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O projeto tem como finalidade fortalecer e ampliar o Caminho Ouricuri, rota tradicional dos povos indígenas de Alagoas, praticada há gerações e conduzida de forma estruturada há mais de duas décadas pelo Instituto Marana, composto por lideranças de etnias como Xukuru-Kariri e Caambembe.A iniciativa busca dar maior suporte técnico e estrutural à atividade já existente, promovendo a capacitação de 50 guias culturais e 50 mestres artesãos indígenas, de modo a aprimorar suas competências, assegurando a preservação e transmissão do patrimônio imaterial representado pelas rotas, saberes e práticas artesanais.A execução inclui a realização também de uma formação cultural prática "Caminho Ouricuri", jornada de 3 dias ao longo de 50 km para 100 participantes, além de uma feira de artesanato indígena aberta ao público, com expectativa de 3.500 visitantes.O projeto garante continuidade e salvaguarda cultural e amplia a capacidade de geração de renda e sustentabilidade comunitária indígena.
O projeto se efetivará em dois eixos. O primeiro eixo é mais formativo e produtivo, pois visa estruturar formações específicas para os 50 guias locais e os 50 artesãos e envolvidos com atividades de comunidades tradicionais para qualificá-los para uma produção e roupagem dos seus produtos de modo a atender as demandas e exigências dos mercados consumidores. As comunidades já produzem cocás, brincos, colares, Arcos e flechas, lanças, gamelas, cachimbos e vasos cerâmicos, que podem e devem ser explorados comercialmente para potencializar a autonomia e o empoderamento dos membros das comunidades. Para tanto,além das oficinas de empreendedorismo, teremos oficinas profissionalizantes sobre trabalho com barro, trabalho com madeira, etc. Outro ponto importante é a aquisição de alguns maquinários que proporcionam uma maior velocidade na produção das peças artesanais, como por exemplo, lixadeiras,motosserras, etc. Como culminância das formações, será realizada uma grande feira para comercialização dos artesanatos. O segundo consistirá na realização de formção prática durante o Caminho Ouricuri pelas antigas rotas indígenas que são extremamente atraentes a segmentos específicos de nichos culturais e de turismo cultural. Este segundo eixo visa divulgar o projeto e atrair potenciais colaboradores para difusão dos produtos, artefatos e serviços oferecidos pelas comunidades tradicionais.A valorização das rotas culturais e do patrimônio imaterial das comunidades indígenas e tradicionais requer, além da promoção externa, a formação de agentes locais capazes de mediar, organizar e conduzir vivências culturais com ainda mais autonomia, ética e autenticidade. O instituto Marana já realiza o Caminho Ouricuri há mais de duas décadas, assim agindo com mediador e salvaguardando os saberes culturias das comunidades indígenas de Alagoas participantes. Apesar de já existirem experiências espontâneas de recepção e venda de produtos artesanais, estas acontecem de forma desarticulada, sem preparo técnico e com pouca visibilidade. Da mesma forma, os visitantes carecem de contexto e aprofundamento para compreender as manifestações culturais locais com o devido respeito e interesse. Então busca-se realizar as oficinas formativas prévias para preparar os agentes culturais locais; oficinas para artesãos e Palestras e rodas de conversa durante o percurso do Caminho Ouricuri para o público participante.Assim, o projeto fortalece a salvaguarda cultural e o desenvolvimento sustentável das comunidades por meio da educação, da troca de saberes e da valorização da diversidade.Formação para Guias locais e artesãs comunitáriosObjetivos: Capacitar 50 agentes culturais comunitários e 50 artesãs counitários para atuarem na mediação, promoção e valorização das rotas culturais do Caminho Ouricuri, integrando visitantes e comunidades por meio do conhecimento, da vivência e da valorização da diversidade cultural.Objetivos Específicos(PRODUTO): CURSO/CAPACITAÇÃOFormação Inicial (Guias e Artesãos)1. Desenvolver habilidades de mediação e hospitalidade para recepção de visitantes nas comunidades.2. Promover a valorização e transmissão de saberes tradicionais e modos de vida.3. Capacitar na organização e comercialização consciente de produtos artesanais.4. Fortalecer o empreendedorismo cultural comunitário e juvenil.(PRODUTO): CURSO/CAPACITAÇÃOFormação para artesãos(as) das comunidades envolvidasObjetivoCapacitar guias e artesãos das comunidades indígenas e tradicionais para atuarem com protagonismo, autenticidade e sustentabilidade no Caminho Ouricuri.Público-alvo: jovens, adultos e idosos de comunidades que muitas vezes não se reconhecem como tais pela ausência de oportunidades e de valorização econômica de sua cultura.(PRODUTO): CURSO/CAPACITAÇÃOEtapa 2: Formação prática para participantes da Caminhada Ouricuri (estudantes, pesquisadores, visitantes, público geral).Objetivo: formação prática durante uma vivências Caminho OuricuriPúblico - alvo: As 100 pessoas participantes das formações de guias locais e artesãs. (PRODUTO): CURSO/CAPACITAÇÃOEtapa 3: promover a feira cultural de demonstração e comercialização do artesanato.1. Promover a escuta e o diálogo entre público visitante e comunidade tradicional.2. Sensibilizar o público quanto ao valor do patrimônio imaterial das comunidades envolvidas.3. Fortalecer a consciência crítica sobre cultura, território, sustentabilidade e pertencimento.
Objetivo geral: Promover a valorização e a difusão das manifestações culturais de comunidades indígenas e tradicionais de Alagoas, por meio da capacitação de agentes locais e artesãos para atuação como mediadores culturais e empreendedores do artesanato, e do mapeamento e sistematização de rotas culturais ancestrais, , fortalecendo práticas de salvaguarda, fruição e sustentabilidade econômica desses territórios.Objetivos Específicos1. Capacitar 50 agentes culturais das comunidades indígenas como guias mediadores através de curso de formação com carga horária de 20 horas, com foco na mediação cultural, técnicas de recepção e condução de grupos, narrativas e história local, noções de segurança em trilhas, e empreendedorismo comunitário. ( Produto: Capacitação)2. Qualificar 50 mestres artesãos das comunidades indígenas em gestão e valorização de sua produção através de curso de formação com carga horária de 20 horas, com foco em técnicas de aperfeiçoamento dos seus produtos, técnicas de comercialização, precificação justa, design de produto, storytelling (associar a história cultural à peça), sustentabilidade no uso de insumos e gestão financeira básica. ( Produto: Capacitação)3. Formação cultural para as 100 pessoas duarnte o caminho Ouricuri: jornada de 3 dias ao longo de 50km em que acontece o curso. Os agentes locais e artesãs serão convidados a finalizarem suas formações por meio desse curso prático de vivência. ( Produto: Capacitação)4. Realizar a Feira de Artesanato Ouricuri Caiçara, na orla de Maceió: um evento de exposição e comercialização para geração de renda direta para comunidade indígena, com expectativa de público de 3.500 pessoas. ( Produto: Exposição Cultural).
O projeto Caminho Ouricuri: Transformando vidas através da arte nasce da necessidade de preservar, valorizar, salvagar e dar visibilidade às manifestações culturais de comunidades indígenas e tradicionais do estado de Alagoas. Essas manifestações representam um rico patrimônio imaterial, composto por práticas ancestrais, celebrações, modos de vida e produção artesanal, muitas vezes pouco reconhecidos pelas instituições formais de cultura e ainda invisibilizados no circuito turístico-cultural.Apesar do crescente interesse de visitantes nacionais e internacionais, a experiência turística vivida nessas localidades ainda se apresenta fragmentada, desarticulada e sem mediação cultural qualificada. As comunidades carecem de estrutura, formação e canais de divulgação que possam transformar suas práticas culturais em vivências acessíveis, respeitosas e sustentáveis.Uma crítica recorrente entre turistas reforça essa percepção: muitos relatam que os serviços turísticos oferecidos no estado _ como hotéis, restaurantes e atrativos _ seguem um modelo padronizado, semelhante ao de outras partes do mundo. Essa homogeneização cultural impede a vivência de uma experiência genuinamente regional e enfraquece o potencial turístico cultural baseado na autenticidade.Nesse sentido, o projeto atua de forma estratégica ao trabalhar diretamente com comunidades indígenas e tradicionais semi-integradas, que ao longo de milênios desenvolveram conhecimentos únicos e adaptativos ao clima, vegetação, fauna e demais características ambientais da região. Esses saberes, quando sistematizados e apresentados ao público por meio de vivências culturais, oficinas e rotas estruturadas, oferecem uma experiência singular, conectada à identidade do território e à diversidade cultural brasileira.A proposta também busca enfrentar os desafios da vulnerabilidade juvenil, promovendo a formação de novos agentes culturais capazes de atuar com protagonismo em seus próprios contextos. Assim, o Caminho Ouricuri integra cultura, juventude, economia criativa e ecologia, articulando saberes ancestrais com estratégias contemporâneas de valorização territorial.Assim, o uso do mecanismo de incentivo fiscal se justifica como ferramenta essencial para possibilitar a viabilidade econômica do projeto e sua execução com qualidade, assegurando que bens culturais de relevância pública sejam efetivamente protegidos, transmitidos e fruídos pela sociedade, podendo realizar os incisos do Art. 1° descritos abaixo:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX. priorizar o produto cultural originário do PaísArt. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderãoProduto: cursos/oficinas/palestrasO presente produto cultural propõe a realização de cursos, oficinas e formações voltadas a 50 guias locais das comunidades indigenas. A iniciativa se fundamenta nos artigo 1º e 3º da Lei nº 8.313/91, que estabelecem como dever do Estado garantir o pleno exercício dos direitos culturais, o acesso às fontes da cultura nacional e o apoio à valorização e difusão das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.Em um contexto onde comunidades tradicionais e indígenas enfrentam dificuldades de acesso a políticas públicas de formação e sustentabilidade cultural, a oferta de ações educativas específicas surge como medida urgente e estratégica. Os cursos e oficinas funcionaram como espaços de qualificação técnica e fortalecimento identitário, proporcionando que os saberes locais sejam transmitidos de forma estruturada, com respeito à oralidade, à territorialidade e às práticas ancestrais.Produto: cursos/oficinas/palestrasO presente produto cultural propõe a realização de cursos, oficinas e formações voltadas a 50 mestres de obra. A iniciativa se fundamenta nos artigo 1º e 3º da Lei nº 8.313/91, que estabelecem como dever do Estado garantir o pleno exercício dos direitos culturais, o acesso às fontes da cultura nacional e o apoio à valorização e difusão das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.Em um contexto onde comunidades tradicionais e indígenas enfrentam dificuldades de acesso a políticas públicas de formação e sustentabilidade cultural, a oferta de ações educativas específicas surge como medida urgente e estratégica. Os cursos e oficinas funcionaram como espaços de qualificação técnica e fortalecimento identitário, proporcionando que os saberes locais sejam transmitidos de forma estruturada, com respeito à oralidade, à territorialidade e às práticas ancestrais.Produto: curso/oficina/palestras prática durante a caminhada do OuricuriDescrição: Uma vivência cultural de formação prática imersiva de 3 dias em rotas indígenas no território alagoano, com foco na valorização do patrimônio imaterial, das práticas ancestrais, saberes tradicionais, espiritualidade, arte, oralidade e modos de vida de comunidades indígenas e tradicionais. A experiência será estruturada em torno de uma caminhada de 50 km com os 100 participantes formados nas capacitações de guias locais e artesãs. II - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Produto: A formação prática de vivência de imersão e intercâmbio cultural: um evento itinerante com duração de 3 dias e que percorre ao todo 50km ao longo de trecho do litoral sul de Alagoas, para os 100 participantes, promove a visulaização real e prática da atividade. Produto: Feira de ArtesanatoRealizar a Feira de Artesanato Ouricuri Caiçara, na orla de Maceió: um evento de exposição e comercialização para geração de renda direta para comunidade indígena, com expectativa de público de 3.500 pessoas. A feira artesanato poderá promover as comunidade indígenas a demostração do seu artesanato bem como dos seus saberes ancestrais fortalecendo o empreendedorismo e identidades das comunidades indígenas. Também poderá a fruisão e permitirá que pessoas em geral tenham o contato com os povos originários e conheçam mais a cultura, promovendo assim um intercâmbio cultural. O público-alvo do projeto compreende jovens, adultos e idosos de comunidades indígenas e tradicionais dos povos Xukuru kariri e Caambembe de Alagoas, bem como estudantes, pesquisadores e público em geral interessado em vivências culturais. O projeto dá prioridade a pessoas em situação de vulnerabilidade social, povos originários e jovens indígenas que muitas vezes não se reconhecem como tais pela ausência de oportunidades e de valorização econômica de sua cultura.Nesse contexto, o Caminho Ouricuri atua como instrumento de salvaguarda e transmissão do patrimônio cultural imaterial, permitindo que a juventude indígena se reconecte com sua identidade ancestral e reconheça a preservação da cultura como fonte legítima de renda, pertencimento comunitário e valorização da vida.
Este projeto consolida uma prática cultural já existente e reconhecida no território, elevando-a a um patamar de profissionalismo e garantia de salvaguarda através dos seguintes eixos:1. Protagonismo Comunitário e Governança: A seleção dos 50 guias locais e 50 artesãos beneficiários diretos será realizada diretamente pelas lideranças tradicionais das comunidades indígenas envolvidas, respeitando seus protocolos internos de decisão e garantindo que a capacitação seja destinada àqueles já reconhecidos por seu potencial de multiplicação do saber. Esta metodologia assegura o protagonismo comunitário desde o início, evitando a imposição de modelos externos de seleção.2. Sustentabilidade e Geração de Renda: O projeto é estruturante ao criar um ciclo econômico sustentável: a capacitação gera mão de obra qualificada (guias) e produtos de maior valor (artesanato), que são imediatamente inseridos em um circuito de comercialização através da vivência e da feira (vendas diretas). O veículo de apoio e as malocas constituem um legado de infraestrutura permanente para a continuidade das atividades após o fim do projeto.3. Metodologia de Execução e Segurança: A logística complexa da vivência de 3 dias é respaldada pela experiência prévia do Instituto Marana na realização do evento Ouricuri Caiçara. A aquisição do veículo é imprescindível para a segurança da atividade, atuando no transporte de equipamentos (barracas), alimentação, água e kit de primeiros socorros, além de servir como retaguarda móvel ao longo dos 50km de percurso.4. Documentação e Salvaguarda: Para além do caráter vivencial, o projeto tem como core a documentação formal dos saberes e rotas mapeadas. Este produto serve como ferramenta de educação patrimonial e garantia de transmissão geracional do conhecimento, atendendo plenamente aos objetivos de salvaguarda da Lei Rouanet.5. Acessibilidade e Democratização: Apesar de a vivência ter um número limitado de vagas por sua natureza imersiva, seus resultados são democratizados através da feira de artesanato gratuita (público de 3.500 pessoas), e da campanha digital, que levará o conteúdo para um público muito maior que o presencial.
Produto 1: Curso para Guias locais mediadores· Tipo do Produto: Curso/Oficina· Descrição Detalhada: Curso de formação de 20 horas para capacitação de agentes culturais indígenas como condutores de grupos em rota de vivência cultural. · Público-Alvo: Exclusivamente 50 jovens e adultos selecionados pelas lideranças das comunidades indígenas participantes do projeto.· Local de Realização: Espaço comunitário - Sede do Instituto Marana · Forma de Acesso/Ingressos: Seleção interna mediante indicação das lideranças tradicionais das comunidades indígenas participantes. As vagas serão preenchidas por membros das comunidades indicados pelos caciques, conselhos de anciãos e lideranças comunitárias, garantindo o protagonismo e a autonomia dos povos indígenas na escolha de seus representantes."O método de seleção por indicação tradicional foi escolhido por ser culturalmente adequado e por respeitar os protocolos de consulta e decisão internos dos povos indígenas envolvidos. Este processo assegura que os conhecimentos transmitidos nas capacitações serão destinados àqueles indivíduos já reconhecidos por suas comunidades como detentores de potencial de liderança e multiplicação do saber, fortalecendo a governança comunitária e evitando a imposição de modelos externos de seleção.· Percentual de Distribuição Gratuita: 100% (Capacitação totalmente gratuita para os selecionados).Produto 2: Curso para Mestres Artesãos· Tipo do Produto: Curso/Oficina· Descrição Detalhada: Oficina de qualificação de 20 horas em gestão, comercialização e valorização cultural do artesanato tradicional.· Público-Alvo: Exclusivamente 50 mestres e artesãos selecionados pelas lideranças das comunidades indígenas participantes.· Local de Realização: Espaço comunitário - Sede do Instituto Marana · Forma de Acesso/Ingressos: Seleção interna mediante indicação das lideranças tradicionais das comunidades indígenas participantes. As vagas serão preenchidas por membros das comunidades indicados pelos caciques, conselhos de anciãos e lideranças comunitárias, garantindo o protagonismo e a autonomia dos povos indígenas na escolha de seus representantes."O método de seleção por indicação tradicional foi escolhido por ser culturalmente adequado e por respeitar os protocolos de consulta e decisão internos dos povos indígenas envolvidos. Este processo assegura que os conhecimentos transmitidos nas capacitações serão destinados àqueles indivíduos já reconhecidos por suas comunidades como detentores de potencial de liderança e multiplicação do saber, fortalecendo a governança comunitária e evitando a imposição de modelos externos de seleção.· Percentual de Distribuição Gratuita: 100% (Oficina totalmente gratuita para os selecionados).Produto 3: Formação prática durante a vivência cultural do Caminho Ouricuri· Descrição Detalhada: Formação prática durante a vivencia caminho ouricuri, evento imersivo de 3 dias, percorrendo 50km ao longo de trecho do litoral sul de Alagoas (o intimerario exato será definido conforme demanda na execução do projeto). A vivência caracteriza-se por caminhada com paradas para descanso, paradas para as palestras formativas e paradas para dormir, a dormida acontece em forma de acampamento em praias (com barracas), e alimentação comunitária preparada nos locais de pernoite, promovendo um intercâmbio intensivo e autêntico com a cultura indígena local através de atividades conduzidas pelos guias capacitados e contanto com alimnetação nutritiva e indígena. · Público-Alvo: Guias locais e artesãs das comunidades indigenas capacitado anteriomente. · Local de Realização: Itinerante. Praias e territórios do litoral sul de Alagoas, com paradas e pernoites em locais predefinidos e de significados culturais para as comunidades indígenas. · Forma de Acesso/Ingressos: Gratuita com seleção por meio de análise de vulnerabilidade econômica e também obedecendo os percentuais disponíveis para patrocinadores e divulgadores. Produto 5: Feira de Artesanato Ouricuri Caiçara· Tipo do Produto: Evento Artístico-Cultural (Feira)· Descrição Detalhada: Evento de exposição e venda direta do artesanato produzido pelos artesãos e comunidade.· Público-Alvo: Público geral de todas as idades, moradores de Maceió e turistas. O público-alvo do projeto compreende jovens, adultos e idosos de comunidades indígenas e tradicionais, bem como estudantes, pesquisadores e público em geral interessado em vivências culturais. O projeto dá prioridade a pessoas em situação de vulnerabilidade social, povos originários e jovens indígenas que muitas vezes não se reconhecem como tais pela ausência de oportunidades e de valorização econômica de sua cultura.Nesse contexto, a feira atua como instrumento de salvaguarda e transmissão do patrimônio cultural imaterial, permitindo que a juventude indígena se reconecte com sua identidade ancestral e reconheça a preservação da cultura como fonte legítima de renda, pertencimento comunitário e valorização da vida.· Local de Realização: Orla de Maceió, AL (Praça Gogó da Ema)· Forma de Acesso/Ingressos: Acesso livre e gratuito.· Percentual de Distribuição Gratuita: 100% (Evento gratuito).
1. Acessibilidade Comunicacional• Contratação de intérprete de Libras, conforme a demanda de participantes surdos nas oficinas ou encontros comunitários.• Produção de materiais audiovisuais com legendas, descrição de imagem e linguagem acessível para a comunidade indígena e divulgação das práticas das comunidades como a produção e venda dos artesanatos, garantindo uma ampliação de divulgação ampla nas redes socias de modo organizado e estrturado para grande alcance e assim fortalecer a identidade e geração de renda das comunidades. • Treinamento básico da equipe de acolhimento para comunicação acessível e inclusiva. 2. Acessibilidade Arquitetônica e Estrutural• Construção das (malocas comunitária) como ponto de apoio logístico ao longo do percurso. As malocas é de grande importância para o projeto garatido a presença de instrumento cultural que servirá como ponto de apoio fixo para paradas durante a vivência da caminhada dos 3 dias, garantido mais democratização do acesso as pessoas que por ventura estiverem impossibilitadas de percorrer a pé o trajeto, mas possa se juntar nos momentos de paradas e participarem das formações práticas desse momento, além de serem estruturas fixas permamentes para a continuidade do projeto. 3. Acessibilidade nas Rotas e Vivências• Identificação de trechos acessíveis das rotas, para permitir a participação de pessoas com mobilidade reduzida em partes simbólicas da caminhada.• Alternativas de participação para pessoas com deficiência, como:• Ponto fixo de vivência (na maloca) com atividades culturais, rodas de conversa e partilhas com os mestres de saber.• Registros audiovisuais com imersão e narrativa acessível.4. Veículo como Apoio à Acessibilidade• Aquisição de veículo multifuncional para:• Apoiar deslocamento de pessoas com deficiência ou limitações físicas nos eventos.• Realizar transporte de materiais e profissionais (inclusive intérpretes ou facilitadores).• Funciona como ponto de apoio móvel nas rotas e oficinas e atividades em geral promovidas pelo Instituto Marana, sendo ponto crucial para suporte a continuidade do projeto podendo recepcionar visitantes de outros locais do países e também pessoas estrangeiras. 5. Responsabilidade Social e Territorial• Priorização de contratação local de facilitadores, produtores culturais e mão de obra.• Participação ativa das comunidades tradicionais no planejamento e execução, com respeito à sua autonomia e saberes.• Distribuição gratuita dos registros dos produtos culturais (oficinas, publicações, vídeos).• Valorização do protagonismo indígena e tradicional como eixo ético do projeto.
O projeto Caminho Ouricuri garante a democratização de acesso de forma prática e equilibrada, e 100% gratuita.Todas as atividades de formação, capacitação e oficinas serão 100% gratuitas, com prioridade para moradores das comunidades envolvidas, povos Xukuru Kariri e Caambembe, jovens, mulheres, povos tradicionais e pessoas de baixa renda.A preferência para as vagas da caminhada será para: • pessoas de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social,• representantes das comunidades tradicionais participantes, escolhidas junto as lideranças das comunidades, respeitando assim as hieraquias e contexto culturla sempre.• influenciadores, parceiros e patrocinadores que atuem na divulgação e apoio institucional do projeto também terão espaço para contriburem vivenciando as atividades e divulgando as ações do Instituto Marana e das comunidades indígenas.Como forma de ampliar ainda mais o acesso:• Serão construídas as três malocas culturais comunitárias, que servirão como ponto fixo de apoio às atividades gratuitas e futuras ações culturais da comunidade, fortalecendo o acesso contínuo e autônomo ao bem cultural.• Será adquirido um veículo de apoio logístico, que permitirá o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, transporte de equipe e materiais, e o deslocamento para regiões mais afastadas, garantindo que as atividades cheguem a quem mais precisa e recepção de visitantes de outrs regiões do país e de outros países nas próximas atividade de caminhadas e atividades em geral promovidas pelo Instituto Marana, fortalecendo sempre as comunidades. Além disso, todos os materiais produzidos (vídeos, publicações, catálogos) serão distribuídos gratuitamente, pelas redes sociaisConforme artigo 28 da IN nº 23/2025:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;Tudo que fizermos será divulgado nas redes sociais.V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;Tudo que fizermos será divulgado nas redes sociais e veículos de comunicação televisiva do estado. IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;As próprias capacitações e realizadas com guias locais, artesãos e público ao longo das vivências da caminhada a partir do fomento pela lei Rouanet.
Projeto: Caminho Ouricuri: Transformando vidas através da arteProponente: Instituto Marana (Pessoa Jurídica sem fins lucrativos)CNPJ: 04915766000157Responsável Legal: Arõatan Caambembe AlvesCoordenação Geral: Instituto Marana Associação civil sem fins lucrativos, CNPJ 04915766000157, fundada em 28/12/20201, endereço Rua Silvério Jorge 524, centro, cep 57020-710, Maceió-AL, telefone 82998182208, email institutomarana@gmail.com, representante legal Arõatan Caambembe Alves.Breve Currículo:O Instituto Marana é uma organização de matriz indigena que atua em Alagoas com visualização internacional, com foco no fortalecimento de comunidades tradicionais, especialmente indígenas. Suas atividades envolvem a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial, promoção da saúde integral, educação ambiental, formação de jovens e estímulo ao empreendedorismo comunitário. Possui ampla experiência na realização de vivências culturais, oficinas formativas e ações de registro audiovisual. É responsável pela realização de atividades como a Caminhada Ouricuri, que mobiliza centenas de pessoas em rotas ancestrais no litoral sul e norte de Alagoas. Atua com outros projetos em parcerias com secretárias do estado de Alagoas, como por exemplo o ROJETO MARANA que é resultado de uma parceria entre o Instituto Marana e a SEADES/AL. É um empreendimento voltado para a comunidade em geral, independente de gênero ou idade. O projeto se divide em dois eixos distintos, cada um desempenhando um papel fundamental. O primeiro eixo está focado na organização de eventos culturais, acampamentos vivenciais e na promoção de um contato responsável com a natureza. Essa abordagem tem como objetivo atrair e envolver as pessoas para o segundo eixo do projeto. O segundo eixo é profissionalizante e tem um enfoque direto na promoção da inclusão social e no desenvolvimento de competências que aumentem a capacidade de jovens ingressarem no mercado de trabalho com habilidades técnicas. Também realiza o PROJETO CULTURA E ESPORTE em parceria com a SELAJ/AL O projeto visa: a) Apoiar o desenvolvimento de atividades e eventos voltados para atividades de capoeira, jiujitsu e lutas indígenas. b) Fomentar a prática de longas caminhadas mescladas com atividades vivenciais que estimulem o autoconhecimento e o desenvolvimento mais amplo. c) Realizar produção audio-visual sobre mestres de capoeira e artes marciais de nosso Estado. d) Fomentar a prática de esportes indígenas, promovendo o resgate cultural nos mais jovens e o PROJETO UIRAPORÃ - Possui convênio com a SESAU/AL. Visa trabalhar temas sensíveis, produzindo materiais para trabalhar com pessoas propensas ao suicídio. Os principais objetivos são: a) Realizar produção audio-visual para combate ao suicídio por meio de modelação comportamental baseada em histórias de vida com repertórios comportamentais que apresentaram desamparo aprendido e superação do mesmo. b) Realizar atividades vivenciais de caminhadas e acampamentos com instalação de rotinas saudáveis como estratégia preventiva e auxiliar no tratamento de pessoas com depressão, TEPT e distimia.Coordenação do projeto/Bióloga : Sandy Duarte Bastos Graduanda em ciências biológicas, pós graduada em gestão ambiental, sustentabilidade, educação e meio ambiente, com experiência de professora do ensino básico ao superior e coordenação de grupo de jovens e adultos. Caiçara das Alagoas. Coordenação de pedagógica: Potyra Caambembe jovem indígena Caambembe, artesã de palha, biojoias, barro e pintura e grafismo indígena. Participa das atividades do Caminho Ouricuri desde os seus 8 anos de idade e conhece de perto e vivência sua cultura e leva com encatamento e responsabilidades para as pessoas em geral, ajudando na salvaguarda e promoção da fruisão cultural.Médico: Aldemar Araujo Castro - VoluntárioMédico, cirurgião vascular, professor, pesquisador e extensionista, possui graduação em Medicina pela Escola de Ciências Médicas de Alagoas (1992), atualmente denominada Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (UNCISAL), situada em Maceió, AL.Atualmente, exerce o cargo de professor assistente no curso de graduação em Medicina da mesma instituição. Seu percurso profissional abrange uma vasta experiência na área médica, com ênfase em cirurgia vascular e pesquisa clínica, sendo seus principais interesses acadêmicos voltados para a revisão sistemática, meta-análise e avaliação da qualidade das informações na área da saúde. Está constantemente engajado em contribuir para o avanço do conhecimento científico em sua área de atuação. É parceiro do projeto Ouricuri a mais de 10 anos e sua presença é de absoluta necessidade para realização segura das atividades.O projeto também contará com outros profissionais como segurança, psicólogos e marceneiro, cozinheira entre outros, de acordo com as necessidades específicas do projeto. Todos os profissionais envolvidos estão devidamente discriminados no orçamento do projeto, com funções e valores, conforme exigido pelas normas de prestação de contas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.