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PRONAC 255552Expirado o prazo de captação totalMecenato

Livro “Cultura da Amazônia Brasileira”

EOF VASCONCELOS LTDA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-09-28
Término
2026-03-28
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O projeto propõe a produção e distribuição da primeira edição do livro "Cultura da Amazônia Brasileira", reunindo textos e imagens sobre as expressões culturais da região. Serão 2.500 exemplares impressos e uma versão digital acessível, com distribuição gratuita em todo o Brasil. Haverá também um evento de lançamento em Belém (PA), gratuito e acessível. O objetivo é valorizar a diversidade cultural amazônica, promover o acesso ao conhecimento e descentralizar a produção editorial no país.

Sinopse

O projeto acontecerá de setembro de 2025 a março de 2026. O periódico será impresso e digital (www.culturadaamazoniabrasileira.com), abordando as diversas dimensões da Cultura na região amazônica brasileira, especificadas na introdução. Será forte sua presença nas redes sociais a fim de que se popularize e se torne uma publicação referência nacional. Destacamos a relevância dos temas abordados para a área cultural brasileira. Em geral, serão abordadas as seguintes pautas: textos críticos escritos por artistas e produtores culturais ligados à academia; biojóias criadas por designers paraenses a partir de elementos provenientes da região Amazônica; apresentação e mapas de espaços culturais, museus, ateliês e galerias de arte; rota gastronômica das melhores comidas típicas; marcos arquitetônicos e patrimônio histórico da região, suas influências e curiosidades; artesanatos sustentáveis produzidos por comunidades locais; cenário da moda paraense, seus estilistas e suas influências; manifestações culturais da cidade como o Círio de Nazaré e o Arraial do Pavulagem; encarte com o mapa da cidade, rota dos pontos turísticos e de pontos de interesse para turistas; a marca do negro e do inígena na Amazônia; a cena drag de Belém; dicas de lugares para “turistar” nas grandes cidades amazônicas; exposições para visitar no Norte do país; a Bienal das Amazônias; música paraense pelo mundo; moda e pessoas trans nas cidades amazônicas; artistas indígenas e a força das pautas decoloniais trazidas por eles; giro cultural pelas periferias de Belém, Manaus, Rio Branco, Porto Velho, Boa Vista, Macapá, Palmas, Santarém, Marabá e Abaetetuba; a força da arte que vem das aldeias; entre outras pautas.O livro terá uma linguagem multicultural, inclusiva e acessível a todos os públicos, com 80% dos exemplares distribuídos GRATUITAMENTE e 20% comercializados a preço de custo em livrarias de todo o país PARA FINS DE AMPLA DISTRIBUIÇÃO E ACESSO À PUBLICAÇÃO. Desses 80%, a maior parte será distribuída no Pará em locais de fácil acesso como Secretaria de Cultura, bibliotecas públicas, pontos turísticos, bancas e livrarias, buscando atingir principalmente as pessoas do universo cultural: artistas, designers, arquitetos, escritores, agentes culturais, influenciadores, imprensa e formadores de opinião. A outra parte será distribuída via distribuidoras a 10 CIDADES DO NORTE: BELÉM, MANAUS, RIO BRANCO, PORTO VELHO, BOA VISTA, MACAPÁ, PALMAS, SANTARÉM, MARABÁ e ABAETETUBA e via mala direta a parlamentares, autoridades da administração pública, influenciadores culturais de todo o país e bibliotecas. Já a versão digital alcançará o mundo todo.O EVENTOS DE LANÇAMENTO do livro na capital paraense também será um importante acontecimento cultural gratuito e democrático ABERTO À POPULAÇÃO, reunindo a imprensa, autoridades governamentais, influencers e os participantes da edição, além de arquitetos, designers, artistas, pessoas da área da moda e gastronomia, produtores culturais, empresários, ...As CONTRAPARTIDAS SOCIAIS AÇÕES EDUCATIVAS E CULTURAIS EM HUMANIDADES EM GERAL serão voltadas a 200 estudantes de escolas públicas. As OFICINAS GRATUITAS de produção de texto para esses estudantes, que ajudarão a construir textos do livro e também irão assinar os textos, serão realizadas em outubro de 2025 em duas escolas públicas. A programação detalhada das oficinas e responsáveis será descrita posteriormente. Nessas mesmas escolas, nos mesmos períodos, e também em Belém, ocorrerão as RODAS DE CONVERSA sobre a valorização da cultura paraense.

Objetivos

Objetivo Geral:Produzir, publicar e distribuir a primeira edição do livro "Cultura da Amazônia Brasileira", promovendo visibilidade, acesso e valorização das culturas amazônicas em todo o território nacional. A maior parte da tiragem impressa será DISTRIBUÍDA GRATUITAMENTE no Pará e o restante nos outros estados do Norte. Já a versão digital (www.culturadaamazoniabrasileira.com) alcançará o mundo todo.Objetivos Específicos:1- Produto EDIÇÃO IMPRESSA DO LIVRO: Lançar uma edição de 2.500 exemplares impressos (formato 16x23 cm, capa colorida, 300 páginas). 2- Produto VERSÃO DIGITAL DO LIVRO: Uma versão digital acessível e gratuita, com possibilidade de acesso no mundo todo.3- Produto EVENTO DE LANÇAMENTO: Realizar um evento de lançamento em Belém (PA), com debate, sessão de autógrafos e distribuição gratuita. Realizar em novembro, período da COP30, no Teatro Gasômetro (Belém-PA). O evento será gratuito, voltado a 400 pessoas entre influencers, artistas, designers, arquitetos, imprensa, agentes culturais, escritores, autoridades, empresários, formadores de opinião em geral, …4- Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: distribuição gratuita de exemplares da publicação. Distribuir os exemplares para bibliotecas públicas, universidades, instituições culturais e coletivos periféricos de todo o Brasil.5- Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: realização de ações educativas e culturais em humanidades em geral como: oficina de produção de texto para 200 estudantes de escolas públicas que ajudarão a construir alguns dos textos e irão assiná-los, e roda de conversa com estudantes de escolas públicas de Belém sobre a valorização da cultura paraense. 6- Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: Incentivar a leitura e o reconhecimento da diversidade cultural brasileira, especialmente de regiões historicamente marginalizadas.7- Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: com uma VISÃO DECOLONIAL, a publicação irá considerar tanto a Amazônia urbana (focando na cultura da população das 10 grandes cidades do Norte listadas na justificativa), quanto a Amazônia floresta (destacando a cultura das populações tradicionais nas pequenas cidades, vilarejos e aldeias). Serão protagonistas ainda sujeitos que há um tempo não tinham protagonismo como PESSOAS NEGRAS, INDÍGENAS, MULHERES, PESSOAS LGBTQIAPN+, PESSOAS IDOSAS e PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.

Justificativa

A Amazônia brasileira é um dos maiores patrimônios naturais e culturais do planeta. Apesar disso, sua diversidade humana, artística e simbólica ainda é pouco representada nas principais produções editoriais brasileiras. O livro "Cultura da Amazônia Brasileira" surge como uma contribuição inédita para preencher essa lacuna, reunindo ensaios, registros visuais, textos literários e análises acadêmicas que abordam as expressões culturais amazônicas sob uma perspectiva crítica, sensível e plural.Trata-se de uma obra densa e interdisciplinar, pensada tanto para o público acadêmico quanto para leitores interessados em conhecer as profundidades culturais da região, valorizando os saberes locais, a arte indígena, afro-amazônida e cabocla, suas linguagens, tradições, tensões e transformações. A Amazônia e o seu contexto cultural viraram o centro das atenções, principalmente em virtude da COP30 acontecer em Belém, coração da Amazônia, em 2025. O livro será lançado justamente no período da COP30, ocasião em que os olhares do mundo se voltam para a capital paraense, momento em que as pessoas desejam conhecer mais sobre a cultura da Amazônia brasileira. A efervescência artística e cultural de cidades como Belém (PA) e Manaus (AM) vêm encantando turistas, autoridades políticas, colecionadores de arte e empresários que têm tido contato pela primeira vez com essas capitais. Isso tudo motivou a investida neste projeto. Visamos realizar um projeto de forte IMPACTO SOCIAL E ECONÔMICO, dando PROTAGONISMO, em todas as pautas, a pessoas durante muito tempo pouco representadas: PESSOAS NEGRAS, INDÍGENAS, MULHERES, PESSOAS LGBTQIAPN+, PESSOAS IDOSAS e PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. Serão contempladas nesta edição pessoas residentes nos 7 ESTADOS DA REGIÃO NORTE: Amazonas (AM), Pará (PA), Acre (AC), Rondônia (RO), Roraima (RR), Amapá (AP) e Tocantins (TO). É importante frisar que serão considerados os SUJEITOS DAS PERIFERIAS e os MICROEMPREENDEDORES. Ou seja, será uma nova forma de contar histórias, será um paradigma editorial contraventor, conforme sugerem diversos autores difusores dos ideais DECOLONIAIS.Cabe ressaltar que o editor-chefe deste projeto possui larga experiência na publicação impressa e digital, estando atualmente na 12ª edição da revista Design.com, e é especialista em estratégias de SEO, o que colabora para a repercussão da edição digital. Além disso, o editor-chefe e o proponente têm experiência em produções culturais e apostam na Rouanet porque ela se propõe, enquanto Lei de Incentivo à Cultura, a "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme o inciso VIII do Art. 1º da Lei 8313/91.Assim, este projeto se enquadra no inciso V da mesma lei: "salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira", na medida em que TODAS AS PAUTAS do livro se voltam à salvaguarda da lógica e dos modos de ser e agir da população que vive no território amazônico.

Estratégia de execução

Será considerada tanto a Amazônia urbana, focando na cultura da população das grandes cidades, quanto a Amazônia floresta, destacando a cultura das POPULAÇÕES TRADICIONAIS nas pequenas cidades, vilarejos e aldeias. Serão protagonistas PESSOAS NEGRAS, INDÍGENAS, MULHERES, PESSOAS LGBTQIAPN+, PESSOAS IDOSAS e PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. A publicação envolverá uma intensa pesquisa a fim de mapear, por exemplo, no campo das artes, os artistas e suas poéticas, galerias, espaços culturais da região, buscando conhecer os elos e os agentes que formam a cadeia produtiva desse mercado, visando aspectos econômicos e empreendedores da produção artística do Pará e demais estados amazônicos. O mesmo se dará no campo do design, de museu e patrimônio, arquitetura, décor, gastronomia, moda, artesanato, cinema, literatura/editorial, dança, teatro, música, viagem, lifestyle, economia criativa, cidade e urbanismo. Com uma linguagem multicultural, inclusiva e acessível a todos os públicos, 80% dos exemplares serão distribuídos GRATUITAMENTE e 20% comercializados a preço de custo em livrarias de todo o país para fins de ampla distribuição e acesso à publicação. Desses 80%, a maior parte será distribuída no Pará. A outra parte será distribuída via distribuidoras a 10 CIDADES DO NORTE: BELÉM, MANAUS, RIO BRANCO, PORTO VELHO, BOA VISTA, MACAPÁ, PALMAS, SANTARÉM, MARABÁ e ABAETETUBA e via mala direta a parlamentares, autoridades da administração pública, influenciadores culturais de todo o país e bibliotecas. Além disso, a versão digital CHEGARÁ AO MUNDO TODO por conta do fácil acesso no site e do intenso trabalho de difusão do conteúdo na web por meio de plataformas como Instagram, Facebook e Google (usaremos estratégias de SEO de conteúdo para uma ampla difusão orgânica do conteúdo do site no Google).Para fins de contextualização, é importante frisar que a cultura do Pará se destaca no cenário nacional e mundial com sua culinária, suas músicas e suas manifestações religiosas como o famoso Círio de Nazaré, que atrai todos os anos mais de dois milhões de turistas. Esse vasto acervo cultural é resultado do encontro entre colonizadores portugueses, indígenas e o negro africano. Dessa mistura surgiu, por exemplo, a gastronomia mais autêntica do Brasil utilizando os sabores da floresta. A capital, Belém, que tem o título internacional de Cidade Criativa da Gastronomia, concedido pela Unesco, atrai pela sua gastronomia, arte, arquitetura, moda, design, músicas e danças com influência caribenha, … E, por fim, essa mesma dinâmica é observada não só no território paraense, mas em TODOS OS ESTADOS QUE COMPÕEM A AMAZÔNIA BRASILEIRA e que terão espaço nesta importante publicação. As 10 CIDADES DO NORTE seguintes terão uma forte presença no livro: BELÉM, MANAUS, RIO BRANCO, PORTO VELHO, BOA VISTA, MACAPÁ, PALMAS, SANTARÉM, MARABÁ e ABAETETUBA. Sendo assim, para realizarmos projetos desafiadores como este, com toda esta magnitude, são IMPRESCINDÍVEIS ferramentas de suporte como as leis de incentivo. Nossa ambição é a criação de uma publicação densa, que se torne uma REFERÊNCIA LOCAL E NACIONAL e que esteja espalhada fisicamente em pontos turísticos e demais espaços públicos e privados de grande circulação, além de sua versão digital com fácil alcance via celular de qualquer lugar do mundo, nas línguas português e inglês. É necessário que a versão impressa seja de fácil leitura e assegurando a acessibilidade a todos e todas. É importante destacar que a nossa programação prevê a realização de mais PRODUTOS além dos que estão descritos nos objetivos específicos. São programações que estão previstas em outros editais e que poderão vir a ocorrer em paraleo.O livro "Cultura da Amazônia Brasileira" é um projeto de impacto cultural, educacional e simbólico, que pretende tornar visível e valorizado o patrimônio imaterial de uma região essencial à identidade nacional. Por meio da Lei Rouanet, esse projeto poderá circular amplamente, de forma acessível e democrática, estimulando a leitura, o respeito à diversidade e a descentralização da produção cultural brasileira.

Especificação técnica

O produto final será o livro "Cultura da Amazônia Brasileira", com as seguintes características:Formato: impresso (2.500 exemplares) + digital (PDF acessível).Conteúdo: textos autorais de pesquisadores, artistas e escritores amazônidas; ensaios visuais e entrevistas.Idiomas: Português (com possibilidade de versão bilíngue em futura reedição).Edição e revisão técnica especializada.ISBN e ficha catalográfica.Disponibilização online gratuita em PDF acessível.A publicação vai beneficiar não só os leitores, mas também os negócios locais e as pessoas que serão consultadas para os textos, haja vista que a publicação proporcionará possíveis rodadas de negócios com essas pessoas. Em sua dimensão física, terá um formato de fácil porte e manuseio e, portanto, uma AMPLA CIRCULAÇÃO.A edição terá 2.500 exemplares. Cada exemplar da versão impressa terá dimensão de 410x275 mm, com 300 páginas de miolo (papel reciclado couche 90g) e 4 páginas de capa (papel reciclado couche 300g), com impressão 4.0. Os textos do suporte impresso estarão disponíveis em formato ampliado, com extras, na versão digital e também nos perfis oficiais da editora nas redes sociais Instagram e Facebook. Pretendemos alcançar por meio da versão digital um público mínimo mensal estimado de 80 MIL PESSOAS, e priorizaremos a contratação de profissionais do Estado do Pará, gerando empregos e estímulo à economia. Usaremos estratégias de SEO para termos um grande número de acessos no site e os textos também serão bilingues (inglês) a fim de que nosso universo de leitores seja ampliado e o conteúdo seja lido em todas as partes do mundo. Visamos um forte engajamento nas redes sociais e um grande número de seguidores. Para isso, adotaremos uma boa ESTRATÉGIA DIGITAL envolvendo posts de interesse social e impulsionamento de posts. Quanto às CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (ações educativas e culturais em humanidades em geral nas escolas com oficinas e palestras gratuitas de produção de texto para 200 estudantes de escolas públicas que ajudarão a construir e assinar os textos), serão garantidas todas as medidas de acessibilidade e inclusão, utilizando todos os equipamentos necessários para este fim. Elas ocorrerão em outubro de 2025 em duas escolas públicas. As inscrições serão realizadas gratuitamente por meio da plataforma sympla. Posteriormente haverá a emissão dos certificados aos participantes. A programação detalhada das oficinas e responsáveis será descrita posteriormente. Nessas mesmas escolas, nos mesmos períodos, e também em Belém, ocorrerão as rodas de conversa sobre a valorização da cultura paraense. Faremos doação de livros para escolas públicas e centros culturais em territórios indígenas, quilombolas e ribeirinhos da Amazônia. Realizaremos uma mesa redonda aberta ao público sobre “Cultura, Território e Resistência na Amazônia” durante o evento de lançamento. Produziremos vídeos curtos com trechos de autores locais, para circulação gratuita nas redes sociais do projeto e do Instituto Nacional do Livro.Além das contrapartidas descritas no artigo 51 da instrução normativa MINC/12023, serão dadas CONTRAPARTIDAS ADICIONAIS À INSTITUIÇÃO PATROCINADORA do projeto como: 1 texto especial dentro do livro impresso e também na edição digital (escrito com recursos de SEO); exibição de vídeo institucional aos presentes nos eventos de lançamento do livro; geração de vídeos exclusivos para as redes sociais; inserção de 5 notas na imprensa destacando o investimento da instituição em cultura; publicação de um vídeo institucional por mês nas redes sociais da editora; destinação de camarotes a diretores em um show de fim de ano promovido por nós no Theatro da Paz; cessão de 50 exemplares do livro à instituição patrocinadora; entre outras ações acordadas com os patrocinadores.

Acessibilidade

Os ideais de sustentabilidade e inclusão social norteiam o projeto do início ao fim. PRODUTO PUBLICAÇÃO IMPRESSA E DIGITAL: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: QRcode nos exemplares impressos que encaminha para conteúdo audiovisual online.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: audiodescrição na versão digital no site; e todos os posts (card) nas redes sociais contarão com a descrição #pracegover. A versão digital do livro será adaptada para leitura por softwares de voz (PDF acessível). A comunicação do projeto nas redes sociais usará descrição de imagem (audiodescrição) nas postagens visuais.PRODUTO EVENTO DE LANÇAMENTO:MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: monitor capacitado para atender PcD visual; textos expositivos em braile e com QRcode com audiodescrição.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para atender TEA.OBS: vamos oferecer um ônibus para transportar gratuitamente 50 alunos e professores de escolas públicas, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos.PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL OFICINA PARA ESTUDANTES: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: monitor capacitado para atender PcD visual.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para atender TEA.OBS: vamos oferecer um ônibus para transportar gratuitamente 50 alunos e professores de escolas públicas, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos.Além disso, todas as ações extras que por ventura sejam promovidas ao longo do ano terão a acessibilidade garantida.

Democratização do acesso

1.500 exemplares (60%) serão distribuídos gratuitamente para bibliotecas públicas, universidades, escolas técnicas, coletivos culturais, associações indígenas e quilombolas.A versão digital gratuita será disponibilizada no site institucional do projeto e em plataformas de leitura (como Issuu ou Google Drive).O evento de lançamento em Belém será gratuito e aberto ao público, com transmissão online.Vamos oferecer um ônibus para transportar gratuitamente 50 alunos e professores de escolas públicas, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. Além disso, tais ações pretendem impulsionar esses novos olhares a buscarem a formação continuada no processo de ensino e aprendizagem no segmento cultural.O PLANO DE COMUNICAÇÃO do projeto prevê uma ampla divulgação não só dos exemplares impressos, mas também da edição digital, com IMPULSIONAMENTO NAS REDES SOCIAIS. Visamos um FORTE ENGAJAMENTO nas redes sociais e um grande número de seguidores. Para isso, adotaremos uma boa ESTRATÉGIA DIGITAL envolvendo posts de interesse social e impulsionamento de posts.Além das redes sociais, o plano de comunicação prevê que a ASSESSORIA DE IMPRENSA provoque inserções das ações em jornais impressos, portais, rádios, TVs e redes sociais de influencers, focando a ampla participação popular. Os influencers serão convidados ao evento de lançamento a fim de que essa ocasião tenha uma boa repercussão. O plano de comunicação prevê ainda o uso de uma linguagem fácil, direta e convidativa, considerando imagens representativas de todos os públicos: negros, indígenas, deficientes físicos, gays, pessoas trans, ...As MEDIDAS DE "AMPLIAÇÃO DE ACESSO" adotadas neste projeto, conforme o artigo 28 da IN nº 01/2023, serão: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - realizar, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

PROPONENTE/COORDENAÇÃO GERALEduardo Otávio Ferreira VasconcelosProponente e coordenador deste projeto, responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Administrador. Doutor em Administração. Mestre em Gestão e Desenvolvimento Regional. Docente e coordenador dos cursos de Administração e Ciências Contábeis no Centro Universitário Metropolitano da Amazônia. Atua na área de negócios e gerenciamento de projetos acadêmicos e mercadológicos e também como palestrante. É colecionador de arte contemporânea, tendo como foco principal, artistas plásticos e fotógrafos paraenses, possuindo em seu acervo mais de 900 peças (pinturas, desenhos, esculturas, gravuras e fotografias). O acervo encontra-se catalogado e, gradativamente compartilhado com o público pelo perfil @colecaoeduardovasconcelos no Instagram. Desde 2014 participa como convidado em encontros e discussões acerca do mercado e colecionismo de arte, tendo realizado 4 exposições exclusivamente com obras da coleção. Diretor Administrativo da I Bienal das Amazônias.EDITOR-CHEFELuiz Cláudio dos Anjos Fernandes - LCF ComunicaçãoJornalista. Mestrando em Comunicação, Cultura e Amazônia (UFPA). Produtor e editor cultural, com vasto conhecimento na área da Comunicação, Cultura, Marketing e Educação Inclusiva. Atua principalmente com jornalismo impresso e web, editoração e assessoria de imprensa. Atualmente faz assessoria de imprensa de pessoas, órgãos e empresas por meio da LCF Comunicação (www.lcfcomunicacao.com.br) e é diretor da revista DESIGN.COM (www.revistadesign.com), por meio da qual desenvolve projetos culturais. Atuou como editor-chefe de jornal impresso, editor do G1 Pará e de oliberal.com. Já atuou como produtor cultural em 12 eventos da revista Design.com, produziu show no Theatro da Paz e também exposições da Coleção Eduardo Vasconcelos, cujos catálogos podem ser acessados em www.revistadesign.com/revista. As exposições foram: Afetos Múltiplos (galerias Benedito Nunes e Theodoro Braga, na FCP), Desnudo (galeria Benedito Nunes), Memórias da Infância (Museu de Arte Sacra do Pará) e Gravado na Alma (Banco da Amazônia), reunindo os grandes nomes das artes plásticas do Pará. Além disso, produziu duas edições do Festival Cultural de Nazaré (aprovado via Lei Rouanet), e concebeu e produziu todo o grande evento de lançamento da edição comemorativa dos 4 anos da revista Design.com com um grande show da cantora Gigi Furtado no Theatro da Paz, em setembro 2021.PRODUÇÃOEduardo Otávio Ferreira VasconcelosCurrículo acima.FOTOGRAFIAWalda MarquesFotógrafa deste projeto. Uma das mais notáveis fotógrafas paraenses. Começou a fotografar em 1989, depois de participar de oficinas de Miguel Chicaoka. Em 1992, em parceria com Otávio Cardoso, abriu o estúdio WO, explorando retratos, fotonovelas e colagens com fotografias e ilustrações. Conquistou prêmios no Salão de Fotografia do Centro Cultural Brasil Estados Unidos, em Belém (1997), no projeto Abra/Coca-Cola, em São Paulo (1998) e no Salão de Arte do Pará (1997 e 2000). De 2005 a 2010 ficou à frente do Espaço Cultural Taberna São Jorge, local de vários lançamentos artísticos em Belém, e shows, exposições e teatro. Em 2009 foi artista homenageada e expôs na sala especial do 28o Arte Pará o projeto Lembranças de Dolores (2004-2009), composto de um livro lançado pela Fundação Rômulo Maiorana, juntamente com uma performance, que ocorreu na capela do Museu do Estado do Pará. Recebeu em 2013 a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura. Tem seis publicações de artista, entre elas, as fotonovelas O Homem do Central Hotel e A Iludida. Possui obras nos acervos do Museu Histórico do Pará, MAM-SP, Coleção Pirelli-Masp do Museu de Arte de São Paulo e MAR- Museu de Arte do Rio – RJ. Foi idealizadora do projeto Senhora Raiz, que mostra a vida das mulheres que fazem da cozinha um lugar de agregação familiar na região do Camutá, no município de Bragança. Atualmente trabalha em seu estúdio com projetos culturais, publicidade, retratos (muitos deles encomendados), casamentos e desenvolve seu trabalho autoral. PESQUISA HISTÓRICA E MAPEAMENTO CURATORIALVânia LealCuradora e auxiliadora na pesquisa histórica no projeto. Graduada em Artes Plásticas, Especialista em História da Arte, Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura. É curadora da Bienal das Amazônias, projeto contemplado pela Lei Rouanet, e também fez a curadoria de todas as exposições da Coleção Eduardo Vasconcelos já realizadas. Coordena a Curadoria Educacional do Projeto Arte Pará, sendo responsável pela Organização do Catálogo anual do Salão e do Encarte Especial Arte Pará no Jornal O Liberal. Atua na área de curadoria e pesquisa em Artes, tendo participado de júris de seleção e premiação e organizações de salões como o 9º Salão de Arte Contemporânea SESC Amapá em 2013, Salão UNAMA de Pequenos Formatos, da Curadoria da individual de Flavya Mutran, Elisa Arruda e Elciclei Araújo no Edital do Banco da Amazônia, e curadora de mapeamento da região norte no Projeto Rumos Itaú Cultural de Artes Visuais, Edição de 2011/2012/2013. Avaliadora da Edição Rumos Itaú Cultural Edição de 2015/2016. Membro do Comitê de Indicação do Prêmio PIPA 2017. DESIGN GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃOAirton NascimentoJornalista, filmmaker, desenhista e fotógrafo. Atuou como desenhista no Jornal O liberal de março de 94 a abril de 98, onde teve o primeiro contato com propaganda. Trabalha na agência da casa de O Liberal, onde teve a oportunidade de fazer diariamente várias peças publicitárias por dia por longo período (ultrapassou a criação de cinco mil peças neste período). Na mesma empresa atuou como ilustrador de dezembro de 94 a abril de 98, diretor de criação na Mendes Publicidade de maio de 98 a janeiro de 2002, designer gráfico no Jornal O Liberal de abril de 2003 a junho de 2013. É assistente da Coordenadoria de Cerimonial no Tribunal de Justiça do Estado do Pará desde agosto de 2018. Trabalha atualmente na Coordenadoria de Imprensa do Departamento de Comunicação produzindo artes e vídeos. Editor de arte no jornal O Liberal desde junho de 2021, faz atualmente a edição de arte do jornal Ananindeua em Revista, trabalho que envolve projeto gráfico, paginação, ilustração do caderno e chamada em vídeo para redes sociais. Ministrou diversas oficinas na Fundação Curro Velho em diversos períodos nos últimos 30 anos e foi premiado no World Press Cartoon, com publicação no catálogo da edição do prêmio de 2009. JORNALISTADaleth Oliveira Jornalista, assessora de imprensa e social media, especialista em assessoria de comunicação pela Faculdade Estácio. Vencedora de três prêmios de jornalismo, entre eles o Prêmio Hailton de Jornalismo - SIMINERAL na Categoria "Jornalismo do Futuro" em 2018. Produz e escreve reportagens para os jornais O Liberal e Ananindeua em Revista, novo veículo do Grupo Liberal. De 2018 a 2021 atuou como editora do portal Roma News e também trabalhou nas Campanhas eleitorais de 2016 e 2020 atuando em assessoria de imprensa, social media e produção de material de marketing político. Atuou na Coordenadoria de Comunicação da Prefeitura de Belém em 2018 produzindo reportagens para o portal Agência Belém e fazendo assessoria de imprensa, e na agência Temple Comunicação de 2016 a 2018, compondo a equipe de clipping, monitorando notícias de rádio/TV e produzindo relatórios para os clientes da agência. ASSESSORIA DE IMPRENSA E MÍDIASLuiz Cláudio Fernandes - LCF Comunicação Currículo acima.FILMAGEMAirton Nascimento Currículo acima.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.