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O projeto visa a remontagem e realização de novas apresentações do premiado espetáculo de teatro musical "SUASSUNA _ O AUTO DO REINO DO SOL", com a Cia Barca dos Corações Partidos.
Sertão da Paraíba. Época: mais ou menos atual, mas sem menção ao resto do Brasil, nem às tecnologias modernas. Um Circo-Teatro viaja pelo Sertão, parando em cada cidade e distrito para uma noitada. O Circo pertence a Mademoiselle Sultana, astróloga, bailarina, clarividente, consultora tântrica e micro-empresária. A principal atração do Circo é o seu grupo de jovens atores e artistas: são eles Mosquito, Chico de Rosa, Escaramuça, Poeta León e Cabantõe. Além dos números habituais de malabarismo, etc., eles encenam quadros, esquetes e entremezes de grande sucesso junto ao público do Sertão. Cantam músicas, sozinhos ou em grupo, recitam, fazem números de gracejo ou de habilidades.Eles se dirigem agora a Taperoá, na Paraíba, onde devem encenar um espetáculo nas festividades em homenagem ao “poeta Ariano Suassuna”. Na estrada, eles cruzam com bandos de retirantes. Ficam sabendo que além de estar havendo uma seca braba na região, duas famílias tradicionais estão em pé de guerra uma contra a outra, e todo dia tem tiroteio em algum lugar dali. De um lado, há a família Fortunato, de criadores de gado, e do outro o Major Antonio Moraes, o implacável comerciante de minérios que aparece no “Auto da Comparecida” e que é o vilão principal no “Romance da Pedra do Reino” e em “As Infâncias de Quaderna”.A viagem vai mostrando os ensaios dos entremezes que a trupe está montando. Neles aparecem cenas entre Dom Quixote e Sancho Pança, ou entre duplas de palhaços, fazendo de vez em quando uma menção aos perigos que correm. Nas estradas, aumenta o número de retirantes que estão indo para um lugar que eles chamam O Soturno. A trupe vive muitas aventuras, até chegar em Taperoá, onde finalmente encena a grande homenagem.
OBJETIVO GERAL:Realizar novas apresentações do espetáculo "SUASSUNA _ O AUTO DO REINO DO SOL" com texto de Bráulio Tavares, direção de Luiz Carlos Vasconcelos e trilha sonora original de Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho. A montagem tem no elenco a premiada Cia Barca dos Corações Partidos.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASRealizar 20 apresentações no Rio de Janeiro, 20 apresentações em São Paulo e 4 apresentações em Recife com excelência técnica e estrutura compatível com as exigências da montagem;Valorizar o legado de Ariano Suassuna por meio da remontagem de um espetáculo musical que integra tradição popular, linguagem armorial e invenção cênica;Alcançar, aproximadamente, 33.500 espectadores nas 3 cidades.PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDAS SOCIAISOferecer 01 ensaio aberto com acesso ao público no Rio de Janeiro, seguido de conversa com integrante da equipe;Realizar 02 bate papos com o público ao término das apresentações, sendo 01 em São Paulo e 01 em Recife.
O espetáculo "SUASSUNA _ O AUTO DO REINO DO SOL" é reconhecido como uma ação de estímulo à criação e difusão cênico-musical, ao homenagear Ariano Suassuna por meio de uma encenação que reúne teatro, música autoral e matrizes da tradição popular. Com dramaturgia de Bráulio Tavares, direção de Luiz Carlos Vasconcelos e trilha composta por Chico César, Beto Lemos e Alfredo Del Penho, a obra é protagonizada pela premiada Cia Barca dos Corações Partidos. O espetáculo mobiliza elementos do circo-teatro e do imaginário armorial em linguagem acessível, em permanente diálogo com o repertório simbólico do Nordeste.Desde sua estreia em 2017, a peça consolidou-se como referência na cena teatral brasileira contemporânea, o que lhe rendeu temporadas exitosas, reconhecimento do público e da crítica. O espetáculo reafirma o legado de Ariano Suassuna, dramaturgo, poeta, pensador da cultura e criador do Movimento Armorial, portanto, contribui para a preservação de patrimônios imateriais que atravessam gerações.O projeto fala de Ariano sem, no entanto, apresentar um espetáculo biográfico ou mesmo uma adaptação de suas obras. A nova temporada no Rio de Janeiro irá ampliar o alcance desta obra, com o intuito de fortalecer os circuitos de difusão artística e consolidar políticas de acesso à produção cultural brasileira.No que diz respeito ao enquadramento Art. 1º da Lei 8313/91, este projeto irá:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; eII - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.E, no que diz respeito ao enquadramento no artigo Art. 3° da Lei 8313/91, o projeto irá:II - fomentar à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Os custos indicados na planilha orçamentária guardam consonância com a complexidade do projeto e refletem valores praticados no setor cultural para iniciativas de porte semelhante. A composição orçamentária considera as especificidades técnicas da montagem, a qualificação dos profissionais envolvidos, os parâmetros vigentes no mercado e a observância às diretrizes da política pública de fomento.
DURAÇÃO: 120 minCLASSIFICAÇÃO: LivreEXPECTATIVA DE PÚBLICO: 33.500 espectadores nas 3 cidades
Em atendimento a Lei Brasileira de Inclusão – Lei nº 13.146/2015 e ao disposto no Art. 42 da IN nº 23/2025, este projeto irá atuar de forma a reduzir barreiras historicamente existentes para pessoas com diferentes deficiências, por meio de:PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:O teatro selecionado assegura acessibilidade plena em sua infraestrutura física, com a presença de rampas de acesso, sanitários adaptados, sinalização adequada e demais recursos previstos na legislação vigente.ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS:Disponibilização de assentos em local estratégico para pessoas com baixa visão;Descrição de imagens em todas as postagens nas redes sociais do projeto, acompanhadas da hashtag #PraCegoVer, garantindo acessibilidade comunicacional.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS:Presença de intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) em 4 sessões da temporada Rio, 4 sessões na temporada São Paulo e 2 sessões em Recife.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS:Disponibilização de abafadores de ruído durante todas as sessões, com o intuito de atender pessoas com hipersensibilidade auditiva ou com autismo.PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDAS SOCIAISACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:O teatro selecionado assegura acessibilidade plena em sua infraestrutura física, com a presença de rampas de acesso, sanitários adaptados, sinalização adequada e demais recursos previstos na legislação vigente.ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS:Disponibilização de assentos em local estratégico para pessoas com baixa visão;Descrição de imagens em todas as postagens nas redes sociais do projeto, acompanhadas da hashtag #PraCegoVer, garantindo acessibilidade comunicacional.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS:Presença de intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) na atividade.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS:Disponibilização de abafadores de ruído, com o intuito de atender pessoas com hipersensibilidade auditiva ou com autismo.
Conforme art. 46 da IN23/2025 o projeto irá oferecer o seguinte plano de Democratização do acesso:Medida de DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, por meio da distribuição de ingressos:I - até 10% para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00.Medida de AMPLIAÇÃO DE ACESSO:Conforme art. 47 da IN 23/2025, a proponente irá adotar a seguinte medida:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.
ENCENAÇÃO: LUIZ CARLOS VASCONCELOSTEXTO: BRÁULIO TAVARESMÚSICA: CHICO CÉSAR, BETO LEMOS E ALFREDO DEL PENHOIDEALIZAÇÃO, DIREÇÃO GERAL E PRODUÇÃO ARTÍSTICA: ANDRÉA ALVESDIREÇÃO DE PRODUÇÃO: LEILA MARIA MORENOELENCO: COMPANHIA BARCA DOS CORAÇÕES PARTIDOS A Barca dos Corações Partidos se formou após a montagem de ‘Gonzagão – A Lenda’ (2012), que rodou o Brasil por cinco anos em dezenas de cidades e centenas de apresentações. O tributo a Luiz Gonzaga foi sucedido por uma nova versão da emblemática ‘Ópera do Malandro’ (2014), de Chico Buarque. O terceiro espetáculo da trupe, ‘Auê’ (2016), usou como dramaturgia uma safra de canções inéditas compostas pelos próprios integrantes e misturava linguagens como teatro, show, circo e recital. Em 2017, a Barca comemorou os 90 anos de Ariano Suassuna com ‘Suassuna – O Auto do Reino do Sol’, texto inédito de Bráulio Tavares, com direção de Luiz Carlos Vasconcellos e músicas compostas especialmente pelo grupo em parceria com Chico César. O musical rendeu dezenas de troféus nas mais importantes premiações teatrais do país. Em 2019, a companhia passou nove meses estudando o clássico ‘Macunaíma’, de Mario de Andrade, ao lado da diretora Bia Lessa. O processo resultou na montagem de ‘Macunaíma – Uma Rapsódia Musical’, que colheu elogios em temporadas no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.MÚSICA: ALFREDO DEL PENHOÉ um dos mais incensados cantores de samba da nova geração. Se apaixonou pelo gênero nas rodas e tocatas de Niterói onde viveu por mais de 20 anos e se tornou pesquisador, músico e compositor. Um dos nomes da tão decantada geração da Lapa, foi o primeiro a receber o Prêmio da Música Brasileira, o mais importante do Brasil, como melhor cantor de samba. Tem em sua discografia mais de 10 discos como cantor, integrante de grupos ou produtor musical, a maioria com indicações a prêmios e críticas elogiosas. Alfredo também é ator e faz parte da cia Barca Dos Corações Partidos na qual também é diretor musical, e estreou em 2016 o espetáculo Auê, escolhido como melhor espetáculo do ano pelos prêmios, Cesgranrio, Bibi Ferreira, APTR, Reverência e Botequim Cultural. Ganhou, ao lado de Beto Lemos, os Prêmios Cesgranrio e Aptr de Melhor Música, pela direção musical do espetáculo. MÚSICA: BETO LEMOSCompositor, arranjador e multi instrumentista, teve sua iniciação como rabequeiro, com grupos de tradição popular da região do Cariri cearense, como reisado e guerreiro, além de ter feito parte da Cia. Carroça de Mamulengos grupo no qual foi instrumentista e também diretor musical dos trabalhos Felinda e Pano de Roda, e com o qual participou de vários projetos como o FIT, FILO, Palco Giratório (SESC, 2007) e o Ano do Brasil na França (2005). Desde 2008 reside no Rio de Janeiro, onde, dentre vários trabalhos, integrou a Itiberê Orquestra Família e fez parte da banda da cantora Clarice Falcão. É premiado pela APTR categoria Especial de Teatro pela direção musical do espetáculo Kabul do Grupo AMOK, para o qual dirigiu musicalmente, ainda, Agreste. Foi indicado pela trilha musical original do espetáculo “Gritos” (2016), da Cia Dos a Deux. Foi assistente de direção musical e arranjador de “Gonzagão – A Lenda”, espetáculo que iniciou a carreira da Cia Barca dos Corações Partidos, do qual faz parte e é diretor musical.IDEALIZAÇÃO, DIREÇÃO GERAL E PRODUÇÃO ARTÍSTICA: ANDRÉA ALVES (PROPONENTE)Produtora cultural, jornalista, pesquisadora de música popular brasileira, autora dos livros “Tempos de Outrora, vida e obra de Babau da Mangueira” e “O Samba é meu dom” (em parceria com Silvana Marques). Desde 1992 é diretora da Sarau Agência de Cultura Brasileira, tendo construído um consistente currículo no mercado cultural carioca, nas áreas de teatro, música e memória.No teatro, realizou mais de 30 montagens, dentre elas: “Engraçadinha, seus amores e pecados” (2001), de André Paes Leme e Luiz Arthur Nunes, o musical “Elis - Estrela do Brasil”(2002), com direção de Diogo Vilella; “A Hora e Vez de Augusto Matraga” (2007), direção de André Paes Leme “Os Saltimbancos” (2010), com direção de Cacá Mourthé, “Um Rubi no Umbigo” (2011) de Ferreira Gullar com direção de André Paes Leme, “Gonzagão - A Lenda” (2012), de João Falcão, o musical “Ópera do Malandro” (2014), direção também de João Falcão, o teatro musical “Auê” (2016), “Gota D’Água [a seco]” de Rafael Gomes (2016), “Suassuna – O Auto do Reino do Sol” (2017).Andrea Alves, diretora de Produção, atua em projetos culturais brasileiros. Como produtora fonográfica foi responsável por premiados trabalhos como O Trio, de Mauricio Carrilho, Paulo Sérgio Santos e Pedro Amorim, e o CD de Maria Teresa Madeira. E também os CDs dos premiados musicais Gonzagão A Lenda, Auê e “Suassuna – O Auto do Reino do Sol”. Em 2018, o jornal Folha de São Paulo a procurou para fazer uma matéria sobre a originalidade e brasilidade de suas produções, que reinventaram o mercado de musicais no Brasil: http://bit.ly/AndreaFolhaSP_POR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: LEILA MARIA MORENOLeila Maria Moreno, é diretora da Alvoroço Cultural, formada em artes Cênicas pela Universidade do Rio de Janeiro | Uni-Rio. Trabalha com as artes cênicas profissionalmente há 25 anos. Transitou no mercado como atriz, trabalhando também como assistente de direção, até iniciar os trabalhos como produtora em 2004, há 17 anos. Nesses anos de profissão, trabalhou ao lado de grandes diretores, produtores, atores e criadores. Coordenadora de produção dos projetos que produziu nos últimos anos, transita de forma completa em todas as etapas do processo de um projeto, desde a sua elaboração, formatação, captação até a sua execução e prestação de contas. Larga experiência em leis de incentivo à cultura e editais, já tendo trabalhado como parecerista do então Ministério da Cultura, além de avaliadora de projetos culturais para editais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.