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"Favela Ocupa" é um projeto de artes cênicas da ONG Favela Radical, protagonizado por jovens do Morro do Turano/RJ, que utiliza o teatro para desconstruir estereótipos e revelar a complexidade da vida nas periferias. Através de esquetes baseadas em vivências - sem cobrança de ingresso - o projeto se propõe, em suas 12 apresentações (4 acessíveis), combater estigmas e dar voz à comunidade para que ela mostre quais são suas dificuldades, diversidade, potência e riqueza cultural. Com cenários simples de fácil transição entre os temas, os jovens encenarão sete eixos temáticos (cerca de 10 min cada): diversidade social na favela; violência/resistência, a escola, cultura e identidade, afetos e comunidade, direito à cidade, direito à saúde. As encenações terão múltiplas ações: ao propiciar arte criada pela favela no CCBB, espaço da cidade reconhecidamente potente em cultura e arte, o projeto inunda a cidade com uma visão plural sobre o viver na periferia. Portanto, "Favela ocupa" questionará o estereótipo de que favela é um lugar homogêneo; mostrará diferentes realidades econômicas, identidades e sonhos; questionará a romantização da violência; abordará a dificuldade de acesso à educação de qualidade e iniciativas que visam à superação; pontuará a importância da cultura como ferramenta de transformação social e orgulho territorial, apresentará laços de solidariedade, amores e vida cotidiana, muitas vezes invisibilizados; defenderá o direito de ocupar a cidade com dignidade; evidenciará a luta por atendimento de qualidade na saúde pública (falta do poder público). Após o espetáculo, os atores da peça, um representante da ONG e um acadêmico (morador de favela), conversarão com o público. Sendo assim, "Favela ocupa" é uma ação afirmativa por meio da arte. Só quem vive na favela é capaz de a mostrar plenamente. Ou seja, os jovens participantes têm o lugar de fala para questionar preconceitos e mostrar para a cidade que a favela é plural, potente e dona de riquezas culturais.
"Favela Ocupa" é um projeto de artes cênicas da ONG Favela Radical, protagonizado por jovens do Morro do Turano/RJ, que utiliza o teatro para desconstruir estereótipos e revelar a complexidade da vida nas periferias. Através de esquetes baseadas em vivências - sem cobrança de ingresso - o projeto se propõe, em suas 12 apresentações (4 acessíveis), combater estigmas e dar voz à comunidade para que ela mostre quais são suas dificuldades, diversidade, potência e riqueza cultural.
FAVELA OCUPA OBJETIVOS:OBJETIVO GERAL: Promover a desconstrução de estereótipos sobre as favelas através das artes cênicas, dando voz a jovens moradores do Turano (lugar de fala) para que narrem suas próprias histórias, reflitam sobre suas realidades e fortaleçam a identidade comunitária, enquanto provocam diálogos críticos com a sociedade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Combater estigmas associados às favelas, apresentando narrativas autênticas que mostrem sua diversidade, potência e desafios. Oferecer aos jovens atendidos pelo projeto vivência artística e cultural.Oferecer aos jovens periféricos a possibilidade de interação com um público diverso por meio da arte e da interlocução na roda de conversa.Fortalecer a autoestima dos jovens participantes, valorizando suas trajetórias.Desenvolver o senso crítico dos jovens participantes na elaboração das esquetes, na apresentação do espetáculo e na roda de conversa com o público.Garantir que diferentes públicos tenham acesso à vida cotidiana na favela por meio de apresentação realizada por jovens periféricos.Visibilizar desigualdades sociais, como falta de infraestrutura, educação precária e dificuldades no acesso à saúde. Visibilizar a cultura periférica, destacando manifestações artísticas como formas de identidade e de resistência. Incentivar a participação da juventude periférica, mostrando como a ocupação artística também é uma forma de luta por direitos.
A lei de incentivo à cultura seja é dos mecanismos mais democráticos e de direito social, para contemplar artistas, criadores e produtores nas suas atividades culturais. Estando contemplado pelo Art. 1º da Lei 8313/91 em: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto se enquadra, com os objetivos do Art. 3º da citada Lei, Incisos: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos."Favela Ocupa" é um projeto de artes cênicas da ONG Favela Radical, protagonizado por jovens do Morro do Turano/RJ, que utiliza o teatro para desconstruir estereótipos e revelar a complexidade da vida nas periferias. Através de esquetes baseadas em vivências - sem cobrança de ingresso - o projeto se propõe, em suas 12 apresentações (4 acessíveis), combater estigmas e dar voz à comunidade para que ela mostre quais são suas dificuldades, diversidade, potência e riqueza cultural. Com cenários simples de fácil transição entre os temas, os jovens encenarão sete eixos temáticos (cerca de 10 min cada): diversidade social na favela; violência/resistência, a escola, cultura e identidade, afetos e comunidade, direito à cidade, direito à saúde. As encenações terão múltiplas ações: ao propiciar arte criada pela favela no CCBB, espaço da cidade reconhecidamente potente em cultura e arte, o projeto inunda a cidade com uma visão plural sobre o viver na periferia. Portanto, "Favela ocupa" questionará o estereótipo de que favela é um lugar homogêneo; mostrará diferentes realidades econômicas, identidades e sonhos; questionará a romantização da violência; abordará a dificuldade de acesso à educação de qualidade e iniciativas que visam à superação; pontuará a importância da cultura como ferramenta de transformação social e orgulho territorial, apresentará laços de solidariedade, amores e vida cotidiana, muitas vezes invisibilizados; defenderá o direito de ocupar a cidade com dignidade; evidenciará a luta por atendimento de qualidade na saúde pública (falta do poder público). Após o espetáculo, os atores da peça, um representante da ONG e um acadêmico (morador de favela), conversarão com o público. Sendo assim, "Favela ocupa" é uma ação afirmativa por meio da arte. Só quem vive na favela é capaz de a mostrar plenamente. Ou seja, os jovens participantes têm o lugar de fala para questionar preconceitos e mostrar para a cidade que a favela é plural, potente e dona de riquezas culturais. Em sua forma e linha de articulação, as artes cênicas representam as diversas identidades sociais e culturais de um amplo leque de culturas, das mais variadas etnias e perseveram ao longo da historicidade da humanidade como um importante elo de conexão e reflexão de temas - tanto ficcionais, bem como aludindo atos e fatos que constituem a trajetória de cada sociedade, face que o escopo do projeto apresentado dialoga com precisão sobre messe mastro e atmosfera, e se coaduna e se alinha na manutenção desse senso comum, bem como ampliando e multiplicando os saberes e criando a argamassa da arte como entretenimento e forma artístico-cultural.
12 Apresentações de artes cênicas.
Das 12 sessões de Favela Ocupa, 4 serão inteiramente acessíveis:Acessibilidade Arquitetônica: Como os teatros se encontrarm que esses requisitos em sua maioria, e dado as agendas, será avaliado caso a caso para a imprementação ou não de ação de garantia deste tipo de acessibilidade.Acessibilidade Comunicacional e atitudinal: para as quatro sessões acessíveis, serão contratados: intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir o entendimento do espetáculo por pessoas surdas ou com deficiência auditiva; profissional de audiodescrição com equipamentos locados para que pessoas cegas ou com deficiência visual possam desfrutar plenamente do espetáculo; mediador ou profissional sensibilizado capacitado para lidar com pessoas com deficiência, inclusive ocultas e/ou atitudinais que ficará à disposição para mediar a compreensão do espetáculo. Serão disponibilizados, também, protetores auditivos para conforto sensorial para pessoas com autismo ou que necessitem desse recurso. Visando a eliminar as atitudes capacitistas, preparar a equipe para lidar com Pessoas com Deficiência (PcD) e a garantir a adequada implementação das medidas de acessibilidade, será contratado/a um/a Coordenador de Acessibilidade,.
As apresentações do projeto serão inteiramente gratuitas. Para todos.Os ensaios também serão abertos ao público, dentro de uma programação alinhada à essa perspectiva de oucapação gratuita para os ensaios.
FAVELA OCUPANome: Rosilene NevesOcupação profissional: coordenadora pedagógicaAtividade(s) no projeto:Coordenadora pedagógicaRosilene Neves é coordenadora pedagógica com forte atuação no desenvolvimento pedagógico da comunidade do Turano, promovendo uma educação crítica e de qualidade através de programas pedagógico já desenvolvidos pelo Instituto . No projeto Favela Radical, Rosilene é responsável pela criação e implementação de estratégias pedagógicas inovadoras, que conectam o aprendizado formal às vivências cotidianas dos jovens. Seu trabalho envolve o desenvolvimento de metodologias que estimulam o pensamento crítico, a autonomia e o senso de responsabilidade social dos participantes. Além disso, Rosilene supervisiona o corpo docente, garantindo que as práticas educativas estejam alinhadas às necessidades da comunidade e ao objetivo de transformar realidades. Com uma abordagem visionária, ela busca não só melhorar o desempenho acadêmico, mas também fomentar o protagonismo dos alunos e o pertencimento social.Nome: Lucimar AraújoOcupação profissional: Assistente SocialAtividade(s) no projeto:Assistência socialLucimar Araújo é assistente social formada pela universidade Estácio, com experiências em projetos comunitários voltados para o desenvolvimento social e inclusão de populações vulneráveis. Sua atuação no Instituto e marcada por um compromisso com a promoção da igualdade e o combate às desigualdades sociais. Lucimar desempenha um papel central no projeto Favela Radical, que visa oferecer atividades esportivas, culturais e educativas para jovens em situação de risco social. Com uma trajetória dedicada ao fortalecimento de laços comunitários e à garantia de direitos sociais, Lucimar é referência em intervenções que transformam vidas e fortalecem a identidade local.Nome: Jefferson Figueiredo QuirinoOcupação profissional: AdministradorAtividade(s) no projeto:Coordenadoria geralJefferson Figueiredo Quirino é um entusiasta da cultura brasileira e suas manifestações, dedicado ao combate da extrema pobreza e liderando ações de desenvolvimento social no morro do Turano zona norte do RJ. Formado na Falcons University ( universidade de líderes da rede Gerando Falcões), Jeff tem experiência em projetos que promovem o fortalecimento das raízes culturais. Seu trabalho se destaca pela capacidade de unir expertises práticas do dia a dia com ações culturais, buscando sempre um diálogo entre a comunidade e o propósito cultural das ações. Ao longo dos últimos dois anos , Jeff tem participado ativamente de iniciativas que visam a inclusão social através do Instituto Favela Radical, atuando como agente de transformação por meio da arte e da culturaNome: Adriane FarahOcupação profissional: Pesquisadora/ Especialista em Acessibilidade/RoteiristaAtividade(s) no projeto:Coordenadora de Acessibilidade/PesquisaNos últimos anos, vem participando ativamente em projetos do setor cultural, tais como “Preto no Branco” Graffiti - (Edital Rua Cultural Lei Paulo Gustavo/RJ, co-autora e pesquisadora); “Moderninha” Artes Cênicas (Edital PNAB Linguagens SMC/RJ, redatora e formatação); “Nenhum Aluno a Menos” Audiovisual - (Lei ICMS/RJ Light, mediadora, pesquisadora, co-autora) e “Pretas no Branco” Graffiti - (Edital Conexões Urbanas - 1º lugar PNAB/SECEC/RJ, co-autora, coordenadora de acessibilidade, pesquisadora, mediadora, coordenação das oficinas de graffiti).Aprofundou estudos e participações em editais recentes, como do FSA - Fundo do Setor do Audiovisual, tendo inclusive um roteiro/argumento aprovado na Ancine, de um longa-metragem documentário, intitulado “Cabelo”. Já junto ao FSA, está inscrita, como Roteirista e Pesquisadora no edital Chamada Pública BRDE/FSA – PRODUÇÃO SELETIVO CINEMA – 2024, e no edital Chamada Pública BRDE/FSA – PRODUÇÃO SELETIVO TV-EBC VOD – 2025, sendo um para longa-metragem e outro para mini-séries.Nome: Pery de CantiOcupação profissional: Consultor Cultural/Produtor ExecutivoAtividade(s) no projeto:Consultoria Cultural e Produção ExecutivaAo longo de suas atuações, especializou-se em formatação de projetos, enquadramento de projetos em leis de incentivos - tanto na Lei Rouanet, Lei ICMS e Lei ISS, bem como agente de captação de recursos para diferentes projetos.Foi roteirista e diretor cinematográfico do longa-metragem “Terra Prometida”, ainda em película cinematográfica, filmado no Paraná em 2004, com co-produção da Quanta, Labocine, e Fujifilm. Foi Diretor Delegado no longa-metragem “Terra de Deus”, do cineasta Iberê Cavalcanti, com Lucélia Santos e Stepan Nercessian, filmado em Pirenópolis, em 1996. Foi coordenador do festival de cinema de Maringá/PR, tendo como homenageados diversos e importantes nomes do cinema nacional, como Ary Fontoura, Cacá Diegues, Zelito Viana, Walter Carvalho, Eva Wilma, Letícia Sabatela, Milton Gonçalves, dentre outros, entre os anos de 2004 e 2013. Foi montador no longa-metragem “Exú-Piá: Coração de Macunaíma”, do cineasta Paulo Veríssimo, longa que participou do Festival de Cinema de Brasília em 1988. Foi produtor executivo do projeto audiovisual “Cinepop Brasil” (exibição de obras audiovisuais e oficinas de cinema), projeto que rodou os estados de São Paulo, Paraná, Minhas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás entre os anos de 2005 e 2015. Foi autor e coordenador do projeto “Escola de Cinema" no SESC/Maringá/PR e, não por último, dirigiu e produziu o documentário sobre assassinato de jornalistas na região Nordeste, “Imprensa: Evita-Se”, com apoio da Revista Imprensa, Fenaj, e Secretaria de Cultura de Sergipe, bem como foi integrante da Comissão de Produção Audiovisual no edital 005/2008 - do Estado do Paraná, como representante de entidade dos produtores do audiovisual do Paraná.Já nos tempos mais recentes, entre 2020 e fins de 2024, cria Solaris Cultural e Produções Ltda., levando sua bagagem profissional e já realizando, então, a partir de junho de 2023, uma maior aderência participativa junto ao mercado cultural, e dentro de uma formalidade mais adequada, com projetos, através da Lei Rouanet, Lei Paulo Gustavo e Lei Aldir Blanc, bem como Lei do ISS/RJ e Lei do ICMS/RJ, realizando, portanto, os seguintes projetos: “Entrecruzos" Artes Cênicas - (Lei Rouanet, produtor executivo e agente de captação, Eletrobrás); “Cultura na Tela” Audiovisual - (Edital Lei Paulo Gustavo/RJ, coordenador e editor); “Preto no Branco” Graffiti - (Edital Rua Cultural Lei Paulo Gustavo/RJ, autor e produtor executivo); “Manutenção e Conservação Casa Pacheco Leão” Patrimônio Histórico - (Lei Rouanet (empresas chinesas), consultoria cultural); “Oriundi - Os Italianos no Brasil” Humanidades - (Lei Rouanet, produção executiva); Entrecruzos" Artes Cênicas - (Edital Municipal em Cena, produtor executivo e agente de captação - 2º lugar); “Moderninha” Artes Cênicas (Edital PNAB Linguagens SMC/RJ, agente captador); “UNA: Um Novo Amanhã” Audiovisual - (Lei ISS/RJ - Metrô Rio, agente captador e produtor executivo); “Nenhum Aluno a Menos” Audiovisual - (Lei ICMS/RJ Light, agente captador, autor e produtor executivo) e “Pretas no Branco” Graffiti - (Edital Conexões Urbanas PNAB/SECEC/RJ - 1º lugar, autor, produtor executivo e editor audiovisual).
Periodo para captação de recursos encerrado.