Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Dark Kitchen é um projeto de festival cultural gastronômico voltado para a gastronomia nacional, com o objetivo de exaltar a cultura brasileira por meio de seus sabores e tradições. A iniciativa busca formar empreendedores e disponibilizar cozinhas totalmente equipadas para profissionais e negócios que atuam com vendas por delivery. O projeto oferece estruturas completas e suporte de profissionais capacitados, contribuindo para o desenvolvimento sólido e sustentável desses empreendimentos.
Produto Principal –Festival, bienal, festa ou feira (somente estrutura) O Festival Dark Kitchen é um evento cultural gastronômico que reúne gastronomia brasileira e apresentações musicais ao vivo. Montado em uma estrutura de cozinhas profissionais equipadas, o festival celebra sabores, saberes e tradições, proporcionando ao público uma experiência sensorial que integra arte culinária e música.Contrapartida Social – Curso/Oficina/Estágio Como contrapartida, será oferecido um Curso de Gastronomia Dark Kitchen para 100 alunos ao longo de 7 meses, com aulas teóricas e práticas em turnos alternados. Durante o curso, os alunos utilizarão as cozinhas como espaço real de operação de delivery, vivenciando a prática empreendedora. No 8º mês, os melhores alunos serão selecionados para atuar diretamente no festival, integrando o produto principal.
Objetivo GeralPromover e difundir a cultura gastronômica brasileira no estado do Rio de Janeiro, por meio da montagem e operação de uma estrutura Dark Kitchen, capacitando pessoas para geração de renda no campo da economia criativa e estimulando a valorização dos saberes, sabores e tradições culinárias, inserindo novos empreendedores em um mercado em constante expansão.Objetivos EspecíficosRealizar o Curso de Gastronomia Dark Kitchen para 100 pessoas, integrando técnicas de culinária, gestão e valorização da gastronomia como manifestação cultural.Disponibilizará, durante 7 meses, a estrutura Dark Kitchen totalmente equipada para formação prática de 100 alunos e para atendimento de aproximadamente 1.000 pessoas, ampliando o acesso ao fazer cultural gastronômico.Realizar um evento musical integrado ao Dark Kitchen, reunindo cerca de 1.000 participantes, como forma de potencializar a experiência cultural e promover a interação entre gastronomia e outras expressões artísticas
O projeto Dark Kitchen justifica-se por sua contribuição direta à difusão, valorização e fortalecimento da cultura gastronômica brasileira, reconhecida como uma manifestação cultural de grande relevância, carregada de identidade, memória e diversidade regional.Ao promover um festival cultural gastronômico voltado para a gastronomia nacional, o projeto dialoga com o Art. 1º da Lei nº 8.313/91, atendendo, entre outros, aos seguintes incisos:I _ facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.Além disso, o projeto enquadra-se no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, inciso II, alínea e, ao fomentar a produção cultural por meio da realização de festivais de arte e atividades congêneres, no caso, um festival gastronômico que se configura como espaço de encontro entre tradição e inovação culinária.A gastronomia é um campo artístico e cultural que expressa saberes, práticas e identidades locais. Nesse sentido, o projeto promove o acesso gratuito à formação empreendedora vinculada à culinária brasileira, ampliando o repertório cultural dos participantes e garantindo o exercício dos direitos culturais previstos no Art. 215 da Constituição Federal.O Dark Kitchen também atua como agente de fortalecimento do patrimônio imaterial, pois exalta sabores e técnicas tradicionais, ao mesmo tempo em que abre espaço para a criação contemporânea e a diversidade de expressões culinárias. Essa dinâmica estimula a circulação de conhecimento, o diálogo entre diferentes territórios culturais e o reconhecimento de chefs, cozinheiros e empreendedores como agentes culturais.Por fim, ao disponibilizar cozinhas equipadas e suporte profissional, o projeto potencializa a sustentabilidade econômica desses criadores, gerando oportunidades de renda e movimentando a cadeia produtiva local, sem perder de vista sua essência cultural: a celebração e a difusão da gastronomia como patrimônio vivo e instrumento de identidade nacional.
Não se aplica.
O projeto Dark Kitchen propõe a implantação e operação de uma estrutura gastronômica profissional, voltada para empreendedores em situação de vulnerabilidade econômica, democratizando o acesso a um modelo de negócio inovador e culturalmente relevante.As Dark Kitchens, também chamadas de Ghost Kitchens, surgiram há cerca de 30 anos como cozinhas profissionais destinadas exclusivamente ao atendimento via delivery. No Brasil, esse formato ganhou força com a popularização de aplicativos como iFood e Uber Eats, oferecendo menor custo operacional em comparação a restaurantes convencionais.O projeto busca nivelar por cima as condições de concorrência, permitindo que o talento e a dedicação dos empreendedores sejam os principais diferenciais, independentemente de classe social ou poder econômico.Objetivos TécnicosOferecer infraestrutura completa e equipamentos de alto padrão para produção gastronômica.Disponibilizar suporte de profissionais capacitados para orientar empreendedores na gestão e operação do negócio.Proporcionar capacitação gratuita em gastronomia e gestão, preparando os participantes para atuar de forma competitiva no mercado.Estimular práticas sustentáveis e crescimento econômico local.Para utilizar os espaços, os empreendedores deverão:Comprovar condição de vulnerabilidade econômica.Participar e concluir os cursos gratuitos oferecidos pelo projeto.Empregar pessoas da comunidade no decorrer da operação (metas estabelecidas em cronograma).Buscar crescimento e autonomia empresarial no prazo de até 8 meses.Impacto esperadoA estrutura proposta permitirá que empreendedores desenvolvam seus negócios em um ambiente profissional, com custos reduzidos, suporte técnico e possibilidade real de crescimento sustentável. Essa democratização do acesso fomenta a cultura gastronômica local, fortalece a economia criativa e movimenta a cadeia produtiva nas comunidades atendidas.
A acessibilidade do projeto como um todo, incluindo produto principal e secundárias, se dará por meio de disponibilização de:ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas de acesso, corrimão e piso tátil em todos os produtos culturais gerados no projeto. Na impossibilidade de criação de uma rubrica própria por limitação da plataforma, o mesmo será anexado aos itens de estrutura. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: intérprete de libras para PCD 's auditivos em todos os produtos do projeto podendo ser verificado por meio das rubricas. ACESSIBILIDADE VISUAL: audiodescrição em materiais online e impressões em braille, para deficientes visuais em filipetas e quaisquer itens impressos distribuídos em todos os produtos culturais gerados no projeto.
O projeto adota como principal mecanismo de democratização do acesso à gratuidade integral de todas as suas atividades, garantindo à comunidade local a participação sem qualquer custo, de forma inclusiva e ampla.Além disso, a proposta se enquadra nos dispositivos previstos no Art. 28 da Instrução Normativa nº 1/2023, que dispõe:Art. 28. Consideram-se medidas de democratização de acesso, dentre outras:IV – disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal;X – outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura – CNIC.No âmbito do projeto, serão disponibilizados registros audiovisuais das atividades, como cursos, oficinas e ações do evento, em plataformas digitais e redes sociais, ampliando o alcance do conteúdo cultural para além do público presencial.Adicionalmente, a realização de oficinas paralelas e a promoção de um evento musical integrado ao festival gastronômico ampliam a experiência cultural, possibilitando a participação de diferentes públicos e contribuindo para a fruição do conteúdo artístico e gastronômico.Dessa forma, o projeto assegura múltiplas formas de acesso gratuito e democrático, valorizando a diversidade cultural e fortalecendo o direito de todos ao usufruto dos bens culturais.
NOME: Leila Cristina de Souza Moraes NetoFUNÇÃO NO PROJETO: Diretora Geral e Coordenadora Financeira CURRÍCULO RESUMIDO: Graduada em Administração de empresas e pós graduada em em Gestão e Docência em Projetos Sócio Esportivos, Leila Neto, atuou em diversas produções culturais, tais como: Direção Cultural das peças Dona Baratinha; João e Mariacultu; Produção Festas Juninas, Eventos de Arte, Música e Dança. Integra atualmente o corpo administrativo da Criape Projetos no cargo de Diretora de Projetos e também desenvolve suas atividades na Associação Encaminhando, integrando o corpo diretor como Diretora Administrativa. NOME: Gisela Abrantes FUNÇÃO NO PROJETO: Chef - Assessoria dos Alunos.CURRÍCULO RESUMIDO: É docente e coordenadora do Departamento de Pesquisa do Senac RJ, além de chef e proprietária do buffet Gitrendyfood. Premiada no 15º Congresso Internacional de Gastronomia e Nutrição em 2014 e na categoria “Casamentos que deram certo” do concurso promovido pelo Senac São Paulo em 2006, é coautora do livro “Cozinha modernista” e até 2019 atuou como apresentadora do programa “Caminhos do chef” e como jurada do programa “Cozinheiro vs chefs”, ambos do SBT. NOME: Jose HonoratoFUNÇÃO NO PROJETO: ProfessorCURRÍCULO RESUMIDO: É carioca e sempre foi um apaixonado por bebidas, procurando sempre se especializar nos temas que são suas paixões: Cervejas, Destilados e Vinhos. Se formou Beer Sommelier pelo Senac- Doemens Academy. Além de sommelier, é Mestre Destilador. Docente do Senac na Área de Gastronomiane Bebidas desde 2014. Foi palestrante do Mondial de La Bière - Rio de Janeiro 2013, Palestrante no Rio Gastronomia no ano 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019 e 2021; Sommelier de Cervejas do Circuito Gastronômico de Goiás no ano 2015, Jurado do Concurso Maravilhas Gastronômicas do Estado do Rio de Janeiro - Categoria Cachaça ano 2015; Em 2016 foi palestrante e representante de bebida brasileira no 1º Brazilian Taste em Londres; Jurado do MBeer Contest Brazil - 2016 no Mondial de la Bièree; em 2022 foi um dos Jurados no Concurso Brasileiro de Cervejas em Blumenau, Trabalhou como embaixador da Cerveja Neozelandesa - Moa no Brasil; Foi correspondente para para a Revista Infood; trabalha como Consultor Especialista para Secretária Econômica do Estado do Rio de Janeiro, para viabilizar o desenvolvimento da Cachaça e como consultor de bebidas para bares, restaurantes e grandes redes varejistas. NOME: Thiago RossiFUNÇÃO NO PROJETO: Gerente geralCURRÍCULO RESUMIDO: Chef Executivo de Cozinha [SENAC]; Rusticidade e Tecnologia Aliadas Para Casual Food; Técnica e processo precisos para padronização de resultados.; Integrante do grupo de pesquisas gastronômicas do SENAC; Cozinha de Inovação - Sous Vide SENAC; Charcutaria [CAVA]; Desossa de bovino e cordeiro [Carnívoros BBQ]; Defumação, Fogo de Chão, Parrilha e Burguer [PitMaster Brasil]; Churrasco [SENAC] NOME: Juliana JucáFUNÇÃO NO PROJETO: Chef - produtora montagemCURRÍCULO RESUMIDO: Chef Executiva no Senac RJ em 2012 e, de lá para cá, dedica-se exclusivamente à gastronomia. Instrutora de Gastronomia no Senac Rj, é membro do grupo Pesquisa e Inovação na Cozinha desde sua fundação, em 2013, vem se especializando em cozinha e equipamentos de vanguarda e, hoje, aprofunda seus estudos no ramo da charcutaria.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.