| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 02502844000166 | Ferroban - Ferrovias Bandeirantes S/A | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 02558157000162 | TELEFONICA BRASIL S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
A exposição Re-selvagem, da artista francesa Eva Jospin, chega à Casa Bradesco da Criatividade em São Paulo-SP, como parte oficial do Ano França-Brasil 2025. Com instalações monumentais e bordados em seda que evocam florestas imaginárias, a mostra convida o público a uma imersão poética entre arte, natureza e arquitetura. A programação inclui ainda workshops, palestras,oficina, visitas mediadas, ações educativas e ambientais, com ações inclusivas e sustentáveis.
PRODUTO PRIMÁRIO - EXPOSIÇÃOEva Jospin é conhecida por seu meticuloso trabalho de criar, com as próprias mãos, ilusões de um mundo imaginário — arquiteturas silenciosas e espaços naturais abundantes, que nascem do gesto paciente e obsessivo de devolver à matéria um sentido de origem.A partir do papelão corrugado — um material comum, industrializado, feito da celulose da floresta — Jospin inventa selvas. Em ReSelvagem, essa alquimia se intensifica: camadas de papelão são cortadas e sobrepostas, formando troncos, raízes e galhos de uma floresta densa e labiríntica. Cada escultura é como uma escavação na memória da matéria — o banal se transmuta em sublime, e o que era resíduo cotidiano se transforma em paisagem viva.A floresta, para Jospin, é mais que uma representação da natureza. É um lugar simbólico, onde o mistério, o inesperado e a transformação acontecem. Como nos contos antigos, suas florestas são territórios onde nos perdemos para nos reencontrar. Em Re-Selvagem, o visitante atravessa trilhas de papel e sombra, entra em universos de folhagens esculpidas, experimentando uma espécie de rito íntimo. As formas evocam memórias esquecidas, despertam imagens do inconsciente coletivo, provocam silêncio.Essa dimensão contemplativa se expande em outra obra central da artista: Chambre de Soie (Quarto de Seda), uma peça bordada com mais de 400 tons de fios de seda, algodão e juta, produzida em colaboração com as artesãs do ateliê Chanakya e da Chanakya School of Craft, em Mumbai na India. Inspirada no salão de tapeçarias do Palazzo Colonna, em Roma, e no ensaio Um Teto Todo Seu, de Virginia Woolf, a instalação cobre mais de 350 m² de paisagens bordadas a partir dos desenhos de Jospin. Apresentada pela primeira vez no desfile de alta-costura da Dior, Chambre de Soie reinventa a tradição dos panoramas do século XIX e propõe uma imersão silenciosa no tempo do gesto artesanal. Os fios e as figuras compõem um outro jardim, quase tão detalhado quanto as próprias paisagens domesticadas de Versalhes, porém feito de tempo e memória.Essa experiência, entre floresta e bordado, o artificial e o natural a matéria e símbolo, é resultado de uma linguagem que Eva Jospin desenvolveu ao longo de anos, e que vem apresentando em instituições de destaque: do Palais de Tokyo ao Louvre, da Villa Medici à Bienal de Veneza, da Dior à Orangerie de Versalhes. Sua obra não se impõe pelo tamanho, mas pela densidade com que resgata o silêncio da contemplação.Re- Selvagem é um chamado ao retorno da matéria à floresta, da técnica à mão, do olhar à imaginação. Jospin nos lembra que, mesmo aquilo que foi domesticado, cortado e transformado pode, pela arte, reencontrar sua força e vitalidade selvagem — e nos conduzir de volta à imensidão misteriosa que carregamos por dentro.Nota: ReSelvagem, que ocupou o Olho do Museu Oscar Niemeyer em Curitiba e agora o segundo andar da Casa Bradesco integra parte do programa do Ano da França no Brasil e antecipa sua monumental intervenção no Grand Palais, em Paris, no final de 2025.PRODUTO SECUNDÁRIO – OFICINA/PALESTRAMASTERCLASS Título: Poética da Matéria: A Obra de Eva Jospin sob o Olhar de Marcello DantasCom: Marcello Dantas — Curador da exposição Re-SelvagemSinopse da Masterclass:Nesta masterclass conduzida pelo curador Marcello Dantas, o público será convidado a mergulhar no universo da artista francesa Eva Jospin, reconhecida por transformar materiais ordinários, como papelão, em florestas e arquiteturas exuberantes. A partir da exposição Re-Selvagem, em cartaz na Cidade Matarazzo, Marcello revelará os bastidores do processo curatorial, discutindo temas como a materialidade, o imaginário vegetal, a simbologia da floresta e o diálogo entre arte, artesanato e sustentabilidade.A conversa se desdobrará em torno de perguntas fundamentais: – O que a floresta representa hoje na cultura ocidental? – Como Eva Jospin cria uma arquitetura emocional a partir de resíduos? – Como sua obra nos convida a reencantar a relação entre humanidade e natureza?
DO OBJETIVO GERAL:Promover um espaço de contemplação e reconexão com a natureza através da arte contemporânea, em celebração ao Ano França-Brasil 2025, por meio da exposição Re-Selvagem, da artista Eva Jospin, estimulando a sustentabilidade, o diálogo cultural e a educação ambiental promovidos durante a exposição através de uma Programação acessível e ambientalmente responsável com: atividades formativas: Palestra, workshops, oficina, e visitas mediadas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:PRODUTO PRINCIPAL - EXPOSIÇÃO:· Realizar exposição de Eva Jospin com 14 obras monumentais e instalações imersivas.Público previsto: 75.000 PRODUTO SECUNDÁRIO _ OFICINA/PALESTRAS: · Realizar 01 Palestra com a artista Eva Jospin, bate-papo e apresentação do processo criativo · Realizar 01 Masterclass com o curador Marcello Dantas onde o público será convidado a mergulhar no universo da artista francesa Eva Jospin, reconhecida por transformar materiais ordinários, como papelão, em florestas e arquiteturas exuberantes.· Realizar visitas mediadas inclusivas, com mediadores formados para conduzir públicos diversos, incluindo estudantes da rede pública, idosos e pessoas com deficiência. Público estimado para palestra: 80 pessoasPùblico estimado para Masterclass: 80 pessoasPúblico estimado das visitas inclusivas: 10.000 CONTRAPARTIDA SOCIAL _ WORKSHOP· Realizar durante a exposição no Espaço educativo da Casa Bradesco 01 Workshop educativo "Florestas de Papelão" voltado para estudantes e jovens de 6 a 14 anos e professores de instituições públicas de ensino com o objetivo de ensinar como transformar papelão em pequenas florestas, utilizando apenas as mãos, tesouras e adesivos. Essa atividade visa estimular a compreensão do ciclo de reciclagem, inspirando ações conscientes e sustentáveis.Carga horária: 120 horas, 2 horas/aula x 60 turmas de 30 alunos cada.Público previsto: 1.800 alunos
POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA?A exposição Re-selvagem de Eva Jospin representa uma ação simbólica e cultural de impacto, celebrando o Ano França-Brasil com diálogo entre arte, ecologia e urbanidade. Utiliza materiais recicláveis, promove formação de públicos e colaborações internacionais. Enquadra-se nos incisos I, VII e VIII do Art. 1º da Lei 8.313/91, alcançando os objetivos I, II, IV, VI e VII do Art. 3º.A exposição Re-selvagem de Eva Jospin representa uma ação simbólica e cultural de impacto, celebrando o Ano França-Brasil com diálogo entre arte, ecologia e urbanidade. Utiliza materiais recicláveis, promove formação de públicos e colaborações internacionais. Embora a artista seja estrangeira, o projeto atende ao interesse público nacional ao promover intercâmbio cultural, formação de plateia, difusão de conhecimento e práticas sustentáveis no território brasileiro. Assim, enquadra-se nos seguintes dispositivos da Lei 8.313/91:Art. 1º, incisos:"I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VII _ Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória."Art. 3º, objetivos:I _ Estímulo à democratização do acesso aos bens e serviços culturais;II _ Valorização da diversidade cultural e étnica brasileira;IV _ Apoio à formação de público para as artes e à qualificação de recursos humanos na área cultural;VI _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais e à reflexão sobre a realidade cultural do País;VII _ Apoio a iniciativas que tenham como objetivo a preservação do meio ambiente natural e construído, promoção do desenvolvimento sustentável e melhoria da qualidade de vida.- Intérpretes de Libras.Mediadores para apoio cognitivo e sensorial. DA EXPOSIÇÃOA realização da exposição Reselvagem, da renomada artista francesa Eva Jospin, na Casa Bradesco da Criatividade, situada no Complexo Cidade Matarazzo, em São Paulo, se justifica como uma ação estratégica e simbólica de alto impacto cultural, educativo e ambiental. Esta proposta integra-se de forma orgânica às comemorações do Ano França-Brasil 2025, reforçando os laços históricos entre os dois países por meio da arte contemporânea e de experiências sensoriais transformadoras.Eva Jospin é reconhecida internacionalmente por sua poética singular, que combina bordados em seda, escultura em papelão e estruturas arquitetônicas inspiradas na natureza. Ao trazer ao Brasil sua instalação monumental Reselvagem, a artista estabelece um potente diálogo com os biomas, a biodiversidade e o imaginário das florestas brasileiras. Sua obra desperta reflexões sobre regeneração simbólica, ecologia, memória e pertencimento — temas centrais em tempos de urgência climática e de revalorização do sensível.A Casa Bradesco da Criatividade, no coração do Complexo Cidade Matarazzo — um dos maiores projetos de regeneração urbana da América Latina — oferece o ambiente ideal para abrigar essa exposição, pois articula inovação, sustentabilidade, patrimônio histórico e diversidade cultural. Ao conectar a potência artística de Jospin com esse espaço de referência nacional, o projeto promove um novo encontro entre arte, arquitetura e natureza em pleno centro urbano, ampliando o alcance e a profundidade da experiência pública.Além do valor simbólico da parceria franco-brasileira, a mostra contempla uma robusta programação educativa, acessível e ambientalmente responsável, com mediações e ações formativas. Ao democratizar o acesso à arte e integrar públicos diversos — de escolas públicas a comunidades periféricas — a iniciativa reafirma o papel da cultura como ferramenta de transformação social e ambiental. Dessa forma, Reselvagem se apresenta não apenas como uma exposição internacional de grande relevância, mas como uma plataforma viva de aprendizado, encontro e regeneração. Seu impacto transcende o espaço expositivo, contribuindo para os objetivos da Agenda 2030 da ONU e consolidando o Complexo Cidade Matarazzo como polo de inovação e diplomacia cultural entre Brasil e França. DIRETRIZES E ALCANCES ESTRATÉGICOS DO PROJETO· Promover o intercâmbio cultural entre Brasil e França, por meio da realização de uma exposição inédita da artista Eva Jospin, como parte oficial do calendário comemorativo França-Brasil 2025.· Valorizar a arte contemporânea internacional e sua conexão com temáticas socioambientais, ao apresentar obras que abordam a relação entre natureza, arquitetura e imaginário coletivo, em diálogo com a biodiversidade e os biomas brasileiros.· Ativar simbolicamente a natureza no centro urbano de São Paulo, ao integrar as obras da artista ao contexto arquitetônico e paisagístico do Complexo Cidade Matarazzo, promovendo uma reflexão sobre as florestas possíveis dentro das cidades.· Gerar impacto positivo no ecossistema cultural local, ao engajar profissionais da cadeia produtiva criativa brasileira (curadores, montadores, educadores, designers, produtores, etc.) em diálogo com instituições e ateliês internacionais.· Contribuir com os objetivos da Agenda 2030 da ONU, especialmente nas metas relacionadas à cultura, educação de qualidade, igualdade de gênero, ação climática e cidades sustentáveis.· Estabelecer uma curadoria comprometida com a diversidade cultural, étnico-racial e de gênero, promovendo o diálogo entre a obra de Eva Jospin e artistas brasileiros(as) contemporâneos(as) que atuam com temas semelhantes.· Ampliar a visibilidade da produção artística feminina no cenário internacional, ao destacar a trajetória de Eva Jospin, artista francesa reconhecida por sua poética sensível e pela inovação técnica na escultura e bordado.· Conectar arte e natureza como ferramentas de sensibilização ecológica, convidando o público a refletir sobre os ciclos da vida, os ecossistemas urbanos e a importância simbólica das florestas no imaginário humano.· Estimular o turismo cultural e a circulação de público qualificado em São Paulo, por meio da integração da exposição ao calendário cultural nacional e internacional, com atratividade para visitantes estrangeiros, especialmente durante o Ano França-Brasil.· Contribuir para a formação de públicos conscientes e engajados, que percebam a arte como instrumento de transformação ambiental, sensível e social.
SOBRE O LOCAL DA EXPOSIÇÃOA Casa Bradesco é um centro criativo dedicado a inspirar, criar, convidar, receber e celebrar a cultura e arte, conectando e valorizando a comunidade criativa brasileira com o mundo e o grande público. Através de uma programação multilinguagem que tem como cerne celebrar a economia criativa. É a plataforma central do ecossistema que da vida ao movimento da REGENERAÇÃO.A Sala de exposições da Casa Bradesco é um espaço com 2 mil metros quadrados de espaço expositivo com uma curadoria que se propõe a ser um farol guiado pela inovação, a tecnologia e a criatividade. O local propõe fazer com que os artistas do Brasil e do mundo produzam também trabalhos localmente, em diálogo com a cultura e a criatividade brasileira, sendo um laboratório para promover a interação entre os maiores criadores de arte, design, ciência e novas tecnologias.
PRODUTO SECUNDÁRIO - PALESTRAS: MASTERCLASS Título: Poética da Matéria: A Obra de Eva Jospin sob o Olhar de Marcello DantasCom: Marcello Dantas — Curador da exposição Re-SelvagemDuração: 3hPúblico-alvo: Estudantes, artistas, curadores, arquitetos, educadores, profissionais da arte e interessados em arte contemporânea, natureza e processos criativos.Local: Espaço educativo da Casa Bradesco Conteúdo Programático:1. A artista e sua linguagem• Trajetória de Eva Jospin• O papelão como matéria poética• Referências barrocas, renascentistas e naturais2. A exposição Re-Selvagem• Conceito curatorial• Processo de montagem no contexto da Cidade Matarazzo• Diálogos com o espaço, o público e o Brasil3. Floresta como símbolo contemporâneo• A natureza como construção cultural• As florestas de Eva Jospin como “arquiteturas do sensível”• Reencantamento, silêncio e densidade4. Arte, regeneração e matéria• A sustentabilidade como eixo criativo• O reaproveitamento como gesto político e estético• A intersecção entre arte, artesanato e espiritualidade• 5. Diálogo aberto com o público• Espaço para perguntas, reflexões e provocaçõesRecursos e formatos sugeridos:• Projeção de imagens e vídeos de obras anteriores da artista• Leitura de trechos críticos e poéticos que inspiraram a curadoria• Demonstração de detalhes construtivos da obra (maquetes ou vídeos de making-of)• Espaço cenográfico com elementos da exposição ou materiais brutos usados por EvaObjetivos da masterclass:• Promover uma leitura aprofundada e sensível da obra de Eva Jospin• Discutir o papel da curadoria na mediação entre artista, obra e território• Inspirar novos olhares sobre os limites entre arte, natureza e matéria reciclada• Refletir sobre a potência simbólica da floresta no mundo contemporâneoResultados esperados:• Ampliação do repertório artístico e curatorial do público• Estímulo a práticas artísticas mais sustentáveis e sensoriais• Fortalecimento da proposta pedagógica e formativa da exposição• Engajamento de diferentes públicos com a programação do Ano França-BrasilCONTRAPARTIDA SOCIAL – WORKSHOP WORKSHOP “Florestas de Papelão”Título da atividade: Florestas de Papelão – Arte, Natureza e Sustentabilidade com as MãosPúblico-alvo: Estudantes de 6 a 14 anos e professores de instituições públicas de ensinoCarga horária: 120 horas, 2 horas/aula x 60 turmas de 30 alunos cada.Local: Espaço educativo da Casa Bradesco.Inspiração conceitual: A obra de Eva Jospin em Re-Selvagem, que transforma materiais simples em paisagens naturais poéticas e exuberantes, serve como base estética e pedagógica da atividade.Objetivos pedagógicos:• Ambientais:o Incentivar o reaproveitamento de materiais recicláveis (papelão)o Estimular a consciência ecológica e o pensamento regenerativoo Ensinar sobre o ciclo de vida dos materiais e a importância da reciclagem• Artísticos:o Desenvolver habilidades manuais e criativaso Promover a imaginação através da construção de cenários naturaiso Apresentar referências da arte contemporânea e da land art• Socioemocionais:o Estimular a colaboração e o trabalho em grupoo Incentivar o respeito à natureza e ao outroo Proporcionar pertencimento por meio da criação compartilhadaMateriais necessários:• Papelão reciclado em placas e pedaços variados• Tesouras sem ponta (infantil)• Fitas adesivas, cola bastão ou fita dupla face• Canetas e lápis coloridos, giz pastel seco• Tintas ecológicas (opcional)• Tecidos reaproveitados (folhagens, musgo sintético etc.)• Papel kraft para base dos “mini-ambientes”• Luvas descartáveis (caso desejado pelos participantes)Metodologia e Etapas do Workshop:1. Acolhimento e introdução (15 min):• Roda de conversa com apresentação da artista Eva Jospin e da proposta da exposição Re-Selvagem• Breve reflexão: “Como seria a floresta dos meus sonhos?”• Exposição de imagens de florestas naturais e das obras da artista para inspiração2. Mão na massa: criação das mini-florestas (1h):• Orientação para uso do papelão como elemento estruturante• Cada criança constrói seu fragmento de floresta (troncos, galhos, copas, folhagens etc.)• Sugestão de que os elementos possam se encaixar entre si – ideia de um ecossistema coletivo3. Compartilhamento e montagem coletiva (15 min):• Reunião dos fragmentos em uma grande “floresta colaborativa” no chão ou em painel vertical• Cada participante compartilha o que criou e o que imaginou4. Encerramento e reflexão (10 min):• Roda de fechamento com perguntas:o “O que aprendi com essa floresta?”o “Como posso cuidar melhor do planeta no meu dia a dia?”• Entrega de um pequeno folheto com dicas de sustentabilidade e sugestões de novos projetos em casaAvaliação:• Avaliação formativa e qualitativa durante a atividade, observando:o Participação e engajamentoo Criatividade e expressão individualo Compreensão das mensagens sustentáveis• Registro fotográfico da floresta colaborativa como memória da açãoResultados esperados:• Aproximação afetiva das crianças com temas ambientais• Desenvolvimento da expressão artística e sensibilidade estética• Consciência sobre o potencial criativo dos materiais recicláveis• Produção de uma instalação temporária com a floresta construída coletivamente
PRODUTO PRINCIPAL :ACESSIBILIDADE FÍSICA: local para a ministração possui rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:- PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrições do conteúdo, legenda em braile.- PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: interprete de libras- PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: mediador, abafadores de som, cordão de identificaçãoPRODUTO SECUNDÁRIO – OFICINAS/PALESTRAS:ACESSIBILIDADE FÍSICA: local para a ministração possui rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:- PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrições do conteúdo- PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: interprete de libras- PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: mediador, abafadores de som, cordão de identificação CONTRAPARTIDA SOCIAL - WORKSHOP:ACESSIBILIDADE FÍSICA: local para a ministração possui rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:- PARA DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrições do conteúdo- PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: interprete de libras- PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: mediador, abafadores de som, cordão de identificação
Considerando o Artigo 46 e 47 da Instrução Normativa nº 23 de 05/02/25 do Ministério da Cultura, será adotado para o projeto o seguinte PLANO DE DISTRIBUIÇÃO e medidas de DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO:PRODUTO PRINCIPAL – EXPOSIÇÃOA exposição será aberta ao público de terça-feira à domingo das 12h às 20h.Da distribuição:3.750 ingressos (10%) Patrocinadores proporcional ao investimento efetuado*3.750 ingressos (10%) Proponente em ações de divulgação do projeto*7.500 ingressos (20%) Distribuição gratuita à Polulação - Caráter Social ou Educativo - Professores/Escolas Pública**3.750 ingressos (10%) Comercialização PREÇO POPULAR - INTEIRA – preço R$ 50,00*3.750 ingressos (10%) Comercialização PREÇO POPULAR – MEIA-ENTRADA – preço R$ 25,00**3.750 ingressos (10%) Comercialização PROPONENTE – INTEIRA – preço R$ 50,00***11.250 ingressos (30%) Comercialização PROPONENTE – MEIA-ENTRADA – preço R$ 25,00***37.500 ingressos totalDa democratização do acesso:atividades formativas/educativas previstas no PRODUTO SECUNDÁRIO – OFICINAS/PALESTRAS e CONTRAPARTIDA SOCIAL - WORKSHOP serão oferecidas gratuitamente ao público durante todo período da exposição.Quanto ao PRODUTO PRINCIPAL – EXPOSIÇÃO, será oferecido o acesso gratuito ao visitante em um dia da semana (previsão na terça-feira). * parametrização para o Plano de Distribuição - Instrução Normativa nº 23 de 05/02/25, Art. 46:“O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acessoaos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total deingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações dedivulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo,incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$50,00 (cinquenta reais)“ ** medida de AMPLIAÇÃO DO ACESSO adotada para o projeto - Instrução Normativa nº 23 de 05/02/25, Art. 47- " I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso III do art.46, totalizando 20% (vinte por cento);VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;"*** parametrização sobre meia-entrada e preço médio do ingresso - Instrução Normativa nº 23 de 05/02/25, Art. 46:“§ 2º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue:I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) doquantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o art. 1º, § 10 da Lei nº 12.933, de 26 dedezembro de 2013;II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme oart. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; eIII - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa rendaportadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com defi ciência, em todos os ingressoscomercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015.§ 3º Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos ou produtosculturais restantes poderão ser comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preçomédio do ingresso inteiro ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais).”
JOSÉ EDUARDO MOURA – Diretor Administrativo-Financeiro da Proponente - Função no projeto: COORDENADOR GERAL DO PROJETO e COORDENADOR ADMINISTRATIVO- FINANCEIROAtua na gestão geral e financeira da instituição Ama Brasil desde 2004; atuou como coordenador em importantes restauros de patrimônio tais como: Restauro da torre do relógio na estação ferroviária em Paranapiacaba - Sto André - SP em 17/06/04, Restauro dos três casarões históricos tombados pelo CONDEPHAT que pertencem ao Instituto Butantan (uma parceria entre a AMABRASIL, a FAAP e o Instituto Butantan) e criação do Centro Cultural Butantan; Restauro do Teatro Guarany em Santos, imóvel de 1882, tombado pelo Condephaat., Restauro do Casarão do Valongo e criação do Museu Pelé – entrega prevista para 2012., Restauro da Casa do Trem Bélico, imóvel do séc. XVI pertencentes ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e ArtísticoNacional)., Restauro do Casarão do Valongo e Museu Pelé. Coordenou exposições de Artes como “Referencial Anita Malfatti” no Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal –Período 25/01/04 à 13/06/04., “Santos e Seus Arrabaldes” realizado no Museu do Café de Santos., “Serpentes Ilhoas” no museu de microbiologia do Instituto Butantan em São Paulo. Período de 20/10/2005 a 10/01/2006., “Diálogo no Escuro” no Galeria Shopping em Campinas, de 2008 a 2009. e “Imigração Japonesa no Brasil” - exposição itinerante na cidade de Santos entre 2006 e 2007.além de ter atuado como editor em cerca de 20 obras literárias.MARCELLO DANTAS – Função no projeto: CURADORMarcello Dantas é um premiado curador interdisciplinar com ampla atividade no Brasil e no exterior. Trabalha na fronteira entre a arte e a tecnologia, produzindo exposições, museus e múltiplos projetos que buscam proporcionar experiências de imersão por meio dos sentidos e da percepção. Nos últimos anos esteve por trás da concepção de diversos museus, como o Museu da Língua Portuguesa e a Japan House, em São Paulo; Museu da Natureza, na Serra da Capivara, Piauí; Museu da Cidade de Manaus; Museu da Gente Sergipana, em Aracaju; Museu do Caribe e o Museu do Carnaval, em Barranquilla, Colômbia. Realizou exposições individuais de alguns dos mais importantes e influentes nomes da arte contemporânea como Ai Weiwei, Anish Kapoor, Bill Viola, Christian Boltanski, Jenny Holzer, Laurie Anderson, Michelangelo Pistoletto, Studio Drift, Rebecca Horn e Tunga. Foi também diretor artístico do Pavilhão do Brasil na Expo Shanghai 2010, do Pavilhão do Brasil na Rio+20, da Estação Pelé, em Berlim, na Copa do Mundo de 2006. Foi curador da Bienal do Mercosul, realizada em 2022, em Porto Alegre, e é atualmente curador do SFER IK Museo em Tulum, no México. Formado pela New York University, Marcello Dantas é membro do conselho de várias instituições internacionais e mentor de artes visuais do Art Institute of Chicago.EVA JOSPIN – Função no projeto: ARTISTA PLASTICANascida em 1975 em Paris, é formada pela École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris. Nos últimos quinze anos, ela vem criando meticulosas florestas e paisagens arquitetônicas, exploradas por meio de diferentes suportes. Seja em desenhos a nanquim, bordados, esculturas em papelão ou em bronze, suas obras evocam os jardins barrocos italianos, as decorações rocaille do século XVIII e grutas artificiais.Residente da Villa Medici, em Roma, em 2017, e eleita para a seção de Escultura da Académie des Beaux-Arts em 2024, Eva Jospin foi destaque em importantes exposições internacionais. Entre elas: Inside, no Palais de Tokyo, em Paris (2014); Sous-Bois, no Palazzo dei Diamanti, em Ferrara (2018); Eva Jospin - Wald(t)räume, no Museum Pfalzgalerie, em Kaiserslautern (2019); Among the Trees, na Hayward Gallery, em Londres (2020); Paper Tales, no Het Noordbrabants Museum, em Den Bosch (2021); Galleria, no Musée de la Chasse et de la Nature, em Paris (2021); Panorama, na Fondation Thalie, em Bruxelas (2023); e Palazzo, no Palais des Papes, em Avignon (2023). Em 2024, apresentou duas novas exposições individuais: Selva, no Museo Fortuny, em Veneza, durante a 60ª Bienal de Veneza, e Eva Jospin – Versailles, na Orangerie do Château de Versailles.A artista também criou diversas instalações imersivas em grande escala como Panorama (2016), no centro da Cour Carrée do Louvre, e Cénotaphe (2020), na Abadia de Montmajour. Além disso, desenvolveu uma série de painéis bordados para o desfile de Alta-Costura da Dior 2021–2022 (Chambre de Soie, 2021).Eva Jospin também produziu obras permanentes no Domaine de Chaumont-sur-Loire (Folie, 2015), em Beaupassage, em Paris (La Traversée, 2018), e em Milão, onde criou uma instalação inspirada em um jardim de inverno (Microclima, 2022).Em 2025, Eva foi convidada pelo Pôle Courbet para apresentar seus trabalhos no Atelier Courbet, em Ornans (França), bem como no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba (Brasil). Ela também apresentará uma nova exposição no Grand Palais, em Paris, com exibição prevista de dezembro de 2025 a março de 2026. ANGELA MAGDALENA – Função no projeto: PRODUTORA EXECUTIVAFormada em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, AngelaMagdalena trabalha na área de produção cultural desde 1992. Em 1995, muda-se para São Paulo onde dedica-se a área de produção. Ali, participa, dentre outras exposições de artistas nacionais e internacionais, da produção de quatro Bienais do Mercosul, das mostras de Artes Indígenas e Arqueologia do Brasil 500 anos. Em 2006, funda a MadaiArt, empresa especializada no desenvolvimento e na produção de exposições e projetos culturais e que tem em seu currículo mostras de artistas como Marina Abramović, Patricia Piccinini, Erwin Wurm, Ai Weiwei e Anish Kapoor, além da implementação do Museu da Natureza no Piauí,Museu da Cidade de Manaus, em Manaus e o Museu do Café, em Santos.LARA MAIA – Função no projeto: PRODUTORÉ curadora, produtora e liaison de artista baseada em São Paulo, cuja prática é guiada pelo desejo de criar conexões significativas entre artistas, instituições e novos públicos. Atualmente, atua na Galeria Leme e nas empresas Magnetoscópio e Madai, contribuindo para a produção e o desenvolvimento curatorial de importantes projetos artísticos. Lara colaborou em exposições para instituições como o Museu Oscar Niemeyer, a Casa Bradesco e o Farol Santander, trabalhando ao lado de artistas como Anish Kapoor, Eva Jospin, Gabriel de la Mora, Marina Abramovic, Heloisa Hariadne e Luiz Braga. Sua estreia curatorial independente na Galeria Leme celebrou os 50 anos de carreira de Luiz Braga, estabelecendo um diálogo entre suas fotografias e as pinturas de Alfredo Volpi e Paulo Pasta. Sua abordagem busca desenvolver projetos que ampliem perspectivas e promovam diálogos significativos no campo da arte contemporânea.JEANINE MENEZES – Função no projeto: COORDENAÇÃO TÉCNICA É arquiteta sócia diretora do Estúdio Gru, desenvolve projetos de expográficos e museográficos em museus e instituições culturais para exposições permanentes e temporárias, já desenvolveu projetos na Alemanha, Colômbia, Portugal, China e Brasil. Ministrou um curso de produção de exposições chamado Prego a Prego no CPF SESC em 2018.OTÁVIO AZEVEDO MERCADANTE - Função no Projeto: Direção Institucional (Voluntário)Médico graduado pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado em Saúde Pública pela mesma instituição. Atuou como docente na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e como Diretor Técnico do Instituto Butantan. Atualmente é Diretor Vice-Presidente da OSCIP AMA Brasil.
PROJETO ARQUIVADO.