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PRONAC 255698Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Rádio Tambor – “Tambores e Pick-ups Ecoando Negritude pelas Ondas da Internet”

INSTITUTO SOCIAL DANDARA DE SUSTENTABILIDADE CULTURAL
Solicitado
R$ 597,4 mil
Aprovado
R$ 597,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-11-01
Término

Resumo

Realizaçao de um ciclo formativo para 250 jovens negros e LGBTQIA+ em situaçao de vulnerabilidade social nas regioes da Cidade Ademar e Pedreira, zona sul da cidade de Sao Paulo, por meio de oficinas de m?sica, audiovisual, comunicaçao comunitaria e empreendedorismo, culminando em produçoes culturais autorais e um videodocumentario. O projeto visa estimular a formaçao de jovens como agentes culturais, com foco em midias digitais e expreçoes perifericas afro-brasileiras.

Sinopse

PRODUTOS DO PROJETO: 8 oficinas realizadas, com participação efetiva de 250 jovens - musicalização, percussão/reciclagem, DJ, MC/Locução, produção musical, vídeo/foto, comunicação comunitária, produção cultural/cenografia, com turmas de até 35 jovens por oficina, com 1 encontro semanal de 3horas, e oficineiros especializados contratados. Criação de 16 programas autorais (áudio e vídeo) - Criação de programas-piloto por turmas temáticas: Hip Hop, cultura urbana, culinária africana, gênero e música, com acompanhamento de mentores e equipe pedagógica. 8 músicas autorais produzidas - jovens atuando como multiplicadores em suas comunidades.Produção de conteúdo para redes sociais e blogs. Empreendedorismo Cultural - 6 Oficinas sobre economia criativa.Incentivo à criação de produtos e serviços culturais. Produção de 1 videodocumentário - Mostra Final e Lançamento com apresentações, exposições e exibição de videodocumentário. Evento em equipamento cultural no território. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA ETÁRIA todas as idades nos eventos com público estimado total de até 3.000 pessoas;Idade de 16 anos até 25 anos de qualquer sexo, para as oficinas formativas de arte e comunicação. IMPACTOS ESPERADOSCultural: Valorização da cultura negra, da juventude periférica e das expressões urbanas.Social: Redução da exclusão social por meio da formação e inserção cultural.Econômico: Fomento ao empreendedorismo cultural e à economia criativa nas periferias. CONTRAPARTIDAS SOCIAISEntrada gratuita para todos os eventos e atividades;Parcerias com escolas públicas para visitas mediadas;Distribuição gratuita do videodocumentário para escolas e pontos de cultura da região periférica do extremo sul da cidade de São Paulo.

Objetivos

Geral: Capacitar jovens para o mercado criativo, como produtores culturais e comunicadores sociais, por meio de oficinas e laborat?rios criativos com foco na cultura afro-brasileira, Hip Hop e comunica??o comunit?ria.Espec?ficos:Realizar oficinas de musicaliza??o, percuss?o, DJ, produ??o audiovisual, MC/locu??o e produ??o cultural;Estimular a cria??o de produtos culturais autorais (programas, v?deos, trilhas);Promover o protagonismo juvenil e o empreendedorismo perif?rico;Construir um acervo audiovisual e um videodocument?rio final;Promover eventos p?blicos para difus?o dos conte?dos produzidos;Ampliar redes e parcerias entre coletivos e espa?os culturais locais.

Justificativa

A ausencia de politicas culturais consistentes nas periferias da cidade de Sao Paulo agrava a excluçao de jovens negros e LGBTQIA+. As regioes de Cidade Ademar e Pedreira concentram altos indices de vulnerabilidade social, evasao escolar e subemprego. Este projeto surge como resposta a negligencia do poder publico, ampliada apos a pandemia da Covid-19, e propoe-se a transformar essa juventude por meio da arte, do conhecimento e do fortalecimento de identidades culturais afro-brasileiras. A metodologia baseia-se nos principios da educacao popular, inspirada em Paulo Freire.O projeto necessita de incentivo fiscal das empresas que se encontram no entorno dessa regiao periferica, e portanto, necessitamos da aprovaçao do projeto mediante incentivo cultural.

Especificação técnica

METODOLOGIA PEDAGÓGICA PARA EXECUÇÃO DO PROJETO ETAPA 1 - Oficinas culturaisOs jovens irão aprender conceitos sobre audiovisual, música, confecção de instrumentos percussivos, mc/locutor, produção cultural, cenografia e comunicação comunitária.O conteúdo das oficinas será voltado para o repertório da cultura local, andando na contramão dos meios de comunicação de massa.Para cada uma das oficinas de formação, contaremos com o apoio de profissionais experientes e de notório saber, renomados das áreas contempladas.Cada oficina terá a duração de 3 meses.Oficinas que serão oferecidas:§ Vídeo e fotografia (audiovisual)§ Dj/discotecagem (música)§ Percussão/confecção de instrumentos (música/reciclagem)§ Produção musical/sonorização (música/técnico)§ Mc/locutor (música)§ Produção cultural/cenografia (técnico)§ Comunicação comunitária (comunicação)§ Musicalização (música) DETALHAMENTO:Por meio das oficinas de musicalização trabalharemos a sensibilização dos jovens a fim de levar conhecimentos técnicos da linguagem musical, como, batidas, letras, poesias e composições da cultura Hip Hop e a cultura negra, proporcionando também que os mesmos possam ter acesso a outras linguagens musicais.Será apresentado os conhecimentos e habilidades técnicas do DJ, reunindo músicos de notório saber, com bagagem cultural para interagir com este público.Com a utilização dos toca discos, seja discotecando ou criando suas trilhas e batidas musicais, que representa um dos elementos da cultura Hip Hop.Buscaremos mostrar que é possível uma interação entre seus toca discos e outros estilos musicais, tanto nas apresentações quanto nos bate papos, criando grandes grooves e intervenções em sintonia.Partindo da concepção de criação musical por meio de softwares, a oficina de produção musical estará abrindo opções e possibilidades para se criarem e gravarem suas músicas e batidas.Como uma boa música não anda separada de uma boa equalização, esta turma estará desenvolvendo a parte técnica de equipamentos e Sonorização Musical.Proporcionaremos noções sobre o audiovisual por meio das oficinas de vídeo e fotografia, de modo que os mesmos possam utilizar estes conhecimentos para desenvolver seus próprios projetos, em sua comunidade, assim despertando um novo olhar para os registros e narrativas que queiram dar a ela.No contato com a música percussiva, poderão interagir com os tambores e outros instrumentos pertencentes ao universo da percussão e a música africana, culturas populares e remanescentes de terreiros, e ainda nesta fase terão a confecção de instrumentos com materiais recicláveis, construindo variedades de instrumentos musicais partindo dos materiais reciclados.Apresentação do canto falado, através de oficinas de MC/Locutor, instigando nesta turma as vertentes que esta linguagem proporciona, como: apresentador, escritor e até mesmo locutor de rádio ou apresentador de programas de TV ou eventos.Por meio da produção cultural/cenografia, os jovens aprenderão a planejar, desenhar, organizar, elaborar e executar projetos, atividades e eventos socioculturais.Com a cenografia, eles farão atividades práticas sobre a projeção e instalação de cenários.Os mesmos serão incentivados a idealizar estas produções culturais, seja com os programas pilotos e também no mercado como um todo.A Comunicação Comunitária visa trabalhar os diversos meios de comunicação e materiais, seja impresso, virtual ou escrito, esta oficina é um dos eixos principais do projeto, pois será por meio dela que sairão os escritores de notícias e membros de comunicação, com uma divulgação desta realidade clara e coerente, ou seja, deve ser falada por quem de fato as vive, de modo a fugir de uma comunicação sensacionalista como estamos acostumados a presenciar.Todas as atividades serão integradas por 30 participantes/oficina, num período de 6 meses, com 1 encontro de 3 horas semanais. ETAPA 2: Laboratório (desenvolvimento e pesquisa artística)Elaboração de núcleos de trabalho, para criação de blocos temáticos, utilizando as estruturas oferecidas pelo projeto em conjunto terão a sua disposição apoio dos oficineiros e todo suporte necessário e cabível.Exemplo:Turma vermelha - Musical e a culinária africana;Turma verde - Culturas urbanas;Turma Preta - Hip Hop e Estilo de Vida;Turma Marrom - Soulfunk Brasileiro;Turma Lilás - Gênero e a musicalidade.Nesta etapa os oficineiros farão o acompanhamento do processo de criação dos blocos temáticos junto aos multiplicadores. Sendo assessorados pelos oficineiros, técnicos e coordenação (com feedback). Etapa 3 - Disseminação do Conhecimento (multiplicador)Acontecerá em simultâneo com as outras atividades.O processo de formação passará a caminhar paralelamente com as linguagens artísticas pesquisadas, neste momento os jovens passarão a desenvolver um os blocos temáticos com a possibilidade de expandir em sua comunidade e em seu entorno. TTeremos como meta despertar a vontade de realizar ações culturais, buscaremos questioná-los sobre as suas inquietações e sugestões de temas para o desenvolvimento do programa. Etapa 4 - Produção Autônoma (empreendedorismo)Nesta fase os participantes atuarão como empreendedores, partindo da etapa de multiplicadores, serão incentivados a pensar em produtos/conteúdos com potencial de comercialização.Será apresentado aos oficinandos os conceitos de economia criativa, os mesmos serão incentivados a buscar e explorar este campo.A iniciativa já deu certo em algumas cidades e bairros brasileiros.Serão estimulados a fazerem prestação de serviços, produção independente, inscrição e desenvolvimento de projetos culturais na quebrada, fomentando o desenvolvimento e renda local.

Acessibilidade

Acessibilidade Física:O espaço da realização do projeto, é uma casa que será utilizada como Sede do Projeto, de caracteristica térrea, que conta com estrutura acessível a pessoas com mobilidade reduzida, sem degrau de entrada, 1 banheiro adaptado para pessoas com deficiência.Os espaços publicos onde acontecerão os eventos, são totalmente adaptados com rampas de acesso, banheiros adaptados pois pertencem ao poder publico municipal, e serão definidos apos aprovação deste projeto.Alguns eventos acontecerão nas ruas, com total acesso de todo PCD.Acessibilidade de Conteúdo:O projeto será disponibilizado em formatos acessíveis, com tradução em Libras durante as apresentações, e legendas descritivas nos vídeos.

Democratização do acesso

O projeto será totalmente gratuito, com apresentaçõs e oficinas de facil acesso a população em geral da zona sul da cidade de São Paulo.Não haverá qualquer cobrança tanto das oficinas, quanto das apresentações e eventos de rua.Todos ensaios serão abertos e teremos varias transmissoes posteriormente, em canal de youtube da propria organização.Plano de DistribuiçãoO projeto será distribuído de forma gratuita, visando o acesso democrático aos bens culturais por parte da população, especialmente de jovens das periferias e comunidades tradicionais.As ações culturais ocorrerão nos bairros periféricos de São Paulo, zona sul, com oficinas, apresentações e intervenções culturais.A difusão dos conteúdos será feita também por meio da Rádio Tambor (webrádio), redes sociais e plataformas digitais como YouTube e Spotify.

Ficha técnica

O dirigente, será responsavel pela coordenação geral do projeto, com remuneração prevista, dentro do orçamento proposto, com valor de seus honorários mensais, conforme planilha orçamentária e de acordo com valores praticados no mercado.Currículo dos integrantes do projetoNenê Surreal - é uma grafiteira e artista plástica nascida em Diadema, São Paulo, cuja trajetória está profundamente ligada à cultura hip hop. Mulher negra, periférica, mãe, avó e lésbica, ela usa sua arte como ferramenta de resistência e expressão de suas lutas sociais e identitárias. Inspirada pela avó, que era artesã, Nenê começou sua jornada artística com o pixo, e aos poucos se consolidou como uma importante voz no grafite, ganhando reconhecimento no Brasil e no exterior. Sua arte é marcada por temas como ancestralidade, empoderamento feminino e resistência negra. Nenê já levou suas criações para diversas cidades, incluindo Viena, na Áustria, e realizou importantes colaborações com outros artistas e coletivos. Além do grafite, ela também se expressa por meio de projetos educacionais e sociais, transformando sua casa em Diadema em um espaço de acolhimento para pessoas LGBTQIA+ e promovendo atividades que envolvem a comunidade local. Gaspar ZAfrica Brasil - Mc Gaspar (Compositor, Mestre de Cerimônia, Poeta e Produtor Cultural). Filho de Nordestino, de onde herdou sua musicalidade. Sua Rima e suas Composições dividem o parentesco de espontaneidade com o Repente. Compositor, Rapper e Poeta trazendo ao palco a função do Mc(Mestre de Cerimônia) com sua levada ágil com conteúdo politizado. Ligado a importantes Projetos Sociais junto às Comunidades, Gaspar desenvolve oficinas culturais de composição e Rima (Rap – Ritmo e Poesia), trabalhando com os elementos da Cultura Hip Hop na busca de conhecimento. Gaspar, Mc, Letrista e cofundador do Z’África Brasil, um dos pioneiros grupos de RAP no Brasil criado na década de 90. Jaqueline Talita - licenciada em Letras e mestre em Educação, com mais de 10 anos de experiência na área educacional e sociocultural. Atuei como professora e coordenadora na rede municipal e estadual de São Paulo, desenvolvendo metodologias voltadas para a educação inclusiva e antirracista. Como gestora de projetos socioculturais pelo Instituto Cultural Dandara, é responsável pela inscrição de propostas em editais públicos, captação de recursos e implementação de iniciativas voltadas para juventude periférica, com foco em hip hop, cultura negra e meio ambiente. DJ ErryG - Após formações, em 2000, iniciou seu trabalho como arte-educador nas oficinas de Discotecagem na Casa do Hip Hop de Diadema. Nesse período, participou da fundação da Zulu Nation Brasil ao lado de King Nino Brown, Marcelinho Back Spin e seus mestres. Em 2006, deu início a projetos pessoais, como a criação do Instituto Cultural Dandara e iniciativas autorais como Dos Tambores aos Toca Discos, Encontro de DJs de Hip Hop da Metrópole de São Paulo, Sound System Graffiti e Rádio Tambor. Em 2017, aprofundou sua formação com cursos de Sonoplastia e Teatro pela SP Escola de Teatro, unificando suas vivências na música como DJ com técnicas de som e dramaturgia sonora e teatral. DJ Priscila Groove - Priscilla Regina de Oliveira, conhecida artisticamente como DJ Priscilla Groove, é uma DJ de São Paulo com formação no Instituto Cultural Dandara e pelo Senac. Em 2014, concluiu o curso de DJ e Discotecagem, no qual adquiriu habilidades iniciais na área. Desde então, Priscilla vem se destacando por seu estilo e talento na arte da discotecagem, trazendo uma forte conexão com a cultura africana e afrobrasileira, uma mulher preta, que tem orgulho de representar as mulheres no universo da discotecagem, ainda com maior predominância dos profissionais do gênero masculino.DJ Bia Sankofa - Residente de Cidade Tiradentes, na zona leste de São Paulo, atua como DJ desde 2013. Seu estilo musical é marcado por ritmos com influências africanas, como o Hip-Hop e Afro-Brasilidades, além de sua pesquisa em gêneros como Amapiano, Kizomba, Zouk, Afrobeats e outras vertentes afro-diaspóricas. Sua trajetória está fortemente ligada ao movimento cultural das periferias de São Paulo, onde integra diferentes expressões artísticas, incluindo literatura, teatro, circo e dança. Bia Sankofa participou do projeto "Dos Tambores aos Toca Discos" com o DJ ErryG, que explora a conexão entre a discotecagem e a percussão, e também fez parte das co-curadorias regionais do 6º Encontro de DJs de Hip-Hop da Cidade de São Paulo, junto com DJs renomados como DJ Eric Jay e DJ Clevinho. Entre suas performances de destaque, Sankofa tocou no lançamento do documentário e livro "Selva de Pedra – A Fortaleza Noiada" de Preto Zezé, cofundador da Central Única das Favelas (CUFA-CE), e fez a abertura do show da cantora Karol Conka no projeto Domingo na ZL, uma parceria entre SESI-SP e Movimentar Produções. Dêssa Souza - É mãe, cantora, palhaça, artista de teatro e produtora cultural, atuando desde 2006. Em 2008, Dêssa se juntou ao movimento de arte e cultura da periferia sul de São Paulo como cantora da Banda Preto Soul. Em 2011, iniciou seus estudos em teatro, música e culturas tradicionais na Escola Popular de Teatro CITA e, rapidamente, tornou-se integrante da “Trupe Artemanha de Investigação Teatral”, grupo em que atuou até 2014. Durante sua trajetória, Dêssa participou ativamente da Banda Preto Soul por dez anos, com destaque para sua apresentação na 40ª Feira do Livro de Buenos Aires, em parceria com o Sarau do Binho, coletivo que integrou entre 2008 e 2015. Bonga Mac - é artista visual, arte-educador, produtor musical e articulador cultural. Seu primeiro contato com o graffiti aconteceu em meados dos anos 90, influenciado pela cultura Hip Hop. Como empresário da Bonga Produções e coautor do livro Tinta Loka Street Book (2017), Bonga desenvolve projetos culturais de destaque, como o Projeto Kombozas, Projeto Agnob e o Festival Tinta Loka. Além disso, atua como produtor musical do grupo Velho Oeste 011. Desde 2001, exerce o papel de arte-educador em áreas relacionadas à cultura Hip Hop, graffiti e arte urbana, atendendo públicos de diversas idades e neurodiversos. Bonga é formado em Artes Visuais pela FAEP - Faculdade de Educação Paulista (2023) e possui pós-graduação em Arte Educação pela Universidade Pitágoras Unopar/Anhanguera (2024). DJ Clevinho - Formado em técnico de Sonoplastia pela SP Escola de Teatro e com cursos em Operação de Áudio e Programação Musical pelo Senac, além de mixagem e masterização no IAV, o profissional atua como técnico de áudio, sonoplasta e DJ desde 2008. Bruno Duarte - é graduado em Musicoterapia pela Faculdade Paulista de Artes (2008) e possui uma vasta experiência como educador musical e percussionista. Ao longo dos anos, tem atuado em projetos culturais e educacionais de destaque, contribuindo com oficinas, workshops e projetos voltados para a música e a percussão. Sua experiência docente inclui oficinas de percussão e improvisação no Sesc Vila Mariana (2013) e no projeto Fábricas de Cultura (2012), além de conduzir a oficina Gestos Sonoros no Centro Cultural da Juventude (2012) e trabalhar como educador musical em Cuba (2010). Resumo do ProjetoRESUMO DA PROPOSTARealizar um ciclo formativo para 250 jovens negros e LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade social nas regiões da Cidade Ademar e Pedreira, zona sul da cidade de São Paulo, por meio de oficinas de musica, audiovisual, comunicaçao comunitaria e empreendedorismo, culminando em produçoes culturais autorais e um videodocumentário.O projeto visa estimular a formaçao de jovens como agentes culturais, com foco em mídias digitais e expressões periféricas afro-brasileiras.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-11-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo