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Este projeto prop?e a realiza??o de 15 oficinas de cria??o com Intelig?ncia Artificial Generativa para pessoas de 15 a 25 anos em comunidades da periferia de S?o Paulo. O objetivo ? capacit?-los tecnicamente e artisticamente no uso de IA generativa como ferramenta de express?o, expandindo seus horizontes e permitindo a cria??o de novas narrativas visuais.Al?m de capacita??o, o projeto visa fomentar autonomia criativa e multiplica??o do conhecimento dentro das comunidades, fortalecendo identidades e reimaginando possibilidades de se enxergar.As oficinas culminar?o em uma exposi??o final em um espa?o cultural relevante e no lan?amento de um livro que reunir? as imagens e reflex?es dos participantes, ampliando o impacto do projeto
Este projeto prop?e a realiza??o de 15 oficinas de cria??o com Intelig?ncia Artificial Generativa para pessoas de 15 a 25 anos em comunidades da periferia de S?o Paulo. O objetivo ? capacit?-los tecnicamente e artisticamente no uso de IA generativa como ferramenta de express?o, expandindo seus horizontes e permitindo a cria??o de novas narrativas visuais.Al?m de capacita??o, o projeto visa fomentar autonomia criativa e multiplica??o do conhecimento dentro das comunidades, fortalecendo identidades e reimaginando possibilidades de se enxergar.As oficinas culminar?o em uma exposi??o final em um espa?o cultural relevante e no lan?amento de um livro que reunir? as imagens e reflex?es dos participantes, ampliando o impacto do projeto.
Este projeto prop?e a realiza??o de 15 oficinas de cria??o com Intelig?ncia Artificial Generativa para pessoas de 15 a 25 anos em comunidades da periferia de S?o Paulo. O objetivo ? capacit?-los tecnicamente e artisticamente no uso de IA generativa como ferramenta de express?o, expandindo seus horizontes e permitindo a cria??o de novas narrativas visuais.Al?m de capacita??o, o projeto visa fomentar autonomia criativa e multiplica??o do conhecimento dentro das comunidades, fortalecendo identidades e reimaginando possibilidades de se enxergar.As oficinas culminar?o em uma exposi??o final em um espa?o cultural relevante e no lan?amento de um livro que reunir? as imagens e reflex?es dos participantes, ampliando o impacto do projeto.Objetivos Especificos:P?blico-alvoJovens de 15 a 25 anos, moradores de comunidades perif?ricas de S?o Paulo.Atividades Propostas- 15 oficinas presenciais, com dura??o de 6 horas cada, realizadas em equipamentos culturais como F?bricas de Cultura, Centros Culturais ou ONGs parceiras inseridos dentro dos territ?rios.Introdu??o ? IA generativa como ferramenta criativa e reflex?es sobre identidade, mem?ria e futuro.Orienta??o t?cnica (cria??o de imagens, escrita de prompts, curadoria de resultados).Exerc?cios de imagina??o expandida e narrativa visual.Produ??o de imagens coletivas e individuais ao longo das oficinas.- 1 exposi??o final em espa?o cultural (p?blico ou privado).- 1 livro-cat?logo com as imagens e reflex?es dos jovens participantes.
Vivemos um momento de transformação tecnológica, em que a Inteligência Artificial influencia a forma como criamos, consumimos e nos relacionamos com a cultura. Porém, o acesso a essas ferramentas criativas ainda limitado principalmente nas periferias, onde as oportunidades são escassas.A IA generativa permite a qualquer pessoa expandir sua imagina??o e contar hist?rias que antes pareciam imposs?veis ? sejam elas sobre passados apagados ou futuros teoricamente imposs?veis. Este projeto responde ? urg?ncia de democratizar o acesso a essas tecnologias, promovendo inclus?o, protagonismo e autonomia.Ao se apropriar da IA como ferramenta de criação, esses jovens se tornarão multiplicadores dentro de suas comunidades, capazes de inspirar novos sonhos e realidades.O presente projeto prop?e a realiza??o de 10 a 20 oficinas de cria??o art?stica com o uso de Intelig?ncia Artificial Generativa, voltadas a jovens de 15 a 25 anos residentes em comunidades da periferia de S?o Paulo. Al?m de promover o acesso a ferramentas tecnol?gicas de ponta, o projeto visa fomentar a expressão artística, a autonomia criativa e o fortalecimento das identidades desses jovens, ampliando suas perspectivas e oportunidades no campo das artes visuais e digitais.Dada sua relevância social, formativa e cultural, este projeto necessita do apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei Federal n. 8.313/1991 (Lei de Incentivo a Cultura), por se tratar de uma ação que dificilmente encontraria viabilidade financeira no mercado tradicional, sobretudo por ser direcionada a p?blicos em situa??o de vulnerabilidade e por envolver uma proposta inovadora, ainda pouco explorada no Brasil.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1 da Lei 8.313/91, que definem as ?reas pass?veis de apoio:Inciso I ? Est?mulo ? produ??o cultural e art?stica;Inciso III ? Apoio a estudos e pesquisas na ?rea cultural;Inciso V ? Est?mulo ao acesso da popula??o aos bens culturais;Inciso IX ? Desenvolvimento de programas de forma??o, qualifica??o e aperfei?oamento de profissionais da ?rea cultural.Al?m disso, o projeto contribui diretamente para o alcance dos objetivos estabelecidos no Art. 3? da mesma Lei, especialmente:Inciso I, al?neas "C" e "D":C Promo??o e est?mulo ? regionaliza??o da produ??o cultural e art?stica, com valoriza??o de recursos humanos e conte?dos locais;D Apoio e est?mulo ? difus?o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de identidade, de mem?ria cultural brasileira e de cidadania.Inciso II, al?nea "B":B Est?mulo ? forma??o art?stica e cultural, por meio do apoio a programas e projetos que desenvolvam o conhecimento, a difus?o e o acesso ?s diversas formas de express?o cultural.Portanto, a Lei de Incentivo ? Cultura se mostra fundamental para viabilizar este projeto, garantindo que jovens historicamente exclu?dos dos processos de produ??o e frui??o cultural tenham acesso qualificado ?s novas linguagens e tecnologias, potencializando sua capacidade criativa e sua participa??o ativa no cen?rio cultural brasileiro.
Resultados EsperadosFormação técnica e criativa de 100 a 200 jovens.Criação de imagens que ressignificam o imaginário cultural periférico.Estímulo ao pensamento crítico e à produção de narrativas próprias.Fortalecimento de redes locais de cultura e tecnologia.Um livro e uma exposição que servem como marco e inspiração para novos projetos.
AcessibilidadeO projeto será planejado e executado de forma a garantir ampla acessibilidade, tanto no aspecto físico quanto no acesso ao conteúdo, assegurando que pessoas com deficiência possam participar das atividades e compreender plenamente as propostas do projeto.Acessibilidade FísicaAs oficinas e a exposição final ocorrerão em espaços culturais e comunitários que possuam estrutura de acessibilidade ou que possam ser adequadamente adaptados para esse fim. Serão observados os seguintes aspectos:Ambientes com acesso por rampas ou elevadores, garantindo o deslocamento de pessoas com mobilidade reduzida ou cadeirantes;Banheiros adaptados para pessoas com deficiência;Sinalização tátil e visual, quando disponível, para orientação de pessoas com deficiência visual;Espaços de circulação amplos, que permitam o deslocamento seguro de todos os participantes;Caso o espaço originalmente selecionado não atenda a essas exigências, o projeto garantirá as adaptações ou buscará outro local adequado.Acessibilidade de ConteúdoAs ações formativas e culturais do projeto também contarão com recursos de acessibilidade de conteúdo, visando a compreensão e participação de pessoas com deficiência:Disponibilização de intérprete de Libras nas oficinas e na exposição final;Material informativo e institucional do projeto (como cartazes e folders) disponibilizado em formatos acessíveis, incluindo Braille, quando pertinente;Recursos de audiodescrição, principalmente durante a exposição final, para descrição das imagens criadas pelos participantes;Legenda descritiva em vídeos, caso sejam produzidos conteúdos audiovisuais;Realização de visita sensorial guiada na exposição final, oferecendo uma experiência inclusiva para pessoas com deficiência visual ou intelectual.A preocupação com a acessibilidade é um dos compromissos centrais do projeto, alinhado ao princípio da democratização do acesso à cultura e da inclusão social, especialmente em comunidades que historicamente enfrentam barreiras para acessar tanto a cultura quanto as novas tecnologias.
Democratização de AcessoO projeto será totalmente gratuito, tanto nas oficinas formativas quanto nas atividades culturais e nos produtos gerados, garantindo o acesso irrestrito ao público-alvo e à comunidade em geral.Distribuição e Comercialização dos ProdutosO livro que reunirá as imagens e reflexões dos participantes será distribuído gratuitamente em espaços culturais, bibliotecas públicas e escolas das comunidades envolvidas;Uma versão digital do livro será disponibilizada gratuitamente na internet, em formato acessível, para ampliar seu alcance;As imagens criadas pelos jovens também estarão disponíveis em uma galeria virtual, de acesso aberto, ampliando a visibilidade do projeto e de seus participantes;Não haverá comercialização dos produtos da proposta, uma vez que o objetivo central é educativo, social e cultural.Outras Medidas de Ampliação de AcessoPara garantir que o impacto do projeto vá além dos participantes diretos, serão adotadas as seguintes iniciativas:Exposição final gratuita, aberta ao público em um espaço cultural relevante e acessível;Oficinas paralelas de sensibilização sobre Inteligência Artificial e arte digital, direcionadas a educadores, familiares e membros da comunidade, promovendo a compreensão e o diálogo sobre o tema;Transmissão ao vivo ou gravação de momentos-chave do projeto, como a abertura da exposição e rodas de conversa, por meio das redes sociais e canais digitais, garantindo que pessoas de outras regiões ou com dificuldade de deslocamento possam acompanhar o projeto.
Pedro Garcia de Moura, - Proponente, diretor artistico - criador do Estúdio Fatumbi, é um dos principais artistas visuais brasileiros a explorar as possibilidades da geração de imagens com inteligência artificial. Ele é o idealizador do perfil “Carnavais Artificiais”, que se transformou em livro pela editora Afluente, e também atua como palestrante e educador, tendo ensinado centenas de alunos a utilizar a IA generativa como ferramenta para a expressão artística em cursos livres e para grandes empresas como TV Globo, Editora Abril e Google, além de instituições como Sesc, Senac e Museu do Amanhã.Como Cartiê Bressão, se destacou com suas fotografias e legendas irreverentes que reinterpretam a paisagem urbana carioca. Com uma carreira internacional como publicitário, Pedro já trabalhou em agências renomadas como Madre Buenos Aires, acumulando prêmios como Cannes Lions, D&AD e Clio. Ele também é cofundador da plataforma de shows Queremos!. Como escritor, foi finalista do Prêmio Jabuti com seu livro "Emoção Criativa", no qual propõe um método para desenvolver processos criativos autênticos e potentes, também disponível em podcast pela revista Bravo!Tatiana Caltabiano Cristóvão - Coordenadora de ProduçãoFormada como atriz pela CAL – Casa das Artes de Laranjeiras, no Rio de Janeiro (2003), e licenciada emTeatro pela Faculdade Paulista de Artes (2016).Foi curadora da 2a e 3a edição da Mostra Solo Mulheres (2022 e 2024), realizada no Teatro de ContêinerMungunzá. Atualmente, assina a produção dos seguintes projetos:● Dá Trabalho!, espetáculo idealizado por Cris Wersom, Juliana Rosenthal e Paulo Azevedo, comtemporada no Teatro Itália (julho e agosto de 2025);● Tybyra – Uma Tragédia Indígena Brasileira, do artista Juão Nyn, contemplado pelo FunarteRetomada/2024, com apresentações em cinco aldeias de São Paulo (dezembro de 2024) etemporada no Sesc Avenida Paulista (março a abril de 2025);● Pa’ra – rio de memórias, da artista indígena Lenise Oliveira, com direção de Marina Esteves,temporada no Teatro Anchieta do Sesc Consolação (março a maio de 2025);● A Menina do Candeeiro, da Cia EmbarcAções Teatrais, contemplado pelo Edital ProAC 06/2023 –Produção de espetáculo inédito para público infantojuvenil, com temporada em março e abril de2024 no CCSP e no Centro Cultural Penha, além de circulação por ONGs, CCAs e teatros daperiferia de São Paulo.Produtora do longa-metragem Um Esqueleto, com direção de Edu Menin e Fábio Di’Fiori, pela produtoraBicicleta Branca (2024). Assina a direção de produção do curta-metragem Quando o Amor Não Respira,da Arenga Filmes, contemplado pelo ProAC – Prêmio Estímulo ao Curta-Metragem (2022).Foi também produtora do projeto contemplado pelo ProAC Dramaturgia Inédita: Tybyra – Uma TragédiaIndígena Brasileira, de Juão Nyn (2020), e do espetáculo Aquele Trem, da Cia. DesFRONTe (2022).Entre 2016 e 2017, realizou a produção do espetáculo Feminino Abjeto, com direção de Janaína Leite, emcartaz na Vila Maria Zélia, Sesc Belenzinho, Teatro Centro da Terra, Festival Santista FESTA, Teatro deContêiner, Centro Cultural da Diversidade, Espaço Viga e Teatro Alfredo Mesquita.Há 18 anos, atua como produtora na cidade de São Paulo, colaborando com diversos artistas e coletivosteatrais.Fabricio ZavanellaFunção(ões) Diretor musical, composição, ator, músico, produtor e chocolate makerNome artístico Fabrício ZavaNome Fabrício Gonçalez ZavanellaRG: 34.270.066-2 CPF: 325.508.188-22 DRT: 28501/SP Data de nascimento:22/01/1984Endereço: RuaJaguaribe 629CEP: 01224-001Formado em Canto Popular pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos – Tatuí/SP, ondetambém cursou e atuou no setor de Artes Cênicas. Em 2010, concluiu o curso de Artes Cênicas na EscolaLivre de Teatro de Santo André (ELT), onde também ministrou aulas de música para atores, recebendoindicações a prêmios. É cofundador da banda cênica Cosmoceânica e fundador da marca de chocolatesbean to bar Acorde Chocolates. Fundou, junto a outros artistas, o grupo de teatro “Cia do Mofo”, que foiindicado ao Prêmio Aplauso Brasil em 2015, na categoria de Melhor Trilha Original, pelo espetáculo “HotelTrombose”. Integra o “Grupo Forfé de Teatro”, da cidade de Piracicaba/SP, com o qual recebeu o Prêmio deMelhor Projeto Sonoro no XIII FESTAC (Festival de Teatro de Cubatão) e o Prêmio de Sonoplastia no XIFETEAPP (Festival de Teatro de Paraguaçu Paulista). Participou do projeto de contação de histórias noprograma Quintal da Cultura, da TV Cultura. Atuou como ator e músico no Grupo Vento Forte e gravou atrilha sonora do espetáculo Minhoca na Cabeça, do Grupo Esparrama. Foi produtor musical do livro-CD VaiBrincar Lá Fora, do Grupo Coletivo Alma. Entre 2014 e 2016, atuou como artista orientador do ProjetoVocacional, iniciativa da Prefeitura da Cidade de São Paulo. Em 2017, lançou seu primeiro álbum,Intersecções, o primeiro trabalho de canções traduzido em Libras. Integra também a Cia Narrar HistóriasTeatralizadas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.