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PRONAC 255793Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Travessias - Enciclopedia de Artes, Literatura e Ciências

COMPANHIA DE HISTORIA. PESQUISA, FOTOGRAFIA E DESIGN LTDA.
Solicitado
R$ 1,37 mi
Aprovado
R$ 1,37 mi
Captado
R$ 50,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

3.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-11-10
Término

Resumo

TRAVESSIAS - Enciclopedia de Artes, Literatura e Ciências: o legado dos refugiados do Holocausto. Brasil, 1933-2027. Criação de Enciclopedia digital e publicação de três (03) livros de sobreviventes do Holocausto. O projeto Travessias _ Enciclopédia de Artes, Literatura e Ciências: o legado dos refugiados do Holocausto: Brasil, 1933-2027. Propõe a construção de uma plataforma digital educacional que favoreça a pesquisa e o ensino à distância com recursos audiovisuais. Travessias terá também a sua versão impressa como três (03) obras de referência a ser publicada em volumes temáticos. Duração: 24 meses.

Sinopse

SINOPSE DA ENCICLOPÉDIA COLEÇÃO TRAVESSIASSinopses dos livros (em anexo: cessão de direitos autorais)1. De Corpo e Alma, de Marika Gidali. Prefácio de Oswaldo Mendes, Fotografias de Emídio Luisi.Trata-se da publicação do livro de memórias de Marika Gidali, bailarina húngara, refugiada no Brasil onde aportou fugindo da violência nazista a partir do momento em que soldados nazistas invadiram a residência da família em Budapeste. Realidade e ficção entrelaçam-se em suas lembranças que, anos depois, irão projetar-se no espetáculo Holocausto - uma espécie de catarse, onde projeta na dança e no seu grito - sua experiência emocional e espiritual. Sua trajetória, narrada de forma despojada, se faz livre dos formatos acadêmicos, aberta ao seu público que aguarda conhecê-la para muito além dos palcos. Expõe sua resiliência aos narrar os movimentos arrojados do Ballet Stagium, fundado em outubro de 1971, junto com Décio Otero, seu eterno companheiro de todas as horas. Sem escrever uma biografia, Marika conta como iniciou seus estudos de dança em São Paulo, atuando como bailarina no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Ballet do Teatro Cultura Artística e Ballet IV Centenário.Em suas memórias, Marika consegue unir, com maestria, suas palavras à dança, construindo assim uma narrativa irreverente, assim como ela mesma define: “eis aqui a minha “bagunça literária”. Suas inovações e projetos sociais vão sendo revelados e vislumbrados nas imagens de Emídio Luisi, reconhecido por Marika como o grande amigo e fotógrafo do Ballet Stagium.Em suas memórias, Marika Gidali expõe as múltiplas facetas de uma jovem bailarina que conquistou seu espaço com muita garra e vontade de viver. Suas falas são múltiplas, ora como mãe, ora como educadora, bailarina, coreógrafa e diretora artística, quebrando todos os paradigmas do ballet tradicional ao inovar com sua escola constantemente em trânsito. Detalhadamente, Marika dá o seu testemunho de mulher insubmissa que transformou o Ballet Stagium em um verdadeiro laboratório para a dança moderna, sempre em construção.2. Vida e arte de Lise Forell, por Maria Luiza Tucci Carneiro. Lise Forell nasceu na atual República Tcheca, em 1924, considerada como uma das mais importantes pintoras naifs no Brasil. Estudou na Academia de Belas Artes de Antuérpia, na Bélgica. Em 1940, em plena Segunda Guerra Mundial, embarcou com seus pais, em Marselha, na França, com destino ao Brasil, através de vistos concedidos pelo embaixador brasileiro Luiz Martins de Souza Dantas. Fugindo da perseguição nazista, Lise Forell e seus pais embarcaram em um navio que foi retido em Casablanca, no Marrocos, e seus passageiros transferidos para um campo de concentração no Saara marroquino. Um ano mais tarde, a família conseguiu escapar para Cádiz e embarcar no navio espanhol Cabo de Buena Esperanza, chegando ao Rio de Janeiro em setembro de 1941.Residindo em São Paulo a partir de 1942, Lise passou a executar pinturas em vitrais para a empresa Conrado Sorgenicht, dedicando-se à pintura e ensinando em seu ateliê na Chácara Shalom, nos arredores de São Paulo. Admirada por Pietro Maria Bardi, diretor do Museu de Arte de São Paulo, teve o seu painel “O Judeu Errante”, exposto pela primeira vez no XLIX Salão Nacional de Belas Artes em 1943. A vivacidade criativa de Lise, manifesta no seu processo de criação alcançado por cores brilhantes e que, em diferentes momentos, registrou seus estranhamentos sobre a Brasil. Lise expôs, além do Brasil em Hamburgo, Alemanha (1974); Centro Cultural de Wilster, Alemanha; Galeira Armon e Galeria Alex Lezion, Israel (1977); Galerie Bambu, Hamburgo, Alemanha (1980); Galeria do Consulado do Brasil em Berlim, Alemanha, (1981); Credit Lionnais, Paris; Galerie Saint Romain, França (1991); Galerie Altestadt, Vaduz, Liechstenstein (2001); Espaço Cultural Judaico, Brno (2002); Galeria Futura, Praga, República Tcheca; e Galeria Mischa Marianske Lazne, República Tcheca (2003).3. O moderno cinema brasileiro: produção, perspectivas estéticas e novos atores, 1940-1960. O legado dos refugiados do nazifascismo, organizado por Rodrigo Archangelo (Cinemateca Brasileira) e Maria Luiza Tucci Carneiro (LEER/USP). Prefácio: Profa. Dra. Maria Dora Genis Mourão, Diretora da Cinemateca Brasileira. Verbetes autoraisA história do moderno cinema brasileiro tem suas raízes entrelaçadas com a chegada dos refugiados do nazifascismo, que atuaram em vários campos da arte cinematográfica: desde as primeiras escolas de cinema no Brasil, documentários e filmes nacionais. Entre aqueles que alcançaram grande projeção temos: Hebert Duschenes, nascido em Hamburgo, Alemanha, arquiteto, cineasta e professor de História da Arte; Eber Alfred Goldberg, nascido em Dresden, Alemanha, Profissional do comércio, representante de indústria cinematográfica, diretor comercial da Estrela, publicitário. representante da Columbia Pictures of Brazil, no Rio de Janeiro; Gianfrancesco Sigfrido Benedetto Marinenghi de Guarniere, nascido em Milão, Itália, foi ator, diretor, dramaturgo e poeta. No cinema, participou dos filmes O Grande Momento, O Jogo da Vida (1976), Caminhos da Liberdade (1980); Eles Não Usam Black-Tie (1981), A Próxima Vítima (1983), Beijo 2348/72 (1990), e O Quatrilho (1995), e Contos de Lygia, (1998); Wolf Harnisch, alemão nascido em Brno, veio com o pai para o Brasil em 1938, envolvendo-se em cerca de 25 filmes de língua portuguesa como ator e realizador; Vladimir Herzog, nasceu em Osijek, Iugoslávia (atual Croácia), e foi assasinado pela Policia Política de São Paulo em 1937, atuando como cineasta, jornalista, professo; Ernest Alexander Hirsh, nascido em Karlsruhe, Alemanha, chegou ao Brasil em 1938. Trabalhou entre 1940 e 1944 em Recife, Rio de Janeiro e Santos, como gerente da Paramount Films, companhia da indústria cinematográfica norte-americana; Julien Mandel, polonês, fotógrafo e cinegrafista, produziu o filme Maria Bonita (1937); Jean Manzon, francês, grande inovador da fotojornalismo brasileira, iniciou sua vida profissional na França, trabalhando para as revistas Paris Match, Vu e Paris Soir. Em 1940 mudou-se para o Rio de Janeiro, fugindo da Segunda Guerra Mundial. Produtor de documentários sobre o Brasil; Jules Eugène Louis Jouvet, nascido em Crozon França; Eric Rzepecki, polonês, serviu como voluntário no exército de seu país, que foi invadido pela Alemanha nazista em 1939. Capturado, passou três anos entre a prisão do exército russo e os campos de concentração alemães. Em 1943, escapou e se refugiou na Inglaterra. Em 1944, inscreveu-se num curso de cinema no estúdio Denham, em Londres. No Brasil, ficou conhecido como “maquiador de estrelas; Hugo Schlesinger, nascido em Cracóvia, sobrevivete do Holocausto. Jornalista, escritor, cineasta e teatrólogo, idealizador das modernas salas de cinema em São Paulo.Atrizes: Berta Loran (Basza Ajs), polonesa que ficou conhecida como a “atriz que transformou a tragédia em riso” enquanto uma forma de superar a perseguição, a fome, o frio e o medo que viveu na Polônia ocupada pelos nazistas. No cinema atuou em Sinfonia Carioca (1955), uma produção da Atlântida, estrelada por Eliana Macedo, Anselmo Duarte e Zezé Macedo. Nos anos seguintes, atuou em outras chanchadas: Garotas e Samba (1957), Papai Fanfarrão (1957) e O Barbeiro que se Vira (1958). Em Garotas e Sambas ela interpretou "Ninón Ervilha", uma paródia da rumbeira cubana Ninón Sevilla; Vera Korène, refugiada judia da Revolução Russa de 1917, Rébecca Véra Korestzky estabeleceu-se em Paris, França, com carreira artística no teatro e atuando em diversos filmes durante a década de 1930; Margareth Lanthos, húngara, bailarina, criadora de rítmos e atriz, atuou nos filmes Poeira de estrelas (1948) e Estou aí? (1949), ambos da Cinédia; Ilse Elkins-Rosen, nascida em Hannover, Alemanha, Atriz, agente teatral e empresária de atores e atrizes de cinema; Beyla Genauer, polonesa, atuou como atriz, radioatriz, locutora, apresentadora, escritora, roteirista, produtora e garota-propaganda. Filmes: Caçula do Barulho (1949), O Gato de Madame (1956), Rebelião em Vila Rica (1957); 1961 - Mulheres e Milhões (1961); Crime de Amor (1965) e Crepúsculo de um Ídolo (1971), A Rainha do Rádio (1979); e Fugindo do Passado: Um Drink Para Tetéia e Uma História Banal, com atuação, roteiro e produção (1987); Lilian Berley-Bering, alemã, atriz de teatro e cinema, Tradutora de peças de teatro brasileiras para o alemão (anos 50), de poema de Jorge de Lima, Raúl Bopp e Augusto Federico Schmidt.

Objetivos

Objetivo Geral:O projeto Travessias _ Enciclopédia de Artes, Literatura e Ciências: o legado dos refugiados do nazifascismo, tem como proponente a Profa. Dra. Maria Luiza Tucci Carneiro, coordenadora do LEER-USP, com a colaboração de pesquisadores acadêmicos em nível de excelência. Tem como objetivo a construção de uma plataforma digital cultural e educacional que favoreça a pesquisa e o ensino à distância com recursos audiovisuais. Travessias terá também a sua versão impressa como três (3) obras de referência a ser publicada em volumes temáticos, que iniciarão a Coleção Travessias.Tem como proposta identificar e promover o legado dos artistas, intelectuais e cientistas (judeus e não-judeus) que, fugindo das violências praticadas pelos nacional-socialistas e seus colaboracionistas na Europa, encontraram refúgio no Brasil a partir de 1933. No formato de verbetes cruzados, pretende-se reconstituir as trajetórias e a produção desses grupos distintos por suas nacionalidades, profissões e produções em múltiplas áreas do conhecimento.Objetivos Específicos:Edição, publicação e distribuição de três (03) livros que iniciarão a Coleção Travessias - 1000 exemplares cada. Total de 3000 exemplares.Construção de plataforma digital cultural e educacional - Será desenvolvida no formato de verbetes. Possuirá formato de um repositório digital (Base de Dados) que contemplará três grandes áreas do conhecimento: ARTES, LITERATURA e CIÊNCIAS - o legado dos refugiados do nazifascismo. Brasil, 1933-2026: Inventário preliminar por áreas do conhecimento: 511 verbetes.

Justificativa

Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 9313/91:IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Para tanto, alcançaremos o seguinte inciso previsto pelo Art. 3º da referida Lei:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.A criação da plataforma, a publicação das obras e as palestras expositivo-dialogadas possibilitam um maior diálogo entre a sociedade brasileira e as tradições judaicas e de outros povos, sendo uma forma de preservar e difundir esses valores que são constituintes da cultura do nosso país.Solicitamos subsídio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, uma vez que, sem esses recursos, a criação da plataforma digital e publicação das obras não seria possível.A documentação utilizada para a construção dos verbetes será, desde que autorizada pelos seus guardiães, disponibilizada para o consulente, com o objetivo de divulgar o legado material e imaterial para a cultura e a ciência brasileiras. Ao valorizarmos um conjunto de marcas, sinais e vestígios históricos deixados por esses refugiados e sobreviventes do Holocausto, estaremos revelando o trauma, o estranhamento, a sensibilidade e a criatividade diante do novo, assim como seus protestos diante da brutalidade perpetrada pelos regimes totalitários.É notória a importância da construção de uma plataforma digital direcionada para a divulgacão da produção sistemática das obras dos artistas, intelectuais e cientistas que sobreviveram ao nazifascismo buscando refúgio nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Juiz de Fora, Vassouras, Petrópolis, dentre outras. Hoje, parte do legado daqueles que já se foram, está nas mãos de seus filhos e netos que, nem sempre, conhecem a história de pais ou avós, pois muitas vezes o silêncio se impôs sobre a necessidade crucial de "narrar". Muitos, acuados pelas lembranças passadas, mal conseguiram sussurrar suas lembranças. As experiências extremas vivenciadas pelos refugiados, exilados e sobreviventes do Holocausto, marcaram suas vidas e suas obras, principalmente no caso dos artistas e intelectuais. Alem de contribuir para o reconhecimento e divulgação desse legado, o projeto Travessias investe contra o negacionismo e a ideologia do apagamento que impregnam a memória individual e coletiva. A publicação do Travessias (impressa e digital) prevê também o mapeamento dos bens culturais produzidos por esses indivíduos no Brasil priorizando os objetos culturais e os sujeitos (artistas, intelectuais e cientistas) consagrados pelos grandes institutos da cultura e ciência no Brasil e no mundo. Simultaneamente, pretendemos tirar do anonimato ou do esquecimento, pessoas extraordinárias, portadoras de uma identidade singular que, certamente, somam créditos para o Brasil que os acolheu e a sociedade brasileira que os respeitou. Sem o apoio público, essas histórias e memórias permanecerão como um privilégio de alguns poucos.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS LIVROS E DESCRITIVO DA BASE DE DADOSLivro 1: De Corpo e Alma, de Marika Gidali: cerca de 350 com 40 fotografias em p&b, a maioria de Emidio Luisi (com autorização de uso);Livro 2: Com cerca de 230 páginas, com 100 imagens de sua obra (cores), além de cerca de 20 fotografias do álbum de família;Livro 3: Com cerca de 320 páginas, 50 imagens em preto e branco, liberadas pela Cinemateca brasileira, colaboradora do projeto travessias.Miolo – 3 volumes impressosFormato aberto: 42 x 29 cmFormato fechado: 21 x 29 cmPáginas: 304 páginas/volumePapel: Couché fosco 90 gCores: 4 x 4 (2 volumes) + 1 x 1 (volume)Acabamento: dobrado, intercalado, costurado, refilado e colado na capa.Capa dura com lombada reta + sobrecapa - Sobrecapa com orelhaFormato Aberto: 74,5 x 29,8 cm (inclui lombada de 2,5 cm) Papel: Couché fosco importado 250 gCores: 4 x 0 coresAcabamento: laminação fosca frente, verniz UV com reserva, dobrado, vincado e refilado.CapaFormato de cada face: 21,4 x 29,8 cm (+ lombada de 2,5 cm) Papel: Couché 120gCores: 4 x 0 coresAcabamento: laminação fosca frente, verniz UV com reserva frente, empastado em papelão 15, colagem do miolo, inserção de sobrecapaGuardasFormato aberto: 42 x 29 cmFormato fechado: 21 x 29 cmPapel: Colorplus cor clara 120 gCores: 0 x 0 coresAcabamento: dobrado, refiladoEmbalagemCaixas de papelão Observação: 1.000 exemplares de cada livro

Acessibilidade

LIVROSAcessibilidade física: não se aplica.Acessibilidade de conteúdo: haverá disponibilizado o material de apoio pedagógico em audiodescrição, caso haja material de apoio impresso. Além disso, a organização das palestras contará com metodologia inclusiva para o público cego, surdo e com outras necessidades específicas. Haverá intérprete de Libras que realizará a mediação de todos os encontros em que houver público surdo presente nas palestras. BANCO DE DADOSAcessibilidade física: não se aplica.Acessibilidade de conteúdo: serão utilizadas tecnologias assistivas, como audiodescrição e legendagem, cumprindo as exigências que lhe forem aplicáveis contidas na Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, eDecreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018.CONTRAPARTIDA SOCIAL - PALESTRASAcessibilidade física: serão selecionadas, para a realização das palestras, instituições com rampas de acesso, corrimões, banheiros PNE, assentos adaptados, dentre outras medidas de adaptação de espaços e uso de tecnologias assistidas que possibilitarão à pessoa portadora de necessidades especiais, idosa e/ou com mobilidade reduzida, participação integral nas ações.Acessibilidade de conteúdo: haverá disponibilizado o material de apoio pedagógico em audiodescrição, caso haja material de apoio impresso. Além disso, a organização das palestras contará com metodologia inclusiva para o público cego, surdo e com outras necessidades específicas. Haverá intérprete de Libras que realizará a mediação de todos os encontros em que houver público surdo presente nas palestras. O material de divulgação terá conteúdo acessível, nos termos dispostos na legislação vigente.

Democratização do acesso

A Proponente seguiu as diretrizes estabelecidas na IN nº 23/2025, apresentando Plano de Distribuição nos termos determinados no artigo 46 da IN nº 23/2025.A cota de gratuidade, bem como a cota que tem como preço referencial o vale-cultura foi previsto e respeitado.Serão distribuidos livros para escolas, bibliotecas e entidades que desenvolvem temas correlatos.No que diz respeito ao determinado no artigo 47 da IN nº 23/25, a proponente oferecerá como medida complementar o disposto nos incisos: "III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição", tendo em vista que a Enciclopedia de Artes, Literatura e Ciências será disponibilizada gratuitamente ao público em geral; e inciso "V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas", tendo em vista que serão ministradas duas (02) palestras sobre cada livro publicado. Assim, serão ministradas seis (06) palestras, para um público estimado de até 50 beneficiários cada, totalizando até 300 beneficiários.

Ficha técnica

Informamos que a proponente será remunerada pelas rubricas referente à "coordenação geral e técnica", "pesquisa" e "produção de textos" . A proponente será responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. MARIA LUIZA TUCCI CARNEIRO. Coordenação Geral e Autora.Historiadora, Romancista e Professora Sênior da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Graduada em História pela mesma instituição (1972), com Especialização em Estudos Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1973). Mestrado e Doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo com os respectivos títulos: Preconceito Racial em Portugal e Brasil Colônia (1981) e O Anti-semitismo na Era Vargas (1987). Livre-Docente pela FFLCH-Universidade de São Paulo com a tese Cidadão do Mundo: o Brasil diante do Holocausto e dos refugiados do nazifascismo. Brasil, 1933-1948. Ingressou por concurso público como docente do Departamento de História, da FFLCH- USP em 1984 na disciplina de História Ibérica e, posteriormente, em História do Brasil Independente. Coordenou, entre 1999-2009 o Projeto Temático Fapesp PROIN- Projeto Integrado Arquivo do Estado/Universidade de São Paulo, responsável pelo primeiro inventário da documentação do Fundo Deops/SP. Entre 2010 e 2014 coordenou outro Projeto temático Fapesp: ArqShoah – Arquivo digital sobre Holocausto e Antissemitismo. Atualmente coordena o LEER- Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação, junto ao mesmo Departamento de História, onde mantem ativa a Base de Dados Arqshoah -Vozes do Holocausto. Com experiência nas áreas de História do Brasil Contemporâneo, Direitos Humanos, Arte e Cultura Politica, atuando principalmente nos seguintes temas: genocídios, Holocausto, autoritarismo, antissemitismo, racismo, memória, arte e cultura política.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-11-10
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo