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A FEGASE _ Feira Gastronômica do Seridó é um evento cultural que reúne gastronomia popular, palestras-shows, apresentações musicais e ações inclusivas, promovido no interior do Rio Grande do Norte. O projeto prevê três dias de programação com mostra gastronômica, feira criativa, competição culinária, palestras-show relâmpago, visita sensorial, mesa de conversa e shows. Todos os produtos serão distribuídos gratuitamente ao público.
A FEGASE – Feira Gastronômica do Seridó é um evento cultural de caráter formativo, acessível e gratuito, realizado no município de Jardim do Seridó/RN, com o objetivo de promover a valorização da gastronomia popular e da música regional nordestina como expressões da identidade cultural do território seridoense.Com três dias de intensa programação, o evento reúne mostras culinárias, estandes de comidas típicas, palestras-show, competição gastronômica, apresentações musicais e ações de acessibilidade. A proposta é envolver públicos de todas as idades, promovendo o encontro entre tradição e contemporaneidade, saberes populares e experiências formativas, cultura alimentar e inclusão social.A seguir, detalhamos os produtos culturais que integram o projeto: 1. Mostra Gastronômica – “Sabores do Seridó”Resumo: Exposição de cerca de 15 estandes gastronômicos com comidas típicas do Seridó potiguar, incluindo pratos como rubacão, paçoca, mungunzá, bolo de milho, compotas, sucos regionais e iguarias de feira. Os expositores são cozinheiras populares, agricultores familiares e empreendedores locais. A mostra funcionará como praça de alimentação durante os três dias do evento. Classificação: Livre | Acessibilidade: Rampas, sinalização, espaço nivelado e equipe de apoio.2. Competição Gastronômica – “Prato da Memória”Resumo: Concurso entre 8 a 10 participantes, com receitas autorais baseadas em ingredientes e práticas tradicionais. Julgamento técnico e participação do público. A premiação será simbólica (troféus e certificados). A ação busca valorizar a criatividade e o vínculo afetivo com a memória alimentar regional. Classificação: Livre | Acessibilidade: Intérprete de Libras e mediação inclusiva. 3. Palestras-Show – “Saberes da Cozinha Popular”Resumo: Seis encontros formativos e interativos (com duração média de 1h) conduzidos por mestres da cultura alimentar, cozinheiras tradicionais, nutricionistas e profissionais da área. Os temas abordam:Técnicas de Culinária de RaizReaproveitamento de AlimentosSaberes das Ervas e Temperos do SeridóCulinária Afetiva e Memória AlimentarDesign e Apresentação de Pratos RegionaisEmpreendedorismo na Cozinha PopularVoltadas a estudantes, donas de casa, cozinheiros(as), jovens e interessados(as) na cultura alimentar. Classificação: Livre | Acessibilidade: Intérprete de Libras, folders em braille, visita sensorial guiada.4. Apresentações Musicais – “Música, Cultura e Tradição”Resumo: Sete shows com artistas e bandas da cena regional, com repertórios ligados ao forró pé de serra, samba de coco, repente e MPB. As apresentações ocorrerão à noite e ao longo do dia, em palco montado na área da feira, com estrutura inclusiva. Classificação: Livre | Acessibilidade: Palco acessível, Libras, área reservada e piso nivelado.5. Registro Audiovisual – “Memória da Feira”Resumo: Cobertura fotográfica e em vídeo de todas as ações da feira. O material será editado para redes sociais, minidocumentário, vídeos institucionais e acervo de memória do evento. Classificação: Livre | Acessibilidade: Legendas descritivas, audiodescrição e Libras nos vídeos principais. 6. Visita Sensorial Guiada – “Tatear, Cheirar e Escutar o Seridó”Resumo: Ação voltada a pessoas com deficiência visual, com mediação sensorial entre os estandes e atividades. Os participantes serão conduzidos por guias que descreverão aromas, texturas, sabores e histórias dos pratos. Classificação: Livre | Acessibilidade: Mediação especializada, audiodescrição e ambientação acessível. 7. Materiais Acessíveis – “Comunicação para Todos”Resumo: Serão produzidos materiais físicos e digitais com linguagem acessível, incluindo folders em braille, cartazes com contraste elevado, vídeos legendados e interpretados em Libras. A campanha de divulgação utilizará rádio comunitária, carro de som e redes sociais. Classificação: Livre | Acessibilidade: Multiformato, com foco em públicos com baixa escolaridade ou deficiência. 8. Feira Criativa – “Saberes & Fazeres do Seridó”Resumo: Espaço para exposição e comercialização de artesanato, literatura de cordel, utensílios de barro e madeira, e produtos da agroindústria familiar. Os participantes serão prioritariamente do Seridó, com curadoria voltada à valorização da identidade local. Classificação: Livre | Acessibilidade: Espaço plano, sinalizado e com atendimento inclusivo. Classificação Geral do Evento: LIVREA FEGASE – Feira Gastronômica do Seridó é uma proposta pensada para todas as idades, com atenção especial à inclusão de pessoas com deficiência, estudantes da rede pública, cozinheiras populares, agricultores familiares, artesãos, jovens, crianças, adultos e idosos. Todo o conteúdo será oferecido gratuitamente, com ações afirmativas de acessibilidade e democratização de acesso.
Objetivo GeralPromover o acesso à cultura, à formação e à valorização da gastronomia popular e da música nordestina no interior do Rio Grande do Norte, por meio da realização da FEGASE _ Feira Gastronômica do Seridó. O evento tem como finalidade fortalecer os saberes tradicionais, fomentar a economia criativa local e proporcionar momentos de lazer e aprendizado para o público, reunindo culinária, música e ações educativas em uma programação diversa, acessível e enraizada no território potiguar. Objetivos Específicos1. Realizar uma mostra gastronômica com estandes de culinária popular Feira gastronômica aberta ao público, com pelo menos 15 estandes conduzidos por cozinheiras(os), doceiras(os), agricultores familiares e empreendedores da culinária tradicional do Seridó. Os expositores serão previamente selecionados e orientados a apresentar pratos típicos e comidas de raiz, como paçoca, rubacão, buchada, bolos caseiros, doces em compota, entre outros. A feira funcionará durante os três dias do evento, em horários definidos (ex: das 17h às 22h). Por que é importante? Fortalece a economia local, valoriza os saberes culinários tradicionais e aproxima o público das raízes alimentares do território.2. Organizar uma competição gastronômica entre 8 a 10 participantes Uma disputa saudável entre cozinheiras(os) locais, voltada à criatividade no uso de ingredientes tradicionais. Os participantes inscreverão suas receitas com antecedência, e uma banca de jurados _ composta por chefs, mestres da cultura alimentar e convidados _ avaliará critérios como sabor, apresentação, criatividade e fidelidade às raízes. Haverá premiação simbólica e/ou em dinheiro. Impacto esperado: Estímulo à inovação dentro da tradição, reconhecimento de talentos locais e engajamento do público. 3. Oferecer 6 palestras-shows sobre culinária e cultura alimentar Encontros interativos e demonstrativos, com duração de aproximadamente 1h, voltados à formação cultural do público. As palestras-show serão ministradas por mestres da cultura, cozinheiras(os) tradicionais e convidados com experiência em gastronomia, saberes populares e economia criativa. Exemplos de temas: "Comida de feira: bolo de milho cremoso", "Temperos do Seridó", "Raízes e folhas comestíveis", "Reaproveitamento e criatividade na cozinha". Por que é importante? Promove formação cultural acessível, reconhece o saber popular como ferramenta pedagógica e aproxima o público da tradição viva.4. Realizar 7 shows musicais com artistas da cena regional Apresentações musicais gratuitas com repertório voltado à cultura nordestina. Serão contratados sete artistas ou grupos regionais representando ritmos como forró pé de serra, samba de coco, repente e MPB nordestina. As apresentações ocorrerão em palco montado na área do evento. Impacto esperado: Valoriza os artistas locais, amplia a oferta cultural no interior e fortalece o vínculo entre música e identidade regional. 5. Montar estrutura de palco, praça gastronômica e espaços de convivência Infraestrutura completa para garantir conforto, segurança e acessibilidade: palco, som, iluminação, barracas padronizadas, banheiros químicos, mesas, cadeiras, sinalização e rampas de acesso. A ambientação será inspirada na estética do Seridó, com uso de materiais como palha, barro, madeira e elementos da xilogravura. Por que é importante? Assegura uma experiência de qualidade ao público, dignidade para os expositores e condições adequadas de trabalho. 6. Estimular a geração de renda para empreendedores locais Criação de oportunidades econômicas para trabalhadores da gastronomia, artesanato, bebidas e serviços. Além dos estandes da mostra, a feira contará com artesãos, produtores locais e ambulantes credenciados. A expectativa é envolver diretamente cerca de 40 trabalhadores. Impacto esperado: Fortalecimento da economia criativa local, autonomia produtiva e dinamização econômica do município. 7. Valorizar a identidade cultural do Seridó potiguar Preservação e valorização dos elementos visuais, sonoros e simbólicos do território. Isso será refletido na curadoria dos pratos, escolha dos convidados, cenografia do evento e linguagem da comunicação, utilizando-se de símbolos locais como a renda, o barro, a madeira e a estética da xilogravura. Por que é importante? Promove pertencimento, orgulho identitário e educação cultural para o público de diferentes faixas etárias.8. Produzir materiais de registro audiovisual e fotográfico do evento Contratação de equipe especializada para registrar o evento em foto e vídeo, com edição de conteúdos para divulgação institucional, redes sociais e prestação de contas. O material também servirá como memória técnica e ferramenta para futuras edições do projeto. Impacto esperado: Documentação de impacto, transparência na execução e fortalecimento da imagem pública da iniciativa.
A FEGASE _ Feira Gastronômica do Seridó é uma iniciativa cultural voltada à valorização da gastronomia popular e da música regional nordestina, com foco no território do Seridó potiguar, mais especificamente no município de Jardim do Seridó/RN. O projeto propõe três dias de intensa programação cultural gratuita, com mostras culinárias, estandes de comidas típicas, palestras-show formativas e apresentações musicais de artistas locais e regionais.A proposta surge como resposta à necessidade de descentralizar os investimentos e ações culturais, concentrados nos grandes centros urbanos, e promover o acesso da população do interior potiguar a manifestações culturais que dialogam diretamente com sua identidade, território e memória coletiva. Em regiões como o Seridó, onde o acesso à cultura ainda é esporádico, o fortalecimento de eventos dessa natureza assume papel estratégico na promoção da cidadania, no estímulo à economia criativa e na preservação do patrimônio imaterial.Nesse sentido, o uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura previsto na Lei Federal nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é essencial para a viabilização da FEGASE. Por meio da captação de recursos via renúncia fiscal, o projeto mobiliza investimentos do setor privado para ações culturais que dificilmente seriam realizadas com recursos próprios ou com apoio espontâneo do mercado. Trata-se, portanto, de uma ação em consonância com as finalidades do Art. 1º da referida lei, em especial os seguintes incisos:Inciso I _ Estímulo à produção cultural independente e à formação de público;Inciso II _ Preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro;Inciso IV _ Apoio à universalização do acesso aos bens e serviços culturais;Inciso VI _ Apoio a manifestações culturais das diversas regiões do país.A valorização da culinária tradicional como linguagem cultural se articula diretamente com o reconhecimento da gastronomia como patrimônio imaterial do Brasil, conforme prevê o Decreto nº 3.551/2000. A FEGASE enaltece saberes e fazeres alimentares transmitidos entre gerações, garantindo-lhes visibilidade, respeito e valorização.No âmbito da política nacional de cultura, a iniciativa também se alinha aos objetivos expressos no Art. 3º da Lei 8.313/91, destacando-se:Inciso I _ Facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso II _ Promover a regionalização da produção cultural com valorização de conteúdos e recursos humanos locais;Inciso IV _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Inciso V _ Desenvolver a consciência e o respeito aos valores culturais;Inciso VII _ Apoiar e difundir as manifestações culturais dos diversos grupos que formam a sociedade brasileira.Mais do que um evento, a FEGASE se configura como espaço formativo, educativo e integrador. As palestras-show e apresentações culturais propiciam trocas intergeracionais e promovem o reconhecimento dos saberes populares como fontes legítimas de conhecimento. Ao mesmo tempo, fomenta a economia da cultura, envolvendo diretamente cozinheiras, doceiras, músicos, artesãos, produtores e mestres populares _ profissionais que representam a base produtiva do setor criativo em regiões interioranas. Estima-se a participação direta de mais de 40 trabalhadores e um público circulante superior a 3.000 pessoas durante os três dias do evento.A execução da FEGASE também favorece setores indiretos, como turismo, comércio, alimentação, serviços e comunicação, funcionando como uma engrenagem que movimenta a economia local e desperta vocações culturais e empreendedoras nas novas gerações. Nesse aspecto, o projeto também atua como espaço de formação profissional, contribuindo para o surgimento de novos talentos e a permanência das juventudes em seus territórios, com geração de renda e fortalecimento da autoestima comunitária.Diante de sua relevância cultural, social e econômica, e considerando o compromisso com a democratização do acesso, a valorização do patrimônio cultural e a descentralização geográfica das ações culturais no país, a utilização da Lei Rouanet é não apenas apropriada, mas imprescindível. Os recursos captados garantirão qualidade estrutural, técnica e de acessibilidade, assegurando que os objetivos propostos sejam plenamente atingidos e que a FEGASE se consolide como um marco para o calendário cultural do Seridó e do Rio Grande do Norte.
A FEGASE – Feira Gastronômica do Seridó é mais do que um evento pontual: trata-se de uma proposta estratégica de fortalecimento da cultura popular e da economia criativa no interior do Rio Grande do Norte. Enraizada na tradição e na vitalidade cultural do Seridó, a feira nasce com vocação para a continuidade, para a formação de redes e para o impacto social duradouro.IMPACTO TERRITORIAL E COMUNITÁRIORealizada no município de Jardim do Seridó/RN, cidade com cerca de 12 mil habitantes, a FEGASE responde à carência histórica de programações culturais estruturadas no interior potiguar. O projeto tem como um de seus principais compromissos o enraizamento territorial, valorizando os agentes locais em todas as etapas da produção.Todos os expositores, artistas, palestrantes e profissionais técnicos serão prioritariamente selecionados entre moradoras e moradores do município ou da região do Seridó. Isso garante que o investimento público circule na economia local, estimule cadeias produtivas criativas, reconheça saberes ancestrais e fortaleça a produção cultural autêntica do sertão.Além disso, o evento se alinha à memória coletiva e às práticas vivas da comunidade, como:a culinária afetiva e de quintal, transmitida por gerações;o forró pé de serra presente nas festas tradicionais;a oralidade das cozinheiras, mestres e contadoras de histórias;a estética nordestina presente na música, no artesanato e nos modos de vida.A FEGASE promove o protagonismo de grupos populares historicamente marginalizados, como mulheres, pessoas negras, juventudes, idosos e pessoas com deficiência, consolidando-se como espaço de escuta, visibilidade e reconhecimento.CONTINUIDADE, REPLICABILIDADE E LEGADOA estrutura modular da FEGASE permite sua continuidade em edições futuras e sua adaptação a diferentes contextos culturais do território potiguar. A proposta é que o evento passe a integrar o calendário anual de festividades de Jardim do Seridó, e possa ser replicado em outros municípios da região.Os registros audiovisuais e pedagógicos gerados durante o projeto alimentarão uma base de conhecimento acessível, que poderá ser usada em:ações formativas em escolas públicas;oficinas em associações comunitárias;edições itinerantes ou reduzidas da feira.Como legado concreto, o projeto deixará:uma rede de produtores culturais fortalecida e articulada;materiais educativos e acessíveis sobre cultura alimentar;estímulo à formalização de empreendedores da cozinha e da cultura;visibilidade para talentos locais ainda pouco reconhecidos.SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIALA FEGASE incorpora princípios de sustentabilidade ambiental, econômica e social em todas as suas etapas. Entre as ações previstas:uso prioritário de materiais recicláveis e reutilizáveis;presença de lixeiras seletivas e ações educativas sobre descarte correto;escolha de fornecedores locais para reduzir impactos logísticos e fomentar a economia da região;incentivo à gastronomia de base agroecológica e ao uso de ingredientes regionais;promoção de técnicas tradicionais de preparo, conservação e armazenamento de alimentos.Também será realizada uma campanha educativa durante a feira com foco em combate ao desperdício de alimentos e incentivo ao reaproveitamento criativo de ingredientes, como ferramenta de educação alimentar e de soberania cultural.ALINHAMENTO À POLÍTICA CULTURAL NACIONALA FEGASE dialoga com diversos princípios e metas do Sistema Nacional de Cultura, da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e do Plano Nacional de Cultura, contribuindo para:descentralização geográfica dos recursos e eventos culturais;promoção do acesso universal à cultura, sem barreiras econômicas;valorização da diversidade cultural brasileira, com ênfase na cultura do sertão nordestino;preservação do patrimônio imaterial, especialmente saberes alimentares e musicais;fortalecimento da economia criativa, com geração de trabalho e renda no interior.Ao realizar uma feira gastronômica de caráter formativo, inclusivo e popular no semiárido potiguar, o projeto atua diretamente na redução das desigualdades culturais e territoriais, promovendo cidadania e pertencimento por meio da cultura.DIFERENCIAIS DO PROJETOPrimeira feira gastronômica com estrutura multidisciplinar no Seridó potiguar;Curadoria regional focada em formação, fruição, memória e geração de renda;Inclusão efetiva de ações de acessibilidade física e de conteúdo;Comunicação acessível, popular e engajada com a comunidade;Integração entre cultura, educação, gastronomia, sustentabilidade e cidadania. Com tudo isso, a FEGASE – Feira Gastronômica do Seridó se firma como uma proposta inovadora, sustentável e socialmente comprometida, que respeita as tradições locais e projeta o interior como um lugar legítimo de criação, partilha e celebração cultural.
A FEGASE – Feira Gastronômica do Seridó é composta por um conjunto de produtos interligados que dialogam entre cultura alimentar, música regional, economia criativa, formação cultural e acessibilidade. Cada ação do projeto está descrita tecnicamente a seguir: 1. Mostra Gastronômica – “Sabores do Seridó”Formato: Feira com 15 estandes padronizados de culinária tradicional.Duração: 3 dias consecutivos (sexta a domingo), das 17h às 22h.Local: Espaço público aberto, com praça de alimentação e circulação segura.Infraestrutura:15 barracas 3x3m, mesas, cadeiras, lixeiras seletivas;Iluminação noturna e energia elétrica adequada;Placas de sinalização em alto contraste;Extintores, pontos de água e piso regularizado.Seleção de expositores: Cozinheiras populares, agricultores familiares e grupos tradicionais da região do Seridó, com atenção à equidade de gênero.Acessibilidade: Área reservada para PCDs, folders em braille, intérprete de Libras circulante. 2. Competição Gastronômica – “Prato da Memória”Formato: Disputa culinária entre 8 a 10 participantes com receitas autorais.Duração: 2 horas, no segundo dia da feira.Estrutura técnica:Bancada de apresentação, microfone, fogão portátil ou rechaud, utensílios e pratos sustentáveis;Mesa de jurados com especialistas e mestres da cultura alimentar.Critérios de avaliação: Sabor, criatividade, apresentação e vínculo com a memória culinária.Público: Participação presencial com votação popular simbólica.Acessibilidade: Mediação com Libras e audiodescrição oral da apresentação dos pratos. 3. Palestras-Show – “Saberes da Cozinha Popular”Quantidade: 6 encontros formativos.Duração: 1 hora cada, com até 25 participantes.Formato: Aulas-show práticas e dialogadas com uso de ingredientes típicos.Temas Abordados:Técnicas de Culinária de RaizReaproveitamento de AlimentosSaberes das Ervas e TemperosCulinária Afetiva e MemóriaDesign de Pratos RegionaisEmpreendedorismo PopularMateriais: Fogão portátil, ingredientes, aventais, utensílios, mesas cobertas.Acessibilidade: Intérprete de Libras, folders em braille, visita sensorial.Certificação: Entrega de certificados digitais ou impressos aos participantes. 4. Shows Musicais – “Música, Cultura e Tradição”Quantidade: 7 apresentações musicais (diurnas e noturnas).Duração média: 1h30 cada.Repertório: Forró pé de serra, samba de coco, xote, MPB nordestina.Palco e técnica:Palco 8x6m, sonorização (PA, retornos, microfones), iluminação cênica, camarim, gerador.Backline conforme rider técnico dos artistas.Público estimado: Até 1.000 pessoas por noite.Acessibilidade: Intérprete de Libras em palco, área reservada, piso tátil. 5. Registro Audiovisual – “Memória da Feira”Entregas:01 vídeo institucional (3 a 5 minutos);03 minidocs (1 por dia);Reels e clipes para redes sociais.Equipe técnica: 1 cinegrafista, 1 fotógrafo, 1 editor, 1 roteirista.Equipamentos: Câmeras DSLR, drones, microfones de lapela, iluminação móvel.Acessibilidade: Versões com legendagem descritiva, Libras e audiodescrição.Distribuição: YouTube, redes sociais e acervos culturais locais. 6. Visita Sensorial Guiada – “Tatear, Cheirar e Escutar o Seridó”Formato: Percurso mediado para pessoas com deficiência visual ou neurodivergentes.Duração: 1 hora por grupo (até 8 pessoas).Materiais: Descrições táteis, óleos aromáticos, colheres de prova, áudio de apoio.Objetivo: Acesso sensorial e imersivo aos sabores, cheiros e sons da cultura alimentar local. 7. Comunicação Popular e Materiais AcessíveisMateriais impressos:500 folders (com versão em braille);100 cartazes em papel reciclado (A3);Mapas táteis do espaço expositivo.Peças digitais: Conteúdo com audiodescrição, Libras e legendas.Canais de divulgação: Rádio comunitária, carro de som, redes sociais, mídia local.Linguagem: Popular, acessível, com foco em públicos com baixa escolaridade. 8. Feira Criativa – “Saberes & Fazeres do Seridó”Formato: Feira de artesanato, agroecologia, cordel e utensílios tradicionais.Participantes: Até 10 expositores.Infraestrutura: Barracas padronizadas, mesas, iluminação noturna, sinalização com nome e cidade do expositor.Objetivo: Fomento à economia criativa e à renda de pequenos produtores culturais do Seridó. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA GERAL: LIVRETodas as ações previstas na FEGASE são adequadas para públicos de todas as idades, com especial atenção à inclusão de pessoas com deficiência, famílias, estudantes, profissionais da cultura e comunidade em geral. A acessibilidade e a fruição ampla dos conteúdos são princípios fundamentais do projeto.
A FEGASE – Feira Gastronômica do Seridó será estruturada com base no compromisso de garantir o acesso pleno, seguro e digno de todas as pessoas às suas atividades culturais. O evento respeitará as diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), bem como os parâmetros de acessibilidade definidos pelo Ministério da Cultura e pela norma ABNT NBR 9050.Acessibilidade FísicaA área do evento será adaptada para permitir a livre circulação de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou idosos. As principais ações incluem:Rampas de acesso: Todas as entradas e saídas do espaço do evento contarão com rampas com inclinação adequada, atendendo às normas de acessibilidade para cadeirantes, pessoas com andadores, muletas ou carrinhos de bebê.Banheiros acessíveis: Serão disponibilizados banheiros químicos acessíveis, com espaço interno ampliado, barras de apoio e piso nivelado.Espaços reservados: Nas áreas de apresentações musicais e palestras-show, haverá espaços demarcados para pessoas com deficiência e seus acompanhantes, garantindo boa visibilidade e conforto.Sinalização tátil e visual: O evento contará com placas em letras ampliadas, pictogramas universais e alto contraste, facilitando a orientação de pessoas com baixa visão ou deficiência intelectual.Iluminação segura: Todo o ambiente do evento será iluminado com foco na mobilidade segura, evitando trechos escuros e obstáculos visuais.Equipe capacitada: Os profissionais de recepção, produção e mediação cultural receberão capacitação básica em atendimento inclusivo, visando acolher com respeito e empatia pessoas com diferentes perfis de deficiência.Acessibilidade de ConteúdoAlém da infraestrutura física, a FEGASE implementará recursos de acessibilidade comunicacional e sensorial, com foco na fruição cultural plena. Serão adotadas as seguintes medidas:Intérprete de Libras: Pelo menos um intérprete de Língua Brasileira de Sinais estará presente nas apresentações de abertura, nos shows musicais e durante as palestras-show, garantindo acesso ao público surdo.Legendagem descritiva: Todo conteúdo audiovisual produzido para redes sociais, cobertura institucional e divulgação do evento será legendado com descrição de falas e sons relevantes.Audiodescrição: Os vídeos institucionais e de memória do projeto contarão com versão audiodescrita para atender pessoas cegas ou com baixa visão.Visita sensorial guiada: Será oferecida uma visita mediada aos estandes gastronômicos com foco na experiência sensorial – aromas, texturas, descrição verbal de pratos –, especialmente voltada para pessoas com deficiência visual.Comunicação acessível: Os materiais gráficos (digitais e impressos) serão desenvolvidos com linguagem direta, fontes ampliadas, contraste adequado e recursos gráficos que favoreçam a leitura por idosos, pessoas com deficiência intelectual e público em geral.Compromisso com a InclusãoA acessibilidade será incorporada desde a concepção até a execução da FEGASE – Feira Gastronômica do Seridó. Mais do que cumprir exigências legais, o evento reconhece que uma cultura verdadeiramente democrática é aquela que considera a diversidade de corpos, experiências e modos de acessar o mundo. Garantir que todas as pessoas possam viver essa experiência com autonomia, segurança e conforto é parte essencial da proposta e um compromisso ético do projeto com a inclusão social e cultural.
A FEGASE – Feira Gastronômica do Seridó foi concebida com base nos princípios da universalização do acesso à cultura, priorizando ações gratuitas, formativas, acessíveis e territorialmente descentralizadas. Realizado em Jardim do Seridó/RN, no coração do Seridó potiguar, o projeto tem como compromisso oferecer uma experiência cultural de qualidade para todos os públicos, com atenção especial às populações historicamente excluídas de eventos culturais de médio porte.ACESSO GRATUITO A TODA A PROGRAMAÇÃONão haverá cobrança de ingresso para nenhuma das atividades durante os três dias de evento. O acesso será 100% gratuito, livre e aberto à comunidade, permitindo a participação de pessoas de diferentes faixas etárias, perfis sociais e níveis de escolaridade. Entre os produtos com acesso garantido, destacam-se:Mostra gastronômica com estandes de comidas típicas do Seridó;Competição gastronômica com jurados especializados e interação do público;Palestras-show com mestres da cultura alimentar local;Shows musicais noturnos com artistas da cena regional;Visitas sensoriais acessíveis e experiências formativas.A gratuidade plena é um dos principais pilares da democratização do projeto, eliminando barreiras econômicas e promovendo a formação de novos públicos culturais.AMPLIAÇÃO DIGITAL DO ACESSOPara expandir o alcance do evento, a FEGASE adotará estratégias digitais que permitam o acompanhamento remoto por quem não puder comparecer presencialmente. Entre elas:Transmissão ao vivo dos shows musicais pelas redes sociais (YouTube, Instagram e Facebook);Registro em vídeo das palestras-show, com legendagem e audiodescrição, a serem disponibilizados gratuitamente no YouTube e em redes escolares;Cobertura fotográfica e audiovisual em tempo real, ampliando a visibilidade do evento nas plataformas digitais.Essas iniciativas asseguram que o conteúdo produzido ultrapasse os limites geográficos do evento e fortaleça a memória cultural e institucional da feira.PALESTRAS-SHOW COMO AÇÃO FORMATIVAA programação contará com 6 palestras-show gratuitas e abertas ao público, ministradas por cozinheiras tradicionais, mestres da cultura e profissionais da gastronomia popular. Os temas abordarão saberes e práticas ligados à identidade alimentar nordestina:Técnicas de culinária de raiz;Reaproveitamento de alimentos;Saberes das ervas e temperos do Seridó;Culinária afetiva e memória alimentar;Design e apresentação de pratos regionais;Empreendedorismo na cozinha popular.As palestras-show serão realizadas em locais acessíveis, com controle de público para garantir qualidade pedagógica e interação direta entre mestres e participantes.ATIVIDADES INTERATIVAS E FORMATOS PARTICIPATIVOSA competição gastronômica será estruturada em formato interativo, com envolvimento do público em votações simbólicas, momentos de conversa com os jurados e premiação com participação comunitária. Também está previsto um lançamento oficial do evento em espaço público descentralizado, como escola ou praça, reforçando a conexão com a base comunitária.DESLOCAMENTO DO EIXO CULTURAL PARA O INTERIORA escolha de Jardim do Seridó como sede da FEGASE é uma ação estratégica de descentralização cultural. Com cerca de 12 mil habitantes, o município representa um território historicamente excluído das grandes programações culturais do estado. Realizar um festival dessa magnitude no interior é reconhecer a potência dos territórios rurais como espaços legítimos de produção, circulação e fruição cultural.ENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO E INCLUSÃO TERRITORIALA proposta prevê a mobilização de grupos populares e trabalhadores da cultura local, incluindo:Cozinheiras(os) e produtores de alimentos típicos;Artesãos e empreendedores da economia criativa;Artistas da música, poesia e cultura regional;Jovens estudantes e educadores das escolas públicas.A participação será incentivada por meio de chamadas públicas, parcerias institucionais e ampla divulgação local, assegurando que o evento seja construído de forma colaborativa com a comunidade.ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO POPULARA campanha de comunicação da FEGASE será pensada para atingir públicos diversos, inclusive aqueles com pouco acesso digital. As estratégias incluem:Panfletagem em feiras livres, escolas e unidades de saúde;Parcerias com rádios comunitárias e carro de som;Criação de materiais digitais simples e diretos, distribuídos via WhatsApp e redes sociais.COMPROMISSO COM A DIVERSIDADE E A CULTURA COMO DIREITOTodas as ações da FEGASE serão planejadas com atenção às múltiplas dimensões da diversidade cultural – de classe, geração, gênero, deficiência e origem. A democratização do acesso não será apenas um princípio teórico, mas uma prática concreta refletida na estrutura do evento, na curadoria artística e nos mecanismos de participação popular.A FEGASE reafirma, assim, seu papel como instrumento de cidadania cultural e de descentralização efetiva das políticas públicas de cultura no Rio Grande do Norte.
FICHA TÉCNICAATUAÇÃO DO PROPONENTEGabriel de Souza Santos, dirigente do projeto e representante legal da instituição proponente, atuará como Coordenador Geral e Curador Cultural da FEGASE - FEIRA GASTRONÔMICA DO SERIDÓ. Sua função envolverá a idealização, planejamento, supervisão e execução das principais etapas do projeto, com especial atenção à curadoria das atividades gastronômicas e musicais, articulação comunitária, contratações e acompanhamento dos processos de produção, comunicação, acessibilidade e prestação de contas.Gabriel também será responsável pela mediação institucional com parceiros locais, apresentação de oficinas e atividades formativas, bem como pela supervisão da equipe técnica. Sua experiência em projetos culturais com foco na memória, gastronomia, cultura popular e identidade regional será fundamental para garantir o enraizamento territorial e a qualidade da feira.CURRÍCULO DOS PRINCIPAIS PARTICIPANTES1. Gabriel de Souza Santos – Coordenador Geral e Curador CulturalNatural de Jardim do Seridó/RN, é diretor, roteirista, historiador e produtor cultural. Atua desde jovem em teatro e cultura popular. Formado em História pela UFRN, pesquisa temas como a Irmandade dos Negros do Rosário e as bandas de música do Seridó. Criador do espetáculo "Santuário dos Negros", dirigiu os curtas O Carpinteiro de Rimas e Sicários: Entre Bornáis e Patentes. Concluiu cursos de Agente Cultural, Produção Audiovisual e Inteligência Artificial e Cultura. Sua atuação valoriza a memória e a inclusão por meio da arte.2. Danúbio da Silva Santos – Diretor de AudiovisualFundador da DS Videomaker, é referência na produção audiovisual no interior potiguar. Realizou produções premiadas como Sicários, Caritó e A Bulandeira. Atua em pós-produção de cinema e programas de TV, além de videoclipes e documentários culturais. Seu canal no YouTube serve de acervo da produção audiovisual seridoense, e suas obras são utilizadas como referência em escolas e universidades.3. Júlio César Silva de Oliveira (Julhin da Tia Lica) – Coordenador de OficinasArtista popular, roteirista e pesquisador cultural, é idealizador do projeto Sankofa – Encontro dos Reinos Pretos do RN. Atuou em produções como João Redondo: Passado, Presente e Futuro (IPHAN) e Feito o Vento. Bonequeiro, cantador e pesquisador da cultura afroindígena, conecta memória oral, tradição popular e inovação em suas ações artísticas.4. Arthur Neri – Fotógrafo DocumentalFotógrafo especializado em cultura negra e popular do Seridó, tem atuação marcante junto à Irmandade dos Negros do Rosário. Participa de projetos como o Memória Jardinense e produziu o documentário Jardim de Seridolências. Seu trabalho promove o registro sensível e histórico das manifestações culturais locais e dos povos tradicionais.5. Sostô Produções – Produção ExecutivaProdutora formada pelos artistas Agnes Félix e Lucas Silva. Agnes é multiartista com mais de 30 anos de atuação em teatro, artes visuais e audiovisual, premiada pela ACCRN com o videoclipe Natureza Curandeira. Lucas é músico, cordelista e integrante do grupo Forró Flor de Caroá. A Sostô atua com formação cultural, oficinas e espetáculos que valorizam o interior nordestino e suas linguagens híbridas.6. Anderson José – Designer, Mídias Digitais e FotografiaAtua em design gráfico, audiovisual e mídias sociais. Fotógrafo da Câmara Municipal de Jardim do Seridó/RN (2024–2025), é também ilustrador e filmmaker. Realizou xilogravuras para o evento Fulora 2024 e três curtas pela Lei Paulo Gustavo. É palestrante e educador sobre identidade seridoense nas artes visuais. Une técnica e expressão cultural em suas produções digitais e impressas.7. Aricélia Rodrigues – Apoio Administrativo e Produção LocalTécnica em Nutrição e Dietética, com experiência em atendimento e gestão de pequenos empreendimentos, atuou entre 2022 e 2025 no programa Crediamigo do Banco do Nordeste. Especialista em apoio administrativo, vendas e atendimento ao público, contribui com a articulação de produtores locais e a organização logística de eventos culturais. Atua com acolhimento, escuta ativa e foco no fortalecimento da economia criativa regional.CONSIDERAÇÕES FINAISA equipe técnica da FEGASE - FEIRA GASTRONÔMICA DO SERIDÓ reúne profissionais com forte vínculo com o território do Seridó e reconhecida atuação na área cultural, com ênfase em memória, audiovisual, gastronomia, cultura popular, formação artística e acessibilidade. Essa pluralidade de experiências e saberes assegura a consistência do projeto em todas as suas etapas – da curadoria à execução – promovendo um festival com identidade, qualidade e compromisso social.
PROJETO ARQUIVADO.