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PRONAC 255544Autorizada a captação total dos recursosMecenato

OPERIFERIA : o corpo sonoro periférico

WELLINGTON TRINDADE SANTOS
Solicitado
R$ 195,6 mil
Aprovado
R$ 195,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-10-01
Término
2026-05-17
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Espetáculo de dança que se equipara a ópera, porém, a narrativa/drama da proposta será toda conduzida/executada por meio do corpo (coreografia). O elenco é composto por artistas que s?o estudantes e egressos da Escola de Dan?a da Funda??o Cultural do Estado da Bahia (FUCEB), moradores do bairro das Cajazeiras e adjacências, com a direção e coreografias de Wellington Trindade, assistência de Júnior Gomes, também com a participaçãoo da produção coletiva, ou seja, contribuição por parte do elenco.A periferia e suas nuances são pouco evidenciadas, daí então, a arte do movimento (dança) conduz a poesia da realidade para os palcos, escrevendo narrativas diversas, sendo elas contextualizadas por meio de histórias de amor, ginga, conquistas, raça, ancestralidade, religiosidade, resistência, peculiaridades, conquistas sonhos e exclusão. A relevância da proposta é sinônima do exercício da diversidade artística soteropolitana.

Sinopse

A periferia e suas nuances são pouco evidenciadas, daí então, a arte do movimento (dança) conduz a poesia da realidade para os palcos, escrevendo narrativas diversas, sendo elas contextualizadas por meio de histórias de amor, ginga, raça, ancestralidade, religiosidade, resistência, peculiaridades, conquistas sonhos e exclusão.A palavra ÓPERIFERIA surge da junção da palavra ópera com a junção da palavra periferia, expressando o canto/som do corpos periféricos, sendo assim, definindo a produção coreográfica: som, corpo e dança.Cada corpo/dançarino em cena, traz a carga artística por meio das interpretações.

Objetivos

OBJETIVO GERALPromover a cultura através das artes periféricas, com o intuito de contribuir para o fortalecimento do consumo gratuito das produções art?sticas oriundas nas comunidades/periferias, proporcionando entretenimento contribuinte para o exercício da responsabilidade social atrelada à cidadania de jovens artistas/dançarinos. OBJETIVOS ESPEC?FICOS- Aumentar e criar as possibilidades para o consumo da arte e cultura de modos gratuitos, resultando no maior alcance da cultura e suas vertentes; - Usar a arte para desenvolver o exercício da cultura, solidariedade e cidadania; - Proporcionar renda para artistas da periferia; - Fomentar a arte periférica;- Estreitar a distância da cultura e arte na periferia; - Oferecer entretenimento gratuitamente. - Valorizar a diversidade cultural; - Formar plateias; - Formar um núcleo cultural na periferia;

Justificativa

Os bairros perif?ricos de Salvador pulsam cultura e arte em todos cantos, o que falta é apoio e espaços para trabalhar os artistas trabalharem, inclusive para desmitificar, para isso, faz-se necessário trazer as pessoas para o convívio artístico periférico, com o objetivo que elas percebam que a periferia não é tão somente um palco de criminalidade/violência, pois, grande parte da mídia só mostram esse lado.A gente precisa entender que os grandes movimentos culturais de Salvador e Bahia começaram na periferia. O que seria da axé music sem a periferia ? Nada. O grande movimento de pagode, do reggae e do hip-hop de Salvador, nasceram na periferia. Nos bairros nobres não há nenhuma evidência de surgimento de manifestações ou expressões artísticas. Tudo isso é uma questão de identidade cultural forte, porque a periferia é um coração que pulsa na cidade de Salvador. A cultura representa um percentual expressivo do PIB do Brasil e com certeza a periferia contribui para tal fato. O curso de agente cultural, por meio da disciplina Diagn?stico de indicadores, contribuiu para que minha concepção e condiçõeo de produtor proporcionassem um olhar mais apurado no que tange à falta de produções que tenham uma permanência mais extensa ao ficar em cartaz. A ópera, tão somente vinculada às atmosferas elitizadas, será transformada nesta proposta como modo de expressão da cultura popular, perpassando pela política no sentido de extinguir questões que afetam a inclusão social. A proposta Óperiferia democratiza a arte, valoriza talentos periféricos locais e adjacentes e ajuda a criar identidade artística peculiar, representando os corpos e vozes marginalizados. Daí então, amplia a promoçãoo da produção cultural na periferia de modo gratuito, além do fazer artístico. O espetáculo não visa exclusivamente entreter, mas também gerar especulações, estabelecer conexões entre artistas e público, e incluir mais pessoas no protagonismo de suas próprias histórias. A periferia, a rua, a praça e o palco de encontro, resistência e celebração da vida cotidiana, garantindo e reafirmando o direito de todos: arte. O artigo 215 da Constituição Federal Brasileira diz que o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes dacultura nacional, apoiar e incentivar a valorização e a difusã das manifestaões culturais. Resumo: acesso; inclusão; identidade; democratizaçãoo; arte; cultura; referência.

Estratégia de execução

A depender da disponibilidade de pauta do teatro, poderá haver um diálogo artístico para compartilhar as etapas do processo criativo, concepção e execução do espetáculo.O intuito é despertar ainda mais o interesse dos moradores das comunidades periféricas e adjacentes desenvolverem arte.

Especificação técnica

*ESPETÁCULO- Três apresentações no teatro localizado na periferia soteropolitana.- Apresentação de algumas cenas nas escolas públicas periféicas, com o caráter de divulgação do espetáculo.- Tempo médio padrão com durção de 40 (quarenta) minutos a 1h (uma hora).- Será utilizado um mini-vídeo com a duração de alguns minutos para introdução do espetáculo.* DIVULGAÇÃO- Comunicação realizada com a postagem e cartazes nas escolas públicas, pois, incluir jovens estudantes é uma missão de responsabilidade social da proposta/espetáculo/oficinas.

Acessibilidade

1.Acessibilidade comunicacional:* intérpretes de libras, pois, algumas partes do espetáculo ocorrerão*Legendas nos vídeos do espetáculo que serão exibidos nos meios digitais (YouTube e Instagram).*Dançarinos intérpretes de libras vão executar coreografias utilizando libras. * Áudio descrição para contemplar cegos e pessoas de baixa visãoObs.: * Definição do horário é estratégia de acessibilidade: início às 19h (espetáculo).2.Acessibilidade arquitetônica*O Espaço Boca de Brasa Cajazeiras já disponibiliza rampas de acesso para facilidade da presença de pessoas cadeirantes e com deficiência.*Corrimãos instalados.*Banheiro para pessoas com deficiência.*Estacionamento externo que possibilita o acesso ao teatro, pois, existem mini rampas*Dentro do teatro há rampas tanto para entrada principal e entrada lateral.*O teatro é bem localizado e de fácil acesso por meio do transporte coletivo.

Democratização do acesso

A democratização se dar pela gratuidade dos ingressos. A periferia é carente de manifestações culturais e expressões artísticas inclusivas, sendo assim, por conta de algumas regiões periféricas terem recursos financeiros muito reduzidos, a gratuidade é a palavra chave para contemplar e agraciar a comunidade.Promover a cultura de forma gratuita é sinônimo de responsabilidade social sem restrições ou ressalvas. A democracia é a demonstração diária para estabelecer a equidade, a cidadania e o fomento no sentido bem mais expressivo da liberdade e direitos.

Ficha técnica

1 Judson Bispo Gomes Júnior - Assistente de coreografia / dançarino.▪︎ Formado no curso de nível médio técnico em dança da Funceb - 2024.▪︎ Bailarino Grupo estrelas da valsa (2012 – 2015)▪︎ Bailarino do corpo de baile Valse (2016-2017)▪︎ Dançarino, coreógrafo e multiplicador no Grupo Style of Dance (2016- 2018)▪︎ Multiplicador em dança para crianças no Movimento Cultural de Águas Claras (2017 – 2019)▪︎ Professor de dança do projeto Mais Educação, Escola Municipal Maria Dolores (2019)▪︎ Bailarino, Espetáculo Aramimo, Coreógrafo Matheus Ambrozi (2020)▪︎ Bailarino intérprete, Espetáculo Diáspora Soteronegrapolitana, Coreógrafo Wellington Trindade, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (2020)▪︎ Bailarino intérprete, 8° edição do Calendário das artes 2020. Proposta: Pandançamia – A disseminação da dança, coreografado por Wellington Trindade▪︎ Bailarino intérprete da Márcio Fidelis Cia de dança, espetáculo Padê, 1° lugar no Ballace com Maracatu Misterioso (2021-2023)2 Allan Santos de Santana - Coordenador artístico / Dançarino (Coordenar a gestão dos artistas envolvidos na produção do espetáculo).Curso de nível médio técnico em dança da Funceb (trancado).- Dançarino de dança afro, dança contemporânea, jazz dance e danças urbanas.▪︎ Diretor, coreógrafo e multiplicador do Grupo Style of Dance (2016- 2018)▪︎ Bailarino intérprete, Espetáculo Diáspora Soteronegrapolitana, Coreógrafo Wellington Trindade, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (2020)▪︎ Bailarino intérprete, 8° edição do Calendário das artes 2020. Proposta: Pandançamia – A disseminação da dança, coreografado por Wellington Trindade. -Professor e assistente de coreografia do Balé da Comunidade de Cajazeiras (2023).3 Aldbarã Lima Silva - Assitente de direção (Coordenação e gestão como produtor e parte da direção).*Intérprete de libras e dançarino• Pós-Graduado em Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, pela Faculdade Dom Alberto, (2021).Ex-estudante formado no curso técnico de dançarino e coreógrafo, curso ministrado pela Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Vasto conhecimento nas áreas das Artes e da Educação e fazendo uso da mesma para o desenvolvimento, autonomia e aprendizado, trago um conhecimento amplo da importância do trabalho junto a inclusão de pessoas com deficiência ou necessidade especial. Trabalho com a Arte Educação, a unindo com a terapia e a autoestima e incluindo a participação da inclusão e a preparação da resistência corporal, fazendo uso das Artes em especifico a Dança em diversas vertentes inter e multidisciplinar.4 Jussara Bacela (Dançarina e atriz) Coordenadora de dramaturgia (construção da parte teatral do espetáculo)- LICENCIATURA EM TEATRO PELA UNIVERSIDADE FEDERL DA BAHIA (UFBA).- TRABALHOU COMO PROFESSORA DE DANÇA NA EMPRESA ESCOLA GERSINO COELHO.- TRABALHOU COMO ARTE EDUCADORA.- PÓS-GRADUANDA NA ESCOLA DE BELAS ARTES – UFBA.- TRABALHOU COMO ESTUDANTE NA EMPRESA INSTITUTO CULTURAL STEVE BIKO.- ESTUDOU PÓS-GRADUAÇÃO NA INSTITUIÇÃO DE ENSINO UFBA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA.-ESTUDOU COREOGRAFIA NA INSTITUIÇÃO DE ENSINO ESCOLA DE DANÇA DA FUNCEB.- OFICINA DE DANÇA AFRO DO PROJETO VIVER COM ARTE DA FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESTADO DA BAHIA (FUNCEB) – 1998 A 2002. 5. Daniel Santos Matos. Coordenador das oficinas de dança e dançarino *Formação● Pavilhão D - Ballet Clássico, Repertório e Contemporâneo - Desde janeiro de 2015 a dezembro de 2015● Balé da Comunidade Cajazeiras- Afro, Jazz e Ballet - de 2008 a 2013● Atelie da Dança- Ballet, Jazz- de 2013 a 2014● Escola de Dança da FUNCEB – Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Dança – 4° Semestre (trancado)*Espetáculo● Bahia de Todas as danças, Balé Da Comunidade2008 – Cajazeiras● Sua Mãe é Show, Ateliê Da Dança 2014● Sua Mãe é Show, Ateliê Da Dança 2015● Intimo, Pavilhão D 2015● Eliane Brasil, 2016, 20176. Alef Gomes - Dançarino - Responsável por alguns ensaios. Cursos1. Encontro Baiano de Jazz Dancce 20192. Workshop de Composição de Duo com Anderson Couto 20193. Encontro Baiano de Jazz Dance 2019.24. Workshop de Dança Contemporânea com João Pirahy 20195. Workshop de Dança Contemporânea com Marcelo Pereira 20196. Residanse – Residência artística de jazz com Caio Nunes 20197. Intensivo Eliane Fetzer 2020• BailarinoEspetáculos:1. Dancidade – Valsa (Grupos de Valsa de Salvador), 2016.2. Castelo dos Sonhos (Studio Ballet Cajazeiras), 2016.3. A Noviça Rebelde (Studio de Dança Eliane Brasil), 2017.4. Zodíaco (Companhia de Dança Eliane Brasil), 2017.5. Embarque na Terra do Nunca (Studio de Dança Eliane Brasil), 2018.6. Feel the Magic (Studio A), 2018.7. Mostra Coreográfica do Encontro Baiano de Jazz 2019.8. ETHOS (Fabiana Lima), 2019.9. Lago dos Cisnes (Ballet Itana Leão), 2019.10. Aladdin e o Contador de Historias (Studio de Dança Eliane Brasil), 2019.11. Mostra Coreográfica do Encontro Baiano de Jazz 20207 Bruno Santos Sousa - Dançarino (execução das coreografias do espetáculo)- Ópera Lídia de Oxum Castro Alves • Bailarino, dança afro- Fundação Cidade mãe • 1 ano e 3 meses trabalhando como jovem aprendiz em dança.- Cia Tradições • 1 ano de trabalho na Cia • Atuação como dançarino em Dança afro, jazz e balé clássico- Tabuleiro da dança • 2 anos • Balé clássico, dança afro e dança moderna.- Arte Circense – Bloco Ilê Ayê • Ano de 2018 até o momento • Aprendizado e experiência com manuseio de perna de pau durante as apresentações do Bloco Ilê Ayê.8 Vania de Assis Santos - Dançarina (execução das coreografias do espetáculo)Participação nos principais grupos de valsa de Cajazeiras desde o ano de 2016.Ex-dançarina do Grupo de Valsa Amor Eterno.Ex-dançarina do Grupo de Valsa Império da Valsa.Ex-dançarina do Grupo de Valsa Por Amor.Ex-aluna do projeto cultural Balé da Comunidade, onde obtive conhecimento de dança moderna, afro, jazz, dança contemporânea e dança popular regional.Atualmente produtora e coreógrafa e diretora do Grupo de Valsa Sublime.9.Kuma França Lima - Ator (Participação na execução da dramaturgia do espetáculo)Poeta, negro, periférico.Integrante da Juventude Ativista de Cajazeira (JACA).Cantor independente e compositor. Escritor. AtorMúsico parceiro da Escola Estadual Ana Bernardes - atuante nos eventos culturais realizados pela escola.10.Alex Luiz do Nascimento Souza. Atesão e artista plático (Participação dançando econstrução do cenário).*Professor de capoeira.Dançarino de companhias folclóricas.Indtrutor de atividades físicas para melhor idade.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.