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O projeto propõe a realização de quatro apresentações de jazz instrumental, com entrada gratuita, em espaço cultural. As apresentações contarão com músicos renomados e emergentes da cena instrumental brasileira e terão como objetivo valorizar a música instrumental, fomentar e promover o acesso à cultura e ao jazz. Como produto secundário, teremos rodas de conversas com jovens e estudantes da rede pública de ensino objetivando formar novas plateias por meio da experiência musical ao vivo.
Músicos – Podem sofrer alterações de acordo com a disponibilidade de agendas.Stefano Moliner, contrabaixista, dedica-se ao estudo da música improvisativa, como o jazz e a música brasileira, desenvolvendo composições próprias baseadas na pesquisa de ritmos brasileiros em uma estética contemporânea. Dedica-se à democratização do jazz e da música brasileira, buscando há mais de 20 anos, estimular a aproximação e divulgação de expressões musicais ao público também de outras vertentes.Lucas Gomes, virtuoso trompetista que usa sua música para expressar suas lutas e alegrias, enquanto artista periférico, unindo-se a outros músicos e revelando o poder da coletividade na arte.
Objetivo GeralPromover 04 apresentações ao vivo de jazz instrumental, com qualidade técnica e artística, gratuitas ao público.Objetivos Específicos· Realizar 04 rodas de conversas híbridas (online e presencial) objetivando formar novas plateias por meio da experiência musical ao vivo e da realização de atividades de mediação cultural (produto secundário: rodas de conversas).· Estimular o acesso democrático à música instrumental, oferecendo 01 programação cultural gratuita de excelência com pouca oferta desse tipo de manifestação artística.· Valorizar a produção musical instrumental brasileira, com foco no jazz e suas vertentes contemporâneas, por meio de 04 apresentações.· Fortalecer a cena musical independente ao gerar oportunidades para músicos, técnicos e produtores culturais, ao menos 20 profissionais.
A música instrumental, especialmente o jazz, ocupa um espaço de destaque na cultura musical mundial, sendo reconhecida por sua sofisticação, liberdade criativa e capacidade de diálogo com diferentes tradições sonoras. No Brasil, temos uma rica herança de músicos que dialogam com o jazz, criando fusões originais com ritmos nacionais como o samba, o baião e o choro.Apesar dessa riqueza, a música instrumental ainda encontra dificuldades de circulação, sobretudo fora dos grandes centros e principalmente, de forma gratuita. O projeto surge como uma resposta a essa lacuna, buscando democratizar o acesso a experiências culturais de qualidade, descentralizar a oferta de programações artísticas e estimular o hábito de fruição da música ao vivo.Com uma curadoria cuidadosa, o Kia Ora Jazz será uma vitrine para artistas consagrados e novos talentos, fortalecendo a cadeia da música e contribuindo para o enriquecimento cultural dos territórios atendidos. Além disso, ao proporcionar encontros entre artistas e público, o projeto se propõe a ser um espaço de troca, formação e sensibilização musical. O projeto foi inscrito na Lei de Incentivo à Cultura, com o intuito de atender à demanda cultural e social da população, e visa facilitar a captação de recursos, visto que a Lei se torna ferramenta importante para a realização deste tipo de projeto e para o acesso gratuito do público. Parcerias: O projeto buscará parcerias com organizações da sociedade civil, artistas locais, instituições de ensino para a viabilização e promoção do projeto. Essas parcerias podem incluir patrocínios, apoio logístico, divulgação e engajamento da comunidade. Estimamos receber aproximadamente, nas apresentações musicais, 2000 beneficiários diretos (sendo 500 por apresentação)Para o produto secundário: 40 beneficiários em cada roda de conversa presencial = 80 + 200 acessos nas rodas de conversa online = 400. Total geral: 480 beneficiários. Para que esse público seja mais facilmente alcançado, os encontros e as apresentações serão promovidos junto às escolas, centros culturais e organizações culturais O projeto abrange os incisos abaixo, do Art. 1, da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E do Art. 3°:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
As apresentações acontecerão dentro de um espaço cultural de fácil acesso à população, sempre com entrada gratuita, estrutura técnica profissional e equipe de produção dedicada à acessibilidade.
Produto: Apresentação musicalACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Os locais escolhidos para as apresentações contarão com acessibilidade PCDRubrica: Contemplado dentro do item de estrutura. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição no início de cada apresentaçãoRubrica: Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As apresentações contarão com intérpretes de librasRubrica: Intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS:O projeto será acessível para todos. Produto secundário: Rodas de conversas:ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Os locais escolhidos para as apresentações contarão com acessibilidade PCDRubrica: Contemplado dentro do item de estrutura. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição no início de cada apresentaçãoRubrica: Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As apresentações contarão com intérpretes de librasRubrica: Intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS:O projeto será acessível para todos.
Nosso objetivo principal é fomentar e difundir o acesso à cultura. Para tanto, o acesso ao evento será integralmente gratuito. Os produtos principal e secundário atenderão aos seguintes itens do artigo 47, da IN 23/2025: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;
Proponente: O proponente será o responsável pela gestão administrativa/técnico-financeira do projeto, acompanhando e coordenando todas as etapas e atividades junto à equipe de produção, sendo, portanto, o responsável pela gestão do projeto junto ao Ministério da Cultura prestadores de serviços, entre outros.O proponente poderá executar e prestar serviços remunerados dentro do projeto, de acordo com as boas práticas de governança e economicidade, e dentro do limite permitido, em itens como captação de recursos, coordenação do projeto, divulgação. Diretor: Dennis VianêzCo-fundador do Grupo Cuco, comanda a direção geral do projeto Jazz Mansion. Com formação em publicidade e experiência em eventos, é responsável pela curadoria artística e relacionamento com clientes e parceiros. Produtor Musical: Leandro Pato – Solar SocialEmpreendedor social e produtor de eventos, formado em marketing, com mais de 12 anos de trabalho promovendo a inclusão e a solidariedade. É fundador e CEO da startup Solar Social, idealizador do festival de inclusão, diversidade e artes Moviearts, produtor de acessibilidade do Rock in Rio e consultor de projetos da Fazenda da Esperança. Ao longo da sua carreira, foi baixista em bandas de rock, produtor de grandes artistas musicais, realizou mais de 50 eventos sociais e culturais, com e sem incentivo fiscal, e desenvolveu uma plataforma online de doações e voluntariado que já beneficiou mais de 300 ONGs em todo Brasil, realizando mais de 150 mil doações. Venceu dois programas nacionais de inovação com a Solar Social, com mais de 600 startups disputando, e fechou negócios e parcerias com grandes marcas como AXA, Mubea, Amazon, Unilever, Mercado Bitcoin, Stone, Reserva, Di Santinni e Sony Music Já fez palestras com temas como ESG, empreendedorismo social, voluntariado, inclusão e desenvolvimento pessoal para empresas como AXA, Mubea, Johnson & Johnson, Mercado Bitcoin, Faculdade UNITAU, HITT Hub de Inovação, Comunidade OCLB, entre outras. Portfólio completo: https://www.linkedin.com/in/leandropato Curadoria: Nathália Gasparotti de Castro Berger GarciaPós-graduada em Gestão Cultural, Projetos Sociais e Políticas Públicas; Gestão Estratégica de Pessoas; Gestão de Organizações do Terceiro Setor e cursando formação em Psicanálise e graduação em Relações Públicas. Atualmente atua como Gerente Executiva da Integra Campinas. Anteriormente, Coordenadora do Programa Qualificação da Gestão de OSC na Fundação FEAC (2018 - 2023). Consultora das leis de incentivo à cultura e ao esporte desde 2009. Premiada com mérito cultural pela Secretaria de Cultura de SP, em 2011, como proponente do projeto "Salas de Cinema Cine Moviola". Também recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Liderança, em 2014, como Profissional do Ano - Destaque SP - Projeto Cultural. Realizou curadorias e produção executiva em eventos e projetos culturais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.