Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto Dopamina visa a realização de um festival de música com foco principal na música regional, especialmente gêneros como forró e samba, além de apresentações de Música Popular Brasileira. O evento contará também com shows de músicos diagnosticados com Parkinson, apresentações de dança e uma palestra como contrapartida, abordando os benefícios da Musicoterapia no tratamento e bem-estar de pessoas com a doença.
Festival:Classificação Indicativa Etária: Livre.
Objetivo GeralRealizar um festival multicultural que valorize a música regional e popular brasileira como expressão cultural e ferramenta de inclusão, promovendo também a conscientização sobre a Doença de Parkinson e o potencial terapêutico da música e da arte no enfrentamento de desafios físicos e emocionais.Objetivos EspecíficosFestival Realizar um festival de música com foco na valorização da cultura regional, por meio de quatro apresentações de destaque (headliners) nos gêneros de forró e samba, além de uma apresentação de rock com a banda do Instituto Batera Superação Parkinson, composta por músicos diagnosticados com Parkinson. A programação incluirá também duas apresentações de danças urbanas realizadas por pessoas com Parkinson. O evento terá duração de um dia e será aberto a um público estimado de até 5.000 pessoas.Apresentações Musicais Executar cinco apresentações musicais ao longo do festival: quatro de música regional e uma de rock com a banda do Instituto Batera Superação Parkinson. Além disso, haverá DJ responsável pela discotecagem entre o intervalo das apresentações. Cada show terá duração média de 60 minutos e será voltado ao mesmo público presente no festival.Espetáculos de Dança Realizar dois espetáculos de dança urbana, apresentados por artistas diagnosticados com Parkinson, como forma de promover a inclusão e valorizar a dança como recurso expressivo e terapêutico. Cada espetáculo terá duração aproximada de 30 minutos e será integrado à programação geral do festival.Contrapartida Social Realizar duas palestras educativas voltadas a estudantes da rede pública de ensino, com foco nos benefícios da Musicoterapia no enfrentamento da Doença de Parkinson. Cada palestra terá duração de 60 minutos e atenderá 250 alunos, totalizando 500 estudantes beneficiados com a ação.
A música regional, representada por gêneros como o forró e o samba, é uma das expressões mais autênticas da cultura brasileira. Por sua popularidade e forte enraizamento na identidade coletiva, esses estilos musicais têm grande potencial de mobilização social e afetiva. Assim, ao colocá-los como eixo central do festival Dopamina, o projeto não apenas valoriza tradições culturais, como também amplia o alcance da ação junto à comunidade local e regional.Além disso, é essencial destacar que a proposta vai além do entretenimento. Ao incluir músicos diagnosticados com a Doença de Parkinson nas apresentações, o projeto promove uma ação concreta de inclusão, ao mesmo tempo em que combate o estigma associado à doença. A presença desses artistas no palco reforça a ideia de que o diagnóstico não deve significar o fim da atividade criativa ou da autonomia pessoal. Desse modo, o festival se torna também uma plataforma de visibilidade, empoderamento e superação.Outra dimensão relevante do projeto está na associação entre arte e saúde. Tanto a música quanto a dança, utilizadas no contexto da Musicoterapia, têm efeitos reconhecidos na melhora do bem-estar físico, cognitivo e emocional de pessoas com distúrbios neurológicos. Por esse motivo, a realização de uma palestra como contrapartida, voltada à divulgação dos benefícios terapêuticos da música no tratamento do Parkinson, complementa o caráter formativo da proposta. Dessa forma, o festival contribui para informar a população, fortalecer redes de apoio e mostrar, na prática, o poder transformador da arte.O projeto cumpre com as seguintes finalidades previstas no Art. 1o da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3o da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
O projeto prevê deslocamentos de diversas cidades até Uberaba, cidade-sede do festival DOPAMINA. Partindo de Recife (PE), será necessário o deslocamento de 11 pessoas, entre artistas e equipe técnica, que compõem parte fundamental da programação e produção. De São Paulo (SP), virão 5 pessoas, também integrando a equipe artística e de coordenação. Já de Curitiba (PR), serão deslocadas 4 pessoas envolvidas diretamente com as atividades de apresentação e mediação cultural do evento.
Detalhamento do festival em anexo.
PRODUTO: FESTIVAL/ APRESENTAÇÃO MUSICAL/ESPETÁCULO DE DANÇAACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICOTodas as medidas de acessibilidade serão realizadas conforme o Art. 42 da Lei no 13.146/2015 e a norma NBR 9050 atualizada, garantindo a adequação arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação acessível, de modo a assegurar a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as etapas do projeto, conforme as exigências legais e as necessidades específicas de cada público.As apresentações ocorrerão em áreas abertas, adaptadas para garantir a acessibilidade arquitetônica.- Banheiros químicos acessíveis para PcD.- Sinalização tátil para pessoas com deficiência visual.- Rampas para garantir acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldades de mobilidade.- Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida.- Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual.Será feito um Stand de Acessibilidade, servindo como local de apoio para pessoas com tais necessidades e os profissionais da equipe que poderão auxiliá-las.Item na planilha: Custos de Divulgação.ACESSIBILIDADE NO CONTEÚDO (FESTIVAL/APRESENTAÇÃO MUSICAL/ESPETÁCULO DE DANÇA)Para Deficientes Visuais:Audiodescrição do espetáculo acessada por QR code, garantindo que deficientes visuais possam entender as ações no palco.Item na planilha: Custos de Divulgação.Para Deficientes Auditivos:Intérprete de Libras presente em todas as sessões do espetáculo.Item na planilha: Custos de Divulgação.Para Deficientes Intelectuais/ Autistas/ Congêneres:Monitores treinados para auxiliar o público com deficiência intelectual, oferecendo apoio conforme necessário durante o espetáculo.Item na planilha:Custos de Divulgação.PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIALACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICOTodas as medidas de acessibilidade serão realizadas conforme o Art. 42 da Lei no 13.146/2015 e a norma NBR 9050 atualizada, garantindo a adequação arquitetônica, comunicacional, de conteúdo e de divulgação acessível, de modo a assegurar a plena participação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as etapas do projeto, conforme as exigências legais e as necessidades específicas de cada público.As apresentações ocorrerão em áreas abertas, adaptadas para garantir a acessibilidade arquitetônica.- Banheiros químicos acessíveis para PcD.- Sinalização tátil para pessoas com deficiência visual.- Rampas para garantir acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldades de mobilidade.- Espaços reservados para PcD ou mobilidade reduzida.- Cães guia permitidos no local, atendendo à necessidade de inclusão de pessoas com deficiência visual.Item na planilha: Os locais de realização das ações formativas já contam com tais adequações.ACESSIBILIDADE NO CONTEÚDOPara PcD Visual:Monitores treinados para auxiliar o público com tais necessidades, oferecendo apoio conforme necessário durante asações.Item na planilha: Custos de Divulgação.Para PcD Auditiva:Intérprete de Libras presente em todas as ações.Item na planilha: Custos de Divulgação.Para PcD Intelectual/ Autistas/ Congêneres:Monitores treinados para auxiliar o público com tais necessidades, oferecendo apoio conforme necessário durante as ações.Item na planilha: Custos de Divulgação.DAS MEDIDAS DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEISTodas as informações sobre o projeto, incluindo detalhes sobre a acessibilidade, serão divulgadas de maneira acessível através de canais como Instagram, Facebook, e site oficial. A divulgação incluirá:Imagens com descrição textual (para deficientes visuais).Textos em formato acessível (como fontes ampliadas e com alto contraste) para pessoas com deficiências intelectuais e côngeneres.Vídeos com legendas e janela de Libras para deficientes auditivos.Item na planilha: Custos de Divulgação.INCLUSÃO DE AÇÕES DE ACESSIBILIDADE NO PLANO DE COMUNICAÇÃOA divulgação da acessibilidade (como audiodescrição, intérprete de Libras e outros recursos) será realizada nos canais oficiais do projeto, com informações claras sobre como o público pode acessar esses recursos.Item na planilha: Custos de Divulgação.
O plano de distribuição da proposta está de acordo com o disposto no Artigo 46 da IN MINC no 23/2025. Como medida de ampliação do acesso, será adotado o seguinte inciso do Artigo 47 da IN MINC no 23/2025:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento).Desta forma, serão doados 40% dos ingressos, sendo 10% para patrocinadores, 10% para divulgação e 20% com carátersocial e educativo.
INSTITUTO BATERA PARKINSON (VANESSAS GOMES) - COORDENADORA-GERALO Instituto Batera Superação Parkinson foi legalmente constituído no dia 01 de Junho de 2021. Antes mesmo da criação da OSCIP (ONG) os fundadores já realizavam atividades no setor Cultural e Social, atuando com o nome de Projeto Batera Superação Parkinson. O Projeto foi criado por André Gubolin e Vanessa Gomes, no ano de 2018. Ambos diagnosticados com Parkinson precoce, decidiram mostrar seuexemplo de superação através da música e também mostrando os benefícios que esta proporciona como terapia (Musicoterapia). Desde sua criação, os dois têm feito palestras, levando o exemplo de André (Batera) e como ele utilizou a música como terapia e ferramenta de superação. Nas palestras também abordam as questões de conscientização, além de com seus próprios exemplos, esclarecer às pessoas acometidas pela patologia, que com persistência, força de vontade e muito amor, é possível de alguma forma superar não só o Parkinson, mas também outras doenças. Além das palestras que tem sido realizadas em escolas e empresas, o Instituto tem promovido e fomentado eventos Musicais, onde proporcionam espaço para bandas e também levam a mensagem do Instituto para o público que frequenta esses eventos.O proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico- financeira, e receberá pela rubrica de Coordenação Geral.ELMIRO LUIZ DA SILVA NETO - PRODUTORDesde 2022, Elmiro Luiz da Silva Neto atua como fundador e produtor cultural na empresa Ópera Cultural (CNPJ 09.573.971/0001-03), responsável por diversos eventos de cultura e entretenimento em Uberaba-MG. No mesmo ano, iniciou a produção e produção executiva do Festival da Farinha Podre. A partir de 2024, passou a coordenar o projeto Ópera Sessions, com foco em apresentações de bandas autorais na cidade, com duas edições realizadas em 2024 e outras duas em 2025. Entre 2023 e 2024, também esteve à frente da produção do evento temático de Halloween Fantasma da Ópera. Em julho de 2023, atuou na produção local do evento Praça Criativa, com execução da empresa Krie +, vinculado ao PRONAC 201462. Sua trajetória também inclui participação no Conselho Municipal de Política Cultural de Uberaba entre 2021 e 2022, ocupando a cadeira de suplente no setorial de Música. Ainda em 2021, foi moderador do Grupo de Trabalho (GT) da área de Música durante a IV Conferência Municipal de Cultura de Uberaba.ANDRE LUIS FERREIRA GUBOLIN - COORDENADOR DE PRODUÇÃOÉ idealizador, fundador e gestor de projetos culturais e sociais, além de ativista e palestrante com foco na Doença de Parkinson e na Musicoterapia. Integra bandas como Pied Cow, com repertório autoral de rock'n'roll; Sereios da Pedreira, que combina tributo aos Raimundos com composições próprias; e ParkinsOzz, projeto que homenageia Ozzy Osbourne e Black Sabbath, utilizando a bateria como símbolo de superação do Parkinson, condição que ambos enfrentam. Como músico e compositor, foi baterista e autor no álbum da banda de punk rock Cretin Family, lançado em 2001. Atuou também como produtor musical em diversos trabalhos, incluindo álbuns das bandas Praga de Mãe e Mind, além da própria Cretin Family. Produziu os festivais de punk rock “1° Destruindo a Rotina” e “2° Destruindo a Rotina” em Penápolis-SP e participou da organização do festival de metal PlisRock, na mesma cidade, em 2010. Sua atuação como palestrante tem como base a vivência pessoal com o Parkinson e o impacto positivo da música no tratamento e qualidade de vida. Também realiza oficinas culturais em projetos sociais, onde ensina bateria para crianças, jovens e adultos. Recentemente, contribuiu como coautor do capítulo “Música, musicoterapia e a doença de Parkinson” no livro Tratamentos não farmacológicos na doença de Parkinson, organizado pela terapeuta ocupacional e especialista em gerontologia Dra. Andressa Chodur.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.