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PRONAC 255560Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O DIA EM QUE INVENTEI MEU PRIMEIRO AMIGO

OUROBOUROS PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 387,4 mil
Aprovado
R$ 387,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro de Formas Animadas Mamulengo Bonecos e Cong
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-01-05
Término
2026-12-18
Locais de realização (11)
Cambé ParanáCampo Largo ParanáCastro ParanáCuritiba ParanáGuarapuava ParanáIrati ParanáLondrina ParanáPiraí do Sul ParanáPonta Grossa ParanáTelêmaco Borba

Resumo

O Projeto O DIA EM QUE INVENTEI MEU PRIMEIRO AMIGO visa a Montagem e a Circulação do seu homônimo Espetáculo Teatral de Bonecos para Criança; Produção, publicação e distribuição gratuita do material complementar "Revista/Programa do Espetáculo".

Sinopse

O texto de O DIA EM QUE INVENTEI MEU PRIMEIRO AMIGO se conforma a partir de um universo poético muito específico que, em paralelo às teorias de Jung sobre os arquétipos e o inconsciente coletivo, se apropria da aleatoriedade presente na estrutura que hoje em dia domina o imaginário juvenil, e possui um princípio de finitas porém variadas combinações de escolhas, na qual cada fase da jornada do herói mítico é questionada dentro dos limites e variáveis do jogo narrativo. E se a história desse a sensação de que acontece naquele momento, a tal ponto, que seja passível de equívocos, digressões, retomadas, e suas imprevisíveis consequências? Como diria Joseph Campbell, há um ‘chamado’ que se dirige a todos nós. E na ausência de uma efetiva mitologia geral, que este chamado se dirija então ao menino e à menina que em suas trajetórias, traçarão as infinitas possibilidades do destino humano, segundo o qual é preciso sair do mundo comum para um mundo novo e estranho; sentir medo - algo normal a qualquer herói, em algum momento; escutar seu mentor para enfrentar o desconhecido, e então, não ter como voltar atrás; encontrar aliados e inimigos; se aproximar do lugar onde está o objeto de sua busca; morrer para renascer em seguida; e poder, então, se apossar do tesouro que veio buscar; voltar à vida como um novo ser e guardar para si a experiência adquirida: a conquista de um amor, liberdade de viver ou uma boa história para contar.O texto mistura histórias que interessarão a diferentes faixas etárias do público do teatro infantil e juvenil. As crianças menores, entre quatro e sete anos, concentram-se intensamente, mas por períodos breves. A peça, constituída de várias tramas curtas que se resolvem rapidamente, é capaz de reter sua atenção. As crianças maiores, bem como adolescentes e adultos, acompanham as duas linhas narrativas – a das histórias curtas e a da história grande que está por trás – e as relações entre elas. Queremos mostrar que subestimar a inteligência das crianças pode ser um tremendo equívoco. Buscamos usar de ironia, criar enredos paralelos e fazer cortes de forma que destas brincadeiras com a estrutura saia boa parte da graça da história: um manejo alegremente sádico do tempo ao estender o suspense até o máximo do concebível e interromper a narrativa com digressões que mantêm os espectadores remexendo em suas cadeiras. No entanto, o mais interessante nessa verdadeira saga atemporal e universal é o compromisso radical com uma relação de igualdade com a criança. Sem se afastar do ponto de vista infantil, desenvolver uma história encantadora, capaz de fazer a criança que mora em cada um de nós se divertir. E dar algumas boas gargalhadas.A partir deste princípio o texto de “O Dia em que Inventei meu Primeiro Amigo” busca levar – um universo bastante familiar aos mais antigos – ao nosso jovem espectador uma deliciosa fábula que rescende à brasilidade. Pois por maior que seja o empenho em salvar os saberes tradicionais num mundo que se expande com crescente rapidez, não há como evitar que as culturas percam o que possuem de mais tradicional e característico. Tanto na organização social e econômica, como no domínio das manifestações do espírito são incisivas as mudanças que se operam.O enredo será conduzido por quatro clowns poéticos que – além da manipulação dos bonecos – e, nas mais variadas caracterizações, guiarão o público em uma expedição através de um mundo imaginário que possui sua própria lógica, povoado de criaturas fantásticas e histórias mirabolantes de reis e heróis. Visa contribuir para o desenvolvimento cultural, crítico, emotivo e artístico do público infanto-juvenil, mostrando a importância da palavra, das tradições e acima de tudo, dos sonhos nos tempos atuais. Um musical interativo, em que em cada uma das histórias seja protagonizada por um novo e diferente herói/heroína.Em essência, trata-se de fazer ouvir uma história com prazer– uma vez que esta tenha vida e possa cativar a atenção, algo que decorre de condições que merecem ser frisadas: ser fundamentalmente uma obra de imaginação e inocência. Se a estória é local, o contexto é universal. Os protagonistas são levados por uma jornada de aventuras e fantasia, com uma imediata identificação e entendimento do público infantil a respeito de nosso folclore, nossas raízes e origens, e também nossos maiores símbolos e tradições. Como instrumento de formação de plateia, pretende-se realizar um espetáculo de elevado alcance cultural que dialogue de forma direta com os diferentes tipos de público, até mesmo, e especialmente, com aquele espectador que possivelmente participa da experiência teatral pela 1ª vez.A encenação assim é fiel ao espírito estético proposto e incorpora recursos atuais e essencialmente teatrais, fazendo um resgate histórico deste universo e estabelecendo seu paralelo na atualidade. Uma estética que prescinda do aspecto “espetacular” e “ilusionista” da encenação, ao buscar o desenvolvimento de um outro olhar que possa travar um diálogo aberto, lúdico, ilustrativo e sensível, de forma marcante e, sobretudo, educativo na maior e melhor acepção deste termo.A fabulação prende pela dimensão mítica universal do boneco – sendo as histórias permeadas pelos atores/narradores, que tecnicamente se transformam e dão voz (e corpo) a vários personagens – em seu revelar/esconder. É um fenômeno que envolve, ao mesmo tempo, operações físicas, psíquicas, sociais e culturais, abarcando atividade de dupla direção, concreta e simbólica. Envolve tanto uma corporalidade e uma gestualidade, como um objeto que está além do sujeito: a significação. Como corporalidade e vocalização, pode ser observada, capturada em suas manifestações exteriores, interferindo no acesso, apropriação e no desenvolvimento de instrumentos de produção de sentidos. É uma busca de relação, uma forma de interação entre memórias: a do registro – memória do autor, perpassada pela do ator – e a do espectador. Como ato de produção de significação, é investimento de expectativa em traços que apontem para caminhos cujos destinos não estão prontos, mas sim, em ação de construção simbólica: coletiva e imediata.Seu caráter educativo e formativo é inegável ao estimular a curiosidade por uma fabulação intermediada pela dimensão mítica universal do narrador, que atua em estado de emergência: personifica personagens ao estabelecer um vocabulário mímico (máscaras e sua corporeidade) e sonoro (palavras, ruídos e onomatopeias) que tendem a complementar o texto formal, criando uma partitura física esonora apoiada na palavra. Buscar uma identificação imediata aos princípios deste universo é também reerguer a tradição de um rito popular com soluções originais e alto poder de comunicação, irrestrito ao palco e que por isso dialoga com sua comunidade de forma sempre surpreendente.PÚBLICO-ALVO: Estudantes do Fundamental de Instituições Públicas de Ensino. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre para todos os públicos.DURAÇÃO: 45-50 Minutos (duração aproximada de uma aula regular).

Objetivos

OBJETIVO GERALO Projeto O DIA EM QUE INVENTEI MEU PRIMEIRO AMIGO visa a montagem e a circulação do seu homônimo Espetáculo Teatral de Bonecos para Crianças. A previsão de início da Circulação é em Maio de 2026. Além da possibilidade das crianças irem a um teatro/auditório local, o espetáculo será concebido para ser plenamente adaptável a espaços alternativos sem necessidade de iluminação artificial e/ou sonorização ambiente como pátios de colégio, salões comunitários, praças, bibliotecas, casas da leitura, instituições de assistência social - entre outros, traçando no próprio exercício de circulação um diálogo que contribui para a discussão do modelo de inclusão sociocultural no país, refletindo assim sobre os aspectos sociais e humanos da democratização cultural. Todos os envolvidos nesta produção têm o legítimo interesse de realizar um espetáculo de alta categoria artística e que leve ao público não só entretenimento, mas também a possibilidade do pensamento reflexivo sobre o espetáculo e seus temas transversais. Visando a melhor distribuição possível do produto cultural, se farão convênios e parcerias para apresentações dirigidas às Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, às Secretaria Estaduais da Cultura, e também, a instituições locais e regionais do terceiro setor. Sendo teatro de bonecos para crianças e totalmente voltado em sua concepção e execução ao público infantil e juvenil, toda sua natureza, bem como o cuidado tomado quanto à linguagem teatral requerida, não impõe ao seu acesso nenhuma restrição de adequação moral.O Projeto O DIA EM QUE INVENTEI MEU PRIMEIRO AMIGO, através do teatro de formas animadas para crianças, tem o objetivo de potencializar as mudanças de consciência para que as mesmas possam ocorrer de forma definitiva ao haver um investimento social e cultural quando considerado a longo prazo, o que significa tomar como ponto de partida e atenção justamente a criança, o ser em formação, aberto a novos conceitos, e que esse questionamento possa se dar em seu principal ambiente de socialização: a Escola, local preferencial para as apresentações previstas neste Projeto.Como Impactos e Desdobramentos DIRETOS: Artísticos - A percepção estética e a produção artística são pontos de convergência entre a Arte e a Educação: reintegram a natureza racional, emocional e espiritual do ser humano. Pelo teatro incorpora-se uma maneira diferente de ver, ouvir, sentir, pensar e ao criar e assim transformar sua própria a realidade. É um trabalho não só informativo _ mas sim formativo _ para melhor se perceber o mundo em que vivemos. A arte solicita a visão, a escuta e os demais sentidos como portas de entrada para uma compreensão mais significativa do meio; Sociais - A troca de experiências de realidades específicas promove conscientização sobre seu papel na sociedade e permite o desenvolvimento do laço social, base prima do politikós _ conceito que encerra o cidadão e o político. Esta aliança produz um processo capaz de decodificar e ampliar a compreensão dos valores éticos e estéticos do sistema social; Econômicos - Proporcionar o ganho de conhecimentos no processo de aquisição de novos códigos artísticos, é dar condições de inclusão em novos circuitos culturais, abrindo espaço para sua cidadania cultural, ao oportunizar o investimento criativo, tanto nas relações interpessoais quanto em todo e qualquer empreendimento futuro que vise um maior e melhor desenvolvimento individual e, em um espectro mais amplo, social.Como Impactos e Desdobramentos INDIRETOS: Autonomia - Pela reflexão inerente à Arte, criam-se condições para um processo de construção de cidadãos mais autônomos, críticos e autodeterminados e também de uma sociedade mais democrática, solidária e aberta. Ao conceder a liberdade em sua plena autonomia, conquista-se o direito de escolher suas prioridades (do grego: "autos" _ próprios; "nomos" - lei). Compreendendo a respeito da realidade do seu meio (social, político, econômico, ambiental e cultural), torna-se apto a refletir sobre os fatores que lhe dão forma bem como à tomada de iniciativa: busca-se a conscientização sobre a realidade; estimula-se a autoestima e a autoconfiança; desenvolve-se a capacidade de analisar e mobilizar o meio social com vistas a nele produzir mudanças; Protagonismo - Visamos uma educação para a cidadania não pelo discurso das palavras, mas pelo curso dos acontecimentos, que não dizem respeito apenas à sua vida privada, familiar e afetiva, mas a problemas relativos ao bem comum, na escola ou na sociedade.Empoderamento - O entendimento da arte teatral e seu sentido na expressão artística é, já em si mesmo, seu 1º ato de se empoderar. Porém percebe-se que para a realização de um "espetáculo", seja este, no palco ou na vida, faz-se necessário contracenar com o outro. E é neste processo de emancipação do individual para o coletivo que o empoderamento se concretiza: passa a ser não um único indivíduo, pela aquisição de uma consciência coletiva da dependência social: é possível desenvolver as habilidades necessárias para que se obtenham reais transformações sociais, ou seja, conhecer a realidade para empoderar-se dela é ganhar consciência de que o espaço físico e o conhecimento gerado dentro dele, são dons do seu próprio ato criativo. E pelo envolvimento de componentes individuais e coletivos, deixa-se de existir a preponderância do outro: possibilita traçar uma ponte entre o local e o global, ampliando o contexto de inserção do indivíduo para além de suas famílias e comunidades, articulando-o a noções mais amplas, pela sua inserção na grande teia do compartilhamento cultural.A encenação tem a duração aproximada de cinquenta e cinco (55) minutos, tempo este plenamente ajustável e em conformidade à duração de uma aula regular do período letivo.Busca contemplar o Item III do Art. 45 da I.N. de 2025, a saber, o mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;OBJETIVOS ESPECÍFICOS1) Realização de CEM (100) APRESENTAÇÕES, todas com ingressos gratuitos;2) Distribuição gratuita de DEZ MIL (10.000) PROGRAMAS do Espetáculo, com caráter descritivo, lúdico, informativo e interativo (ver "descrição da peça gráfica").

Justificativa

O DIA EM QUE INVENTEI MEU PRIMEIRO AMIGO é uma iniciativa multidisciplinar que visa agregar, ao redor e a partir do texto, o amadurecimento das potencialidades expressivas de dramaturgia para crianças como arte contemporânea. Pela experimentação sobre os limites estabelecidos preconceituosamente pelo senso-comum, gerar uma espiral de questionamentos dos estereótipos que nos amarram a um formato imediatamente reconhecível como "teatro infantil". Sua função maior é educar, se entendermos por educar a descoberta e utilização de formas e meios de apoio para o desenvolvimento do ser humano em direção à vida autônoma e consequente para a sociedade de que seja membro.Por maior que seja o empenho em salvar as formas tradicionais de socialização num mundo que se expande com crescente rapidez, não há como evitar que as culturas se transformem, seja na tecnologia, na vida econômica, na organização social bem como no domínio das manifestações do espírito. Na era do streaming e da realidade virtual intermediada pela tecnologia smart, o mérito das palavras se torna ainda mais evidente. São a revelação de um significado no qual ainda não se havia reparado. São matéria-prima, em vez de produto final, fonte de renovação e vigor. Para diversas pessoas a ficção continua sendo um prazer supremo. Muitos se lembram disso como uma das grandes alegrias da infância, algumas vezes obscurecido, ainda que parcialmente, pela educação forçada, quando a leitura se torna frequentemente uma tarefa penosa, em vez de um prazer. Mas de algum modo o deleite das histórias permanece: é um prazer capaz de mudar vidas, de moldar pessoas. Histórias dão origem a outras histórias, num infinito processo de polinização cruzada, de modo que nem sempre é possível saber onde a força criadora de uma termina e a de outra começa.Embora se possa pensar que ler, ouvir e conhecer os contos seja uma simples transferência do seu conteúdo para os corações e almas jovens e as dos que jamais envelhecem, o processo é muito mais complexo. Ouvir e lembrar os contos têm um efeito mais semelhante ao de se ligar uma tomada interna. Uma vez ativados, evocam um subtexto mais profundo na psique, uma percepção que, através do inconsciente coletivo, chegou inata. Embora não saibamos o momento exato da infusão, sabemos que a compreensão profunda da essência das fábulas é claramente sentida por coração, mente e alma do ouvinte e espectador.A arte de contar histórias é intrínseca à natureza humana _ seja para transmitir conceitos morais, ou registrar acontecimentos históricos, por puro entretenimento, ou, como Sherazade, para viver por mais um dia. A história narrada, lida, dramatizada, filmada, circula em todos os meridianos, vive em todos os climas. Não existe povo algum que não se orgulhe de suas histórias, de suas lendas e de seus contos. A tradição oral de uma sociedade, o encontro permeado pela palavra, é a mais genuína expressão de sua imaginação, de seus costumes e de suas crenças. Em busca de um sentido para a sua existência, o homem acaba por tecer narrativas que expliquem os mistérios do universo e da sua relação com ele. Essas histórias, que fundem o mundo real e o imaginário, são transmitidas oralmente, de geração para geração, se tornando a mantenedora involuntária da tradição de toda uma cultura.Aos poucos, nosso mundo se adapta a esse clima, a essa lógica, todo fato se prestando a ser interpretado e resolvido em termos de metamorfoses e encantamentos, e as vidas individuais, subtraídas ao habitual claro-escuro discretos dos estados de ânimo, vêm-se a volta com magias misteriosas, desaparecimentos instantâneos, transformações monstruosas, colocadas perante escolhas elementares entre justo e injusto, postas à prova em percursos cheios de obstáculos. Quer entendemos um conto, uma história, cognitiva ou espiritualmente _ ou de outras maneiras _ resta uma certeza: sobreviveram à agressão e à opressão políticas, à ascensão e à queda de civilizações, aos massacres de gerações e a vastas migrações por terra e mar. Sobreviveram a argumentos, ampliações e fragmentações. Essas joias multifacetadas têm realmente a dureza de um diamante, e talvez nisso resida o seu maior mistério e milagre: os sentimentos grandes e profundos ali gravados são um rizoma cuja fonte de alimento permanece viva sob a superfície do solo mesmo durante o inverno, quando a planta não parece ter vida discernível à superfície. A essência perene resiste, não importa qual seja a estação: tal é o poder os contos.Tendo como ponto de partida os trabalhos desenvolvidos pela dramaturga e diretora teatral Cris Betina Schlemmer e os atores Leandro Borgonha, Rafael Magaldi, Thyane Antunes e Gabriel Martins, focados substancialmente na pesquisa sobre obras literárias e exercícios de improvisação, pretende-se ter nesta busca criativa a experimentação de estruturas de composição no campo da elaboração de cenas, com possibilidades de ilustração de escritores contemporâneos e autores clássicos, passando pelos exercícios de adaptação, colagem e elaboração artística inédita a partir do trabalho sobre a palavra, ampliada em sua consonância com os significantes específicos da arte da presença, ou se quiserem, da prática essencial do ator.Todos os envolvidos neste Projeto têm o interesse legítimo de realizar um espetáculo de alta categoria artística e que leve ao público não só entretenimento, mas também a possibilidade do pensamento reflexivo sobre o tema do espetáculo. O caráter cultural e educativo deste projeto pretende estimular o exercício ativo, e presente, da imaginação e da fantasia. Busca reerguer a tradição de um rito popular de comunicação artística de qualidade, com soluções originais e alto poder de comunicação, irrestrito ao palco e que por isso dialoga com sua comunidade de forma sempre surpreendente: um saber sobre a diferença, sobre a tolerância e nosso papel no mundo e como, de fato, agimos e podemos agir nele.Visa, de acordo com o inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91, "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", ao qual se enquadra. E em relação aos objetivos do Art. 3° os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac serão alcançados, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8313/91, dois objetivos essenciais: 1) A realização de espetáculo de artes cênicas, previsto no inciso II que prevê o fomento à produção cultural e artística; 2) A distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, previsto no inciso IV que prevê o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Nos termos da Lei 13.146/2015, contemplando o artigo 21 da Instrução Normativa n. 5/2017, prevê a adoção da seguinte medida de ampliação do acesso em seu produto principal: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil.Para os efeitos desta Seção, considera-se, segundo o Art. 48. da I.N. de 2025, o Item "de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior". Bem como o "Parágrafo único. A distribuição de caráter social ou educativo será realizada por meio de órgão ou entidade representativa do grupo ou comunidade ou escolas da rede pública de ensino".

Estratégia de execução

DETALHES TÉCNICOSO Projeto “O DIA EM QUE INVENTEI MEU PRIMEIRO AMIGO” visa, de acordo com o inciso I do Art. 1º da Lei 8313/91 ao “contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais”, ao qual se enquadra. Em relação aos objetivos do Art. 3° os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão serão alcançados como objetivo para cumprimento das finalidades como expressas no art. 1° da Lei 8313/91, dois objetivos essenciais: 1) A realização de espetáculo de artes cênicas, previsto no inciso II que prevê o fomento à produção cultural e artística; 2) A distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, previsto no inciso IV que prevê o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais. Os beneficiários das viagens/hospedagens/refeições (nome e/ou função no projeto) - bem como suas funções no projeto, serão:ATOR – Rafael MagaldiATOR – Gabriel MartinsBONEQUEIRA – Thyane AntunesBONEQUEIRO – Leandro Borgonha*INTERPRETE DE LIBRASO mesmo se faz necessário pelo presente Projeto prever a Circulação regional do espetáculo de teatro de bonecos para crianças “O Dia em que Inventei meu Primeiro Amigo” por diferentes cidades.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO– Cem (100) APRESENTAÇÕES do espetáculo teatral “O DIA EM QUE INVENTEI MEU PRIMEIRO AMIGO” para DEZ MIL (10.000) espectadores do público infantil formado por estudantes e trabalhadores do Ensino Fundamental de Instituições Públicas de Ensino, com duração média entre cinquenta (50) e cinquenta e cinco (55) minutos – tempo médio de uma aula regular do ensino fundamental.– MATERIAL COMPLEMENTAR - REVISTAS/PROGRAMAS: Especificação Técnica da Peça Gráfica (FOLDER A4) - 10.000 UNIDADES.- CAPA / CONTRACAPA: 1 A3 (2x1/2 A4) 210mm x 297mm, 4X4 cores couché 115g;- MIOLO: 4 A3 (2x1/2 A4) 210mm x 297mm, 4X0 cores ofício 75g. - 08 pgs; *Letra Ampliada.- ILUSTRAÇÕES internas - 01 por página, P/B, para colorir.- JOGO DA MEMÓRIA (acompanha o PROGRAMA): 1 A3 (2x1/2 A4) 210mm x 297mm, 4x4 cores cartão 170 g, frente e verso);*Os custos envolvidos nesta ação de acessibilidade (distribuição gratuita do material complementar "Revista/Programa do Espetáculo")estão previstos na planilha orçamentária como parte da Rubrica "DIVULGAÇÃO" - em "Custos Vinculados".

Acessibilidade

As medidas de acessibilidade, abaixo descritas, serão adotadas em 100% das apresentações do presente Projeto. Desdobramentos Sociais Gerais sobre Acessibilidade do Projeto: provocar a reflexão acerca dos valores que regem nossa ética, sobretudo os concernentes à plena inclusão da pessoa com deficiência em nossa sociedade, discussão relevante diante da realidade sociocultural do país; possibilitar aos participantes em geral, independente de dificuldades de acesso econômico e geográfico à produção cultural, de aprofundarem o prazer pela linguagem artística em geral e teatral em particular: sua interpretação e experimentação; oferecer eventos culturais gratuitos, de excelência em sua realização, abrindo esta “práxis” a toda sociedade; causar ações de base direcionadas a criação de plateia e formação de público, ao difundir o acesso à arte de forma irrestrita; contribuir para a formação de indivíduos críticos e questionadores, qualidades fundamentais para o desenvolvimento social; democratizar o acesso do projeto a diversas camadas da população, através do acesso plenamente gratuito, sem restrições de ordem econômica e/ou de classe, nos termos dos arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018.1) Produto: Espetáculo Teatral de Bonecos para Crianças “O DIA EM QUE INVENTEI MEU PRIMEIRO AMIGO” Ação: Circulação com ingressos gratuitos.Quantidade: até cem (100) apresentações. Intérpretes: Rafael Magaldi,Thyane Antunes, Gabriel Martins e Leandro Borgonha.Público-Alvo: Estudantes do Fundamental de Instituições Públicas de Ensino. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicosDuração: 45-50 minutosEstimativa de Público: Cem (100) Espectadores por apresentação, com uma expectativa de um público, mínimo total ao final de sua realização, de DEZ MIL (10.000) ESPECTADORES.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA:A produção compromete-se a garantir a realização do total (100%) de suas atividades do Projeto “O Dia em que Inventei meu Primeiro Amigo” em espaços que tenham funcionários qualificados a atender as pessoas com deficiência e que estejam adaptados às suas necessidades, cujas medidas de acessibilidade e democratização do acesso às suas dependências estejam de acordo com o Art. 23 do Decreto 5.296 de 02 de dezembro de 2004, a saber: Rampa de acesso a cadeirantes com 0,90m de largura e área para rotação de 1,50m; Espaço reservado para cadeirantes, com boa visibilidade; Sanitário exclusivo sinalizado, com rota acessível, próximo à área principal, com barras de apoio e área de transferência, conforme o Art. 42. do Estatuto da PCD. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL:Audiodescrição em sua função de inclusão sempre será realizada pelo tutor ou professor especialista como continuidade do seu trabalho diário na escola. Como utilizamos microfones auriculares, a complementação da audiodescrição feita in loco e in natura por um tutor local não é um incômodo para os atores e, sobretudo e principalmente, para o restante do público.Método: Audiodescrição presencial, realizada pelo tutor local durante a apresentação. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Quando a mesma se faça necessário –, haverá a interpretação de libras presencial. Com o agendamento prévio da apresentação para a instituição contemplada, se disponibilizará a presença do Intérprete de Libras. Para tanto se dará continuidade ao convênio de assessoria técnica com a Unilehu – Universidade Livre para a Eficiência Humana, instituição parceira dos produtores e deste projeto.Método: Interpretação de Libras presencial, durante a apresentação. 2) Revista/Programa do EspetáculoAção: Distribuição gratuita.Quantidade: dez mil (10.000) unidades. Público-Alvo: Estudantes do Fundamental de Instituições Públicas de Ensino. Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos*Os custos envolvidos nesta ação de acessibilidade (distribuição gratuita do material complementar "Revista/Programa do Espetáculo")estão previstos na planilha orçamentária como parte da Rubrica "DIVULGAÇÃO" - em "Custos Vinculados". ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL:Programa em Braille: a distribuição de CEM (100) EXEMPLARES do item Material Complementar: Revistas/Programas, previamente preparados e impressos de forma diversa ao regular, ou seja, em Braille, para que seja direcionado, em mãos, às pessoas com deficiência visual que serão eventualmente nosso público. Sem discriminar o item em nosso orçamento, contaremos com a parceira da Unilehu para a impressão específica em Braille de nosso material de apoio, na proporção de 1% (cem exemplares) do já previsto, estimado e orçado.Método: Distribuído diretamente, entregue em mãos, para cada pessoa com deficiência visual presente. Para TODOS espectadores: Como parte integrante do Projeto em todas as suas apresentações, e visando a maior e mais ampla inclusão possível, a encenação será sempre acompanhada da distribuição gratuita dos Programas (VER Descrição da Peça Gráfica) com LETRA AMPLIADA, que complementa o saber sobre a temática desenvolvida em cena.Método: Distribuído diretamente - entregue em mãos - para cada um dos espectadores.A Coordenação do Projeto também será responsável pela elaboração e alimentação da página da internet (Rede Social: Instagram) que disponibilizará Fotos, o Cronograma das realizações e o Material Gráfico e de Mídia. O site será divulgado ao final das Ações de Formação de Plateia, das Apresentações regulares e também pela Assessoria de Imprensa.

Democratização do acesso

Visamos democratizar o acesso a todos os produtos culturais do projeto O DIA EM QUE INVENTEI MEU PRIMEIRO AMIGO para diversas camadas da população, buscando assim uma maior diversidade de seu público alvo - estudantes do ensino fundamental da rede pública de ensino - através do acesso gratuito pleno (sem exceções) a todos seus produtos, sem restrições de ordem econômica e/ou de classe:1) Realização de até cem (100) apresentações, com estimativa média de público mínimo de CEM (100) espectadores por apresentação, todas com ingressos gratuitos, totalizando ao final de sua realizaçao, um público mínimo de, ao menos, DEZ MIL (10.000) ESPECTADORES. 2) Distribuição gratuita de DEZ MIL (10.000) PROGRAMAS do Espetáculo, com caráter descritivo, lúdico, informativo e interativo (ver “Descrição da Peça Gráfica”). A Circulação deste Projeto por diferentes cidades levará em conta a relação de proporcionalidade do número de habitantes e de estudantes de todo e cada município. Com especial atenção, haverá o máximo cuidado no atendimento integral de toda rede municipal de ensino fundamental das cidades menores, em caráter prioritário, devido ao isolamento geográfico e às maiores dificuldades de acesso de sua população à produção cultural de forma geral. Como o presente projeto prevê Cem por Cento (100%) da DISTRIBUIÇÃO de seus produtos culturais de forma GRATUITA com caráter social e educativo, atendendo como ação de democratização de acesso e de acordo com o art. 21 da IN nº 05/2017, no seguinte inciso/medida: “VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil”; Em complemento às medidas de democratização de acesso, este projeto prevê de acordo com o Art.47 da I.N./2025, a adoção de, pelo menos, as seguintes medidas de ampliação do acesso: doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;E conforme o §3º doArt. 49. excluem-se da obrigatoriedade da Contrapartida Social, os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Projeto – “O DIA EM QUE INVENTEI MEU PRIMEIRO AMIGO” PRODUÇÃO – Língua Produções Culturais COORDENAÇÃO DO PROJETO – Leandro Borgonha* DIREÇÃO DE PRODUÇÃO – Rafael Magaldi DIREÇÃO e DRAMATURGIA – Cris Betina Schlemmer ATOR 1 – Rafael Magaldi ATOR 2 – Thyane Antunes ATOR 3 – Gabriel Martins ATOR 4 – Leandro Borgonha* INTERPRETAÇÃO DE LIBRAS * As atividades do Representante Legal da proponente no Projeto NÃO serão realizadas de forma voluntária. As (duas) rubricas pelas quais o Proponente será remunerado: 1) COORDENAÇÃO DO PROJETO; e 2) ATOR. CURRÍCULOS LEANDRO BORGONHA (Representante Legal) Área de Atuação no Projeto – COORDENAÇÃO DO PROJETO e ATOR Ator, Contador de Histórias e Dramaturgo DRT nº12.302/SATED-PR; Diretor de Produção nº 15.314/PR; Diretor Teatral nº 12.302; Bonequeiro nº 12.302. Pós-graduação – Fundamentos Filosóficos da Psicanálise e da Formação do Analista, do Departamento de Filosofia da UFPR; Foi professor de Teatro do Departamento de Artes da UFPR [2003-2004], e também Professor de Improvisação e Interpretação do Curso de Formação do Ator da Escola Técnica da UFPR [1999-2005]; trabalhou por 10 anos como Ator, Produtor e Assistente de Direção na CIA. DE TEATRO PALAVRAÇÃO da UFPR [1995], sob orientação do Prof. Dr. Hugo Mengarelli. Realizou UM MUNDO PARA TODO MUNDO através do Edital n.º 057/11 do Fundo Municipal da Cultura da FCC de Teatro de Formas Animadas para Crianças, com duas temporadas no Teatro do Piá, e sua circulação pelas regionais, com 30 Apresentações em 2011; 2012 - UM MUNDO PARA TODO MUNDO: Espetáculo teatral de bonecos para crianças UM MUNDO PARA TODO MUNDO, 50 apresentações; 2013 - UM MUNDO PARA TODO MUNDO: CIRCULAÇÃO MUNICIPAL: Espetáculo teatral de bonecos para crianças, 50 apresentações; 2014 - SÃO JOSÉ DOS PINHAIS É UM MUNDO PARA TODO MUNDO: 100 apresentações. 10.000 espectadores; 2014 - ARAUCÁRIA É UM MUNDO PARA TODO MUNDO: 100 apresentações. 10.000 espectadores; 2015 - UM MUNDO EM ITINERÂNCIA: 100 apresentações. 10.000 espectadores; 2016 - UM MUNDO EM CURITIBA: 100 apresentações. 10.000 espectadores; 2017 - UM PEQUENO PRÍNCIPE, UMA GRANDE DIFERENÇA: Espetáculo teatral de bonecos para crianças. 225 apresentações. 22.500 espectadores. Patrocínio; 2018 - EU VOCÊ & TODO MUNDO: Espetáculo teatral Adulto, 100 apresentações. 10.000 espectadores; 2019 – Projeto UM MUNDO A CIRCULAR, circulação por dez (10) cidades do Paraná, com 100 apresentações e 10.000 espectadores; 2020 – Projeto EU VOCÊ E TODO MUNDO – 2ª Circulação, 60 apresentações. Teve seu projeto de DRAMATURGIA do texto infanto-juvenil "Um Herói de Quebra-cabeças", publicado pela FCC, 2008; Durante a docência na UFPR, foi o Coordenador dos Projetos TEATRO PARA MENINOS E MENINAS DE RUA [2004-2005]; e ALEGRIA, ALEGRIA: TEATRO NOS HOSPITAIS, UFPR [2004-2005]; Foi o idealizador dos PONTOS DE CULTURA: CULTURA VIVA DA ILHA DO MEL, [2007]; e BRAÇO DA CULTURA, em Braço do Norte, ASACAD/FCC-SC [2009]. CRIS BETINA SCHLEMMER Área de Atuação no Projeto – DIREÇÃO E DRAMATURGIA Graduada em Artes Cênicas – Habilitação em Direção Teatral pela Faculdade de Artes do Paraná – FAP, 2011. Curso de Formação de Atores, pela Cena Hum, 2007; Graduada em Comunicação Social – Relações Públicas - UEL, 2002; DRTs nº 24.804/PR (atriz, diretora e assistente de direção) e nº18.624/PR (produção). Produção, Dramaturgia e Direção: "O IMPÉRIO DA PAIXÃO EM FATIAS PARCIMONIOSAS". Boreal Produções, 2018; "BELINKANDO", 2017; “SHERAZADE – MIL E UMA COISAS PRA CONTAR”, 2015; “O DECLÍNIO DO CAPITAL AMOROSO ENQUANTO SARABANDA”. Espaço Cultural FALEC. Fev 2015; “O IMPÉRIO DA PAIXÃO EM FATIAS PARCIMONIOSAS”. TEUNI – Teatro Experimental da UFPR. Nov. 2014; Espaço Cultural FALEC. Fev 2015. “NINA E O REINO DAS GALOCHAS”, 2013. “A DAMA NEGRA – UM INTERLÚDIO CÔMICO”, de Bernard Shaw. Festival de Teatro de Curitiba (03 e 04/2011), Teatro Cleon Jacques; “ENTREMEIOS”. Festival de Teatro de Curitiba (03/2011); “SETE MARES DE HISTÓRIAS”, 2019; Espetáculo "O CADERNO ROSA DA SENHORA H". Boreal Produções. Teatro José Maria Santos. 2019. RAFAEL MAGALDI Área de Atuação no Projeto – ATOR e DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Ator. DRT 18.786 PR Habilitado como Artista: Ator / Técnico: Diretor de Produção; formado por Cena Hum Academia de Artes Cênicas – 1998/2002. Realizou UM MUNDO PARA TODO MUNDO através do Edital n.º 057/11 do Fundo Municipal da Cultura da FCC de Teatro de Formas Animadas para Crianças, com duas temporadas no Teatro do Piá, e sua circulação pelas regionais, com 30 Apresentações em 2011; 2012 - UM MUNDO PARA TODO MUNDO: Espetáculo teatral de bonecos para crianças UM MUNDO PARA TODO MUNDO, 50 apresentações; 2013 - UM MUNDO PARA TODO MUNDO: CIRCULAÇÃO MUNICIPAL: Espetáculo teatral de bonecos para crianças, 50 apresentações; 2014 - SÃO JOSÉ DOS PINHAIS É UM MUNDO PARA TODO MUNDO: 100 apresentações. 10.000 espectadores; 2014 - ARAUCÁRIA É UM MUNDO PARA TODO MUNDO: 100 apresentações. 10.000 espectadores; 2015 - UM MUNDO EM ITINERÂNCIA: 100 apresentações. 10.000 espectadores; 2016 - UM MUNDO EM CURITIBA: 100 apresentações. 10.000 espectadores; 2017 - UM PEQUENO PRÍNCIPE, UMA GRANDE DIFERENÇA: Espetáculo teatral de bonecos para crianças. 225 apresentações. 22.500 espectadores. Patrocínio; 2018 - EU VOCÊ & TODO MUNDO: Espetáculo teatral Adulto, 100 apresentações. 10.000 espectadores; 2019 – Projeto UM MUNDO A CIRCULAR, circulação por dez (10) cidades do Paraná, com 100 apresentações e 10.000 espectadores; 2020 – Projeto EU VOCÊ E TODO MUNDO – 2ª Circulação, 60 apresentações.; Melhor Ator Revelação por SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO, Festival Ourinhos; Melhor Ator Coadjuvante por O espantalho, Troféu Cena Hum; Indicação de Melhor Ator Troféu Gralha Azul por ESTOU MAIS FELIZ AGORA. THYANE ANTUNES Área de Atuação no Projeto – ATRIZ Graduada do curso de Artes Cênicas – Habilitação em Interpretação pela Faculdade de Artes do Paraná – FAP (2008-2011); Especialista em Gestão Cultural pelo SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) (2013); Curso “Diretor de Produção”, Cena Hum Academia de Artes Cênicas e SATED-PR. 50 horas-aula, 2014. Atuação Profissional: TEATRO - Direção de produção do espetáculo e atuação BELINKANDO, em 2017; Espetáculos “A LOUCURA DE ISABELLA” e “A COMÉDIA DA PANELA”, Grupo Arte da Comédia, direção de Roberto Innocente, 2017; “O IMPÉRIO DA PAIXÃO EM FATIAS PARCIMONIOSAS”. Boreal Produções, TEUNI, 2014 + Teatro FALEC, 2015; “NINA E O REINO DAS GALOCHAS”. Boreal Produções, 2013; Espetáculo “FIM” de João Agner. Mostra do Núcleo de Dramaturgia Sesi - Teatro Guaíra, 2013; “RÁDIO NACIONAL APRESENTA”. Mostra Cultural Teatro Rodrigo D’Oliveira, Julho 2012; “PINÓCHIO”, pela Cia Regina Vogue, 2012; “PRETÉRITO IMPERFEITO”. Faculdade de Artes do Paraná, 2011. "O CADERNO ROSA DA SENHORA H". Boreal Produções. Teatro José Maria Santos, Teatro Novelas Curitibanas. 2019; “NINA E O REINO DAS GALOCHAS”, apresentado no Festival de Inverno da UFPR em Antonina, julho de 2014 e Mostra de Teatro Infantil do SESC da Esquina, outubro de 2014. GABRIEL MARTINS Área de Atuação no Projeto – ATOR Ensino Superior em curso (Bacharelado em Música Popular pela UNESPAR). Atuação Profissional: Direção Musical na peça "Nuance". 2014; Atuação e Direção Musical na peça "Festa no Céu". 2014; Direção Musical no Espetáculo “O IMPÉRIO DA PAIXÃO EM FATIAS PARCIMONIOSAS”. Direção Cris Betina Schlemmer. Boreal Produções. TEUNI, nov. 2014. Teatro FALEC, Fev 2015; Direção Musical na obra "Aos Cuidados de Rafaela" (Cena HQ dir. Angela Stadler/Out 2015); Direção / Direção Musical na obra "As Filhas do Inventor” (Musical Villa Hauer Cultural/Dez 2015); Sonoplastia na Obra “La Cena” (dir. Cleide Piasecki/Março, 2016); Direção Musical na obra “O Que em Mim é Nosso” (dança/dir. Nathália Tedeschi Mar 2016). Ainda: Participação no Savassi Jazz Festival 2010; Abertura de show de grandes nomes como Dona Ivone Lara e Fundo de Quintal; Participação de banda de fundo para o músico Hermeto Pascoal.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

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