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PRONAC 255591Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Projeto Geni

FAUSE HATEN NAIM CONSULTORIA
Solicitado
R$ 339,7 mil
Aprovado
R$ 339,7 mil
Captado
R$ 30,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

8.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Fause Haten apresenta uma exposição individual em artes visuais, revelando sua produção transdisciplinar que percorre escultura, pintura, vídeo, texto e performance.A performance/exposição será realizada reúne alguns anos de pesquisa artística em torno dos personagens Geni e o Comandante, inspirados pela canção de Chico Buarque, mas aqui reinventados em forma, história e perspectiva.

Sinopse

O trabalho de Fause Haten desafia qualquer classificação fácil. Ele borra os limites entre disciplinas: a obra não é moda, não é escultura, não é exposição — está no entremeio de todas essas denominações. Uma prática artística em constante mutação, onde matéria e conceito se entrelaçam sem hierarquia.O público será convidado a percorrer um trajeto que evidencia a fusão entre técnica e discurso, costura e pensamento, onde cada obra é um gesto de reconstrução poética do ser. A curadoria dará especial atenção às relações entre moda e arte, propondo reflexões sobre os limites entre o objeto funcional e o objeto simbólico.Texto de Daniel Rangel"O projeto amplia as artes visuais, assim como em sua vertente mais conhecida, de estilista, o corpo é o tema central dessas obras plásticas. Seja o corpo dele próprio, de outros, a ausência do corpo, a performance do corpo, o copo pintado, filmado, fotografado, esculpido, o corpo-falado, o corpo-escrito.. Suas ferramentas são também as mesmas: tecidos, agulhas, linhas em movimento, pele, liberdade criativa. Um artista múltiplo que encontrou na arte contemporâneo um amparo para que sua obra seja entendida na amplitude que demanda, no tempo e espaço necessários. O trânsito de linguagens com uma mesma identidade que carrega a urgência de um ser que faz o que necessita.”PERFIL DE PÚBLICO E CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA:Por seu caracter gratuito o projeto é aberto para todos os públicos.Classificação indicativa: 16 anos

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS:Realizar a exposição Projeto Geni, na Casa de Cultura do Parque, em São Paulo, aberto para todos os púbicos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Realizar a exposição em local de fácil acesso, aberto para todos os públicos; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos;- Estimular o diálogo entre moda, performance e artes visuais.- Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações multidisciplinares e de contrapartida do projeto;- Geração de emprego para cerca de 20 profissionais diretos e 40 indiretos.

Justificativa

De acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto pretende:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Pois trata-se de uma exposição de multilinguagens, formada por esculturas, performance (artes da cena), pinturas e fotografia de um dos grandes artistas multimídia do Brasil, Fause Haten.E ainda, De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão à:"II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;" O projeto trata-se da realização de uma exposição formada por esculturas, performance (artes da cena), pinturas e fotografia. JUSTIFICATIVA DO PROJETO (INTERESSE ARTÍSTICO)A Exposição reúne as obras resultantes de todo o universo de pesquisa a partir dos personagens Geni e o Comandante. Usando a música Geni e o Zepelin como gatilho, o artista descreve de forma performática e com utilização de diversos suportes imagéticos o passado e seu futuro desses personagens. De onde vieram, como nasceram, como se construíram até o seu encontro e termina com um pós Geni, em como ficaram depois desse encontro narrado na música. Como aquela noite os afetou e como seguiram suas vidas.Para chegar nessas respostas, a projeto realiza uma série de performances exercitando o feminino e o masculino no próprio corpo do artista. Sendo um homem cis gay, lido com a facilidade da entrada do feminino e a dificuldade da entrada do masculino.Eu na escrita ficcional de personagens, o artista trabalha como um canalizador dessas falas, escutando, transcrevo e organizando esses diálogos ficcionais, que demonstram uma mulher marginalizada em sua dignidade e um homem escravo de sua masculinidade, protegido por uma máscara de comandante.A Exposição reúne obras resultantes de um amplo processo de pesquisa em torno dos personagens Geni e o Comandante. Tendo como ponto de partida a canção Geni e o Zepelim, o artista investiga, por meio de uma abordagem performática e do uso de múltiplos suportes imagéticos, os passados e futuros possíveis desses personagens: suas origens, formas de existência, processos de construção até o encontro narrado na música e, sobretudo, o que vem depois dele. Como aquela noite os transformou? Como seguiram suas vidas?Para buscar essas respostas, o projeto desenvolve uma série de performances que tensionam as expressões do feminino e do masculino no próprio corpo do artista. Sendo um homem cis gay, ele parte da vivência pessoal de facilidade em incorporar o feminino e da dificuldade em acessar o masculino como ponto de investigação poéticaNa escrita ficcional dos personagens, o artista atua como um canal: escuta, transcreve e organiza os diálogos que emergem, revelando uma mulher marginalizada em sua dignidade e um homem aprisionado por uma masculinidade rígida, sustentada por uma máscara de comandante.Conhecido nacionalmente como estilista de destaque nas décadas de 1990 e 2000, Fause Haten vem, desde 2006, expandindo sua prática artística para as artes cênicas e visuais. Inicialmente investigando o corpo como instrumento de expressão e narrativa por meio do autorregistro em vídeo e fotografia, Haten desenvolveu uma linguagem própria, onde o gesto e o tecido constroem, mais do que formas, sentidos.Sua produção se insere em uma pesquisa profunda sobre o corpo — o corpo como suporte, como argumento, como ponto de partida para a mutação, como impulso estético, político e afetivo. Na construção de suas obras, o gesto é mais que ação: é pincel, é linha, é corte, é costura.Com o tempo, a roupa de vestir deu lugar a outras roupagens: "roupas de parede, roupas de mesa", como define o próprio artista. Suas esculturas são roupas. Suas pinturas são roupas. Suas imagens são roupas. Essa transposição do vestuário para o território expandido das artes visuais propõe novas possibilidades de leitura da forma e do conteúdo.

Especificação técnica

CONCEITO CURATORIALA exposição parte da intersecção entre corpo, roupa e arte para refletir sobre identidade, presença e transformação. Com um percurso sensorial e imersivo, a mostra articula diferentes linguagens — fotografia, vídeo, escultura, pintura, instalação e performance — para revelar um criador que, sem formação acadêmica em artes visuais, construiu uma obra coerente, madura e provocadora, a partir de sua própria experiência e intuição criadora.O trabalho de Fause Haten desafia qualquer classificação fácil. Ele borra os limites entre disciplinas: a obra não é moda, não é escultura, não é exposição — está no entremeio de todas essas denominações. Uma prática artística em constante mutação, onde matéria e conceito se entrelaçam sem hierarquia.O público será convidado a percorrer um trajeto que evidencia a fusão entre técnica e discurso, costura e pensamento, onde cada obra é um gesto de reconstrução poética do ser. A curadoria dará especial atenção às relações entre moda e arte, propondo reflexões sobre os limites entre o objeto funcional e o objeto simbólico.OBRAS E LINGUAGENS APRESENTADAS:- Pinturas a óleo sobre tela- Esculturas em grande e pequena escala- Textos dramatúrgicos - Instalações sonoras e visuais- Vídeo-performances- Foto-performances- Performances EXPERIÊNCIA DO VISITANTE:O público será conduzido por uma instalação imersiva dividida em três núcleos:1. As Máscaras — pinturas, textos e esculturas que apresentam Geni e o Comandante em suas várias origens fictícias.2. As Ações — vídeo-performance e instalação sonora com fragmentos da canção e das vozes transcritas dos personagens.3. O Encontro — uma performance para teatro que apresenta ao publico os personagens, suas vidas e em um recorte de seu encontro.

Acessibilidade

Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes:EXPOSIÇÃO (PRODUTO PRINCIPAL)1) Acessibilidade física.A exposição acontecerá em local que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos.2) Acessibilidade Comunicacional:A) Para portadores de deficiências visuais.A exposição contará com um QRcode com a áudio descrição das obras.B) Para portadores de deficiência auditiva.Todas as obras que tiverem a plataforma visual com áudio, terá legenda.3) Acessibilidade atitudinalA exposição contará com um produtor/instrutor devidamente capacitado para atendimento acessível. AÇÕES PERFORMÁTICAS E FORMATIVAS1) Acessibilidade física.As ações acontecerão no mesmo espaço da exposição e dessa forma estará garantido o acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos.2) Acessibilidade Comunicacional:A) Para portadores de deficiências visuais.Caso seja necessário acessibilidade uma vez que todo conteúdo será falado, haverá uma visita tátil e explicativa antes das ações. B) Para portadores de deficiência auditiva.Será disponibilizado aplicativo haverá interprete de libras.3) Acessibilidade atitudinalTodas as ações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível.Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro. Caso o deficiente não possua consigo um device, ou fones (para o caso de áudio descrição), será destinado tablets e fones de ouvido.

Democratização do acesso

Por seu caracter gratuito, estão dispensadas as ações da Seção II Artigos 46, 47, 48 e 49 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICAIdealização e direção: Fause HatenCuradoria: Daniel RangelExpografia: Simone MinaDireção de produção: Henrique MarianoMINI BIOFause Haten (Idealizador e Artista)Fause Haten (São Paulo, 1967) é artista visual, performer, dramaturgo e criador transdisciplinar. Iniciou sua trajetória como estilista de destaque nacional e internacional nas décadas de 1990 e 2000. Desde 2006, expande sua atuação para as artes visuais, investigando o corpo como suporte e linguagem por meio de pintura, escultura, fotografia, performance e vídeo. Sua produção transita entre moda, arte contemporânea e artes cênicas, desenvolvendo séries como CemPeitos, Afetados, Selfiescultura e Híbridos. Entre suas exposições e performances destacam-se: Eu Afeto, Eu Sou Afetado (Estação Telefônica da Graça, Salvador, 2024), Ateliê Aberto (São Paulo, 2020), A Fábrica do Dr. F (MAB FAAP, 2013), além de participações na Virada MAC Bahia (2024). Sua obra propõe investigações poéticas e políticas sobre identidade, afetividade e corpo na arte contemporânea.Daniel Rangel (Curador)Daniel Rangel é curador independente, crítico de arte e pesquisador com ampla atuação em exposições no Brasil e no exterior. É doutorando em História da Arte pela Universidade de Lisboa, com especialização em curadoria e museologia. Atua desde 1999 no campo das artes visuais, com curadorias em museus e instituições como Museu de Arte Moderna da Bahia, Museu Nacional de Belas Artes (RJ), Museu Afro Brasil (SP), SESC e instituições internacionais. Entre suas curadorias recentes destacam-se: Virada MAC Bahia (MAC Bahia, 2024), Eu Afeto, Eu Sou Afetado (Salvador, 2024), Tunga – o corpo em obra (MAC Bahia, 2023), entre outras. Seus projetos investigam arte contemporânea brasileira, performance, arte afro-brasileira e diálogos entre corpo e identidade nas artes visuais.Simone Mina (Expografia)Diretora de arte, cenógrafa e estilista. Professora-pesquisadora da área de Arte, Cultura e Moda da Faculdade Santa Marcelina|SP. Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Realiza direção de arte, cenografia e figurinos para a Cia.Livre de Teatro, desde 1999, companhia que funda ao lado de Cibele Forjaz e outros artistas. Desde então, colabora com inúmeros artistas e grupos de pesquisa pelo Brasil. Faz a direção de arte (cenografia e figurinos) das seguintes peças: Toda Nudez Será Castigada, de Nelson Rodrigues (2000/01); Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams (2002,); Arena Conta Danton - uma releitura da Cia. Livre de A Morte de Danton de Georg Büchner para o Teatro de Arena, com dramaturgia de Fernando Bonassi (2004/06); VemVai - O Caminho dos Mortos, dramaturgia de Newton Moreno a partir de mitos e cantos de povos ameríndios (2007/09), Raptada pelo Raio (2009/2010), A Travessia da Calunga Grande (2012), texto de Gabriela Almeida em processo colaborativo com a Cia.Livre e Dostoiévski Trip, de V. Sorókin, todas sob a direção de Cibele Forjaz.Henrique Mariano (Produtor)Com sólida experiência na gestão de projetos culturais, Henrique Mariano atua como produtor executivo em exposições, espetáculos e festivais nacionais e internacionais. Sua prática combina visão estratégica, cuidado com o processo e um profundo entendimento das necessidades técnicas e humanas envolvidas em projetos de arte. Nesta exposição, é responsável por coordenar todas as etapas de viabilização e montagem.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.