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Estreia do espetáculo - A Caverna, De José Saramago, com Direção de Rogério Tarifa, Produção Jessica Rodrigues Produções Artisticas.
Ato-Espetáculo Musical "A Caverna" O projeto apresenta o Ato-Espetáculo Musical "A Caverna", primeira adaptação teatral brasileira da obra de José Saramago. Dirigido por Rogério Tarifa, o espetáculo parte do romance publicado em 2000 que reinterpreta o mito da caverna de Platão, narrando a história de uma família de oleiros cuja vida é transformada pela chegada de um grande centro comercial - uma metáfora contundente sobre o capitalismo e a perda das tradições culturais. A montagem se fundamenta nos conceitos de Ato-Espetáculo desenvolvidos pelo diretor, gênero consolidado em trabalhos como "Cantata de Um Bastidor de Utopias" e "Um Grito Parado no Ar". A direção musical fica a cargo de William Guedes e Jonathan Silva, criando uma fusão entre o erudito e o popular com um sexteto de músicos em cena, inspirada na opereta barroca. O elenco conta com Luiz Carlos Vasconcelos como Cipriano Algor - ator cuja trajetória com o Grupo Piolim e como o Palhaço Xuxu dialoga diretamente com a temática da resistência cultural. Durante o espetáculo, ele compartilhará depoimentos sobre sua carreira e o teatro popular. Completam o núcleo principal Patricia Gifford (Marta), o próprio Tarifa (Marçal Gacho) e Marilda Alface (Isaura), esta última também responsável pela direção de movimento. A produção integra ainda teatro de animação (Luiz André Cherubini), figurinos (Juliana Bertolini), iluminação (Marisa Bentivegna) e projeções em tempo real (Thiago Mendonça). Mais que uma adaptação, este Ato-Espetáculo se propõe a ser um encontro entre literatura, música e reflexão social.
Objetivo geral: Estreia e circulação do espetáculo A Caverna para 12 apresentações em São Paulo. Objetivos específicos do projeto:- Fomento à produção cultural e artística (Lei de Incentivo à Cultura - art 3º inciso III), mediante circulação do espetáculo.- estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais (Lei de Incentivo à Cultura - art 3º inciso IVa), mediante INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, art 29, inciso II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo ;contribuindo também no desenvolvimento de projetos de formação de público. - Possibilitar o livre acesso de pessoas com deficiências auditivas e visuais, ao contratar, para uma sessão do espetáculo, em cada cidade, serviços de Áudio Descrição e Tradução em Libras. Objetivos específicos das contrapartidas sociais:Visando fomentar o pensamento crítico e proporcionar mais experiências diversas ao público, realizaremos a seguinte atividade:- Realização de Oficina de teatro, em cada cidade, de forma online para alcançar mais pessoas- Para aprofundar os temas tratados pela peça e gerar questionamentos, realizaremos 01 debate após o espetáculo, em cada cidade.- Aluguel de 2 ônibus para buscar ongs e instituições em cada cidade, totalizando, 4 ônibus. - Contratação de 3 estagiários, sendo 1 de palco, 1 de luz e 1 de produção.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Atingindo os objetivos do Artigo 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de espetáculo de artes cênicasV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Retificamos a importância do incentivo federal e da captação de recursos para a realização do projeto com a estrutura idealizada.
"Que estranha cena descreves e que estranhos prisioneiros. São iguais a nós". Esta frase de Platão, escrita há milênios, ecoa com assustadora atualidade em nosso mundo hiperconectado. É neste contexto que apresentamos o Ato-Espetáculo Musical "A Caverna", criação do diretor Rogério Tarifa, cuja trajetória de 49 anos abrange desde óperas até performances de rua. Nesta montagem, aprofundamos a pesquisa com o maestro William Guedes e o compositor Jonathan Silva, fundindo a Opereta Barroca - com sua riqueza musical - à cultura popular. São Paulo, onde reside 90% da equipe, será nosso local de estreia, permitindo maior aprofundamento criativo. A itinerância foi pensada poeticamente: do maior centro econômico do país à capital da cultura popular, Recife, celebrando tanto as tradições nordestinas quanto a trajetória de Luiz Carlos Vasconcelos, nosso ator paraibano que personifica Cipriano Algor. O Rio de Janeiro, onde Saramago se inspirou para escrever o romance após se emocionar com as obras de Zé Cabloco no Museu do Pontal, completa este circuito. Em 2025, quando guerras, ameaças ambientais e a substituição da realidade por imagens nos assolam, as palavras do autor português ressoam com urgência: "Nós nunca vivemos tanto na caverna de Platão como hoje. Hoje é que estamos de fato a viver na caverna de Platão. Porque as próprias imagens que nos mostram a realidade, de tal maneira substituem a realidade. Nós estamos no mundo que chamamos de áudio visual, nós estamos efetivamente a repetir a situação das pessoas aprisionadas, ou atadas na caverna de Platão, vendo sombras e acreditando que essas sombras são realidade. Foi preciso, passarem todos esses séculos, para que a Caverna de Platão, aparecesse finalmente num momento da história da humanidade que é hoje, e vai ser cada vez mais!" José Saramago Mais que um espetáculo, esta montagem é um convite a romper nossas correntes e enxergar além das sombras.
ESPETÁCULO TEATRALDuração: 120 MINUTOSClassificação indicativa: 16 ANOS OFICINADuração: 4 horas Público: A partir de 14 anos DEBATE:Duração: 30 minutosClassificação indicativa: a partir de 14 anos
ESPETÁCULO TEATRALACESSIBILIDADE FÍSICA: O espetáculo será apresentado em teatro com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e oferecerá descontos de 50% (cinqüenta por cento) nos ingressos para idosos, atendendo ao art. 23 da Lei no 10.741, de 01 de outubro de 2003. DEFICIENTES AUDITIVOS: 01 apresentação com tradução simultânea em libras realizada por um tradutor especializadoDEFICIENTES VISUAIS: 01 sessão contará com os recursos de audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Buscamos ter um olhar atento para abordar questões relativas às pessoas com deficiências e ver como as políticas de inclusão têm mudado ao longo dos anos, e como avanços de representatividade têm sido conquistados, fruto de um trabalho incansável das leis, para isso estamos em evolução e o projeto conta com consultores, presentes e atuantes na equipe no período de preparação e apresentações, para o atendimento e divulgação específica para o atendimento, a equipe contratada de recepcionistas também terá atenção ao atendimento, e sobre as questões de linguagens ou idiomas, através dos consultores vamos locar os equipamentos necessários para a realização da acessibilidade. CONTRAPARTIDA SOCIAL 01. Oficina de TeatroACESSIBILIDADE FÍSICA: A oficina será realizada em teatro com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999.DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução simultânea em libras realizada por tradutor especializado.DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem Oral; 02. Debate após o espetáculo.ACESSIBILIDADE FÍSICA: O debate será realizada em teatro, após o espetáculo, com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. A entrada será livre.DEFICIENTES AUDITIVOS: Tradução em libras. DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição. 03. Ônibus para buscar ongs ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os ônibus contarão com a disponibilização de lugares indicados para portadores de necessidades especiais, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. A entrada será livre. Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pelos cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro.DEFICIENTES AUDITIVOS: Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pela tradução em libras e cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro.DEFICIENTES VISUAIS: Existirá sempre 1 monitor para cada grupo responsável pela coordenação e cuidados destes na entrada e saída do ônibus, assim como nas dependências do teatro.
Em atendimento ao disposto na INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024:Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; eIV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.Art. 30. Em complemento, adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso:IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais da oficina de dramaturgia acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, estágios remunerados de produção, palco e iluminação, além de oficina de dramaturgia.
Concepção, direção, dramaturgia e atuação – Rogério Tarifanão tem rede social, usa o instagram da Cia São JorgeFormado pela Escola de Arte Dramática de São Paulo (EAD-ECA-USP), Rogério Tarifa é diretor, ator, dramaturgo, cenógrafo e diretor de arte. Em 2022 dirigiu O que nos Mantém Vivos, peça que comemora os 65 anos de carreira do Ator Renato Borghi. Com esse trabalho está indicado ao prêmio Shell de direção, a peça foi indicada também ao prêmio APCA 2023 como melhor espetáculo. No mesmo ano dirigiu ANONIMATO espetáculo da Cia Mungunzá de Teatro.Tem sua história ligada ao teatro de grupo de São Paulo, sendo integrante da Cia São Jorge de Variedades há 22 anos, da Cia do Tijolo há 15 anos, do coletivo Teatro do Osso há 7 anos e também do coletivo Ópera Urbe há 7 anos. No momento é integrante também do histórico grupo Teatro Popular União e Olho Vivo onde dirigiu em 2018 o espetáculo Bom Retiro Meu Amor ao lado do mestre César Vieira.Seus últimos trabalhos como diretor são: O que nos Mantém Vivos? ANONIMATO, Bom Retiro Meu Amor Ópera Samba, Adoráveis Criaturas Repulsivas, Inútil Canto e Inútil Canto Pelos Anjos Caídos, Canto para Rinocerontes e Homens, Cantata Para Um Bastidor de Utopias, Barafonda(direção coltetiva), São Jorge Menino, Condomínio Nova Era, Coração dos Teatros Rodantes, Concerto de Ispinho e Fulô e Ópera Urbe Peste Contemporânea. Ganhou o Prêmio Shell na categoria cenário e indicado na categoria direção com o espetáculo Cantata Para Um Bastidor de Utopias.Ator - Luiz Carlos Vasconcelos@luizcarlosvasconcelos_oficial Estreia como ator de teatro aos seis anos de idade; é formado em Letras e um dos fundadores da Escola Piollin e do Piollin Grupo de Teatro com quem adaptou e diririgiu o premiado espetáculo “Vau da Sarapalha”, da obra de J. Guimarães Rosa; cria, em 1978, o seu palhaço cidadão, Xuxu, com quem segue divertindo e emocionando crianças e adultos; foi aluno da Escola Nacional de Circo de 1985 a 1986; realizou vários encontros de palhaços, incluindo o evento internacional O Riso da Terra; é ator de teatro, cinema e televisão; já participou em cinema em mais de vinte longas e curtas metragens, com os diretores, Lirio Ferreira e Paulo Caldas, Walter Salles, Andrucha Waddington, Hector Babenco, Jayme Monjardim, Haroldo Borges, entre outros, tendo sido seu último longa, o filme Marighella, dirigido por Wagner Moura; recebeu vários prêmios por sua atuação em teatro e cinema; e agora, em 2021, estreia como diretor de cinema, com o curta “Aluísio o Silêncio e o Mar”, em faze de finalização.Atriz - Patrícia Gifford@patricia.gifford.patigui Atriz, co-fundadora da Cia São Jorge de Variedades que atua há 26 anos na cidade de São Paulo, com 10 espetáculos no seu repertório e extensa pesquisa registrada em artes cênicas - (ganhadora de diversos prêmios e editais importantes em nível municipal, estadual e federal).Entre seus principais trabalhos como atriz estão: FAUSTO, BARAFONDA, SÃO JORGE MENINO, QUEM NÃO SABE MAIS QUEM É O QUE É E ONDE ESTÁ PRECISA SE MEXER, O SANTO GUERREIRO E O HERÓI DESAJUSTADO, PEDRO – O CRU, AS BASTIANAS, BIEDERMANN E OS INCENDIÁRIOS, UM CREDOR DA FAZENDA NACIONAL – todos na Cia São Jorge de Variedades. TÁ TUDO TRETA E A POESIA REGE, CONCERTO DE ISPINHU E FULÔ e CANTATA PARA UM BASTIDOR DE UTOPIAS da Cia do Tijolo. A DÓCIL dir. de Pedro Mantovani, com o grupo Folias D’Arte; TRINTA E TRES dir. de Tica Lemos e Cristiane Paoli Quito; NA BEIRADA dir. Cristiane Paoli Quito e ROMANCEIRO DA INCONFIDÊNCIA, dir. Célia Helena. Entre seus principais trabalhos em direção estão: BARAFONDA- Cia São Jorge de Variedades, CASA DE TOLERÂNCIA – Cia do Miolo, DEZUÓ – BREVIÁRIO DAS ÁGUAS – Núcleo Macabéa. Paralelamente a carreira artística, dedica-se à pesquisa na área de formação – tem diploma de Licenciatura Plena na área de Artes Cênicas – e tem participado de importantes programas de formação no Estado de São Paulo, no Brasil, na Venezuela (Fórum Social Mundial) e Portugal (Festival de Coimbra) - em sua maioria programas públicos. Atua em diversas parcerias artísticas com outras companhias, sempre interessada em fomentar a pesquisa continuada de grupos de teatro independentes: Usina de Teatro (PA), Grupo Folias d’Arte, Cia do Tijolo, Núcleo Macabéa, Cia Livre, Nucleo Bartolomeu de Depoimentos, Cia do Miolo, Cia Humbalada, Cia Carcaça de Poéticas Negras, Grupo Parlendas, Grupo Andaime, entre outras.Atriz e diretora de movimento - Marilda Alfacenão tem rede socialBailarina/atriz/diretora de movimentoDesenvolveu trabalhos como intérprete em trabalhos artísticos de dança-teatro com diretores e coreógrafos, Takau Kusuno, Denilton Gomes, Emilie Sugai.Integrante do Coletivo Teatro Ventoforte , com direção de Ilo Krugli, a partir de sua mudança para São Paulo em 1979. Atuou como atriz, direção de movimento e professora educadora até 2009.Participação criativa e direção de movimentos com o ator e diretor teatral Rogério Tarifa, de 2010 a 2023, atuando nos grupos de teatros, Teatro União e Olho Vivo, Teatro do Osso, Escola de Arte Dramática, Teatro Promíscuo.Direção Musical – William Guedes@williamguedesvazWilliam Guedes é formado em Composição e Regência pela UNESP.Trabalha como Regente Coral, preparador vocal de atores, diretor musical e compositor de trilhas sonoras para teatro.Tem colaborado com algumas das mais importantes companhias e diretores de teatro da cidade de São Paulo. No Teatro Ventoforte, foi diretor musical entre 2005 e 2011, sob direção de Ilo Krugli recebeu o Prêmio Shell de melhor Música pelo espetáculos “Bodas de Sangue”, foi indicado duas vezes ao Prêmio FEMSA Coca Cola na categoria Melhor Música – em 2007 pelo espetáculo “A Centopéia e o Cavaleiro” e em 2009 pelo espetáculo “O mistério do fundo do pote”. No Grupo Sobrevento tem colaborado desde 2007, com os diretores Luiz André Cherubini e Sandra Vargas, como instrumentista nos espetáculos “Submundo” e “São Manuel Bueno Mártir”, como preparador vocal para o espetáculo “Cabaré dos Quase Vivos” e como compositor da trilha sonora para os espetáculos “Terra” e “O Amigo Fiel”. No Núcleo Toada fez a direção musical de “Uma Toada para João e Maria”, “Segunda Toada para João e Maria” e a trilha sonora para “Cor de Chumbo”. É diretor musical da Cia do Tijolo, desde a sua fundação em 2006. Pelos espetáculos “Concerto de Ispinho i Fulô” e “Cantata Para um Bastidor de Utopias” conquistou o Prêmio Shell de melhor música , respectivamente em 2009 e 2013. Também fez a direção musical de “O Avesso do Claustro”, “O Vôo da Guará Vermelha” e “Restinga de Canudos”. Em colaboração com o diretor Rogério Tarifa, fez a direção musical de “Canto para Rinocerontes e Homens” e “Inútil Canto Inútil Pranto Pelos Anjos Caídos” – Espetáculos de formatura das turmas 63 e 66 da EAD/USP. Ainda sob a direção de Tarifa, fez a direção musical de “Um Grito Parado no Ar” com o Teatro do Osso. Em 2023 passou a trabalhar com o Teatro Promíscuo, fazendo a direção musical para “O que nos mantém vivos” e em 2024 para “A alegria é a prova dos nove”.Estudos Teóricos – Felipe Chacon @felipepanchaconÉ compositor e diretor musical, formado em filosofia pela USP, é diretor executivo do Instituto de Cultura e Direitos Humanos Luz do Faroeste. Domina bateria, violão, guitarra, baixo, clarinete, sousafone e piano.Com a Companhia Pessoal do Faroeste, criou trilhas sonoras e fez a direção musical de "O Assassinato do Presidente", "Borboleta Azul" e "Brancos e Malvados ou Ensaio Sobre os Três Porquinhos". No Coletivo Ópera Urbe, colaborou com Carlos Zimbher na direção musical e nos arranjos de "Ópera Urbe - Peste Contemporânea", onde atuou como baterista, sousafonista, clarinetista e cantor.Desenvolveu trilhas sonoras para a Cia Al Borde e a Cia Casa da Tia Sire, trabalhou como músico na Cia Teatro de Perto. Em 2021, lançou sua primeira trilha cinematográfica na vídeo-performance "Babel". Faz parte da banda Baião de Spokens e já dividiu o palco com artistas como BNegão, Karina Buhr, Arrigo Barnabé, entre outros.Direção de atores e Teatro de objetos, sombra e Animação – Luiz André Cherubini@luizcherubiniFormado em Direção Teatral pela Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio) e em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), LUIZ ANDRÉ CHERUBINI é um dos fundadores do GRUPO SOBREVENTO, Companhia Teatral especializada em Teatro de Bonecos e de Animação, com doze anos de trabalho contínuo. Com o SOBREVENTO, apresentou-se em dezenas de cidades brasileiras e participou dos principais Festivais de Teatro do Brasil, além de apresentar-se em diversas turnês pelo Peru, Chile, França, Espanha, Colômbia, Escócia, França, Eslováquia, Irlanda, Argentina, Angola, Irã, México, Suécia, Estônia, China e Índia. Dirigiu quase todos os espetáculos do SOBREVENTO, entre os quais Um Conto de Hoffmann, Mozart Moments, Beckett, O Theatro de Brinquedo, O Anjo e a Princesa, Cadê o meu Herói?, Brasil pra Brasileiro Ver, Submundo, O Cabaré dos Quase-Vivos e O Copo de Leite, Só, São Manuel Bueno Mártir, Escombros, Sala de Estar, Bailarina, Meu Jardim, trabalhando como ator e manipulador em quase todos eles. Organizou Festivais Internacionais de Teatro de Animação no Rio de Janeiro como a Mostra Internacional de Teatro de Animação RIO BONECOS 92 (no Centro Cultural Banco do Brasil), a MOSTRA MARIA MAZZETTI DE TEATRO DE BONECOS 95 (no Teatro Ziembinski), a MOSTRA NACIONAL DE TEATRO DE ANIMAÇÃO 2001 (no Teatro Café Pequeno) e a I MOSTRA RIOARTE DE BONECOS (2002) que levaram ao Rio de Janeiro e a São Paulo Companhias da China, Japão, Índia, Espanha, Suécia, França, Espanha, Peru, Chile, Argentina, além de Grupos e solistas de outros estados do Brasil. Foi, também, curador do Primeiro Festival Internacional de Teatro RIO CENA CONTEMPORÂNEA, em 1997 e do Festival SESI BONECOS DO BRASIL, realizado em diversas cidades em 2006. Composições – Jonathan Silva @jonathansilvacompositorMúsico capixaba-paulistano, traz na sua bagagem os Cds “Necessário”, “Benedito” e“Precisa-se de Compositor com Experiência”. Já foi gravado por importantesintérpretes da música brasileira: Ná Ozzetti, Ceumar, Marcelo Pretto, Kiko Dinucci,Juçara Marçal, Paula Souto, Fabiana Cozza. Tem produção musical intensa nouniverso do Teatro. Compôs as canções dos espetáculo “O Santo Guerreiro”,“Barafonda e “São Jorge Menino”, da Cia São Jorge de Variedades, além das trilhasdos espetáculos “Concerto de Ispinho e Fulô” (Prêmio Cooperativa de Teatro) e“Cantata Para um Bastidor de Utopias” (Prêmio Shell de Teatro – categoria Música;Prêmio Cooperativa de Teatro) e “O Avesso do Claustro”, da Cia. do Tijolo, e “Eleguá –Menino e Malandro” (Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro 2017 – categoriaMúsica Original), do Clã do Jabuti, entre outros trabalhos. Atua como músico e diretorMusical do Grupo de Tambor Gabiroba que desenvolve um trabalho de pesquisa edivulgação do Congo, ritmo tradicional do Espirito Santo. Fundador e integrante doBloco Carnavalesco Agora Vai desde 2004. Atua como arte-educador, desenvolvendooficinas de músicas em projetos sociais, como a Fábrica de Cultural de Jaçanã.Cenografia – Diego Dac@digodacDiego Dac é Cenógrafo, diretor de arte, ator e aderecista, com experiências no teatro e cinema. Estudou no CPT(Centro de Pesquisa Teatral) atua na arte em parceria com inúmeros Grupos e Coletivos de Teatro e Dança na cena artística de São Paulo e outros estados. É Cofundador do Xapiri Ateliê Artístico.Figurino – Juliana Bertolini@ju_bertoliniJuliana Bertolini é designer e figurinista de teatro, ópera e circo . Mestre pelo programa de Educação, Artes e História da Cultura e professora há 20 anos na graduação e pós graduação em Design da Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo. Sua pesquisa concentra-se em processos criativos e design sustentável, com um olhar especial para o reaproveitamento de materiais , bioinspiração e modelos justos de trabalho no setor de costura e moda.Com seus trabalhos de moda e arte participou de diversas exposições internacionais destacando-se duas participações na Bienal internacional de Design de Saint Etienne na França (2004 e 2006), a exposição Talents em Frankfurt Alemanha -2005. Em 2012 ganhou o prêmio Prata Idea Brasil com a coleção de acessórios inspirados na natureza feitos de látex da Amazônia intitulados Bioelásticas. No teatro destaca-se , entre outros, o figurino da peça Anonimato, da Cia Mungunzá (2022), a peça O Que Nos Mantém Vivos? (2022-2023) com o Renato Borghi e Teatro Promíscuo, indicado ao prêmio Shell de melhor direção para Rogério Tarifa e a peça Saudade na Miragem, do diretor japonês Hiroshi Koike no Sesc Vila Mariana (2024). Na ópera destaca-se Ba-ta-clan (2021) de Offenbach com direção cênica de Rogério Tarifa, O Machete (2023), de André Mehmari com direção cênica de Julianna Santos, e Cavaleiros ao Mar (2024) com direção de Caetano Vilela, produções do Theatro São Pedro em São Paulo.Iluminação – Marisa Bentivegna@marisabentivegna Cenógrafa: Iluminadora e cenógrafa paulistana, estreou no Teatro profissional em 1990. Formada na Fundação Armando Alvares Penteado - FAAP - em Publicidade e Propaganda e na Escola de Belas Artes de São Paulo no curso de Desenho Industrial. Atualmente é integrante da Companhia Hiato, dirigida por Leonardo Moreira, como cenógrafa e iluminadora, e no ano de 2015 teve um cenário criado para esta companhia para o espetáculo O JARDIM, selecionado para representar o Brasil na Quadrienal de Praga na República Tcheca. Também é integrante da Banda Mirim como diretora técnica, cenógrafa e iluminadora desde 2004, coletivo premiado em 2015 com o Prêmio Governador do Estado na categoria Arte para Crianças. Tem ainda como parceiros de criação os diretores Cristiane Paoli Quito, Nelson Baskerville, Marcelo Romagnoli e Kiko Marques, entre outros. Em 2019 foi uma das dez artistas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga com o cenário do espetáculo ENQUANTO ELA DORMIA. Atua em teatro, dança, exposições e shows musicais, tendo trabalhado em mais de 20 países nas últimas décadas. Recebeu os seguintes prêmios individuais: SHELL 1992 e APCA 1992 pela iluminação de O PARAÍSO PERDIDO do Teatro da Vertigem; APCA 2007 e COCA-COLA FEMSA 2008 pelo cenário de O MENINO TERESA da Banda Mirim; COCA-COLA FEMSA 2007 pela iluminação de O TESOURO DE BALACOBACO da Bendita Trupe; SHELL 2010 pelo cenário de ESCURO da companhia Hiato; FITA 2011 – FESTA INTERNACIONAL DE TEATRO DE ANGRA – pela iluminação de MÚSICA PARA CORTAR OS PULSOS de Rafael Gomes; SHELL 2011 pelo cenário de O JARDIM da Companhia Hiato; APCA 2017 pela iluminação de NERINA, A OVELHA NEGRA e pelos cenários e projetos de luz de SKELLIG, GAGÁ e BUDA; PRÊMIO SÃO PAULO DE INCENTIVO AO TEATRO INFANTIL E JOVEM 2017 pelos cenários dos espetáculos BUDA, GAGÁ E SKELLIG; PRÊMIO SHELL 2018 pela cenografia do espetáculo OS 3 MUNDOS. PRÊMIO PECINHA É A VOVOZINHA 2022 pela cenografia dos espetáculos FÁBULA, O MURO DE SAM e FLORBELA E TODAS AS PALAVRAS DO MUNDO.Vídeo – Thiago Mendonça@thiagob.mendoncaThiago B. Mendonça é diretor de cinema, roteirista e crítico. Bacharel em Ciências Sociais pela USP, estudou cinema na UnB e é mestre em audiovisual na ECA-USP, onde estudou a obra de Andrea Tonacci. Recebeu por seus filmes mais de uma centena de prêmios em festivais nacionais e internacionais. Entre seus curtas estão “Minami em Close-up”, “A Guerra dos Gibis”, “Piove, il Film di Pio”, “O Canto da Lona”, “Entremundo”, “Procura-se Irenice”, “O Karaokê de Isadora” e “Belos Carnavais”. Seu 1o longa-metragem, “Jovens Infelizes ou Um Homem que Grita não é um Urso que Dança”, foi o vencedor da Mostra de Cinema de Tiradentes de 2016 e premiado em festivais em Portugal, Estados Unidos, México, Colômbia, Venezuela e Argentina. Seu segundo longa-metragem, “Um Filme de Cinema”, participou de alguns dos mais importantes festivais internacionais voltados para o público infantil. Seu último longa-metragem, Curtas Jornadas Noite Adentro, estreou simultaneamente no DocLisboa e na Mostra Internacional de São Paulo, recebendo elogios de críticos como Claire Alouche na prestigiosa revista francesa Cahiers du Cinema. Dirigiu a série “Vozes da floresta”, sobre a Aliança dos povos da floresta, pela qual recebeu uma bolsa Pulitzer e a Série “50 grandes filmes brasileiros”, para a HBO. Trabalha como roteirista para importantes diretores da nova geração do cinema brasileiro, com destaque para sua parceria com Adirley Queirós, com quem colaborou em 4 filmes. Co-dirigiu trabalhos com Adirley, Zózimo Bulbul, entre outros diretores. Atua junto a grupos de teatro paulistanos como o Coletivo Comum e o Grupo Folias. Atua em cursos de formação em cinema e teatro no Movimento Confluências de Educação Popular e na Universidade dos Povos Livres. Ministra cursos de audiovisual em diversos espaços (Célia Helena, Vila das Artes - CE, Sesc, entre outros). Colaborou com diversas publicações como crítico de cinema, destacando-se seu trabalho na revista Le Monde Diplomatique, no jornal Valor Econômico e na Revista Época (onde foi colunista).Direção de produção - Jessica Rodrigues@_jazzrodriAtriz e Produtora, é bacharel em “Artes Cênicas” pela ESCH, técnico em “Humor” pela SP Escola de Teatro e em “Intepretação para TV e Cinema” pela AIC. Professora do módulo de “Gestão e Empreendedorismo Cultural” no Técnico de Artes Cênicas no Senac em 2019. Na Secretaria Municipal de Cultura, foi produtora de operações (2020/2021) e Coordenadora de Equipe (2022) via Emenda Parlamentar; e no setor de Programação foi Programadora e produtora deoperações (2023). Em 2016, abre a empresa Contorno Produções (Prêmio de Histórico por Realização de Produção em Teatro – Lei Aldir Blanc, e indicada a Melhor Produção pelo Prêmio WeDo!), realizando mais de 50 espetáculos. Em seus projetos, teve incentivo via instituições como Sesc e Sesi, editais como ProAc e Prêmio Zé Renato e Leis como Lei Rouanet e ProAc ICMS, ao lado de empresas como Vivo, Porto Seguro, Itaú, Banco do Brasil, Renner, Piramidal, etc. É também sócia do Núcleo Pequeno Ato. E integra a equipe da Corpo Rastreado como Gestora de Projetos desde 2023.Produção Executiva - Carolina HenriquesCarolina Henriques é atriz, cantora e produtora. Natural do Rio de Janeiro, mora em SP há 14 anos. Começou sua trajetória artística com a música, fez Bacharelado em Canto na UniRio, mas já na faculdade descobriu o teatro. Começou a trabalhar como atriz em 2008, depois de ser selecionada entre mais de 3.000 artistas para o projeto "Clandestinos" do diretor João Falcão. Em 2010 fez o espetáculo "O Soldadinho e a Bailarina" com direção do Gabriel Villela, fazendo assim sua primeira temporada em São Paulo. Em SP se apaixonou pelo Teatro Oficina, dirigido por José Celso Martinez Corrêa, e em 2011 veio parar morar. Trabalhou no Teatro Oficina por 5 anos como atriz, cantora e preparadora vocal. Em 2017 começou a trabalhar no audiovisual, fez curtas-metragens, participou de festivais, algumas séries, publicidade, produção de arte, etc.Em 2019 começou a trabalhar com produção de teatro e atualmente é a produtora executiva de peças como "O que nos mantém vivos?" do teatro Promíscuo com Renato Borghi, "Veraneio" de Pedro Granato, sucessos de público e crítica, “Um Grito Parado no Ar” do teatro do Osso, entre outras.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.