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Amazônia Imersiva é uma exposição de artes visuais que propõe uma vivência sensorial da floresta como corpo vivo e ancestral, inspirada nos pensamentos de Ailton Krenak, Davi Kopenawa e outros autores como Eliane Brum, Eduardo Viveiros de Castro e Antônio Nobre. A floresta é apresentada não como recurso, mas como sujeito, em sintonia com a cosmovisão dos povos originários da Amazônia. A mostra combina arte, ciência e tecnologia em salas temáticas, com ações de acessibilidade, formação e democratização de acesso.
Amazônia Imersiva é uma exposição sensorial de artes visuais que convida o público a uma travessia pela floresta viva, inspirada nos pensamentos de Ailton Krenak, Davi Kopenawa e outros autores contemporâneos como Eliane Brum, Eduardo Viveiros de Castro e Antônio Nobre. A mostra propõe uma experiência estética e imersiva da Amazônia como sujeito ancestral, e não como recurso, por meio de salas temáticas que combinam tecnologia, arte e saberes originários. Utilizando projeções audiovisuais, ambientações cenográficas e elementos naturais, sem o uso de obras originais, a exposição cria um espaço de desaceleração, escuta e encantamento. Trata-se de um convite à reconexão com a Terra, à valorização da diversidade e à imaginação de futuros possíveis.
Objetivo GeralRealizar a exposição imersiva de artes visuais Amazônia Imersiva, inspirada nas obras e pensamentos de Ailton Krenak, Davi Kopenawa e outros pensadores, com o intuito de oferecer ao público uma vivência sensível, estética e educativa da floresta amazônica como corpo vivo e sujeito. A mostra busca ampliar o acesso à cultura, valorizar a diversidade e os saberes originários, estimular experiências artísticas inovadoras e promover a integração entre arte, tecnologia e educação, em consonância com os objetivos da Lei nº 8.313/1991 (Art. 1º, incisos I e III; Art. 3º, incisos II e V) e da Instrução Normativa MinC nº 23/2025.Objetivos Específicos> Do Produto Principal _ Exposição de ArtesProduzir e realizar a exposição Amazônia Imersiva em espaço de 1.200 a 1.500m², composta por salas temáticas que traduzem, em linguagem visual e sensorial, a floresta como ser vivo e a cosmovisão dos povos originários;Utilizar recursos tecnológicos e cenográficos de última geração, como projeções audiovisuais, iluminação imersiva, aromas e sons 3D, integrados a elementos naturais e simbólicos da Amazônia; Desenvolver composições visuais a partir de obras de artistas que tratam do imaginário amazônico, cujos direitos de uso serão tratados na fase de pré-produção, sem uso de obras originais;Oferecer uma experiência de visita fluida, onde cada pessoa percorre o circuito no seu próprio tempo, respeitando a pluralidade de ritmos e modos de escuta, conforme a noção de tempo espiralado presente nas reflexões de Krenak;Garantir plena acessibilidade à exposição, por meio de recursos para pessoas com deficiência visual, auditiva, motora e intelectual;Estimar a visitação de 43 mil pessoas ao longo de três meses de exposição, com funcionamento seis dias por semana.> Do Produto Secundário _ Contrapartidas SociaisRealizar visitas guiadas gratuitas para 4.500 estudantes e professores de instituições públicas de ensino, com conteúdos educativos voltados à valorização da cultura amazônica, dos saberes ancestrais e da arte como instrumento de escuta. Ao final da visita serão realizadas rodas de bate-papo com profissionais especializados sobre o tema da exposição;Realizar 3 palestras seguidas de roda de conversas durante o período da exposição;Estabelecer parcerias com escolas públicas para garantir a efetiva distribuição de ingressos sociais;Conduzir mediações acessíveis e sensíveis, com foco em inclusão, escuta e conexão com a floresta;Registrar e disponibilizar na internet, com acessibilidade (Libras e audiodescrição), conteúdos audiovisuais relacionados à exposição e às atividades formativas, conforme Art. 30 da IN nº 23/2025.
O projeto Amazônia Imersiva nasce da urgência de reconfigurar nossa relação com a floresta e com o planeta, propondo uma experiência artística e sensorial baseada nos pensamentos de Ailton Krenak, Davi Kopenawa e outros pensadores contemporâneos como Eliane Brum, Eduardo Viveiros de Castro e Antônio Nobre. A floresta é aqui apresentada como sujeito vivo e ancestral, não como recurso, em sintonia com a cosmovisão dos povos originários da Amazônia.Diante dos desafios socioambientais da atualidade e do apagamento histórico das culturas indígenas, torna-se essencial oferecer experiências que sensibilizem o público para outras formas de existência, de tempo e de escuta. Por meio de tecnologias imersivas, a exposição convida cada visitante a desacelerar e experimentar a floresta em seu próprio tempo, rompendo com a lógica produtivista e linear dominante.Combinando arte, ciência e tecnologia, Amazônia Imersiva utilizará projeções audiovisuais, ambientações sensoriais, trilhas sonoras 3D, aromas e texturas para criar um espaço de encontro entre ancestralidade e inovação. Sua realização exige alto investimento técnico e artístico, com infraestrutura especializada e acessibilidade integral, tornando fundamental o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura para garantir a democratização do acesso.O projeto contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, especialmente:ODS 4: Educação de Qualidade;ODS 10: Redução das Desigualdades;ODS 13: Ação Contra a Mudança Global do Clima;ODS 15: Vida Terrestre.Por meio das contrapartidas sociais, a proposta oferecerá visitas guiadas gratuitas a estudantes e professores da rede pública, promovendo a valorização da floresta e dos povos que a habitam.Além disso, Amazônia Imersiva atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/1991:II _ fomento à produção cultural e artística, mediante:b) realização de exposições;III _ preservação do patrimônio cultural material e imaterial brasileiro;IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais;V _ desenvolvimento da compreensão dos valores culturais;VII _ apoio às iniciativas que expressem as culturas locais e regionais e estimulem a formação artística e cultural;X _ incentivo à ampliação do mercado de trabalho para os profissionais da cultura.Assim, Amazônia Imersiva não se apresenta apenas como uma exposição de artes visuais, mas como uma travessia simbólica que convida o público a sonhar com a floresta — e a imaginar futuros possíveis onde natureza, cultura e humanidade caminhem em aliança.
O espaço expositivo onde ocorrerá a mostra será definido na fase de pré-produção do projeto. No entanto, para fins de planejamento técnico e expográfico, o projeto foi concebido com base em um espaço expositivo com área total de 1.200 metros quadrados, conforme representado na planta baixa e no projeto expográfico anexo. Toda a cenografia, a ambientação tecnológica e os elementos visuais da exposição serão desenvolvidos exclusivamente para este projeto, sendo originais e inéditos. A proposta prevê a criação de conteúdos imersivos próprios, baseados em interpretações poéticas e simbólicas da floresta amazônica, inspirados pelo pensamento de Ailton Krenak. O objetivo é oferecer uma experiência sensorial completa, sem o uso de obras originais previamente existentes. Caso, na fase de pré-produção, a curadoria decida incluir composições visuais que façam referência ou que se inspirem em obras de artistas visuais contemporâneos (como fotógrafos, ilustradores ou artistas indígenas que tratem do tema Amazônia), a equipe se encarregará da negociação e aquisição dos direitos de uso dessas obras diretamente com os respectivos autores ou representantes legais. No entanto, o projeto não prevê a utilização de obras específicas ou previamente definidas. Por essa razão, não está sendo incluído neste momento nenhum documento referente a Direitos Autorais nem a Relação de Obras nos anexos obrigatórios da proposta. A exposição será realizada em espaço com estrutura plenamente acessível, garantindo a mobilidade e a inclusão de todos os visitantes, conforme previsto nos itens de acessibilidade deste projeto. Caso o local selecionado exija adequações, estas serão providenciadas pelo proponente com recursos do próprio projeto. O conteúdo pedagógico das contrapartidas sociais será desenvolvido na fase de pré-produção, em diálogo com o roteiro curatorial e com as estratégias de mediação sensível propostas pela equipe educativa. A expectativa é de que a exposição funcione por um período contínuo de 3 meses, com atendimento ao público de seis dias por semana, das 10h às 22h, estimando-se uma média de 50 visitantes por hora, totalizando 43 mil visitantes ao longo de todo o período. As ações formativas da contrapartida social ocorrerão semanalmente, sempre no turno da manhã, com atendimento estimado de 125 pessoas por sessão, totalizando 4.500 estudantes e professores da rede pública beneficiados diretamente. Os conteúdos e registros audiovisuais da exposição e das atividades formativas serão editados e disponibilizados gratuitamente na internet, com acessibilidade garantida (Libras, audiodescrição e legendas), conforme exigido pela IN MinC nº 23/2025. A exposição "Amazônia Imersiva" será concebida como experiência única e de alta qualidade artística, integrando cenografia, som, imagem, luz, aromas e interatividade, com investimento proporcional ao nível de inovação, tecnologia e cuidado envolvido. Os valores orçados refletem a complexidade e a originalidade da proposta, garantindo sua execução plena e seu potencial de impacto social e cultural.
> Produto Principal – Exposição de Artes Visuais: Amazônia Imersiva A exposição será composta por nove salas imersivas conectadas em circuito contínuo. Cada sala será concebida como uma instalação sensorial autônoma, com narrativa, ambientação e estímulos distintos. A travessia propõe a vivência da floresta como sujeito de direitos, ser espiritual e entidade viva, a partir do pensamento de Ailton Krenak, Davi Kopenawa e dos saberes dos povos originários da Amazônia. O percurso será experiencial, convidando o visitante a escutar, desacelerar, sentir e imaginar futuros possíveis a partir de uma cosmovisão não colonial. Salas TemáticasSALA 1 – PORTAL DA FLORESTA Tema: Início do percurso. Sensibilização para o encantamento, o sagrado e a travessia. Narrativa e recursos: Ambientação de floresta densa e viva, com projeções mapeadas, sons de fauna, aromas vegetais e efeitos de luz e sombra. Marca o momento do “ingresso” no universo espiritual da floresta.SALA 2 – O SONO DO MUNDO Tema: Suspensão do tempo, escuta profunda e entrada no estado de sonho. Narrativa e recursos: Redes suspensas entre árvores cenográficas, piso terroso, sons graves, constelações amazônicas projetadas e objeto pulsante no centro da sala. Um convite a desacelerar e escutar.SALA 3 – ONDE OS RIOS VOAM Tema: Água como espírito e respiração da floresta. Narrativa e recursos: Instalações aéreas com vapores, projeções de nuvens, sons de correnteza e simulação do ciclo de evapotranspiração. Sala úmida, viva e sensorialmente respiratória.SALA 4 – ASSEMBLEIA DOS BICHOS Tema: Animais como sujeitos e habitantes políticos da floresta. Narrativa e recursos: Projeções, sombras animadas, sons em 3D e instalação com representações de animais. Ressalta a multiplicidade de vozes não humanas da floresta.SALA 5 – O CORPO DA FLORESTA Tema: A floresta como corpo vivo e espaço de conhecimento. Narrativa e recursos: Troncos esculturais com áudios em línguas originárias, grafismos animados, resinas, cheiros de casca e cipó, iluminação âmbar. A floresta fala por seus poros.SALA 6 – A LINHA QUE NOS SEPARA Tema: Fronteiras, separações e violência colonial. Narrativa e recursos: Elementos simbólicos de cercas, mapas e trilhas interrompidas. Iluminação fria, sons abruptos e objetos de exclusão. Uma reflexão sobre o corte entre humano e natureza.SALA 7 – A QUEDA DO CÉU Tema: Colapso ecológico e espiritual. Narrativa e recursos: Representação de queimadas, sons de motosserra, telões com dados sobre desmatamento e cheiros de madeira queimada. Sensação de desolação e fim.SALA 8 – SONHAR É ADIAR O FIM Tema: Esperança ativa, ancestralidade e imaginação. Narrativa e recursos: Entidades míticas projetadas, cabine de sonhos para visitantes, áudios de crianças indígenas sonhando o futuro. Atmosfera sensível e poética.SALA 9 – AMAZÔNIA SUSTENTÁVEL Tema: Soluções e experiências reais de resistência e regeneração. Narrativa e recursos: Exposição de dados, tecnologias sociais, iniciativas indígenas, extrativistas e científicas pela preservação. Telas interativas, vídeos e materiais informativos. Recursos Técnicos Gerais da ExposiçãoInteratividade ambiental: sensores de presença, som 3D, respostas de luz, vento e aroma;Tecnologias de projeção: mapeamento arquitetônico, vídeo 360º, projeções em superfícies têxteis e vegetais;Cenografia: combinação de materiais naturais (madeira, barro, fibras vegetais) e tecnologias (LED, resinas, vapor);Acessibilidade: sinalização tátil e visual, intérprete de Libras, audiodescrição, materiais em braile, monitores capacitados e zonas de descompressão sensorial;Projeto inédito: concepção curatorial e expográfica original, pensada para adaptação a itinerâncias nacionais e internacionais, respeitando as especificidades de cada local. > Produto Secundário – Contrapartida SocialSerão realizadas gratuitamente visitas guiadas exclusivas pela exposição para estudantes e professores da rede pública de ensino. As visitas da Contrapartida Social ocorrão pelo menos uma vez por semana, durante os 3 meses em que a exposição estará aberta ao público, sempre no período matinal. Profissionais qualificados e versados no tema Amazônia conduzirão estas visitas. Após as visitas serão organizadas rodas de conversa com sessões de perguntas e respostas. As visitas guiadas devem levar 1h30, e as sessões de perguntas e respostas devem durar aproximadamente uma hora. Além disso a exposição prevê tres palestras sobre temas relacionados a Amazônia para o publico estudantil. As palestras serão definidas na fase de pré-produção.
Em conformidade com os artigos 42 a 45 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, esta proposta cultural assegura a adoção de medidas de acessibilidade compatíveis com a natureza e as características do projeto, garantindo o acesso pleno e digno à experiência artística para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. > Produto Principal – Exposição de ArtesA exposição "Amazônia Imersiva" contará com as seguintes medidas de acessibilidade: Acessibilidade física: Entrada e circulação com piso regular, rampas, corredores largos, banheiros adaptados e sinalização tátil e visual. Haverá estrutura adequada para receber cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, incluindo vagas reservadas e atendimento preferencial.Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Mapa tátil do circuito da exposição, etiquetas em braile, audiodescrição das principais experiências e pontos de apoio com monitores capacitados.Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: Disponibilização de intérprete de Libras em pontos-chave da exposição e nos materiais audiovisuais.Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual e neurodivergências: Treinamento especializado da equipe de mediação para acolher visitantes com deficiências cognitivas, transtornos do espectro autista e outras condições neurodivergentes. Haverá espaço de descompressão sensorial e disponibilização de abafadores de ruído quando necessário.Acessibilidade comunicacional e linguística: Uso de linguagem simples, recursos visuais claros e materiais complementares com recursos multimodais (áudio, vídeo com legenda, texto, imagens).> Produto Secundário – Contrapartidas SociaisAs visitas educativas e palestras também seguirão os critérios de acessibilidade estabelecidos pela IN nº 23/2025. Durante as visitas guiadas para estudantes e professores de escolas públicas, será garantida: Presença de intérprete de Libras;Disponibilização de audiodescrição;Materiais de apoio em formatos acessíveis (braile e digital acessível);Inclusão de estratégias de mediação específicas para públicos com deficiência intelectual, visual, auditiva e motora.Todas as medidas de acessibilidade descritas acima serão supervisionadas por um(a) consultor(a) de acessibilidade, profissional especializado(a) cuja função será garantir o planejamento e a execução adequados das soluções propostas, assegurando uma experiência inclusiva, respeitosa e significativa para todos os visitantes.
Em conformidade com o Art. 46 da Instrução Normativa MinC nº 23/2025, o projeto Amazônia Imersiva apresenta um plano de distribuição de ingressos que assegura a fruição cultural por diferentes públicos, com atenção à gratuidade, inclusão, acessibilidade e formação de plateia, priorizando segmentos historicamente marginalizados do acesso à cultura.> Plano de Distribuição – Produto Principal: Exposição de Artes Visuais Público estimado: 43.000 visitantesDistribuição dos ingressos:10% (4.300 ingressos) para distribuição gratuita por patrocinadores, conforme inciso I do §1º do art. 46;10% (4.300 ingressos) para ações sociais e educativas com público prioritário, conforme inciso II do §1º do art. 46;10% (4.300 ingressos) para distribuição gratuita promocional pelo proponente, conforme inciso III do §1º do art. 46;20% (8.600 ingressos) para comercialização a preços populares, limitados a 3% do salário mínimo vigente na data de apresentação da proposta, conforme inciso IV do §1º do art. 46;50% (21.500 ingressos) para comercialização a preço regular de R$ 90,00.Obs.: O valor de R$ 40,00 (preço popular) foi definido com base no salário mínimo nacional vigente (R$ 1.412,00). > Produto Secundário – Contrapartidas Sociais Público beneficiado: 4.500 estudantes e professores da rede pública de ensino100% dos ingressos gratuitos;Visitas mediadas, acessíveis e formativas, com foco em inclusão e valorização da cultura amazônica;Realização semanal das visitas durante o período expositivo, preferencialmente em dias úteis no turno da manhã. > Medidas de Ampliação de Acesso – Art. 47 da IN nº 23/2025Para ampliar o alcance e a acessibilidade do projeto, serão disponibilizados gratuitamente:Conteúdos complementares como atividades formativas, rodas de conversa e materiais educativos (conforme inciso V do art. 47);Registro audiovisual acessível (disponível na internet) da exposição e das ações educativas, com recursos de Libras, legendas e audiodescrição (conforme inciso III do art. 47);
Coordenação Geral - Sebastian Folledo (FG4 Serviços de Apoio Administrativo Ltda): Proponente responsável pela execução do projeto, incluindo a gestão da equipe, dos recursos e da logística.Diretor de Produção: João Giani VasconcellosCuradoria: Sebastian Folledo e Juliana Miraldi----------------------------------------------------------------------------Sebastian Folledo (Coordenação Geral e Curadoria) Formado Em Publicidade e Propaganda desde 2002. Pós Graduação em Marketing e especialista em Design de projetos culturais, com 13 anos de experiência. Proprietário da Articular de 2008 a 2016, empresa de produção cultural que entre outros projetos, fundou o Ilhabela In Jazz – Festival Internacional de Jazz de Ilhabela (da qual foi responsável pela curadoria, em parceria com Paulo Braga) e criou a Orquestra Rock.Projetos Realizados:Nome do Projeto: 70 Anos de História da Pintura no Brasil: livro de cunho artístico-cultural.Cargo – responsável pelo projeto gráfico do livro.Nome do Projeto: Viva a Viola.Cargo – responsável pelo projeto gráfico/design.Nome do Projeto: Viva a Viola.Cargo – responsável pelo projeto gráfico/design.Nome do Projeto: Viva a Viola 2018.Cargo – responsável pelo projeto gráfico/design.Nome do Projeto: Na Batida do Samba.Cargo – responsável pelo projeto gráfico/design.Nome do Projeto: Arte do Bem I, II, III e IV.Cargo – Sócio da empresa proponente – responsável pela criação do projeto e coordenação da comunicação.Nome do Projeto: Viola aos Quatro Cantos.Cargo – Sócio da empresa proponente – responsável pela criação do projeto, parceria com Paulo Braga na curadoria e coordenação da comunicação.Nome do Projeto: O Encontro das Violas I e II.Cargo – Sócio da empresa proponente – responsável pela criação do projeto e coordenação da comunicação.Nome do Projeto: Ilhabela in Jazz 2013, 2014 e 2015.Cargo – Sócio da empresa proponente – responsável pela criação do projeto e coordenação da comunicação.------------------------------------------------------------------------João Giani Vasconcellos (Diretor de Produção) Formado em Administração de Empresas pela PUC-Campinas, com Pós-Graduação em Administração na FGV.Fundador da empresa Onix Produções. Empresa especialista em eventos sociais, corporativos, produção cultural, worshops, convenções, lançamento de produtos, projetos personalizados, congressos, estandes, treinamentos, palestras, shows, festas, reuniões executivas, viagens de incentivo.Na área da cultura, a Onix realizou projetos através do ProAC-ICMS SP, como por exemplo a peça Colégas, que circulou pelo Estado de São Paulo nos anos de 2018 e 2019. João Giani Vasconcellos exerceu a Produção Executiva do projeto acima citado. João foi idealizador e diretor geral de 7 edições da TASTEWEEK Bragança Paulista, evento cultural que promove a gastronomia da região.Com a chegada da pandemia encerrou as atividades da Onix e fundou a Live Idea, agência de produção de eventos que atende o corporativo e área cultural. Projetos:COLEGAS NO TEATROCARGO: Produção ExecutivaA peça estreou na Capital Paulista (2017), com apresentação no Teatro Masp e circulou pelo interior (2018/2019 e 2021): Catanduva, Bragança Paulista, Mairiporã, São Caetano do Sul, Paulínia, Jacareí, Itatiba e São José dos CamposProduzida por intermédio do ProAC-ICMS. A trama narra a saga de três amigos cinéfilos, Márcio (João Simões Junior), Stallone (Ian Pereira) e Aninha (Giulia Merigo), que trabalham na videoteca do instituto onde moram.Certo dia, decidem fugir da instituição para tentar realizar seus sonhos, conhecer o mundo e sair do tédio daquele cotidiano em que vivem. Stallone quer ver o mar; Aninha, casar; e Márcio, voar. Para tal, eles partem em uma divertida jornada. Como se tudo fosse uma brincadeira, os amigos causam várias confusões, reproduzindo as cenas famosas de seus filmes prediletos, e são até perseguidos pela polícia.A aventura aborda com sensibilidade, sem ser melodramático, didático ou piegas, uma questão tão importante que é a inclusão das pessoas com deficiência na sociedade.Circulação da Peça12 de novembro de 2021 - Centro Educacional Auditório Hiroshi Fabio Taneno - Mairiporã/SP;15 e 16 de outubro de 2021 - Centro Cultural Teatro Carlos Gomes - Bragança Paulista/SP;30 e 31 de outubro de 2019 - Teatro Municipal Anis Pachá - Catanduva/SP;25 de outubro de 2019 - Teatro Santos Dumont - São Caetano do Sul/SP;12 e 13 de outubro de 2018 - Casa da Cultura - Bragança Paulista;22 e 23 de setembro de 2018 - Theatro Municipal de Paulínia - Paulinia/SP;16 de setembro de 2018 - Teatro Ariano Suassuna -Jacareí/SP;8 e 9 de setembro de 2018 - Teatro Colinas - São José dos Campos/SP;7de setembro de 2018 - Teatro Ralino Zambotto - Itatiba/SP;8 e 10 de dezembro de 2017 - Masp - São PauloP/SP.------------------------------------------------------------------------Juliana Miraldi (Curadoria)Nome: Juliana Closel Miraldi Atuação: Curadora / Pesquisadora em Sociologia da Arte Filiação atual: Pós-doutoranda no Núcleo de Estudos e Pesquisa em Alimentação (NEPA), UNICAMP E-mail: julianamiraldi@gmail.comFormação acadêmicaDoutora em Sociologia, Unicamp (2020), com tese A arte disputa a Bienal de São Paulo: as condições de produção do gosto artístico dominante Mestre em Sociologia, Unicamp (2015), com pesquisa sobre teoria sociológica e o simbólico Graduação em Sociologia, Antropologia e Ciências Sociais, Unicamp (2006–2011) Aperfeiçoamento em Cinéma e Audiovisual, Université Sorbonne Nouvelle – Paris 3 (2009–2010) Atuação profissional e pesquisaPós-doutoranda no NEPA/Unicamp (2023–atual) Pesquisadora no Grupo de Estudos em Bourdieu (GEBU), Unicamp Produções acadêmicas e curadoriaAutora de capítulos e artigos em sociologia da arte, mergulhando na análise de bienais e mercados simbólicos (ex.: A arte entre estilistas e chefs – 2021) Premiada com Prêmio Fernando Lourenço de Melhor Dissertação (2016), pela tese de doutorado Experiência curatorial e culturalCondução de eventos acadêmicos ligados à curadoria cultural e sociologia da arte, como jornadas e colóquios sobre Bourdieu (Unicamp, 2015–2021) Participação em conferências sobre bienais, arte contemporânea e sociologia da cultura (inclusive no exterior) Competências e destaque curatorialDomínio de metodologias de curadoria sensível ao território, acessibilidade e mediação culturalExperiência em produção de exposições com foco em análise crítica do sistema artístico contemporâneoPesquisa consolidada sobre arte brasileira e institucionalização de eventos expositivosCuradoria em cursoAtualmente, curadora do projeto O Mundo de Tarsila – Formas e Cores (em produção). O projeto propõe uma releitura interativa da obra de Tarsila do Amaral, com circulação nacional prevista.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.