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Produção e circulação do espetáculo teatral "Camille Claudel _ Há sempre algo de ausente que me atormenta", baseado na vida da escultora francesa Camille Claudel. A proposta contempla 27 apresentações presenciais, com ações de acessibilidade e mediação cultural, abordando temas como arte, saúde mental, violência psicológica contra a mulher e invisibilização feminina na história da arte. O projeto visa gerar trabalho e renda para profissionais da cultura e promover acesso democrático à arte, com foco na formação de plateia e na valorização da cultura teatral.
Espetáculo Teatral – “Camille Claudel – Há sempre algo de ausente que me atormenta”,Classificação indicativa: 14 anosO espetáculo teatral “Camille Claudel – Há sempre algo de ausente que me atormenta”, aborda os últimos anos de vida da escultora francesa Camille Claudel (1864–1943), destacando sua permanência em um hospital psiquiátrico no sul da França, onde esteve internada por quase três décadas. A trama se passa no ano de 1932 e tem como ponto de partida a chegada de uma carta enviada por seu amigo e incentivador Eugène Blot.A partir desse contato com o mundo exterior, Camille é levada a revisitar sua trajetória, refletindo sobre sua arte, sua condição de mulher num meio artístico dominado por homens e seu intenso relacionamento com o escultor Auguste Rodin.Em cena, a personagem é interpretada por duas atrizes, que representam dois lados de Camille: a mulher madura, marcada pela dor e pela reclusão, e a Camille mais jovem, ainda movida pela esperança, pelo ímpeto criativo e pelo desejo de liberdade. Essas duas versões da personagem compartilham o palco num embate íntimo, simbólico e poético, onde memória e delírio se entrelaçam.O texto propõe um diálogo interno entre essas duas “Camilles” – uma espécie de monólogo-duplo, em que passado e presente se confrontam, expondo os conflitos de uma mulher incompreendida, invisibilizada e silenciada. A encenação destaca a fragmentação da subjetividade, revelando com sensibilidade os efeitos da violência psicológica, da exclusão e da solidão, sem renunciar à ternura e da humanidade de sua protagonista.Com forte apelo emocional e visual, o espetáculo mistura teatro dramático, linguagem simbólica e elementos da arte plástica, propondo uma reflexão sobre arte, loucura, invisibilidade feminina e resistência poética. A obra é voltada ao público jovem e adulto, especialmente interessados em arte, história, gênero e saúde mental.
Objetivo GeralViabilizar a produção e circulação do espetáculo "Camille Claudel _ Há sempre algo de ausente que me atormenta", promovendo o acesso à cultura, o fortalecimento da cadeia produtiva das artes cênicas e a formação de plateias, por meio da abordagem crítica de temas como arte, loucura, violência de gênero e invisibilidade feminina na história da arte.Objetivos Específicos· Produzir o espetáculo teatral "Camille Claudel _ Há sempre algo de ausente que me atormenta", com dramaturgia inspirada na vida e obra da escultora Camille Claudel;· Realizar 27 apresentações públicas do espetáculo em diferentes cidades, com entrada gratuita ou preços acessíveis;· Garantir acessibilidade em pelo menos 30% das sessões, com tradução em Libras e audiodescrição;· Realizar rodas de conversa com o público após sessões selecionadas, como ações de mediação cultural e formação de plateia;· Gerar pelo menos 20 postos de trabalho temporários para profissionais da cultura, priorizando a diversidade de gênero e raça;· Produzir material gráfico e digital para divulgação e comunicação do projeto, com plano de divulgação regional e nacional;· Realizar registro audiovisual e fotográfico de todo o processo, para prestação de contas e memória cultural;· Estimular o debate sobre protagonismo feminino, saúde mental e violência de gênero por meio da arte teatral;· Fomentar o acesso de novos públicos ao teatro, com ações educativas e mobilização em escolas e instituições culturais locais.
O projeto Camille Claudel _ Há sempre algo de ausente que me atormenta propõe a produção e circulação de um espetáculo teatral que aborda, de forma poética e crítica, a vida e a obra da escultora francesa Camille Claudel, com enfoque nos últimos anos de sua existência marcados pela reclusão forçada em um hospital psiquiátrico. A partir de sua trajetória, a encenação trata de temas sensíveis e contemporâneos como o apagamento das mulheres na história da arte, a violência psicológica de gênero, a saúde mental e a resistência criativa como forma de afirmação de identidade.A proposta se insere plenamente no escopo da Lei Federal de Incentivo à Cultura, sendo adequada para captação de recursos por meio do mecanismo de renúncia fiscal, conforme previsto nos incisos II e III do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao:· Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, com a montagem de um espetáculo teatral de caráter artístico e social (inciso II);· Apoiar a valorização e difusão das expressões culturais que promovam o pensamento crítico e o direito à memória, especialmente por meio da linguagem cênica (inciso III).Além disso, a execução do projeto atende aos seguintes objetivos estabelecidos no Art. 3º da mesma Lei, entre eles:· Estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira (inciso I), por meio da circulação do espetáculo em diversas cidades, fora dos grandes centros e com foco na descentralização do acesso à arte;· Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais brasileiras (inciso II), a partir de uma obra que, embora tenha inspiração internacional, discute questões universais pela ótica de artistas brasileiros e promove o intercâmbio entre linguagens e contextos;· Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro (inciso III), ao fortalecer a memória crítica sobre a condição feminina na história da arte e ampliar os debates sobre o papel das mulheres nas artes e na sociedade;· Apoiar projetos que integrem ações culturais e educacionais (inciso VI), como as ações de mediação cultural, rodas de conversa, materiais acessíveis e ensaios abertos ao público previstos no projeto;· Garantir o direito à cultura às pessoas com deficiência, promovendo ações de acessibilidade física e de conteúdo (inciso X), em pelo menos 30% das apresentações.O apoio por meio da Lei de Incentivo é fundamental para a concretização do projeto, visto que sua natureza contempla:· Gratuidade de acesso ou preços simbólicos, sem retorno financeiro direto que possibilite sua sustentabilidade via bilheteria;· Ações educativas, de acessibilidade e mediação cultural, que ampliam significativamente seu impacto social, mas aumentam os custos operacionais;· Geração de trabalho e renda para mais de 20 profissionais da cadeia produtiva da cultura, valorizando especialmente mulheres, pessoas negras e artistas independentes.Dessa forma, o projeto se alinha aos princípios constitucionais do acesso à cultura como direito social e aos objetivos das políticas públicas de fomento cultural, promovendo formação de plateia, inclusão social, descentralização da produção cultural e valorização da diversidade artística e humana. Seu caráter inovador, sensível e necessário justifica plenamente sua realização por meio do mecanismo de incentivo fiscal previsto na Lei nº 8.313/91, sendo um investimento legítimo no fortalecimento da cultura como ferramenta de transformação social.
O espetáculo “Camille Claudel – Há sempre algo de ausente que me atormenta”, apresenta uma abordagem profundamente sensível e crítica sobre a trajetória de uma mulher artista que, apesar de seu imenso talento, foi silenciada e esquecida pelas estruturas patriarcais da história da arte. A proposta ultrapassa a encenação teatral: constitui-se como uma ação cultural com potencial transformador, ao reunir arte, memória, educação, inclusão e igualdade de gênero.Entre os objetivos estruturantes da proposta, destacam-se:· Revisão histórica e reconhecimento artístico: A montagem promove uma releitura necessária da vida e obra de Camille Claudel, revisitando os marcos de sua trajetória e enfrentando o apagamento histórico ao qual foi submetida. Ao fazê-lo, o projeto contribui para reconstruir narrativas mais justas e representativas sobre o papel das mulheres na história da arte ocidental.· Educação e sensibilização do público: O projeto utiliza o teatro como meio de educação estética, histórica e social, especialmente junto a públicos jovens e instituições de ensino, sensibilizando o espectador para os dilemas vividos por Claudel e, por extensão, por tantas mulheres artistas ainda hoje invisibilizadas.· Promoção da igualdade de gênero nas artes: A história de Camille Claudel é o ponto de partida para reflexões mais amplas sobre os desafios enfrentados por mulheres no campo artístico, dialogando com questões contemporâneas como o preconceito de gênero, o silenciamento de vozes femininas e a luta por espaços de expressão e reconhecimento.· Difusão de acervo e conhecimento artístico: A peça busca despertar o interesse do público pela obra escultórica de Camille Claudel, estimulando o conhecimento e a pesquisa sobre sua produção, incentivando o acesso a seu acervo e ampliando o debate sobre a valorização da arte feita por mulheres.· Empoderamento e inspiração: O espetáculo também se configura como uma forma de empoderamento simbólico, ao trazer à tona a luta de uma artista que, mesmo enfrentando obstáculos sociais, emocionais e institucionais, produziu obras marcadas por potência, beleza e expressão singular. Essa narrativa pode inspirar novas gerações de mulheres artistas, encorajando-as a resistir e criar com liberdade.Além dos objetivos artísticos, o projeto parte de uma realidade concreta de desigualdade estrutural: o cenário ainda excludente enfrentado por mulheres nas artes, especialmente aquelas que não se enquadram nos padrões hegemônicos. O espetáculo “Camille” traz à luz essa realidade, ao tratar da solidão da mulher artista, da pressão social e institucional sobre sua subjetividade, e da persistente precarização de sua trajetória profissional e emocional.Por fim, trata-se de uma proposta que busca contribuir para o avanço de políticas culturais que reconheçam o papel da arte como ferramenta de transformação social, fortalecendo os princípios de diversidade, equidade, acesso e memória, e valorizando as trajetórias femininas na cultura brasileira e internacional.
Produto cultural: Espetáculo teatral – “Camille Claudel – Há sempre algo de ausente que me atormenta”,Formato: PresencialDuração média: 80 minutosClassificação indicativa: 14 anosPúblico-alvo: Jovens e adultos, especialmente interessados em arte, história, gênero, saúde mental e direitos das mulheres.Características técnicas do espetáculo: O espetáculo será encenado com duas atrizes em cena, explorando recursos visuais e simbólicos para representar os dois lados da personagem principal. A encenação utiliza iluminação dramática, trilha sonora original e elementos cenográficos inspirados em ateliês de escultura e hospitais psiquiátricos do início do século XX.A montagem prevê um cenário de médio porte, adaptável a diferentes tipos de palco italiano, com necessidade de grid para iluminação frontal e lateral. A trilha sonora será operada via sistema de som digital, conforme a estrutura do local. O espetáculo conta com figurinos de época e adereços cuidadosamente construídos para reforçar a ambientação histórica e psicológica da obra.Equipamentos e recursos mínimos necessários para realização do espetáculo:· Palco com dimensões mínimas de 8m (largura) x 6m (profundidade) x 4m (altura livre)· Sistema de iluminação com 10 refletores (mínimo), incluindo elipsoidais e fresnéis· Mesa de luz com canais suficientes para operação dos efeitos de cena· Sistema de som com caixa frontal estéreo, retorno de palco e mesa de 8 canais· Cadeiras e estrutura cênica modular (cenário transportável)· Espaço de bastidores para troca de figurinos e operação técnica· Ambiente com isolamento acústico ou controle de ruído externo (quando em espaços alternativos) Material de apoio e mediação:· Roda de conversa ao final de sessões selecionadas, com presença da equipe artística e mediação de profissionais convidados (área da saúde mental, arte ou educação)· Material digital de divulgação com linguagem acessível, destinado à formação de plateia· Registro audiovisual para fins de documentação, memória cultural e exibição gratuita em streaming· Caderno digital com informações sobre a vida e obra de Camille Claudel, reflexões sobre os temas abordados e proposta de atividades para mediação em escolas (em fase de estruturação, conforme viabilidade orçamentária)Adaptação técnica:O espetáculo será adaptável a teatros de médio porte, centros culturais, auditórios e espaços alternativos com infraestrutura mínima. A equipe técnica realizará visita técnica prévia (quando possível) e fará adaptações necessárias para garantir segurança, acessibilidade e qualidade técnica da montagem em cada local.
O projeto “Camille Claudel – Há sempre algo de ausente que me atormenta”, está comprometido com a promoção do acesso universal à cultura, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e as diretrizes de acessibilidade previstas nos editais da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Nesse sentido, foram incorporadas ao planejamento ações específicas voltadas à acessibilidade física e à acessibilidade de conteúdo, de forma a garantir a participação plena de pessoas com deficiência (PCD) e mobilidade reduzida nas atividades propostas.1. Acessibilidade FísicaAs apresentações do espetáculo acontecerão em espaços previamente avaliados quanto à sua adequação às normas de acessibilidade física. A escolha dos locais levará em consideração os seguintes critérios:· Acesso com rampas e pisos nivelados, facilitando o deslocamento de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;· Banheiros adaptados para PCDs, devidamente sinalizados e com espaço adequado para manobras;· Presença de cadeiras resistentes para pessoas com obesidade, garantindo conforto e segurança;· Guias táteis no piso e sinalização adequada, quando disponíveis, para orientação de pessoas com deficiência visual;· Vagas reservadas e acessos prioritários, conforme legislação vigente.Caso o espaço cultural selecionado ainda não esteja totalmente adaptado, será buscada a parceria com a instituição responsável para implementação de melhorias temporárias ou soluções alternativas que possibilitem a inclusão, como sinalização portátil, instalação provisória de rampas e apoio de equipe técnica treinada.2. Acessibilidade de ConteúdoAlém do acesso físico ao espaço, o projeto prevê ações que possibilitem a compreensão do conteúdo artístico por públicos com diferentes necessidades comunicacionais. Para isso, estão previstas as seguintes medidas:· Nove apresentações com tradução simultânea em Libras (Língua Brasileira de Sinais), realizadas por intérpretes capacitados e posicionados de forma visível ao público durante toda a sessão;· Disponibilização de material digital acessível (folders ou cards online) com informações sobre o espetáculo em linguagem simples e objetiva, favorecendo o entendimento de pessoas com deficiência intelectual e público com baixa escolaridade;· Sinalização visual clara nos espaços de realização das apresentações, com pictogramas e orientações de circulação;· Capacitação da equipe de recepção e produção para atendimento respeitoso e inclusivo ao público com deficiência, com orientações básicas sobre abordagem, deslocamento e acolhimento;· Nove apresentações com audiodescrição e visitas sensoriais para pessoas cegas ou com baixa visão, especialmente em instituições de ensino e centros culturais parceiros.Todas as ações de acessibilidade serão previamente divulgadas nos canais de comunicação do projeto, de forma clara e acessível, permitindo que o público se programe para participar das sessões com os recursos desejados. A equipe do projeto também estará aberta a receber sugestões e solicitações de acessibilidade adicionais, sempre que possível.Compromisso com a InclusãoAcreditamos que o direito à arte e à cultura é universal. A inclusão de medidas de acessibilidade no projeto “Camille Claudel – Há sempre algo de ausente que me atormenta”, não se restringe ao cumprimento de uma exigência legal, mas sim reflete o compromisso ético e estético com a democratização do acesso, a valorização da diversidade e a construção de um ambiente cultural mais justo, sensível e acolhedor.Com essas ações, o projeto pretende contribuir para a construção de experiências teatrais que não apenas acolham, mas também celebrem as múltiplas formas de estar e sentir no mundo.
O projeto "Camille" busca garantir o acesso democrático e amplo à cultura, com ações específicas voltadas à gratuidade, inclusão social e distribuição acessível de seus produtos culturais, tanto presencialmente quanto no ambiente digital.1. Distribuição de IngressosTodas as apresentações serão gratuitas ou com valores simbólicos e acessíveis, respeitando os limites de renda das comunidades atendidas e as diretrizes do incentivo fiscal. A distribuição dos convites será feita com prioridade para:· Instituições que atendem pessoas com deficiência (PCDs), as quais receberão ingressos válidos para qualquer uma das sessões com acessibilidade de conteúdo (Libras/audiodescrição);· Escolas públicas, centros culturais comunitários e instituições sociais, especialmente em cidades com menor acesso a bens culturais.A seleção dessas instituições será realizada em articulação com as secretarias municipais de cultura e educação, garantindo o alcance de públicos diversos e a efetiva democratização do acesso.2. Ensaios Abertos e GratuitosDurante o período de montagem do espetáculo, serão realizados ensaios abertos ao público, com entrada gratuita. Esses momentos têm como objetivo aproximar a comunidade do processo criativo da obra, promovendo a formação de plateia, o interesse pelo teatro e o contato direto com os artistas e equipe técnica.Os ensaios abertos serão divulgados com antecedência nas redes sociais e canais da produtora, priorizando a participação de estudantes, artistas locais, educadores e pessoas em situação de vulnerabilidade social.3. Transmissão Digital e Acesso OnlineAo final do período de circulação presencial, o espetáculo será disponibilizado integralmente em canal de streaming da produtora, de forma gratuita e permanente, ampliando o alcance do projeto para todo o território nacional.Essa medida visa alcançar públicos que não puderam assistir presencialmente, como moradores de regiões distantes, pessoas com mobilidade reduzida, idosos, estudantes e educadores que desejam utilizar o conteúdo como ferramenta pedagógica.4. Potencial de ImpactoEssas ações, em conjunto, fortalecem o compromisso do projeto com o acesso irrestrito à arte, atuando não apenas na distribuição dos produtos culturais, mas também na formação de novos públicos, na inclusão de grupos historicamente marginalizados e na circulação ampla da obra, para além dos limites geográficos e econômicos.A democratização do acesso é, portanto, um dos pilares centrais da proposta, que busca promover a cultura como direito e não como privilégio.
Participação da ProponenteA proponente OBATALA PRODUÇÕES CULTURAIS LTDA será responsável pela gestão administrativa e financeira do projeto, incluindo a contratação da equipe, articulação com parceiros institucionais, planejamento logístico da circulação, organização das ações de acessibilidade e mediação cultural, execução do plano de divulgação, acompanhamento dos ensaios e apresentações, registro audiovisual das atividades e elaboração da prestação de contas final. Com histórico consolidado na produção e circulação de projetos culturais de relevância artística e social, a OBATALA PRODUÇÕES CULTURAIS LTDA atua na valorização das artes cênicas, da diversidade e do acesso democrático à cultura.Principais IntegrantesMarcelo Novazzi – DramaturgoDramaturgo, cronista, publicitário e profissional da comunicação. É autor de diversas peças teatrais, como Pietà, Queria matar alguém para ver como era e Nós poderemos estar mortos amanhã. Recebeu o 4º lugar no Concurso Literário do Sindicato dos Publicitários com o livro de contos Pão Comido, Amigo Despedido. Lançou dois volumes com sete peças teatrais cada: Paixão e Catarse – O Teatro de Marcelo Novazzi (2020 e 2021). Também escreveu crônicas sobre comportamento para o jornal Clarim da Ilha de Ilhabela.Miriam Palma – Diretora Artística e AtrizAtriz, diretora, dramaturga e roteirista com mais de 30 anos de atuação no teatro, cinema e televisão. Graduada em Jornalismo pela USP e em Artes Cênicas pelo INDAC, estudou atuação e roteiros na New York University. Atuou em montagens como Gaslight, Eles não usam Black Tie e As Encalhadas, dirigida por Bibi Ferreira. Esteve em produções televisivas como Segunda Chamada, Amor à Vida e Cinquentinha. Como dramaturga, escreveu e dirigiu diversos espetáculos de sucesso. Em Camille, interpreta a protagonista e assina a direção cênica.Lua Império – AtrizLua Império é atriz com DRT (42691-SP), graduada em Artes Cênicas pela Célia Helena e formada pela Escola de Atores Wolf Maya. Atua no teatro, cinema e TV, com trabalhos como o longa #Partiufama (HBOMax) e o curta Tempestade. Também é palestrante, ministra oficinas e possui vivência em dança, direção e leitura dramática.Fernando Vieira – AtorFernando Vieira é ator, mímico e preparador de elenco com extensa trajetória no teatro, TV e cinema desde 1984. Formado em Comunicação Social pela FAAP, estudou com mestres como Denise Stoklos e Phillipe Gaulier. Atuou em novelas da Globo, Record, Band, e séries da Disney. Como preparador, treinou artistas e executivos em expressão e comunicação. Premiado no Festival de Gramado e na Rússia, também é criador de formatos autorais e oficinas de mímica e clown.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.