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O projeto prevê a montagem e temporada do espetáculo "Júlio César (R.O.S.E.), com direção o de Juliano Barone, preparação de elenco de Karol Garrett, direção de produção de Alexandre Brazil, e tradução e adaptação de Marcos Daud, a partir da obra de William Shakespeare. Serão realizadas 24 apresentações no Teatro Itália, em São Paulo, com ações de acessibilidade (Libras, audiodescrição e material em braile), oficinas formativas para jovens atores e bate-papos com o público.
Sobre a peça“Júlio César” é uma peça sobre poder, política, traições, guerra civil e fanatismo político. Nessa peça escrita em 1599 por William Shakespeare, temos o retrato de um mundo humano que pouco mudou de 44 a.C., ano que Júlio César foi morto, para 1599, ano que a peça foi escrita, até hoje, 2025. Shakespeare, mais uma vez, usa sua genialidade para falar de questões humanas que pouco se diferenciam mesmo com a interferência do tempo e espaço geográfico.Começamos a peça “Júlio César” já com a visão que Shakespeare gostaria de passar sobre o personagem que dá nome ao título: o povo o amava. Logo na primeira cena de Júlio César vemos uma multidão à sua espera para louvá-lo enquanto alguns tribunos tentam dissuadir o povo enviando-os para casa e questionando o fato de estarem nas ruas à espera de César. Vemos um povo que estava apegado a esse novo líder e esse apego, essa paixão, seria, diante dos olhos dos tribunos, um problema para a República de Roma que agora vivia em democrática. A peça “Júlio César” já começa falando sobre a paixão cega, sobre populismo, sobre o fanatismo da população pelo seu novo líder e de como isso pode ser ameaçador à democracia. É a partir desse medo, dessa insegurança pelo que pode acontecer, que toda a trama contra Júlio César se desenrola e, ainda no Segundo Ato, se torna um dos golpes mais conhecidos da história: o assassinato de Júlio César com 23 facadas dadas pelos senadores dentro do próprio Senado. Para esses senadores conspiradores, o povo não poderia amá-lo, pois ao amá-lo, ele se torna um ídolo, inflando seu ego, e com o ego inflado,Júlio César se tornaria um ditador, acabando de vez com a república recém construída. Mais importante do que isso, o que vemos logo no início da peça é o vislumbre de uma guerra civil em Roma. O povo espera Júlio César não porque ele derrotou um exército estrangeiro e inimigo, mas sim pelo fato dele ter derrotado Pompeu, o Grande. Mostra-se aí que apesar da fama de Júlio César e da República de Roma estar estabelecida, há um movimento interno que pode colocar tudo a perder, e Júlio César se tornando um ídolo, e consequentemente um tirano, pode ser o pontapé inicial para isso. Júlio César, conforme vemos no relato de Casca - um dos assassinos de César- entende que é popular e diante do povo ele cria o seu próprio personagem, um alter-ego dele mesmo para agradar ainda mais o povo. Vemos que é clara a maneira como Júlio César se vê diante do fanatismo do povo e como ele performa para intensificar essa paixão, se mostrando a figura que o povo espera que ele seja, no caso da fala de Casca, ele renega a coroa que Marco Antônio tenta dar três vezes, mostrando ao povo que não tem a ambição de um tirano, quando na verdade ele tem. Júlio César é um político que sabe lidar com as multidões e saberia muito bem lidar com a mídia, se precisasse.Assim como Júlio César, Marco Antônio, é um político bem performático. Em uma das cenas que dá mais a cara do tema que serve como nervo espinhal dessa peça, o jogo político de poder, vemos, após a morte de Júlio César, os dois lados opostos discursando para o povo. Uma incrível demonstração de politicagem e jogo de palavras dignos de qualquer político popular em qualquer época e local do mundo. O primeiro à se dirigir ao povo é Brutus, que apesar de ser um excelente soldado e muito querido por todos, conversa com o povo de modo bem direto, deixando claro os motivos que o levaram a matar Júlio César e a sua preocupação com Roma. Em seguida, vemos a manipulação de Marco Antônio e notamos esse traço performático, e carismático, que ele tem. Marco Antônio manipula as palavras, dialoga com o povo e se coloca no meio deles para convencê-los de que ele está certo e que o assassinato de Júlio César foi cometido sem necessidade. Marco Antônio usa toda a sua politicagem, mostra como é fácil para ele se tornar um novo ídolo e como Júlio César foi injustiçado. Mas uma vez a peça escancara as artimanhas e jogos que a política faz para manter o seu poder, independente das consequências, e de como é fácil manipular o povo com falas pensadas e atitudes ensaiadas.Com a morte de Júlio César a guerra civil se instaura. De um lado Brutus e Caius Cassius, do outro Marco Antônio e Otávio. Em meio à guerra vemos o jogo do poder e a manipulação tomando outros patamares, agora não mais diante de um povo, mas entre o próprio exército. A confiança se mostra pouca, o dinheiro escasso e a gana pelo poder ainda maior.Sem dúvidas “Júlio César” é uma peça que fala sobre manipulação, sobre ganância, politicagem e poder. Ela não só traz isso nesse exemplo de liderança de um povo, mas também dentre a população. “Júlio César” fala sobre um mundo instável, onde a desconfiança predomina e a falsidade se torna algo comum. Amigos, parentes, vizinhos batem de frente para ver quem tem razão, quem tem o verdadeiro poder, quem é o dono da verdade, custe o que custar.Proposta de EncenaçãoA encenação será construída a partir de “ensaio” de um coletivo de atores que busca, nas palavras de Shakespeare, refletir sobre as relações humanas, a busca pelo poder, o desejo pela governança, a relação entre estado e indivíduo e principalmente a importância da arte na sociedade.As cenas se passam em um teatro em construção: cadeiras espalhadas, escadas de alumínio, praticáveis, refletores, partes de figurinos, adereços e instrumentos estarão à mercê dos atores e músicos que manipularão cada objeto construindo aos poucos as ambientações, os cenários, os próprios figurinos, além de oferecer aos espectadores a possibilidade de criar, imageticamente, sua própria história. Tudo é explícito, não haverá ilusionismo cênico. Músicos e equipe de iluminação e sonorização estarão no palco, ao lado do elenco, participando ativamente da obra aos olhos do público. Para dar vida aos cenários, figurinos e iluminação, Juliano Barone convidou o premiado artista Kleber Montanheiro e Gabriela Souza (respectivamente), já parceiros de Barone desde 2015, na criação da premiada Trilogia da Taverna e da Trilogia Tebana.A direção musical e composição ficará a cargo de Anna Preto e Gabriel Ferrara, que além de criar os momentos épicos e narrativos da obra com inspiração em músicas de rock e punk rock.O elenco será composto por um núcleo protagonista que trabalhará ao lado de um coro de atores recém-formados, com o objetivo de criar um diálogo de gerações e ainda proporcionar a inserção destes jovens atores no mercado de trabalho. Atores, músicos e equipe técnica darão vida aos personagens se fundindo a eles, ao mesmo tempo em que se distanciam em momentos narrativos. Para os personagens protagonistas foram convidados os atores Bruno Perillo, Joca Andreazza, Luiz Amorim, Marcus Verissimo e as atrizes Edi Cardoso, Karol Garrett e Priscilla Dieminger para dar vida às personagens femininas centrais na história.Para equalizar o trabalho corporal a pesquisadora Bruna Longo e Talita Salle ficarão a cargo da direção de movimento e coreografias, ao lado de Nicolas Trevijano que criará as coreografias das lutas cênicas, unindo técnicas de artes marciais e acrobacias, com os textos shakespearianos. A proposta, ao final, visa apresentar um universo onde um espetáculo se torna um ensaio e um ensaio, pode se tornar o espetáculo. Para que todo o projeto seja realizado com a máxima qualidade e profissionalismo o produtor Alexandre Brazil será o responsável pela direção de produção, oferecendo sua expertise em espetáculos shakespearianos para esta encenação inédita.Encenar “Júlio César (R.O.S.E.)” é propor a reflexão sobre o universo do teatro, do jogo cênico, do diálogo entre ator e personagem e, principalmente da relevância de William Shakespeare nos dias de hoje, apresentando sua obra como um local de análise sobre o mundo que nos cerca.Cenário e FigurinoO cenário, desenvolvido pelo multi-artista premiado Kleber Montanheiro, já parceiro de Juliano Barone em diversos espetáculos, visa utilizar os recursos de uma sala de ensaio para a criação de elementos cênicos, tais como cadeiras, mesas, praticáveis, escadas, andaimes, cubos e outros possíveis de se transformar nos ambientes da obra “Júlio César (R.O.S.E.)”. Manipulado pelos próprios atores e músicos, os ambientes são transformados em uma espécie de coreografia que acompanha toda a obra. Cena a cena, os elementos são reorganizados para que a casa de Júlio César, o Senado, a Praça Pública, o campo de guerra e outros ambientes apareçam diante do espectador, que acompanha o ato de criar e desconstruir cada cenário. Tudo é aparente, não há a ilusão do realismo.Já os figurinos, seguem a lógica da sala de ensaio, onde os atores se vestem com fragmentos de personagens, ainda em construção, como se o espetáculo não estivesse pronto, bem como os personagens ainda estão sendo analisados, investigados pelos seus atores.Também criado por Kleber Montanheiro, a proposta é que junto com o elenco, possa definir quais elementos são fundamentais para a criação daquele papel e quais ele deixará subentendido, para que os próprios espectadores completem a construção física dos personagens desta obra.A proposta do cenário em parceria com o figurino está também na exibição constante do camarim do espetáculo para o público, ou seja, o camarim também fará parte da narrativa da história, já que os espectadores também estarão vendo as montagens e desmontagens dos personagens, juntamente com a movimentação dos cenários.MúsicaJúlio César é uma obra pulsante, jovem e violenta. Tudo é ágil e musicalizado. Desta forma, a composição musical, será estruturada a partir do rock e do punk rock, com a sonoridade da guitarra, da bateria e do baixo. Músicos e elenco ficarão a cargo da criação musical, em momentos tornando-se a ambientação para as cenas, em outros narrando a história, em tom épico (a partir das pesquisas brechtianas e já aplicadas em obras anteriores de Barone).IluminaçãoA iluminação da obra ficará a cargo de Gabriele Souza, que já trabalha ao lado de Barone desde 2015, quando iniciaram a “Trilogia da Taverna”, com o foco em pesquisar novas formas de iluminação cênica a partir da criação de ambientes cênicos que se contrapunham ao teatro italiano. Aqui a proposta segue nesta linha: a utilização de luz de palco, convencional e a manipulação da mesma por atores e elenco de apoio, criando uma possibilidade narrativa momentânea. A proposta visa uma luz que vai além da cena formal, mas que busca elementos também de uma sala de ensaio, como lamparinas, lanternas, luzes de celulares e a própria luz de serviço e de plateia. Se o cenário e o figurino buscam a teatralidade em oposição ao realismo, a luz também terá o mesmo propósito.
Objetivo Geral:Realizar a criação e montagem do espetáculo "Júlio César (R.O.S.E.)", com direção de Juliano Barone, preparação de elenco de Karol Garrett e direção de produção de Alexandre Brazil, a partir do texto original de William Shakespeare, traduzido e adaptado por Marcos Daud. A montagem será apresentada no tradicional Teatro Itália, na cidade de São Paulo, com o propósito de promover o acesso à cultura por meio de uma releitura contemporânea da obra clássica. Objetivos especificos:- Realizar 24 sessões do espetáculo "Júlio César (R.O.S.E.)" ao longo de dois meses, no Teatro Itália, com capacidade para até 290 espectadores por sessão; - Promover 2 sessões com recurso de audiodescrição, ampliando o acesso ao público com deficiência visual; - Oferecer 4 sessões com tradução simultânea em Libras, garantindo inclusão de pessoas com deficiência auditiva;- Oferecer 4 ensaios abertos, no Teatro Itália, para até 290 pessoas por sessão; - Realizar 4 debates com o público, após os ensaios aberto, incentivando o diálogo entre elenco, equipe criativa e espectadores; - Oferecer 4 palestras formativas, voltadas para estudantes de artes, professores, pesquisadores e interessados em literatura inglesa, com as temáticas: a. "Shakespeare e o Brasil Contemporâneo"; b. "Interpretação Shakespeariana"; c. "Produção de Clássicos na Atualidade"; d. "Produção e Manutenção de Espetáculos". - Desenvolver um ciclo de oficinas gratuitas destinadas a atores recém-formados, com os seguintes temas: a. "Interpretação Shakespeariana", com Karol Garrett; b. "Dança", com Talita Salle; c. "Canto", com Anna Preto. Ao final do ciclo, até 8 participantes serão selecionados para integrar o coro do espetáculo (caso os participantes cumpram todos os requisitos de avaliação e estejam aptos a ingressarem no processo de ensaio e temporada); - Atingir cerca de 5.000 pessoas, entre público das apresentões e participantes das atividades formativas.
Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I -Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II -Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III -Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII -Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII -Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.O projeto "Júlio César (R.O.S.E.)" se enquadra nos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei n: 8.313/91: I - Estimular a formação do indivíduo pela participação nos bens culturais; II -Estimular a democratização do acesso aos bens de cultura; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV -Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira; VII - Desenvolver a economia da cultura, com geração de emprego e renda; X -Estimular a inovação e a experimentação artística e cultural; XI -Estimular ações culturais que respeitem a diversidade cultural do País.
Espetáculo:Julio César (R.O.S.E)Duração: 120min.Local de Realização: Teatro Itália - Av. Ipiranga, 344 - RepúblicaQuantidade de Público (total esperado): 4.800 espectadoresPalestras:Ao longo do projeto serão realizadas quatro palestras: “Shakespeare e o Brasil Contemporâneo”, “Interpretação Shakespeariana”, “Produção de Clássicos na Atualidade” e “Produção e Manutenção de Espetáculos”, direcionadas a estudantes das artes, professores, pesquisadores, interessados em literatura inglesa e no fazer teatral.Cada palestra terá a duração de 2 horas (máximo) e serão realizadas com especialistas em cada área. Haverá um mediador por palestra e todas serão gratuitas.Local de Realização: Teatro Itália - Av. Ipiranga, 344 - RepúblicaQuantidade de Público (total esperado): 400 espectadoresOficina:Conteúdo Programático A oficina de "Interpretação Shakespeariana", do projeto “Júlio César (R.O.S.E.)”, visa selecionar até 10 participantes acima de 18 anos, recém formados em escolas técnicas e faculdades de Artes Cênicas, com o objetivo de incluir novos artistas no mercado de trabalho. O diferencial desta oficina é que os participantes estarão tendo aulas juntamente com uma parte da equipe artística, unindo jovens artistas com atores já experientes na área teatral. A seleção dos participantes será dará por meio de formulário de inscrição (virtual), disponibilidade dos dias e horários, sendo que 30% das vagas será destinada para pessoas com historicamente em desvantagem (minorias éticas - pessoas negras, indígenas e outros; minoria sexual ou de gênero; e pessoas de baixa renda). A oficina terá 64h/aulas, dividida em quatro vezes por semana, com 4horas/aulas de 45 minutos cada, durante um mês. Será dividida em aulas de Dança, Canto e Interpretação e serão realizadas no período da manhã, tarde ou noite (a depender dos horários disponíveis do dos espaços), nas dependências do Edifício Itália, local de fácil acesso para os participantes, já que fica no centro de São Paulo, ao lado do metrô. Ao final, os 8 melhores avaliados serão convidados a integrar o coro cênico do espetáculo, fazendo parte do elenco e participando dos ensaios e da temporada do espetáculo. Orientadores: Canto: Anna Preto, Dança: Talita Salle e Interpretação Shakespeariana: Karol Garrett Para realizar esta seleção, serão avaliados três tópicos: - Responsabilidade, comprometimento e profissionalismo; - Capacidade técnica (canto, dança e interpretação) e evolução no processo da oficina; - Compressão do trabalho coletivo e da atuação em coro. Obs.: Não necessariamente os selecionados/convidados farão parte do processo artístico, já que a partir do início dos ensaios outras etapas serão acordadas, como carga horária de ensaio, valores/salário e dias e meses da temporada.Local de Realização: Teatro Itália e Sala Dario Fo - Av. Ipiranga, 344 - RepúblicaQuantidade de Público (total esperado): 30 participantes
Em atendimento ao Art. 42 da Lei n. 13.146/15, nas formas de comunicação previstas no Art. 3º da referida Lei 5.4.4.1 da ABNT NBR 15599:20081) PRODUTO Apresentações Espetáculo Teatral.ACESSIBILIDADE FÍSICA : Teatro Itália oferece acessibilidade aos portadores de necessidades especiais e pessoas idosas, como rampas de acesso, haverá espaço reservados (cadeiras) para portadores de necessidades especiais, gestantes, idosos e mulheres com crianças de colo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Informamos que haverá intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Serviços de AudiodescriçãoACESSIBILIDADE ESPECTROS / SÍNDROMES: Reserva de espaços e monitores.2) PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAISACESSIBILIDADE FÍSICA : Teatro Itália oferece acessibilidade aos portadores de necessidades especiais e pessoas idosas, como rampas de acesso, haverá espaço reservados (cadeiras) para portadores de necessidades especiais, gestantes, idosos e mulheres com crianças de colo;ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Informamos que haverá um intérprete de libras durante as palestras, ensaios abertos e bate-papos;ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Não há.ACESSIBILIDADE ESPECTROS / SÍNDROMES: Reserva de espaços e monitores.3) PRODUTO OFICINAS - Ação de Formação CulturalACESSIBILIDADE FÍSICA: Teatro Itália oferece acessibilidade aos portadores de necessidades especiais e pessoas idosas, como rampas de acesso, haverá espaço reservados (cadeiras) para portadores de necessidades especiais, gestantes, idosos e mulheres com crianças de colo;ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Informamos que haverá um intérprete de libras durante o ciclo de oficinas caso houver inscrição (mediante a conferência do formulário);ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Não há.ACESSIBILIDADE ESPECTROS / SÍNDROMES: Reserva de espaços e monitores.
Como medida de ampliação de acesso, o projeto realizará, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, conforme o Art. 47, inciso V, da Instrução Normativa nº 23/2025.Ações previstas:- Ingressos a preço popular de R$ 40,00;- Garantia de meia-entrada conforme a legislação (idosos, estudantes, pessoas com deficiência , ID Jovem);- Distribuição gratuita de 10% dos ingressos para escolas públicas, professores da rede pública de ensino e organizações sociais (ongs), mediante ao agendamento antecipado;- Ensaio aberto ao público gratuito, com posterior bate-papo sobre o processo criativo;- Palestras formativas gratuitas sobre temas ligados à obra e ao fazer teatral;- Ciclo de oficinas gratuitas com artistas convidados, voltadas a jovens atores;
Currículo do Proponente: Projeto Colibri Ltda Em 2018 foi criado o Projeto Colibri, produtora cultural e espaço artístico em São Francisco Xavier, que busca ser um conjunto de ações artísticas que visam unir arte, formação e capacitação de novos artistas e agentes culturais. Durante sua trajetória, já conta com mais de 200 alunos de teatro, música e dança; desenvolveu e produziu a Mostra Colibri de Teatro, trazendo para o distrito espetáculos teatrais de artistas renomados; realizou mais de 80 shows musicais que incentivam principalmente os trabalhos autorais de cantores e instrumentistas; além de ser um espaço aberto para artistas que tenham o interesse em desenvolver seus trabalhos. É gestor da sua Sede Mantiqueira, com o objetivo de propor a consolidação de um espaço cultural, fortalecendo o encontro do teatro com a comunidade de São Francisco Xavier e oferecer um espaço de ocupação para os artistas moradores, sendo parceiro das ações de outras instituições culturais, como a Biblioteca Solidária Sidnei Pereira da Rosa. Com a chegada da pandemia, os trabalhos da Sede, juntamente com as ações do Projeto Colibri, não podiam parar. Foi criada uma equipe nova com o olhar para o universo on-line e iniciaram-se dois grandes projetos: as lives artísticas do "Seu Show, Minha Sala", que visavam construir espaços de diálogos e de apresentações teatrais e musicais por meio do Instagram, para que os artistas de SFX continuassem a apresentar seus projetos; e o projeto "Mostra Colibri de Artes: cultura on-line", que foi desenvolvida ao lado da Biblioteca Solidária Sidnei Rosa Pereira, e que trouxe, de forma gratuita, encontros com personalidades da arte de São José dos Campos, São Francisco Xavier e convidados especiais. Participaram desses eventos: Luís Alberto de Abreu, Victor Leonardi, Solange Dias, Marlei Soares, Ariadne Antico, Daniel Gonçalves e Patrícia, Cia Artera e muitos outros. Ao longo da temporada, cerca de 250 participantes, de diversas idades e regiões do Brasil, participaram como espectadores destes encontros, favorecendo na divulgação de artistas em tempos de isolamento social e incentivando a criação de novos projetos culturais. Atualmente o Projeto Colibri faz parte do dia a dia cultural de São Francisco Xavier. Recentemente, inaugurou o Teatro de Bolso Victor Leonardi, cujo nome faz homenagem ao apoiador das artes na Mantiqueira, Victor Leonardi e criou a primeira escola profissionalizante de atores e atrizes, o Núcleo Colibri de Artes - Capacitação em Teatro, certificada pelo SATED/SP. Com os alunos produziu os espetáculos "Antígona", de Sófocles; "Romeu e Julieta", de William Shakespeare; "Algo não Dito", de Tennessee Williams; e "Terror e Miséria no III Reich", de Bertolt Brecht, todas com direção de Juliano Barone, direção musical de Bruna Prado e direção de movimento de Ana Clara Bômio. Desde 2022 produz a "Virada Cultural Victor Leonardi", com mais de 10 atrações culturais gratuitas por edição. Alexandre Brazil - Diretor de produção Fundador do Escritório das Artes, estudioso da obra de William Shakespeare, diretor teatral e de produção. Produziu os espetáculos: La Noche que Jamás Existió, de Humberto Robles, direção Alexandre Brazil, Maria da Escócia, de Fernando Bonassi, direção Alexandre Brazil, Sal, de Eugênio Barba, direção Christiane Tricerri, Frida Kahlo – Viva la Vida, direção Cacá Rosset, com Christiane Tricerri, Insônia – Titus Macbeth, a partir da obra de William Shakespeare (tradução Marcos Daud e dramaturgia Sérgio Roveri), direção André Guerreiro Lopes, Lela & Cia., de Cordelia Lynn, direção Alvise Camozzi, A Vida em Vermelho –Brecht e Piaf, de Aimar Labaki, direção Bruno Perillo, Coriolano, de William Shakespeare, direção Márcio Boaro, Isso Não é Um Sacrifício , de Fernando Bonassi, direção Christiane Tricerri, A Merda, de Cristian Ceresoli, direção Christiane Tricerri, Ricardo III De William Shakespeare, direção Marcelo Lazzaratto, A Tempestade –De William Shakespeare, tradução Barbara Heliodora, direção Marcelo Lazzaratto, Casting- De Aleksandr Gálin, tradução de Aimar Labaki e Elena Vássina, direção de Marco Antonio Rodrigues , Dias Felizes -De Samuel Beckett, tradução de Barbara Heliodora e direção de Emilio Di Biasi, O Homem da Tarja Preta - De Contardo Calligaris, direção de Bete Coelho, Dois Irmãos -Da obra de Milton Hatoum, adaptação de Jucca Rodrigues, direção Roberto Lage Centro Cultural Banco do Brasil SP 2008, Macbeth A Peça Escocesa -De William Shakespeare, tradução e adaptação inéditas de Marcos Daud, direção Regina Galdino , O Relato Íntimo de Madame Shakespeare -Do livro homônimo de Robert Nye, Tradução Marcos Daud, direção Emílio Di Biasi 2007. CCBB SP e RIO, "Otelo -Autor: William Shakespeare. Direção: Marco Antonio Rodrigues. Teatro Galpão do Folias entre outros. Juliano Barone - Diretor Artístico Pós-graduado em Globalização e Cultura pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo; graduado pelo Curso Superior de Teatro da Universidade Anhembi Morumbi (bacharel e licenciatura); formado pelo Curso Profissionalizante do Teatro-Escola Célia Helena. É diretor artístico do Núcleo Educatho e sócio-fundador do Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais. Fundou o Projeto Colibri, produtora de São Francisco Xavier, responsável por coordenar a Sede Mantiqueira do Núcleo Educatho e o Teatro de Bolso Victor Leonardi. Na área da arte-educação coordenou o curso de teatro do Colégio Objetivo por 17 anos, gerenciando as 11 unidades da cidade de São Paulo e foi coordenador pedagógico e professor da Oficina de Atores Nilton Travesso. Atualmente coordena os cursos de teatro para crianças e jovens do Colégio Oshiman, é diretor artístico da Band NCA e do Núcleo Colibri de Artes em São Francisco Xavier, além de realizar a curadoria e gestão do Teatro Itália Bandeirantes, em parceria com Marcus Veríssimo. É diretor de diversos espetáculos para crianças e jovens, destacando-se "A Trilogia da Taverna", com o conjunto dos espetáculos “O Impostor Geral”, de Nikolai Gógol; “Fuente Ovejuna”, de Lope de Vega ( indicado ao prêmio Shell - Melhor Música - e ao Prêmio Coca-Cola – Melhor Espetáculo Jovem); “Conto de Inverno”, de William Shakespeare. Seu último trabalho foi “3x1 Tebas”, de Sófocles, contemplado pela 37ª edição do Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo. Karol Garrett- Diretora de Elenco e Atriz Formada pela PUC-SP em Comunicação das Artes do Corpo com especialização em Estudos Shakespearianos em universidades como Harvard, Warwick e Birmingham. Ela é uma das fundadoras da Cia Shakespeariana Internacional, International Actors Ensemble, membro da International Fellowship do Globe Theatre de Londres, onde atuou em 2015, e é criadora do canal do Youtube Shakespeare no Brasil. Anna Preto - Diretora Musical, Preparadora Vocal e CompositoraAtriz, cantora, compositora e dubladora. Iniciou sua carreira no teatro em 2010 com “O Filhote de Elefante”, de Bertolt Brecht, em Londrina (PR). Entre seus principais trabalhos em São Paulo estão “A Família Addams” (T4F Musicais), “Adorável Trapalhão” (Rega Início Produções), “Peter Pan - O Musical da Broadway” (Toucheé Entretenimento), “Silvio Santos Vem Aí!” (Paris Cultural) e “Frozen in Concert” (Atual Produções). No audiovisual, participou de obras como “O Castelo” (Filmes do Leste e RPC TV) e “O Solar dos Prazeres Noturnos”, de Matheus Marchetti. Fonoaudióloga em formação, também cursou bacharelado em Artes Cênicas pela UEL. Formou-se em Teatro Musical pela New York Film Academy e pelo Curso Técnico de Teatro Musical do SESI (SP). Na música, atua como professora de canto nos cursos da NCA e da Dubrasil, e também como diretora musical de eventos e espetáculos, como “A Noite de Reconhecimento Natura” (7.8 Produções Artísticas).Gabriel Ferrara - Direção Musical e ComposiçãoAtor e diretor musical, participou de diversas peças do Núcleo Sem Querer e do Núcleo Educatho, entre elas: "O Impostor Geral", "Fuente Ovejuna", "Conto de Inverno", "Os Três Mosqueteiros", "Noite de Reis", todas com direção de Juliano Barone. Foi diretor musical da peça "Circo das Fábulas", com direção de Juliano Barone e texto de Fernando Rangel. Concluiu o curso de Comedia Dell'Arte ministrado por Joca Andreazza em 2015.Participou da Orquestra Municipal Infanto Juvenil e da Orquestra do Instituto Fukuda de 2011 à 2015,como violinista. Estudou canto coral no ensino médio, na Escola Waldorf Rudolf Steiner, onde se formou. Hoje é formado em Produção Musical pela Universidade Anhembi Morumbi, músico, compositor e co-fundador da banda Sabores Ásperos. Atualmente é professor na área da música no Colégio Oshiman. Talita Salle- CoreógrafaPós Graduação pela Universidade Estadual de Londrina tendo como tema de sua pesquisa “ A Dança nas escolaS; Conteúdo ou Atividade? Graduação também pela UEL ; Licenciatura em Educação Física. Cursou Teologia na Faculdade Teológica Sul Americana de Londrina. Formada em Piano Clássico pelo conservatório Musical Classic Art de Dracena. Cursou a Escola de Atores Wolf Maya. Foi professora da faculdade Unifadra- Dracena, das disciplinas de introdução a filosofia da EDF, e Ginástica Ritmica. Dançou desde os 3 anos de idade. Com sua Cia de Dança fundada em 2015 a Cia do Oleiro consquistou como bailarina e coreógrafa 25 títulos no Brasil e exterior. Desenvolveu um caminho de ensino da Dança para crianças o Ritmo e Movimento, baseado no movimento consciente que parte da pesquisas e provocações conduzidas. Atualmente, direciona este mesmo caminho de pesquisa do Movimento o “Ritmo e Movimento” para um trabalho de consciência corporal de atores. Trabalha como convidada desde 2022 dos trabalhos da ShakeCena de Eliete Cigarini fazendo o “treinamento” de expressão cênica de seus atores ao lado também de Fernando Vieira. Professora de Expressão Corporal na Escola de Atores Wolf Maya, e na NCA (Núcleo de Capacitação Artística), onde também desenvolve em parceria com Juliano Barone um trabalho de pesquisa na Dança direcionado ao ator. Recentemente dirigiu os espetáculos de Dança Teatro, Nucorpo, E´ Arte? e Julietas em Prólogo. Professora do curso de musicais na NCA ao lado de André Pottes e Anna Preto. Com Keila Fuke desenvolve o Curso “Corpo em Ação” direcionado à atores. Gabriele Souza - Iluminadora É técnica/artista-integrante do Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais - e com o grupo estreou, em 2016, seu primeiro desenho de luz com o espetáculo Fuente Ovejuna, que conta com mais de 100 apresentações na cidade de São Paulo, incluindo Centros Culturais, Casas de Cultura, Teatros Públicos e Independentes, e uma participação como atração principal no Festival Iberoamericano de Teatro de Bogotá em 2018. Desde então soma em seu currículo cerca de duas dezenas de outros desenhos de luz para diversas Cias de teatro e dança da Cidade de São Paulo, em destaque, para Cia da Revista, Ultravioleta_s, Cia Ludens e São Paulo Cia de Dança. Atualmente é técnica de luz do Galpão do Folias e designer de luz do Grupo Folias e também Formadora das Oficinas de Iluminação do Projeto Jovem Monitor Cultural. Bruna Longo - Preparação CorporalAtriz, dramaturga, produtora, diretora de movimento, pesquisadora corporal e educadora, tendo trabalhado em dezenas de projetos na Europa, Brasil e Estados Unidos. Colaborou com a companhia dinamarquesa Odin Teatret, dirigida por Eugenio Barba, de 2006 a 2010, e foi membro da Cia. da Revista, de São Paulo, de 2010 a 2016. Mestre em Movement Studies pela Royal Central School of Speech and Drama – University of London, Reino Unido, 2010. Criadora do espetáculo Criatura, Uma Autópsia, fricção entre o romance Frankenstein, ou O Prometeu Moderno e a vida de sua autora Mary Wollstonecraft Godwin (Shelley). Com este espetáculo, estreado em 2019, foi contemplada pelas edições 11 e 16 do Prêmio Zé Renato de Fomento para o Teatro na Cidade de São Paulo, indicada ao Prêmio Aplauso Brasil 2019 na categoria Melhor Atriz, e participou de festivais em Cabo Verde, Turquia e Angola.Marcos Daud - Tradutor e AdaptadorDentre a extensa carreira no teatro, o tradutor e adaptador Marcos Daud esteve nos seguintes projetos: “REI LEAR” de William Shakespeare, “A TEMPESTADE” de William Shakespeare, “HAMLET” de William Shakespeare (com Ron Daniels), “SÁBADO, DOMINGO E SEGUNDA” de Eduardo de Filippo, “UM CHAPÉU DE PALHA ITALIANO” de Eugène Labiche & Marc-Michel, “SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO” de William Shakespeare (com Ron Daniels), “OS DOIS CAVALHEIROS DE VERONA” de William Shakespeare, “O ZOOLÓGICO DE VIDRO” de Tennessee Williams, “A GAIVOTA” de Anton Tchekhov, “O LEQUE DE LADY WINDERMERE” de Oscar Wilde, “OS DEMÔNIOS” de Fiódor Dostoiévski, “MUITO BARULHO POR NADA” de William Shakespeare, “ATRAVÉS DO ESPELHO” de Ingmar Bergman, “O SUCESSO A QUALQUER PREÇO” de David Mamet, “MEDIDA POR MEDIDA” de William Shakespeare (com Ron Daniels), “AFTER MAGRITTE” de Tom Stoppard, “A FESTA DE ANIVERSÁRIO” de Harold Pinter, “CYRANO DE BERGERAC” de Edmond Rostand, “O LEÃO NO INVERNO” de James Goldman (com Ulysses Cruz), “NOITE DE REIS” de William Shakespeare, “OLHE PARA TRÁS COM RAIVA” de John Osborne, “JOGO MORTAL” de Anthony Shaffer e “LA RONDE” de Arthur Schnitzler. Kleber Montanheiro - Cenógrafo e FigurinistaMultiartista, cenógrafo, figurinista, iluminador e diretor. Ganhou o prêmio APCA 2008 por Sonho de Uma Noite de Verão e o prêmio FEMSA 2009 por A Odisséia de Arlequino, ambos de melhor diretor. Foi vencedor dos prêmios APCA e FEMSA 2012 pelos cenários e figurinos de A História do Incrível Peixe Orelha. Dirigiu em 2013 no Teatro Popular do SESI: Crônicas de Cavaleiros e Dragões, inspirado no livro A Saga de Siegfried, de Tatiana Belinky, recebendo o prêmio FEMSA 2013 de melhor iluminação. Recebeu o prêmio São Paulo pelos figurinos da peça Carmen, a Grande Pequena Notável. Em 2018 foi indicado ao prêmio Shell de melhor figurino e ao prêmio Bibi Ferreira de melhor cenografia pelo espetáculo Um Beijo Em Franz Kafka, de Sérgio Roveri, direção Eduardo Figueiredo. Em 2019 foi indicado ao prêmio Shell de melhor cenografia por Visceral, de Nanna de Castro, dirigido por Dan Rosseto. Está indicado ainda ao prêmio Aplauso Brasil 2020 pelo figurino de Frida - Viva La Vida, de Humberto Robles, direção de Cacá Rosset.Recebeu o prêmio de melhor figurino e visagismo pelo filme “Ser ou Não Ser” no VI FBCI Festival Brasil de Cinema Internacional, direção de Elder Fraga. Dirigiu ainda Ópera do Malandro, de Chico Buarque de Hollanda (2014/2015), Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo (2016), inspirado no clássico de Henrik Ibsen, Carmen, a Grande Pequena Notável (2018/2019), musical com Amanda Acosta sobre a vida e obra de Carmen Miranda, O Canto de Ninguém (2020), de Luccas Papp, com Luccas Papp e Fabi Bang, Tatuagem, Cabaret Kit Kat Club entre outros.Nicolas Trevijano - Coreógrafo de LutasNicolas Trevijano tem 51 anos, é ator, autor, diretor e produtor.Estreou profissionalmente como ator em 1995 na peça "Péricles, Príncipe de Tiro", de William Shakespeare, com direção de Ulysses Cruz, no Teatro do Sesi, na Av Paulista. Desde então, trabalhou com grandes diretores e atores do país como Paulo Autran, Marília Pêra, Jô Soares e Raul Cortez. Fez 19 filmes ,18 trabalhos em TV e 29 peças teatrais, sendo 8 delas peças de William Shakespeare. Alguns desses trabalhos são: - Teatro: "A Noite de 16 de Janeiro", de Ayn Rand, e "Tróilo e Créssida" de William Shakespeare com direção de Jô Soares;- TV: "Supermax", na Rede Globo, com direção de José Alvarenga Jr e José Eduardo Belmonte;- TV: "DOM", 3a Temporada, na Amazon Prime, com direção de Adrian Teijido e Vellas;- Cinema: "A Princesa da Yakuza", adaptação do HQ de Danilo Beyruth, com direção de Vicente Amorim, e Jonathan Rhys Meyers no elenco.Produziu e idealizou 3 espetáculos: "A Coleira de Bóris", "Aberdeen, um Possível Kurt Cobain" e "John e Eu", sendo também autor deste último. "John e Eu" é um monólogo sobre Mark Chapman, o assassino de John Lennon.Também produz, roteiriza e dirige o documentário em curta metragem "O Mundo e um Sonho", em fase de finalização. Fez diversas Artes Marciais, sendo a principal o Kung Fu, onde é Pentacampeão Brasileiro. Trabalhou também com coreografias e lutas cênicas em grandes espetáculos, como "Os Sertões" de Zé Celso Martinez Corrêa e "Antônio e Cleópatra", com direção de Paulo José.Bruno Perillo - AtorFormado em 1994, começou sua carreira profissional em 1995, ao ingressar no Grupo Tapa – cursos, oficinas e workshops com Eduardo Tolentino de Araujo, Denise Weinberg, Brian Penido, Guilherme Sant’Anna, além de Neide Neves, Gustavo Kurlat e Valentin Trepliakov (diretor do Teatro de Arte de Moscou). Workshop com o diretor inglês Declan Donellan no British Council em São Paulo, em 2008. Curso de Pós-Graduação Lato sensu em DIREÇÃO TEATRAL na Escola Superior de Teatro Celia Helena, concluído em 2013.Atuou em quase 40 montagens teatrais, como ATOR. Começou no grupo TAPA, onde fez, dentre outras: A Serpente, Moço em Estado de Sítio, Ivanov, Rasto Atrás, Vestido de Noiva, Morte e Vida Severina, O Noviço. Em 2000, numa co-produção Tapa/Folias d’Arte, ingressou no Grupo Folias d’Arte para a montagem de Happy End e lá atuou em uma série de montagens sob a direção de Marco Antônio Rodrigues, como Otelo, Cantos Peregrinos, Babilônia, Cardênio, El Dia Que Me Quieras, Surabaya Johnny.Em 2009 foi indicado ao prêmio Shell pela direção musical de Querô, uma reportagem maldita. Em 2019, indicado ao APCA e ao Aplauso Brasil de melhor direção por Chernobyl.Atuou em Credores, dirigido por Nelson Baskerville, e Dançando em Lúnassa e As 2 Mortes de Roger Casement, dirigidas por Domingos Nunez. Em Absinto, foi dirigido por Cassio Scapin e em Encasulados e Procurando Luiz, por Gustavo Kurlat. Em Ópera do Malandro, dirigido por Kléber Montanheiro. Atuou e dirigiu Cabaret Luxúria. Atuou em O Último Concerto Para Vivaldi, de Dan Rosseto, Mulheres Sonharam Cavalos, de Daniel Veronese, dirigido por Malú Bazán, O Deus de Spinoza, dirigido por Luiz Amorim.Marcus Verissimo - AtorFormado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Anhembi Morumbi (2004), cursou música (gaita diatônica, canto profissional e coral) no Conservatório Souza Lima. Estudou no curso Avançado do Centro de Formação do Ator - Globe-SP e na Escola Macunaíma; fez cursos livres de Corpo e Voz Contemporânea no Grupo Ponte dos Ventos, Lume Teatro Campinas, Corpo e Arte Contemporânea Unicamp; Máscaras Pré Expressivas e Comédia Dell Arte com Joca Andreazza; Corpo Pré Expressivo com Bruna longo; Dança Contemporânea com Talita Florencio e Ana Sharp; Curso de circo (acrobacia solo), Capoeira e Malabarismo com Verônica Rosseto Pissini; e pedagogia para o ator no Núcleo Educatho. Atuou nas peças: "Noite de Reis filhos do Carnaval", dir. Ramiro Silveira; “O Impostor Geral” de Nicolai Gogol, dir. Juliano Barone; "Cabaret das Fábulas", dir. e texto Fabio Spila; “Fuente Ovejuna”, de Lope de Vega, dir. Juliano Barone, peça indicada ao prêmio Shell na categoria "música" de Wagner Passos, e ao prêmio Femsa São Paulo como "melhor espetáculo”; “Conto de Inverno”, de William Shakespeare, dir. Juliano Barone. No mercado audiovisual participou de alguns curtas-metragens, propagandas publicitárias e um longa-metragem. Vencedor do Prêmio Festicini como melhor ator coadjuvante com o filme “Dissonante”, em 2016. Luiz Amorim - AtorLuiz Amorim é ator, dublador, locutor e produtor cultural com 40 anos de experiência em teatro, cinema e televisão. No teatro, ele participou de diversas peças, incluindo “O Deus de Spinoza” (2022-atual, direção, adaptação e atuação) "O Vendedor de Sonhos" (2018-2022), "Fuenteovejuna" e “3x Tebas” (2019-2022, direção de Juliano Barone), "Sobre Ratos e Homens" (2016, direção de Kiko Marques), O Fantasma da Ópera (2005-2007, realização CIE-TF4), “O Que Leva Bofetadas” (2004, direção de Antônio Abujamra). Trabalhou com artistas renomados como Antunes Filho, Antônio Abujamra, Lucélia Santos, Antônio Fagundes e Bibi Ferreira. Além disso, ele também atuou em produções infantis e dirigiu peças como "Românticos" e "Valsa nº 6".No cinema, Luiz Amorim teve papeis em filmes como "A Voz do Silêncio", "Ponte Aérea" e "Cara ou Coroa", sob a direção de André Ristum, Júlia Rezende e Ugo Giorgetti, respectivamente. Em televisão, participou de novelas em canais como SBT, Band e Record, além de séries como "Zé do Caixão" e "Unidade Básica".Além de sua atuação e direção, Luiz Amorim também exerce atividades de produção cultural. Foi presidente da Cooperativa Paulista de Teatro, do Instituto Internacional de Teatro ITI-UNESCO, Conselho Municipal de Cultura, Conselho Estadual de Teatro, CAP-Proac, Prêmio Governador do Estado, Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio Shell de Teatro. Também ministrou aulas e cursos em instituições como Oficinas Culturais e SP Escola de Teatro. Joca Andreazza - AtorAtor formado pela UNICAMP, ganhou o prêmio APCA (2011) de melhor ator com as peças “A Bilha Quebrada” (2010) de H. von Kleist e “A Ilusão Cômica” (2010) de Pierre Corneille, direção de Marcio Aurelio e por sua atuação em "Anatomia Frozen" (2009) de B. Lavory recebeu da Cooperativa Paulista de Teatro em 2010 o prêmio de melhor elenco. Integrou por 25 anos a Cia. Razões Inversas, realizando sucessos como o premiado "Agreste" (2004) e “Anatomia Frozen” espetáculos que se apresentaram no Brasil inteiro e em outros países. Atuou em “A Estrada” (2008) direção de Johana Albuquerque; "Assim é se lhe parece" (2017), de L. Pirandello direção de Marco Antônio Pamio e "A Língua em Pedaços" (2015) direção de Elias Andreatto. Atuou na série “O Caçador” (2014), direção de José Alvarenga, e “Felizes para sempre” (2015) direção de Fernando Meirelles, ambas na Globo. Gravou 6 temporadas da série “Escola de Gênios” Gloob/Mixer (2016 a 2019), além de participar da série “O Escolhido” Netflix/Mixer (2019). Recentemente esteve em cartaz com o espetáculo PROTOCOLO VOLPONE (2019) direção de Johana Albuquerque numa experiência presencial na fase verde da pandemia em São Paulo. Em 2021 dirige duas leituras on line para o projeto 8X Hilda que contemplou toda a obra dramática de Hilda Hilst.Participou em 2022 do ENCUENTRO INTERNACIONAL DE COMMEDIA DELL’ARTE, na Cidade do México e em Colima no México. Neste mesmo ano participa como ator do espetáculo DESMASCARADOS direção de Johana Albuquerque. Em 2023 participa do espetáculo 3 X TEBAS com direção de Juliano Barone. Ambos agraciados com o Prêmio de Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo.Priscilla Dieminger - AtrizFormada pela escola de atores GLOBE-SP, em 2012 é atriz e sócia da Cia. Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais, que foi contemplada pelo 37° edital fomento da secretaria municipal de cultura de São Paulo, mantendo viva uma pesquisa artística focada em espetáculos para o público Infanto Juvenil. Também faz parte da equipe de curadoria do Teatro Itália Bandeirantes desde 2 de setembro de 2022. Assim que terminou o curso profissionalizante atuou no espetáculo “A história do comunismo contada aos doentes mentais", dirigida por André Abujamra e Miguel Hernandes, projeto que foi contemplado pelo Edital PROAC n˚ 09/2014. Pela Cia. Núcleo Sem Querer fez parte da criação dos espetáculos “O Impostor Geral", do russo Nikolai Gógol; “Fuente Ovejuna", do espanhol Lope de Vega, que concorreu ao PRÊMIO SHELL e ao PRÊMIO FEMSA, contemplado pelo Edital n˚01/2018/SMC-NFC - PRÊMIO ZÉ RENATO e pelo Edital PROAC EXPRESSO LEI ALDIR BLANC N˚ 38/2020; “Conto de Inverno", de William Shakespeare, que foi produzido pelo Edital PROAC 07/2018 e "3x1 TEBAS", espetáculo de finalização de fomento.Desde sua formação, trabalha em projetos da Produtora Cultural 'Núcleo Educatho’ com espetáculos infantis e contações de histórias realizadas em Sescs, Bibliotecas da rede municipal e Casas de Cultura de São Paulo. Atuou também na exposição Gastronômica “Como Penso Como", de Simone Matar, dirigida por Joca Andreazza. Atualmente faz parte do projeto "LEITURA ÀS CEGAS" contemplado pelo edital ProAc n° 47/2022, com leituras dramáticas criadas para pessoas com deficiência visual e também atua no espetáculo O HOMEM MAIS INTELIGENTE DA HISTÓRIA baseado na obra de Augusto Cury em turnê pelo Brasil. Edi Cardoso - AtrizÉ atriz formada pela Escola Livre de Teatro de Santo André- ELT, integrante da Companhia do Miolo, cia de teatro de rua da cidade de São Paulo desde 2005, como de atriz, preparadora corporal e arte educadora, tendo como funções escrita e elaboração de projetos culturais, oficinas artísticas pedagógicas, elaboração e curadoria de mostras teatrais nos projetos da cia. De 2014 a 2018 foi artista colaboradora no ...AVOA! núcleo artístico como criadora e intérprete em dança contemporânea. De 2018 a 2021 compôs o quadro de professores da Oficina de Atores Nilton Travesso ministrando aula de expressão corporal e vocal na formação profissional de atores e atrizes. Atualmente colabora como criadora intérprete em dança e assistente de direção no coletivo “Menos 1 invisível’. Sua criação artística tem como base a pesquisa corporal através das abordagens corporais somáticas e a investigação do espaço da rua. É fisioterapeuta formada pelo Centro Universitário São Camilo (2009), especializou-se em Saúde da Mulher pela Universidade Federal de São Carlos em 2018, e em Saúde Pélvica pela Faculdade de Medicina da Usp (Instituto Central do Hospital das Clínicas de São Paulo-2023) é Doula desde 2016, pesquisa as intersecções entre arte e saúde, gênero e raça nas ações de cuidado integral e processos artísticos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.