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Os concertos Arie di Bravura - O Belcanto em Concerto, protagonizados pela soprano Manuela Korossy, acompanhada pelo tenor Arthur Felix e por uma orquestra oriunda de projetos sociais, na cidade do Rio de Janeiro, e pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília, visam possibilitar o acesso gratuito e democrático ao repertório operístico. Centrado no Bel canto, os concertos, previstos para março de 2026, valorizam a dramaticidade da ópera como linguagem universal impactante, objetivando reaproximar o público do gênero, destacando sua atualidade e reavivando seu caráter popular. O espetáculo alia excelência artística, inclusão sociocultural e formação de plateia, oferecendo uma vivência imersiva e reafirmando o direito à beleza, à emoção e à cultura como essenciais à experiência humana. Em paralelo, a soprano desenvolverá rodas de conversa com estudantes de música, compartilhando seus conhecimentos sobre a ópera, em específico, sobre o Bel canto.
Os ConcertosA ópera é uma arte que transforma a voz humana em um instrumento de pura emoção, na qual expressividade e primor musical se fundem para contar histórias universais e trazer ao palco temas como amor, dor, destino, loucura e resiliência. Imbuído deste espírito, Arie di Bravura - O Belcanto em Concerto é um compilado de obras que passeiam do período pré-belcantista, até a fase inicial de Verdi, com composições ainda marcadas pelos parâmetros da estilística do Bel canto, interpretadas com intensidade dramática e excelência técnica pela soprano Manuela Korossy e seus convidados.Indicado para uma faixa etária a partir de 10 anos, o programa do concerto será cuidadosamente selecionado para oferecer um recorte emblemático do período proposto, para demonstrar a força e o legado da técnica belcantista. A preocupação com a abrangência e diversidade do público, foco do projeto, visa democratizar o universo da música e do canto erudito, com vistas a provocar nas pessoas uma experiência transformadora, possibilitada pelo belo, ampliando assim, o número de amantes do gênero.Manuela Korossy dividirá o palco com seu convidado, o tenor Arthur Felix. Na cidade do Rio de Janeiro eles serão acompanhados de uma orquestra composta por estudantes de música, oriundos de projetos sociais, promovendo a valorização e a visibilidade do trabalho desenvolvido por jovens em situação de vulnerabilidade social, oferecendo a eles uma experiência transformadora. Em Brasilia, os intérpretes serão acompanhados pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, sob a regência do maestro Cláudio Cohen. Em ambas as apresentações o público será contemplado com interpretações primorosas, demonstrando que a arte transpõe o tempo, transformada em linguagem universal e acessível. A seleção de peças de Belini, Cherubini, Donizetti e da fase belcantista de Verdi, tem como objetivo demonstrar a carga emocional e virtuosa que o Bel canto exige, além de reforçar a atualidade de seus temas, especialmente no que diz respeito às histórias de opressão exercida sobre personagens femininas, que refletem situações reais impostas às mulheres até nossos dias. Ao promover o reencontro de um público amplo e diverso com a ópera, Arie di Bravura - O Belcanto em Concerto busca resgatar o lugar que o gênero ocupava no coração das plateias, bem como desfazer o estigma de elitismo imposto a ela.O acesso aos espetáculos será gratuito, com a sugestão da doação de alimentos não perecíveis. Estes serão doados, por intermédio de instituições sociais, a comunidades em situação de risco social. A Roda de Conversa Manuela Korossy, atualmente aluna do último ano do bacharelado em canto lírico do prestigiado conservatório Juilliard School de Nova Iorque, foi aluna da Escola de Música de Brasília e da Universidade de Brasília e tem construído uma trajetória marcada por excelência técnica e intensidade artística.Como forma de retribuir os conhecimentos adquiridos no ensino público e que a possibilitaram vislumbrar largos horizontes, em seus projetos tem se comprometido a compartilhar com alunos de música sua trajetória, como forma de estimulá-los. Assim, no presente projeto, ela se propõe a participar de uma roda de conversa com estudantes ligados a projetos sociais na área de música, ou de escolas de música públicas, em ambas as cidades onde os concertos serão realizados. Neste encontro, ela compartilhará seus conhecimentos a respeito da ópera e da tradição belcantista, refletindo a ostensiva pesquisa técnica e estilística que tem realizado a respeito.
Objetivo GeralArie di Bravura visa realizar dois concertos de canto lírico, protagonizados pela soprano Manuela Korossy, acompanhada do tenor convidado, Arthur Felix. Um dos concertos será realizado na cidade do Rio de Janeiro, ocasião em que os intérpretes serão acompanhados de uma orquestra composta por músicos oriundos de projetos sociais, com formação em música clássica e que será contatada durante o período de pré-produção. Em Brasília, os cantores serão acompanhados pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro.Os espetáculos, que visam promover a democratização da música de concerto e "o livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", conforme previsto no inciso I do Art. 1º, do Capítulo I da Lei Nº 8.313/1991, que instituiu o Programa Nacional de Apoio à Cultura, deverão ocorrer no mês de março de 2026.Assim, a escolha do repertório, centrado no Bel canto italiano, visa a formação de público, aspirando despertar a paixão das pessoas por um ramo artístico marcado pela intensidade e virtuosidade, rompendo barreiras simbólicas e valorizando a potência expressiva desse gênero como linguagem universal e atemporal.Espera-se um público aproximado de 500 pessoas para cada récita, para dois espetáculos preparados para proporcionar uma experiência única, na qual técnica, interpretação e emoção se unem para criar momentos de catarse e contemplação.A roda de conversa entre a soprano Manuela Korossy e os alunos de música oriundos de projetos sociais ou de escolas de música públicas visa encorajar e motivar estes jovens a se dedicarem aos estudos, com vistas à profissionalização.O projeto irá também estimular a economia criativa, ao acionar os vários profissionais envolvidos nas atividades para além do palco e que fazem o espetáculo acontecer.Além disso, a sugestão de ingressos solidários, reforça o compromisso social do projeto, na expectativa de arrecadar alimentos a serem entregues a quem precisa.Objetivo EspecíficoOs impactos exitosos junto ao público e na interação com outros músicos, alcançados pela soprano Manuela Korossy, que performou como solista no projeto "Gomes e Verdi, o canto lírico entre o Brasil e a Itália no século XIX", ocorrido entre os meses de agosto e setembro de 2024, levou-a a propor a realização do Arie di Bravura, por meio do qual ela trará aos palcos árias e duetos emblemáticos dos compositores Belini, Cherubini, Donizetti e da fase belcantista de Verdi, representantes do Bel canto italiano.Assim, o concerto Arie di Bravura será uma oportunidade de oferecer ao público, de forma gratuita, um evento de alto nível técnico e artístico, com um repertório marcado pelo virtuosismo, controle técnico refinado e grande expressividade.O projeto visa demonstrar, por meio da escolha do repertório, a atualidade dos temas abordados pelas óperas _ como o amor, o sofrimento, o destino e a liberdade _ e que ainda hoje ressoam com intensidade e dialogam com o público. Tais temas desmistificam a ideia de que o gênero é uma arte inacessível ou elitista, revelando, ao contrário disso, que a ópera é uma forma potente de expressão humana, refletindo no palco os conflitos, intrigas, e esperanças que acompanham o gênero humano. O objetivo de popularizar o estilo está em consonância com o inciso VIII do Art. 1º da Lei Nº 8.313/1991, que prevê a possibilidade de "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;", como é o caso do Bel canto italiano, reconhecido pela UNESCO, em dezembro de 2023, como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.O projeto visa reforçar esse diálogo, com finalidade de reavivar o caráter popular da ópera, na busca de restituir a ela o lugar que lhe coube um dia: o de, conforme afirma o musicólogo Lauro Machado Coelho, ter sido "o mais popular dos espetáculos mediterrâneos, de penetração junto ao público de todas as camadas sociais, só comparável à do cinema e da novela de televisão nos nossos dias". Assim, oferecer um espetáculo de tamanha qualidade e de forma gratuita, "sem distinção, a qualquer pessoa" visa fortalecer a formação de plateias e fomentar o interesse pela música erudita entre públicos diversos, e em especial os menos familiarizados com o gênero.Arie di Bravura quer valorizar a performance vocal como meio expressivo e virtuosístico, trazendo ao palco a soprano Manuela Korossy, uma artista em ascensão que vem se especializando na interpretação do repertório lírico desse período e seus convidados.Os concertos visam contribuir para a democratização do acesso à ópera e à música clássica, por meio da gratuidade dos ingressos, com a sugestão das entradas solidárias, possibilitando o acesso de um público de perfil econômico o mais diverso possível, conforme prevê a alínea a do inciso IV do Art. 3 da Lei supracitada, a uma manifestação artística muitas vezes criticada por um suposto caráter elitista. O projeto pretende abrir o espaço da arte para a inclusão e o acolhimento de todos aqueles que se sintam compelidos a buscar uma experiência artística transformadora, contribuindo "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", conforme o inciso acima citado.Promover a inclusão sociocultural, a valorização e a visibilidade de jovens músicos oriundos de projetos sociais, por intermédio de uma produção profissional aberta a um público diversificado.Promover a economia criativa vinculada à realização do mesmo, com fazeres e saberes que vão desde a elaboração do presente projeto, previsto na alínea b do inciso V do Art. 3 da Lei 8.313/1991, à confecção de figurinos, contratação da orquestras locais, e os demais profissionais necessários para a produção, realização e divulgação do espetáculo, fomentando, dessa maneira a produção artística e atendendo ao que prevê o inciso II do Art. 1° da Lei 8.313/91, segundo o qual, o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) visa "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais;". Dessa forma, pontuamos abaixo os objetivos almejados pelo presente projeto: - Realizar um concerto lírico gratuito possibilitando o acesso de um público de perfil econômico o mais diverso possível, democratizando o acesso a uma manifestação artística muitas vezes criticada por um suposto caráter elitista.- Oferecer ao público a oportunidade de vivenciar um concerto de alto nível técnico e artístico, centrado no repertório belcantista, que exige domínio vocal excepcional, controle técnico refinado e grande expressividade.- Valorizar a performance vocal como meio expressivo e virtuosístico, por meio da interpretação primorosa de uma artista em ascensão, que vem se especializando no repertório lírico do período em questão, acompanhada de seus convidados.- Contribuir para a democratização do acesso à ópera e à música erudita, desmistificando a ideia de que se trata de uma arte inacessível ou elitista, revelando-a como forma potente de expressão humana.- Estimular o contato direto entre público e o repertório operístico, revelando a atualidade de seus temas — como o amor, o sofrimento, o destino e a liberdade _ que ainda hoje ressoam com intensidade, especialmente no que diz respeito à opressão sofrida por personagens operísticas e que se repetem até os nossos dias na vida de tantas mulheres.- Promover a inclusão sociocultural de jovens músicos de projetos sociais, oferecendo a eles espaço em uma produção profissional e visibilidade no cenário artístico, além de fomentar o interesse pela música erudita entre públicos diversos, em especial, entre os menos familiarizados com o gênero. - Promover e estimular a economia criativa. - Promover, se possível, a arrecadação, por meio de ingressos solidários, e posterior distribuição de alimentos a comunidades necessitadas.
Flávia Furtado(*), delegada oficial do Brasil na segunda edição mundial do World Opera Forum, ocorrida em Los Angeles em junho de 2024, afirma em matéria publicada no endereço eletrônico da Revista Concerto, que "a América Latina chega como um grande mercado em ascensão", que "a economia criativa surge como um farol para os novos tempos", que é possível "utilizar o potencial da cultura como vetor do desenvolvimento sustentável" e que, em se tratando de ópera, "temos que ocupar cada vez mais espaço nesse mercado que movimenta bilhões de dólares pelo mundo".Essas avaliações atestam a percepção de que existe um mercado consumidor carente de espetáculos operísticos. Entretanto, os altos valores envolvidos nas produções também são indicativos da necessidade de se subsidiar as montagens e os concertos operísticos. Além dos solistas, músicos e maestros em palco, tais eventos demandam um grande número de profissionais para sua realização, razão pela qual o Arie di Bravura necessita dos incentivos criados e permitidos conforme a alínea c do § 3° do Art. 18 do Capítulo IV da Lei de Incentivo à Cultura, visto que atende os objetivos elencados na alínea c do inciso II, e alínea a do inciso IV do Art. 3 da mesma Lei.O projeto propõe a realização de dois concertos líricos, um em Brasília e outro na cidade do Rio de Janeiro, no mês de março de 2026, nos quais unem-se a excelência artística, a inclusão social e a valorização da tradição operística italiana, com foco em composições da primeira metade do século XIX. Para além de divulgar um repertório historicamente relevante, a proposta visa romper com o estigma de inacessibilidade e elitismo com o qual a ópera foi rotulada, mostrando ao público sua força expressiva e atualidade temática, especialmente no que diz respeito à opressão sofrida por personagens femininas e que retratam situações experienciadas por inúmeras mulheres até nossos dias; bem como seu potencial de encantamento.O espetáculo terá como solista a soprano Manuela Korossy — intérprete em ascensão, com apresentações realizadas ao lado de grandes orquestras como a do Teatro Nacional Cláudio Santoro, de Brasília e sob regência de maestros como Claudio Cohen e Priscila Bonfim — e oferecerá uma experiência imersiva e emocional. Manuela, que se destaca pela sensibilidade interpretativa, domínio técnico e capacidade de interagir com o público por meio de sua expressividade, tem se dedicado com profundidade ao repertório italiano do século XIX e início do século XX. Sua atuação ao longo dos anos e à frente de três concertos patrocinados pela Lei Rouanet atesta a continuidade de uma trajetória artística sólida e comprometida com a excelência. Ela dividirá o palco com o tenor Arthur Felix e com uma orquestra de jovens oriundos de projetos sociais, no Rio de Janeiro, e com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília.O repertório lírico italiano do século XIX, que inclui obras de compositores como Bellini, Cherubini, Donizetti e Verdi, é marcado por sua riqueza melódica, sofisticação formal e altíssimo grau de exigência técnica. Trata-se de composições que demandam de seus intérpretes virtuosismo vocal, controle respiratório preciso, articulação refinada, agilidade e domínio cênico, elementos necessários para se alcançar a forma mais elevada de expressão artística do canto. Suas árias combinam desafio técnico e emoção, tornando o palco operístico um espaço de profunda comunicação e interação humana.Tendo influenciado decisivamente o desenvolvimento da técnica vocal e da estética operística, o Bel canto permanece atual. Ao trazer ao palco um programa refinado belcantista, além de preservar uma tradição histórica, o concerto pretende conectar o público contemporâneo com essa linguagem artística, reforçando seu valor como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, assim reconhecido pela UNESCO em dezembro de 2023.Longe de se restringir ao passado, as obras continuam a emocionar plateias, reforçando a vitalidade da ópera como linguagem pulsante, capaz de dialogar com diferentes realidades sociais e culturais e refletir conflitos e críticas a situações sociais ainda presentes em nossos dias.A participação de músicos oriundos de projetos sociais voltados ao ensino da música clássica, é outro diferencial do projeto. A escolha por estes musicistas representa uma ação concreta de democratização da cultura, ampliando o alcance social do projeto e contribuindo para a profissionalização de novos talentos. Vale ressaltar aqui a Roda de Conversa proposta pela soprano Manuela Korossy, com o intuito de retribuir os conhecimentos adquiridos em instituições de ensino musical públicas e reforçar a importância das mesmas para a profissionalização e democratização do ensino musical no País.Assim, o Arie di Bravura é uma celebração à música, aliando qualidade artística, responsabilidade social e formação cultural, para oferecer ao público uma experiência transformadora e inclusiva. Promover o repertório lírico italiano do século XIX, neste contexto, é também reafirmar o direito à beleza, à emoção e à excelência artística como instrumentos de construção de uma cultura mais acessível, plural e profundamente humana.Levando todos esses aspectos em consideração e tendo em vista o alto volume dos recursos necessários para a realização dos espetáculos aqui propostos e, testemunhando o impacto emotivo que a ópera provoca na plateia, acreditamos ser de fundamental importância que o Arie di Bravura seja contemplado com os incentivos destinados ao fomento cultural, já que responde aos critérios estabelecidos pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), conforme previsto nos incisos I, III, VII e VIII do Art. 1º; alínea c do incisos II, e alínea a do inciso IV, do Art. 3º, do Capítulo I; e alínea c do § 3º do Art. 18, do Capítulo IV; todos da Lei 8.313/91, de incentivo à Cultura. (*) Segundo Fórum Mundial da Ópera, realizado em junho em Los Angeles, EUA, mostrou a força e importância do gênero na atualidade - Flávia Furtado - Revista Concerto _ acessada em 29/07/2025
CONCERTO Duração: 1 horas e 40 minutos Participantes:1 cantora solista - a soprano Manuela Korossy 1 tenor – Arhur Felix 2 maestros - um regente para cada orquestra local. Em Brasília será o maestro Cláudio Cohen, no Rio de Janeiro, ainda será definido.2 orquestras – uma em cada cidadeRepertório: árias e duetos de óperas representativas do período que antecede, estabelece e se estende logo após o Bel canto; a serem definidas durante a fase de pré-produção. RODA DE CONVERSA Duração aproximada: 1 hora e 30 minutos Local: a ser definido durante a fase de produção Participantes: Manuela Korossy e um mediador a ser definido durante o processo de pré-produção. Tema: Bel canto – Tradição, contexto histórico e importância para a Ópera
- Os critérios a serem adotados na escolha dos espaços levarão em consideração a acessibilidade física e estrutural aos mesmos, conforme a previsão legal.- Os concertos contarão com a presença de um intérprete de LIBRAS para traduzir as falas do apresentador do evento. - O vídeo final a ser produzido para disponibilização gratuita conterá legendas com informações essenciais a respeito dos eventos.- Serão disponibilizados programas em braile.- A produção se manterá atenta à eventuais novas demandas que possam surgir durante o desenvolvimento do projeto, a fim de manter o princípio da acessibilidade.
- As apresentações serão gratuitas, mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, que serão encaminhados para uma instituição que trabalhe com apoio a grupos de risco soial.- Haverá um ensaio aberto em cada cidade, com acesso de estudantes de música.- Haverá uma roda de conversa em cada cidade constante na programação, com acesso gratuito.- A apresentação será disponibilizada na internet, com acesso gratuito.
Gabriela Korossy:Reside em Brasília, onde trabalha como produtora do programa de rádio Voz do Brasil, da Câmara dos Deputados, desde 2021. Nesta função, trabalhou como produtora da Rádio Câmara na 10ª Cúpula de Presidentes dos Parlamentos do G20 - P20 - em novembro de 2024; e do 11º Fórum Parlamentar do BRICS, em junho de 2025, ambos os eventos em Brasília.Atua com jornalista há mais de 20 anos, tendo passado por redações de jornais diários e revistas.Atuou como assessora de imprensa de parlamentares e de lideranças partidárias. Foi gerente do acervo de Audiovisual do Arquivo Público do Distrito Federal e faz a assessoria da cantoraManuela Korossy.Como redatora, foi agraciada pelo Prêmio Nacional de Redação Assis Chateaubriand e como pesquisadora, recebeu uma Menção Honrosa da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, Intercom.Foi coordenadora-geral do projeto "Gomes e Verdi - O Canto Lírico Entre o Brasil e a Itália no Século XIX", Pronac 237998, com récitas nas cidades de Brasília e São Paulo, nos dias 15 e 28 de agosto respectivamente, e no Rio de Janeiro, no dia 02 de setembro.Manuela Korossy:Tendo manifestado suas habilidades para música desde a infância, participou, aos 12 anos, de uma montagem da ópera Carmen, de Bizet, no Teatro Nacional Cláudio Santoro quando. Ao término da última récita, definiu seu futuro profissional: cantar ópera e dar vida às personagens femininas que se tornariam sua grande paixão e cujos dramas eternos são experienciados ainda hoje por mulheres de todo o mundo. Desde então, tem realizado intensos estudos e trabalhos para aperfeiçoar sua técnica e imprimir sua assinatura nas interpretações que traz ao palco.Ex-aluna da Escola de Música de Brasília (EMB) e da Universidade de Brasília (UnB), hoje estuda na Juilliard School de Nova York, onde concluirá seu bacharelado em Canto Lírico, em maio de 2026.Paralelamente, tem aperfeiçoado seus conhecimentos em instituições de renome internacional, como o conservatório Liszt Ferenc, na Hungria, e com professores de prestígio, como a grande soprano Éva Marton.Pesquisadora da Escola de Canto Italiana, em junho de 2024, esteve na Itália para uma versão em concerto da ópera Madame Butterfly, de Puccini, na qual interpretou a personagem-título. Em óperas, também cantou a personagem Micaëla, na ópera Carmen de Bizet, junto à Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, sob a regência do maestro Claudio Cohen; e o Espírito da Música, na ópera L'Orfeo de Monteverdi, produzida pela Escola de Música de Brasília.Em 2024 participou como solista do projeto "Gomes e Verdi - O Canto Lírico Entre o Brasil e a Itália no Século XIX", Pronac 237998, com récitas nas cidades de Brasília e São Paulo, nos dias 15 e 28 de agosto respectivamente e no Rio de Janeiro, no dia 02 de setembro.Em maio de 2025, foi convidada a apresentar-se na sessão Solene ocorrida na Câmara dos Deputados, em homenagem aos 120 anos de serviços prestados pela empresa Light.Como solista convidada, apresentou-se por sete vezes junto à Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, sob a regência do maestro Claudio Cohen, tendo uma nova apresentação agendada para agosto de 2025.Arthur Douglas Felix dos AnjosMúsico, cantor lírico e educador musical, com sólida formação em performance vocal e instrumental, e experiência em projetos orquestrais, camerísticos e teatrais. Iniciou os estudos em 2008 no Instituto Reciclando Sons, tendo aulas de violino com Marcus Moreno, Egon Francisco de Mattos e Regiane Cruzeiro; viola clássica com Mario Romanini; canto com Wilzy Carioca; e música de câmara com Maria Alice Braga. Participou também de práticas de conjunto e percussão com Renato Vieira. Em 2009, participou do IX Festival de Música de Ourinhos, com aperfeiçoamento em canto com Adélia Issa e viola com Marcelo Jaffé. Atuou como cantor e ator em musicais como O Fantasma da Ópera (Raoul), O Rei Leão (Simba) e Aquele Instrumento Era Como Eu, com repertório da Broadway e Disney. Foi bolsista da Academia de Santa Cecília, em Roma (2016), por parceria entre o Instituto Reciclando Sons e a Fundação Banco do Brasil. Em 2017, integrou o Coral Brasília em concurso internacional em Kalamata, Grécia. Ingressou em 2018 na Licenciatura em Música da UnB, onde se formou em 2025, estudando violino com Nádia Nedialkova. Em 2019, foi solista nas óperas L’Orfeo (papel-título) e Rita (Beppe), participou de concerto em homenagem a Claudio Santoro, e atuou como spalla e concertino no 42º Curso de Verão de Brasília. Em 2020, integrou a Orquestra Quimera na gravação do DVD de Cynthia Luz, com participações de Marcelo Falcão, Projota, Tássia Reis e Froid. Apresentou-se com a soprano Manuela Korossy no lançamento da coleção Ópera (Ateliê Vania Ladeira) e foi solista no Brasília Iluminada, com repertório natalino. Em 2021, gravou a faixa “Quase São”, do álbum Dita. de Yanzinho. No ano seguinte, participou das montagens das óperas L’elisir d’amore e Carmen, com a Companhia de Cantores Líricos de Brasília, além de atuar como violinista na orquestra da Capital Philharmonia em Rigoletto. Desde 2023, é violinista da Orquestra Tango, ao lado do bandoneonista argentino Javier Ruax, com apresentações no Clube do Choro, milongas e embaixadas. Em 2024, fundou o Duo Albírio com o pianista Tito Pacheco, com repertórios como Winterreise (Schubert), Canções de Amor e Populares (Santoro), e Beira-Mar (Marlos Nobre). Em 2024 e 2025, integrou a Orquestra da Academia Claude Brendel, sendo reconhecido como músico destaque. Em 2025, voltou à Capital Philharmonia para o Requiem, de Verdi. Participou do concerto Nuit de Noël, na Caixa Cultural, e da cerimônia de nomeação da primeira ministra do STM. Cláudio CohenCláudio Cohen é maestro titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro (OSTNCS), em Brasília. Natural de Belém (PA), iniciou seus estudos de música aos cinco anos e, aos sete, começou a estudar violino. Aos 16, ingressou na Orquestra Sinfônica de Brasília, onde atuou como spalla por mais de 30 anos, até assumir a regência da OSTNCS em 2011. É bacharel em Direito, com pós-graduação em Direito Processual Civil e MBA em Comércio Exterior e Negócios Internacionais pela FGV. Sua formação musical inclui cursos e masterclasses no Brasil e no exterior, como instrumentista e regente. Como maestro convidado, regeu mais de 50 orquestras em mais de 20 países, como EUA, Alemanha, Áustria, Finlândia, Israel, Romênia, China e Azerbaijão. Em 2024, regeu a Orquestra Sinfônica Estatal do Azerbaijão no concerto oficial da COP29, promovido pela ONU em Baku. Foi membro fundador do Quarteto de Brasília, com o qual realizou turnês pelas Américas, Europa e Ásia, e gravou CDs premiados, incluindo o Prêmio Sharp de Música Clássica (1993) e o Prêmio Carlos Gomes (2004). O grupo também foi indicado ao Prêmio TIM (2003) e recebeu o Prêmio OK de Cultura. Foi professor de violino da Universidade de Brasília (UnB) e conselheiro da CNIC do Ministério da Cidadania. Desde 2019, apresenta o programa diário A Hora do Maestro, na Rádio Justiça FM. Recebeu diversas honrarias, entre elas: Ordem do Mérito de Brasília, Mérito Cultural do DF, Mérito Judiciário do Trabalho, Medalha do Pacificador, Mérito Militar do Exército, Mérito Cláudio Santoro, Mérito Anacleto de Medeiros, Medalha Imperador Pedro II, Amigo da Marinha, Mérito Comercial do DF, Troféu Stella de Prata (2011) e Ordem do Mérito do MPDFT. É cidadão honorário de Brasília e membro da ALMUB. Na OSTNCS, desde 2011, desenvolve programação diversa, com projetos de formação de plateia, educação musical, inclusão social e apresentações em hospitais, escolas, instituições sociais e embaixadas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.