidade Desapegue-se, reconhecido em lei pelo município do RJ. Investiga novas tecnologias sociais em comunicação, economia, governança e autogestão. Uma das ganhadoras do Prêmio Dandara 2021, com o tema Combate ao Preconceito e ao Feminicídio, é PCD (autista) e 50+.Karla Suarez - Curadora e Diretora de ComunicaçãoPós-graduada em Planejamento Estratégico (Descomplica), bacharel em Relações Públicas (UERJ) e formada em audiovisual pela Escola Popular de Comunicação Crítica (ESPOCC). Atua como roteirista, produtora e gestora cultural há mais de 15 anos. É cofundadora da ColetivA DELAS e do POD.CRIAR. Trabalhou com grandes eventos como WME Festival, Menos30 Fest e MANA. Foi produtora do programa Roque Pense! (Canal Futura) e consultora em projetos voltados a juventudes e inovação. Especialista em metodologias participativas e formação em audiovisual com recorte étnico-racial e territorial.Karina de Abreu - Coordenação de produçãoMestre em Mídias Criativas pela UFRJ, bacharel em Relações Públicas pela UERJ e fotógrafa pelo SENAI/RJ. Atua há mais de 12 anos com produção cultural, gestão de projetos e comunicação. É cofundadora da ColetivA DELAS e do podcast POD.CRIAR. Atuou na produção e gestão de iniciativas como o Festival LED (Globo e Fundação Roberto Marinho), Afroflix, Cineclube Mate com Angu, Festival Tela Preta e Festival Latinidades. Idealizou a Mostra Cine Diversidade e o Festival de Realizadoras Negras, com foco em interseccionalidade, audiovisual e inovação.Clarice Goulart - Direção de arteFormada em desenho industrial pela ESDI / UERJ e em design para a sustentabilidade pelo Gaia Education. Atua em design gráfico desde 2008, realizando projetos para produtoras culturais, artistas, empresas e instituições não-governamentais. Em 2015 publicou o Almanaque Ilustrado de Biodança. É sócia do ESTÚDIO VÉRTEBRA DE DESIGN GRÁFICO E ILUSTRAÇÃO, especializado em projetos das áreas da arte, cultura e educação. Alguns dos clientes atendidos de 2021 a 2023 foram a ISOC - Internet Society, a Mostra do Filme Livre, a Flacso - Faculdade Latino Americana de Ciências Sociais, a Eslipa - Escola Livre de Palhaços, o Instituto de Arte Tear e o Instituto Galpão Gamboa.Bruno Gerk - Coordenação de comunicação e gestão de sustentabilidadeFormado em Comunicação Social pela PUCRJ, com MBA em Marketing pela FGV. É Designer em Sustentabilidade pelo Gaia Education / UNESCO. Atua no planejamento e operacionalização de projetos, processos, métricas, indicadores e análises, negociação de parcerias, gestão de mídias sociais e gerenciamento de crises. Trabalha há 18 anos em produção de eventosa e há 7 anos em projetos de sustentabilidade, com participação em eventos como: The Town, Carnaval de Rua do Rio de Janeiro, Rock in Rio, Turnê Coldplay, Olimpíadas Rio 2016, Lollaplooza entre outros.O restante da equipe será selecionada e contratada nas etapas de pré-produção.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.